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Caderno de Lei Seca (Delegado Maranhão) com trechos da legislação penal e do Código de Processo Penal; inclui alteração que acrescenta parágrafo ao art. 35 da Lei nº 6.368/1976 e os arts. 331–341 do CPP (fiança), com redações trazidas pela Lei nº 12.403/2011.

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CADERNO DE LEI SECA 
 
DELEGADO MARANHÃO 
 
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51 
 
respeitado o limite superior de trinta anos de reclusão, estando a vítima em qualquer das hipóteses referidas 
no art. 224 também do Código Penal. 
 
 
Art. 10. O art. 35 da Lei nº 6.368, de 21 de outubro de 1976, passa a vigorar acrescido de parágrafo 
único, com a seguinte redação: 
"Art. 35. 
.............................................................................................................................................................................
..... 
Parágrafo único. Os prazos procedimentais deste capítulo serão contados em dobro quando se tratar dos 
crimes previstos nos arts. 12, 13 e 14." 
 
 
Art. 11. (VETADO). 
 
 
Art. 12. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. 
 
 
Art. 13. Revogam-se as disposições em contrário. 
 
 
Brasília, 25 de julho de 1990; 169º da Independência e 102º da República. 
 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm#art224
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6368.htm#art35
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/Mensagem_Veto/anterior_98/VEP-LEI-8072-1990.pdf
CADERNO DE LEI SECA 
 
DELEGADO MARANHÃO 
 
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QUINTA-FEIRA 
 
Leitura do Código de Processo Penal – Artigos 331 a 350 
 
Art. 331. O valor em que consistir a fiança será recolhido à repartição arrecadadora federal ou 
estadual, ou entregue ao depositário público, juntando-se aos autos os respectivos conhecimentos. 
Parágrafo único. Nos lugares em que o depósito não se puder fazer de pronto, o valor será entregue 
ao escrivão ou pessoa abonada, a critério da autoridade, e dentro de 3 (três) dias dar-se-á ao valor o destino 
que lhe assina este artigo, o que tudo constará do termo de fiança. 
 
 
Art. 332. Em caso de prisão em flagrante, será competente para conceder a fiança a autoridade que 
presidir ao respectivo auto, e, em caso de prisão por mandado, o juiz que o houver expedido, ou a 
autoridade judiciária ou policial a quem tiver sido requisitada a prisão. 
 
 
Art. 333. Depois de prestada a fiança, que será concedida independentemente de audiência do 
Ministério Público, este terá vista do processo a fim de requerer o que julgar conveniente. 
 
 
Art. 334. A fiança poderá ser prestada enquanto não transitar em julgado a sentença condenatória. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
 
 
Art. 335. Recusando ou retardando a autoridade policial a concessão da fiança, o preso, ou alguém 
por ele, poderá prestá-la, mediante simples petição, perante o juiz competente, que decidirá em 48 
(quarenta e oito) horas. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
 
 
Art. 336. O dinheiro ou objetos dados como fiança servirão ao pagamento das custas, da indenização 
do dano, da prestação pecuniária e da multa, se o réu for condenado. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
Parágrafo único. Este dispositivo terá aplicação ainda no caso da prescrição depois da sentença. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
 
 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
CADERNO DE LEI SECA 
 
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Art. 337. Se a fiança for declarada sem efeito ou passar em julgado sentença que houver absolvido o 
acusado ou declarada extinta a ação penal, o valor que a constituir, atualizado, será restituído sem desconto, 
SALVO o disposto no parágrafo único do art. 336 deste Código. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
 
 
Art. 338. A fiança que se reconheça não ser cabível na espécie será cassada em qualquer fase do 
processo. 
 
 
Art. 339. Será também cassada a fiança quando reconhecida a existência de delito inafiançável, no 
caso de inovação na classificação do delito. 
 
