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11
CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU - UNINASSAU
GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA
RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE O
ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV
MÁRCIA CRISTINA RIBEIRO SOBRINHO GOMES
SÃO LUÍS, MA.
2024
CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU - UNINASSAU
GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA
Nome: Márcia Cristina Ribeiro Sobrinho Gomes
Área do Estágio: Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
Local: Hospital da Criança
Período: 21/10/2024 a 30/12/2024
Carga Horária: 300 horas.
Preceptor (a): Pedro Silva dos Santos
Coordenador Acadêmico: Carolina Maria Pires Cunha
São Luís, MA.
2024
SUMÁRIO
Página
1. INTRODUÇÃO	04
2. INSTITUIÇÃO	06
3. PRÁTICAS DESENVOLVIDAS	07
4. ESTUDO DE CASO	08
5. CONCLUSÃO	10
6. REFERÊNCIAS	11
1. INTRODUÇÃO
A experiência do estágio supervisionado em fisioterapia no ambiente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é uma fase fundamental na formação do fisioterapeuta, permitindo a vivência prática em um contexto de alto nível de complexidade. Nesse período, nós estagiários conseguimos colocar em prática os conhecimentos teóricos que obtivemos durante o curso, aprimorando habilidades clínicas que são essenciais para nossa futura atuação profissional.
A UTI é uma área do hospital dedicada a cuidar de pacientes em situações graves, que precisam de acompanhamento constante e intervenções terapêuticas intensivas. A participação do fisioterapeuta neste cenário é crucial para a recuperação funcional dos pacientes, incluindo a utilização de métodos de fisioterapia respiratória e motora, assim como a colaboração em equipes interdisciplinares.
O estágio ocorreu no setor de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), realizado no Hospital da Criança. Iniciou-se dia 21/10/2024 e finalizou-se dia 30/12/2024, no turno vespertino, com horário de atendimento das 13h30minh às 18h30min, de segunda-feira à sexta-feira, tendo como preceptor o professor Pedro Silva. 
Em conformidade com os casos apresentados, os objetivos primordiais consistiram em: 
· Desenvolver competências na execução de avaliações respiratórias e musculoesqueléticas em pacientes em estado crítico;
· Colaborar com execução de técnicas de ventilação mecânica, reabilitação pulmonar, mobilização precoce e cuidados respiratórios; 
· Monitorar a evolução dos pacientes e ajustar as intervenções de acordo com o progresso clínico;
· Engajar-se em um trabalho colaborativo dentro de uma equipe interdisciplinar, em sinergia com médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde. 
Este relatório se propõe a relatar as atividades desenvolvidas durante o estágio supervisionado na UTI, enfatizando os principais obstáculos enfrentados, as abordagens utilizadas para superá-los e os conhecimentos adquiridos durante o percurso. Além disso, pretende-se refletir sobre a relevância da fisioterapia na UTI e o efeito das intervenções fisioterapêuticas na recuperação de pacientes em estado crítico.
No geral, os pacientes foram bem colaborativos durante os atendimentos, o que nos possibilitou de realizar um estágio tranquilo e eficiente.
2. INSTITUIÇÃO
Hospital da Criança, Localizado na Avenida dos Franceses, 113, no bairro: Alemanha, na cidade de São Luís/MA, 65.036-281.
O Hospital conta com as Especialidades: Alergia e Imunologia, Cirurgia Pediátrica, Clínica Médica, Hematologia e Hemoterapia, Infectologia, Medicina de Família e Comunidade, Neurologia, Odontologia (Periodontia), Pediatria, Radiologia e Diagnóstico por Imagem.
Distribuído em quatro andares, o hospital no piso térreo conta com a área de avaliação de risco, seis consultórios médicos, um consultório ortopédico que possui uma sala para imobilização, um consultório de odontologia, uma sala destinada à administração de medicamentos, uma sala para pequenos procedimentos e cirurgia, um ambulatório que inclui uma recepção e consultório médico, uma sala de estabilização, uma central de fornecimento de medicamentos, uma unidade de internação temporária, uma enfermaria para isolamento de emergências, um refeitório, um laboratório, a recepção do Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico, uma sala de radiografia, uma sala para exames de ECG e laudos, uma sala de tomografia, a recepção da emergência, uma sala para atendimentos psicológicos, uma sala para serviços sociais, uma sala de avaliação de risco 2, uma sala de punção, salas de descanso para médicos, uma sala de recuperação após anestesia e uma sala para ultrassonografia.
