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1o bimestre
Aula 4
Ensino
Médio
Filosofia
A atitude filosófica: a 
análise dos argumentos
● A atitude filosófica: o exame dos 
argumentos; 
● Lógica e discurso argumentativo. 
● Analisar a validade lógica de 
argumentos; 
● Avaliar a força dos argumentos; 
● Exercitar a construção de 
argumentos visando ao 
convencimento.
Para começar
Todos os leões são 
mamíferos.
Alguns animais são 
leões.
Logo, todos os animais 
são mamíferos.
Todos os mamíferos 
têm quatro patas.
Todas as vacas são 
mamíferos.
Logo, todas as vacas 
têm quatro patas.
Em conjunto com um 
colega, compare os dois 
raciocínios ao lado. 
1) Quais proposições você 
julga verdadeiras? E quais 
seriam falsas?
2) Nos dois casos, as duas 
primeiras proposições, 
(chamadas “premissas”) são 
igualmente capazes de nos 
convencer que a última 
proposição (chamada 
“conclusão”) é verdadeira? 
Por quê?
3 minutos
© Pixabay
Um dos campos de investigação mais 
relevantes da filosofia é a Lógica. De 
modo geral, podemos descrevê-la como 
o estudo das características formais do 
raciocínio humano, o qual busca 
identificar as formas do raciocínio válido 
e distingui-las das inválidas. O primeiro 
filósofo a desenvolver sistematicamente 
esse estudo foi Aristóteles. 
Aristóteles ensinando seu discípulo, Alexandre. Gravura de Charles 
Laplante
Reprodução – WIKIMEDIA COMMONS, 2020. Disponível em: 
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Alexander_and_Aristotle.jpg. Acesso em: 21 
out. 2024.
Lógica, o estudo da forma dos 
raciocínios
Foco no conteúdo
O termo “lógica” deriva do grego logos, que 
pode ser traduzido de diversas maneiras, 
incluindo “discurso” ou “razão”. Daí a lógica 
como ciência do raciocínio válido.
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Alexander_and_Aristotle.jpg
1
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3
4
As premissas são a base do silogismo. São as duas 
primeiras proposições das quais partimos. 
A conclusão é a terceira proposição à qual chegamos 
no silogismo.
A conclusão, além de ser apresentada logo após as 
premissas, pode ser identificada também pelo uso de 
certas expressões características.
Exemplos dessas expressões, chamadas conectivos 
lógicos, são “logo”, “portanto”, “segue-se que”, “em 
consequência”, entre outras.
Foco no conteúdo
O silogismo
O termo “silogismo” também derivado 
do grego, indica a ideia de “conexão” 
(syn-) de “raciocínios” (-logismós). 
Para a lógica, um silogismo é uma 
conexão entre três proposições. Em 
um silogismo válido, se as duas 
primeiras proposições forem 
verdadeiras, a última proposição será, 
necessariamente, também verdadeira.
Um silogismo é um tipo de 
raciocínio dedutivo, ou seja, uma 
conexão de proposições na qual é 
impossível que a conclusão seja 
falsa se as premissas forem 
verdadeiras.
A estrutura dos silogismos
Foco no conteúdo
Premissa maior:
Todos os homens 
são mortais.
Premissa que se 
caracteriza como 
uma afirmação geral, 
um grande conjunto 
que inclui todos os 
homens na condição 
de mortal.
Premissa menor: Sócrates 
é homem.
Sócrates se apresenta 
como um caso particular 
que se inclui na afirmação 
geral. 
Conclusão: Sócrates é mortal.
Decorre da relação entre a afirmação geral 
e o caso particular.
Observe o exemplo de silogismo válido a seguir: 
Premissa: Todos os homens são mortais.
Premissa: Sócrates é homem.
Conclusão: Logo, Sócrates é mortal.
Pause e responda
Todo animal é mortal.
O ser humano é um animal.
Pode-se concluir que:
“o ser humano é mortal”
“todo animal mortal é ser 
humano”
 
2 minutos
Silogismo
Pause e responda
Todo animal é mortal.
O ser humano é um animal.
Pode-se concluir que:
“todo animal mortal é ser 
humano”
“o ser humano é mortal”
Silogismo
Foco no conteúdo
Para a Lógica, verdade e validade não são 
conceitos equivalentes. 