 
Art. 340. Será exigido o REFORÇO DA FIANÇA: 
I - quando a autoridade tomar, por engano, fiança insuficiente; 
II - quando houver depreciação material ou perecimento dos bens hipotecados ou caucionados, ou 
depreciação dos metais ou pedras preciosas; 
III - quando for inovada a classificação do delito. 
Parágrafo único. A fiança ficará sem efeito e o réu será recolhido à prisão, quando, na conformidade 
deste artigo, não for reforçada. 
 
 
Art. 341. Julgar-se-á QUEBRADA a fiança quando o acusado: 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
I - regularmente intimado para ato do processo, deixar de comparecer, sem motivo justo; 
(Incluído pela Lei nº 12.403, de 2011) 
II - deliberadamente praticar ato de obstrução ao andamento do processo; 
 (Incluído pela Lei nº 12.403, de 2011) 
III - descumprir medida cautelar imposta cumulativamente com a fiança; 
 (Incluído pela Lei nº 12.403, de 2011) 
IV - resistir injustificadamente a ordem judicial; 
 (Incluído pela Lei nº 12.403, de 2011) 
V - praticar nova infração penal dolosa. 
 (Incluído pela Lei nº 12.403, de 2011) 
 
 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
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CADERNO DE LEI SECA 
 
DELEGADO MARANHÃO 
 
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Art. 342. Se vier a ser reformado o julgamento em que se declarou quebrada a fiança, esta subsistirá 
em todos os seus efeitos. 
 
 
Art. 343. O quebramento INJUSTIFICADO da fiança importará na perda de metade do seu valor, 
cabendo ao juiz decidir sobre a imposição de outras medidas cautelares ou, se for o caso, a decretação da 
prisão preventiva. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
 
 
Art. 344. Entender-se-á PERDIDO, na totalidade, o valor da fiança, se, condenado, o acusado não se 
apresentar para o início do cumprimento da pena definitivamente imposta. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
 
 
Art. 345. No caso de perda da fiança, o seu valor, deduzidas as custas e mais encargos a que o 
acusado estiver obrigado, será recolhido ao fundo penitenciário, na forma da lei. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
 
 
Art. 346. No caso de quebramento de fiança, feitas as deduções previstas no art. 345 deste Código, 
o valor restante será recolhido ao fundo penitenciário, na forma da lei. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
 
 
Art. 347. Não ocorrendo a hipótese do art. 345, o saldo será entregue a quem houver prestado a 
fiança, depois de deduzidos os encargos a que o réu estiver obrigado. 
 
 
Art. 348. Nos casos em que a fiança tiver sido prestada por meio de hipoteca, a execução será 
promovida no juízo cível pelo órgão do Ministério Público. 
 
 
Art. 349. Se a fiança consistir em pedras, objetos ou metais preciosos, o juiz determinará a venda 
por leiloeiro ou corretor. 
 
 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
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CADERNO DE LEI SECA 
 
DELEGADO MARANHÃO 
 
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Art. 350. Nos casos em que couber fiança, o juiz, verificando a situação econômica do preso, poderá 
conceder-lhe liberdade provisória, sujeitando-o às obrigações constantes dos arts. 327 e 328 deste Código 
e a outras medidas cautelares, se for o caso. 
 (Redação dada pelaLei nº 12.403, de 2011) 
Parágrafo único. Se o beneficiado DESCUMPRIR, SEM motivo justo, qualquer das obrigações ou 
medidas impostas, aplicar-se-á o disposto no § 4º do art. 282 deste Código. 
 (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011) 
Art. 282, § 4º, CPP. No caso de descumprimento de qualquer das obrigações impostas, o juiz, mediante 
requerimento do Ministério Público, de seu assistente ou do querelante, poderá substituir a medida, impor 
outra em cumulação, ou, em último caso, decretar a prisão preventiva, nos termos do parágrafo único do 
art. 312 deste Código. 
(Redação dada pela Lei nº 13.964, de 2019) 
 
 
 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12403.htm#art1
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13964.htm#art3
CADERNO DE LEI SECA 
 
DELEGADO MARANHÃO 
 
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Leitura da Lei 12.830/2013 
 
Dispõe sobre a investigação criminal conduzida pelo delegado de polícia. 
 