No térreo, a decoração faz referência à floresta brasileira, exibindo animais como jacarés, araras, tatus, macacos, e muitos outros. No primeiro andar, o tema é a selva, com um centro cirúrgico decorado com elefantes, girafas, rinocerontes e leões. O segundo andar apresenta o ambiente oceânico, repleto de baleias, golfinhos e peixes pequenos, todos conectados aos leitos de terapia intensiva.
No primeiro andar, as instalações incluem: atendimento a pacientes, sala de cirurgias, espaço de recuperação pós-anestesia, setor de transfusões, enfermarias clínicas e cirúrgicas, administração e áreas para descanso dos médicos. 
No segundo andar, localizam-se a UTI 1 (com leitos clínicos e cirúrgicos), um leito isolado, UTI 2 (com leitos clínicos e cirúrgicos), administração, salas para descanso dos médicos e um auditório. No último e terceiro andar, as áreas são compostas por: enfermaria (com leitos clínicos), sala para estudos e área de recreação infantil, setor administrativo, enfermaria (com leitos para doenças respiratórias), sala de descanso para médicos, farmácia.
No terceiro andar, há um espaço com astronautas, naves espaciais, astros e constelações. Além disso, essa área conta com um local para brincadeiras e uma sala de aprendizado, onde educadores da rede municipal se encarregarão de garantir que as aulas continuem para crianças que necessitam de uma internação prolongada no hospital. Isso ajuda a prevenir a interrupção total ou parcial do ano escolar dos alunos. 
O Hospital da Criança aumentou sua capacidade, recebendo 27 leitos a mais, totalizando agora 120. Dentre esses, 27 são destinados a cirurgias, 29 são leitos de terapia intensiva (anteriormente havia 12), 58 são leitos clínicos, e 6 são leitos de estabilização (área vermelha).
3. PRÁTICAS DESENVOLVIDAS
No primeiro momento, o preceptor nos acompanhou em uma visita para conhecer todos os setores do hospital, em seguida, nos deu orientações sobre fichas de admissão (anamnese), apresentou os casos clínicos, objetivos e condutas para cada paciente específico. Apesar dos atendimentos iniciarem a partir das 13h30minh, foi nos repassado a chegar com antecedência, com o objetivo de debater os casos clínicos, condutas fisioterapêuticas, e separar os prontuários dos pacientes.
Durante a experiência prática na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), diversas tarefas foram executadas, as quais ajudaram a aprimorar as habilidades clínicas e sociais requeridas para a atuação da fisioterapia em um contexto de alta complexidade. As atividades mais relevantes realizadas incluem:
1. Avaliação Inicial dos Pacientes:
· Condução de uma anamnese minuciosa e exame físico nos pacientes internados na UTI.
· Reconhecimento das principais demandas fisioterapêuticas de cada paciente.
2. Elaboração de Planos Terapêuticos:
· Criação de estratégias de tratamento personalizadas, fundamentadas nas condições de saúde e nas necessidades individuais dos pacientes;
· Estabelecimento de metas terapêuticas tanto a curto quanto em longo prazo.
3. Intervenções Fisioterapêuticas:
· Execução de métodos de fisioterapia respiratória, incluindo manobras de higiene brônquica, ventilação mecânica não invasiva e exercícios de respiração;
· Execução de mobilização precoce e atividades de fortalecimento muscular para evitar problemas causados pela imobilidade;
· Emprego de recursos terapêuticos como eletroterapia e cinesioterapia.
4. Acompanhamento e Revisão:
· Supervisão constante do progresso dos pacientes, com avaliações regulares para modificar os planos de tratamento conforme necessário;
· Documentação minuciosa das ações realizadas e dosavanços verificados.
5. Colaboração em Grupos Interdisciplinares:
· Trabalho conjunto com médicos, enfermeiros, nutricionistas e outros profissionais de saúde para garantir uma abordagem completa e integrada no atendimento aos pacientes;
· Envolvimento em reuniões clínicas e debates sobre casos para oferecer a visão da fisioterapia.
