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Materiais empregados para 
instalação de água fria e esgoto
Apresentação
Dentro da área denominada “hidráulica” de uma edificação, a tecnologia disponível tem evoluído 
consideravelmente nos últimos anos. Visando a alcançar maior eficiência e eficácia, os projetistas e 
construtores têm buscado soluções cada vez mais inovadoras nesse campo. Logo, isso contribui 
para a conscientização dos profissionais sobre a necessidade de especificações cada vez mais 
precisas e rigorosas dos materiais hidráulicos, visando a atingir maior durabilidade e redução de 
custos. Compatibilizar os resultados obtidos na etapa de dimensionamento das instalações 
hidrossanitárias com os materiais disponíveis no mercado, e com aqueles ainda em 
desenvolvimento, é parte essencial para o bom atendimento aos futuros usuários dessas 
edificações. Portanto, o estudo detalhado do comportamento desses materiais deve ser realizado 
previamente à sua especificação e à sua instalação, o que torna essa etapa desafiadora.
Nesta Unidade de Aprendizagem, você aprenderá sobre os principais materiais disponíveis para 
utilização em instalações prediais de água fria e esgoto sanitário, entendendo suas diferenças e 
características técnicas, buscando subsidiar tecnicamente essas escolhas. Verá também as 
principais normas técnicas brasileiras e suas diretrizes que auxiliam na correta especificação dos 
materiais empregados.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar os materiais empregados em instalações de água fria.•
Descrever os materiais empregados em instalações de esgoto.•
Listar as principais normas de água fria e esgoto.•
Desafio
A questão de água fria e esgoto envolve saneamento básico. No Brasil, apenas 50% da população 
tem acesso a água e esgoto, o que gera um problema grave de saúde pública. As regiões mais 
afetadas do País são Norte e Nordeste.
Considere a situação a seguir:
Com base na situação exposta, responda as seguintes questões relacionadas ao projeto:
a) Que tipo de conexão você solicitaria para a execução do trabalho: colada ou com anel de 
borracha? Justifique sua resposta.
b) Há um procedimento para essa instalação? Cite as etapas, como, por exemplo, remoção de 
rebarba na extremidade do cano após o corte para evitar danos ao anel.
c) O cano deve ser lixado? Por quê?
Infográfico
Os materiais empregados para instalação de água fria e esgoto evoluíram muito nos últimos anos, 
se tornando mais leves e mais resistentes à corrosão, por exemplo. Novas tecnologias de junção 
tiveram de ser desenvolvidas, como, por exemplo, a soldagem de topo por meio de resistência 
elétrica in loco para grandes tubulações de longas redes de distribuição.
No Infográfico a seguir, você verá os materiais utilizados na execução de uma tubulação de 
alimentação da rua de água fria, no relógio, e já em um local interno à edificação. Assim, o processo 
todo fica bem esclarecido.
Aponte a câmera para o 
código e acesse o link do 
conteúdo ou clique no 
código para acessar.
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/d646c0fe-ce40-43ef-b05a-616d13dd7763/a2d0518f-d543-471c-95a7-8ca571144efe.jpg
Conteúdo do livro
Após a etapa de dimensionamento de tubulações, conexões e equipamentos, deve-se efetuar a 
escolha dos materiais adequados para atender às especificações projetadas. Assim, é importante ter 
o conhecimento dos materiais disponíveis a serem empregados, bem como do seu comportamento 
diante das mais diversas solicitações necessárias durante a sua utilização, como temperatura, 
pressão, escoamento dos fluidos, etc. Portanto, entender as possibilidades de compatibilização 
desses fatores é fundamental para o bom funcionamento das instalações hidrossanitárias.
No capítulo Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto, da obra Projeto de 
instalações hidrossanitárias, você verá aspectos sobre os materiais para instalações de água fria e 
esgoto, bem como os tipos de tubulações e conexões que podem ser utilizadas conforme cada 
situação projetada, evitando possíveis erros futuros.
Boa leitura.
PROJETO DE 
INSTALAÇÕES 
HIDROSSANITÁRIAS 
Delmonte Friedrich
Materiais empregados 
para instalação de 
água fria e esgoto
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
  Identificar os materiais empregados em instalações de água fria.
  Descrever os materiais empregados em instalações de esgoto.
  Listar as principais normas de água fria e esgoto.
Introdução
Para que o dimensionamento efetuado para as instalações hidrossanitá-
rias funcione corretamente, deve-se executar instalações com materiais 
apropriados, que atendam aos requisitos técnicos mínimos. Atualmente, 
existem diversos tipos de materiais disponíveis no mercado para utilização 
em tubos, conexões e demais equipamentos necessários para as instala-
ções de água fria e esgoto. De acordo com a ação de cada variável a que 
os materiais são submetidos, como temperatura, pressão e velocidade de 
escoamento da água, estes apresentam comportamentos diferenciados. 
