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TÓPICOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL QUESTIONÁRIO UNIDADE I

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Questões resolvidas

No romance “O Mistério dos Morros Dourados”, o autor Francisco Marins descreve, por meio de um de seus personagens, um serviço de transporte entre o porto de Santos e a cidade de São Paulo na época do Brasil Imperial, que se chamava “tropa”: Já havia subido e descido centenas de vezes a serra do Cubatão, vencendo os seus 2.500 pés de altura, através de péssimos caminhos, cheios de pedras e lajes, que feriam os cascos da burrada e nos matavam de cansaço. Nossa tropa de cerca de quarenta bestas era tocada por Perova, o tropeiro, e dividida em cinco lotes, cada um formado por oito animais, sob a direção de um camarada. Todas as tropas que andavam pela serra obedeciam a essa organização. Quase sempre, em viagem, pegávamos chuvas, por dias inteiros. Mas também, em certas manhãs, éramos recompensados por magníficos panoramas. Os princípios, os fundos dos valores, o cume das montanhas, onde nesgas de nuvens muito brancas pareciam grudadas, tudo nos proporcionava espetáculos incríveis! Aquela vida de vaivém, entretanto, começava por me enjoar. Além do mais, a estrada, com o aumento do trânsito de animais, ia-se tornando cada vez mais perigosa. Por ocasião das chuvas, o sacrifício aumentava. Muitas vezes, para que os burros pudessem caminhar, era preciso colocar, nos trilhos por onde passavam, couros de bois bem curtidos. Levávamos uma porção desses couros, para impedir que atolassem na lama. Assim, demorávamos horas e horas para transpor pequenos trechos. Havia, também, o perigo de perder as mercadorias, pelas quais éramos responsáveis. Lembro-me de um dia em que duas bestas carregadas de sal desviaram-se dos trilhos e escorregaram no abismo. Tomamos sérios prejuízos, além de ficarmos bastante penalizados com a sorte dos animais. (MARINS, 1982, p.19 e 20)
Analisando esse serviço de transporte, tão típico nos idos tempos do império e de acordo com o a função social de um negócio ou empreendimento, é possível dizer que:
a. Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a sociedade.
b. Uma transportadora não tem responsabilidade com a sociedade.
c. Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a sociedade.
d. Uma transportadora, assim como qualquer empresa ou negócio, é uma organização formada apenas para gerar lucros para os sócios e/ou acionistas.
e. Empresas ou negócios não precisam da sociedade para atuar, mas se a sociedade não ajudar, não terão como atuar.

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Questões resolvidas

No romance “O Mistério dos Morros Dourados”, o autor Francisco Marins descreve, por meio de um de seus personagens, um serviço de transporte entre o porto de Santos e a cidade de São Paulo na época do Brasil Imperial, que se chamava “tropa”: Já havia subido e descido centenas de vezes a serra do Cubatão, vencendo os seus 2.500 pés de altura, através de péssimos caminhos, cheios de pedras e lajes, que feriam os cascos da burrada e nos matavam de cansaço. Nossa tropa de cerca de quarenta bestas era tocada por Perova, o tropeiro, e dividida em cinco lotes, cada um formado por oito animais, sob a direção de um camarada. Todas as tropas que andavam pela serra obedeciam a essa organização. Quase sempre, em viagem, pegávamos chuvas, por dias inteiros. Mas também, em certas manhãs, éramos recompensados por magníficos panoramas. Os princípios, os fundos dos valores, o cume das montanhas, onde nesgas de nuvens muito brancas pareciam grudadas, tudo nos proporcionava espetáculos incríveis! Aquela vida de vaivém, entretanto, começava por me enjoar. Além do mais, a estrada, com o aumento do trânsito de animais, ia-se tornando cada vez mais perigosa. Por ocasião das chuvas, o sacrifício aumentava. Muitas vezes, para que os burros pudessem caminhar, era preciso colocar, nos trilhos por onde passavam, couros de bois bem curtidos. Levávamos uma porção desses couros, para impedir que atolassem na lama. Assim, demorávamos horas e horas para transpor pequenos trechos. Havia, também, o perigo de perder as mercadorias, pelas quais éramos responsáveis. Lembro-me de um dia em que duas bestas carregadas de sal desviaram-se dos trilhos e escorregaram no abismo. Tomamos sérios prejuízos, além de ficarmos bastante penalizados com a sorte dos animais. (MARINS, 1982, p.19 e 20)
Analisando esse serviço de transporte, tão típico nos idos tempos do império e de acordo com o a função social de um negócio ou empreendimento, é possível dizer que:
a. Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a sociedade.
b. Uma transportadora não tem responsabilidade com a sociedade.
c. Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e com a sociedade.
d. Uma transportadora, assim como qualquer empresa ou negócio, é uma organização formada apenas para gerar lucros para os sócios e/ou acionistas.
e. Empresas ou negócios não precisam da sociedade para atuar, mas se a sociedade não ajudar, não terão como atuar.

