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EMBRIOLOGIAEMBRIOLOGIA
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Impressão do Ebook
Espermatogênese
 Ocorre nos túbulos seminíferos
Etapas da espermatogênses
Mitose = processo de divisão celular
Meiose = somente na fase de maturação
Originando espermátides que se transformarão
em espermatozóides
Mitose X Meiose
Espermatogênese
 Na infância – testículos inativos
 Aos sete anos – células germinativas primordiais
A espermatogênese (espermatozoides) tem ínicio na
puberdade quando o organismo começa a secretar altos
índices de testosterona.
Espermatogênese
 Dos milhões de espermatozóides que são depositados na
vagina, mas apenas algumas centenas atingirão as tubas
uterinas, onde podem manter a sua capacidade fertilizante
por até 3 dias.
Seqüência de eventos através dos quais as células
germinativas primitivas, denominadas ovogônias se
transformam em ovócitos maduros.Tem início antes do
nascimento e termina após a maturação sexual.
 Após o nascimento as ovogônias já se diferenciaram em
ovócitos primários (cuja meiose está interrompida em
prófase I), que são envolvidos por uma camada única de
células epiteliais achatadas constituindo o folículo
primordial.
Ovulogênese
A ovulação começa no início da puberdade, geralmente
com a maturação de um folículo por mês retomando o
processo que ocorreu antes do nascimento da menina.
A longa duração da primeira divisão meiótica, até 45 anos,
pode ser responsável pela freqüência relativamente alta
de erros na meiose.
Na fase de maturação, cada ovócito I (diplóide) dá, por
meiose I (reducional) duas células haplóides: o ovócitoII
(secundário), relativamente grande,e o 1o glóbulo polar, de
tamanho reduzido. 
Portanto, cada ovócito I dará origem a um óvulo e a três
glóbulos polares, geralmente estéreis.
Fecundação:
União entre os gametas masculinos (espermatozoides) e
gametas femininos (óvulos) que resulta na formação do
zigoto
Quantidade de esperma liberado na ejaculação:
 2 a 5 mls (20 a 300 milhões de espermatozoides por mm)
Quantidade de óvulos liberado na ovulação:
 1 óvulo (pode apresentar 2 óvulos)
Ovulação
Fecundação
Após 30 horas de formação do zigoto este começa a se
dividir em várias células iniciando o desenvolvimento
embrionário • Em 6 dias embrião chega ao útero onde
ele nida (se fixa) originando o feto • Dura cerca de 280
dias (período da gestação)
Fecundação
0 a 4 semanas de gestação
Formação dos folhetos embrionários
5 a 8 semanas
 
•
5° semana
Começam a se formar os rins, o fígado, o sistema nervoso,
a coluna vertebral, cabeça e o tronco • Uma parte do
centro irá se converter no coração 
6° semana
Formação da traqueia, cordas vocais e língua
Cérebro aumenta de tamanho
Coração bate de 100 a 130 bpm
Começa o processo da circulação
5 a 8 semanas
Desenvolve-se o cordão umbilical Intestino e pulmão 
continuam a ganhar forma
8° semana
A cauda embrionária desaparece Neurônios começas a
dividir-se formando o sistema nervoso
9 a 12 semanas
As pálpebras permanecem fechadas até a 27° semana A
pele ainda é transparente • Alguns ossos começam a
endurecer • A cabeça começa a ficar arredondada e já e
possível ver o perfil do feto
13 a 16 semanas
Desenvolve-se o sistema reprodutivo • O fígado secreta a
Bile • O baço inicia a produção de glóbulos vermelhos
17 a 20 semana
Terminações nervosas já estão desenvolvidos
21 a 24 semanas
Desenvolvimento dos sentidos Sistema digestivo,
respiratório e circulatório estão amadurecendo Os vasos
sanguíneos esenvolvem-se Pulmões desenvolvem os
alvéolos e produzem os pneumócitos
25 a 28 semanas
Muda de posição a adota a posição “encaixada” Os
pulmões, fígado e o sistema imunológico ainda tem que 
 amadurecer, mais se ele nascesse teria 65% de sobrevida
O líquido aminiótico é cada vez menos • Passa a se
mexer mais (mais ativo) • Os olhos abrem e fecham
A gordura que envolve o corpo do feto desaparece •
Os ossos do crânio estão separados para facilitar o
parto
29 a 32 semanas
33 a 36 semanas
Não altera muito sua posição • Preparação dos
órgãos para a vida extra uterina
37 a 40 semanas
O sistema Nervoso se origina do folheto ectoderma
Na 3° semana
Já existem indícios da formação do SN com o
espessamento do ectoderma, formando a placa neural 
Na 4° semana a placa neural cresce inferiormente
(invaginação), formando o SULCO NEURAL que continua
seu crescimento, formando a GOTERIA NEURAL
Placa
Neural
 
A Placa Neural sofre um processo 
 de invaginação
Placa
Neural
Goteira
Neural
Sulco
Neural
Dilatações do Tubo Neural
A parte cranial dilatada constitui o
encéfalo primitivo, ou arquencéfalo.
