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www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 1 PROFESSORA KELLY COELHO Exame Citopatológico 1. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Ao orientar uma paciente sobre a importância do Preventivo de Câncer de Colo de Útero (PCCU) o profissional de enfermagem enfatizou que, conforme orientações do Ministério da Saúde, este exame deve ser realizado por todas as mulheres com vida sexual ativa que tenham de: a) 15 a 35 anos. b) 20 a 49 anos. c) 21 a 50 anos. d) 25 a 64 anos. e) 35 a 69 anos. 2. (ALETO/FGV/2024) O método de rastreamento do câncer do colo do útero (exame de Papanicolau) deve ser oferecido às mulheres ou qualquer pessoa com colo do útero que já teve atividade sexual e encontra-se na faixa etária de a)18 a 45 anos. b) 20 a 50 anos. c) 25 a 64 anos. d) 30 a 66 anos. e) 35 a 64 anos. Saúde da Mulher - FGV Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 2 3. (Câmara Municipal de Aracaju/SE/FGV/2021) Sobre o exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolau), é correto afirmar que: a) gestantes não devem realizar o exame. b) deve ser iniciado a partir dos 20 anos de idade. c) o exame preventivo é uma forma de prevenção secundária. d) mulheres na pós-menopausa apresentam alto risco para desenvolvimento de câncer. e) mulheres > 64 anos devem ser dispensadas do exame, mesmo que nunca tenham realizado. Coleta do Material para o Exame Citopatológico (BRASIL, 2013a, 2016) Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 3 Veja, nas imagens abaixo, como é feita a fixação do esfregaço na lâmina: 4. (Senado Federal/FGV/2012) No âmbito da equipe de enfermagem, a coleta de material para colpocitologia oncótica pelo método de Papanicolau é privativa do enfermeiro, que deve estar dotado dos conhecimentos, competências e habilidades que garantam rigor técnico ao procedimento. As alternativas a seguir apresentam procedimentos adotados na coleta de material para a realização deste exame, À EXCEÇÃO DE UMA. Assinale-a. a) O espéculo não pode ser lubrificado, a não ser em casos selecionados, devendo ser umedecido com soro fisiológico. b) O material coletado deve ser imediatamente fixado com álcool a 96% ou fixador celular em gostas ou em spray. c) O material coletado deve ser proveniente da ectocérvice e da endocérvice e o esfregaço será feito na mesma face da região fosca em lâmina única. d) Em casos em que o álcool é usado como fixador, as lâminas devem ser transportadas em frasco específico e invisual. e) A raspagem na mucosa ectocervical deve ser feita com espátula de Ayre em movimento rotativo de 180º estendendo o material na lâmina com suave pressão. 5. (Secretaria do Estado do Amazonas – SUSAM/FGV/2014) Em relação ao exame preventivo do câncer do colo do útero, analise as afirmativas a seguir. I. O exame não deve ser feito no período menstrual, pois a presença de sangue pode prejudicar o diagnóstico citológico. II. A coleta na endocérvice é feita utilizando-se uma espátula de madeira (tipo espátula de Ayre) do lado que apresenta reentrância, raspando a mucosa em movimento rotativo de 360° em torno de todo o orifício cervical. III. A amostra de fundo de saco vaginal não é recomendada, pois o material coletado é de baixa qualidade para o diagnóstico oncótico. Assinale: a) se somente a afirmativa I estiver correta. b) se somente a afirmativa II estiver correta. c) se somente a afirmativa III estiver correta. d) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. e) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 4 6. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) A respeito das ações de rastreamento do câncer de colo do útero, analise as afirmativas a seguir. I. A amostra ectocervical deve ser colocada na metade inferior da lâmina, no sentido longitudinal. II. Para coleta na endocérvice, deve-se recolher o material introduzindo a escova endocervical e fazer um movimento giratório de 360°, percorrendo todo o contorno do orifício cervical. III. Na fixação com álcool a 96%, considerada a melhor para os esfregaços citológicos, a lâmina deve ser colocada dentro do frasco com álcool em quantidade suficiente para que todo o esfregaço seja coberto. Assinale. a) se somente a afirmativa I estiver correta. b) se somente a afirmativa II estiver correta. c) se somente a afirmativa III estiver correta. d) se somente a afirmativa I e II estiverem corretas. e) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 7. (TJ/PI/FGV/2015) Após a coleta do exame citopatológico do colo do útero, o esfregaço obtido deve ser imediatamente fixado para evitar o dessecamento do material. O método de fixação considerado mundialmente como o melhor para os esfregaços citológicos é realizado com: a) álcool a 96%. b) clorexidina alcoólica. c) álcool a 70%. d) polietilenoglicol. e) clorexidina aquosa. 8. (Câmara Municipal do Recife/FGV/2014) Uma situação que contraindica a realização do exame citológico para o câncer de colo do útero é: a) gravidez. b) menstruação. c) idade superior a 50 anos. d) presença de mioma. e) menopausa precoce. 9. (Secretaria do Estado do Amazonas – SUSAM/FGV/2014) As opções a seguir apresentam contraindicações para a realização do exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolaou), à exceção de uma. Assinale-a. a) Estar menstruada no dia do exame. b) Ter tido relação sexual na noite anterior ao exame. c) Ter usado creme vaginal 48 horas antes do exame. d) Ter usado anticoncepcional vaginal no dia anterior. e) Estar grávida ou com suspeita de gravidez. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 5 10. (Prefeitura de Miracema-RJ/CONSULPLAN/2024) O Papanicolau é um exame realizado para detectar alterações nas células do colo do útero; de acordo com o Ministério da Saúde, ele também pode ser chamado de esfregaço cervicovaginal e colpocitologia oncótica-cervical. Em relação a tal exame e ao câncer do colo do útero, assinale a afirmativa INCORRETA. a) As mulheres sem história de atividade sexual não devem ser submetidas ao rastreamento do câncer do colo do útero. b) As mulheres estejam gestantes têm risco diminuído de apresentar câncer do colo do útero ou suas lesões precursoras. c) As mulheres na pós-menopausa, sem história de diagnóstico, ou tratamento de lesões precursoras do câncer de colo uterino apresentam baixo risco para o desenvolvimento de câncer. d) As mulheres submetidas à histerectomia total por lesões benignas, sem história prévia de diagnóstico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau podem ser excluídas do rastreamento, desde que apresentem exames anteriores normais. Resultados do Exame Citopatológico Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 6 11. (ALMG/FGV/2013) O exame preventivo do câncer do colo de útero deve ser realizado por toda mulher que tem, ou já teve, vida sexual e que está entre 25 e 64 anos. De acordo com as orientações do Ministério da Saúde, quando o resultado do exame acusar infecção pelo HPV, a mulher deverá ser orientada a repeti-lo a) após 6 meses. b) após 1 ano. c) imediatamente. d) após 2 anos. e) após 3 meses. 12. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) (QUESTÃO ATUALIZADA) Uma paciente de 23 anos teve o seguinte resultado do exame colpocitológico: ''Células escamosas atípicas de significado indeterminado (ASCUS)''. Nesse caso, a conduta recomendada é a) repetir a citologia em 3 anos. b) repetir a citologia em 6 meses. c) repetir a citologia em 12 meses. d) encaminhar para realização de colposcopia. e) encaminhar para acompanhamento oncológico. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 7 13. (SEAD-AP/FGV/2023) Uma mulher de 28 anos, acompanhada pela atenção primária, apresentou Lesão de Baixo Grau (LSIL) no exame citopatológico. Nesse caso, a conduta recomendada é: a) encaminhar para colposcopia. d) repetir a citologia em 9 meses. b) repetir a citologia em 3 anos. e) repetir a citologia em 12 meses. c) repetir a citologia emVitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 52 • Comorbidades maternas: obesidade, diabetes, anemia, imunossupressão. • Presença de restos ovulares. • Episiotomia. • Extração manual da placenta (Placenta retida necessitando extração manual em sala cirúrgica). • Laceração perineal de grau 3 e 4. • Hemorragia pós-parto. • Tricotomia com lâmina. • Baixo nível socioeconômico. • Má condição de higiene. • Alimentação inadequada. • Falta de acesso a serviços de saúde. • Pré-natal não realizado ou realizado de forma precária. Fonte: BRASIL, 2017. 105. (TRF1/FGV/2024) Apesar de o parto vaginal apresentar menor risco de infecção puerperal, existem vários fatores de risco associados a esse tipo de infecção. Tais riscos devem ser minimizados para um melhor desfecho em termos de prevenção. Entre esses fatores, está: a) pré-natal incompleto. b) extração manual da placenta. c) laceração perineal de grau 1 e 2. d) hipertensão arterial não controlada. e) ruptura de membranas amnióticas ≥ 10h. Prescrição de Suplementos Alimentares Caderno dos Programas Nacionais de Suplementação de Micronutrientes, 2022 Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 53 106. (TRF1/FGV/2024) Em relação à suplementação de ferro recomendada pelo Ministério da Saúde, é correto afirmar que: a) crianças devem receber ácido fólico e ferro elementar de forma ininterrupta dos 6 meses aos 2 anos de idade. b) a suplementação com ácido fólico deve ocorrer da confirmação da gravidez até o final da gestação. c) mulheres no pós-parto devem receber 40 mg de ferro elementar diariamente até o terceiro mês pós-parto. d) uma criança de 8 meses deve receber 12,5 a 15,0 mg de ferro elementar diariamente. e) a suplementação de ferro elementar em mulheres pós-aborto deve ser feita em 2 ciclos intermitentes de 3 meses cada um. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 54 Terapia de Reposição Hormonal no Climatério Contraindicações absolutas História de tromboembolismo agudo e recorrente Doença hepática grave Câncer de endométrio Sangramento genital não esclarecido Câncer de mama Porfiria Contraindicações relativas Endometriose Diabetes mellitus não controlada Miomatose uterina Hipertensão arterial não controlada 107. (TRF1/FGV/2024) Uma mulher de 55 anos teve indicação inicial de terapia hormonal para controle dos sintomas associados ao climatério, mas, não foi possível realizá-la, porque a paciente apresentava uma contraindicação absoluta para o tratamento. Uma contraindicação absoluta para esse tratamento é: a) endometriose. b) miomatose uterina. c) diabetes mellitus não controlado. d) hipertensão arterial não controlada. e) sangramento genital não esclarecido. 108. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, marque a alternativa que corresponde a uma contraindicação relativa para a terapia de reposição hormonal a) câncer de mama. b) miomatose uterina. c) doença hepática grave. d) câncer de endométrio. e) tromboembolismo recorrente. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 55 Violência doméstica e/ou outras violências Violência sexual e tentativa de suicídio MS SES SMS X Semanal Ressalta-se que é objeto de notificação compulsória, em todo o território nacional, os casos em que houver indícios ou confirmação de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos e privados. Essa notificação regulamentada pela Lei nº 13.931/2019 deve ser feita no prazo de até 24 horas à autoridade policial. Ademais, conforme art. 3º da Lei nº 10.778/2003, a notificação compulsória referida tem caráter sigiloso, devendo ser, obrigatoriamente, realizada pelas autoridades sanitárias que a tenham recebido. Atenção! 109. (Câmara Municipal de Fortaleza-CE/FGV/2024) Segundo o levantamento realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), entre 2022 e 2023 o número de feminicídios atingiu a marca de 1.463 vítimas, indicando que mais de 4 mulheres foram vitimadas por dia. Ao detectar indícios de violência cometida contra uma mulher atendida no serviço de saúde, pública ou privada, a autoridade sanitária a) tem obrigação de avisar à família da vítima. b) tem obrigação de esconder o ocorrido do público geral. c) tem obrigação comunicar à autoridade policial em até 24h. d) tem a possibilidade de notificar à autoridade policial em até 72h. e) tem obrigação de chamar o marido da vítima para esclarecimento. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 56 GABARITO 1 - D 2 - C 3 - C 4 - E 5 - E 6 - E 7 - A 8 - B 9 - E 10 - B 11 - A 12 - C 13 - C 14 - B 15 - D 16 - D 17 - A 18 - C 19 - A 20 - B 21 - B 22 - B 23 - A 24 - D 25 - A 26 - C 27 - B 28 - D 29 - E 30 - D 31 - E 32 - D 33 - E 34 - B 35 - B 36 - C 37 - D 38 - D 39 - C 40 - C 41 - B 42 - E 43 - A 44 - B 45 - A 46 - B 47 - D 48 - C 49 - B 50 - E 51 - D 52 - C 53 - D 54 - B 55 - E 56 - A 57 - C 58 - C 59 - C 60 - D 61 - D 62 - A 63 - E 64 - E 65 - B 66 - D 67 - D 68 - A 69 - B 70 - D 71 - E 72 - A 73 - B 74 - D 75 - B 76 - D 77 - E 78 - D 79 - A 80 - B 81 - E 82 - B 83 - E 84 - B 85 - D 86 - D 87 - B 88 - D 89 - C 90 - B 91 - D 92 - A 93 - C 94 - A 95 - B 96 - B 97 - C 98 - A 99 - A 100 - E 101 -D 102 - A 103 - A 104 - E 105 - B 106 - C 107 - E 108 - B 109 - C Ricaelly Vitoria - 105940914386 meses. 14. (Prefeitura de Pouso Alegre-MG/CONSULPLAN/2024) Uma mulher de 48 anos compareceu para a consulta de enfermagem com resultado de exame Papanicolau realizado há trinta dias. Durante a avaliação do exame, o enfermeiro encontra a seguinte conclusão de diagnóstico citopatológico: “células escamosas atípicas de significado indeterminado (ASCUS); possivelmente não neoplásicas”. A conduta prioritária inicial do enfermeiro é repetir a citologia em: a) 3 meses. b) 6 meses. c) 12 meses. d) 3 anos. Câncer de Mama Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 8 15. (ALEMA/FGV/2023) De acordo com as orientações do Ministério da Saúde, um dos sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama e que indica necessidade de referência urgente para a confirmação diagnóstica é: a) qualquer nódulo mamário em mulheres com mais de 40 anos. b) lesão eczematosa da pele que responda ou não a tratamentos tópicos. c) qualquer mudança na coloração da pele ao redor das mamas em mulheres acima de 25 anos. d) nódulo mamário que persiste por mais de um ciclo menstrual em mulheres com mais de 30 anos. e) mudança na coloração do mamilo acompanhada de dormência em mulheres acima de 15 anos. 16. (SES-MT/FGV/2024) Durante o mês de outubro, um órgão público intensificou as ações de prevenção e controle do câncer de mama. Entre as ações executadas estavam orientações acerca do rastreamento e dos sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama (para homens e mulheres), incluindo aqueles que indicam referência urgente para a confirmação diagnóstica. Acerca dessas orientações, assinale a afirmativa correta. a) Qualquer nódulo mamário em mulheres com mais de 40 anos de idade é um sinal importante e indica a necessidade de investigação específica. b) Homens acima de 35 anos com tumoração palpável unilateral, dolorosa e móvel, devem ser encaminhados para investigação diagnóstica. c) Lesão eczematosa da pele na região axilar, que respondem ao tratamento tópico mas ocorreram mais de uma vez ao ano, representam risco elevado. d) Nódulo mamário em mulheres com mais de 30 anos, que persistem por mais de um ciclo menstrual, é considerado um sinal de referência urgente. 17. (Câmara Municipal de Aracaju-SE/FGV/2021) A equipe do serviço de saúde de uma instituição organizou um evento com o objetivo de fornecer orientações e tirar dúvidas a respeito do câncer de mama (sinais e sintomas, fatores de risco e detecção precoce, etc.). Uma das orientações/informações corretas é: a) qualquer caroço na mama em mulheres com mais de 50 anos deve ser investigado. b) a maioria dos casos de câncer de mama estão relacionados a fatores genéticos e hereditários. c) o uso de contraceptivos orais por tempo prolongado é um fator de proteção contra o câncer de mama. d) mulheres entre 40 e 69 anos devem fazer uma mamografia a cada ano. e) a Terapia de Reposição Hormonal (TRH) por mais de cinco anos diminui o risco de desenvolver câncer de mama. 18. (TJ-PI/FGV/2015) Durante a campanha do ''outubro rosa'' realizada pelo serviço de promoção e prevenção da saúde de um determinado órgão público, a enfermeira orientou corretamente uma paciente de 54 anos, sem histórico de câncer na família, que, para sua faixa etária, é recomendável uma mamografia de rastreamento a cada: a) 6 meses. c) 2 anos. e) 4 anos. b) 1 ano. d) 3 anos. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 9 19. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) A mamografia permite a detecção precoce do câncer de mama e, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, deve ser realizada, a cada dois anos, em mulheres na seguinte faixa etária: a) entre 50 e 69 anos. b) a partir dos 45 anos. c) entre 35 e 50 anos. d) entre 20 e 40 anos. e) a partir dos 60 anos. São definidos como grupos populacionais com risco elevado de desenvolver câncer de mama (BRASIL, 2013a): Mulheres com história familiar de, pelo menos, um parente de primeiro grau (mãe, irmã ou filha) com diagnóstico de câncer de mama, abaixo dos 50 anos de idade; Mulheres com história familiar de, pelo menos, um parente de primeiro grau (mãe, irmã ou filha) com diagnóstico de câncer de mama bilateral ou câncer de ovário, em qualquer faixa etária; Mulheres com história familiar de câncer de mama masculino; Mulheres com diagnóstico histopatológico de lesão mamária proliferativa com atipia ou neoplasia lobular in situ. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 10 20. (TJ-RO/FGV/2021) Durante a campanha do Outubro Rosa, promovida pelo Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, a equipe de saúde orientou a respeito dos fatores que podem aumentar o risco de câncer de mama. Um desses fatores é: a) menopausa antes dos 55 anos. b) histórico familiar de câncer de ovário. c) primeira gravidez antes dos 30 anos. d) primeira menstruação após os 12 anos. e) histórico familiar de diabetes tipo 2. 21. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) Com base nas disposições do Ministério da Saúde a respeito do câncer de mama, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa. (_) Recomenda-se que mulheres entre 50 e 69 anos realizem mamografia uma vez por ano. (_) Primeira gravidez após os 30 anos ou não ter tido filhos constituem fatores de risco para o câncer de mama. (_) As mulheres cujas parentas de primeiro grau (mãe ou irmãs) tiverem sido acometidas por câncer de mama antes dos 50 anos apresentam maior risco de desenvolver a doença. As afirmativas são, respectivamente, a) V, F e F. d) F, V e F. b) F, V e V. e) V, V e F. c) V, F e V. Rastreamento do Câncer de Mama em Mulheres Assintomáticas (BRASIL, 2013a) Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 11 22. (Senado Federal/FGV/2012) (QUESTÃO ATUALIZADA) O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais frequente entre as mulheres, respondendo por 22% do total de casos novos a cada ano, apresentando um prognóstico relativamente bom, caso seja diagnosticado e tratado oportunamente. Em relação a esse tipo de câncer, assinale a afirmativa correta. a) o câncer de mama apresenta uma incidência relativamente alta antes dos 35 anos que cai progressiva e rapidamente à medida que essa faixa etária aumenta. b) evidências científicas sugerem que o autoexame das mamas o ECM é usado como método tanto diagnóstico quanto de rastreamento do câncer de mama. Ao contrário de seu papel consagrado como método diagnóstico, o rastreamento por meio do ECM é alvo de grande controvérsia na literatura científica. c) as taxas de mortalidade por câncer de mama, no Brasil, têm caído consideravelmente, o que se deve ao aumento do diagnóstico e ao tratamento precoce. d) a mamografia, como forma de detecção precoce do câncer de mama, deve ser realizada anualmente por mulheres entre 30 e 40 anos, não sendo recomendada após os 50 anos. e) a hereditariedade é o principal fator de risco para o câncer de mama, sendo responsável por cerca de 40% do total de casos. 23. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Com base nas normas e protocolos acerca da atuação do enfermeiro no Planejamento Familiar e Reprodutivo, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa. (_) Compete ao enfermeiro realizar a consulta de Enfermagem, pautados nos protocolos institucionais, acerca da promoção, proteção e apoio à utilização dos métodos de concepção e contracepção, sendo vedada a solicitação de exames. (_) Desde que devidamente capacitado, o enfermeiro pode realizar a inserção, revisão e retirada de Dispositivo Intrauterino (DIU). (_) Uma das competências do enfermeiro é participar na elaboração de protocolos assistenciais, normas e rotinas, Procedimentos Operacionais Padrão-POP, de acordo com as melhores práticas baseadas em evidências científicas. As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente, a) F - V - V. b) V - F - V. c) F - V - F. d) V - V - V. e) F - F - V. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 12 Métodos Hormonais MétodosHormonais para Mulheres que Estão Amamentando 24. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) Assinale a opção que corresponde a um método anticoncepcional que não pode ser usado por mulheres que estão amamentando. a) camisinha masculina ou feminina. b) anticoncepcional injetável trimestral. c) dispositivo intrauterino - DIU. d) anticoncepcional hormonal oral combinado. e) anticoncepcional hormonal oral de progesterona. 25. (Prefeitura de Jaru-RO/IBADE/2024) No que concerne ao Planejamento Familiar e Saúde Reprodutiva, é CORRETO afirmar que: a) a pílula anticoncepcional é contraindicada para mulheres com histórico de trombose venosa profunda; b) o DIU (Dispositivo Intrauterino) de cobre é recomendado como método contraceptivo de primeira linha para mulheres que desejam engravidar em breve; c) a laqueadura tubária é um método contraceptivo reversível; d) a gravidez ectópica é uma complicação comum do uso de métodos contraceptivos hormonais; e) o aleitamento materno exclusivo por seis meses é um método contraceptivo eficaz. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 13 26. (SES-MT/FGV/2024) O Ministério da Saúde, em 2021, incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) o implante subdérmico de etonogestrel para a prevenção da gravidez não planejada por mulheres adultas em idade reprodutiva, entre 18 e 49 anos. Sobre as características desse método contraceptivo, analise as afirmativas a seguir. I. O implante contraceptivo é um pequeno tubo de plástico que contém o hormônio etonogestrel. II. O implante contraceptivo é colocado debaixo da pele do braço não dominante e sua ação é contínua por 3 anos. III. O implante libera hormônio para o sangue da mulher impedindo a ovulação e espessando o muco do colo do útero, o que dificulta a passagem dos espermatozoides. Está correto o que se afirma em a) I e II, apenas. b) I e III, apenas. c) I, II e III. d) II e III, apenas. 27. (Prefeitura de Espera Feliz-MG/CONSULPLAN/2024) Durante uma consulta de enfermagem com uma adolescente, a enfermeira identifica sinais de comportamentos sexuais de risco. Ao abordar o tema, a adolescente revela que não utiliza métodos contraceptivos e possui múltiplos parceiros sexuais. Diante dessa situação, qual é a intervenção mais apropriada por parte da enfermeira? a) Prescrever contraceptivos hormonais sem fornecer informações adicionais. b) Iniciar uma conversa sobre métodos contraceptivos e educar sobre práticas sexuais seguras. c) Ignorar a situação, pois a adolescente tem autonomia para tomar decisões sobre sua vida sexual. d) Encaminhar a adolescente para testes de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) sem orientações. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 14 28. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) As opções a seguir apresentam exames normalmente solicitados na primeira consulta de pré-natal, à exceção de uma. Assinale-a. a) Grupo sanguíneo e fator Rh. b) Hemograma. c) Glicemia em jejum. d) Teste pós-dextrosol. e) Sorologia para toxoplasmose. 29. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) Assinale a opção que indica um exame complementar de rotina que deve ser solicitado no segundo trimestre de gestação. a) Hemograma. b) Tipagem sanguínea. c) Toxoplasmose IgM e IgG. d) Glicemia em jejum. e) Coombs indireto (se a gestante for Rh negativo). 30. (SES-MT/FGV/2024) Assinale a opção que apresenta a atividade preconizada pelo Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento instituído pelo Ministério da Saúde. a) Realização da primeira consulta de pré-natal até o 5° mês de gestação. b) Realização do exame de glicemia de jejum na primeira consulta e na 20ª semana da gestação. c) Realização de uma consulta no puerpério, até 50 dias após o nascimento. d) Realização do exame de VDRL na primeira consulta e na 30ª semana da gestação. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 15 Estimular a realização de exames preventivos de rotina e testes rápidos Estimular a atualização do cartão de vacinação Estimular a participação em atividades educativas desenvolvidas durante o pré-natal Estimular o acesso ao direito da licença paternidade Estratégia Pré-natal do Parceiro (EPNP) (BRASIL, 2023) Exames e Procedimentos de Rotina para Pré-natal do Parceiro 31. (ENARE/AOCP/2024) Como futuro pai, Marcos acompanha a esposa em todas as consultas do pré-natal de baixo risco. Assim, considerando os cuidados ao homem, assinale a alternativa que apresenta somente parâmetros/exames que o enfermeiro deverá solicitar/realizar no pré-natal do parceiro. a) Aconselhamento, IMC e aferição de pressão arterial. Demais exames somente no caso de comportamento de risco. b) Sorologia para hepatite A, B e C, HIV e sífilis, glicose, hemograma, lipidograma, PSA, IMC e aferição de pressão arterial. c) Sorologia para hepatite B e C, HIV e sífilis, glicose, hemograma, lipidograma, PSA, IMC e aferição de pressão arterial. d) Sorologia para HIV e sífilis, glicemia de jejum, lipidograma, PSA e aferição de pressão arterial. e) Sorologia para hepatite B e C, HIV e sífilis, glicose, hemograma, lipidograma, IMC e aferição de pressão arterial. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 16 Idade Gestacional (IG) (BRASIL, 2013c) Regra de Näegele (DPP) Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 17 32. (Prefeitura de Passo Fundo-RS/FUNDATEC/2024) No dia 23 de maio de 2024, o enfermeiro da Atenção Primária realizou a primeira consulta de pré-natal de uma gestante de 25 anos. Ela informou que sua última menstruação havia sido em 13 de março de 2024. Assinale a alternativa que indica corretamente a idade gestacional e a data provável do parto, segundo a regra de Näegele. a) 9 semanas e 3 dias – 13 de dezembro de 2024. b) 9 semanas e 6 dias – 20 de dezembro de 2024. c) 10 semanas – 18 de janeiro de 2024. d) 10 semanas e 1 dia – 20 de dezembro de 2024. e) 10 semanas e 3 dias – 18 de dezembro de 2024. 33. (TJ-PI/FGV/2015) Ao calcular a data provável do parto (DPP) de uma gestante cuja data da última menstruação foi no dia 13/09/04, o resultado obtido, com base na Regra de Näegele, será: a) 13/05/05. c) 13/06/05. e) 20/06/05. b) 23/05/05. d) 18/06/05. 34. (Prefeitura de Pouso Alegre-MG/CONSULPLAN/2024) Durante a primeira consulta de pré- natal em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), a gestante informa que a data da sua última menstruação foi em 21 de outubro de 2023. De acordo com a Regra de Naegele, a Data Provável de Parto (DPP) dessa gestante é: a) 14 de julho de 2024. b) 28 de julho de 2024. c) 14 de agosto de 2024. d) 28 de agosto de 2024. Vacinação na Gestação 35. (SUSAM/FGV/2014) Considerando a assistência de enfermagem no pré-natal, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa. (_) Na primeira consulta de pré-natal, o enfermeiro deve solicitar, entre outros exames, a dosagem de hemoglobina e hematócrito, o grupo sanguíneo e o fator Rh, e a sorologia para a sífilis. (_) Uma forma de calcular a data provável do parto é somar sete dias ao primeiro dia da última menstruação e subtrair três meses ao mês em que ocorreu a última menstruação. (_) A gestante com três doses ou mais da vacina antitetânica, cuja última dose esteja dentro do prazo de 10 anos não precisa ser vacinada. As afirmativas são, respectivamente, a) F, V e F. c) F, F e V. e) F, V e V. b) V, V e F. d) V, F e V. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 18 Manobras de Palpação (Leopold) 36. (TCE-SE/FGV/2015) As manobras de Leopold (palpação obstétrica) são importantes porque ajudam a determinar a posição e apresentação do feto. Essas manobras são sistemáticas, divididas em tempos ou fases específicas. Em relação ao que se apresenta na figura, o tempo correspondente é: a) tempo 0 - reconhecimento da posição fetal. b) 1º tempo - delimitação do fundo uterino e identificação da parte que o ocupa. c) 2º tempo - identificação do dorso e membros fetais. d) 3º tempo - exploração da mobilidade dopolo fetal. e) 4º tempo - certificação do tipo de apresentação fetal. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 19 Ausculta dos Batimentos Cardiofetais 37. (ALMG/FGV/2013) (QUESTÃO ATUALIZADA) A ausculta dos batimentos cardiofetais deve ser realizada a cada consulta de pré-natal para se constatar sua presença, ritmo, frequência e normalidade. É considerada normal a frequência cardíaca fetal entre a) 90 a 120 batimentos por minuto. b) 100 a 140 batimentos por minuto. c) 110 a 150 batimentos por minuto. d) 120 a 160 batimentos por minuto. e) 130 a 170 batimentos por minuto. 38. (Senado Federal/FGV/2012) Uma das ações de enfermagem, durante o atendimento a uma gestante, é a verificação da frequência cardíaca fetal, seja por meio do sonar ou do estetoscópio de Pinard. Essa frequência pode ser considerada normal quando está entre a) 70 e 90 bpm. b) 80 e 100 bpm. c) 100 e 130 bpm. d) 120 a 160 bpm. e) 140 a 180 bpm. 39. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) Durante o acompanhamento da gestação, deve-se constatar a presença e a normalidade dos batimentos cardiofetais. É considerada normal a frequência cardíaca fetal entre a) 60 e 80 batimentos por minuto. b) 80 e 120 batimentos por minuto. c) 120 e 160 batimentos por minuto. d) 160 e 180 batimentos por minuto. e) 180 e 200 batimentos por minuto. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 20 40. (SUSAM/FGV/2014) A ausculta dos batimentos cardiofetais deve ser realizada em toda consulta de pré-natal a partir da 20ª semana de gestação. É considerada normal a frequência cardíaca fetal entre a) 90 e 100 batimentos por minuto. b) 100 e 120 batimentos por minuto. c) 120 e 160 batimentos por minuto. d) 140 a 170 batimentos por minuto. e) 150 a 180 batimentos por minuto. Prescrição de Suplementos Alimentares Caderno dos Programas Nacionais de Suplementação de Micronutrientes, 2022 Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 21 41. (TJ-SC/FGV/2018) (Atualizada) Ao iniciar o pré-natal, uma gestante teve prescrição de suplementação de ferro diário após a confirmação da gravidez até o final da gestação e ácido fólico até a 12ª semana de gestação. Essa é uma recomendação do Ministério da Saúde como parte do cuidado no pré-natal, que tem como um dos objetivos: a) suprir uma eventual deficiência nutricional da gestante. b) reduzir o risco de baixo peso da criança ao nascer. c) prevenir a incidência de anemia falciforme neonatal. d) evitar que uma anemia evolua para leucemia gestacional. e) reduzir o risco de má-formação congênita. 42. (TRT-MA/FGV/2022) Mulheres com histórico de diabetes gestacional e portadoras de hipertensão arterial crônica apresentam, respectivamente, riscos gestacionais: a) baixo e habitual. b) alto e intermediário. c) intermediário e habitual. d) habitual e intermediário. e) intermediário e alto. * Pré-eclampsia: Na ausência de proteinúria, pode-se considerar o diagnóstico quando houver sinais de gravidade: trombocitopenia ( 1,1 mg/dL ou 2x creatinina basal, elevação de 2x das transaminases hepáticas, EAP, dor abdominal, sintomas visuais ou cefaleia, convulsões, sem outros diagnósticos alternativos (Diretriz de HAS, 2020). Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 22 43. (TRT-MA/FGV/2022) Sobre as definições e diretrizes do Ministério da Saúde acerca do manejo das síndromes hipertensivas na gestação, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa. (_) A hipertensão na gravidez é definida como pressão arterial sistólica maior que ou igual a 140 mmHg e/ou pressão arterial diastólica maior que ou igual a 90 mmHg. (_) Para definição de hipertensão na gravidez devem ser realizadas pelo menos duas aferições, após intervalo de repouso de 15 minutos. (_) Pressão arterial sistólica maior que ou igual a 160 mmHg e/ou pressão arterial diastólica maior que ou igual a 110 mmHg configuram hipertensão grave. As afirmativas são, respectivamente, a) V - V - V. d) F - F - F. b) F - V - F. e) V - V - F. c) V - F - V. 44. (ALEMA/FGV) Acerca dos distúrbios hipertensivos na gestação, avalie as afirmativas a seguir e assinale V para a verdadeira e F para a falsa. (_) Uma grávida com hipertensão gestacional é aquela que antes da gestão apresentava pressão normal e após a 20ª semana passou a apresentar PAS maior que ou igual a 140 mmHg e/ou PAD maior que ou igual a 90mmHg acompanhada de proteinúria. (_) A hipertensão crônica com pré-eclâmpsia sobreposta é caracterizada por pré-eclâmpsia em mulher com história de hipertensão arterial antes da gravidez ou antes de 20 semanas de gestação. (_) Além das convulsões tônico-clônicas (na ausência de outras condições causais), uma gestante com eclâmpsia apresenta hemólise, elevação de enzimas hepáticas e trombocitopenia. As afirmativas são, respectivamente, a) V - V - V. b) F - V - F. c) V - F - F. d) F - F - F. e) V - F - V. 45. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) Durante uma consulta de pré-natal, uma gestante, que relatou níveis de PA normais antes da gestação, apresentou aumento variável menor que 140/90 mmHg. Com base nesse achado, analise as afirmativas a seguir. I. O profissional deve repetir a medição após um período de repouso, remarcar a consulta para 7 ou 15 dias e orientar a gestante para sintomas como cefaleia, edema, presença de ''espuma'' na urina e redução dos movimentos fetais. II. A gestante deve ser imediatamente encaminhada ao pré-natal de alto risco ou à unidade de referência hospitalar. III. Deve ser orientado repouso, principalmente pós-prandial, e solicitada proteinúria por meio de fita urinária ou dosagem em urina de 24 horas. Assinale. a) se somente a afirmativa I estiver correta. b) se somente a afirmativa II estiver correta. c) se somente a afirmativa III estiver correta. d) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. e) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 23 46. (TJ-PI/FGV/2015) (QUESTÃO ATUALIZADA) Durante o acompanhamento de pré-natal uma paciente na 22ª semana de gestação, previamente normotensa, apresentou HAS e proteinúria (maior que ou igual a 300 mg/24h). Esses achados caracterizam um quadro de: a) eclâmpsia. b) pré-eclâmpsia. c) hipertensão gestacional. d) hipertensão arterial sistêmica crônica. e) pré-eclâmpsia superposta à HAS crônica. 47. (FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) Com base nos critérios considerados para o diagnóstico e a classificação da pré-eclâmpsia, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa. (_) A pré-eclâmpsia é caracterizada pela presença de hipertensão arterial de qualquer etiologia que tenha se iniciado antes da 20ª semana de gestação. (_) As convulsões que não estejam relacionadas a outras causas são sintomas diferencias da pré- eclâmpsia grave. (_) O edema de membros inferiores é um dos principais sinais característicos da pré-eclâmpsia. As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente, a) F - V - F. c) F - V - V. e) V - F - F. b) V - V - V. d) F - F - F. Síndrome HELLP Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 24 Síndrome HELLP (BRASIL, 2012) Complicação grave, que ocorre em 4 a 12% das gestantes com pré-eclâmpsia ou eclâmpsia; Relaciona-se com altos índices de morbiletalidade materno-fetal; Sintomas: mal-estar, epigastralgia ou dor no hipocôndrio direito, náuseas, vômitos, perda de apetite e cefaleia; Embora acompanhe outras doenças, a síndrome Hellp, em Obstetrícia, é considerada como agravamento do quadro de pré-eclâmpsia. 48. (SES-MT/FGV/2024) Frente ao diagnóstico de síndrome HELLP, é correto afirmar que a) não é indicação de uso de sulfato de magnésio. b) não é indicação de corticoide para maturidade pulmonar. c) não é indicação de interrupção imediata da gestação. d) não há indicação de avaliação fetal. 49. (Prefeitura de Arroio do Sal-RS/FUNDATEC/2024) Durante a gravidez, muitas coisas podem acontecer,incluindo algumas patologias. Entre elas, existe um transtorno caracterizado por hemólise, enzimas hepáticas elevadas e baixa contagem de plaquetas. Que patologia é essa? a) Placenta prévia. b) Síndrome de hellp. c) Diabetes gestacional. d) Descolamento de placenta. e) Mola hidatiforme. Prevenção das Convulsões com Sulfato De Magnésio: Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 25 50. (TJ-RO/FGV/2021) A droga usada para evitar convulsões em uma gestante que apresenta sinais iminentes de eclâmpsia é: a) hidralazina. c) midazolam. e) sulfato de magnésio. b) nifedipina. d) nitroprussiato de sódio. 51. (Prefeitura de Cidreira-RS/FUNDATEC/2024) A Organização Mundial da Saúde (OMS) define abortamento como a interrupção de uma gravidez antes de 20 semanas. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando a classificação das formas de abortamento às suas descrições: Coluna 1 1. Abortamento incompleto. 3. Abortamento completo. 2. Ameaça de abortamento. 