Prévia do material em texto
Pincel Atômico - 26/02/2025 11:17:30 1/5 RITA DE CÁSSIA DE OLIVEIRA DE SOUZA Avaliação Online (Curso Online - Automático) Atividade finalizada em 04/01/2023 17:36:13 (306747 / 1) LEGENDA Resposta correta na questão # Resposta correta - Questão Anulada X Resposta selecionada pelo Aluno Disciplina: PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: TEORIA DO CONHECIMENTO E FILOSOFIA DA CIÊNCIA [450346] - Avaliação com 20 questões, com o peso total de 50,00 pontos [capítulos - Todos] Turma: Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Filosofia - Grupo: FPD-FEV2022 - SGorm0A250222 [65967] Aluno(a): 91297972 - RITA DE CÁSSIA DE OLIVEIRA DE SOUZA - Respondeu 17 questões corretas, obtendo um total de 42,50 pontos como nota [360050_136700] Questão 001 O “inatismo” defende que “o entendimento comporta certos princípios inatos (...) os quais estariam estampados na mente do homem, cuja alma os recebera em seu ser primordial e os transportara consigo ao mundo” (LOCKE, 1999). Um dos argumentos utilizados para se defender essa posição é o do “assentimento geral”. Segundo esse argumento, uma vez que os seres humanos são afetados diversamente pelos objetos externos através dos sentidos, eles não poderiam concordar entre si. Portanto, todas aquelas ideias que encontram assentimento geral, isto é, que são compartilhadas por qualquer pessoa, devem ser consideradas como impressas na alma humana e, assim, independentes dos sentidos. Para Locke, com base em sua posição empirista, esse argumento do “assentimento geral” é problemático e não se sustenta porque X em primeiro lugar, não pode provar a impressão inata e, em segundo lugar, porque toda e qualquer ideia pode ser remetida a uma experiência que lhe deu origem. em primeiro lugar, não dá conta do conhecimento histórico e, em segundo, aponta para uma perspectiva evolutiva de conhecimento. em primeiro lugar, apenas prova que as impressões são inatas e, em segundo, remete toda ideia a uma experiência originária. em primeiro lugar, deixa em aberto a questão do conhecimento de Deus e, em segundo lugar, não leva em conta o conhecimento proposicional. em primeiro lugar, é incapaz de fundamentar um conhecimento certo e, em segundo, deixa em aberto a questão do conhecimento matemático. [360050_136729] Questão 002 Nos termos da definição tradicional do conhecimento, este é tido como sendo “crença verdadeira justificada”. Para contestar uma posição que reivindica conhecimento, o cético pode argumentar: A impossibilidade de haver estados mentais como “crença”. A impossibilidade de que a representação corresponda à realidade e a impossibilidade de haver uma explicação racional satisfatória. X A possibilidade da explicação racional, mas a impossibilidade de representação adequada. A possibilidade de haver estados mentais como “crença”, mas a impossibilidade da justificação. A possibilidade de representação da realidade, mas a impossibilidade de justificação. [360050_116085] Questão 003 CEPERJ/SEDUC-RJ (2015) Segundo Marcondes (2013), Sartre caracteriza o homem como o ser cuja existência precede o divino. o ser cuja existência precede a identidade. X o ser cuja existência precede a essência. o ser cuja existência precede a alma. o ser cuja existência precede a moral. [360050_136701] Questão 004 Para Locke, a mente é um “papel em branco, desprovida de todos os caracteres, sem nenhuma ideia”. Isso significa, como dito, que toda ideia deriva da experiência. A experiência, porém, é dupla. Por um lado, há a “sensação”, por outro, a “reflexão”. Qual é, da perspectiva empirista de Locke, a diferença entre “sensação” e “reflexão”? X A “sensação” diz respeito à experiência que temos dos objetos sensíveis externos. A “reflexão” diz respeito às operações internas de nossas mentes, que são por nós mesmos percebidas e refletidas. A “reflexão” é fonte das ideias. A “sensação” não é fonte de ideias, mas de sentidos. Enquanto