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AULA 5 Profª Karin Willms A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 2 CONVERSA INICIAL Para muitos professores, o trabalho com Ensino Religioso traz uma série de desafios. Entre eles, nós encontramos: a religiosidade do professor (que pode lhe causar conflitos ao abordar temáticas referentes a outras formas de crença), a religiosidade das famílias e dos estudantes, a falta de materiais didáticos disponíveis, a vasta gama de informações (muitas vezes equivocadas) disponível na internet, a facultatividade da disciplina, entre outros. Porém, é importante ressaltar que com base na legislação e no currículo escolar, o fazer pedagógico pode ultrapassar esses desafios e trazer para os alunos uma gama de conhecimentos incalculável. Conhecimentos estes que vão muito além das necessidades de língua ou de matemática, traz conhecimentos importantes para o desenvolvimento da cidadania e da convivência. Para compreendermos esse “fazer pedagógico”, dividimos esta aula nos seguintes temas: 1. O que é o “fazer pedagógico” no Ensino Religioso?; 2. Qual a função da disciplina?; 3. Quais as possibilidades metodológicas dessa disciplina?; 4. A linguagem do Ensino Religioso; 5. O Ensino Religioso como disciplina escolar. TEMA 1 – O QUE É O “FAZER PEDAGÓGICO” NO ENSINO RELIGIOSO? “Diferenciar o ensino é fazer com que cada aprendiz vivencie, tão frequentemente quanto possível, situações fecundas de aprendizagem”. (Perrenoud, 2000, p. 9) O tema “fazer pedagógico” tem sido debatido por educadores há bastante tempo. Tais educadores têm se mostrado comprometidos com o desenvolvimento dos educandos de forma global, oportunizando o protagonismo e autonomia dos alunos. Assim, vemos uma preocupação em trazer uma educação que preze pela criatividade e pelo desenvolvimento humano dos estudantes, indo muito além da repetição mecânica de conteúdos. Assim, faz-se necessário (re)pensar e refletir acerca das práticas pedagógicas e dos processos de ensino-aprendizagem. 1.1 Práticas pedagógicas Um dos objetivos de qualquer bom profissional consiste em ser cada vez mais competente em seu ofício. Geralmente se consegue esta melhoria profissional mediante o conhecimento e a experiência: o conhecimento A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 3 das variáveis que intervêm na prática e a experiência para dominá-las. (Zabala, 1998, p. 13) Essa perspectiva de aperfeiçoamento profissional sugerido por Zabala, no trecho citado anteriormente, nos faz pensar diretamente nas salas de aula. Ora, se buscarmos na memória lembranças das aulas que tivemos na primeira série do Ensino Fundamental, as práticas pedagógicas de nossos professores seriam aplicáveis às salas de aula de primeiro ano de 2018? Os métodos e técnicas utilizados há 10 anos seriam atrativos para nossos estudantes hoje? Buscar o aperfeiçoamento profissional, no campo da educação, vai muito além de fazer uma pós-graduação ou curso de formação continuada; é necessário que o professor esteja disposto a se reinventar, a deixar de lado antigos hábitos e renovar suas teorias e práticas, uma vez que a sociedade e, por consequência, os educandos estão em constante transformação. Porém, devemos ressaltar que não se pode responsabilizar um único profissional por toda a prática escolar, já que A formação do aluno requer um conjunto de ações que apenas um docente não pode realizar; portanto o processo de ensino-aprendizagem não se alimenta exclusivamente da contribuição individualizada de cada conteúdo ou isoladamente pelo contrário, além dessas contribuições individuais, há aquelas provenientes do trabalho conjunto de todos os docentes e destes com os demais profissionais da educação lotados na escola. (Filho, 1994, p. 46) Isso requer uma estrutura que possibilite aos professores a busca pelo conhecimento e a troca pedagógica com seus pares. A escola deve promover espaços para que os professores discutam e estudem, revejam e ponderem a sua prática pedagógica e possam reestruturar suas formas de pensar e praticar a docência. A escola é um ambiente de constante interação e, por esta razão, de muita reflexão acerca dos inúmeros fatores que formam o ser humano. Para Tardif (2002, p. 118), “ao entrar em sala de aula, o professor penetra em um ambiente de trabalho construído de interação humana.”, ou seja, é construída com base nas relações entre: estudante x estudante, estudante x professor, professor x professor, enfim, uma infinidade de relações entre as diferentes pessoas envolvidas no espaço e no desenvolvimento do processo escolar. Assim, o fazer pedagógico deve superar o pensamento e as expectativas da escola tradicional e colocar o aluno como centro desse processo, levando em