 
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte 
Lei: 
 
 
Art. 1º. Esta Lei dispõe sobre a investigação criminal conduzida pelo delegado de polícia. 
 
 
Art. 2º. As funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais exercidas pelo delegado de 
polícia são de NATUREZA JURÍDICA, essenciais e exclusivas de Estado. 
§ 1º. Ao delegado de polícia, na qualidade de autoridade policial, cabe a condução da investigação 
criminal por meio de inquérito policial ou outro procedimento previsto em lei, que tem como objetivo a 
apuração das circunstâncias, da materialidade e da autoria das infrações penais. 
§ 2º. Durante a investigação criminal, cabe ao delegado de polícia a requisição de perícia, 
informações, documentos e dados que interessem à apuração dos fatos. 
§ 3º. (VETADO). 
§ 4º. O inquérito policial ou outro procedimento previsto em lei em curso somente poderá ser 
avocado ou redistribuído por superior hierárquico, mediante despacho fundamentado, por motivo de 
interesse público ou nas hipóteses de inobservância dos procedimentos previstos em regulamento da 
corporação que prejudique a eficácia da investigação. 
§ 5º. A remoção do delegado de polícia dar-se-á somente por ato fundamentado. 
§ 6º. O INDICIAMENTO, privativo do delegado de polícia, dar-se-á por ato fundamentado, mediante 
análise técnico-jurídica do fato, que deverá indicar a autoria, materialidade e suas circunstâncias. 
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Art. 3º. O cargo de delegado de polícia é privativo de bacharel em Direito, devendo-lhe ser 
dispensado o mesmo tratamento protocolar que recebem os magistrados, os membros da Defensoria 
Pública e do Ministério Público e os advogados. 
 
 
Art. 4º. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
 
 
Brasília, 20 de junho de 2013; 192º da Independência e 125º da República. 
 
 
 
 INDICIAMENTO 
 
Privativo de Delegado de 
Polícia. 
 Ato fundamentado 
 
Mediante análise técnico-
jurídica do fato - que deverá 
indicar: 
 autoria; 
 materialidade; e 
 suas circunstâncias. 
CADERNO DE LEI SECA 
 
DELEGADO MARANHÃO 
 
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SEXTA-FEIRA 
 
Leitura da Constituição Federal – Artigos 59 a 75 
 
Seção VIII 
Do Processo Legislativo 
 
Subseção I 
Disposição Geral 
 
Art. 59. O processo legislativo compreende a ELABORAÇÃO de: 
I - emendas à Constituição; 
II - leis complementares; 
III - leis ordinárias; 
IV - leis delegadas; 
V - medidas provisórias; 
VI - decretos legislativos; 
VII - resoluções. 
 
 
Processo legislativo compreende a elaboração de 
• Emendas à Constituição; 
• Leis complementares; 
• Leis ordinárias; 
• Leis delegadas; 
• Medidas provisórias; 
• Decretos legislativos; 
• Resoluções. 
Parágrafo único. Lei complementar disporá sobre a elaboração, redação, alteração e consolidação das 
leis. 
 
 
Subseção II 
Da Emenda à Constituição 
 
Art. 60. A Constituição poderá ser EMENDADA mediante PROPOSTA: 
I - de 1/3 (um terço), no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados OU do Senado Federal; 
• 81 senadores. 1/3 = 27 senadores. 
• 513 deputados. 1/3 = 171 deputados. 
II - do Presidente da República; 
CADERNO DE LEI SECA 
 
DELEGADO MARANHÃO 
 
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III - de MAIS DA METADE das Assembleias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, 
cada uma delas, pela maioria RELATIVA de seus membros. 
EMENDA À CONSTITUIÇÃO 
 