Assim, cabe ao projetista de instalações hidrossanitárias especificar corre-
tamente os materiais que devem ser empregados conforme cada situação.
Neste capítulo, você estudará sobre os critérios e padrões mínimos 
utilizados para a escolha dos materiais utilizados em tubulações, peças e 
demais equipamentos, tanto para água fria como para esgoto sanitário. 
Além disso, conhecerá algumas especificações que auxiliarão na descrição 
dos materiais em projetos, sempre utilizando como referência os padrões 
estabelecidos nas normas técnicas brasileiras, como a NBR 5626:1998, NBR 
8160:1999, NBR 5645:1990, entre outras.
Materiais empregados em instalações de água fria
Água potável e esgoto são requisitos fundamentais para o avanço do saneamento 
básico no Brasil. No entanto, pouco mais da metade de nossa população tem 
acesso a esses recursos. É necessário avançar, e a engenharia está dando sua 
contribuição por meio de novas tecnologias, desenvolvendo materiais mais 
duráveis e técnicas mais simples de execução de infraestrutura básica de água 
e esgoto. Por exemplo, atualmente, além dos tubos de aço carbono galvanizado 
e de cobre, existem os tubos de PVC, CPVC, PEX e PPR, materiais estes que 
possuem uma extensa linha de conexões disponíveis no mercado, encontradas 
facilmente em casas de materiais de construção, o que facilita licitações, devido 
ao fato de existir um maior número de fornecedores.
Até cerca de duas décadas atrás, os encanadores muitas vezes uniam tubos 
de cobre por meio de conexões de ferro galvanizado, formando uma pilha 
galvânica, com consequente corrosão da tubulação de água fria, o que reduzia 
a vida útil da infraestrutura hidráulica. Isso não acontece com as tubulações 
de PVC e afins. Concomitantemente, a forma de junção entre tubos e conexões 
também evoluiu muito, de modo a facilitar a montagem e ajudar na produti-
vidade dos serviços hidrossanitários.
Todos os detalhes dos materiais a serem utilizados na execução de água 
fria e esgoto devem estar detalhados no memorial descritivo do projeto, a ser 
elaborado por um engenheiro. Isso é muito importante, uma vez que não são 
somente as tubulações e conexões que compõem os materiais a serem utilizados 
na execução dessas redes, sendo necessários também outros materiais, como 
adesivos plásticos ou colas, lubrificantes, anéis de vedação, entre outros.
Assim como os demais procedimentos em instalações hidrossanitárias, 
recomenda-se seguir as diretrizes contidas nas normas técnicas vigentes. Nesse 
sentido, a NBR 5626:1998 cita que os materiais especificados para compor as 
instalações prediais de água fria podem ser de diversos tipos, desde que sigam 
alguns critérios e recomendações mínimas para o seu bom funcionamento, 
como os listados a seguir (ABNT, 1998):
  durante o escoamento da água no interior de tubulações, conexões e 
equipamentos, os materiais deverãomanter a potabilidade da água, 
evitando eventuais contaminações no contato entre o fluido e o material;
  devem garantir o fornecimento contínuo de água, conforme quantidades, 
pressões e velocidades calculadas em projeto, buscando o funciona-
mento adequado de aparelhos sanitários, peças de utilização e demais 
componentes hidrossanitários;
Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto2
  devem contribuir para a economia de água e de energia, proporcionando 
manutenções fáceis e de baixo custo ao longo de sua vida útil;
  devem apresentar bom desempenho técnico, compatível com os pa-
râmetros definidos em projeto, devido às solicitações às quais serão 
submetidos quando em uso.
Os materiais do tipo soldáveis não precisam de ferramentas e equipamentos 
específicos para o seu manuseio, e suas juntas são soldadas a frio por meio de 
adesivo próprio. Possuem diversas vantagens, visto que são materiais leves, 
resistentes à produtos químicos e têm excelente durabilidade, não sofrendo 
processos corrosivos. Suas características técnicas estão listadas a seguir 
(TIGRE, 2013).
  Cor: marrom.
  Temperatura máxima de trabalho: 20 ºC.
  Diâmetros: 20, 25, 32, 40, 50, 60, 75, 85 e 110.
  Pressão de serviço a 20 ºC.
  Tubulação: 75 m.c.a.
  Conexões (20utilizados nas instalações prediais 
de esgoto sanitário devem ser especifi cados de acordo com o tipo de esgoto 
que será conduzido, bem como dependem, ainda, de outras variáveis, como 
Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto8
temperatura, efeitos químicos e físicos e dos esforços mecânicos atuantes 
sobre as instalações (ABNT, 1999c).
