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EMBRIOLOGIAEMBRIOLOGIA E-BOOK Obrigado por fazer parte do nosso propósito de levar conhecimento com qualidade para o maior número de pessoas possíveis, por confiar e acreditar no nosso trabalho assim como nós acreditamos e confiamos no seu potencial. Acreditamos que você pode chegar onde quiser sempre com mais conhecimento. Você já é diferente por ter acesso a esse e-book e certificado. Você poderá ter acesso aos nossos cursos e congressos pelo nosso site: www.cessetembro.com.br Quer ser um Aluno Premium? Faça parte da A Nova Classe: www.anovaclasse.com.br Seja bem-vindo! Vamos fazer história juntos! @CESSETEMBRO @ANOVACLASSE http://cessetembro.com.br/cursos http://www.anovaclasse.com.br/ http://instagram.com.br/CESSETEMBRO http://instagram.com.br/ANOVACLASSE Clique no ícone da impressora. 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Espermatogênese Dos milhões de espermatozóides que são depositados na vagina, mas apenas algumas centenas atingirão as tubas uterinas, onde podem manter a sua capacidade fertilizante por até 3 dias. Seqüência de eventos através dos quais as células germinativas primitivas, denominadas ovogônias se transformam em ovócitos maduros.Tem início antes do nascimento e termina após a maturação sexual. Após o nascimento as ovogônias já se diferenciaram em ovócitos primários (cuja meiose está interrompida em prófase I), que são envolvidos por uma camada única de células epiteliais achatadas constituindo o folículo primordial. Ovulogênese A ovulação começa no início da puberdade, geralmente com a maturação de um folículo por mês retomando o processo que ocorreu antes do nascimento da menina. A longa duração da primeira divisão meiótica, até 45 anos, pode ser responsável pela freqüência relativamente alta de erros na meiose. Na fase de maturação, cada ovócito I (diplóide) dá, por meiose I (reducional) duas células haplóides: o ovócitoII (secundário), relativamente grande,e o 1o glóbulo polar, de tamanho reduzido. Portanto, cada ovócito I dará origem a um óvulo e a três glóbulos polares, geralmente estéreis. Fecundação: União entre os gametas masculinos (espermatozoides) e gametas femininos (óvulos) que resulta na formação do zigoto Quantidade de esperma liberado na ejaculação: 2 a 5 mls (20 a 300 milhões de espermatozoides por mm) Quantidade de óvulos liberado na ovulação: 1 óvulo (pode apresentar 2 óvulos) Ovulação Fecundação Após 30 horas de formação do zigoto este começa a se dividir em várias células iniciando o desenvolvimento embrionário • Em 6 dias embrião chega ao útero onde ele nida (se fixa) originando o feto • Dura cerca de 280 dias (período da gestação) Fecundação 0 a 4 semanas de gestação Formação dos folhetos embrionários 5 a 8 semanas • 5° semana Começam a se formar os rins, o fígado, o sistema nervoso, a coluna vertebral, cabeça e o tronco • Uma parte do centro irá se converter no coração 6° semana Formação da traqueia, cordas vocais e língua Cérebro aumenta de tamanho Coração bate de 100 a 130 bpm Começa o processo da circulação 5 a 8 semanas Desenvolve-se o cordão umbilical Intestino e pulmão continuam a ganhar forma 8° semana A cauda embrionária desaparece Neurônios começas a dividir-se formando o sistema nervoso 9 a 12 semanas As pálpebras permanecem fechadas até a 27° semana A pele ainda é transparente • Alguns ossos começam a endurecer • A cabeça começa a ficar arredondada e já e possível ver o perfil do feto 13 a 16 semanas Desenvolve-se o sistema reprodutivo • O fígado secreta a Bile • O baço inicia a produção de glóbulos vermelhos 17 a 20 semana Terminações nervosas já estão desenvolvidos 21 a 24 semanas Desenvolvimento dos sentidos Sistema digestivo, respiratório e circulatório estão amadurecendo Os vasos sanguíneos esenvolvem-se Pulmões desenvolvem os alvéolos e produzem os pneumócitos 25 a 28 semanas Muda de posição a adota a posição “encaixada” Os pulmões, fígado e o sistema imunológico ainda tem que amadurecer, mais se ele nascesse