a “sensação” é fonte do conhecimento seguro, a “reflexão” é fonte de ilusões racionais. A “sensação” produz ideias complexas. A “reflexão” produz ideias inatas. A “sensação” não é fonte do conhecimento. A “reflexão” é a fonte do conhecimento do mundo exterior. Pincel Atômico - 26/02/2025 11:17:30 2/5 [360050_124570] Questão 005 (ENEM 2015) Se os nossos adversários, que admitem a existência de uma nature-za não criada por Deus, o Sumo Bem, quisessem admitir que essas considera-ções estão certas, deixariam de proferir tantas blasfêmias, como a de atribuir a Deus tanto a autoria dosbens quanto dos males. pois sendo Ele fonte suprema de Bondade, nunca poderia ter criado aquilo que é contrário à sua natureza. AGOSTINHO. A natureza do Bem. Rio de Janeiro: Sétimo Selo, 2005 (adaptado). Para Agostinho, não se deve atribuir a Deus a origem do mal porque Deus apenas transforma a matéria, que é, por natureza, má. Deus se limita a administrar a dialética existente entre o bem e o mal. X por ser bom, Deus não pode criar o que lhe é oposto, o mal. o surgimento do mal é anterior à existência de Deus. o mal, enquanto princípio ontológico, independe de Deus. [360050_124523] Questão 006 “A filosofia da religião toma como objeto de estudo questões relacionadas com a transcendência e a existência de Deus, a espiritualidade e o fenômeno religioso do ponto de vista filosófico. O que significa dizer que não podemos confundi-la com a teologia, a apologética ou a fenomenologia da religião, como veremos a seguir. Também não deve ser tomada como uma forma de visão propriamente religiosa, visto que a filosofia da religião busca suas respos-tas por meio de uma metodologia racional e argumentativa, sempre com ca-ráter especulativo e não confessional. Podemos afirmar que a filosofia da reli-gião, dotada de uma racionalidade crítica, investiga a crença humana em di-vindades e o comportamento das pessoas religiosas, ou seja, daquelas que se-guem determinada crença. Está centrada, em muitos de seus aspectos, na epistemologia religiosa. (FARIA, Adriano. Filosofia da Religião, 2017, p. 31). Com base na citação acima de Faria (2017) é correto afirmar sobre a filosofia da religião X tem como objeto a política, a ética, a estética e a arte enquanto manifesta-ções da transcendência. tem como objetivo divulgar e impulsionar a crença na fé e nas forças divinas. tem como objetivo investigar e conhecer os fenômenos religiosos a partir da fé e da Bíblia. tem como objeto investigar as questões relacionadas à transcendência, ao divino e a existência de Deus por meio da razão. não possui o objetivo de investigar os fenômenos religiosos por meio da razão e do senso crítico filosófico. [360050_116049] Questão 007 (UPE 3º Fase 1º Dia SSA 2019) Sobre o Saber Filosófico e o Estado Democrático, analise o texto a seguir: O fim último do Estado não é a dominação; não é para reter o homem pelo temor e fazê-lo pertencer a outro que o Estado é instituído; ao contrário, é para libertar o indivíduo do temor, para que ele viva tanto quanto possível em segurança, isto é, conserve ao máximo seu direito natural de existir e de agir. (...) Na realidade, portanto, o fim do Estado é a liberdade. (COMTE-SPONVILLE, André. A Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2005, p. 105.). Disponível em: https://enem.estuda.com/questoes/?cat=11&subcat=2553&subcat2=584&q= O autor do texto retrata a singularidade do pensamento de Baruch de Spinoza, um dos grandes racionalistas e filósofos do século XVII. O Estado, se trilhar a ideia democrática e funcionar bem, só tende a propiciar o valor da pessoa humana. Com relação a esse assunto, assinale a alternativa CORRETA. O pensamento de Spinoza preconiza que o Estado instituído tem condição de limitar a liberdade dos indivíduos. Para Spinoza, o Estado é amigo da dominação e deve conservar o mínimo de direito natural de existir e de agir. No racionalismo de Spinoza, o Estado Democrático