Os conceitos de verdadeiro ou falso são 
aplicados às proposições, isto é, às sentenças 
declarativas que formam as premissas e a 
conclusão de um argumento.
Cada conjunto de premissas e conclusão que 
forma um argumento, porém, é avaliado como 
válido ou inválido.
Verdade e validade
Ainda que a conclusão de um argumento seja verdadeira, se uma de suas premissas é falsa, o 
argumento em questão não pode ser considerado válido. Isso porque uma premissa falsa não dá suporte 
à verdade da proposição afirmada na conclusão. Ou seja, a verdade dessa proposição é independente 
do que se afirma nas premissas. 
“Um argumento é válido se, e somente se, 
todas às vezes que suas premissas são 
verdadeiras, sua conclusão também o é.”
Tassinari, R. (2012)
Foco no conteúdo
Premissa: Todos os mamíferos têm quatro patas.
Premissa: A vaca é um mamífero.
Conclusão: Logo, toda vaca tem quatro patas.
Premissa: Todos os leões são mamíferos.
Premissa: Alguns animais são leões.
Conclusão: Logo, todos os animais são mamíferos.
As premissas são verdadeiras, mas a 
conclusão é falsa. O raciocínio é inválido, 
pois a conclusão excede o que foi 
afirmado nas premissas.
A premissa inicial é falsa, pois há 
mamíferos que não têm quatro patas.
Nessa condição, a verdade da conclusão 
não está garantida pelas premissas.
Em um argumento válido a conclusão decorre necessariamente das premissas. No entanto, 
um argumento pode ser formalmente correto sem ser válido. Isso ocorre quando, 
independente de sua correção formal, uma das premissas é falsa. Por outro lado, há 
argumentos que mobilizam premissas verdadeiras, mas afirmam conclusões falsas.
Os argumentos utilizados no começo dessa aula apresentam fragilidades distintas. 
Observe:
Exemplos de argumentos inválidos
Muitos discursos argumentativos mobilizam 
silogismos e outros tipos de raciocínios 
dedutivos. No entanto, eles não estão 
expostos com a mesma expressão formal em 
que são estudados pela lógica. Eles estão 
implícitos, ou seja, misturados com outros 
recursos argumentativos pelos quais o autor 
do discurso busca convencer seu interlocutor 
da verdade de sua tese. 
Silogismos implícitos no 
discurso argumentativo
Imagem – Engrenagens dos raciocínios.
© Freepik
Foco no conteúdo
Ao identificarmos a estrutura lógica formal 
de um discurso argumentativo, podemos 
identificar a tese a ser defendida por seu 
autor à conclusão de um raciocínio, e os 
argumentos às premissas. Nesse sentido, 
também é comum chamarmos os 
raciocínios como um todo de “argumento”.
Na prática
A partir do texto e da conversa com o seu colega:
a) Identifique as premissas e a conclusão implícitas no discurso argumentativo.
b) Avalie se a conclusão afirma mais do que as premissas permitem. 
Investimentos em infraestrutura são essenciais para o desenvolvimento econômico de qualquer 
país.
A China, desde a década de 90, vem investindo maciçamente em projetos de infraestrutura, 
expandindo sua rede de transportes e armazenagem, implantando sistemas modernos de 
comunicação, ampliando sua capacidade de geração e distribuição de energia e fomentando o 
saneamento, sobretudo nos grandes centros urbanos.
Portanto, a China, por ter investido maciçamente em projetos de infraestrutura, tem se 
destacado em termos de desenvolvimento econômico.
Fonte: WALD FILHO, 2024.
O exame cuidadoso de um discurso argumentativo deve buscar identificar a estrutura 
formal dos raciocínios implícitos. A partir do artigo “Infraestrutura, o investimento 
essencial”, de Arnoldo Wald Filho (CNN Brasil), extraímos o seguinte argumento:
7 minutos
1
2
3
4
Tipos de raciocínio
Vimos que a dedução é um tipo 
de raciocínio que parte de 
premissas contidas em um 
princípio geral, já conhecido, e 
dessas premissas inferimos uma 
conclusão necessária.
Mas existem outros tipos de 
raciocínio. Veja ao lado: 
Indução: a conclusão é baseada em premissas que 
fornecem uma base empírica ou probabilística que 
oferecem evidências orientando para uma conclusão 
provável. 