teria 65% de sobrevida O líquido aminiótico é cada vez menos • Passa a se mexer mais (mais ativo) • Os olhos abrem e fecham A gordura que envolve o corpo do feto desaparece • Os ossos do crânio estão separados para facilitar o parto 29 a 32 semanas 33 a 36 semanas Não altera muito sua posição • Preparação dos órgãos para a vida extra uterina 37 a 40 semanas O sistema Nervoso se origina do folheto ectoderma Na 3° semana Já existem indícios da formação do SN com o espessamento do ectoderma, formando a placa neural Na 4° semana a placa neural cresce inferiormente (invaginação), formando o SULCO NEURAL que continua seu crescimento, formando a GOTERIA NEURAL Placa Neural A Placa Neural sofre um processo de invaginação Placa Neural Goteira Neural Sulco Neural Dilatações do Tubo Neural A parte cranial dilatada constitui o encéfalo primitivo, ou arquencéfalo. A parte caudal constitui a medula primitiva do embrião. Tubo Neural A fase de formação do tubo neural é definida como NEURULAÇÃO; Das cristas neurais se originam as estruturas que fazem parte do SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO (nervos, gânglios e terminações nervosas) e partes do SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO. Tubo Neural O processo de formação do tubo neural é bastante complexo e depende de uma série precisa de mudanças celulares O sucesso da neurulação é bastante sensível a elementos químicos ou deficiências químicas circulação materna. A fusão de pregas neurais, para formar o tubo neural, ocorre primeiramente no meio e posteriormente nas pontas. Falhas no fechamento ântero-superior resultam na anencefalia - grave malformação fetal que resulta na ausência de cérebro, calota craniana e couro cabeludo e impede qualquer possibilidade de o bebê sobreviver. Tubo Neural Falhas no fechamento póstero-inferior resultam na espinha bífida – malformação fetal que compromete o desenvolvimento da medula espinhal em maior ou menor grau. Tubo Neural Com o desenvolvimento do feto, ocorre a diferenciação celular e formam-se as VESÍCULAS ENCEFÁLICAS, que são dilatações no tubo neural Todo o encéfalo se origina dessas três vesículas primárias denominadas: prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo. A vesícula mais rostral (anterior) é o prosencéfalo, também chamada de encéfalo anterior. Atrás dele, desenvolve-se outra vesícula, o mesencéfalo, ou encéfalo médio. E mais atrás, na porção caudal (inferior), localiza-se a terceira vesícula primária, o romboencéfalo ou encéfalo posterior, que vai dar origem Vesículas Encefálicas No Arquencéfalo distingue-se 3 dilatações: Prosencéfalo Mesencéfalo Rombencéfalo Tubo Neural Divisão SN As principais divisões do encéfalo, são visíveis entre a sétima e a décima primeira semanas de gestação. O mesencéfalo se mantém. O metencéfalo originará a PONTE e o CEREBELO e o mielencéfalo formará o BULBO e a MEDULA ESPINAL. Divisão Anatômica do Sistema Nervoso Central Mielencéfalo: bulbo (controle cardiovascular e respiratório); medula espinal (controle reflexo e condução dos impulsos nervosos) Metencéfalo: ponte (controlerespiratório, controle dos movimentos oculares); cerebelo (controle motor e aprendizagem motora); Divisão SN Diencéfalo: tálamo (transmissão motora); hipotálamo (controle autonômico e endócrino) epitálamo e metatálamo Telencéfalo: núcleos da base (controle motor) e córtex cerebral (percepção sensorial, aprendizagem, memória, movimentos voluntários); Período Embrionário Nas semanas seguinte, o encéfalo continua a se desenvolver e crescer até o final da gestação. inicialmente o cérebro apresenta a sua superfície lisa e gradualmente desenvolve um padrão característico de giros (ou circunvoluções) e sulcos (ou pregas corticais). Ocorre a migração neuronal no córtex cerebral resultando na constituição de seis camadas celulares. Em cada camada há diferentes tipos de neurônios (produção, migração e diferenciação neuronal) As células do Sistema Nervoso são específicas e continuam sua formação ao longo da