deve retirar os direitos inalienáveis. X As ideias de Spinoza sobre o Estado Democrático enfatizam que este não é inimigo da liberdade. O filósofo Spinoza dimensionaque o Estado é a liberdade no âmbito da dominação. [360050_124562] Questão 008 “E assim, a ideia de Deus permanece a única em que se deve considerar se há algo que não poderia provir de mim. Entendo pelo nome Deus certa substância infinita, independente, eterna, imutável, sumamente inteligente e sumamente poderosa e pela qual eu mesmo fui criado e tudo o que mais existente, se existe alguma outra coisa. Todas essas coisas são tais que, quanto mais cuidadosa-mente lhes presto atenção, tanto menos parece que elas possam provir so-mente de mim. Por isso, do que foi dito deve-se concluir que Deus existe neces- sariamente. Pois, embora haja em mim certa ideia de substância pelo fato mesmo de que sou substância, não seria, por isso, no entanto, a ideia de subs-tância que fosse deveras infinita.” (DESCARTES, Meditações, 2004, p.45) A partir da leitura do trecho acima, extraído das Meditações à Filosofia Primei-ra, é correto afirmar que Descartes tenta demonstrar a existência porque Deus existe, sua ideia está presente no homem, porque foi extraída da experi-ência do mundo. Deus existe porque é uma ideia derivada da Res Extensa. Deus existe é uma ideia extraída da Revelação e da autoridade de filósofos eminentes como Aristóteles. Deus existe, sua ideia está presente no homem como marca do próprio criador, e possuindo natureza distinta da Res Cogitans. X Deus existe porque é uma ideia criada pela Res Cogitans. Pincel Atômico - 26/02/2025 11:17:30 3/5 [360050_136649] Questão 009 Poderíamos dizer que, antes de mais nada, toda relação de conhecimento é um “conhecimento de algo”. Nesse sentido, é possível afirmar corretamente apenas o conhecimento de objetos físicos exteriores é possível. o conhecimento absoluto é possível. os seres humanos são apenas capazes de conhecer aquilo que é dado aos órgãos dos sentidos pelo mundo exterior. sempre que há conhecimento, há um “algo”, real ou ideal, que aparece como aquilo que é e deve ser conhecido. X todo conhecimento é limitado. [360050_124534] Questão 010 “A filosofia não é ciência: é uma reflexão sobre os fundamentos da ciência, isto é, sobre procedimentos e conceitos científicos. Não é religião: é uma reflexão sobre os fundamentos da religião, isto é, sobre as causas, origens e formas das crenças religiosas. Não é arte: é uma reflexão sobre os fundamentos da arte, is-to é, sobre os conteúdos, as formas, as significações das obras de arte e do trabalho artístico. Não é sociologia nem Psicologia, mas a interpretação e ava-liação crítica dos conceitos e métodos da Sociologia e da Psicologia. Não é política, mas a interpretação, compreensão e reflexão sobre a origem, a natu-reza e as formas do poder e suas mudanças. Não é história, mas a reflexão so-bre o sentido dos acontecimentos inseridos no tempo e compreensão do que seja o próprio tempo. A atividade filosófica é, portanto, uma análise, uma refle-xão e uma crítica. Essas três atividades são orientadas pela elaboração filosófi-ca de ideias gerais sobre a realidade e os seres humanos. Adaptado de: CHAUÍ, Marilena. Iniciação À filosofia: volume único, 3.ed. São Paulo: Ática, 2016, p.28) Com base na leitura do trecho acima e outros conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar sobre a filosofia. A atividade filosófica é pautada pela análise, reflexão crítica, orientadas pela elaboração filosófica de ideias gerais sobre a realidade e os seres humanos. Está na fronteira entre a Sociologia e a Psicologia, porque é interpretação críti-ca de ambos os campos. É História, uma vez que a reflexão não se dar sobre o sentido dos acontecimen-tos inseridos no tempo e compreensão do que seja o próprio tempo. É religião, uma vez que opera sobre os fundamentos da religião, isto é, sobre as causas, origens e formas das crenças