Prévia do material em texto
PT Versão 1.01 02-2002 1.1 ÍNDICE 1. Geral ...............................................................................................................................3 2. Estrutura do controle da máquina ...............................................................................3 2.1. A caixa de controle principal (CB) .............................................................................4 2.1.1. A seção de alta voltagem ...............................................................................................4 2.1.1.1. Geral..............................................................................................................4 2.1.1.2. A placa de alta voltagem ...............................................................................5 2.1.1.3. O módulo da alimentação elétrica (IPS) ........................................................7 2.1.1.4. A placa PDAF ................................................................................................9 2.1.1.5. A placa TRIAX (opcional) ............................................................................14 2.1.2. A seção de alta voltagem .............................................................................................18 2.1.2.1. Estrutura da seção de alta voltagem ...........................................................18 2.1.2.2. A placa MCB (Placa de Controle Mestre) ....................................................19 2.1.2.3. A placa DDMP .............................................................................................25 2.1.2.4. Conexões para a placa DDMP ....................................................................26 2.1.2.5. A placa AIB (Placa de Inserção de Ar) ........................................................27 2.1.2.6. A placa WEB (Placa de Extensão da Largura) ............................................30 2.1.2.7. A placa CEB (Placa de Extensão do Canal) ................................................32 2.1.2.8. As conexões para a placa CEB ...................................................................33 2.2. A caixa de controle da força do motor principal (CB-MM) .......................................34 2.2.1. Geral ................................................................................................................................34 2.2.2. A placa PB ......................................................................................................................34 2.3. A caixa de controle TRIAX.......................................................................................37 2.3.1. Geral ................................................................................................................................37 2.3.2. A placa T_TRIAX ...........................................................................................................38 3. Descrição das funções................................................................................................41 3.1. O controle do acionador da máquina.......................................................................41 3.1.1. A estrutura mecânica ....................................................................................................41 3.1.1.1. Geral............................................................................................................41 3.1.1.2. O acionador da máquina .............................................................................41 3.1.1.3. Busca de passagens ...................................................................................42 3.1.2. O controle elétrico..........................................................................................................43 3.1.2.1. Princípio.......................................................................................................43 3.1.2.2. O motor principal .........................................................................................43 3.1.2.3. O buscador de passagens...........................................................................44 3.1.3. A caixa de controle da força do motor principal (CB-MM) ......................................45 3.1.4. O freio ..............................................................................................................................45 3.1.5. O resfriamento................................................................................................................46 3.1.6. A caixa de controle da máquina ..................................................................................46 3.2. O desenrolamento ...................................................................................................47 3.2.1. O desenrolamento direito (ELO-RHS)........................................................................47 3.2.1.1. Geral............................................................................................................47 3.2.1.2. A estrutura mecânica...................................................................................47 3.2.1.3. O controle elétrico........................................................................................48 3.2.2. O segundo desenrolamento (opcional) ......................................................................50 3.3. O movimento de enrolamento .................................................................................51 3.3.1. Geral ................................................................................................................................51 1.2 Versão 1.01 02-2002 PT 3.3.2. A estrutura mecânica.................................................................................................... 51 3.3.3. O controle elétrico ......................................................................................................... 51 PT Versão 1.01 02-2002 1.3 1. Geral Somente pessoal devidamente qualificado poderá executar trabalhos no controle elétrico da máquina. Durante tais trabalhos, o interruptor principal deve ser desligado. Porém, se os trabalhos forem executados na frente do interruptor principal, a rede para a máquina deve ser desligada. Se, para algumas operações, as ligações terra elétricas devem ser desconectadas, estas devem ser remontadas antes de colocar a caixa de controle sob tensão novamente. 2. Estrutura do controle da máquina O controle da máquina é dividido em três caixas de controle. A caixa de controle principal (CB) está posicionada à esquerda, na parte traseira da máquina. A caixa de controle do motor principal (CB-MM) está posicionada à esquerda, na frente, debaixo do Terminal, e a caixa de controle TRIAX (CB-TRIAX) no lado direito da máquina. CB-MM CB-TRIAX CB Fig. 1 Além das partes elétricas nestas caixas de controle, algumas peças estão colocadas fora destas caixas de controle, tais como: • o terminal; • os pré-alimentadores; • os detectores de trama; • o movimento de enrolamento independente (opcional); • o jacquard (opcional). Fig. # 1.4 Versão 1.01 02-2002 PT 2.1. A caixa de controle principal (CB) A caixa de controle pode ser dividida em duas seções, isto é, uma seção de voltagem baixa e uma de alta voltagem. 2.1.1. A seção de alta voltagem 2.1.1.1. Geral Q-M TRIAX PDAF Z-MAINS BOARD RACK IPS A seção de alta voltagem contém as seguintes peças: • A chave principal (Q-M). • O filtro da rede (Z-MAINS). (somente no caso de máquina CE). • A placa de alta voltagem. • O módulo de alimentação elétrica (IPS). • A placa PDAF. • A placa TRIAX (opcional no caso de dois desenrolamentos). ESTANTE DE PLACAS PT Versão 1.01 02-2002 1.5 2.1.1.2. A placa de alta voltagem F-CTTH-1 F-CTTH-2 F-T-WDDL XK F-BM-1 F-BM-2 F-BM-3 Q-M-ASP Q-M-LVL K-SFTY L13 L12 L11 X4 INRUSH HS Q-WDDL K-WDDL K-M-ASP Z-M-ASP Z-M-LVL X-3 K-M-LVL-ON K-M-LVL-OFF K-MM COIL-IL-LOWPrincípio no caso de um rolo fantasia RS A B CD TRIAX DIG MCB PX-FA-SFTY DT-TH-M-FA PDAF 290VDC DT-WT-FA BR-FA CB M-FA Fig. 25 Fig. 26 PT Versão 1.01 02-2002 1.51 3.3. O movimento de enrolamento 3.3.1. Geral O microprocessador controla o motor do movimento de enrolamento dependendo da densidade de passagem introduzida. Neste caso, a velocidade da máquina é muito importante. A posição angular da máquina é enviada para a placa TRIAX através de uma conexão óptica separada. 