A parte caudal constitui a medula
primitiva do embrião.
Tubo Neural
A fase de formação do tubo neural é definida como
NEURULAÇÃO;
Das cristas neurais se originam as estruturas que fazem
parte do SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO (nervos,
gânglios e terminações nervosas) e partes do SISTEMA
NERVOSO AUTÔNOMO.
Tubo Neural
O processo de formação do tubo neural é bastante
complexo e depende de uma série precisa de mudanças
celulares
O sucesso da neurulação é bastante sensível a elementos
químicos ou deficiências químicas circulação materna.
A fusão de pregas neurais, para formar o tubo neural,
ocorre primeiramente no meio e posteriormente nas
pontas.
Falhas no fechamento ântero-superior resultam na
anencefalia - grave malformação fetal que resulta na
ausência de cérebro, calota craniana e couro cabeludo e
impede qualquer possibilidade de o bebê sobreviver.
Tubo Neural
Falhas no fechamento póstero-inferior
resultam na espinha bífida – malformação
fetal que compromete o desenvolvimento
da medula espinhal em maior ou menor
grau.
Tubo Neural
Com o desenvolvimento do feto, ocorre a diferenciação
celular e formam-se as VESÍCULAS ENCEFÁLICAS, que são
dilatações no tubo neural 
Todo o encéfalo se origina dessas três vesículas primárias
denominadas: prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo.
A vesícula mais rostral (anterior) é o prosencéfalo, também
chamada de encéfalo anterior. Atrás dele, desenvolve-se outra
vesícula, o mesencéfalo, ou encéfalo médio. E mais atrás, na
porção caudal (inferior), localiza-se a terceira vesícula
primária, o romboencéfalo ou encéfalo posterior, que vai dar
origem 
Vesículas Encefálicas
No Arquencéfalo
distingue-se 3 dilatações:
Prosencéfalo
Mesencéfalo
Rombencéfalo
Tubo Neural
Divisão SN
As principais divisões do encéfalo, são visíveis entre a sétima
e a décima primeira semanas de gestação.
O mesencéfalo se mantém. O metencéfalo originará a
PONTE e o CEREBELO e o mielencéfalo formará o BULBO e a
MEDULA ESPINAL.
Divisão Anatômica do Sistema Nervoso Central 
 
Mielencéfalo: bulbo (controle cardiovascular e
respiratório); medula espinal (controle reflexo e condução
dos impulsos nervosos)
Metencéfalo: ponte (controlerespiratório, controle dos
movimentos oculares); cerebelo (controle motor e
aprendizagem motora);
Divisão SN
Diencéfalo: tálamo (transmissão motora); hipotálamo
(controle autonômico e endócrino) epitálamo e 
 metatálamo 
Telencéfalo: núcleos da base (controle motor) e córtex
cerebral (percepção sensorial, aprendizagem, memória,
movimentos voluntários); 
Período Embrionário
Nas semanas seguinte, o encéfalo continua a se
desenvolver e crescer até o final da gestação.
inicialmente o cérebro apresenta a sua superfície lisa e
gradualmente desenvolve um padrão característico de
giros (ou circunvoluções) e sulcos (ou pregas corticais).
Ocorre a migração neuronal no córtex cerebral
resultando na constituição de seis camadas
celulares. Em cada camada há diferentes tipos de
neurônios (produção, migração e diferenciação
neuronal)
As células do Sistema Nervoso são específicas e continuam
sua formação ao longo da vida.
Período Embrionário
Os neurônios se desenvolvem e migram (utilizam 
células da glia e sinalização por proteína) para a sua
localização antes do nascimento. As conexões que se
formam inicialmente, amadurecem ainda intra-útero e
continuam por vários anos (período pós-natal).
Os neurônios migram da superfície interna para a
superfície externa. A origem dos neurônio e das células da
glia se dá por uma célula inicialmente chamada de
GLIOBASTO.
Período Embrionário
Os neurônios que terão funções motoras, migram para a
região anterior da medula espinal e do córtex cerebral,
aqueles que desempenharam funções sensitivas para a
região posterior e os interneurônios ficarão nas regiões
intermediárias, conectando estruturas do SNC.