4. Abortamento inevitável. Coluna 2 ( ) É a presença intrauterina dos produtos da concepção, após a expulsão parcial do tecido gestacional. ( ) Quando a totalidade do produto conceptual da cavidade uterina foi eliminada. ( ) É a ocorrência de sangramento uterino com a cérvix fechada sem eliminação de tecidos ovulares. ( ) Quando há sangramento e dilatação cervical, mas ainda não ocorreu eliminação de conteúdo uterino. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: a) 3 – 1 – 2 – 4. c) 4 – 3 – 1 – 2. e) 2 – 4 – 3 – 1. b) 1 – 2 – 4 – 3. d) 1 – 3 – 2 – 4. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 26 52. (Prefeitura de Rio Branco-AC/UFG/2024) As hemorragias da segunda metade da gestação são frequentes na obstetrícia. São causas de sangramento na segunda metade da gestação: a) gravidez ectópica, rotura uterina e placenta prévia. b) abortamento, descolamento amniótico e placenta prévia. c) descolamento prematuro de placenta, placenta prévia e rotura uterina. d) doença trofoblástica gestacional, descolamento amniótico e placenta prévia. 53. (SES-MT/FGV/2024) De acordo com a Diretriz Nacional de Assistência ao Parto Normal, a profilaxia antibiótica para Ruptura Prematura de Membranas - RPM no termo é recomendada em mulheres com período de latência superior a a) 06 horas. b) 08 horas. c) 10 horas. d) 12 horas. Parto No esquema abaixo, apresentamos os seguintes elementos que indicam o trabalho de parto (REZENDE FILHO; MONTENEGRO, 2019): Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 27 54. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) Com base nas disposições do Ministério da Saúde acerca da assistência ao parto normal, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F). (_) No primeiro período do trabalho de parto deve-se registrar a frequência das contrações e a frequência cardíaca materna de 1 em 1 hora. (_) A fase ativa do segundo período do parto é caracterizada por contrações uterinas dolorosas e regulares, substancial apagamento cervical e dilatação cervical mais rápida, acima de 5cm. (_) Deve-se solicitar a presença do médico obstetra se, imediatamente após o parto, a mulher apresentar pulso > 120bpm verificado em 2 ocasiões com 30 minutos de intervalo. As afirmativas são, respectivamente, a) F - V - F. c) F - F - F. e) F - V - V. b) V - F - V. d) V - V - V. 55. (SEAD-AP/FGV/2023) Com base nas Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal do Ministério da Saúde, analise as afirmativas a seguir. I. Um trabalho de parto estabelecido ocorre quando há contrações uterinas regulares e dilatação cervical progressiva a partir dos 4cm. II. Se a ocitocina for utilizada, deve-se assegurar que os incrementos na dose não sejam mais frequentes do que a cada 30 minutos. III. Deve-se apoiar a realização de puxos espontâneos no segundo período do trabalho de parto em mulheres sem analgesia, evitando os puxos dirigidos. Está correto o que se afirma em a) I, apenas. d) I e II, apenas. b) II, apenas. e) I, II e III. c) III, apenas. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 28 56. (Prefeitura de Jaru-RO/IBADE/2024) Começa após a completa dilatação do colo do útero e termina com o nascimento do bebê. As contrações continuam a ajudar a mãe a empurrar o bebê através do canal de parto. A orientação e o apoio durante esta fase são fundamentais para facilitar o nascimento. O excerto acima se refere a fase de: a) expulsão; c) dequitação; e) empurrão. b) dilatação; d) amamentação; Estratégias e Métodos não Farmacológicos de Alívio da Dor no Trabalho de Parto Fonte: Diretrizes Nacionais De Assistência Ao Parto Normal (BRASIL, 2017). 27. Sempre que possível deve ser oferecido à mulher a imersão em água para alívio da dor no trabalho de parto. 28. Os gestores nacionais e locais devem proporcionar condições para o redesenho das unidades de assistência ao parto visando a oferta da imersão em água para as mulheres no trabalho de parto. 29. Se uma mulher escolher técnicas de massagem durante o trabalho de parto que tenham sido ensinadas aos seus acompanhantes, ela deve ser apoiada em sua escolha. 30. Se uma mulher escolher técnicas de relaxamento no trabalho de parto, sua escolha deve ser apoiada. 31. A injeção de água estéril não deve ser usada para alívio da dor no parto. 32. A estimulação elétrica transcutânea não deve ser utilizada em mulheres em trabalho de parto estabelecido. 33. A acupuntura pode ser oferecida às mulheres que desejarem usar essa técnica durante o trabalho de parto, se houver profissional habilitado e disponível para tal. 34. Apoiar que sejam tocadas as músicas de escolha da mulher durante o trabalho de parto. 35. A hipnose pode ser oferecida às mulheres que desejarem usar essa técnica durante o trabalho de parto, se houver profissional habilitado para tal. 36. Por se tratar de intervenções não invasivas e sem descrição de efeitos colaterais, não se deve coibir as mulheres que desejarem usar audio-analgesia e aromaterapia durante o trabalho de parto. 37. Os métodos não farmacológicos de alívio da dor devem ser oferecidos à mulher antes da utilização de métodos farmacológicos. 57. (Prefeitura de Cruzaltense-RS/FUNDATEC/2024) A dor durante o trabalho de parto é um sintoma comum, que envolve aspectos biológicos como as contrações uterinas, a dilatação cervical, a pressão do feto, a tolerância individual e fatores da percepção da dor, que podem ser cognitivos, ambientais e sociais. Antes da analgesia farmacológica, os métodos não farmacológicos para alívio da dor devem ser oferecidos. Referente à abordagem não farmacológica da dor, assinale a alternativa INCORRETA. a) Os objetivos da abordagem não farmacológica são ajudar a mulher a lidar melhor com a dor e manter um sentimento de controle pessoal do processo, reduzindo o sofrimento, mas sem a expectativa de fazer a dor desaparecer. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 29 57. (Prefeitura de Cruzaltense-RS/FUNDATEC/2024) b) O uso de uma bola de parto durante o trabalho de parto estimula o relaxamento do tronco e do assoalho pélvico e também proporciona algum alívio da dor, ao mesmo tempo em que permite à mulher liberdade de movimento e controle pessoal da intervenção. c) A deambulação e livre movimentação materna não é permitida, notadamente no primeiro e segundo período do trabalho de parto. d) A imersão em água quente suficientemente profunda para cobrir o abdome da mulher aumenta o relaxamento e reduz a dor do parto. e) Técnicas como massagem ou aplicação de compressas mornas são recomendadas para parturientes de risco habitual que desejam alívio da dor durante o trabalho de parto, dependendo da preferência da mulher. Observações e Monitoração no Primeiro Período do Parto Fonte: Diretrizes Nacionais De Assistência Ao Parto Normal (BRASIL, 2017). 58. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Durante a assistência a uma gestante, no primeiro período do parto normal, o pulso materno e a frequência das contraçõesuterinas devem ser verificados a intervalos de: a) 15 minutos. c) 60 minutos. e) Quatro horas. b) 30 minutos. d) Duas horas. 59. (Prefeitura de São José dos Campos-SP/FGV/2023) De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, no primeiro período do trabalho de parto, a frequência cardíaca (materna) de parturiente de risco habitual deve ser verificada a cada a) 15 minutos. c) uma hora. e) quatro horas. b) 30 minutos. d) duas horas. 60. (TRT-PB/FGV/2022) De acordo com as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, recomenda-se que, no primeiro período do parto, o pulso da mãe seja verificado a cada a) 10 minutos. c) 30 minutos. e) duas horas. b) 15 minutos. d) uma hora. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 30 61. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Como uma das formas de diminuir o risco de infecção associada ao parto, a OMS recomenda que os toques vaginais para o acompanhamento da primeira fase ativa do trabalho de parto, em mulheres de baixo risco, tenham um intervalo mínimo de a) Uma hora. c) Três horas. e) Cinco horas. b) Duas horas. d) Quatro horas. 62. (TJ-BA/FGV/2015) As anormalidades que podem complicar a evolução natural das etapas do parto são chamadas de distócias. Uma distócia da etapa de contração é: a) hipotonia. b) acretismo. c) retenção placentária. d) desproporção cefalopélvica. e) deflexão do polo cefálico. 63. (TJ-PI/FGV/2015) Uma funcionária entrou em trabalho de parto no local de trabalho e foi levada ao serviço médico da instituição. A equipe de enfermagem precisou fazer o parto, que correu dentro da normalidade. Após a expulsão do bebê, iniciou-se o processo de dequitação da placenta. Logo que foi possível a apreensão bimanual da placenta, a enfermeira realizou a manobra de Jacob-Dublin, que consiste em: a) tracionar o cordão umbilical. b) puxar a placenta com força moderada. c) pressionar a parte inferior do abdômen. d) puxar a placenta de forma suave. e) fazer a rotação da placenta entre as mãos. 64. (Câmara Municipal do Recife/FGV/2014) A administração da imunoglobulina anti-Rh após o parto, com o objetivo de proteger o próximo filho (gestações futuras) da eritroblastose fetal, é uma conduta que deve ser realizada quando: a) mãe e filho forem Rh positivo. b) a mãe for Rh positivo e o filho Rh negativo. c) mãe e filho forem Rh negativo. d) o pai for Rh negativo e a mãe Rh positivo. e) a mãe for Rh negativo e o filho Rh positivo. 65. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Conforme orientações do Ministério da Saúde, uma mulher Rh negativo não sensibilizada (Coombs indireto negativo) que deu à luz uma criança Rh positivo e Coombs direto negativo, deve a) ser orientada a respeito de tratamento específico, caso deseje engravidar novamente. b) receber imunoglobulina anti-D nas primeiras 72 horas após o parto. c) realizar novo Coombs indireto em até 48 horas após o parto para confirmar o resultado. d) receber imunoglobulina anti-D nos primeiros 7 dias após o parto. e) ser encaminhada a uma unidade obstétrica de alto risco para tratamento e procedimentos adequados. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 31 66. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) Após o parto de uma gestante RH negativo (com parceiro RH positivo), constatou-se que o recém-nascido é RH positivo. Essa paciente deve ser sensibilizada com imunoglobulina até a) 24 horas após o parto. b) 7 dias após o parto. c) 36 horas após o parto. d) 72 horas após o parto. e) 10 dias após o parto. 67. (Prefeitura de Jaru-RO/IBADE/2024) Sobre a realização de episiotomia e episiorrafia, assinale a alternativa CORRETA: a) a episiotomia é uma incisão cirúrgica feita na parede vaginal anterior para ampliar o canal de parto e prevenir lacerações extensas do períneo; b) a episiotomia mediolateral é a técnica mais comum e preferida devido à menor incidência de complicações e melhor cicatrização em comparação com a episiotomia mediana; c) a episiotomia de rotina é recomendada em todos os partos vaginais para prevenir lacerações perineais e facilitar a recuperação pós-parto; d) a episiotomia deve ser realizada somente em casos de emergência, como distócia de ombro, e não deve ser considerada uma rotina durante o parto vagina; e) a episiorrafia é o processo de sutura da incisão episiotômica após o parto, geralmente utilizando material absorvível para minimizar o desconforto e o risco de infecção. 68. (Prefeitura de Jaru-RO/IBADE/2024) Em relação ao manejo de hemorragias no pós-parto, marque a alternativa CORRETA: a) a atonia uterina é a causa mais comum de hemorragia no pós-parto e geralmente responde bem à massagem uterina e à administração de ocitocina; b) a embolia pulmonar é uma complicação rara do pósparto e está associada principalmente à trombose venosa profunda; c) a administração de corticosteróides não está indicada no manejo de hemorragias no pós-parto, pois não possui efeitos sobre a contratilidade uterina; d) a ligadura das artérias hipogástricas é uma medida de primeira linha no tratamento de hemorragias no pósparto refratárias a outras medidas conservadoras; e) o uso de tamponamento uterino com balão não é recomendado no manejo de hemorragias no pós-parto devido ao risco aumentado de infecção. 69. (Prefeitura de Jaru-RO/IBADE/2024) Esta é uma infecção bacteriana do líquido amniótico, membranas amnióticas, placenta e/ou útero. Esta condição é mais comum durante o trabalho de parto prolongado e pode levar a complicações sérias para a mãe e o bebê. O excerto acima se refere a fase de: a) polidrâmnio; c) hiperêmese Gravídica; e) incompatibilidade sanguínea. b) corioamnionite; d) oligoidrâmnio; Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 32 70. (Prefeitura de Rio Branco-AC/IV-UFG/2024) O puerpério pode ser dividido em imediato, tardio e remoto. É considerado puerpério tardio o período entre o a) 1º e o 20° dia após o parto. c) 7° e o 30° dia após o parto. b) 5º e o 25° dia após o parto. d) 11° e o 45° dia após o parto. ASPECTOS FISIOLÓGICOS Útero O processo de regressão uterina se desenrola em ritmo acelerado; Nas 12 horas após o parto a altura uterina atinge cerca de 12 cm, a partir do 3º dia regride 1cm/ dia. No 10º dia pós - parto o fundo uterino está em nível da sínfise púbica. A espessura das paredes (4-5 mm após o parto) volta ao normal em 5-6 semanas Vagina e Vulva A vagina tem a aparência edemaciada e arroxeada, voltando a aparência doestado anterior à gestação por volta da 3ª semana, nas mulheres que amamentam. Já aquelas que não amamentam, alterações acontecem em torno da 6ª semana. Lóquios Lóquio vermelho (lochia rubra): 2-3 dias pós-parto; Lóquio serosanguinolento (lochia fusca): 3-5 dias pós-parto; Lóquio amarelo (lochia flava): 5- 15 dias pós-parto; Lóquio alvos (lochia alba): 15 dias pós parto até o final. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 33 71. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) As perdas que ocorrem no período puerperal e que incluem na sua composição restos de membranas, coágulos e secreções são denominadas lóquios. No 2º dia do pós-parto, esses lóquios têm aspecto a) marrom. b) esbranquiçada. c) acastanhada. d) serossanguinolento. e) vermelho vivo. 72. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) O profissional de enfermagem deve orientar a puérpera a respeito da perda de sangue, muco e tecido (lóquios) via vaginal, que ocorre nos primeiros dias após o parto, explicando suas características e sua intensidade. Nos primeiros 3 dias de um pós- parto que correu dentro da normalidade, esses lóquios terão um aspecto a) sanguinolento. b) acastanhado. c) seroso. d) amarelado e) serossanguinolento. 73. (ALETO/FGV/2024) De acordo com as medidas de prevenção de infecção recomendadas pela ANVISA, a antibioticoprofilaxia para parto vaginal é indicada somente em algumas situações especificas, sendo uma delas a de a) trabalho de parto prematuro. b) remoção manual da placenta. c) lacerações de períneo de 1º grau. d) lacerações de períneode 2º grau. e) trabalho de parto superior a 8h. 74. (SES-MT/FGV/2024) Sobre os fatores de risco de parto prematuro, analise as afirmativas a seguir. I. Antecedente de parto prematuro é o fator de risco mais importante. II. O uso de cocaína durante a gestação aumenta o risco de trabalho de parto prematuro. III. A gemelidade está associada com maior risco de parto prematuro espontâneo. Está correto o que se afirma em a) I e II, apenas. b) I e III, apenas. c) II e III, apenas. d) I, II e III, apenas. 75. (SES-MT/FGV/2024) Durante os cuidados a uma mulher no pós-parto foi observada lesão dos músculos perineais sem atingir o esfíncter anal. Esse tipo de lesão é classificado como trauma perineal de a) primeiro grau. b) segundo grau. c) terceiro grau. d) quarto grau. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 34 76. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Uma puérpera, na terceira semana de pós-parto, procurou a unidade de saúde relatando sinais e sintomas característicos de baby blues materno. Assinale a opção que apresenta características deste transtorno emocional. a) Provoca alterações mentais, corporais e de humor que podem durar de semanas a anos, interferindo de forma significativa na vida pessoal, social e profissional da mulher. b) Caracteriza-se pela perda de contato com a realidade, alucinações, falsas convicções, pensamento e comportamento atípico e redução de demonstração de emoções. c) Gera transtornos do humor de longa duração, episódico, potencialmente grave e que algumas vezes pode cursar com sintomas psicóticos. d) Alterna momentos de alegria seguidos de tristeza e certa melancolia pela sensação de não ser capaz de cuidar do bebê e pode ser considerado um período de risco para a saúde mental da mulher. e) Provoca um quadro moderado a grave de tristeza, que pode envolver rejeição ao bebê, ideação suicida ou homicida e ocasionar doenças psicossomáticas. 77. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) O Near Miss Materno (NMM) é definido como uma mulher que quase morreu, mas que sobreviveu a uma complicação grave durante o período gestacional até 42 dias após o término da gestação, em pelo menos um dos critérios clínicos, laboratoriais ou de manejo. Assinale a opção que indica um desses critérios. a) PaO2 /FiO2 30 ipm ou 60 minutos, não relacionadas com anestesia. 78. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) O ingurgitamento mamário, uma das complicações que podem ocorrer no puerpério, caracteriza-se a) por afecções inflamatórias das mamas o que provoca dor e desconforto. b) pelo surgimento de infecções devido à baixa imunidade da mãe. c) pela falta de elasticidade da mama, ocasionando rachaduras nos mamilos. d) pelo excesso de produção láctea e/ou deficiência no esvaziamento. e) por ferimentos que surgem nos mamilos decorrentes da sucção do bebê. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 35 79. (SES-MT/FGV/2024) Acerca da Terapia Hormonal (TH) em mulheres no climatério, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa. (_) A endometriose e a hipertensão arterial não controlada são contraindicações absolutas para a Terapia Hormonal. (_) O uso de estrogênio associado à progesterona por 3 a 5 anos aumenta o risco de câncer de mama. (_) O início de terapia estrogênica após 10 anos da menopausa e/ou em mulheres com idade superior a 59 anos deve ser evitado, devido à associação com aumento do risco de doenças cardiovasculares. As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente, a) F - V - V. b) V - F - V. c) F - V - F. d) V - V - F. 80. (SUSAM/FGV/2014) Analise o fragmento a seguir. ''Na pós-menopausa, o _____ poderá estar aumentado cerca de 10 a 15 vezes, enquanto que o _____, de 3 a 5 vezes. O _____, por sua vez, diminuído em até 80%, vai sendo, nesta fase, substituído pela _____, que predomina na pós- menopausa.'' Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima. a) Estradiol - estrona - LH - FSH. b) FSH - LH - estradiol - estrona. c) Estrona - FSH - estradiol - LH. d) LH - FSH - estrona - estradiol. e) FSH - estrona - estradiol - LH. 81. (FUNSAÚDE-CE/FGV/2021) Muitas mulheres passam pelo climatério apresentando queixas diversificadas e com intensidades diferentes, sendo necessário recorrer à terapia de reposição hormonal. Assinale a opção que indica a contraindicação absoluta dessa terapia. a) Endometriose. b) Miomatose uterina. c) Diabetes mellitus não controlado. d) Hipertensão arterial não controlada. e) História de tromboembolismo recorrente. 