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INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS PPRs CONCEITO A reabilitação com Prótese Parcial Removível (PPR) propõe resgatar as funções do sistema estomatognático através de uma prótese que o paciente possa a inserir e a remover do arco dental sem causar danos para estrutura dentais e tecidos moles. Se distingue das próteses fixas por serem removíveis. Das próteses totais por apresentarem suporte dental (mas se assemelham por ter um apoio mucoso e assim necessitam de princípios de moldagem da prótese total). TERMOS DENTES PILARES: Os elementos dentais de suporte (vão reter essa prótese sobre o arco) geralmente dentes remanescentes adjacentes ao espaço edêntulo. ESPAÇO EDÊNTULO OU ESPAÇO PROTÉTICO: Área que o paciente não tem dentes. Quando o espaço não tem nenhum outro elemento dental no final ele também leva um outro termo que é o EXTREMO LIVRE IMAGEM 1: Dentes pilares (42 e 32) – estão vizinhos ao espaço protético ou espaço edêntulo ou nesse caso, o extremo livre. IMAGEM 2: Os dentes pilares vão suportar as forças mastigatórias da PPR, assim como o rebordo residual. TRANSMISSÃO DE CARGA MASTIGATÓRIA “Aparelhos dentossuportados ou dentomucossuportados destinados a substituir um ou ambos maxilares, um ou mais dentes ausentes”. DENTOSSUPORTADA ▪ Transmissão de carga mastigatória irá depender do suporte dental (teórica); ▪ Dentes anteriores e posterior ao espaço (um espaço edêntulo); ▪ Carga mastigatória é transmitida ao osso alveolar pelo ligamento periodontal; ▪ Formato do rebordo tem menor significância. Geralmente os casos dos dentossuportadas são casos em que tenha bastante espaço intercalar, espaço protético entre dentes pilares e não são espaços longos (de 4 ou mais elementos), são espaços pequenos. Tem mais estabilidade do que as próteses dentomucossuportadas. DENTOMUCOSSUPORTADA ▪ Transmissão de carga mastigatória irá depender do suporte dental e mucoso; ▪ Rebordo residual será usado para ajudar na estabilidade funcional da prótese; ▪ Fibromucosa pode amortecer a carga mastigatória. Apenas as próteses parciais removíveis e próteses implantossuportadas são eficazes para a extensão distal. Espaço protético longo. A força que é inserida sobre essa prótese vai ser recebida pelo dente pilar e pela mucosa do paciente. Tem menos estabilidade. ESTRUTURA METÁLICA A estrutura metálica é o coração da prótese. Devemos criar uma solução que favoreça o suporte, a estabilidade e a retenção dessa prótese. ▪ GRAMPOS: Irá promover a retenção da prótese; ▪ SELA: Área que vai reter os dentes artificiais na prótese removível; ▪ APOIOS: Pontos metálicos que estão sob as oclusais, irão favorecer a distribuição de cargas mastigatórias ao longo eixo do dente pilar; ▪ CONECTOR MENOR: Vai ligar a estrutura; ▪ CONECTOR MAIOR: Vai interligar, de certa forma, grampo-sela-conector menor, vai fazer a ligação desse apoio para o conector maior. LIGA DE COBALDO-CROMO (Co-Cr): ▪ As mais populares no uso da PPR; ▪ Baixa densidade (peso); ▪ Alto módulo de elasticidade (rigidez) favorece ao menor volume e condições de mínima retenção, porém menos flexíveis; ▪ Baixo custo do material; ▪ Resistência ao manchamento. Espaço intercalar - entre dois dentes LIGA Co-Cr Liga Áurica Liga a base de ouro Liga Ni-Cr Liga Titânio ✓ Menor peso e mais confortável para o paciente; ✓ Maior módulo de elasticidade (mais rígida); ✓ Menores retenções A mais utilizada. ✓ Maior peso e menos confortável para o paciente; ✓ Menor módulo de elasticidade (menos rígida); ✓ Maiores retenções. ✓ Níquel desperta reação adversa, quanto a condições alérgicas aos tecidos orais – bem pouco utilizada. ✓ Biocompatibilidade – Quando o paciente tem alergia a algum componente da liga metálica; ✓ Baixo peso específico; ✓ Dificuldade no processamento laboratorial; ✓ Elevado custo de equipamento; ✓ Baixo módulo de elasticidade; ✓ Necessidade de maior retenção. MATERIAIS