3.3.2. A estrutura mecânica O motor do movimento de enrolamento aciona o cilindro de lixa através de uma caixa de engrenagem. Fig. 27 M-ETU MRSBR 3.3.3. O controle elétrico DT-TH-M-ETU RS A B CD T_TRIAX DIG MCB CB-TRIAX Fig. 28 PDAF 290VDC BR-ETU CB M-ETU O motor do movimento de enrolamento O motor do movimento de enrolamento contém 8 pólos de estatores com uma bobina em cada pólo. Internamente no estator, as duas bobinas opostas são conectadas a cada vez em série. Disso, pode-se deduzir que o motor é controlado por 4 bobinas duplas. A resistência de cada bobina dupla é de cerca de 2,3 Ohm. Estas bobinas são controladas por meio da placa T_TRIAX, que está posicionada na caixa de controle TRIAX (CB-TRIAX). A alimentação elétrica para o controle do motor é de 290Vdc, proveniente da placa PDAF. O controle da força é construído ao redor de 4 estágios do driver. Estes estágios do driver convertem os pulsos de controle provenientes da peça digital em uma voltagem cortada para as 4 fases do motor. A corrente nas fases do motor é medida continuamente por meio de sensores de corrente. Se um dos sensores detectar uma corrente errada, os estágios do driver serão desativados (Drive Disable) e a máquina irá parar com uma mensagem de erro no terminal. Fig. 27 Fig. 28 1.52 Versão 1.01 02-2002 PT O angulômetro RS-ETU, que é preso no eixo do rotor, mede continuamente a posição do rotor. Estes sinais são processados na placa T_TRIAX. A partir destes sinais, o microprocessador calcula a velocidade do motor. O motor do movimento de enrolamento contém um freio normalmente fechado (BR-ETU) a fim de manter o cilindro de lixa em posição enquanto a rede é desligada ou durante uma longa parada da máquina. Este freio é controlado a partir da placa T_TRIAX com uma voltagem de alimentação de 26VDC cortada. A resistência do freio é de cerca de 26 Ohm. O motor do movimento de enrolamento contém um bimetal normalmente fechado (DT-TH- M-ETU) que se abre quando a temperatura aumenta demasiadamente (100�C).1-4 T-WDDL T-CTTH X-1 X-2 A placa de alta voltagem contém: Elementos padrão - O contator (K-MM) para o controle do motor principal. - O terminal terra (X1) do terminal do cabo do motor principal - A placa INRUSH para o pré-carregamento parcial do ELCOS da caixa de força e desta maneira a redução da corrente de ativação no arranque da máquina. - O contator (K-SFTY) para a proteção da máquina. - O terminal (XK). Terminais de distribuição interna (Opcional) - Os terminais (L11/L12/L13à) para a conexão do aspirador opcional e/ou nivelamento do liço no caso de movimento externo do came e/ou movimento de enrolamento independente. Aspirador (Opcional) - A chave de segurança (Q-M-ASP) para o motor do aspirador. - O contator (K-M-ASP) para o motor do aspirador. - O filtro (Z-M-ASP) para o motor do aspirador. - O terminal terra (X3) do terminal para o cabo do aspirador do motor. 1.6 Versão 1.01 02-2002 PT Nivelamento do liço no caso de movimento externo do came (Opcional) - A chave de segurança (Q-M-LVL) para o motor. - O contator (K-M-LVL-ON) para o motor (para status ON). - O contator (K-M-LVL-OFF) para o motor (para status OFF) - O filtro (Z-M-LVL) para o motor - O terminal terra (X2) do terminal para o cabo do motor do nivelamento do liço no caso de movimento externo do came Movimento de enrolamento independente (Opcional) - Os fusíveis (F-BM-1/2/3) para o movimento de enrolamento independente. - O terminal terra (X4) do terminal para o cabo do movimento de enrolamento independente Detector de urdidura sem dropper (Opcional) - A chave de segurança (Q-WDDL) para o detector de urdidura sem dropper. - O contator (K-WDDL) para o detector de urdidura sem dropper. - O transformador (T-WDDL) para o detector de urdidura sem dropper. - O fusível (F-T-WDDL) para o transformador do detector de urdidura sem dropper. Segurança das mãos (Opcional) - O amplificador (HS) da segurança das mãos. Cortador de fios a quente (Opcional) - Os fusíveis (F-CTTH-1/2) para o cortador de fios a quente. - O transformador (T-CTTH) para o cortador de fios a quente. Iluminação do tecido (Opcional) - O balastro (COIL-IL-LOW 1/2/3/4) para a iluminação do tecido PT Versão 1.01 02-2002 1.7 2.1.1.3. O módulo da alimentação elétrica (IPS) Função e funcionamento O módulo da alimentação elétrica (IPS : Alimentação Elétrica Industrial) converte a voltagem da rede trifásica nas seguintes voltagens de alimentação: • +290VDC • +5Vdc • +12Vdc • -12Vdc • +26Vdc • 48VAC O módulo IPS consiste de duas placas separadas. A voltagem da rede, mín. 3x380Vac, máx. 3x460Vac, é conectada à placa superior. Esta voltagem é retificada, armazenada e filtrada de forma a se obter uma voltagem de alimentação de cerca de 550Vdc. Nesta placa, a voltagem de 550Vdc é utilizada para criar 290Vdc. Tanto a 550Vdc quanto a 290Vdc é levada para a placa inferior. São geradas voltagens de 26Vdc e 48Vdc a partir de 550Vdc e 5Vdc. São geradas +12Vdc e -12Vdc a partir de 290Vdc. A voltagem da rede é monitorada na placa superior. No caso da presença das três fases, será gerado um sinal (AC-OK), que é enviado para a placa MDC através da placa PDAF. Se este sinal não estiver presente, o microprocessador na placa MCB não iniciará. Nenhuma mensagem é exibida no Terminal. 3 x ***Vac DC DC 55 0V dc 290Vdc +5.2Vdc +12Vdc -12Vdc DC DC 26Vdc DC AC 48Vac Fig. 2 Fig. 2 1.8 Versão 1.01 02-2002 PT As voltagens retificadas são monitoradas na placa inferior. No caso da presença de todas as voltagens DC, será gerado um sinal (DC-OK), que é enviado para a placa MCB através da placa PDAF. Os fusíveis no módulo IPS A placa superior contém três fusíveis (F1/2/3) para a voltagem da rede. A placa inferior contém um fusível (F201) para 48Vac. F1 F2 F3 F20 Fig. 3 Fig. 3 PT Versão 1.01 02-2002 1.9 2.1.1.4. A placa PDAF Função F2 F3 F4 F5 F1 Fig. 4 A placa PDAF (Distribuição de Força e Instalação de Fusíveis) protege e distribui as seguintes voltagens provenientes do módulo IPS: • Voltagem de alimentação +290Vdc para o T_TRIAX-, os pré-alimentadores e a placa TRIAX (opcional). Esta voltagem é protegida através do fusível F1 (6AT). • 48Vac: controle do contator. • 41Vdc : gerada a partir de 48Vac e utilizada como voltagem auxiliar para o controle dos estágios do driver. Esta voltagem é protegida através do fusível F2 (630mAF) Fig. 4 1.10 Versão 1.01 02-2002 PT • 26Vdc : dividida em 4 voltagens de alimentação, isto é: - +26Vdcs : protegida através do fusível F3 (8AT) e utilizada principalmente para detecções. - +26Vdc1: protegida pelo fusível F4 (8AT), utilizada nas placas T_TRIAX- e TRIAX- (opcional), os bimetais, o freio nos motores SR, e como voltagem de alimentação para o cortador de refugos direito, e a válvula do sistema de limpeza do pente. - +26Vdc2: protegida através do fusível F5 (8AT) e utilizada para a válvula do buscador de passagens (V-PF-OUT), os botões de parada de emergência, as lâmpadas de sinalização, as luzes de advertência, o freio de contenção ou o freio de estacionamento (opcional), a placa PB, a maquineta (opcional), e o ventilador na caixa de controle. - +26Vdc : esta voltagem de alimentação não é protegida na placa PDAF, mas individualmente na seguinte tábua. - A placa AIB : as válvulas de inserção e os motores de passo, o motor ELSY direito e o cortador de trama. - A placa CEB (opcional): as válvulas de inserção e os motores de passo. - A placa WEB (opcional): as válvulas adicionais do bocal auxiliar, os dispositivos ELSY opcionais e os cortadores de tecido. • +5Vdc, +12Vdc e -12Vdc: voltagens de lógica geral utilizadas em várias placas. A +12Vdc também é utilizada para os detectores de troca da bobina. A placa PDAF fornece as conexões de vários sinais. Antes de serem executados trabalhos na placa, a chave principal deve ser desligada e o led verde D2 deve estar completamente apagado. PT Versão 1.01 02-2002 1.11 A sinalização e os fusíveis na placa PDAF D2 D4 D 13 D 14 D 15 F2 F3 F4 F5 F1 Fig. 5 Com exceção da 41Vdc, a presença das voltagens de alimentação na saída da placa é indicada através de um LED. LED Voltagem Fusível D2 290Vdc F1 (6AaM) D4 48Vac ----- (protegido em IPS) D13 26Vdcs F3 (8AT) D14 26Vdc1 F4 (8AT) D15 26Vdc2 F5 (8AT) ----- 41Vdc F2 (630mAF) Fig. 5 1.12 Versão 1.01 02-2002 PT As conexões na placa PDAF PDAF1 PDAF2 PDAF6 PDAF9 PDAF14 PDAF8 PDAF15 PD A F3 PD A F5 PD A F PDAF12 PDAFPDAF PDAF PDAF4 PDAF- M5- PDAF- M5+ 13 10 7 11 PDAF1: 290Vdc, não utilizada. PDAF2 : 290Vdc a partir do módulo IPS. PDAF3: 48Vac a partir do módulo IPS. PDAF4: 26Vdc a partir do módulo IPS. PDAF5: +12Vdc, -12Vdc, os sinais AC-OK e DC-OK. PDAF6: as voltagens de alimentação para a placa OPP (290Vdc e +12Vdc) PDAF7: as voltagens de alimentação para a placa PB (+5Vdc, +12Vdc, -12Vdc e 26Vdc2) e o sinal ”Drive Disable” da placa PB. PDAF8: as voltagens de alimentação para a placa TRIAX (opcional) (+5Vdc, +12Vdc, - 12Vdc, +26Vdc1 e +290Vdc), o sinal ”Drive Disable 2” da placa TRIAX e as voltagens de alimentação para a placa BPO (+5Vdc, +12Vdc, -12Vdc, +26Vdcs e +41Vdc). PDAF9: as voltagens de alimentação para a placa T_TRIAX (+5Vdc, +12Vdc, -12Vdc, +26Vdc1 e +290Vdc) e o sinal ”Drive Disable 1” da placa T_TRIAX. PDAF10 : as voltagens de alimentação para a placa AIB (+26Vdc e +41Vdc). PT Versão 1.01 02-2002 1.13 PDAF11: a voltagem de alimentação para o ventilador. PDAF12: as voltagens de alimentação para a placa MCB (+5Vdc, +12Vdc, -12Vdc, +26Vdcs, +26Vdc2, +41Vdc e 48Vac) e os sinais dos botões de parada de emergência e da chave Poweron/Standby. Voltagens de alimentação para a placa AIB (+5Vdc, +26Vdcs e +12Vdc). Sinais para a placa DDMP (sinal ”Drive Disable” da placaPB, sinal dos botões de parada de emergência e ACGD). PDAF13: +5Vdc a partir do