 
Pode ser emendada mediante PROPOSTA 
• de 1/3, no mínimo, dos membros da Câmara dos 
Deputados OU do Senado Federal; 
• do Presidente da República; 
• de MAIS DA METADE das Assembleias 
Legislativas das unidades da Federação, 
manifestando-se, cada uma delas, pela maioria 
RELATIVA de seus membros. 
• A Constituição NÃO PODERÁ SER EMENDADA na vigência de intervenção federal, de estado de defesa 
ou de estado de sítio. 
• A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em 2 turnos, considerando-se 
APROVADA se obtiver, em ambos, 3/5 dos votos dos respectivos membros. 
• A emenda à Constituição será PROMULGADA pelas MESAS da Câmara dos Deputados E do Senado 
Federal, com o respectivo número de ordem. 
 
NÃO SERÁ OBJETO DE DELIBERAÇÃO a proposta 
de emenda tendente a ABOLIR: 
• a forma federativa de Estado; 
• o voto direto, secreto, universal e periódico; 
• a separação dos Poderes; 
• os direitos e garantias individuais. 
• A matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto 
de nova proposta na mesma sessão legislativa. 
§ 1º. A Constituição NÃO PODERÁ SER EMENDADA na vigência de intervenção federal, de estado de 
defesa ou de estado de sítio. 
§ 2º. A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em 2 (dois) turnos, 
considerando-se APROVADA se obtiver, em ambos, 3/5 (três quintos) dos votos dos respectivos membros. 
§ 3º. A emenda à Constituição será PROMULGADA pelas MESAS da Câmara dos Deputados E do 
Senado Federal, com o respectivo número de ordem. 
§ 4º. NÃO SERÁ OBJETO DE DELIBERAÇÃO a proposta de emenda tendente a ABOLIR: 
I - a forma federativa de Estado; 
II - o voto direto, secreto, universal e periódico; 
III - a separação dos Poderes; 
IV - os direitos e garantias individuais. 
§ 5º. A matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada NÃO pode ser 
objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. 
• Sessão legislativa: de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. 
 
CADERNO DE LEI SECA 
 
DELEGADO MARANHÃO 
 
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Subseção III 
Das Leis 
 
Art. 61. A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer membro ou Comissão da 
Câmara dos Deputados, do Senado Federal ou do Congresso Nacional, ao Presidente da República, ao 
Supremo Tribunal Federal, aos Tribunais Superiores, ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos 
(inciativa popular), na forma e nos casos previstos nesta Constituição. 
§ 1º. São de INICIATIVA PRIVATIVA do PRESIDENTE DA REPÚBLICA as leis que: 
I - fixem ou modifiquem os efetivos das Forças Armadas; 
II - disponham sobre: 
a) criação de cargos, funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento 
de sua remuneração; 
• Súmula nº 679, STF. A fixação de vencimentos dos servidores públicos não pode ser objeto de convenção 
coletiva. 
• Súmula Vinculante nº 42/ Súmula nº 681, STF. É inconstitucional a vinculação do reajuste de vencimentos 
de servidores estaduais ou municipais a índices federais de correção monetária. 
b) organização administrativa e judiciária, matéria tributária e orçamentária, serviços públicos e 
pessoal da administração dos Territórios; 
c) servidores públicos da União e Territórios, seu regime jurídico, provimento de cargos, estabilidade 
e aposentadoria; 
(Redação dadapela Emenda Constitucional nº 18, de 1998) 
d) organização do Ministério Público e da Defensoria Pública da União, bem como normas GERAIS 
para a organização do Ministério Público e da Defensoria Pública dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Territórios; 
e) criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública, observado o disposto no art. 
84, VI; 
 (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001) 
Art. 84, CF. Compete privativamente ao Presidente da República: [...] 
VI - dispor, mediante decreto, sobre: 
(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001) 
a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem 
criação ou extinção de órgãos públicos; 
(Incluída pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001) 
b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos; 
(Incluída pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001) 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc18.htm#art3
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc32.htm#art1

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