Em princípio, materiais ou componentes que ainda não estejam norma-
lizados no Brasil não podem ser utilizados nos sistemas prediais de esgoto 
sanitário, porém, caso os materiais atendam às normas dos seus países de 
origem, estes poderão ser empregados (ABNT, 1999c).
PVC rígido
Os materiais mais utilizados são as tubulações e conexões em PVC rígido série 
normal (Figura 4), que possuem as seguintes características (TIGRE, 2013).
  Cor: branca.
  Comprimento dos tubos: 3,0 e 6,0 m tipo ponta e bolsa.
  Juntas: sistema soldável (com adesivo plástico) ou elástico (com anel 
de borracha).
  Diâmetros: DN 40, DN 50, DN 75, DN 100, DN 150, DN 200.
  Temperatura máxima de trabalho: 45 ºC em regime não contínuo.
  Superfície interna lisa.
Figura 4. Tubulação em PVC rígido para esgoto sanitário.
Fonte: Goto (2017, p. 168).
Quando os trechos de tubulações precisarem de maior resistência a im-
pactos internos e externos, como em tubos de queda, subcoletores ou ramais 
de despejo de máquinas de lavar louças residenciais, pode-se utilizar tubos 
e conexões de PVC rígido série reforçada (com maior espessura da parede), 
que possuem as seguintes características (TIGRE, 2013).
9Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto
  Cor: bege pérola.
  Comprimento dos tubos: 3,0 e 6,0 m tipo ponta e bolsa.
  Juntas: sistema soldável (com adesivo plástico) ou elástico (com anel 
de borracha).
  Diâmetros: DN 40, DN 50, DN 75, DN 100, DN 150.
  Temperatura máxima de trabalho: 75 ºC em regime não contínuo.
  Superfície interna lisa.
As principais peças e conexões em PVC rígido são apresentadas no Quadro 3, 
a seguir.
Fonte: Adaptado de Goto (2017).
Curva 45º Curva 90º Joelho 45º Joelho 90º
Tê Luva de correr Curva 45º longa
Bucha de 
redução longa
Cap
Joelho 90º 
com visita
Junção simples Junção dupla
Tê de inspeção
Terminal de 
ventilação
Redução 
excêntrica
Anel de vedação
Quadro 3. Principais peças e conexões de PVC rígido
Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto10
De forma geral, para a utilização desse material, a NBR 8160 recomenda 
os seguintes requisitos básicos (ABNT, 1999c):
  tubos e conexões devem ser protegidos contra choques e esforços de 
compressão;
  o material não deve ser exposto a temperaturas fora da recomendação 
do fabricante.
A instalação dos tubos de PVC para esgoto utilizando anel de vedação é 
uma tarefa fácil, porém apenas se forem seguidas algumas orientações básicas, 
como as listadas a seguir.
  Após o corte do cano, é necessário limar suas extremidades para re-
moção de rebarba, caso contrário, o cano trava no anel de vedação de 
borracha, podendo, inclusive, cortar o anel, danificando-o.
  Após feita a rebarbação com o auxílio de uma lima, é importante passar 
uma lixa fina, para deixar o cano menos áspero.
  Então, deve-se aplicar vaselina sólida no anel já instalado na cavidade 
da conexão, bem como no próprio cano. Para isso, é importante manter 
o cano alinhado com o eixo axial da conexão. E assim sucessivamente, 
até concluir a instalação.
Cerâmica vidrada
Em casos especiais, outros materiais podem ser utilizados, como, por exemplo, a 
cerâmica vidrada, que deve atender aos requisitos da NBR 5645: Tubo cerâmico 
para canalizações (ABNT, 1990). É importante destacar que esse tipo de material 
não pode ser exposto a choques e perfurações, nem deve estar em terrenos onde há 
probabilidade de ocorrência de recalques. A NBR 8160 ainda cita que esse material 
não pode ser utilizado em instalações aparentes ou embutidas (ABNT, 1999c).
Ferro fundido
Outro material que pode ser citado é o ferro fundido, empregado em casos 
especiais. A NBR 8160:1999 cita apenas que esse material deve apresentar 
revestimento adequado para o escoamento dos efl uentes gerados. Assim, 
fabricantes de revestimentos oferecem alternativas, como os materiais betu-
minosos, tintas asfálticas, tintas à base de borracha clorada e tintas à base de 
resinas epóxicas, para minimizar essa questão (MACINTYRE, 2018).
11Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto
As tubulações em ferro dúctil apresentam boa resistência à corrosão e à 
tração — de cerca de 40 kgf/mm² —, levando o ferro dúctil a ser especificado em 
instalações com líquidos sob pressão, em projetos de irrigação, em estações de 
bombeamento e em redes distribuidoras de água potável (MACINTYRE, 2018).