módulo IPS. PDAF14 : conexão com os botões de parada de emergência, com a chave Poweron/standby, com as luzes de advertência e, no caso de Jacquard, com os botões do ELSY. PDAF15: conexões para as placas MCB-, WEB_X e AIB. PDAF-M5: a 26Vdc para as placas WEB e CEB e ATB. 1.14 Versão 1.01 02-2002 PT 2.1.1.5. A placa TRIAX (opcional) Função 7 6 5 Fig. 6 Fig. 6 PT Versão 1.01 02-2002 1.15 Esta placa contém 290Vdc!!! Após a rede ter sido desligada, leva algum tempo antes do capacitor da 290Vdc ser descarregado. Portanto, espere até que o LED D5 esteja completamente apagado antes de executar quaisquer ações na placa TRIAX. A placa TRIAX só está presente quando a máquina é executada com um desenrolamento duplo ou com rolo fantasia. Esta placa é controlada pela placa MCB através de uma linha de comunicação serial. A placa contém um microprocessador próprio com um software próprio. Esta placa é análoga à placa T_TRIAX na caixa de controle TRIAX. Sempre que a rede é ligada, ou após uma troca do software da máquina, é verificado o software na placa TRIAX. Se o software na placa TRIAX não for compatível com o software na placa MCB (ex: depois da troca do software da máquina ou depois da troca de uma destas placas), um software novo será automaticamente downloaded na placa TRIAX a partir da placa MCB. A placa TRIAX controla o motor do desenrolamento esquerdo (no caso de máquinas com um rolo de fundo com dois desenrolamentos) ou o motor do desenrolamento do rolo fantasia. O motor do desenrolamento é um servomotor com 4 enrolamentos do estator. Há um bimetal entre um destes enrolamentos que se abre quando a temperatura do motor aumenta demasiadamente (100�C). Um angulômetro está encaixado no eixo do rotor a fim de medir a posição do rotor continuamente. Conseqüentemente, será realizado um controle preciso dos diferentes enrolamentos do estator. Além disso, o motor contém um freio eletromagnético normalmente fechado. Ele freia o motor quando a bobina do freio não está ativada. A voltagem de alimentação deste freio é de 26Vdc mas, por causa do controle cortado (ciclo de trabalho = 50%), mede-se somente 13Vdc na bobina. D5 1.16 Versão 1.01 02-2002 PT A sinalização na placa TRIAX A placa TRIAX contém 6 LEDS, isto é: • D5: este led acenderá se 290Vdc estiverem presentes na placa. • D50 (Cão de guarda): se este led piscar rapidamente, quer dizer que o microprocessador está executando as instruções do software. • D95 (REDEFINIÇÃO): este led acenderá se 5Vdc na placa for superior a 4,3Vdc. Se a 5Vdc estiver abaixo deste nível, a linha de RESET permanecerá baixa de forma que a ligação do microprocessador será evitada. • D97: não utilizado. • D98: não utilizado. • D99: informações quanto à posição da máquina. D50 D95 7 6 5 D5 D 9 9 D 9 7 D 9 8 PT Versão 1.01 02-2002 1.17 As conexões para a placa TRIAX • TRIAX1: fase A do motor de desenrolamento esquerdo ou do motor de desenrolamento do rolo fantasia. • TRIAX2: fase C do motor de desenrolamento esquerdo ou do motor de desenrolamento do rolo fantasia. • TRIAX3: fase B do motor de desenrolamento esquerdo ou do motor de desenrolamento do rolo fantasia. • TRIAX4: fase D do motor de desenrolamento esquerdo ou do motor de desenrolamento do rolo fantasia. • TRIAX5-14: não utilizado. • TRIAX15: voltagem de alimentação de +290Vdc proveniente da placa PDAF. • TRIAX16: voltagem de alimentação de +5Vdc, +12Vdc, -12Vdc e +26Vdc1 provenientes da placa PDAF. • TRIAX17: conexão com o angulômetro no motor de desenrolamento esquerdo ou no motor de desenrolamento do rolo fantasia. • TRIAX18: comunicação com a placa MDC. • TRIAX19: conexão com o freio no motor de desenrolamento esquerdo ou do motor de desenrolamento do rolo fantasia. Substituindo a placa TRIAX Antes de serem executados trabalhos na placa, a chave principal deve ser desligada e o led verde D5 deve estar completamente apagado. Se for montada uma nova placa T_TRIAX, deve-se aplicar pasta de refrigeração entre a placa de resfriamento e os 2 perfis de fixação de alumínio. Como são feitas algumas ligações terra através dos parafusos de aperto (importantes para a funcionalidade da placa), todos os 14 parafusos de aperto devem ser girados novamente para dentro. Na primeira vez que a rede é ligada após a placa T_TRIAX ter sido trocada, o software para a placa T_TRIAX é carregado automaticamente. 7 6 5 TRIAX18 TRIAX15 TRIAX19 TRIAX7 TRIAX22 TRIAX8 TRIAX9 TRIAX10 TRIAX11 TRIAX12 TRIAX20 TRIAX17 TRIAX21 TRIAX16 TRIAX1 TRIAX2 TRIAX3 TRIAX4 TRIAX5 TRIAX6 TRIAX14 TRIAX23 TRIAX13 TRIAX24 1.18 Versão 1.01 02-2002 PT 2.1.2. A seção de alta voltagem 2.1.2.1. Estrutura da seção de alta voltagem A seção de baixa voltagem é construída ao redor de uma peça ”mono-placa” que consiste de: placas MIDB, MCB, DDMP e AIB. De acordo com as opções instaladas, podem ser adicionadas várias placas, isto é: placa(s) WEB_*, ATB-* e/ou CEB_*. Uma parte destas placas é conectada à parte “mono-placa” (ver placas WEB_*). Outra parte é plugada em um cavalete adicional (ver placas ATB_* e/ou CEB_*). Este cavalete contém uma placa “bus” (placa BPO) onde podem ser conectadas as placas opcionais. A placa BPO é conectada à placa MCB através de uma placa de identificação da máquina (placa MID), que é montada perpendicularmente. AIB DDMP MCB MIDB BPO WEB_X WEB_Y WEB_Z AT B_ Y AT B_ X CE B_ Z CE B_ Y CE B_ X Board rack AIB DDMP MCB WEB_X WEB_Y WEB_Z O cavalete pode conter uma quantidade de placas CEB e ATB recebendo uma função diferente de acordo com sua posição no cavalete. A seleção das funções destas placas é feita por meio de pontes na caixa de plugues. A conexão dos cabos para as placas da peça ”mono-placa” é feita através de conectores nas placas. A conexão dos cabos para as placas no cavalete é feita através de conectores no lado dianteiro das placas, por um lado, e através de uma caixa de plugues debaixo da placa BPO, por outro lado. Estanrte de placas PT Versão 1.01 02-2002 1.19 2.1.2.2. A placa MCB (Placa de Controle Mestre) Geral A placa MCB (Placa de Controle Mestre) contém um microprocessador com um software próprio. O software é carregado nas eproms flash da placa através do terminal. Para maiores detalhes quanto ao software, consulte a ”Segurança e operação da máquina”. 7 6 5 8 1.20 Versão 1.01 02-2002 PT A função da placa MCB MCB AIB MIDBPO A T B _Y C E B _Y C E B _Z Terminal Loom OPP PRW Diagnostic RS (resolver) DT-WT-1 DT-WT-2 DT-TH-LU AIR-CON PDA EM-Dobby DT-LU-LVL-DO/SH PB-detection CVR DT-Q-SFTY DT-TH-M-ASP DT-K-MM DT-Q-M-LVL DT-Q-MM DT-Q-M-ASP V-P-BR V-PF SL PB-SEC-LOG HS PX-ERL PX-REF PX-LO-SFTY PX-FA-SFT PX-LVL-OF BM-STA CT-TH-STA DT-LU-FL WD LD WYD FD DT-PWRON DT-LU-PRESS K TRIAX T_TRIAX WL ES BR FD Puc. 7 A T B _X C E B _Z PX-PF-P PX-WP • Comunicação serial. A placa MCB comunica-se com o terminal através de uma linha consecutiva, a placa TRIAX na caixa de controle (opcional), a placa TRIAX na caixa de controle TRIAX (T_TRIAX), a placa DDMP e a placa OPP para os pré-alimentadores (PRW). • Comunicação paralela para Monitoramento do Tear. Esta saída paralela contém as seguintes linhas: arrancar/parar, parada da urdidura, parada da ourela, parada da trama e pulso/revolução. Um computador da oficina pode calcular a eficiência por máquina através destes sinais. • O angulômetro (RS) do acionador da máquina. • O sensor de tensão da urdidura dos rolos de urdidura (DT-WT-1, DT-WT- 2 = opcional). Plugue de diagnóstico Monitoramento do tear RS (angulômetro) Detecção PB Fig. 7 PT Versão 1.01 02-20021.21 • A válvula do buscador de passagens (V-PF). • O freio de contenção (BR) ou a válvula do freio de estacionamento (V-P-BR). • Seguintes PXs. - PX-WP: este PX detecta a posição de tecedura do buscador de passagens - PX-PF-P: este PX detecta a posição de busca de passagens do buscador de passagens - PX-REF: este PX verifica a zona de referência do acionador do batente. - PX-ERL : este PX detecta a sincronização do acionador dos dispositivos rotativos da ourela com a máquina. - PX-LO-SFTY : este PX protege os fios da urdidura do rolo de urdidura contra tensões extremas. Este PX é opcional e só está presente se a máquina estiver equipada com sensor de tensão da urdidura nos fios da urdidura (TSW). - PX-FA-SFTY : este PX protege os fios da urdidura do rolo fantasia (opcional) contra tensões extremas. - PX-LVL-ON : este PX detecta a condição de nivelamento dos quadros de liços no caso de máquinas equipadas com movimento externo do came fornecido com sistema de nivelamento de liço (opcional). • Os botões do controle da máquina (PB e PB-SEC-LOG). • As lâmpadas de sinalização (SL). • As luzes de advertência (WL). • Os botões de parada de emergência (ES). • Seguintes contatores (K): - K-MM: contator do motor principal - K-M-ASP : contator para o controle do motor do aspirador (opcional). - K-SFTY: proteção do contator - K-M-LVL-ON : contator para o controle do motor para a bomba hidráulica, no movimento externo do came: nivelamento do liço ligado (opcional). - K-M-LVL-OFF : contator para o controle do motor para a bomba hidraúlica no movimento externo do came: nivelamento do liço desligado (opcional). • O status do movimento de enrolamento independente (BM). • O status do cortador de fios a quente (CT-TH-STA). • A segurança das mãos (HS) (opcional). • A detecção da pressão do óleo (DT-LU-PRESS). • O controle dos ímãs da maquineta (EM-DO) (opcional). • Detecção do nível de óleo na caixa da maquineta ou movimento externo do came (DT- LU-LVL-DO/SH). • O detector de urdidura (WD), a detecção do fio da ourela (LD) e a detecção do fio de refugo (WYD). • Os detectores de trama. • Detecção nas tampas de proteção (CVR1 / CVR-RHS) (opcional, se não estiver presente: pontes). • Detecção de sujeira no filtro de óleo (DT-LU-FL). • Detecção da temperatura do óleo (DT-TH-LU). • Detecção do consumo de ar (AIR-CON) (opcional). 