DA INFRAESTRUTURA: Poli-éter-éter-cetona (PEEK) – polímero que é indicado para infraestrutura dentro da odontologia. O IDEAL PRA O USO DESSE MATERIAL: ▪ É um material mais estético; ▪ Tem uma resistência que seja biocompatível; ▪ Tem coesão direta com o material que é feito – gengiva artificial – dentes artificiais; ▪ Tem o módulo de elasticidade semelhante ao do osso; ▪ Não vai despertar alterações alérgicas no paciente. Uma limitação desse material é que ele só pode ser confeccionado CAD/CAM. INDICAÇÃO ▪ Pacientes que apresentam espaços edêntulos sem pilar posterior; ▪ Espaços edêntulos extremos – casos com extremo livre – grandes espaços edêntulos; ▪ Dentes suporte com sustentação periodontal reduzida; ▪ Excessiva perda de tecido ósseo; ▪ Necessidade de recolocação imediata de dentes anteriores – pode fazer PPR provisória; ▪ No campo das cirurgias – pacientes com alguma mutilação, por exemplo; ▪ Auxiliar na contenção de fraturas maxilares; ▪ Como aparelhos temporários (na implantodontia, ortodontia, odontopediatria); ▪ Fator de ordem econômica. CONTRAINDICAÇÕES ▪ Pacientes com problemas motores; ▪ Debilidade metal; ▪ Pobre higiene bucal. A contraindicação é bem relativa. FRACASSO ▪ Fatores que dependem do cirurgião-dentista, laboratório de prótese e paciente; ▪ Quanto ao cirurgião-dentista se deve aparelhos mal planejados e negligência do profissional que muitas vezes delega o planejamento da reabilitação protética ao técnico em prótese dentária; ↓ Promovendo reabsorção óssea, danos periodontais aos dentes suportes, traumas teciduais e oclusais; ▪ Quanto ao laboratório de prótese falhas durante a confecção da estrutura metálica é o mais frequente; ▪ Quanto aos pacientes que não seguem as orientações de higienização e cuidado com o aparelho. SONHO PPR retida a grampo com infraestrutura metálica, confeccionada por um cirurgião-dentista, visto que a realidade atual ainda é PPR mucossuportada, muitas vezes confeccionada por práticos ou diretamente pelo técnico em prótese dentária (TPD), e utilizada por vários anos como um tratamento definitivo. SISTEMAS DA PPR ▪ Sistema de Suporte ou Sustentação; ▪ Sistema de Retenção e Estabilização; ▪ Sistemas de Selas e Dentes Artificiais; ▪ Sistema de Conexão. SISTEMA DE SUPORTE OU SUSTENTAÇÃO DENTES REMANESCENTES E TECIDOS PERIODONTAIS: avaliar a integridade coroa, raiz, condição periodontal, posicionamento no arco. ▪ Dentes remanescentes; ▪ Tecidos periodontais; ▪ Fibromucosa; ▪ Tecido ósseo alveolar. ✓ Proporção coroa/raiz; ✓ Ausência de lesões endodônticas e cariosas; ✓ Posição do elemento no arco – mal posicionado, girovertido, mesializado; ✓ Avaliar a presença de restaurações já existentes; ✓ Na presença de LCNC restaurar – pois os grampos estarão próximos da região cervical; ✓ Avaliar a necessidade de coroa fixa (integridade coronária); ✓ Saúde periodontal (mobilidade dentária, higienização). FIBROMUCOSA: Ganha espaço principalmente em condições dentomucossuportadas, resiliência. Pode utilizar o cabo do espelho. Fibromucosa Descrição Prognóstico Solução Clínica Dura firmemente aderida ao tecido ósseo, muito delgada; não é favorável por facilmente se quebrar ao ser comprimida pela base da prótese; alívio nessa condição é importante para evitar traumas; Compressível firmemente aderida ao tecido ósseo, porém muito espessa; sendo mais adaptável a condição da PPR; _ Flácida aderida ao tecido ósseo, muito espessa; não é favorável, o que gera grandes movimentações da base sobre ela durante a mastigação; pode-se indicar uma intervenção cirúrgica para reduzir a flacidez. DURA: é quando a fibromucosa estará aderida ao rebordo, não é muito favorável pois pode gerar um número de ulcerações, pois a base da prótesese assenta na área do rebordo. COMPRESSÍVEL: é a mais desejada, favorece a transmissão das cargas mastigatórias nos casos em que são dentomucossuportados. FLÁCIDA: não é desejada, pois irá dificultar a estabilidade da