Do ponto de vista biológico, considera-se a existência de
três fases distintas que contribuem para o crescimento
diferencial do SNC:
DIVISÃO NEURONAL E MIGRAÇÃO
CONECTIVIDADE NEURONAL
SINAPTOGÊNESE E PODA SINÁPTICA
1a fase do desenvolvimento cerebral ocorre ao longo da 1a
metade da gestação e é caraterizada por proliferação
neuronal (surgimento de novos neurônios -
250.000neurônios/minuto) e sua migração em direção à
superfície cerebral externa.
A divisão e migração neuronal estão associadas a um
crescimento cortical (em espessura e em área de 
 superfície). Porém, a superfície cortical ainda permanece
lisa. O pregueamento cortical (sulcos e giros) ocorre
posteriormente.
Divisão Neural e Migração
Conectividade Neural
2a fase do desenvolvimento cerebral ocorre desde a 2a
metade da gestação até aos 2 anos de vida pós-natal e é
dominada pela formação de conexões entre os neurônios
(conectividade neuronal). Quando a migração neuronal
está praticamente completa, os neurônios corticais
começam a criar conexões com outros neurônios. Estas
novas conexões estabelecidas pelos neurônios originam
alterações corticais (por exemplo, início da formação dos
sulcos e giros).
A conectividade neuronal envolve o crescimento de
dendritos e axônios neuronais, a origem e expansão de
células da glia (astrócitos, oligodendrócitos e células da
microglia), formação de sinapses e o desenvolvimento do
sistema vascular.
Simultaneamente, a mielinização atinge o seu pico e induz
crescimento acentuado da substância branca.
Sinaptogênese e poda sináptica
3a fase do desenvolvimento cerebral ocorre ao longo de toda a
vida.
Está associada a rápida sinaptogênese, formação de algumas
“novas” conexões neuronais, e também a poda sináptica,
remoção de estruturas neuronais desnecessárias.
Nesta fase o córtex cerebral permanece plástico, cresce em
espessura e aumenta a quantidade de sulcos e giros.
NEUROPLASTICIDADE OU PLASTICIDADE NEURAL:
CAPACIDADE DO SN EM MUDAR, ADAPTAR E CRESCER, A
NÍVEL ESTRUTURAL E FUNCIONAL, AO LONGO DO
DESENVOLVIMENTO NEURONAL E QUANDO SUJEITOS A
NOVAS EXPERIÊNCIAS (APRENDIZADO OU LESÕES)
Desenvolvimento do SN Humano
Folhetos embrionários
Mesoderma
Camada intermediária. Forma a derme, os ossos, músculos,
sistema cardiovascular e reprodutor
Desenvolvimento Cardiovascular
Coração primitivo e sistema vascular Surgem durante a 3°
semana do desenvolvimento • Originados do mesoderma 
Função do sistema cardiovascular
• Captação de O2 e nutrientes
• Remoção de CO2 e restos metabólitos
4° a 7° semana de desenvolvimento
• Septação do coração, formação das 4 cavidades • Inicio
dos batimento cardíacos 
 Seguem do saco vitelino para o embrião
 Se tornam a sistema portal (fígado) será formado
aproximadamente 6° semana
 Principal sistema de drenagem venoso do embrião e forma o
sistema cava
Principal sistema de drenagem venoso do embrião e forma o
sistema cava 
Desenvolvimento das veias
Veia umbilical
Veia vitelínica
Veias cardinais comuns
Desenvolvimento das artérias
Arcos aórticos
Se transformam no sistema arterial do adulto (carótidas,
subclávias e pulmonares) durante a 6° e 8° semana 
Complicações no Desenvolvimento
20° a 50° semana
 Alterações dos padrões normais, alta probabilidade de
promover anomalias congênitas Agentes teratogênicos
(medicamentos, drogas.....), choques mecânicos podem
gerar estas anomalias
Período crítico do desenvolvimento do coração
Desenvolvimento fetal
Pulmões
Não funcionam durante a vida pré-natal
Por isso o sangue é oxigenado pela placenta 
Desviado dos pulmões
Após nascimento
Ocorrem modificações progressivas no padrão circulatório
até a infância
Estruturada para suprir necessidades do embrião em
desenvolvimento 
Circulação Fetal
Difere da extra-uterina
Anatômica e funcional
Circulação Fetal
Única conexão entre o feto e o meio externo
Função: Intestino (nutrientes), rins ( retirada de produtos
de degradação) e pulmões (trocas gasosas).