religiosas. X É uma ciência, já que se trata de uma reflexão sobre os fundamentos da ciên-cia, isto é, sobre procedimentos e conceitos científicos. [360051_136702] Questão 011 “Se uma criança fosse mantida num lugar em que apenas visse o branco e o preto até a idade adulta, não teria ideia do vermelho ou do verde, do mesmo modo que quem jamais experimentou o gosto da ostra ou do abacaxi não teria esses gostos determinados. Assim, muito claramente, alguém que não possui contato com o mundo exterior, não é capaz de produzir ideias sobre ele” (LOCKE,1999). Sobre essa passagem, extraída da Investigação Sobre o Entendimento Humano, de John Locke, pode-se afirmar corretamente: Defende que produzir ideias sobre o mundo exterior é impossível pois não temos contato com ele. X Defende a tese de que as ideias são derivadas da experiência e, em primeiro lugar, das sensações. Defende que o “gosto” é um conceito relativo pois cada um “experimenta” de formas diferentes um mesmo alimento. Defende que as “ideias inatas” são produzidas pelo contato com o mundo exterior. Defende que só podemos entender o conceito de “cor” quando atingimos a idade adulta. [360050_116039] Questão 012 Modificada IF-Sul-Rio-Grandense (2017) - Durante a filosofia patrística, Agostinho de Hipona abordou o problema do mal sob diferentes ângulos. Em seu pensamento, a concepção de que o mal é um “não-ser” serve para explicar qual tipo de mal? O mal natural. O mal moral. X O mal ontológico. O mal psicológico. O mal físico. [360051_136662] Questão 013 Para a Teoria do Conhecimento, é muito importante diferenciar os casos de “sorte epistêmica” daqueles em que são candidatos reais a serem considerados como conhecimento. A seguir, marque a opção que apresenta um caso de “sorte epistêmica”: Um estudante que resolve uma equação de matemática. Uma pessoa a quem é revelada uma verdade divina. Um cientista descobre, por acaso, uma nova partícula atômica. X Uma pessoa comum que acerta a sequência dos números de uma loteria. Pincel Atômico - 26/02/2025 11:17:30 4/5 Um historiador que encontra um documento, por acaso, um documento importante do passado. [360051_116088] Questão 014 Modificada. UECE-CEV/SEDUC-CE (2018) Martin Heidegger foi professor em Marburgo a partir de 1929. Acerca de sua filosofia, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso. ( ) A primeira característica fundamental do homem é o seu ser-no-mundo. ( ) O ser-no-mundo manifesta-se no assumir o cuidado com os outros. ( ) Viver para a morte constitui o sentido autêntico da existência. ( ) O homem é o ente que se perguntar sobre o sentido do ser. Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência: X V, F, V, V. V, V, V, F. V, V, F, V. F, V, F, V. F, F, V, F. [360051_116056] Questão 015 Modificada UECE- SEDUC-CE (2018). A filosofia teórica de John Locke teve ampla influência na reflexão racional sobre o empirismo e o racionalismo. Considerando a teoria do conhecimento humano na filosofia de John Locke, assinale a afirmação verdadeira. O espírito humano é como uma folha em branco, uma tábula rasa, que constrói o conhecimento com base na razão. O empirismo defende a origem das ideias simples no próprio intelecto. O empirismo de Locke sustenta que apenas algumas ideias simples derivam sempre e apenas da experiência. Nosso intelecto pode combinar de vários modos as ideias que recebe, mas pode dar-se a si próprio algumas ideias simples. X Ter a ideia de algo em nosso espirito não prova a existência dessa coisa mais do que o retrato de um homem possa tornar evidente a sua existência no mundo. [360051_116025] Questão 016 Modificada- IF-SP (2015) “[...] o pensamento é um atributo que me pertence; só ele não pode ser separado de mim. Eu sou, eu existo: isso é certo; mas por quanto tempo? A saber, por todo o tempo em que eu penso; pois poderia, talvez, ocorrer que, se eu deixasse de pensar, deixaria ao mesmo tempo de ser ou de existir. Nada admito agora que não seja necessariamente verdadeiro: nada sou, pois, falando precisamente, senão uma coisa que pensa, isto é, um espírito, um entendimento, uma razão, que são termos cuja significação me era anteriormente desconhecida. Ora, eu sou uma coisa que pensa.” (DESCARTES. Meditaçõesmetafísicas. 