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Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I
TÓPICOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL - CIÊNCIAS CONTÁBEIS 6941-30_59801_R_E1_20251 CONTEÚDO
Usuário adriana.souza71 @aluno.unip.br
Curso TÓPICOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL - CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE I
Iniciado 18/02/25 19:43
Enviado 18/02/25 19:46
Status Completada
Resultado da
tentativa
5 em 5 pontos  
Tempo decorrido 2 minutos
Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas
respondidas incorretamente
Pergunta 1
No romance “O Mistério dos Morros Dourados”, o autor Francisco Marins descreve,
por meio de um de seus personagens, um serviço de transporte entre o porto de
Santos e a cidade de São Paulo na época do Brasil Imperial, que se chamava “tropa”:
 
Já havia subido e descido centenas de vezes a serra do Cubatão, vencendo os seus 2.500
pés de altura, através de péssimos caminhos, cheios de pedras e lajes, que feriam os cascos
da burrada e nos matavam de cansaço. Nossa tropa de cerca de quarenta bestas era
tocada por Perova, o tropeiro, e dividida em cinco lotes, cada um formado por oito animais,
sob a direção de um camarada. Todas as tropas que andavam pela serra obedeciam a essa
organização.
Quase sempre, em viagem, pegávamos chuvas, por dias inteiros. Mas também, em certas
manhãs, éramos recompensados por magníficos panoramas. Os princípios, os fundos dos
valores, o cume das montanhas, onde nesgas de nuvens muito brancas pareciam grudadas,
tudo nos proporcionava espetáculos incríveis!
Aquela vida de vaivém, entretanto, começava por me enjoar. Além do mais, a estrada, com
o aumento do trânsito de animais, ia-se tornando cada vez mais perigosa. Por ocasião das
chuvas, o sacrifício aumentava. Muitas vezes, para que os burros pudessem caminhar, era
preciso colocar, nos trilhos por onde passavam, couros de bois bem curtidos. Levávamos
uma porção desses couros, para impedir que atolassem na lama. Assim, demorávamos
horas e horas para transpor pequenos trechos. Havia, também, o perigo de perder as
mercadorias, pelas quais éramos responsáveis. Lembro-me de um dia em que duas bestas
carregadas de sal desviaram-se dos trilhos e escorregaram no abismo. Tomamos sérios
prejuízos, além de ficarmos bastante penalizados com a sorte dos animais. (MARINS, 1982,
p.19 e 20)
Analisando esse serviço de transporte, tão típico nos idos tempos do império e de
acordo com o a função social de um negócio ou empreendimento, é possível dizer
que:
UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISCONTEÚDOS ACADÊMICOS
0,5 em 0,5 pontos
02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I – TÓPICOS...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_110668416_1&course_id=_383372_1&content_id=_4303255_1&ou… 1/10
http://company.blackboard.com/
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_383372_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_383372_1&content_id=_4299863_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a. 
b.
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e
com a sociedade.
Uma transportadora não tem responsabilidade com a sociedade.
Uma transportadora tem responsabilidade para com seus clientes e
com a sociedade.
Uma transportadora, assim como qualquer empresa ou negócio, é uma
organização formada apenas para gerar lucros para os sócios e/ou
acionistas.
Empresas ou negócios não precisam da sociedade para atuar, mas se a
sociedade não ajudar, não terão como atuar.
A comparação é descabida porque o conceito de empresa que temos
atualmente é recente, formado a partir da Constituição Federal de
1988.  
Alternativa Correta: B  
Justificativa:
Entende-se que uma transportadora, como um negócio, tem responsabilidade
para com seus clientes e a sociedade. Vemos, nesse exemplo, retirado da
literatura, que esta não é uma característica nova. O empresário quando abre
um novo negócio deve ter a consciência de que esse negócio não é algo
particular a que somente ele importa, é uma forma de atender as necessidades
de uma sociedade. Como os tropeiros, se as cidades no interior do Brasil
precisavam de bens de consumo, eles os transportavam do porto até essas
cidades. Esse trabalho gera uma série de obrigações e direitos para com a
sociedade.
MARINS, Francisco. O Mistério dos Morros Dourados. São Paulo: Ática,
1985. 128 p. http://www.tropeirosdasgerais.com.br/historia.htm
Pergunta 2
A seguir, temos a conhecida música de Adoniran Barbosa “Saudosa Maloca”, leia
atentamente:
 