1.22 Versão 1.01 02-2002 PT • Detecção nas seguintes chaves de segurança: - DT-TH-M-ASP - DT-K-MM - DT-Q-M-LVL - DT-Q-M-ASP • Posição de detecção da chave PWRON/STBY (DT-PWRON). • Sinais de, e para o plugue de diagnóstico (X-DGN). A lógica de segurança Esta lógica de segurança consiste de um software e de um controle de hardware. O controle do hardware inclui: - os segundos contatos (PB-SEC-LOG) dos botões de controle causando um movimento da máquina; - a posição da chave POWERON/STBY; - a proteção das mãos, se presente; - o controle do relé na placa MCB; - os botões de parada de emergência. A lógica de segurança na placa MCB é parte da lógica de segurança total da máquina. Outra parte da lógica de segurança está localizada na placa DDMP. A sinalização na placa MCB A placa MCB contém 6 LEDS indicando um certo status do controle, isto é: • LED D36 : este led se acenderá se estiver presente a +12Vdc na placa MCB. • LED D79 (REDEFINIÇÃO) : este led acenderá se a 5Vdc na placa for superior a 4,3Vdc. Se a 5Vdc estiver abaixo deste nível, a linha de RESET permanecerá baixa de forma a que a ativação do microprocessador será evitada. • LED D110: se este led piscar rapidamente, quer dizer que o microprocessador e o software estão funcionando. • LED D119 (CAN-IN): este LED acenderá levemente se a comunicação óptica entre as placas MCB e TRIAX funcionar corretamente. Se este LED acender claramente ou estiver apagado, há um erro na comunicação. • LED D120 (CAN-OUT): este LED acenderá levemente se a comunicação óptica entre as placas MCB e TRIAX funcionar corretamente. Se este LED acender claramente ou estiver apagado, há um erro na comunicação. • LED D121 (RS-OUT): este LED acenderá levemente se a comunicação óptica com as posições angulares entre as placas MCB e TRIAX funcionar corretamente. Se este LED acender claramente ou estiver apagado, há um erro na comunicação. D119 D120 D121 D110 D79 D36 PT Versão 1.01 02-2002 1.23 As conexões para a placa MCB • MCB1: comunicação com o terminal, alimentação elétrica para o terminal, comunicação com a placa TRIAX na caixa de controle, comunicação com a placa OPP para os pré-alimentadores, sinais de Drive-disable para as placas TRIAX. • MCB2: comunicação bidirecional com o computador da oficina, monitoramento do tear, conexão com o plugue de diagnóstico. • MCB3: alimentação elétrica +5Vdc, +26Vdc2, - 12Vdc, +12Vdc, +26Vdcs, LGD e PGD proveniente da placa PDAF, sinal de parada de emergência (DC) da placa PDAF. • MCB4: sinais provenientes do angulômetro do acionador da máquina. • MCB5: conexão com os sensores de tensão da urdidura, detecção do nível de óleo da caixa do movimento externo do came, detecção da temperatura do óleo, detecção do fluxo de ar, sinais de controle da placa PDAF relacionados aos fusíveis nesta placa. • MCB6: conexão com a maquineta. • MCB7: conexão com os botões (DC) e as microchaves nas tampas de proteção. • MCB8: conexão com os elementos da detecção térmica na placa de alta voltagem, conexão com o bimetal no motor do aspirador. • MCB9: conexão com as lâmpadas de sinalização, conexão com a placa PDAF com o sinal para as luzes de advertência, conexão com a válvula do freio de estacionamento e a válvula do buscador de passagens. • MCB10: conexão com a segurança das mãos e os botões (AC). • MCB11: conexão com os PXs e o filtro de óleo. • MCB12: conexão com o detector de urdidura, ourela e detecção do fio de refugo e os detectores de trama. • MCB13: conexão com a placa AIB • MCB14: conexão com a placa BPO-”bus” através da placa MIDB • MCB15: conexão com os contatores na placa de alta voltagem, na chave PWRON/STBY, na detecção da pressão do óleo e da placa PDAF para o sinal de parada de emergência (AC). • MCB16: +26Vdc, +41Vdc, +26Vdcs, LGD e PGD provenientes da placa PDAF. • MCB17: sobressalente • MCB18: conexão com a placa DDMP. • MCB19: sobressalente • MCB20: sobressalente • MCB21: sobressalente 7 6 5 8 MCB10 MCB9 MCB8 MCB16 MCB15 MCB22 MCB21 M C B1 1 M C B1 2 M C B1 3 M C B7 M C B6 M C B5 MCB19 MCB18 MCB20 M C B4 M C B1 4 MCB1 MCB2 M C B3 U 15 7 U 14 7 U 14 2 U 21 5 1.24 Versão 1.01 02-2002 PT • MCB22: conexão com a placa DDMP. • U142 (5): conexão óptica com a placa TRIAX na caixa de controle TRIAX (receptor) • U147 (6): conexão óptica com a placa TRIAX na caixa de controle TRIAX (transmissor) • U157 (7): conexão óptica com a placa TRIAX na caixa de controle TRIAX com a posição angular (transmissor). • U215 (8): conexão óptica Substituindo a placa MCB Observe que a placa MCB não poderá ser colocada em peças de metal ou em uma mesa de metal. • Os parâmetros da máquina deverão ser transferidos para o Cartão de Ajuste antes da placa MCB ser substituída. • A placa DDMP deve ser desplugada da placa MCB defeituosa e deve ser plugada na nova placa MCB. • Após a placa MCB ter sido substituída, as seguintes ações devem ser executadas: - Transfira o software da máquina exato na nova placa através do Cartão Soft ou do Cartão de Ajuste+. - Transfira os parâmetros da máquina para a nova placa através do Cartão de Ajuste. - Execute o ajuste zero dos sensores de tensão da urdidura. - Execute o procedimento de ressincronização da máquina. PT Versão 1.01 02-2002 1.25 2.1.2.3. A placa DDMP Geral A placa DDMP (Microprocessador do motor principal de Acionamento Direto), que é plugada na placa MCB, contém a interface entre a placaMCB e a caixa de controle de força do motor principal. Esta placa contém um microprocessador com um software próprio. Sempre que a rede é ligada, ou após cada troca do software da máquina, é verificado o software na placa DDMP. Se o software na placa DDMP não for compatível com o software na placa MCB (ex: depois da troca do software da máquina ou depois da troca de uma destas placas), um software novo será automaticamente downloaded a partir da placa MCB. As funções da placa DDMP • Controle do motor principal Os estágios do driver na caixa de controle do motor principal (CB-MM) são controlados através de uma conexão óptica. • Lógica de segurança A lógica de segurança na placa DDMP consiste de um controle de software e de hardware funcionando junto com a lógica de segurança na placa MCB. Esta lógica de segurança cuida para que o contator para o motor principal (K-MM) seja desligado no caso de uma situação perigosa ou se o sistema perder o controle. Conseqüentemente, será evitado cada movimento de máquina indesejado. DDMP1 DDMP 2 DDMP6 DDMP5 D11 D8 DDMP-U2 DDMP-U4 DDMP-U7 DDMP3 123 Fig. 8 1.26 Versão 1.01 02-2002 PT Sinalização na placa DDMP Esta placa é fornecida com dois leds verdes, isto é: • LED D8 (REDEFINIÇÃO): este led acenderá se a 5Vdc na placa for superior a 4,3Vdc. Se a 5Vdc estiver abaixo deste nível, a linha de RESET permanecerá baixa de forma que a ativação do microprocessador será evitada. • Led D11 (cão de guarda): se este led piscar, quer dizer que o microprocessador e o software estão funcionando. 