A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 4 consideração todas as aprendizagens decorrentes dessas interações e das relações construídas pelo estudante com o meio. 1.2 Ensino-aprendizagem Este processo, que no âmbito escolar denominamos como “ensino- aprendizagem”, não se dá apenas formalmente na escola. A família é o primeiro ambiente de aprendizagem do ser humano, já nas suas primeiras interações ele começa a se desenvolver: Cada estágio da afetividade, ou seja, as emoções, o sentimento e a paixão, pressupõem o desenvolvimento de certas capacidades, em que se revelam um estado de maturação. Portanto, quanto mais habilidade se adquire no campo da racionalidade, maior é o desenvolvimento da afetividade. (Almeida, 1999, p. 48) A partir daí temos as interações sociais e com o meio e, por fim, a escola. Podemos observar que quando a criança chega à sala de aula, ela já traz uma vasta gama de conhecimentos, sejam eles do senso comum ou não, que não podem ser ignorados pelo professor, pelo contrário, devem ser sistematizados e reelaborados de acordo com os objetivos propostos pelo currículo escolar. Para que essa relação de aprendizagem não seja prejudicada, é necessário que o professor tenha bem claro quais são os objetivos propostos por aquele ano/ ciclo, dando sentido1 ao processo. 1.3 Como isso se aplica ao Ensino Religioso? Quando você imagina um professor de Ensino Religioso, qual a imagem que vem à sua mente? Experimente perguntar aos seus colegas e/ ou familiares, qual a imagem que eles têm do professor de Ensino Religioso e como este se comportava em sala de aula. O professor de Ensino Religioso é, antes de tudo, um mediador do conhecimento.2 Ele não tem como função falar para o aluno que há uma religião certa ou outra errada. O professor de Ensino Religioso deve ter em mente, em primeiro lugar, que seu papel é o de transmitir o conhecimento acadêmico acerca das organizações religiosas. Partimos da premissa que é necessário conhecer para respeitar, ou seja, não existe religião certa ou errada, melhor ou pior. O que existe no interior da escola é o conhecimento 1 Assista ao vídeo disponível em: “Saiba mais…” 2 Leia o texto indicado em “Saiba Mais…” A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 5 científico a fim de apresentar a diversidade de crença e não crença. (Willms, 2018, p. 91) O professor de Ensino Religioso deve estar disposto a ouvir os educandos e sistematizar os conhecimentos trazidos, criando uma atmosfera de respeito. Além disso, deve pensar em práticas de sala de aula que permitam o envolvimento dos alunos e a sua participação de forma dinâmica e atrativa TEMA 2 – QUAL A FUNÇÃO DA DISCIPLINA Pensando no Ensino Religioso, que se construiu a partir da LDB 9394/96 e da BNCC, a disciplina escolar Ensino Religioso assume como função trazer para o estudante uma série de conhecimentos acerca da história e da cultura de diferentes religiões que, direta ou indiretamente, têm influenciado na sociedade. 2.1 Qual NÃO é a função da disciplina Em primeiro lugar, precisamos lembrar que a disciplina escolar Ensino Religioso, ao menos nas escolas públicas,3 NÃO deve assumir o caráter de catequese. Ou seja, não é uma extensão da igreja, templo etc. Por esta razão, principalmente ao trabalhar com mitos e literatura, o professor deve estar atento à intencionalidade do texto e à sua postura durante as aulas. Outra coisa que a disciplina Ensino Religioso NÃO é: desenvolvimento moral. Apesar de apresentar os preceitos éticos e morais de diferentes organizações religiosas, não podemos dar a um único professor da escola a responsabilidade de passar princípios éticos e morais aos alunos; esse deve ser um trabalho conjunto da escola, família e comunidade como um todo. Essa disciplina também NÃO tem como objetivo apresentar-se como um “cardápio” ou um “catálogo” em que o estudante poderá escolher qual a religião que pretende seguir; essa não é a função da escola e iria de encontro às funções e interesses das famílias. 3 Nas escolas da rede privada, principalmente nas confessionais, o Ensino Religioso pode assumir características que divergem das aqui explicitadas. Nesse caso, a lei permite que as aulas de Ensino Religioso assumam uma função proselitista, pois a matrícula do estudante na instituição foi uma escolha dos pais e a escola não é mantida pelo poder público, portanto não fere a Constituição Federal. A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 6 2.2 Qual a real função do Ensino Religioso? Para responder a esta pergunta: “qual a real função do Ensino Religioso?”, vamos recorrer a alguns documentos oficiais que nos tragam informações sobre a disciplina: Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo. (Redação dada pela Lei n. 9.475, de 22 de julho de 1997) “[...] parte