vida. Período Embrionário Os neurônios se desenvolvem e migram (utilizam células da glia e sinalização por proteína) para a sua localização antes do nascimento. As conexões que se formam inicialmente, amadurecem ainda intra-útero e continuam por vários anos (período pós-natal). Os neurônios migram da superfície interna para a superfície externa. A origem dos neurônio e das células da glia se dá por uma célula inicialmente chamada de GLIOBASTO. Período Embrionário Os neurônios que terão funções motoras, migram para a região anterior da medula espinal e do córtex cerebral, aqueles que desempenharam funções sensitivas para a região posterior e os interneurônios ficarão nas regiões intermediárias, conectando estruturas do SNC. Do ponto de vista biológico, considera-se a existência de três fases distintas que contribuem para o crescimento diferencial do SNC: DIVISÃO NEURONAL E MIGRAÇÃO CONECTIVIDADE NEURONAL SINAPTOGÊNESE E PODA SINÁPTICA 1a fase do desenvolvimento cerebral ocorre ao longo da 1a metade da gestação e é caraterizada por proliferação neuronal (surgimento de novos neurônios - 250.000neurônios/minuto) e sua migração em direção à superfície cerebral externa. A divisão e migração neuronal estão associadas a um crescimento cortical (em espessura e em área de superfície). Porém, a superfície cortical ainda permanece lisa. O pregueamento cortical (sulcos e giros) ocorre posteriormente. Divisão Neural e Migração Conectividade Neural 2a fase do desenvolvimento cerebral ocorre desde a 2a metade da gestação até aos 2 anos de vida pós-natal e é dominada pela formação de conexões entre os neurônios (conectividade neuronal). Quando a migração neuronal está praticamente completa, os neurônios corticais começam a criar conexões com outros neurônios. Estas novas conexões estabelecidas pelos neurônios originam alterações corticais (por exemplo, início da formação dos sulcos e giros). A conectividade neuronal envolve o crescimento de dendritos e axônios neuronais, a origem e expansão de células da glia (astrócitos, oligodendrócitos e células da microglia), formação de sinapses e o desenvolvimento do sistema vascular. Simultaneamente, a mielinização atinge o seu pico e induz crescimento acentuado da substância branca. Sinaptogênese e poda sináptica 3a fase do desenvolvimento cerebral ocorre ao longo de toda a vida. Está associada a rápida sinaptogênese, formação de algumas “novas” conexões neuronais, e também a poda sináptica, remoção de estruturas neuronais desnecessárias. Nesta fase o córtex cerebral permanece plástico, cresce em espessura e aumenta a quantidade de sulcos e giros. NEUROPLASTICIDADE OU PLASTICIDADE NEURAL: CAPACIDADE DO SN EM MUDAR, ADAPTAR E CRESCER, A NÍVEL ESTRUTURAL E FUNCIONAL, AO LONGO DO DESENVOLVIMENTO NEURONAL E QUANDO SUJEITOS A NOVAS EXPERIÊNCIAS (APRENDIZADO OU LESÕES) Desenvolvimento do SN Humano Folhetos embrionários Mesoderma Camada intermediária. Forma a derme, os ossos, músculos, sistema cardiovascular e reprodutor Desenvolvimento Cardiovascular Coração primitivo e sistema vascular Surgem durante a 3° semana do desenvolvimento • Originados do mesoderma Função do sistema cardiovascular • Captação de O2 e nutrientes • Remoção de CO2 e restos metabólitos 4° a 7° semana de desenvolvimento • Septação do coração, formação das 4 cavidades • Inicio dos batimento cardíacos Seguem do saco vitelino para o embrião Se tornam a sistema portal (fígado) será formado aproximadamente 6° semana Principal sistema de drenagem venoso do embrião e forma o sistema cava Principal sistema de drenagem venoso do embrião e forma o sistema cava Desenvolvimento das veias Veia umbilical Veia vitelínica Veias cardinais comuns Desenvolvimento das artérias Arcos aórticos Se transformam no sistema arterial do adulto (carótidas, subclávias e pulmonares) durante a 6° e 8° semana Complicações no Desenvolvimento 20° a 50° semana Alterações dos padrões normais, alta probabilidade de promover anomalias congênitas Agentes teratogênicos (medicamentos, drogas.....), choques mecânicos podem gerar estas anomalias Período crítico do desenvolvimento do coração Desenvolvimento fetal Pulmões Não funcionam durante a vida pré-natal Por isso o sangue é oxigenado pela placenta Desviado dos pulmões Após nascimento Ocorrem modificações progressivas no padrão circulatório até a infância Estruturada para suprir necessidades do embrião em desenvolvimento Circulação Fetal Difere da extra-uterina Anatômica e funcional Circulação Fetal Única conexão entre o feto e o meio externo Função: Intestino (nutrientes), rins ( retirada de produtos de degradação) e pulmões (trocas gasosas). Pulmões fetais Cheios de líquidos, oferece alta resistência ao fluxo sanguíneo Ducto venoso (sangue se aproxima do fígado) Átrio direito Ventrículo direito Circulação fetal Veia umbilical Chegada do sangue oxigenado da placenta Veia cava inferior Circulação fetal Veia cava inferior Átrio esquerdo Através do forame oval Circulação fetal Direciona para os pulmões (tronco pulmonar) Pulmões colabados Volume pequeno de sangue só para nutrição e oxigenação do próprio Retorna para o Átrio esquerdo pelas veias pulmonares Levado ao ventrículo esquerdo aorta descendente (leva para o corpo) Circulação fetal Átrio esquerdo Sangue do átrio direito (forame oval) e dos pulmões Mistura-se (shunt) – sangue oxigenado e não oxigenado Desvios Na circulação fetal temos 3 Ducto venoso Forame oval Ducto arterial Desenvolvimento pulmonar Período embrionário: 4 a 7 semanas Formação do sistema respiratório Período fetal: 7 a 40 semanas Subdividido em quatro estágios; Preparação do pulmão para vida extra-uterina; Mudanças na forma, tamanho e composição. Período embrionário (4a a 7a semana) Endoderma: Mesoderma: vias aéreas condutoras e alvéolos musculatura lisa, tecido conectivo, cartilagens e sistema vascular evaginação mediana que se projeta da extremidade caudal da parede ventral da faringe primitiva – sulco laringotraqueal O diafragma ainda não foi formado Órgãos respiratórios inferiores (laringe, traquéia, brônquios e pulmões) – formação na 4a semana. Primórdio respiratório aparece dos 26 aos 27 dias como uma Endoderma que reveste o sulco laringotraqueal dá origem ao epitélio e glândulas da laringe, traqueia, brônquios e ao epitélio pulmonar . Mesoderma origina o tecido conjuntivo, cartilagem e músculo liso. Divertículo laringotraqueal se separa da faringe primitiva e mantém uma comunicação com esta através do orifício laríngeo primitivo. Final da 4a semana o sulco laringotraqueal já se evaginou formando um divertículo laringotraqueal em forma de bolsa. Divertículo alonga-se e é envolvido pelo mesênquima e se amplia formando um broto pulmonar globular. O septo divide parte cefálica do intestino anterior em uma: – porção ventral tubo laringotraqueal (primórdio da laringe, traquéia, brônquios e pulmões) e – porção dorsal (primórdio da orofaringe e do esôfago). • A abertura do tubo laringotraquealna faringe torna-se o orifício laríngeo Prega traqueoesofágica se desenvolve no divertículo laringotraqueal aproximam-se uma da outra e se fundem formando uma divisória septo traqueoesofágico. Desenvolvimento dos brônquios Broto pulmonar que se desenvolveu na extremidade caudal do tubo laringotraqueal – 4a semana se divide em 2 evaginações – brotos brônquicos Brotos crescem dentro dos canais pleurais (pericardioperitoneal) 5a semana a conexão dos brotos brônquicos com a traquéia fica mais dilatada e forma o primórdio do brônquio principal ou primário. Brotos brônquicos se diferenciam nos brônquios dentro dos pulmões Brônquios primários subdividem-se em brônquios-tronco ou secundários. • Direita: Brônquio secundário superior – supre lobo superior pulmão – Brônquio secundário inferior subivide-se em 2 brônquios um para o lobo médio e outro para lobo inferior. Esquerda: 2 brônquios secundários suprem os lobos superior e inferior Cada brônquio secundário se ramifica progressivamente Com 24a semana brônquios respiratórios se desenvolveram. Maturação dos pulmões É