2.1.2.4. Conexões para a placa DDMP • DDMP1: sobressalente • DDMP2: conexão com a placa MCB • DDMP3: conexão com a placa MCB • DDMP4: sobressalente • DDMP5: LGD, ACGD, sinal dos botões de parada de emergência, sinais do contator KMM e desabilitação do acionador para os módulos do controle da força do motor principal. • DDMP6: sobressalente • DDMP-U2 (1): conexão ótica com a caixa de controle do motor principal (receptor) • DDMP-U4 (2): conexão ótica com a caixa de controle do motor principal (receptor) • DDMP-U7 (3): conexão ótica com o RPT no motor principal (receptor) PT Versão 1.01 02-2002 1.27 2.1.2.5. A placa AIB (Placa de Inserção de Ar) A função da placa AIB F2 3 F2 1 F1 9 F1 7 F1 5 F1 3 F1 0 F8 F2 5 F2 4 F2 2 F2 0 F1 8 F1 6 F1 4 F1 2 F9 F11 F1 F7 F6 F5 F4 F3 F2 A IB 7 A IB 6 A IB 5 A IB 3 A IB 1 A IB 8 AIB11 AIB2 AIB4 A IB 9 Fig. 9 A placa AIB controla e verifica as seguintes peças: • válvulas do bocal auxiliar de 1 a 17; • as válvulas para os canais 1 e 2 dos bocais principais fixo e móvel; • a válvula para o bocal de estiramento e o bocal de extração; Fig. 9 1.28 Versão 1.01 02-2002 PT • os motores Qnominal para os canais 1 e 2 dos bocais principais fixo e móvel; • os motores ELCA (Ar Baixo Contínuo Eletrônico) para os canais 1 e 2 dos bocais principais fixo e móvel; • os motores PFT (Tensionador da Trama Programável) canais 1 e 2; • o motor para o enfiamento das unidades PFT canais 1 a 4; • o cortador de trama; • o motor do dispositivo ELSY direito (Electronic Leno System); • as válvulas para os dispositivos do remetedor de fios; • as válvulas para o contrafluxo (VLRA: Válvula de AR Baixo Inverso) utilizadas no caso de ações PRA1p; • os pré-alimentadores; - detecção de ruptura no fio da bobina canais 1 e 2; - status dos pré-alimentadores; - pulso/enrolamento a partir dos pré-alimentadores canais 1 e 2; - sinal de ativação para os pré-alimentadores canais 1 e 2; - sinal normal/especial para os pré-alimentadores; - sinal PRW-RQ (Solicitação do Pré-Alimentador). • detecção de troca da bobina canais 1 e 2; Os fusíveis na placa AIB A placa AIB contém vários fusíveis para os estágios do acionador da válvula e para a voltagem de alimentação de 26Vdc para os motores de passo. Estes fusíveis são soldados na placa, com exceção do F1 e do F5. Um fusível defeituoso será anunciado através do terminal. • F1 (6.3AF): motores de passo do PFT, enfiamento do PFT, ELCA e canal Qnominal 1-2 • F2 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 10 • F3 (1.6AT SMD) válvula para o bocal de extração (V-SNEX) • F4 (1.6AT SMD) válvula para o bocal principal fixo canal 1 • F5 (1.6AT SMD) válvula para o bocal principal móvel canal 2 • F6 (1.6AT SMD) válvula para o bocal principal fixo canal 2 • F7 (1.6AT SMD) válvula para o bocal principal móvel canal 1 • F8 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 15 • F9 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 1 • F10 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 17 • F11 (4AF) dispositivo ELSY direito e cortador de trama • F12 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 2 • F13 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 16 • F14 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 3 • F15 (1.6AT SMD) válvula do bocal de estiramento (SN) • F16 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 4 • F17 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 14 • F18 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 5 • F19 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 13 PT Versão 1.01 02-2002 1.29 • F20 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 6 • F21 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 12 • F22 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 7 • F23 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 11 • F24 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 8 • F25 (1.6AT SMD) válvula do bocal auxiliar 9 Nunca substitua um fusível sem medir a bobina e a fiação da válvula. As conexões para a placa AIB • AIB1: conexão com a placa MCB. • AIB2: conexão com a placa WEB_X. • AIB3: conexão com o cortador de trama e o dispositivo ELSY direito. • AIB4: 26Vdc e PGD provenientes da placa PDAF • AIB5: conexão com as válvulas do bocal auxiliar, do bocal de estiramento e do bocal de extração. • AIB6: conexão com as válvulas e os motores Qnominal dos bocais principais canais 1 e 2 • AIB7: conexão com os motores de ELCA-, PFT-, PFT-enfiamento e as válvulas para os dispositivos do remetedor de fios esquerdo e direito. • AIB8: conexão com a placa OPP para os pré-alimentadores. • AIB9: reserva. • AIB10: +5Vdc, -12Vdc, +12Vdc, +24Vdcs e LGD provenientes da placa PDAF. • AIB11: reserva. 1.30 Versão 1.01 02-2002 PT 2.1.2.6. A placa WEB (Placa de Extensão da Largura) A função da placa WEB WEB1 WEB2 WEB5 W E B 4 F2 F1 F3 F4 F5 F6 F7 F8 F9 WEB3 W E B 6 Fig. 10 A placa WEB controla e verifica as seguintes peças: - 8 válvulas de inserção; - 1 dispositivo ELSY - 1 cortador de tecido De acordo com as opções presentes na máquina, podem estar presentes no máximo 3 placas WEB. Todas as placas WEB são fisicamente idênticas umas às outras, mas recebem uma tarefa específica no momento em que são conectadas a um lugar específico na caixa de controle. Para fazer uma distinção entre as 3 placas WEB, é adicionada uma letra ao nome, conforme a posição na caixa de controle: isto é: WEB_X, WEB_Y e WEB_Z. • A função da placa WEB_X - Válvula do bocal auxiliar 18 -> 25 (V-RN-18 -> V-RN-25); - O dispositivo ELSY esquerdo (ELSY-LHS); - O primeiro cortador de tecido (FBR-CT-1). • A função da placa WEB_Y - Válvula do bocal auxiliar 26 -> 33 (V-RN-26 -> V-RN-33); - O terceiro dispositivo ELSY (ELSY-MID-1); - O segundo cortador de tecido (FBR-CT-2); • A função da placa WEB_Z - Válvula do bocal auxiliar 34 -> 41 (V-RN-34 -> V-RN-41); - O quarto dispositivo ELSY (ELSY-MID-2); - O terceiro cortador de tecido (FBR-CT-3). Fig. 10 PT Versão 1.01 02-2002 1.31 Os fusíveis de segurança na placa WEB A placa WEB contém vários fusíveis para proteger os estágios do driver das válvulas de inserção e a voltagem de alimentação de 26Vdc para os motores de passo. Estes fusíveis são soldados na placa, com exceção do fusível F1. A placa WEB_X Fusível Valor F1 cortador de tecido 1, dispositivo ELSY esquerdo 4AF F2 bocal auxiliar 18 1.6AT (SMD) F3 bocal auxiliar 19 1.6AT (SMD) F4 bocal auxiliar 20 1.6AT (SMD) F5 bocal auxiliar 21 1.6AT(SMD) F6 bocal auxiliar 22 1.6AT (SMD) F7 bocal auxiliar 23 1.6AT (SMD) F8 bocal auxiliar 24 1.6AT (SMD) F9 bocal auxiliar 25 1.6AT (SMD) A placa WEB_Y Fusível Valor F1 cortador de tecido 2, dispositivo ELSY central 1 4AF F2 bocal auxiliar 26 1.6AT (SMD) F3 bocal auxiliar 27 1.6AT (SMD) F4 bocal auxiliar 28 1.6AT (SMD) F5 bocal auxiliar 29 1.6AT (SMD) F6 bocal auxiliar 30 1.6AT (SMD) F7 bocal auxiliar 31 1.6AT (SMD) F8 bocal auxiliar 32 1.6AT (SMD) F9 bocal auxiliar 33 1.6AT (SMD) A placa WEB_Z Fusível Valor F1 cortador de tecido 3, dispositivo ELSY central 2 4AF F2 bocal auxiliar 34 1.6AT (SMD) F3 bocal auxiliar 35 1.6AT (SMD) F4 bocal auxiliar 36 1.6AT (SMD) F5 bocal auxiliar 37 1.6AT (SMD) F6 bocal auxiliar 38 1.6AT (SMD) F7 bocal auxiliar 39 1.6AT (SMD) F8 bocal auxiliar 40 1.6AT (SMD) F9 bocal auxiliar 41 1.6AT (SMD) 1.32 Versão 1.01 02-2002 PT As conexões para a placa WEB • WEB-1: conexão com a AIB ou outra placa WEB • WEB-2: conexão com outra placa WEB • WEB-3: o dispositivo ELSY • WEB-4: os bocais auxiliares e o cortador de tecido • WEB-5: +26Vdc e PGD • WEB-6: reserva (+5Vdc e PGD) 2.1.2.7. A placa CEB (Placa de Extensão do Canal) CEB3 CEB4CEB1 F1 F2F3F4F5 Fig. 11 A função da placa CEB A placa CEB controla e verifica as peças de inserção para 2 canais. Estas peças de inserção por canal são: • uma válvula para o bocal principal fixo (V-MN-F-*:Valve - Main Nozzle - Fixed); • uma válvula para o bocal principal móvel (V-MN-M-*: Valve - Main Nozzle - Movable); • um motor Q-nominal para o bocal principal fixo (M-Qnom-MN-F-*: Motor - Qnominal - Main Nozzle - Fixed); • um motor Q-nominal para o bocal principal móvel (M-Qnom-Mn-M-*: Motor - Q-nominal - Main Nozzle - Movable); Fig. 11 PT Versão 1.01 02-2002 1.33 • um motor ELCA para o bocal principal fixo (M-ELCA-MN-F-*: Motor - Electronic Low Continuous Air - Main Nozzle - Fixed); • um motor ELCA para o bocal principal móvel (M-ELCA-MN-M-* : Motor - Electronic Low Continuous Air - Main Nozzle - Movable); • um motor PFT (M-PFT-*: Motor - Programmable Filling Tensioner); • um motor para o enfiamento das unidades PFT (por 4 canais) (M-THR-PFT-*: Motor - Threading - PFT); • uma válvula para o contrafluxo (V-LRA-*: Valve - Low Reverse Air); • um pré-alimentador. - sinal de ativação (PRW-TRG-*: PReWinder - TRiGger); - sinal ”pulso por enrolamento” (PRW-PPW-*: PReWinder - Pulse Per Winding); - sinal de ruptura da bobina (PRW-BO-BR-*:PReWinder - BObbin - Break); • um detector de troca da bobina (DT-BO-CHG-*: DeTection - BObbin CHanGe). Conforme o número de canais na máquina, podem estar presentes no máximo 3 placas CEB. Todas as placas CEB são fisicamente idênticas umas às outras, mas recebem uma tarefa específica conforme suas posições na estante das placas. Para uma distinção entre as 3 placas CEB, é adicionada uma letra ao nome, conforme a posição na impressão: isto é: CEB-X, CEB-Y e CEB-Z. - A função da placa CEB-X : canais 3 e 4 - A função da placa CEB-Y : canais 5 e 6 e o motor para o enfiamento das unidades PFT dos canais 5 a 8. - A função da placa CEB-Z : canais 7 e 8 Os fusíveis de segurança na placa CEB A placa CEB contém vários fusíveis para proteger os estágios do driver das válvulas do bocal principal, e a voltagem de alimentação de 26Vdc para os motores de passo e as válvulas de contrafluxo. Estes fusíveis são soldados na placa, com exceção do fusível F1. CEB_X CEB_Y CEB_Z F1 (6,3 AF) M-*-3-4 V-LRA-3-4 M-*-5-6 V-LRA-5-6 M-*-7-8 V-LRA-7-8 F2 (1,5 AF) V-MN-F-3 V-MN-F-5 V-MN-F-7 F3 (1,5 AF) V-MN-F-4 V-MN-F-6 V-MN-F-8 F4 (1,5 AF) V-MN-M-3 V-MN-M-5 V-MN-M-7 F5 (1,5 AF) V-MN-M-4 V-MN-M-6 V-MN-M-8 2.1.2.8. As conexões para a placa CEB CEB1: os motores ELCA, os motores PFT, as válvulas de contrafluxo, +26Vdc e PGD. CEB2: a conexão com a placa BPO (placa ”bus”) CEB3: as válvulas do bocal principal e os motores Q-nominal. CEB4: os pré-alimentadores, os detectores de troca da bobina e o motor para o enfiamento de unidades 4-PFT. 1.34 Versão 1.01 02-2002 PT 2.2. A caixa de controle da força do motor principal (CB-MM) 2.2.1. Geral A caixa de controle da força do motor principal contém a placa PB. Para maiores informações quanto à função e o funcionamento, consulte a parte “Descrição do acionador da máquina”. D1 D2 Fig. 12 A placa PB contém cerca de 600Vdc!!! Após a rede ter sido desligada, leva algum tempo antes dos condensadores de filtragem na placa PB serem descarregados. Portanto, espere até que os LEDs D1 e D2 estejam completamente apagados antes de executar quaisquer ações para a caixa de controle da força do motor principal. 