integrante da formação básica […]” ora, se a legislação coloca como parte da formação básica isso já nos traz a importância do estudo dessa disciplina no desenvolvimento da criança. O texto ainda traz “[...] assegurado o respeito à diversidade […]”, essa parte do texto já nos mostra que é importante que a criança compreenda a diversidade religiosa do Brasil. Isso não quer dizer “ensinar a religião como objeto de fé”, mas apresentar aos estudantes que a diversidade religiosa está presente em nosso país e que, independente da forma de crença ou não crença, todos os seres humanos devem ser respeitados e, portanto, abordados em sala de aula com a mesma ênfase, sem colocar nenhuma religião em patamar privilegiado. Segundo a Base Nacional Comum Curricular, Cabe ao Ensino Religioso tratar os conhecimentos religiosos a partir de pressupostos éticos e científicos, sem privilégio de nenhuma crença ou convicção. Isso implica abordar esses conhecimentos com base nas diversas culturas e tradições religiosas, sem desconsiderar a existência de filosofias seculares de vida. Isso deixa claro que a função do Ensino Religioso escolar é a ampliação de conhecimentos acerca da sociedade e sua cultura, da qual a religião faz parte, respeitando todas as pluralidades presentes no Brasil e no mundo. TEMA 3 – QUAIS AS POSSIBILIDADES METODOLÓGICAS DESSA DISCIPLINA? Agora que nós vimos o que é e o que não é função da disciplina Ensino Religioso, precisamos observar o que fazer e o que não fazer nas aulas dessa disciplina. Algumas abordagens ou práticas podem configurar proselitismo e trazer situações desconfortáveis para o professor. Assim, neste tema vamos observar algumas possibilidades metodológicas para as aulas de Ensino Religioso. Para dar início a essa discussão, vamos observar o quadro a seguir: A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 7 Quadro 1 – Aulas de Ensino Religioso na escola pública Fonte: Nova Escola, 2017. Esse quadro é bastante explicativo e facilita o desenvolvimento do planejamento do professor. Muitas vezes, ficamos em dúvida sobre as possibilidades de abordagem de alguns conteúdos, então consultar esse material facilita a elaboração das aulas. Muitas são as formas de abordagem dos conteúdos, podemos utilizar músicas, literatura,4 filmes e vídeos,5 fotos e notícias de jornais e revistas6 etc., que não são propriamente religiosas, mas que trazem traços da religiosidade em sua composição. 4 Observe a sugestão de aula disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2019. 5 Leia este plano de aula elaborado com base em um episódio do desenho animado Peppa Pig, disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2019. 6 Veja a sugestão de aula disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2019. A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 8 TEMA 4 – A LINGUAGEM DO ENSINO RELIGIOSO O Ensino Religioso tem uma linguagem própria e, por vezes, os termos utilizados podem confundir o leitor. Assim, elencaremos aqui alguns conceitos próprios dessa disciplina e uma breve explicação de como eles são utilizados nas aulas. 4.1 Matrizes religiosas A diversidade religiosa presente no Brasil é inegável. São inúmeras as religiões presentes no país e, desta forma, torna-se praticamente impossível abordá-las em sua totalidade. Porém, analisando as religiões em suas origens e difusão, é possível classificar as religiões em quatro matrizes: 1. indígena, em que estudamos as crenças dos povos originários; 2. ocidental, que chegou ao território brasileiro por meio dos processos de colonização e imigração; 3. africana, pois com a escravização dos povos africanos sua religiosidade também chegou ao território nacional, dando origem a religiões brasileiras que, por terem sido desenvolvidas com base no conhecimento desses povos ainda são classificadas como matriz africana; 4. oriental, trazida pelos imigrantes. 4.2 Fenômeno Religioso Vemos em inúmeros materiais que o “objeto de estudo” do Ensino Religioso é o “fenômeno religioso”. Segundo Milchevski A fenomenologia aplicada a religião pode ser usada como uma ciência permitindo ao investigador uma análise objetiva do conhecimento, lembrando-se sempre que o conceito religioso se aplica a partir de experiências e uma observação de conceitos já pré-determinados em nossa mente, a partir de tal ponto podemos construir uma base de conhecimento solidificada. Além disso o estudo de tal ciência nos permite ampliar numa visão geral como o homem vai atribuindo significados e desenvolvendo meios para se aprofundar em tal assunto.7 TEMA 5 – O ENSINO RELIGIOSO COMO DISCIPLINA ESCOLAR Neste tema, traremos duas possibilidades de abordagem do Ensino Religioso como disciplina escolar, ambas pautadas no Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Curitiba. A intenção é refletirmos 7 Disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2019. A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 9 sobre as possibilidades de abordagem do fenômeno religioso na escola, sem incorrer no proselitismo ou fazer uso de metodologias que possam ferir os princípios de laicidade do Estado e/ ou liberdade de crença. 