Abdução: quando elementos aparentemente não 
relacionados ajudam a compor o pensamentoe passam 
a fazer parte do processo de convencimento. 
Analogia: quando utilizamos comparações explicativas 
para justificar um julgamento ou procedimento. 
Argumento de autoridade: quando se confia em uma 
autoridade de forma que a sua palavra se torna 
suporte para justificar a posição a ser defendida.
Foco no conteúdo
Foco no conteúdo
Os argumentos e os raciocínios, em geral, são organizados 
de forma a explicitar conexões relevantes, tornando possível 
analisar e conhecer bem os argumentos utilizados em 
discursos e teses. Contudo, nem sempre é fácil compreender 
as conexões entre as premissas e a conclusão numa 
conversa acalorada, por exemplo. Especialmente porque em 
muitas situações os argumentos até podem parecer lógicos, 
mas não são. São falácias. 
Falácias não têm validade lógica.
Diferente da mentira, que é uma informação falsa, a falácia é 
um argumento falso ou uma falha num argumento ou, ainda, 
um argumento mal direcionado ou mal conduzido.
Da mesma forma que temos diferentes tipos de argumentos, 
temos diferentes tipos de falácias. 
Falácias
© Pixabay
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Veja alguns tipos de argumentos falaciosos. É quase certo que você já se deparou com 
algum, seja numa propaganda, em algum debate político ou em uma rede social. Veja alguns 
exemplos: 
Ocorre quando se 
garante que algo é 
verdadeiro por não se 
ter provado que é falso, 
exemplo: afirmar que 
fantasmas existem, 
uma vez que ninguém 
provou que não 
existem.
Apelo à ignorância
Ocorre ao limitar o 
número de opções, 
quando de fato há 
mais opções, por 
exemplo, quando se 
argumenta que “uma 
pessoa é boa ou má”.
Falso dilema
Nesse caso, ataca-se a 
pessoa, e não o 
argumento. O argumento 
é desqualificado não por 
uma fragilidade na 
relação entre as 
premissas e a conclusão, 
mas por ter sido 
apresentado por certa 
pessoa. 
Ataque pessoal 
(argumentum ad 
hominem)
Nesse caso, uma 
proposição é tida como 
verdadeira por ser 
aceita por algum grupo, 
mas passa a ser 
considerada como 
verdadeira para todos. 
Apelo ao povo ou à 
emoção
Foco no conteúdo
Na prática
Agora é com você!
Escreva um diálogo entre 
dois ou mais personagens. 
Nesse diálogo, apresente 
um ou mais argumentos 
válidos. Não esqueça que 
a conclusão deve derivar 
necessariamente das 
premissas.
Lembre-se de usar 
corretamente a 
pontuação para tornar 
seu diálogo 
compreensível e 
atrativo. 
10 minutos
Encerramento
A partir do excerto, argumente: as pessoas, em geral, fazem suas escolhas para adquirir 
um produto ou um serviço com base em argumentos lógicos? 
8 minutos
"Percebemos que a publicidade utiliza-se de diversas estratégias para tentar convencer os 
consumidores [...].
O consumidor é persuadido a aderir à tese vinculada pela mídia e, com isso, a publicidade utiliza-
se de estratégias para que os anúncios publicitários sirvam como um modelo de comportamento 
a ser seguido, crescendo o desejo de adquirir aquele produto anunciado [...]. 
[...] 'os enunciados que compõem a mensagem publicitária potencializam essa tendência, e para 
isso contam com os recursos cotidianos da língua [...]' (CARVALHO, 2007, p. 94). [...] Para 
conseguir conquistar o consumidor, além de apresentar as informações sobre o produto ou 
serviço [...] a linguagem publicitária tenta convencer o leitor, levando-o a aderir a uma tese que, 
quase sempre, é comprar um produto ou criar uma atitude frente ao serviço que está sendo 
vendido, mesmo quando não há a necessidade disso."
(FREITAS; MARRA, 2016)
ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: introdução à filosofia – volume único. São Paulo: Moderna, 2016. 
DOWNES, S. Guia das falácias. Lemma/UFPR, [s.d.]. Disponível em: 
http://www.lemma.ufpr.br/wiki/images/5/5c/Falacias.pdf. Acesso em: 21 out. 2024.