2.2.2. A placa PB Função A placa PB fornece o controle do motor principal. Esta placa contém um módulo retificador trifásico que converte a voltagem da rede em uma voltagem retificada. Além deste módulo, a placa PB também contém 4 módulos de driver para controlar as fases do motor. Os módulos do driver e o módulo retificador são montados na parte traseira da placa e são presos a uma placa de resfriamento. Esta placa de resfriamento é continuamente resfriada por meio de óleo. A temperatura da placa de resfriamento é continuamente verificada por meio de um sensor. Durante a freagem do motor principal, a energia gerada é armazenada nos capacitores. Se a voltagem ficar acima de 740Vdc, um excedente de energia é desviado para uma resistência de despejo. Esta resistência de despejo é posicionada na parte traseira da caixa de controle da força do motor principal. Fig. 12 PT Versão 1.01 02-2002 1.35 Entradas e saídas na placa PB U14 (2): conexão óptica com a placa DDMP (recebe) U15 (1): conexão óptica com a placa DDMP (transmite) PB3: elemento de detecção térmica na placa de resfriamento. PB6: +5Vdc, +12Vdc, -12Vdc, LGD, +26VDC2 e sinal ”Drive Disable” provenientes da placa PDAF. PB9: reserva PB6 PB9 PB3 A2 A1 C2 C1 B2 B1 D1 D1 Dump+ Dump- TP-T TP-S TP-R TP-R/S/T: voltagem de entrada trifásica Dump-/+: pontos de força da resistência de despejo. TP-A1/2: fase A do motor principal. TP-B1/2: fase B do motor principal. TP-C1/2: fase C do motor principal. TP-D1/2: fase D do motor principal. Sinalização na placa PB Esta placa contém dois LEDs (D1 e D2) que acendem quando a voltagem de alimentação de 600Vdc está presente na placa PB. Substituindo a placa PB Antes de serem executados trabalhos nesta placa, a chave principal deve ser desligada e os LEDs D1 e D2 devem estar completamente apagados. Quando é montada uma nova placa PB, deve-se aplicar pasta de refrigeração entre a placa de resfriamento e os módulos de força. Como são feitas algumas ligações terra através dos parafusos de aperto (importantes para a funcionalidade da placa), todos os parafusos de aperto devem ser apertados novamente. Fig. 13 1.36 Versão 1.01 02-2002 PT São conectados vários fios na placa PB através de conexões aparafusadas. Somente podem ser utilizadas as porcas originais para prender estes fios. Estas porcas devem ser apertadas com um torque de 1,55Nm. As variantes da placa PB A placa PB consiste de 2 variantes, isto é: • A placa PB : para máquinas padrão. • A placa PB/J : para máquinas equipadas com jacquard. Ambas as placas são funcionalmente iguais uma à outra. Somente a posição de um dos condensadores de filtragem (conforme a posição do motor) faz a diferença. PT Versão 1.01 02-2002 1.37 2.3. A caixa de controle TRIAX 2.3.1. Geral T_TRIAX FDI A caixa de controle TRIAX contém uma placa TRIAX e o módulo da interface do detector da trama. Esta caixa de controle é alimentada a partir da caixa de controle principal (CB) com as seguintes voltagens : • +290Vdc: alimentação elétrica para os motores SR. • +26Vdc1: para o freio e o bimetal nos motores SR, o cortador de refugo, a válvula para o bocal de sucção PRA1p e o sistema de limpeza do pente. • -12Vdc,+12Vdc e +5Vdc: as voltagens lógicas na placa T_TRIAX. • +12Vdc: proveniente da placa MCB para o módulo da interface do detector da trama. Fig. 14 1.38 Versão 1.01 02-2002 PT 2.3.2. A placa T_TRIAX A função da placa T_TRIAX A placa T_TRIAX e uma placa TRIAX que está posicionada na caixa de controle TRIAX. Para distinguir entre a placa TRIAX na caixa de controle principal e a placa TRIAX na caixa de controle TRIAX, a última é indicada com T_TRIAX. T_TRIAX6 T_TRIAX5 T_TRIAX4 T_TRIAX3 T_TRIAX2 T_TRIAX1 T_TRIAX15 T_TRIAX19 T_TRIAX22 T_TRIAX7 T_TRIAX8 T_TRIAX9 T_TRIAX10 T_TRIAX11 T_TRIAX12 T_TRIAX16 T_TRIAX17 T_TRIAX20 T_TRIAX18 T_TRIAX13 T_TRIAX23 T_TRIAX24 T_TRIAX14 T_TRIAX21 D50 D95 D5 7 6 5 U 81 U 79 U 80 U 82 A placa T_TRIAX é controlada pela placa MCB através de cabos ópticos. A placa T_TRIAX contém um controle digital com um microprocessador próprio e um software próprio. Sempre que a rede é ligada, ou após uma troca do software da máquina, é verificado o software na placa T_TRIAX. Se o software nesta placa não for compatível com o software na placa MCB (ex: depois da troca do software da máquina ou da troca de uma destas placas), um software novo será automaticamente downloaded a partir da placa MCB. Fig. 15 PT Versão 1.01 02-2002 1.39 A placa T_TRIAX controla e verifica as seguintes peças: • O motor de desenrolamento direito (M-ELO-RHS); • O motor do movimento de enrolamento (M-ETU); • O motor dos dispositivos rotativos da ourela (M-ERL) (opcional); • O motor do cortador de refugo (M-WCT-RHS); • A válvula do bocal de sucção PRA (V-SU) (opcional); • A válvula do sistema de limpeza do pente (V-RD-CLN) (opcional); • A detecção do nível do sistema de limpeza do pente (DT-LVL-RD-CLN) (opcional). A sinalização na placa T_TRIAX A placa T_TRIAX contém 5 LEDS, isto é: • D5: este led se acenderá no caso da presença de 290Vdc na placa. • D50 (Cão de guarda): se este led piscar rapidamente, quer dizer que o microprocessador está funcionando. • D95 (REDEFINIÇÃO): este led se acenderá se a 5Vdc na placa for superior a 4,3Vdc. Se a 5Vdc estiver abaixo deste nível, a linha de RESET permanecerá baixa de forma a que a ativação do microprocessador será evitada. • D97 (CAN-IN): fornece uma indicação sobre a comunicação nesta linha óptica. • D98 (CAN-OUT): fornece uma indicação sobre a comunicação nesta linha óptica. • D99 (DADOS): fornece uma indicação sobre a comunicação nesta linha óptica. Substituindo a placa T_TRIAX Antes de serem executados trabalhos na placa, a chave principal deve ser desligada e o led verde D5 deve estar completamente apagado. Quando for montada uma nova placa T_TRIAX, deve-se aplicar pasta de refrigeração entre a placa de resfriamento e os 2 perfis de fixação de alumínio. Como são feitas algumas ligações terra através dos parafusos de aperto (importantes para a funcionalidade da placa), todos os 14 parafusos de aperto devem ser girados para dentro novamente. Na primeira vez em que a rede é ligada após a placa T_TRIAX ter sido trocada, o software para a placa T_TRIAX é carregado automaticamente. Entradas e saídas na placa T_TRIAX T_TRIAX 1: fase A do motor de desenrolamento direito. T_TRIAX 2 : fase C do motor de desenrolamento direito. T_TRIAX 3: fase B do motor de desenrolamento direito. T_TRIAX 4: fase D do motor de desenrolamento direito. T_TRIAX 5: fase B do motor do dispositivo rotativo da ourela. T_TRIAX 6 : fase D do motor do dispositivo rotativo da ourela. T_TRIAX 7: fase A do motor do dispositivo rotativo da ourela. T_TRIAX 8: fase C do motor do dispositivo rotativo da ourela. T_TRIAX 9: fase A do motor do movimento de enrolamento. T_TRIAX 10: fase C do motor do movimento de enrolamento. T_TRIAX 11: fase B do motor do movimento de enrolamento. T_TRIAX 12: fase D do motor do movimento de enrolamento. 1.40 Versão 1.01 02-2002 PT T_TRIAX 13: reserva. T_TRIAX 14: reserva. T_TRIAX 15: voltagem de alimentação de 290Vdc proveniente da placa PDAF. T_TRIAX 16: voltagens de alimentação provenientes da placa PDAF (LGD, +5Vdc, +12Vdc, -12Vdc e +26Vdc1). T_TRIAX 17: os sinais do angulômetro do motor do desenrolamento direito, do motor do movimento de enrolamento e do motor do dispositivo rotativo da ourela. T_TRIAX 18: comunicação serial com a placa IWINT e os sinais de controle provenientes da placa MCB para o controle do motor do movimento de enrolamento. T_TRIAX 19: os bimetais e freios no motor de desenrolamento direito, o motor de enrolamento e o motor do dispositivo rotativo da ourela. T_TRIAX 20: a válvula para o bocal de sucção PRA, a válvula para o sistema de limpeza do pente, a detecção do nível do sistema de limpeza do pente, o cortador de refugo. T_TRIAX 21: reserva. T_TRIAX 22: reserva. U81: saída reserva (óptica). U82 (5): CAN-bush (ENTRADA) U80 (6): CAN-bush (SAÍDA) U79 (7): DATA-IN PT Versão 1.01 02-2002 1.41 3. Descrição das funções 3.1. O controle do acionador da máquina 3.1.1. A estrutura mecânica 3.1.1.1. Geral O motor principal da máquina possui duas funções, isto é: • O acionador da máquina; • A desconexão do acionador do batente para a busca de passagens. 