2ª Ed. São Paulo: Abril Cultural, 1979, col. Os pensadores, p. 91-92) A partir do conceito que o texto de Descartes traz e que o quadrinho acima faz troça, considere as afirmações: I – A essência do eu é ser algo que pensa. II – O pensamento é uma substância, para Descartes. III – O eu depende de um corpo para existir. IV – A res extensa é o espírito, segundo o racionalismo cartesiano. V – A evidência do cogito é a primeira certeza indubitável de Descartes. Assinale a alternativa que contém todas as afirmações CORRETAS: II, III e V. X I, II, IV e V. III e IV. I, II e V. II e IV. Pincel Atômico - 26/02/2025 11:17:30 5/5 [360052_116016] Questão 017 (Internet-Brasil Escola) O Brasil é legalmente um Estado laico. Essa classificação está prevista em diversos documentos oficiais, como pode ser constatado no fragmento a seguir: Disponível em: https://exercicios.brasilescola.uol.com.br/exercicios-geografia/exercicios-sobre-estado-laico-estado-religioso.htm “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;” A que importante documento se refere o excerto acima: Regimento Interno do Senado Federal. Decreto da Promulgação da República. X Constituição da República Federativa do Brasil. Declaração Universal dos Direitos Humanos. Lei de Diretrizes Orçamentárias. [360052_116042] Questão 018 Modificada. IF-MT (2018) Para Platão, a ideia de Bem torna-se o escopo do que seja verdadeiro e belo. Análise as seguintes afirmativas abaixo sobre a filosofia de Platão. I- A ideia de Bem origina todas as outras ideias no mundo das ideias. II- O mundo das ideias determina o mundo real, sendo o primeiro cópia do segundo. III- A alma humana é constituída de três partes, sendo elas representadas por um cocheiro e dois cavalos, na obra Fedro de Platão, a justiça seria cada uma cumprir a sua parte. IV- Platão não retoma e aprofunda os ideais gregos de Beleza, Bondade e Verdade, preconizados harmonicamente segundo Sócrates. V- O filósofo deveria estudar matemática para chegar ao nível de abstração necessário ao entendimento do mundo das ideias. Estão corretas as alternativas em I, III e V. II e IV. II, IV e V. X I, III, IV e V. II, III e V. [360052_136725] Questão 019 O ceticismo filosófico é uma tradição de pensamento que remonta à antiguidade. Pirro de Élida é o principal nome do ceticismo antigo. Autores como David Hume e Friedrich Nietzsche também costumam ser compreendidos como céticos. Sobre o ceticismo filosófico, marque a opção correta. X É uma forma de pensamento que recusa a possibilidade de que a razão humana atinja conhecimento com valor de certeza. É uma forma de pensamento que defende que o conhecimento racional deve ser guiado pela utilidade. É uma posição segundo a qual não podemos conhecer a essência dos objetos, apenas a aparência. É a tradição que afirma que o conhecimento tem sua origem na experiência. É uma forma de pensamento que recusa a existência de ideias inatas. [360052_116061] Questão 020 Modificada. IDECAN/SEARH-RN (2016). Os filósofos racionalistas representaram uma das vertentes da filosofia moderna. Dentre eles, Baruch Spinoza possui um pensamento peculiar a respeito de Deus. Assinale a alternativa referente à concepção teológica de Spinoza. X Deus não é uma causa externa à realidade, pois se manifesta através das leis da natureza e só através delas. Deus está morto, e ainda há pessoas que não acreditam e nem compreenderam isso. Deus é um pai maldoso e intolerante, ao mesmo tempo que ama e age com misericórdia. Deus é um ser mitológico presente apenas na Revelação bíblica. Deus é um ser que vive somente nas concepções da alma humana. É transcendente à natureza antropológica.