Pulmões fetais
Cheios de líquidos, oferece alta resistência ao fluxo
sanguíneo 
Ducto venoso (sangue se aproxima do fígado)
Átrio direito
Ventrículo direito
Circulação fetal
Veia umbilical
Chegada do sangue oxigenado da placenta
Veia cava inferior
Circulação fetal
Veia cava inferior
Átrio esquerdo
Através do forame oval
Circulação fetal
Direciona para os pulmões (tronco pulmonar)
Pulmões colabados
Volume pequeno de sangue só para nutrição e
oxigenação do próprio
Retorna para o Átrio esquerdo pelas veias pulmonares
Levado ao ventrículo esquerdo aorta descendente
(leva para o corpo)
Circulação fetal
Átrio esquerdo
Sangue do átrio direito (forame oval) e dos pulmões
Mistura-se (shunt) – sangue oxigenado e não oxigenado
Desvios
Na circulação fetal temos 3
Ducto venoso
 Forame oval
Ducto arterial
Desenvolvimento pulmonar
Período embrionário: 4 a 7 semanas
Formação do sistema respiratório
Período fetal: 7 a 40 semanas
Subdividido em quatro estágios;
Preparação do pulmão para vida extra-uterina;
Mudanças na forma, tamanho e composição.
Período embrionário
(4a a 7a semana)
Endoderma:
Mesoderma:
vias aéreas condutoras e alvéolos
musculatura lisa, tecido conectivo,
cartilagens e sistema vascular
evaginação mediana que se projeta da extremidade caudal
da parede ventral da faringe primitiva – sulco
laringotraqueal 
O diafragma ainda não foi formado
Órgãos respiratórios inferiores
(laringe, traquéia, brônquios e pulmões) – formação na 4a
semana.
Primórdio respiratório aparece dos 26 aos 27 dias como uma
Endoderma que reveste o sulco laringotraqueal dá origem
ao epitélio e glândulas da laringe, traqueia, brônquios e ao
epitélio pulmonar .
Mesoderma origina o tecido conjuntivo, cartilagem e
músculo liso.
Divertículo laringotraqueal se separa da faringe primitiva e
mantém uma comunicação com esta através do orifício
laríngeo primitivo.
Final da 4a semana o sulco laringotraqueal já se evaginou
formando um divertículo laringotraqueal em forma de
bolsa.
Divertículo alonga-se e é envolvido pelo mesênquima e se
amplia formando um broto pulmonar globular.
O septo divide parte cefálica do intestino anterior em uma:
– porção ventral tubo laringotraqueal (primórdio da
laringe, traquéia, brônquios e pulmões) e – porção dorsal
(primórdio da orofaringe e do esôfago). • A abertura do tubo
laringotraquealna faringe torna-se o orifício laríngeo 
Prega traqueoesofágica se desenvolve no divertículo
laringotraqueal aproximam-se uma da outra e se fundem
formando uma divisória septo traqueoesofágico.
Desenvolvimento dos brônquios
Broto pulmonar que se desenvolveu na extremidade
caudal do tubo laringotraqueal – 4a semana se divide em 2
evaginações –
brotos brônquicos
Brotos crescem dentro dos canais pleurais (pericardioperitoneal)
5a semana a conexão dos brotos brônquicos com a
traquéia fica mais dilatada e forma o primórdio do
brônquio principal ou primário.
Brotos brônquicos se diferenciam nos brônquios dentro
dos pulmões 
Brônquios primários subdividem-se em brônquios-tronco
ou secundários. 
• Direita: 
Brônquio secundário superior – supre lobo superior pulmão
– Brônquio secundário inferior subivide-se em 2 brônquios
um para o lobo médio e outro para lobo inferior.
Esquerda:
2 brônquios secundários suprem os lobos superior e inferior
Cada brônquio secundário se ramifica progressivamente
Com 24a semana brônquios respiratórios se desenvolveram.
Maturação dos pulmões
É dividida em 4 períodos:
– Período pseudoglandular;
– Período canalicular;
– Período do saco terminal;
– Período alveolar.