3.1.1.2. O acionador da máquina No eixo do rotor do motor “MM”, há uma engrenagem ”A” que se encaixa na engrenagem ”B” do mecanismo de formação da cala por um lado, e com a engrenagem “C” do acionador do batente, por outro lado. A taxa de transmissão da engrenagem no eixo do rotor com as outras engrenagens é de 1 em 2, isto é, 2 revoluções do eixo do motor resultam em 1 revolução da máquina. Devido à estrutura mecânica da máquina em combinação com um motor controlado eletronicamente, podem ser executados os seguintes movimentos: • O movimento lento da máquina com uma velocidade ajustável eletronicamente; • Tecedura com uma velocidade ajustável eletronicamente. • A freagem da máquina; A posição da máquina é medida pelo angulômetro ”RS”. Este angulômetro está posicionado no eixo do mecanismo de formação da cala. Durante a parada do motor, a máquina deve ser travada em sua posição. Se as máquinas estão equipadas com um mecanismo de formação da cala positivo (maquineta, movimento externo do came), isto é, executado por meio de um freio de contenção elétrico ”BR” (máquina trancada quando o freio é energizado). Se as máquinas estão equipadas com um mecanismo de formação da cala negativo (jacquard), a máquina será mantida em sua posição por meio de um freio pneumático de funcionando negativamente (freio de estacionamento). Então, quando a rede é desligada, a máquina é travada quando o freio não está energizado. B MM PF- OUT CB-MM RS PF-OUT BR PF -I N A C D PF-IN PF-IN 1.42 Versão 1.01 02-2002 PT 3.1.1.3. Busca de passagens Como o eixo do rotor do motor pode se mover deslizando axialmente, a engrenagem ”A” no eixo do rotor pode ser desengatada da engrenagem ”C” do acionador do batente (pistão de controle pneumático PF-OUT). Porém, a engrenagem ”A” permanece engatada na engrenagem ”B” do mecanismo de formação da cala. Quando o motor é controlado lentamente, a busca de passagens pode ser executada enquanto o acionador do batente está desativado. De forma a manter o batente em sua posição enquanto a engrenagem do acionador do batente ”C” é desengatada, esta engrenagem é bloqueada através do pino ”D”. Na engrenagem do acionador do batente, há um orifício a cada 15 graus para permitir o travamento pelo pino. A partir disso, pode-se deduzir que são possíveis 24 posições de busca de passagens. Uma destas posições de busca de passagens é no batimento (0�). O pinhão ”A” é re-engatado por meio dos pistões pneumáticos ”PF-IN”. Neste caso, a engrenagem do acionador do batente será destravada novamente. Se as engrenagens são re-engatadas, a posição angular do mecanismo da engrenagem de formação da calaserá a mesma de quando a engrenagem estiver desengatada. Esta posição angular é medida pelo angulômetro ”RS” que está posicionado no eixo do mecanismo de formação da cala. Devido à estrutura do sistema, a engrenagem também pode estar engatada em outra posição angular. Conseqüentemente, a posição angular do mecanismo de formação da cala será movida em relação à posição do acionador do batente. Isto resulta em uma mudança da posição de cruzamento do mecanismo de formação da cala (ajustável através do terminal). Por causa do número de dentes da engrenagem ”B” do mecanismo de formação da cala, o ajuste da posição de cruzamento está limitada a uma precisão de 1,9° (cruzamento ajustável em passos de 3,8°). B MM PF -O U T CB-MM RS PF- OUT BRFig. 17 PF -I N A C D Fig. 17 PT Versão 1.01 02-2002 1.43 3.1.2. O controle elétrico 3.1.2.1. Princípio A B C D DDMP PB DIG KMM MCB PBR/BR V-PF RS PX-REF 3 PH AC R- MM CB-MM 3.1.2.2. O motor principal ABC MM CB-MM RS PF-OUT BRFig. PF-IN PF-IN PX-PF-P PX-WP V- A B C Fig. 18 Fig. 19 O motor principal contém 8 pólos de estatores com uma bobina em cada pólo. Internamente, as duas bobinas opostas são conectadas a cada vez em paralelo. Disso, pode-se deduzir que o motor é controlado com 4 bobinas duplas. A resistência de cada bobina dupla é de cerca de 0,22 Ohm. O eixo do rotor pode se mover axialmente e radialmente. O movimento radial é controlado pelas 4 bobinas do estator, enquanto que o movimento axial é controlado pelo pistão hidráulico V-PF. Durante um movimento de busca de passagens, o eixo do motor é movido 32 mm para a direita. Neste caso, o pinhão no eixo do rotor será desengatado da engrenagem do acionador do batente. A posição axial do eixo do rotor é verificada por 2 do PXs; PX-WP e PX- PF-P. Os sinais provenientes destes PXs são processados na placa MCB. 1.44 Versão 1.01 02-2002 PT 3.1.2.3. O buscador de passagens O eixo do rotor do motor principal é deslizável axialmente através de pistões pneumáticos. Se o eixo do rotor está em movimento lento ou em posição de tecedura, o pistão PF-IN será controlado. Durante a busca de passagens será o PF-OUT. A seleção entre PF-IN e PF-OUT é feita por meio da válvula de ativação V-PF. Esta válvula é controlada a partir da placa MCB por meio de uma voltagem de 26Vdc. Posição de tecedura Posição de busca de passagens MM PF -O U T PF-OUT PF -I N PF- PF-IN MM PF -O U T PF-OUT Fig. 20 PF -I N De forma a verificar a sincronização entre o acionador do batente e o mecanismo de formação da cala, deve ser possível determinar uma posição em ambos os lados. Na lateral do mecanismo de formação da cala, a posição é lida a partir de um angulômetro. Este angulômetro pode medir uma posição angular com muita precisão (um décimo de grau). Por causa desta precisão, o angulômetro é utilizado para ler a posição exata da máquina. Na lateral do batente, um valor de referência que pode ser comparado com a posição do angulômetro é suficiente. Um PX de referência (PX-REF) detecta um seguidor do came do acionador do batente (zona de referência a partir da qual a posição de batimento pode ser deduzida). Devido ao posicionamento físico do PX-REF, este PX é coberto cerca de 70� antes do batimento (0°) até mais ou menos 70� após o batimento. Ambos os sinais do PX- REF e do angulômetro são processados pela placa MCB. Fig. 20 PT Versão 1.01 02-2002 1.45 3.1.3. A caixa de controle da força do motor principal (CB-MM) A voltagem da rede trifásica é utilizada como alimentação elétrica para o controle das fases do motor. A voltagem da rede é utilizável dentro de uma faixa de 380Vac até 460Vac. Se a voltagem da oficina não está dentro desta faixa, deve ser usado um transformador. Na placa PB, a voltagem da rede trifásica é retificada por meio de um retificador trifásico que está posicionado na parte traseira da placa. Esta voltagem retificada é filtrada por meio de quatro capacitores eletrolíticos. Quando a rede da máquina é ligada e após a chave POWER-ON/STAND-BY ter sido colocada na posição ”POWER-ON”, estes capacitores são lentamente carregados (uma das três fases através da resistência INRUSH). A voltagem nos capacitores será medida continuamente. O contator K-MM só poderá ser ativado se a voltagem vier mais alta do que um valor limite determinado pelo software, de forma que as 3 fases podem chegar diretamente na placa PB. O controle da força é construído ao redor de 4 módulos driver. Estes módulos convertem os pulsos de controle provenientes da peça digital (placa DDMP) em uma voltagem cortada para as 4 fases do motor. Estes módulos são presos na parte traseira da placa PB. A corrente nas diferentes fases do motor é medida continuamente por meio de sensores de corrente. Como as fases A e C e as fases B e D não nunca podem ser acionadas simultaneamente, é utilizado um sensor comum para estas fases. Se um dos sensores detecta uma corrente errada, os módulos de controle serão desligados e a máquina irá parar com uma mensagem de erro no terminal. O controle da força também contém uma proteção contra corrente de vazamento do terra. Isto deve proteger o usuário e os módulos de controle no caso de erros de isolamento no motor ou na fiação para o motor. Esta proteção é incorporada na caixa de força e desativa o contator K-MM, K-SFTY e os módulos de controle no caso de um erro, enquanto uma mensagem de erro é apresentada no terminal. O nível da voltagem de alimentação é verificado continuamente. Se a voltagem estiver muito alta (760Vdc) ou muito baixa (250Vdc) para controlar o motor do modo seguro, o contator K-MM será desativado e uma mensagem será exibida no terminal. Se a máquina frear, o motor gerará uma voltagem que é retornada aos capacitores eletrolíticos, que pode resultar em uma sobretensão na alimentação elétrica. Se a voltagem de alimentação exceder um certo nível (740Vdc), a energia supérflua será despejada em um resistor de força. Se a máquina frear freqüentemente, a temperatura nesta resistência poderá aumentar demais. Neste caso, o microprocessador impedirá temporariamente a máquina de ser arrancada. A peça digital na placa PB recebe sinais através de um link ótico da placa DDPM e os traduz em sinais do driver para os estágios do driver. Esta peça digital também processa os mesmos sinais de detecção e envia estas informações para a placa DDMP através do link óptico. 