 
Saudosa Maloca
Demônios da Garoa
 
Se o senhor não tá lembrado
Dá licença de contar
Ali onde agora está
Este "adifício arto"
Era uma casa "veia", um palacete assobradado
Foi aqui seu moço
0,5 em 0,5 pontos
02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I – TÓPICOS...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_110668416_1&course_id=_383372_1&content_id=_4303255_1&ou… 2/10
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa "maloca"
Mas um dia
"nóis" nem pode se "alembrá"
Veio os "home" com as ferramenta
E o dono "mandô derrubá"
Peguemos todas nossas coisas
E fumos pro meio da rua
"Apreciá" a demolição
Que tristeza que "nóis" sentia
Cada táuba que caía
Doía no coração
Mato Grosso quis gritar
Mas em cima eu falei
Os "home tá cá" razão
"nóis arranja" outro lugar
Só "se conformemo"
Quando o Joca falou
Deus dá o frio conforme o "cobertô"
E hoje "nós pega" a paia
Nas grama do jardim
E pra esquecer "nóis cantemos" assim:
 
Saudosa maloca, maloca querida
Dim dim "donde nóis passemo" os dias feliz de nossa vida
 
Saudosa maloca, maloca querida
Dim dim "donde nóis passemo" os dias feliz de nossa vida
 
Adoniran Barbosa
 
Pelo trabalho artístico de Adoniran Barbosa, vemos as consequências do avanço do
progresso provocando tristeza nas pessoas. Nessa música, os homens que
acompanhavam a destruição de sua casa e foram despejados de forma brusca, se
conformam com a situação e deram razão para os empreendedores. Por que isso
aconteceu? 
As empresas devem dar lucro e, por isso, se justificam suas ações.
Entende-se que empresas não devem dar lucro para a sociedade e
que o progresso não é necessário.
As empresas devem dar lucro e, por isso, se justificam suas ações.
Porque eles já haviam acertado a demolição previamente e estavam
apenas lamentando a destruição da casa.
Casas velhas e sem condições de moradia devem ser demolidas para
a segurança das próprias pessoas.
Porque eles não haviam pagado os impostos e perderam a
propriedade sobre o espaço que ocupavam.
Alternativa Correta: B  
Justificativa:
O texto da música de Adoniran Barbosa é extremamente rico e mostra-nos
como universo dos negócios funciona ou funcionava. O lucro é o objetivo
02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I – TÓPICOS...
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de toda empresa e não se pode ignorar que o avanço do progresso é
benéfico, necessário. No entanto, a busca pelo lucro em demasia pode
causar problemas sérios. No caso, a construtora ao ocupar o espaço para a
construção de novos prédios poderia alocar as pessoas em outros locais
ou, até mesmo, no mesmo local, dando condições de vida e também
ajudando no desenvolvimento dessas pessoas. A despesa que isso iria
gerar evidentemente diminuiriao lucro, mas isso seria preferível, não
exatamente por benevolência, mas porque se entende que a pobreza
também é prejudicial à sociedade e, em específico, ao meio ambiente.
 
Pergunta 3
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b. 
c. 
d. 
e.
Comentário
da resposta:
Segundo  França (2007, p.15), há outra fonte de pressão sobre as organizações que
vem ganhando vulto nos últimos tempos a ponto de hoje ser considerado um dos
mais importantes temas presentes na agenda dos executivos de alto e médio escalão,
que é a questão ____________________________.
A que questão França (2007, p.15) se refere?
 