Além disso, o ferro fundido é um material que pode ser enterrado, desde que 
devidamente protegido. Em geral, deve apresentar as seguintes características 
(MACINTYRE, 2018):
  alta resistência contra choques;
  alta resistência a produtos químicos;
  baixo nível de ruído na condução dos esgotos;
  ser incombustível;
  ter alta durabilidade.
Manutenção dos materiais
Quanto a manutenções preventivas, a NBR 8160 descreve alguns procedi-
mentos e cuidados que devem ser tomados nos sistemas prediais de esgoto 
(ABNT, 1999c).
Para as tubulações de ferro fundido ou aço carbono, deve-se tomar cuidado 
especial com os processos corrosivos no seu interior, principalmente na região 
das juntas e dos desvios. Desse modo, essas regiões devem ser protegidas 
com material resistente ou inibidor de corrosão. A Figura 5, a seguir, ilustra o 
preenchimento de uma bolsa de tubo de ferro fundido com chumbo derretido 
(MACINTYRE, 2018).
Figura 5. Detalhe do enchimento de bolsa de tubo de ferro fundido com chumbo derretido.
Fonte: Adaptada de Macintyre (2018).
Barro
Chumbo
Corda alcatroada
Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto12
Quanto às tampas e aos dispositivos de acesso, recomenda-se a avaliação 
periódica das peças e dos componentes de vedação e, quando necessário, a 
efetuação da troca antes do fechamento das tampas, a fim de evitar incômodos 
em caso de manutenção corretiva.
No caso de descarte de produtos químicos no interior das tubulações, estes 
devem ser previamente analisados, para evitar que ocorram reações químicas 
nocivas à tubulação. Para o desentupimento de tubulações, deve-se tomar 
cuidado com os procedimentos que utilizam ar ou água à pressão elevada, 
pois podem danificar as instalações. No caso de métodos que empregam 
equipamentos mecanizados, somente pessoal treinado e habilitado deve exe-
cutar tal atividade, identificando previamente a tipo de tubulação e utilizando 
ferramentas compatíveis com os materiais existentes.
Você sabia que existem tubos de esgoto que podem ser fabricados a partir de gar-
rafas PET? O PET (polietileno tereftalato) é um material leve, resistente e de baixo 
custo, composto de uma resina plástica e um tipo de poliéster, produzido a partir de 
processos petroquímicos. Conforme pesquisas desenvolvidas, o tubo PET apresenta 
bons resultados de resistência ao impacto em relação ao PVC rígido. Todavia, a sua 
principal característica é a sua leveza em relação aos demais materiais, inclusive o PVC. 
Quanto à sua instalação, a união de tubos e conexões é feita da mesma forma que no 
sistema de PVC tradicional. As economias com a utilização do PET podem chegar a 
20% em relação ao PVC rígido convencional (GOTO, 2017).
Principais normas de água fria e esgoto
Instalações de água fria
Conforme a NBR 5626, os materiais nela apresentados não constituem uma 
lista única, visto que outros materiais não relacionados no momento da pu-
blicação da norma podem ser empregados, desde que atendam aos requisitos 
e princípios que a norteiam (ABNT, 1998).
Assim, pode-se citar a NBR 5648 Sistemas prediais de água fria — Tubos 
e conexões de PVC 6,3, PN 750 kPa, com junta soldável — Requisitos, a qual 
estabelece as condições exigíveis para tubos e conexõesde PVC 6,3 com 
juntas soldáveis a serem empregados na execução de sistemas prediais de água 
13Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto
fria, os quais devem contem pressão de serviço de 750 kPa à temperatura de 
20 °C, sendo 500 kPa de pressão estática disponível máxima e 250 kPa de 
sobre pressão máxima (ABNT, 1999a).
Essa norma se aplica aos tubos de PVC 6,3 fabricados por processo de extru-
são com ponta e com bolsa lisa, às conexões de PVC 6,3 fabricadas por processo 
de injeção com pontas e/ou bolsas lisas e às conexões de PVC 6,3 fabricadas por 
processo de injeção para transição do sistema soldável para roscável, podendo ser 
dotadas ou não de buchas roscadas de bronze ou de latão. A norma estabelece, 
ainda, que os tubos, as conexões e as juntas devem ser empregados na condução 
de água sob pressão para temperaturas de até 45 °C, para uso geral e para o 
suprimento de água potável (ABNT, 1999a). O Quadro 4, a seguir, apresenta as 
dimensões que devem ser utilizadas na fabricação desses tubos.
Fonte: Adaptado de ABNT (1999a).
