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Antropologia - IASMYN PAMELLA AURELIO MIRANDA DA SILVA

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Iasmyn Pame ll a A. M. da Sil va
Turma: P1 TA RDE
Profe ssor: W ell ington li x
Discipl ina: Antropologia Forense
PARALELO ENTRE O FILME A EXPERIENCIA’ E O TEXTO “PODER ALÉM DO BEM E DO MAL”
Um f ato que de ve ser b astante req ue rido aqui é : O h omem é rui m e f acil me n te corrompido
por natureza. Aqui , cabe a i dé i a de Hobbe s de que o “Homem como lob o do homem”. No f il me
onde ocorre a expe riê nci a é dado a dete rmi nado grupo de h omem o pape l de carce re i ro e do s
outros de pri sione i ros, a hi stóri a e o de sfe cho aqui são irrele vante s, o que se deve destacar é
que, me smo se n do al go fo rj ado e totalmente a p arte da re ali dade dos home ns carcerei ros
ao se ve rem com pode r e carta branca para agi r começam a in ci tar vi olê nci a tanto f ísi ca
quanto psi col ógi ca.
O po de r assi m como qualq ue r outra co i sa no mundo não é bom ou ruim, o q ue vale
res sal tar é que ele po de se r us ado para us uf ru to d a próp ria v ontade , se m se i mportar e m
quai s se ri am as conse qüê nci as para o convívi o social , e o seu uso para o op osto di s so: mante r
a orde m e mel horar o convívi o. N o fi lme pe rce be mos que, alé m do pode r i nci tado aos
carcere i ros, o bti ve mos caracte s ti cas pe cul i are s d os mesmos, umas d as qu ai s e ntre ele s
havi am home ns q ue , talvez n ão conscie nte me nte , n ão gostavam do rumo que sua vi d a tinha
se gui ndo como o sósia de Elv is não crei o que ele se sati sf i ze sse com o que f azi a, até
porque , que m conse gue se mante r com o que te m não ace i tari a uma propo sta, no mínimo
i ns ana de vo d ize r como aquel a. Ou, po r outro l ad o, mos trav a mai s uma ve z, a capaci dade
pe rve rsa do home m de se mpre conse gui r mai s e mais, e com di nhei ro ve m o p ode r, me smo
que momentane ame n te .
Os pe nsame ntos de que o pode r deve ser co locado na m ão de um sobe rano O Le v i atã é no
ni mo conf u so, se o homem é rui m por natu reza ( como af i rma Maqui avel e Hobbe s), porque
del e gar a ele tal res pons abi lid ade , d izendo que o p ode r e mana d ele e que some nte e le te rá
l e gi ti mi dade sob re tal? MA S aí ambos m a re sposta: Maqui ave l f al a d o “ciclo da es tabili dade
e do caos” e Hobbes d a que da do levi atã f aze ndo uma re vi são do contrato soci al. A té tudo
ce rto, mas anal isamos p orque o pode r te m que está na mão de UM e não de uns ? S impl es!
Uma cabe ça, ape n as um mo do de pe ns ar, um modo de agi r, mais faci li dade para se arqui te tar
um pl ano para de strui r e sse opre s sor, poi s o ci clo não s e e nce rra, afinal é um ciclo não é?
O f ato é que , o f il me demonstra como o se r h uman o é f raco, como uma si mple s menti ra n a
cabe ça de gente me d íocre pod e se tornar um tri ste aconte ci me n to, e como existe ge nte
i ns ana a ponto de cri ar uma hi stóri a sobre pe ss oas q ue fi cam pre s as para compree nde r o
pe nsamen to s ocial . N ada contra a Ale manha, af inal, o pe d o de te rra não fe z nada comi go,
mas lembrando que o fil me se pas s a l á, e le mbrand o que é po r conta DELES qu e os Di re i to s
Humanos são tão pre servados , e ra de se e spe rar que e s sas coi s as parti sse m dele s o?
Por ú lti mo, no come ço do f il me o me ntor d a e xperiê nci a di z que “você s de ve m abd i car dos
se us di rei tos fundamentais , e rro grote s co por parte do cie nti s ta j á que este s Di rei tos foram
f ei tos para se re m INALIENÁ V EIS, ou se ja, não pod e vende r, trocar, dar, empres tar, al ugar e,
como aconte ce no filme A BDICA R, não venham me di ze r qu e o que houve no f il me e ra algo
l e gal porqu e foi acordado pe los parti ci pantes, uma ve z que j á come çou com v íci o , e ntão, o
proce sso já era nul o de s de o come ço.