6. Instrução e Direcionamento:
· Informar pacientes e seus familiares sobre a relevância da fisioterapia e as metodologias utilizadas;
· Promoção à educação em saúde para evitar complicações e aumentar a qualidade de vida dos pacientes.
No encerramento, apresentamos um trabalho envolvendo as principais patologias encontradas no hospital, este serviu como nota de estudo de caso.
4. ESTUDO DE CASO
Identificação: M. J. P.V.
Idade: 09 anos.
Peso: 25 kg.
Sexo: feminino.
Clínica: UTI Pediátrica 2		Leito: 09
HDA: Paciente com diagnóstico prévio de diabetes mellitus tipo 1, deu entrada por cetoacidose diabética grave, necessitando de TOT, além de PCR por hipóxia em 25/09 ( 3 minutos). Evoluiu com edema cerebral, permanecendo 03 dias em neuroproteção. Apresentou 3 falhas de extubação (sequela neurológica), sendo traqueostomizada (15/10) e gastrostomizada (16/10). Durante a realização de CVC em 20/10, apresentou decanulação acidental em CCI, sendo recolocada TQT, porém evoluiu com falso trajeto e posterior pneumotórax à direita. Durante a drenagem de pneumotórax, apresentou 2 PCRs ( 10 min e 14 min) por hipóxia ( dificuldade de ventilação por TQT) e pneumotórax à esquerda, necessitando de TOT e drenagem torácica bilateral. No momento, grave, com DVA, em VPM por TQT. TC de cervical sem relato de lesão de traqueia, necessitando de broncoscopia para avaliação.
Evolução Fisioterapêutica:
· Data: 23/10/2024
· Criança, 09 anos, neurossequelada, em TQT e TOT, encontra-se estável, afebril 36, normocárdica: 116 bpm, SAT: 97%, com déficit motor aparente.
· AP: SP+ roncos
· CD: Avaliação + Monitorização;
· Cinesioterapia motora;
· Mobilizações articulares de MMSS e MMII;
· Cinesioterapia respiratória:
· AFE rápida;
· ASP de TQT- MQS purulenta;
· ASP VAS-OQS- clara e espessa;
· Adequação ao leito;
· Orientações gerais à mãe.
CONCLUSÃO
Durante a experiência do estágio em fisioterapia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), tive a oportunidade de vivenciar a prática clínica em um cenário de alta complexidade, onde a contribuição do fisioterapeuta é fundamental para a recuperação e conservação da saúde de pacientes em estado crítico. As atividades realizadas abarcaram a avaliação e o tratamento de pacientes com diferentes patologias, a aplicação de técnicas de fisioterapia respiratória e motora, além de participar de discussões com a equipe multidisciplinar, que tiveram um efeito significativo no progresso do meu aprendizado, proporcionando-me um maior preparo para enfrentar os desafios e requisitos da fisioterapia em UTI.
Essa experiência trouxe um aprofundamento considerável dos conhecimentos teóricos obtidos ao longo do curso, e também ajudou a desenvolver habilidades práticas e sociais essenciais para a carreira profissional. A interação com a equipe de saúde e os pacientes favoreceu a compreensão da relevância do trabalho colaborativo e da comunicação eficaz no contexto hospitalar.
Em síntese, o estágio na UTI foi uma fase fundamental na minha formação acadêmica, ajudando a solidificar as competências necessárias para a atuação da fisioterapia em situações de alta complexidade. Sou grato a todos os profissionais e colegas que colaboraram para meu aprendizado e desenvolvimento profissional durante esse período.
REFERÊNCIAS
FU, C.. Terapia intensiva: avanços e atualizações na atuação do fisioterapeuta. Fisioterapia e Pesquisa, v. 25, n. 3, p. 240–240, jul. 2018.
ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA. InterFISIO. Disponível em: . Acesso em: 30 de dezembro de 2024.
Prefeito Eduardo Braide entrega Novo Hospital da Criança. Prefeitura de São Luís. 2023. Disponível em: . Acesso em: 30 de dezembro de 2024.
ROCHA, João. ATUAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA EM UTI PEDIÁTRICA. Vol. 03 - n 02 - ano 2023 - Edição Suplementar. Disponível em: . Acesso em: 31 de dezembro de 2024.
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