Do desenvolvimento sustentável, da ética nos negócios e da
responsabilidade social e ambiental nas empresas.
Do desenvolvimento sustentável, da ética nos negócios e da
responsabilidade social e ambiental nas empresas.
Da ética nos negócios e da rentabilidade.
Da responsabilidade social e da inovação.
Da responsabilidade social e da geração de empregos.
Do pagamento dos impostos corretamente e em dia, para evitar
atuações dos governos nacionais.
Alternativa Correta: A  
Justificativa:
França (2005), assim como outros autores, expõe que há uma preocupação
cada vez mais acentuada sobre o desenvolvimento sustentável. As pessoas já
não querem apenas produtos bons e a preços bons, as pessoas querem
produtos bons, a preços bons e fabricados ou produzidos com profunda
preocupação pelo meio ambiente. Esse autor comenta que as empresas ainda
não conseguiram resolver esses sérios problemas sociais e ambientais.
 
Observação
Observe que as pessoas não querem optar entre o produto ser sustentável ou
ter preço acessível e ser de qualidade, as pessoas exigem todas essas
características juntas.
0,5 em 0,5 pontos
02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I – TÓPICOS...
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Pergunta 4
Resposta
Selecionada:
d.
Respostas: a. 
b.
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
A seguir, vemos uma imagem que faz alusão ao contador como “centro dos interesses
divergentes”.
 
Figura: O contador como centro dos interesses divergentes.
Fonte: Os autores com base em Iudícibus et al. (2010, p.13)
 
O que significa ser o centro dos interesses divergentes?
Que quanto mais a contabilidade é responsável por prover informações
para fins de controle e decisão, maior a possibilidade do contador lidar
com interesses divergentes.
Que o contador não tem responsabilidade sobre a contabilidade.
Que apenas o contador tem responsabilidade sobre a contabilidade.
Que faltam meios para o contador distribuir as informações contábeis.
Que quanto mais a contabilidade é responsável por prover informações
para fins de controle e decisão, maior a possibilidade do contador lidar
com interesses divergentes.
Que as dificuldades são tão grandes que não vale a pena envolver os
gerentes na contabilidade.
Alternativa Correta: D  
Justificativa:
Segundo Iudícibus et al. (2010), quanto mais a contabilidade é responsável por
prover informações para fins de controle e decisão, maior a possibilidade do
contador lidar com interesses divergentes. Nesse ponto, é válido conhecer de
forma literal as recomendações de Iudícibus et al. (2010):
 
0,5 em 0,5 pontos
02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I – TÓPICOS...
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Não só de técnica refinada pode [o contador] sobreviver. Mas também de
muita ética profissional e pessoal, e de uma capacidade de comunicação, de
resistência a pressões e de viver sob pressão. Aliás, não há profissão liberal
respeitada no mundo que não necessite de conhecimentos técnicos profundos,
que não precise exercer julgamentos, tomar decisões e saber viver entre
interesses conflitantes. Está aí toda a beleza, todo o conflito e toda a
dificuldade da profissão.
Pergunta 5
Resposta
Selecionada:
d.
Respostas: a.
b. 
c.
d.
e.
Comentário da
resposta:
O Governo Federal por meio da Lei nº 12.846/13 (BRASIL, 2013), promulgou a obrigação
dos contadores de relatar para as autoridades situações suspeitas,
“pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira”. Por
sua vez, a Resolução nº 1.445/13 do Conselho Federal de Contabilidade, Lei nº 9.613/98
(BRASIL, 1998) dispõe sobre os crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e
valores e sobre a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos
previstos nessa lei. Evidentemente que essa obrigação gera responsabilidade e
confiança. Nesse sentido, o governo deposita confiança no contador, por quê?
Porque as autoridades governamentais sabem que contadores
representam as empresas, interpretam e divulgam o que ocorre.
Na realidade não é que o governo precisa da atuação dos contadores,
os próprios contadores precisam dessa informação no livro Diário, é,
portanto, uma redundância.
Porque contadores têm acesso diário a essas informações.
Deve haver um engano no enunciado, uma vez que, na Resolução
1.445/13 do Conselho Federal de Contabilidade, esta é uma atribuição
do advogado, não do contador.
Porque as autoridades governamentais sabem que contadores
representam as empresas, interpretam e divulgam o que ocorre.
Porque os contadores têm poder de polícia, podendo inclusive conduzir
investigações policiais.
 