Diâmetro 
nominal 
(DN)
Diâmetro 
externo 
(DE)
Diâmetro externo 
médio (mm)
Espessura da 
parede (mm)
dem Tolerância e Tolerância
15 20 20,0 +0,2 1,5 +0,3
20 25 25,0 1,7
25 32 32,0 2,1 +0,4
32 40 40,0 2,4
40 50 50,0 3,0
50 60 60,0 3,3 +0,5
65 75 75,0 +0,3 4,2 +0,6
75 85 85,0 4,7
100 110 110,0 6,1 +0,8
Quadro 4. Dimensões dos tubos de PVC 6,3, PN 750 kPa
Similar à NBR 5648, tem-se a NBR 5680, que padroniza diâmetros exter-
nos, comprimentos e respectivas tolerâncias, estabelecendo séries de tubos 
de PVC rígido, de secção circular e fabricados por extrusão, que devem ser 
obedecidas em todas as normas (ABNT, 1977).
Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto14
Em relação à execução de tubulações de PVC rígido, pode-se citar a NBR 
7372: Execução de tubulações de pressão — PVC rígido com junta soldada, 
rosqueada ou com anéis de borracha. Essa norma fixa as condições gerais que 
devem ser obedecidas no projeto e na execução de obras em que se utilizam 
tubos de PVC rígido com juntas soldadas, rosqueadas ou com anéis de borracha, 
destinados ao transporte de água potável (ABNT, 1982).
Quanto aos projetos, a NBR 7372 cita que as obras a serem executadas 
com tubos de PVC rígido, total ou parcialmente, devem obedecer aos itens 
estabelecidos, como cálculos hidráulicos, desenhos e memorial justificativo, 
os quais somente podem ser assinados por engenheiro legalmente habilitado. A 
escolha das classes dos tubos deve ser feita levando-se em consideração a tem-
peratura dos tubos e a ação simultânea das solicitações máximas decorrentes 
de pressão interna, compressão diametral e flexão longitudinal (ABNT, 1982).
De forma geral, pode-se citar outras normas relacionadas às instalações de 
água que podem contribuir para o desenvolvimento das atividades correlatas:
  NBR 15705:2009: Instalações hidráulicas prediais — Registro de ga-
veta — Requisitos e métodos de ensaio.
  NBR 14534:2015 : Torneira de boia para reservatórios prediais de água 
potável – Requisitos e métodos de ensaio.
  NBR 10281:2015: Torneiras – Requisitos e método de ensaio.
  NBR 10925:2016: Cavalete de PVC DN 20 para ramais prediais.
  NBR 11304:1990: Cavalete de polipropileno DN 20 para ramais pre-
diais — Especificação.
  NBR 15939:2011: Sistemas de tubulações plásticas para instalações 
prediais de água quente e fria — Polietileno reticulado (PE-X) — Partes 
1, 2 e 3.
Instalações de esgoto
Em relação às instalações de esgoto, conforme citado anteriormente, a NBR 
8160 estabelece que os materiais a serem empregados nos sistemas prediais de 
esgoto sanitário devem ser especifi cados de acordo com o tipo de esgoto a ser 
conduzido, da sua temperatura, dos efeitos químicos e físicos e dos esforços 
ou solicitações mecânicas a que possam ser submetidas as instalações. Esta 
norma ainda cita que não devem ser utilizados nos sistemas prediais de esgoto 
sanitário materiais ou componentes não constantes na normatização brasileira, 
exceto aqueles que atendam às normas do país de origem (ABNT, 1999c).
15Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto
Em relação aos tubos e conexões de PVC, pode-se citar a NBR 5688 Siste-
mas prediais de água pluvial, esgoto sanitário e ventilação — Tubos e conexões 
de PVC, tipo DN – Requisitos, a qual estabelece as condições exigíveis para 
tubos e conexões de PVC série normal, com juntas soldáveis ou soldáveis/
elásticas, a serem empregados em sistemas prediais de esgoto sanitário e 
ventilação, que funcionam pela ação da gravidade, com vazão livre e classe 
de temperatura de 45 °C (ABNT, 1999b). Essa mesma norma também estabe-
lece as condições exigíveis para os tubos e conexões de PVC série reforçada, 
com juntas soldáveis/elásticas, a serem empregados em sistemas prediais de 
água pluvial (AP) e esgoto sanitário e ventilação, com vazão livre e classe de 
temperatura de 75 °C (ABNT, 1999b).
A NBR 5688 estabelece que o composto de PVC empregado na fabricação 
dos tubos e/ou conexões tipo DN série normal deve ser de cor branca, e o com-
posto empregado na fabricação dos tubos e conexões tipo DN série reforçada 
deve ser cinza-claro, permitindo-se nuanças devidas às diferenças naturais 
de cor das matérias-primas. O Quadro 5, a seguir, especifica as dimensões 
de fabricação utilizadas.
Fonte: Adaptado de ABNT (1999b).