⇨ Estágio pseudoglandular (7a a 16a semana)
⇨ Estágio canalicular (17a a 26a semana)
⇨ Estágio sacular (27a a 35a semana)
⇨ Estágio alveolar (36a semana até a gestação a
termo)
⇨ formação de todas vias aéreas condutoras
⇨ diferenciação de células em epitélio respiratório
⇨ surgimento de cartilagem e da célula muscular lisa
⇨ formação do diafragma
⇨ grande proliferação de capilares
⇨ “nascimento” da unidade respiratória: ÁCINO
⇨ formação dos bronquíolos respiratórios
⇨ células epiteliais se diferenciam em PNEUMÓCITOS TIPO II
ESTÁGIO PSEUDOGLANDULAR
 
 
(7a a 16a semana)
ESTÁGIO CANALICULAR
(17a a 26a SEMANA)
⇨PNEUMÓCITOS TIPO I
⇨ formação de líquido pulmonar (células secretoras)
⇨ aproximação de capilares com epitélio: barreira
hematogasosa.
ESTÁGIO SACULAR
(27a a 35a semana)
⇨ expansão da porção de troca gasosa (barreira hematogasosa) 
⇨ epitélio torna-se mais delgado
⇨ aumento da síntese de elastina
⇨ aumento de vascularização do interstício
⇨ formação de sacos aéreos: estruturas cilíndricas de
paredes lisas, denominadas SÁCULOS
⇨ maturação do sistema surfactante – PNEUMÓCITOS
TIPO II
ESTÁGIO ALVEOLAR
(36a semana até
gestação termo)
 
 
⇨ aumento da superfície e do volume pulmonar
⇨ início da alveolização
⇨ redução acentuada do interstício
⇨ aumento de elastina
⇨ presença de movimentos respiratórios fetais
⇨ pico de produção e amadurecimento do surfactante
➢ O número de vias aéreas (árvore brônquica) aumenta
somente em tamanho e não em número
Período Pós Natal
✓ A multiplicação alveolar é muito elevada após o nascimento;
✓ 8 aos 12 anos: marcador do fim do crescimento rápido de
alvéolos e das vias aéreas terminais;
✓ A partir desta idade o aumento em número de alvéolos é
muito mais discreto, ocorrendo aumento importante no
tamanho dos alvéolos já existentes;
Período Pós Natal
⇨ crescimento de (bronquíolos respiratórios, ductos alveolares
e alvéolos): em tamanho e em número.
⇨Ex1.Número de alvéolos:
⇨ RN: 50 milhões;
⇨ Adulto: 300 milhões.
⇨ Ex2. diâmetro do bronquíolo terminal:
⇨ RN: 0,1 mm;
⇨ 2 anos: 0,2 mm;
⇨ 4 anos: 0,3 mm;
⇨ 18 anos: 0,5 mm.
Desenvolvimento Pulmonar
No Período Neonatal
⇨ Fluido Pulmonar
Expande as vias aéreas e estimula o crescimento
pulmonar Contribui com 1/3 do total do líquido amniótico Resulta
em crescimento acelerado do pulmão hipoplásico 
(J Pediatr Surg 28:1411, 1993)
Primeiras respirações:
 Caixa torácica comprimida (canal de parto)
Ejeção de líquido (30 mL) com inspiração passiva
após a descompressão do tórax Interface gás-líquido
facilita a primeira respiração e distensão alveolar
Kopelman 1984
Adaptação Perinatal
Grande aumento do fluxo sanguíneo pulmonar
(Redução da resistência vascular pulmonar)
Aumento da pressão de AE
Fechamento do forame oval e ducto arterial
Fatores anatômicos
CAIXA TORÁCICA
• Costelas e esterno cartilaginoso
• Músculos intercostais e escalenos pouco desenvolvidos
• Arcos costais horizontalizados
• Tendência à distorção/Respiração paradoxal
• Suporte cartilaginoso pouco eficiente
• Menor quantidade de tecido de sustentação
• Estruturas imaturas, elásticas e altamente complacentes
• Números de alvéolos: nascimento (20 milhões)
8 anos: (300 milhões)
• Tamanho dos alvéolos: nascimento 150-180 μm
8 anos 250-300 μm
• Relativamente grande
• Localização mais alta na faringe
• Favorece a obstrução das vias aéreas
• Respiração exclusivamente nasal até o sexto mês
Fatores Anatômicos
VIAS AÉREAS INFERIORES
NASOFARINGE
• Contribui para 25% da resistência total
• Cabeça e occipital relativamente grandes
• Flexão excessiva
• Obstrução aguda das vias aéreas
LÍNGUA
EPIGLOTE
• Longa e rígida – C1 na criança / C3 no adulto 
C4 no RNT, C3 no RNPT
• Diâmetro laringe: 8 mm no adulto, 3-4 mm criança
• Mucosa fina e friável
Até a próxima!
Pontos importantes:
obrigado 
E-book oferecido pelo 
Centro Educacional Sete de Setembro
 em parceria com o Professor Manoel Junior para
o curso de "Embriologia".

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