5.1 Ritos e rituais celebrativos e de purificação O planejamento a seguir foi elaborado para turmas de 3º ano do Ensino Fundamental e encontra-se disponível no blog “Ensino Religioso - um desafio para o Ensino Fundamental”.8 Objetivos: Conhecer as diferenças dos ritos celebrativos e purificação Metodologia: Procurar, no dicionário (pode ser feito em duplas), o significado das palavras "celebração" e "purificação". A partir do que foi encontrado pelos alunos, dividir o quadro negro em duas partes e, em cada uma, escrever o significado de uma das palavras. Mostrar às crianças diversas imagens, misturadas, de ritos e rituais celebrativos e de purificação, apresentando seu nome e a que religião pertence e o que acontece nesses rituais. Cada criança deverá escolher uma imagem. Após escolher, cada estudante deverá colar a imagem no lado do quadro correspondente. Avaliação: observar se os estudantes compreenderam a função dos ritos e rituais celebrativos e de purificação e se os classificam de acordo com a função. 5.2 Lugares Sagrados O planejamento a seguir foi elaborado para turmas de 4º ano do Ensino Fundamental e está disponível on-line, no blog “Ensino Religioso - um desafio para o Ensino Fundamental.”9 Objetivo: Reconhecer os lugares Sagrados do Brasil Metodologia: No laboratório de informática (ou em sala com os notbooks, uma ideia é trazer o datashow para a sala e a professora/ professor conduzir o "passeio"), fazer o tour virtual do link abaixo: Visita à cidade histórica de Ouro Preto . (Acesso em: 22 fev. 2019) Durante esta atividade as crianças poderão registrar suas impressões sobre a cidade, como um diário de bordo. O professor poderá conduzir esta visita dando destaque para os lugares sagrados (nesse caso Igrejas) que aparecerão. Durante o desenvolvimento dessa atividade o professor poderá falar sobre a importância dos lugares sagrados para os seguidores das religiões. Realizar uma roda de conversa e deixar que as crianças falem sobre os lugares sagrados que elas conhecem, frequentam ou ouviram 8 Blog pessoal/profissional da professora Karin Willms (autora desta aula), disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2019. 9 Blog pessoal/profissional da professora Karin Willms (autora desta aula), disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2019. A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 10 falar. Nesta roda trazer as seguintes reportagens de sites, revistas e/ou jornais que falam sobre lugares sagrados (lembrando de colocar reportagens das 4 matrizes a fim de garantir a abordagem da diversidade). Com as reportagens (impressas) apresentadas na roda de conversa, as crianças deverão se dividir em 4 grupos, cada grupo será responsável por apresentar uma das reportagens, bem como sua opinião sobre o assunto. O intuito desta apresentação é levantar o tema "Intolerância", mostrar que algumas reportagens refletem a falta de respeito com o lugar sagrado das matrizes indígena e africana. Avaliação: observar se os alunos reconhecem a importância dos lugares sagrados para as organizações religiosas, bem como se sensibilizam com a intolerância religiosa e com a necessidade de preservação desses espaços. A luno: M A R IN A C E S A R JU N Q U E IR A D E F R E IT A S E m ail: m arinajunqueira@ gm ail.com 11 REFERÊNCIAS ALMEIDA, A. R. S. A emoção na sala de aula. Campinas, São Paulo: Papirus, 1999. ENSINO RELIGIOSO: UM DESAFIO PARA O ENSINO FUNDAMENTAL. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2019. ENTRE a cruz e a sala de aula. Nova Escola, n. 302, maio 2017. Disponível em: . Acesso em: 27 fev. 2019. FALCÃO FILHO, J. L. M. Supervisão: uma análise crítica das críticas. Coletânea vida na escola: os caminhos e o saber coletivo. Caderno Amae: Belo Horizonte, p 42-49, maio/94. PERRENOUD, P. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. 183 p. TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2005. WILLMS, K. O perfil do professor de Ensino Religioso. In: CURITIBA. Ensino Religioso no Estado laico: um desafio para o Ensino Fundamental, Curitiba, 2018. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2019. _____. Lugares Sagrados. In: _____. Ensino Religioso: um desafio para o Ensino Fundamental, Curitiba, 2016. Disponível em: . Acesso em: 19 fev. 2019. _____. Ritos e rituais celebrativos. In: _____. 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