82. (SEAD-AP/FGV/2023) De acordo com as orientações do Ministério da Saúde relacionadas à assistência a mulheres no climatério, constitui contraindicação absoluta à terapia hormonal: a) a endometriose. b) a doença hepática grave. c) a miomatose uterina. d) o diabetes mellitus não controlado. e) a hipertensão arterial não controlada. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 36 83. (Câmara Municipal de Aracaju-SE/FGV/2021) Entre as alterações hormonais que ocorrem durante o climatério, estão aquelas relacionadas ao metabolismo do cálcio, que podem levar a quadros de osteoporose. Sobre os fatores de risco não modificáveis para o desenvolvimento de osteoporose no climatério estão: a) alcoolismo. c) sedentarismo. e) antecedente familiar da doença. b) tabagismo. d) baixa ingesta de cálcio. 84. (TJ-PI/FGV/2015) Durante o exame ginecológico de uma paciente, a enfermeira identificou prolapso da parede anterior da vagina e bexiga para dentro da vagina. Essa condição é denominada: a) retocele. c) prolapso uterino de 1º grau. e) prolapso uterino de 3º grau. b) cistocele. d) prolapso uterino de 2º grau. 85. (Prefeitura do Município de Cuiabá-MT/FGV/2015) Assinale a opção que apresenta um método recomendado para a prevenção e o tratamento das distopias genitais. a) Reposição hormonal. d) Exercícios de Kegel. b) Aplicação de compressas frias. e) Suplementação de vitamina A. c) Profilaxia medicamentosa. 86. (TRF1/FGV/2024) O rastreamento do câncer do colo do útero é uma estratégia dirigida a um grupo populacional específico para o qual essa prática apresenta mais benefícios que riscos, com impacto na redução da mortalidade. Acerca dessa estratégia, é correto afirmar que: a) o método de rastreamento no Brasil é o exame citopatológico, que deve ser oferecido anualmente às mulheres ou qualquer pessoa com colo do útero, na faixa etária de 30 a 60 anos, e que já tenham tido atividade sexual. b) a rotina recomendada pelo Ministério da Saúde para o rastreamento é a repetição do exame papanicolau a cada dois anos, após três exames normais consecutivos realizados com intervalo de um ano. c) a repetição do exame 6 meses após o primeiro teste em mulheres em situação de vulnerabilidade tem como objetivo reduzir a possibilidade de um resultado falso negativo na primeira rodada do rastreamento. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 37 86. (TRF1/FGV/2024) d) o exame deve ser realizado logo após o início da atividade sexual, em pessoas portadoras do vírus HIV, com periodicidade anual após dois exames normais consecutivos realizados com intervalo semestral. e) o rastreamento deve ser realizado semestralmente, após os 65 anos, uma vez que essa faixa etária está mais vulnerável ao HPV devido à queda hormonal e oscilações na imunidade. Resultados do Exame Citopatológico Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 38 87. (TRF1/FGV/2024) Uma mulher de 28 anos apresentou lesão intraepitelial de baixo grau como resultado de exame citopatológico cervical para rastreamento do câncer de colo de útero. Nesse caso, de acordo com os protocolos do Ministério da Saúde, a orientação é: a) repetir a citologia em 3 meses. b) repetir a citologia em 6 meses. c) repetir a citologia em um ano. d)manter a rotina de rastreamento trienal. e) encaminhar a paciente para a colposcopia. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 39 88. (TRF1/FGV/2024) Uma paciente de 35 anos teve como resultado da mamografia BI-RADS 2. Nesse caso, à interpretação correta e a conduta recomendada devem ser, respectivamente: a) exame com achado suspeito; encaminhamento para a unidade de referência. b) exame negativo; avaliação adicional com incidências e manobras. c) exame inconclusivo; comparação com mamografia feita no ano anterior. d) exame com achado tipicamente benigno; rotina de rastreamento conforme a faixa etária. e) exame com achado provavelmente benigno; controle radiológico por três anos. Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) É a uma das condições clínicas mais comuns entre as disfunções endócrinas que afetam mulheres em idade reprodutiva, tendo sua prevalência variando de 6% a 16% dependendo da população estudada e do critério diagnóstico empregado. As principais características clínicas dessa síndrome são a presença de hiperandrogenismo, com diferentes graus de manifestação clínica, e a anovulação crônica. Fonte: FEBRASGO, 2023. Fisiopatologia da SOP A figura representa resumidamente os possíveis fatores envolvidos na gênese desta síndrome. Fonte: FEBRASGO, 2023. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 40 89. (ENARE/FGV/2024) Ana, uma mulher de 32 anos, procura atendimento médico com queixas de dor abdominal e sangramento vaginal irregular. Ela relata à enfermeira que o sangramento é frequente, mas não intenso, e que não está usando nenhum método contraceptivo, informa ainda que possui Síndrome do Ovário Policístico (SOP). Com base no caso, assinale a opção que indica a estrutura do sistema reprodutor feminino mais provável de ter sido afetada pala SOP. a) Vulva. b) Útero. c) Ovário. d) Vagina. e) Tuba uterina. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 41 90. (Prefeitura de Abreu e Lima-PE/FGV/2024) Acerca do dispositivo Intrauterino de cobre e do hormonal, analise as afirmativas a seguir e marque V para a verdadeira e F para a falsa. ( ) Entre os efeitos colaterais do DIU com Levonorgestrel estão dor de cabeça, ganho de peso e tontura. ( ) Uma das vantagens do DIU de cobre é ter longa duração, podendo ser mantido por até 10 anos. ( ) O DIU hormonal age provocando uma ação inflamatória e citotóxica com efeito espermicida. As afirmativas são, respectivamente, a) F – V – F. c) F – F – V. e) F – F – F. b) V – V – F. d) V – V – V. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 42 91. (Câmara Municipal de Fortaleza-CE/FGV/2024) A prevenção da gravidez, também chamada de contracepção, auxilia pessoas e casais a escolherem o momento da chegada dos filhos. O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza vários métodos contraceptivos. Entre os métodos concepcionais não disponibilizados pelo SUS encontramos os a) hormonais, de uso oral e injetável). b) de barreira (diafragma e preservativos). c) de esterilização (laqueadura e vasectomia). d) de interrupção voluntaria da gravidez (aborto até a 14ª semana de gestação). e) de barreira DIU (dispositivo intrauterino). Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 43 Pré-natal de Baixo Risco Abaixo, apresentamos os sinais de gravidez: 92. (ENARE/FGV/2024) A gestação é geralmente um fenômeno fisiológico que ocorre sem intercorrências. O sintoma mais comumente identificado para a suspeição de gravidez é o atraso menstrual. Outros sintomas e sinais comuns ou específicos podem compor o quadro, possibilitando a confirmação da gestação. Sobre o tema, assinale a opção que apresenta, corretamente, sinais e sintomas de presunção de gravidez. a) Melasma facial, linha nigra e aumento do volume abdominal. b) Identificação do hormônio coriogonadotrófico (hCG) na urina ou no sangue. c) Palpação de partes fetais no abdome materno é sintoma exclusivo da gestação. d) Presença de batimentos cardíacos fetais, detectados por sonar (entre 10-12 semanas). e) Aumento do volume uterino e alterações em que o útero se torna globoso (sinal de Noblé-Budin). Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 44 93. (ENARE/FGV/2024) Durante o período da gravidez, o organismo materno vivencia inúmeras alterações fisiológicas na tentativa de se adaptar às necessidades do produto de concepção em desenvolvimento. Essas alterações que ocorrem praticamente em todos os sistemas devem ser bem compreendidas pelos profissionais de enfermagem para a correta interpretação dos achados fisiológicos e patológicos desencadeados no período gestacional. Assim, entre as principais condutas de enfermagem no decorrer da assistência pré-natal, é correto orientar quanto a) às mudanças fisiológicas que ocorrem no organismo materno, necessitando de repouso absoluto. b) às mudanças fisiológicas que ocorrem no organismo materno, evitando o consumo de água durante o dia. c) às mudanças fisiológicas que ocorrem no organismo materno, as quais, muitas vezes, se associam a alguns desconfortos. d) às mudanças fisiológicas que ocorrem no organismo materno, não participação em grupos sociais e diminuir a ingesta de líquidos. e) às mudanças fisiológicas que ocorrem no organismo materno e a necessidade de ter uma doula para acompanhá-la no parto no lugar de sua mãe. 94. (ENARE/FGV/2024) Uma mulher de 28 anos está grávida de 25 semanas de seu primeiro filho. Ela tem comparecido regularmente às consultas de pré-natal e até o momento, sua gravidez tem sido tranquila, sem complicações significativas. A paciente está ansiosa para garantir que seu bebê esteja se desenvolvendo normalmente e tem seguido todas as orientações da enfermeira. Durante a consulta de pré-natal de 26 semanas, a enfermeira realiza uma série de avaliações para monitorar a saúde da gestante. Assinale a opção que indica o procedimento que a enfermeira deve realizar para avaliar o desenvolvimento fetal. a) A mensuração da altura uterina. b) A mensuração da pressão arterial da gestante. c) A medição do volume urinário da gestante e sua frequência cardíaca. d) A mensuração do peso da gestante e sua frequência respiratória. e) A mensuração da pressão arterial da gestante e as frequências cardíaca e respiratória. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 45 95. (ENARE/FGV/2024) Durante uma consulta de pré-natal com a enfermeira da Unidade Básica de Saúde, uma mulher de 25 anos, apresenta seu teste de gravidez positivo. No decorrer da consulta, a enfermeira pergunta qual foi a data da sua última menstruação e a paciente responde que foi no dia 10 de abril de 2024. Usando a regra de Nägele, a enfermeira estimou a data provável do parto (DPP) para o dia a) 31 de dezembro de 2024. b) 17 de janeiro de 2025. c) 25 de fevereiro de 2025. d) 1 de março de 2025. e) 26 de maio de 2025. Fonte: BRASIL, 2023. 96. (SES-MT/FGV/2024) De acordo com o Protocolo do Ministério da Saúde para o tratamento da deficiência de ferro em gestantes/crianças, a dose diária recomendada de ferro elementar é de a) 40 a 80 mg. / 2,0 a 4 mg /kg. b) 60 a 100 mg. / 2,5 a 5 mg /kg. c) 80 a 120 mg. / 3,0 a 6 mg /kg. d) 100 a 140 mg. / 3,5 a 8 mg /kg. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 46 97. (ENARE/FGV/2024) Gestante, 29 anos, portadora de hipotireoidismo, diabetes mellitus tipo 2, diagnosticada há 5 anos, em uso irregular de metformina e levotiroxina. Histórico familiar significativo de diabetes e obesidade. A gravidez foi acompanhada regularmente no pré-natal pela enfermeira da UBS. Durante o segundo trimestre, foi observado um aumento desproporcional na circunferência abdominal. Exceto para o tamanho determinado geneticamente, assinale a opção que apresenta a principal causa de recém-nascido grande para a idade gestacional. a) Hipertensão arterial. b) Hipotireoidismo materno. c) Diabetes mellitus materno. d) Síndrome coronariana aguda. e)Hiperparatireoidismo materno. Algumas orientações gerais sobre o DMG merecem destaque (BRASIL, 2013c): Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 47 98. (TRF1/FGV/2024) No tratamento de uma gestante com diabetes gestacional (DMG), o uso de glibenclamida não é recomendado devido ao aumento do risco de: a) macrossomia fetal. b) toxicicidade fetal. c) má formação congênita. d) anemia da prematuridade. e) hiperbilirrubinemia neonatal. 99. (TRF1/FGV/2024) Na assistência ao pré-natal de uma gestante com diabetes mellitus, o alvo da glicemia capilar medida 2 horas depois das refeições é: a) 1,1 mg/dL ou 2x creatinina basal, elevação de 2x das transaminases hepáticas, EAP, dor abdominal, sintomas visuais ou cefaleia, convulsões, sem outros diagnósticos alternativos (Diretriz de HAS, 2020). 100. (Prefeitura de Macaé-RJ/FGV/2024) Com base na classificação dos distúrbios hipertensivos na gestação e considerando os critérios de medição, um aspecto que caracteriza a Hipertensão Gestacional é a) presença de PAD ≥90 mmHg com proteinúria. b) ocorrência antes da 20ª semana de gestação. c) presença de PAS ≥138 mmHg com sinais de gravidade. d) história de hipertensão arterial antes da gestação. e) presença de PAS ≥140 mmHg sem sinais de gravidade. 101. (Prefeitura de Abreu e Lima-PE/FGV/2024) Na definição da Hipertensão Gestacional, é necessário, entre outros critérios, medir a pressão arterial em duas ocasiões com, pelo menos, a) uma hora de intervalo. b) duas horas de intervalo. c) três horas de intervalo. d) quatro horas de intervalo. e) cinco horas de intervalo. 102. (ENARE/FGV/2024) Enfermeiras treinadas para identificar sinais de alerta de complicações durante a gravidez, sabem que a ultrassonografia básica é feita para a) determinar viabilidade fetal. d) confirmar diabetes gestacional. b) detectar a idade cronológica. e) confirmar hipotireoidismo fetal. c) confirmar síndrome de HELLP. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 49 Ruptura Prematura de Membranas (RPM) no Termo 79 Não realizar exame especular se o diagnóstico de ruptura das membranas for evidente. 80 Se houver dúvida em relação ao diagnóstico de ruptura das membranas realizar um exame especular. Evitar toque vaginal na ausência de contrações. 81 Explicar às mulheres com ruptura precoce de membranas no termo que:- o risco de infecção neonatal grave é de 1%, comparado com 0,5% para mulheres com membranas intactas;- 60% das mulheres com ruptura precoce de membranas no termo entrará em trabalho de parto dentro de 24 horas;- a indução do trabalho de parto é apropriada dentro das 24 horas após a ruptura precoce das membranas. 82 Até que a indução do trabalho de parto seja iniciada ou se a conduta expectante for escolhida pela gestante para além de 24 horas:- aconselhar a mulher a aguardar em ambiente hospitalar;- medir a temperatura a cada 4 horas durante o período de observação e observar qualquer alteração na cor ou cheiro das perdas vaginais;- se a mulher optar por aguardar no domicílio manter as mesmas recomendações anteriores e informá-la que tomar banho não está associado com um aumento da infecção, mas ter relações sexuais pode estar. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 50 Eliminação de Mecônio Imediatamente Antes ou Durante o Trabalho de Parto 85 Não se aconselha o uso de sistemas de gradação e classificação de mecônio para a conduta na eliminação de mecônio imediatamente antes ou durante o trabalho de parto, exceto quando se considerar a amnioinfusão ou como critério de transferência. Ver recomendações 87, 96 e 97. 86 Tanto a monitoração eletrônica contínua da frequência cardíaca fetal, se disponível, como a ausculta fetal intermitente, seguindo técnicas padronizadas, podem ser utilizadas para avaliação do bem-estar fetal diante da eliminação de mecônio durante o trabalho de parto. 87 Considerar a realização de amnioinfusão diante da eliminação de mecônio moderado a espesso durante o trabalho de parto, se não houver disponibilidade de monitoração eletrônica fetal contínua. 88 Não existem evidências para recomendar ou não recomendar a cesariana apenas pela eliminação isolada de mecônio durante o trabalho de parto. 83 Avaliar a movimentação fetal e a frequência cardíaca fetal na consulta inicial e depois a cada 24 horas após a ruptura precoce das membranas, enquanto a mulher não entrar em trabalho de parto, e aconselhá-la a comunicar imediatamente qualquer diminuição nos movimentos fetais. 84 Se o trabalho de parto não se iniciar dentro de 24 horas após a ruptura precoce das membranas, a mulher deve ser aconselhada a ter o parto em uma maternidade baseada em hospital, com serviço de neonatologia. Fonte: BRASIL, 2017. Observações e Monitoração no Primeiro Período do Parto 96 Se mecônio significativo (verde escuro ou preto, grosso, tenaz, contendo grumos) estiver presente assegurar que:-profissionais treinados em suporte avançado de vida neonatal estejam presentes no momento do parto. 97 Se mecônio significativo estiver presente, transferir a mulher para uma maternidade baseada em hospital de forma segura desde que seja improvável que o parto ocorra antes da transferência se completar. Fonte: BRASIL, 2017. Ricaelly Vitoria - 10594091438 www.romulopassos.com.br MENTORIA FGV 51 103. (Prefeitura de Macaé-RJ/FGV/2024) Com base na Diretriz de Assistência ao Parto Normal, assinale a afirmativa correta. a) A profilaxia antibiótica para Ruptura Prematura de Membranas no termo é recomendada em mulheres com período de latência superior a 12 horas. b) A eliminação de mecônio durante o trabalho de parto, de forma isolada, é indicação de cesariana. c) A fase latente do primeiro período do parto é caracterizada por um grau substancial de apagamento cervical e dilatação mais rápida. d) Recomenda-se a pelvimetria clínica de rotina na admissão de gestantes saudáveis de risco habitual. e) No primeiro período do parto de parturientes de risco habitual deve-se registrar a frequência cardíaca materna de 2 em 2 horas. 104. (Prefeitura de Abreu e Lima-PE/FGV/2024) Na assistência ao parto normal, a profilaxia antibiótica para Ruptura Prematura de Membranas - RPM no termo é recomendada em mulheres com período de latência a) inferior a 6 horas. b) inferior a 10 horas. c) superior a 8 horas. d) superior a 10 horas. e) superior a 12 horas. Fatores de Risco para Infecção Associada ao Parto Vaginal Apesar do parto vaginal apresentar menor risco de infecção puerperal, tem-se vários fatores de risco associados a este tipo de infecção. A transmissão de microrganismos nos casos de infecção puerperal pode ter origem exógena (contaminação externa, relacionada ao procedimento propriamente dito e condições locais de higiene) ou endógena, relacionada à própria flora genital da paciente. Assim, sempre que possível, deve-se minimizar os seguintes fatores de risco abaixo relacionados, para um melhor desfecho em termos de prevenção de infecção: • Tempo de ruptura de membranas amnióticas ≥ 18h. • Presença de qualquer infecção, em especial do trato geniturinário. • Realização de procedimentos invasivos prévios, tais como procedimentos de medicina fetal e circlagem. • Toques vaginais, sobretudo após ruptura de membranas amnióticas. A OMS recomenda um intervalo mínimo de 4 horas entre toques vaginais para o acompanhamento da primeira fase ativa do trabalho de parto, em mulheres de baixo risco. Além disso, deve-se evitar a realização de toques vaginais na mesma parturiente por múltiplos profissionais (no mesmo momento ou em pontos diferentes do trabalho de parto), considerada uma prática frequente e inapropriada em hospitais de ensino. Ricaelly