 
Alternativa Correta: D
Justificativa:
Os contadores, em seu trabalho cotidiano, têm condições de identificar
situações anormais na empresa e relatar essas situações para as autoridades
públicas. Agindo assim, o contador não se equipara a uma autoridade
pública, mas exerce cidadania. As autoridades sabem que os contadores
representam as empresas.
0,5 em 0,5 pontos
02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I – TÓPICOS...
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Pergunta 6
Resposta
Selecionada:
e.
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e.
Comentário
da resposta:
Na década de 1989, as Nações Unidas criaram a Comissão Mundial sobre Meio
Ambiente e Desenvolvimento, que, durante a Conferência sobre o clima, ECO 92, que
ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, foi brilhantemente presidida pela norueguesa
Gro Harlen Brundtland, responsável pelo conceito de         sustentabilidade.
Em linhas gerais, o conceito de sustentabilidade diz que:
É necessário atender às necessidades do presente sem comprometer
o atendimento das necessidades das gerações futuras.
Quem polui deve despoluir.
Quem polui deve pagar.
Quem polui deve compensar.
É necessário incentivar o uso racional da água.
É necessário atender às necessidades do presente sem comprometer
o atendimento das necessidades das gerações futuras.
Alternativa Correta: E
Justificativa:
Uma das grandes novidades no discurso ambiental foi a criação do conceito de
sustentabilidade, que traz embutido um compromisso com as futuras gerações.
Ou seja, podemos usufruir de toda a diversidade de bens e matérias-primas
atualmente, mas nossos descendentes precisam ter as mesmas oportunidades
que nós estamos tendo. Trata-se de um conceito que traz em si uma
responsabilidade, um acordo entre seres humanos. Gro Harlem, em entrevista
ao programa Roda Viva da TV Cultura, comentou ainda que “a ideia tem dois
conceitos-chave: um é o próprio conceito de necessidade, que deve ter como
prioridade o que necessitam os pobres do mundo todo. O outro é a noção de
limitação, a noção de que a tecnologia e a organização social devem ter limites
ao explorar os recursos naturais”.
Pergunta 7
Klabin (2011, p. 277-278), com base em John Elkington, e o poeta polonês Stanislaw
Lec reproduziram a seguinte [e drástica] frase para comentar o conceito de
sustentabilidade:
 
 
“É progresso se um canibal usar um garfo?”
 
0,5 em 0,5 pontos
0,5 em 0,5 pontos
02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIOUNIDADE I – TÓPICOS...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_110668416_1&course_id=_383372_1&content_id=_4303255_1&ou… 7/10
Resposta
Selecionada:
c.
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
Comentário da
resposta:
 
Klabin (2011 p. 277-278) usou essa frase por quê?
Porque se entende que o setor empresarial ainda não entendeu ou
incorporou o conceito.
Porque entende que somente pessoas que sabem usar um garfo vão
entender o que é sustentabilidade, ou seja, traça uma forte crítica ao
conceito de sustentabilidade.
Trata-se de uma homenagem, uma vez que a sustentabilidade é um
conceito tão prático como um garfo
Porque se entende que o setor empresarial ainda não entendeu ou
incorporou o conceito.
Porque reforça o conceito de sustentabilidade, que repousa na
responsabilidade tributária da empresa.
Porque entende que o conceito de sustentabilidade foi bem absorvido
pelas empresas, porém necessita de maior divulgação.
 