FREITAS, H. C.; MARRA, M. N. A. Tipos de argumentos utilizados nos anúncios publicitários das Havaianas. Domínios 
de Lingu@gem, v. 10, n. 1, p. 304-329, jan./mar. 2016. Disponível em: 
https://seer.ufu.br/index.php/dominiosdelinguagem/article/view/32174/18095. Acesso em: 21 out. 2024.
LEMOV, D. Aula nota 10: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2023. 
PLATÃO. A república. Belém: EDUFPA, 2000.
ROSENSHINE, B. Principles of instruction: research-based strategies that all teachers should know. American Educator, 
v. 36, n. 1, 2012. Disponível em: https://www.aft.org/sites/default/files/Rosenshine.pdf. Acesso em: 21 out. 2024. 
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa Ensino Médio, 2020. Disponível em: 
https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/2023/02/CURR%C3%8DCULO-PAULISTA-etapa-
Ensino-M%C3%A9dio_ISBN.pdf. Acesso em: 21 out. 2024. 
SAVIAN FILHO, J. Argumentação: a ferramenta do filosofar. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010. 
TASSINARI, R. TABELA-VERDADE E ARGUMENTO VÁLIDO: O MÉTODO DIRETO. Disponível em: 
https://www.marilia.unesp.br/Home/Instituicao/Docentes/RicardoTassinari/MD.pdf
WALD FILHO, A. Infraestrutura, o investimento essencial. CNN Brasil, 28 jul. 2024. Disponível em: 
https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/arnold-wald-filho/economia/macroeconomia/infraestrutura-o-investimento-essencial/. 
Acesso em: 21 out. 2024. 
Referências
http://www.lemma.ufpr.br/wiki/images/5/5c/Falacias.pdf
https://seer.ufu.br/index.php/dominiosdelinguagem/article/view/32174/18095
https://www.aft.org/sites/default/files/Rosenshine.pdf
https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/2023/02/CURR%C3%8DCULO-PAULISTA-etapa-Ensino-M%C3%A9dio_ISBN.pdf
https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/2023/02/CURR%C3%8DCULO-PAULISTA-etapa-Ensino-M%C3%A9dio_ISBN.pdf
https://www.marilia.unesp.br/Home/Instituicao/Docentes/RicardoTassinari/MD.pdf
https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/arnold-wald-filho/economia/macroeconomia/infraestrutura-o-investimento-essencial/
Para professores
Slide 2
Habilidade: (EM13CHS101) Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas 
expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de 
processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e 
culturais. (SÃO PAULO, 2020)
Tempo: 45 minutos.
Dinâmica de condução: aula expositiva dialogada.
Expectativas de respostas: de forma geral, espera-se que estudantes no contexto das 
atividades propostas demonstrem compreensão sobre as condições de validade dos 
argumentos, habilidade para construir e reconhecer um argumento válido.
Aprofundamento: SAVIAN FILHO, J. Argumentação: a ferramenta do filosofar. São Paulo: 
WMF Martins Fontes, 2010. 
Slide 3
Tempo: 3 minutos.
Dinâmica de condução: oriente os estudantes para a leitura do conteúdo apresentado nos 
dois balões. Em seguida, solicite que reflitam sobre ele conversando rapidamente a 
respeito, a partir da pergunta proposta. Em seguida, convide um ou mais estudantes para 
compartilharem a resposta.
A técnica "Virem e conversem", de Doug Lemov (2023), é uma estratégia de ensino 
projetada para aumentar a participação e o engajamento dos estudantes e promover 
discussões rápidas. 
Expectativas de respostas: espera-se que os estudantes identifiquem falhas nos 
argumentos, nas premissas e na conclusão, ainda que eles não utilizem esses termos. 
Slide 7
Tempo: 2 minutos.
Dinâmica de condução: professor, a técnica "Pause e responda", inspirada nos princípios 
de Barak Rosenshine (2012), é uma estratégia pedagógica projetada para reforçar a 
compreensão dos alunos e garantir que todos acompanhem o ritmo da aula. Nesse 
contexto, convide os estudantes para responder ao desafio. Você pode chamar alguns 
alunos aleatoriamente para responder à pergunta. Isso mantém todos atentos, pois 
qualquer um pode ser solicitado a participar. Você pode também solicitar que os alunos 
votem levantando a mão para a alternativa que acham correta. Isso não só verifica a 
compreensão,mas também envolve toda a turma.