Diâmetro 
nominal 
(DN)
Diâmetro externo 
médio (mm)
Espessura da parede 
e tolerância (mm)
Série 
normal SN
Série 
reforçada 
SR
dem Tolerância e e
40 40,0 +0,2 1,2+0,3 1,8+0,3
50 50,7 +0,3 1,6+0,3 1,8+0,3
75 75,5 +0,4 1,7+0,4 2,0+0,3
100 101,6 +0,4 1,8+0,4 2,50,4
150 150,0 +0,4 2,5+0,4 3,6+0,5
200 200,0 +0,4 — 4,5+0,6
Quadro 5. Dimensões dos tubos tipo DN série normal para esgoto sanitário e ventilação
Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto16
Os tubos devem ser fabricados com comprimento total de 3,0 m ou 6,0 m, com 
tolerância de +1,0% e –0,5%, exceto em casos de acordo prévio entre fabricante 
e usuário, em que os tubos podem ser fornecidos com comprimentos diferentes. 
Cada tubo deve ter cor uniforme e ser livre de corpos estranhos, bolhas, rachaduras 
ou outros defeitos visuais que indiquem descontinuidade do material e/ou do 
processo de extrusão. Os tubos tipo DN série normal e série reforçada devem ser 
fabricados com pontas lisas ou ponta e bolsa, conforme estabelecido no Quadro 6:
Fonte: Adaptado de ABNT (1999b).
Diâmetro 
nominal 
(DN)
Série normal Série reforçada
Bolsa 
soldável
Bolsa dupla 
atuação
Bolsa 
soldável
Bolsa dupla 
atuação
40 • • • •
50 — • — •
75 — • — •
100 — • — •
150 • • — •
200 — — — •
Quadro 6. Tipos de bolsas
As bolsas dos tubos devem ter profundidade mínima de encaixe, conforme 
indicado na Figura 6 e no Quadro 7.
Figura 6. a) Bolsa soldável (à esquerda); b) bolsa tipo dupla ação (à direita).
Fonte: Adaptada de ABNT (1999b).
17Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto
Fonte: Adaptado de ABNT (1999b).
Diâmetro 
nominal (DN)
Profundidade minima das bolsas (Pb) mm
Série normal Série reforçada
40 18 (33)* 18 (33)*
50 39 39
75 44 44
100 50 50
150 60 60
200 — 72
*A medida entre parênteses é válida para bolsas tipo dupla atuação.
Quadro 7. Profundidade mínima das bolsas
De forma geral, pode-se citar outras normas relacionadas às instalações de 
esgoto sanitário que podem contribuir para o desenvolvimento das atividades 
correlatas:
  NM 82:1996: Tubos e conexões de PVC — Determinação da temperatura 
de amolecimento “Vicat”.
  NM 83:1996: Tubos e conexões de PVC — Determinação da densidade.
  NM 84:1996: Tubos e conexões de PVC — Determinação do teor de 
cinzas.
  NM 85:1996: Tubos de PVC — Verificação dimensional.
  NBR 5683:1999: Tubos de PVC — Verificação da resistência à pressão 
hidrostática interna.
  NBR 5685:1999: Tubos e conexões de PVC para instalações hidráulicas 
prediais de esgoto sanitário — Verificação do desempenho da junta 
de duplaatuação.
  NBR 5687:1999: Tubos de PVC — Verificação da estabilidade 
dimensional.
  NBR 6483:1999: Conexões de PVC — Verificação do comportamento 
ao achatamento.
  NBR 6493:1994: Emprego de cores para identificação de tubulações 
— Procedimento.
Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto18
  NBR 7231:1999: Conexões de PVC — Verificação do comportamento 
ao calor.
  NBR 7362-1:2005: Sistemas enterrados para condução de esgoto —
Parte 1: Requisitos para tubos de PVC com junta elástica.
  NBR 8161: 1983: Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e 
ventilação — Formatos e dimensões.
  NBR 9051:1985: Anel de borracha para tubulações de PVC rígido de 
coletores de esgoto sanitário — Especificação.
  NBR 9053:1999: Tubos de PVC — Determinação da classe de rigidez.
  NBR 14262:1999: Tubos de PVC — Verificação da resistência ao 
impacto.
  NBR 14263:1999: Tubos e conexões de PVC — Verificação do com-
portamento ao escoamento cíclico de água em temperatura elevada.
  NBR 14264:1999: Conexões de PVC — Verificação dimensional.
Para ter acesso às normas técnicas brasileiras referentes às instalações hidrossanitárias, 
consulte o site da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), disponível no link 
a seguir.
https://qrgo.page.link/1L5R2
Conhecer os materiais que podem ser empregados nas instalações de esgoto sanitário 
é fundamental para a sua adequada especificação. Sendo assim, imagine uma situação 
em que você precisa especificar a tubulação e suas respectivas conexões para um 
sistema de esgoto industrial que precisa conduzir seus efluentes à uma temperatura 
de 55 ºC. Qual material você especificaria em seu projeto?