3.1.4. O freio A freagem da máquina é executada controlando-se as fases do motor principal de tal modo que eles dão um efeito de freagem. A energia que é liberada durante a freagem é armazenada ou despejada através da placa PB. Quando a máquina pára, ela é mantida em sua posição pelo freio de contenção ou pelo freio de estacionamento, dependendo do tipo de mecanismo de formação da cala. 1.46 Versão 1.01 02-2002 PT 3.1.5. O resfriamento Os módulos do driver e o retificador trifásico estão montados em uma placa de resfriamento. Esta placa de resfriamento é continuamente resfriada por meio de óleo. O estator do motor principal também é esfriado por meio de óleo. Para o resfriamento destas duas peças, há um circuito de óleo separado que está conectado à lubrificação circulante. A placa de resfriamento, na qual os módulos do driver são presos, é fornecida com um sensor de temperatura que pára a máquina quando a placa de resfriamento fica superaquecida. O nível da temperatura da placa de resfriamento está ajustada em 70 °C. 3.1.6. A caixa de controle da máquina A alimentação elétrica do controle do motor principal pode ser desligada por dois contatores, por razões de segurança. A voltagem da rede trifásica é obtida inicialmente através do contator de segurança KSFTY. Este contator desliga as três fases do controle do motor principal quando a máquina está em ”standby”.Se for descoberto um erro sério na máquina, esta será automaticamente colocada no modo ”standby”. A partir disto, a voltagem da rede trifásica passa o contator KMM. Este contator é capaz de desligar duas fases da voltagem de alimentação para o controle do motor principal. Uma destas duas fases permanece conectada ao controle do motor principal através de um resistor (INRUSH). O resistor cuida para que a corrente que carrega os capacitores eletrolíticos na placa PB seja limitada após a rede ter sido ligada. A terceira fase sempre permanece conectada ao controle do motor principal. O contator KMM só é ativado durante o movimento lento, a busca de passagens ou a tecedura. O controle da caixa de controle da força do motor principal está posicionado na placa DDMP. A placa DDMP está plugada na placa MCB. Esta placa contém um microprocessador próprio com um programa próprio. A posição do motor principal (sensor RPT) é processada na placa DDMP, enquanto a posição angular da máquina (angulômetro) é processada na placa MCB. Por razões de segurança, ambas as posições angulares são comparadas continuamente uma com a outra. Se estas posições angulares diferem uma da outra, quer dizer que há uma des- sincronização do mecanismo do acionador, ou que um dos codificadores do eixo está defeituoso. Neste caso, ambos os contatores KMM e KSFTY serão desligados. A caixa de controle da força do motor principal é controlada e verificada através de uma conexão ótica, mas os módulos do driver na placa PB podem ser desabilitados através do sinal elétrico ”Drive Disable DD”. PT Versão 1.01 02-2002 1.47 3.2. O desenrolamento 3.2.1. O desenrolamento direito (ELO-RHS) 3.2.1.1. Geral O microprocessador controla o motor de desenrolamento dependendo da tensão da urdidura medida, de forma a obter uma tensão da urdidura que seja a mais constante possível durante a tecedura. A velocidade da máquina, o diâmetro do rolo de urdidura, a densidade de passagem e o coeficiente de redução do desenrolamento são considerados. 3.2.1.2. A estrutura mecânica O motor do desenrolamento aciona o rolo de urdidura através de uma caixa de engrenagem. Se o desenrolamento é fornecido com uma caixa de engrenagem de redução, a taxa de transmissão pode ser adaptada (a fim de obter velocidades de desenrolamento mais altas). Como um desenrolamento com caixa de engrenagem de redução possui um par de engrenagens a mais do que um desenrolamento sem caixa de engrenagem redução (sentido de rotação diferente), eles são conectados eletricamente de forma diferente. Com caixa da roda de mudança Fig. 21 ELO-RHS MRSBR Sem caixa da roda de mudança Fig. 22 ELO-RHS MRSBR Fig. 21 Fig. 22 1.48 Versão 1.01 02-2002 PT 3.2.1.3. O controle elétrico RS A B CD T_TRIAX DIG MCB PX-LO-SFTY DT-TH-M-ELO CB-TRIAX Fig. 23 PDAF 290VDC DT-WT BR-ELO CB M-ELO O sensor de tensão da urdidura (DTWT) A tensão da urdidura é medida continuamente pelo sensor de tensão da urdidura. Estão disponíveis dois tipos de sensores de tensão da urdidura, isto é: um sensor nos fios da urdidura (TSW : opcional) ou um sensor de tensão da urdidura que é incorporado ao suporte do rolo sensor (TSF:padrão). O sensor de tensão da urdidura converte a tensão da urdidura em uma corrente DC análoga que varia de acordo com a tensão da urdidura. Se não há fios no rolo sensor (TSF) ou nos eixos do sensor (TSW), um certo sinal estará presente na saída do sensor de tensão da urdidura (erro de offset). De maneira a calibrar o microprocessador com a tensão da urdidura real, deve ser executado o ajuste zero do sensor de tensão da urdidura, isto é, eliminar este erro de offset. Fig. 23 Fig. 24 PT Versão 1.01 02-2002 1.49 A placa MCB processa os sinais provenientes do sensor de tensão da urdidura. O sensor de tensão da urdidura é alimentado com 26VDCS. . Máquinas com rolos de urdidura esquerdo e direito são sempre equipadas com TSW. O motor de desenrolamento O motor de desenrolamento contém 8 pólos de estatores com uma bobina em cada pólo. Internamente no estator, as duas bobinas opostas são conectadas a cada vez em série, internamente no estator. Disso, pode-se deduzir que o motor é controlado com 4 bobinas duplas. A resistência de cada bobina dupla é de cerca de 2,3 Ohm. Estas bobinas são controladas por meio da placa T_TRIAX, que está localizada na caixa de controle TRIAX (CB-TRIAX). Como alimentação elétrica para o controle das fases de motor, é utilizada 290Vdc proveniente da placa PDAF. O controle da força é construído ao redor do driver de 4 estágios. Estes estágios do driver convertem os pulsos de controle provenientes da peça digital em uma voltagem cortada para as 4 fases do motor. A corrente nas diferentes fases do motor é medida continuamente por meio de sensores de corrente. Se um dos sensores detectar uma corrente errada, os estágios do driver serão desativados (Drive Disable 1) e a máquina irá parar com uma mensagem de erro no terminal. O angulômetro RS-ELO, que é preso no eixo do rotor, mede continuamente a posição do eixo do rotor. Estes sinais são processados na placa T_TRIAX e são utilizados para controlar o motor, entre outras coisas. A partir destes sinais, o microprocessador calcula a velocidade do motor. O motor de desenrolamento contém um freio normalmente fechado (BR-ELO) a fim de manter o rolo de urdidura em posição enquanto a rede é desligada, ou durante uma longa parada da máquina. Este freio é controlado a partir da placa T_TRIAX com uma voltagem de alimentação de 26VDC cortada. A resistência do freio é de cerca de 26 Ohm. O motor de desenrolamento contém um bimetal normalmente fechado (DT-TH-M-ELO) que se abre quando a temperatura aumenta demais (100�C). As proteções da tensão da urdidura De forma a proteger os fios da urdidura contra tensões muito alta ou muito baixa, são definidos limites de tensão dependendo do software. Estes limites são expressos em percentuais com relação à tensão exigida definida. A tensão da urdidura exigida e seus limites são ajustáveis através da página do terminal -P300-. De forma a detectar se o sensor de tensão da urdidura está conectado ou não, é utilizado um sinal ”DT-WT-CAL” (Detection WarpTensionsensor Calibration). Antes de cada movimento da máquina no qual é exigida uma ação de tensionamento dos fios da urdidura, este sinal é levemente aumentado (0 a 26Vdc). Neste caso, a corrente de saída do sensor deve aumentar com um certo valor (8 mA). Se este nível não corresponder ao nível esperado, o movimento será parado e a mensagem ”CHECK TSF” será exibida no Terminal. Máquinas equipadas com o sensor de tensão da urdidura de tipo TSW, são também equipadas com uma chave de proximidade, isto é: PX-LO-SFTY. Esta chave de proximidade oferece uma proteção adicional contra tensões do fio muito altas. O sinal proveniente desta chave de proximidade é processado na placa MCB. Esta chave de proximidade é alimentada com uma voltagem de alimentação de 26VDC. 1.50 Versão 1.01 02-2002 PT 3.2.2. O segundo desenrolamento (opcional) O segundo desenrolamento pode ser utilizado para o rolo de urdidura esquerdo (ELO-LHS) ou para o rolo fantasia (ELO-FA). O controle do segundo desenrolamento é análogo àquele para o desenrolamento direito. O controle do motor é executado pela placa TRAIX na caixa de controle (CB). Como a posição do motor de desenrolamento esquerdo é diferente da posição do motor de desenrolamento do rolo fantasia, a fiação é executada de forma diferente. Também são utilizados outros nomes. No caso de um segundo desenrolamento, haverá um sensor de tensão da urdidura adicional: • No caso de um rolo de urdidura esquerdo : sempre TSW (DT-WT-LHS); • No caso de um rolo fantasia : TSF ou TSW (DT-WT-FA). Princípio no caso de um desenrolamento esquerdo RS A B CD TRIAX DIG MCB PX-LO-SFTY DT-TH-M-ELO Fig. 25 PDAF 290VDC DT-WT-LHS BR-ELO CB M-ELO-LHS