Expectativas de respostas: nesse caso, a resposta não é aberta. A alternativa correta é 
objetiva e explícita conforme o slide de resposta. Caso algum estudante ou grupo de 
estudantes não responda conforme o esperado, esse momento torna-se uma oportunidade 
para sanar dúvidas sobre as características de um argumento válido. 
Slide 12
Tempo: 7 minutos.
Dinâmica de condução: professor, oriente os estudantes para a leitura do conteúdo 
apresentado. Vale destacar que o texto do argumento foi extraído de um texto maior e que 
essa atividade visa promover no estudante a experiência de abordar argumentos um pouco 
mais complexos, que pode ser útil na análise de textos de comunicação e textos científicos, 
por exemplo. Nessa leitura e análise foi selecionada a técnica "Virem e conversem," para 
engajar os estudantes na leitura e na discussão sobre o argumento apresentado. 
Expectativas de respostas: nesse caso, a resposta não é aberta. Espera-se que os 
estudantes identifiquem duas premissas e uma conclusão: 
Premissa 1: Investimentos em infraestrutura são essenciais para o desenvolvimento 
econômico de qualquer país.
Premissa 2: A China [...] vem investindo maciçamente em projetos de infraestrutura [...].
Conclusão: A China, por ter investindo maciçamente em projetos de infraestrutura, tem se 
destacado em termos de desenvolvido econômico.
Slide 16
Tempo: 10 minutos.
Dinâmica de condução: professor, oriente os estudantes para a escrita de um diálogo que 
envolva uma ação de convencimento. Nesse caso, você pode orientá-los, caso julgue 
importante, para a escrita do diálogo em duplas, em que cada um se dedica a um 
personagem. Um dos personagens pode se envolver no desenvolvimento de argumentos 
válidos e outro personagem de argumentos falaciosos. O diálogo também pode ser orientado 
para que os dois personagens, um apoiando o outro, construam um argumento válido. Outras 
possibilidades podem ser consideradas para a construção do diálogo, a depender da turma. 
Expectativas de respostas: resposta aberta, a depender da criatividade e da orientação da 
turma para o contexto do diálogo. Espera-se que em algum momento do diálogo os 
estudantes apresentem um argumento válido.
Slide 17
Tempo: 8 minutos.
Dinâmica de condução: a atividade proposta deverá ser realizada segundo a orientação da 
técnica “Com suas palavras" e visa ajudar os estudantes a consolidarem seu aprendizado ao 
expressarem o conteúdo estudado com suas próprias palavras. Nessa proposta, os 
estudantes devem considerar um texto inicial sobre os recursos linguísticos empregados pela 
publicidade. Certamente os estudantes, por meio das aulas de Língua Portuguesa já tiveram a 
oportunidade de trabalhar com essa linguagem, o que pode ser um facilitador para o 
desenvolvimento da atividade. Contudo, é importante que você convide os estudantes para 
uma leitura em voz alta. A atividade solicita que os estudantes argumentem. Contudo, essa 
argumentação não precisa ter as premissas e a conclusão marcadas, mas os estudantes, ao 
colocarem sua percepção, precisam deixar claras suas estratégias de convencimento do 
leitor. 
Expectativas de respostas: resposta aberta. Contudo, é importante que as respostas tragam 
justificativas válidas para o posicionamento assumido. De forma geral, espera-se que os 
estudantes apresentem considerações sobre como o discurso publicitário, mesmo sendo 
argumentativo, recorre a outros artifícios para além de um argumento lógico. 
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4: Lógica, o estudo da forma dos raciocínios
	Slide 5: O silogismo
	Slide 6: A estrutura dos silogismos
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11: Silogismos implícitos no discurso argumentativo
	Slide 12
	Slide 13: Tipos de raciocínio
	Slide 14
	Slide 15: Veja alguns tipos de argumentos falaciosos. É quase certo que você já se deparou com algum, seja numa propaganda, em algum debate político ou em uma rede social. Veja alguns exemplos: 
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26

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