 
Alternativa Correta: C
Justificativa:
De fato, Klabin (2011) recorreu a essa frase cheia de significado do poeta
polonês Stanislaw Lec para comentar que o conceito de sustentabilidade
ainda não foi absorvido na área empresarial. É necessário um grande
desenvolvimento, pois os empresários ainda não sabem ou não saberiam
usar a sustentabilidade.
Pergunta 8
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a.
b.
c. 
Segundo Klabin (2011), qual seria o grande problema do empresariado atual (e que dá
ensejo a algo que podemos contribuir como contadores)?
As empresas não conseguem mensurar o valor de práticas
sustentáveis.
As empresas não publicam ao mercado índices de sustentabilidade.
As empresas não conseguem mensurar o valor de práticas
sustentáveis.
As empresas não têm sistemas de contabilidade de custos.
0,5 em 0,5 pontos
02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I – TÓPICOS...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_110668416_1&course_id=_383372_1&content_id=_4303255_1&ou… 8/10
d. 
e. 
Comentário da
resposta:
Não é possível realizar uma contabilidade ambiental.
Os empresários gostam da sustentabilidade.
Alternativa Correta: B
Justificativa:
Klabin (2011), além de vários outros autores, concorda que as empresas não
conseguem mensurar o valor de práticas ambientais. O uso dos recursos do
meio ambiente é excluído nos preços de mercado de bens e serviços, os
custos ambientais são totalmente ignorados.
 
Observação
Neste aspecto, podemos dar uma grande contribuição como contadores, se
criarmos condições para incluir os custos ambientais nos produtos.
Pergunta 9
Resposta
Selecionada:
b. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e.
Comentário da
resposta:
O Triple Bottom Line, de autoria de John Elkington, conforme Laville (2009), é um
modelo de:
Gestão ambiental.
Contabilidade gerencial.
Gestão ambiental.
Contabilidade de custos.
Direito ambiental.
É um conceito misto, que abarca contabilidade, gestão e direitos
ambientais.
Alternativa Correta: B
Justificativa:
O chamado “Triple Bottom Line” é um modelo para gestão ambiental que
abrange três aspectos básicos: as pessoas, o planeta e os lucros. Um modelo
relativamente simples, mas que, segundo Laville (2009), está sendo aplicado
em várias empresas com resultados formidáveis.
Pergunta 10
Vimos que a escrituração contábil, que é a base do processo contábil, também é a
base da contabilidade ambiental. Nesse sentido, se uma empresa comprar, pagando
à vista R$ 120.000,00, um equipamento para filtrar o ar em uma sala de trabalho, não
0,5 em 0,5 pontos
0,5 em 0,5 pontos
02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I – TÓPICOS...
https://ava.ead.unip.br/webapps/assessment/review/review.jsp?attempt_id=_110668416_1&course_id=_383372_1&content_id=_4303255_1&ou… 9/10
Domingo, 2 de Março de 2025 21h20min37s GMT-03:00
Resposta
Selecionada:
e.
Respostas: a. 
b. 
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
permitindo que alguma partícula se disperse no ambiente, esse aparelho será
contabilizado da seguinte forma:
 
Analisando esse lançamento contábil, é possível afirmar que:
O lançamento do ponto de vista conceitual está totalmente correto, é
possível criar grupos de imobilizado ambiental e contas contábeis
ambientais, porém o débito e crédito está invertido, erro que pode
ocorrer em qualquer lançamento contábil.
Não existe o conceito de imobilizado ambiental.
O lançamento está totalmente correto.
Existe o conceito de imobilizado ambiental, porém não é possível criar
contas contábeis ambientais.
Por conta da Norma Brasileira de Contabilidade, NBC TROI 14000, não se
faz distinção entre ativo e ativo ambiental, portanto, o lançamento está
errado.
O lançamento do ponto de vista conceitual está totalmente correto, é
possível criar grupos de imobilizado ambiental e contas contábeis
ambientais, porém o débito e crédito está invertido, erro que pode
ocorrer em qualquer lançamento contábil.
Alternativa Correta: E
Justificativa:
De fato, os lançamentos contábeis são a base da contabilidade e, para a
contabilidade ambiental, é a mesma coisa, com a única diferença de que os
grupos e contas podem ser segregados para criar uma evidenciação contábil.
Mas, como qualquer lançamento contábil, está sujeito à inversão débito e
crédito que foi provocada nesse lançamento para reforçar a ideia de que a
contabilidade gerencial é exatamente o mesmo que contabilidade financeira
ou comercial, apenas com a intenção de evidenciar os fatos ambientais na
empresa.
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02/03/25, 21:20 Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE I – TÓPICOS...
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