Como você viu, as tubulações de esgoto sanitário podem ser produzidas com 
materiais de série tipo normal ou reforçada. O primeiro pode conduzir efluentes a uma 
temperatura de até 45 ºC em regime não contínuo, ao passo que o segundo pode 
conduzir efluentes a uma temperatura de até 75 ºC, também em regime não contínuo. 
Assim, o correto seria especificar tubulações em PVC rígido da série reforçada, evitando 
manifestações patológicas futuras nessas instalações.
19Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto
ABNT. NBR 5626: instalação predial de água fria. Rio de Janeiro: ABNT, 1998.
ABNT. NBR 5648: sistemas prediais de água fria – tubos e conexões de PVC 6,3, PN 750 
kPa, com junta soldável - requisitos. Rio de Janeiro: ABNT, 1999a.
ABNT. NBR 5680: dimensões de tubos de PVC rígido. Rio de Janeiro: ABNT, 1977.
ABNT. NBR 5688: sistemas prediais de água pluvial, esgoto sanitário e ventilação - Tubos 
e conexões de PVC, tipo DN - Requisitos. Rio de Janeiro: ABNT, 1999b.
ABNT. NBR 7372: execução de tubulações de pressão - PVC rígido com junta soldada, 
rosqueada, ou com anéis de borracha. Rio de Janeiro: ABNT, 1982.
ABNT. NBR 8160: sistemas prediais de esgoto sanitário – projeto e execução. Rio de 
Janeiro: ABNT, 1999c.
ASFAMAS. Manual técnico de instalação, uso e manutenção de tubos e conexões de PVC 
para sistemas hidráulicos prediais. São Paulo: ASFAMAS, 2016. Disponível em: http://pbqp-
-h.cidades.gov.br/download.php?doc=9727d7f7-61ff-4d27-9395-476c1bba54ce&ext=.
pdf&cd=4085. Acesso em: 28 set. 2019.
GOTO, H. Instalações hidrossanitárias. Brasília: NT Editora, 2017.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas prediais e industriais. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC., 
2018.
TIGRE. Manual técnico Tigre: orientações técnicas sobre instalações hidráulicas prediais. 
5. edição. Joinville: TIGRE S. A., 2013.
Materiais empregados para instalação de água fria e esgoto20
Dica do professor
Em algumas situações, ruídos em tubulações hidráulicas podem ocorrer, configurando um problema 
que pode atingir os mais diferentes tipos de edificações. Esse fenômeno tem origem na circulação 
de fluidos no interior dos canos, que provoca a vibração dos materiais, transmitindo para os 
elementos construtivos utilizados como fixação para o sistema hidráulico. Isso pode ocorrer tanto 
em materiais hidráulicos de edificações antigas, como em materiais de edificações novas.
Nesta Dica do Professor, você verá algumas causas desses ruídos.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/bd07caee19a9536756d544492d349c4e
Exercícios
1) Os materiais utilizados em tubulação de água fria têm evoluído muito nos últimos anos, 
acompanhando a evolução tecnológica da Ciência dos Materiais. Os canos de água fria 
HDPE - polietileno - apresentam vantagens significativas. Assinale a alternativa que contém 
uma delas:
A) são rígidos e, por isso, suportam grandes cargas, podendo ser usados com pouca espessura de 
parede.
B) Podem ser pintados na cor desejada, o que reduz o custo na hora da marcação na obra.
C) São mais leves do que as tubulações metálicas e flexíveis, além de terem uma vida útil 
superior quanto à resistência à oxidação.
D) Elevada ductilidade e capacidade de serem soldados apenas por fricção, o que aumenta a 
resistência mecânica da junta.
E) São de cor marrom, sendo utilizados para esgoto, a temperaturas de até 20oC e escoamento 
de 75m.c.a.
2) A rede de esgoto se divide em primário e secundário. A rede primária é aquela que fica em 
contato com os gases que vêm da rede externa. Durante a execução das instalações 
externas e enterradas de esgoto sanitário primário de uma residência, você deverá 
especificar a tubulação que deverá ser instalada do vaso sanitário até o sistema de coleta 
público de esgotos. Sobre essa tubulação, assinale a alternativa correta:
A) Deverá ser adotada uma tubulação de PVC rígido da série reforçada com DN mínimo de 
100mm.
B) Deverá ser adotada uma tubulação de cerâmica rígida da série normal com DN máximo de 
75mm.
C) Deverá ser adotada uma tubulação de PVC rígido da série reforçada com DN máximo de 
40mm.
D) Deverá ser adotada uma tubulação de PVC rígido da série normal com DN máximo de 40mm.