dividida em 4 períodos: – Período pseudoglandular; – Período canalicular; – Período do saco terminal; – Período alveolar. ⇨ Estágio pseudoglandular (7a a 16a semana) ⇨ Estágio canalicular (17a a 26a semana) ⇨ Estágio sacular (27a a 35a semana) ⇨ Estágio alveolar (36a semana até a gestação a termo) ⇨ formação de todas vias aéreas condutoras ⇨ diferenciação de células em epitélio respiratório ⇨ surgimento de cartilagem e da célula muscular lisa ⇨ formação do diafragma ⇨ grande proliferação de capilares ⇨ “nascimento” da unidade respiratória: ÁCINO ⇨ formação dos bronquíolos respiratórios ⇨ células epiteliais se diferenciam em PNEUMÓCITOS TIPO II ESTÁGIO PSEUDOGLANDULAR (7a a 16a semana) ESTÁGIO CANALICULAR (17a a 26a SEMANA) ⇨PNEUMÓCITOS TIPO I ⇨ formação de líquido pulmonar (células secretoras) ⇨ aproximação de capilares com epitélio: barreira hematogasosa. ESTÁGIO SACULAR (27a a 35a semana) ⇨ expansão da porção de troca gasosa (barreira hematogasosa) ⇨ epitélio torna-se mais delgado ⇨ aumento da síntese de elastina ⇨ aumento de vascularização do interstício ⇨ formação de sacos aéreos: estruturas cilíndricas de paredes lisas, denominadas SÁCULOS ⇨ maturação do sistema surfactante – PNEUMÓCITOS TIPO II ESTÁGIO ALVEOLAR (36a semana até gestação termo) ⇨ aumento da superfície e do volume pulmonar ⇨ início da alveolização ⇨ redução acentuada do interstício ⇨ aumento de elastina ⇨ presença de movimentos respiratórios fetais ⇨ pico de produção e amadurecimento do surfactante ➢ O número de vias aéreas (árvore brônquica) aumenta somente em tamanho e não em número Período Pós Natal ✓ A multiplicação alveolar é muito elevada após o nascimento; ✓ 8 aos 12 anos: marcador do fim do crescimento rápido de alvéolos e das vias aéreas terminais; ✓ A partir desta idade o aumento em número de alvéolos é muito mais discreto, ocorrendo aumento importante no tamanho dos alvéolos já existentes; Período Pós Natal ⇨ crescimento de (bronquíolos respiratórios, ductos alveolares e alvéolos): em tamanho e em número. ⇨Ex1.Número de alvéolos: ⇨ RN: 50 milhões; ⇨ Adulto: 300 milhões. ⇨ Ex2. diâmetro do bronquíolo terminal: ⇨ RN: 0,1 mm; ⇨ 2 anos: 0,2 mm; ⇨ 4 anos: 0,3 mm; ⇨ 18 anos: 0,5 mm. Desenvolvimento Pulmonar No Período Neonatal ⇨ Fluido Pulmonar Expande as vias aéreas e estimula o crescimento pulmonar Contribui com 1/3 do total do líquido amniótico Resulta em crescimento acelerado do pulmão hipoplásico (J Pediatr Surg 28:1411, 1993) Primeiras respirações: Caixa torácica comprimida (canal de parto) Ejeção de líquido (30 mL) com inspiração passiva após a descompressão do tórax Interface gás-líquido facilita a primeira respiração e distensão alveolar Kopelman 1984 Adaptação Perinatal Grande aumento do fluxo sanguíneo pulmonar (Redução da resistência vascular pulmonar) Aumento da pressão de AE Fechamento do forame oval e ducto arterial Fatores anatômicos CAIXA TORÁCICA • Costelas e esterno cartilaginoso • Músculos intercostais e escalenos pouco desenvolvidos • Arcos costais horizontalizados • Tendência à distorção/Respiração paradoxal • Suporte cartilaginoso pouco eficiente • Menor quantidade de tecido de sustentação • Estruturas imaturas, elásticas e altamente complacentes • Números de alvéolos: nascimento (20 milhões) 8 anos: (300 milhões) • Tamanho dos alvéolos: nascimento 150-180 μm 8 anos 250-300 μm • Relativamente grande • Localização mais alta na faringe • Favorece a obstrução das vias aéreas • Respiração exclusivamente nasal até o sexto mês Fatores Anatômicos VIAS AÉREAS INFERIORES NASOFARINGE • Contribui para 25% da resistência total • Cabeça e occipital relativamente grandes • Flexão excessiva • Obstrução aguda das vias aéreas LÍNGUA EPIGLOTE • Longa e rígida – C1 na criança / C3 no adulto C4 no RNT, C3 no RNPT • Diâmetro laringe: 8 mm no adulto, 3-4 mm criança • Mucosa fina e friável Até a próxima! Pontos importantes: obrigado E-book oferecido pelo Centro Educacional Sete de Setembro em parceria com o Professor Manoel Junior para o curso de "Embriologia".