E) Deverá ser adotada uma tubulação de PVC rígido da série normal com DN máximo de 
220mm.
3) A instalação de água fria utilizando cano de PVC rígido da cor marrom exige uma série de 
cuidados, como, por exemplo, a questão da limpeza e da eliminação de sujeira em seu 
interior. Caso isso não seja feito, pode obstruir toda a rede quando ela for ligada à rede da 
rua. Nesse sentido, uma evolução tecnológica que facilita o manuseio de tubos e conexões 
na hora da montagem é:
A) o emprego de adesivo PVC de secagem rápida.
B) a utilização de anéis de vedação de borracha, o que facilita a execução.
C) a utilização de engate rápido superfície sobre superfície, eliminando anéis de vedação.
D) a utilização de conexão vedada com gaxeta, que pode ser regulada posteriormente.
E) o sistema de encaixe de topo, que dispensa acessórios de união entre canos, realizado por 
fricção.
4) Em terminais de pias e acessórios embutidos na parede, onde são rosqueadas mangueiras e 
conexões, é indicada a aplicação de joelhos reforçados, em que a rosca é metálica, embutida 
sob pressão no PVC. A identificação dessa conexão é por um anel azul em sua face. Em 
relação ao joelho convencional, que é todo em PVC, a vantagem é:
A) estética, uma vez que a face do joelho proporciona um acabamento rente ao azulejo superior 
à comum.
B) econômica pois elimina uma série de outros componentes e conexões.
C) o sistema de engate rapido por meio de utilização de anel de vedação junto à rosca.
D) o fato de que, com o joelho reforçado, o risco de acontecer trinca resultante de aperto é 
menor.
E) que fica exposta, eliminando o encaixe na alvenaria, diferentemente das comuns.
O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat - PBQP-H tem como uma 
de suas atribuições qualificar fornecedores de materiais para a construção civil, incluindo 
fabricantes de tubos e conexões de água fria e esgoto, tendo como diretrizes as Normas 
Técnicas Brasileiras (ABNT), especificamente a ABNT NBR 5626 parainstalação predial de 
5) 
água fria e a ABNT NBR 8160 para sistemas prediais de esgoto sanitário. Nesse sentido, 
quanto à bitola de tubos e conexões para água fria e esgoto, é correto afirmar que:
A) cada fabricante segue sua padronização, o que evita o encaixe de seus tubos e conexões com 
as de outros fabricantes.
B) há uma combinação entre fabricantes parceiros, que comunicam o PBQP-H de suas parcerias 
e, então, fabricam peças com especificações dimensionais diferenciadas da concorrência.
C) tubos e conexões são produzidos com diâmetros e tolerâncias conforme as Normas, com 
definição de espessura de parede, o que permite que sejam encaixados independentemente 
de fabricante.
D) As normas citadas atendem especificamente à questão das cores dos tubos, de acordo com a 
aplicação.
E) Em função das normas citadas, o construtor pode importar tubos de conexões de países que 
atendam às normas ISO e DIN.
Na prática
Pesquisa, inovação e tecnologia estão presentes no ramo da construção civil. O objetivo é 
aumentar a produtividade, a segurança e a durabilidade dos materiais empregados nas construções. 
Nesse contexto, novos materiais têm sido desenvolvidos para a execução de água fria e esgoto em 
edificações. Podem-se citar como exemplos os tubos e as conexões de PEX - polietileno reticulado, 
PVC, CPV e PPR.
Em Na Prática, você entenderá por que as tubulações de ferro para condução de água fria são 
desfavoráveis quando comparadas com tubos produzidos a partir de polímeros.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para 
acessar.
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/eb33be87-9090-4d3a-b998-fc36771261cb/c71044bf-4df4-4a3a-924e-4fe195127c56.jpg
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Materiais de tubulações utilizadas em sistemas de coleta e 
transporte de esgotos sanitários. Estudo de caso da área norte 
de São Paulo.
Veja, nesta tese, os principais materiais utilizados nas tubulações de esgoto, bem como suas 
características e principais fabricantes.
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PVC x CPVC: saiba quais são as diferenças entre esses dois 
tipos de tubo
Este artigo apresenta as principais diferenças entre o PVC (policloreto de vinila) e o CPVC 
(policloreto de vinila clorado), com base no conhecimento das características dos fluidos 
conduzidos, como temperatura e pressão no interior da tubulação. Essa comparação tem como 
objetivo subsidiar a melhor tomada de decisão na etapa de especificação dos materiais para 
instalações hidrossanitárias.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3147/tde-08122006-153912/publico/materiaistubosfinalrev.pdf
https://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/pvc-x-cpvc-saiba-quais-sao-as-diferencas-entre-esses-dois-tipos-de-tubo_17871_10_0

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