prótese na região de espaço protético ou edêntulo. TECIDO ÓSSEO ALVEOLAR / REBORDO RESIDUAL: Recebe a carga mastigatória dos dentes, periodonto e fibromucosa. O osso sobre pressão além do limite de tolerância é reabsorvido. Formato Vestíbulolingual Descrição Prognóstico Solução Clínica Normal formato de triângulo equilátero, boa altura e largura na região principal de suporte melhor condição para PPR _ São favoráveis principalmente em próteses dentomucossuportadas para que essa área do rebordo suporte a carga mastigatória. Formato Vestíbulolingual Descrição Prognóstico Solução Clínica Alto formato de triângulo isósceles (base menor), o suporte secundário é desenvolvido, e o suporte primário é estreito condição favorável de rebordo em PPR _ Formato Vestíbulolingual Descrição Prognóstico Solução Clínica Reabsorvido (baixo) formato de triângulo isósceles (base maior), o suporte primário e secundário são pobres condição de rebordo desfavorável Exigirá muito dos suportes dentais para minimizar a ação das forças sobre o rebordo. É necessário usar outros artifícios de suporte dental, principalmente o uso de grampos a barra que dão mais retenção para promover com que essa prótese fique no local. É mais comum, principalmente em casos de arco inferior e que tenha os extremos livres. Formato Vestíbulolingual Descrição Prognóstico Solução Clínica Estrangulado não pode ser representada por formas geométricas, corresponde a uma região de estrangulamento desfavorável Necessita de uma intervenção cirúrgica para eliminar a área de retenção É desfavorável porque muitas vezes pode comprimir essa área, pode ser difícil para a inserção e remoção da prótese. Formato Vestíbulolingual Descrição Prognóstico Solução Clínica Lâmina de faca não pode ser representada por formas geométricas, rebordo extremamente reabsorvido apresentando na crista uma área viva que pode ser facilmente palpada desfavorável Intervenção cirúrgica para arredondar a crista ou em casos menos protuberantes, realizar alívios na base É bem dolorido para o paciente, pois a base da prótese quando vai diretamente no rebordo pode machucar o paciente. Sentido ântero- posterior Descrição Prognóstico Horizontal linha representa o perfil que está horizontal no espaço protético favorece a distribuição de carga mastigatória Descendente- distal linha representa o perfil que desce para distal no espaço protético facilita a decomposição de força e pode tracionar a prótese para a distal Sentido ântero- posterior Descrição Prognóstico Ascendente-distal linha representa o perfil que sobe para distal no espaço protético facilita a decomposição de força e pode tracionar a prótese para a mesial Descendente- ascendente (côncavo) linha representa o perfil que desce e sobe para distal condição mais instável para prótese SISTEMA DE RETENÇÃO E ESTABILIZAÇÃO Promove a retenção e estabilização da prótese durante a função mastigatória, deglutição, fonação e etc. COMPONENTES RESPONSÁVEIS: ▪ Grampos; ▪ Apoios; ▪ Barras ou conectores maiores. GRAMPOS: Promovem a retenção da prótese no sentido cérvico-oclusal, impedindo que forças desloquem a prótese de posição no arco. Os grampos vão ser compostos por: • BRAÇO DE RETENÇÃO: promove a efetiva retenção da prótese – é tudo aquilo que está na face vestibular – mantém a prótese sob o dente pilar; • BRAÇO DE OPOSIÇÃO: atua neutralizando a força o braço de retenção sobre o suporte dental, promovendo o princípio da reciprocidade – tudo aquilo que estiver na face lingual ou palatina. Além disso, possibilitação de inserção e remoção da prótese é possível pela flexibilidade da ponta ativa do braço de retenção. APOIOS: Transmitir as cargas mastigatórias ao longo dos suportes dentais e permite a estabilização do aparelho impedindo movimentos rotacionais. Os apoios são estruturas em metal que vão está sob a face oclusal, incisal ou de cíngulo de dentes anteriores ou posteriores. Esses apoios são posicionados na estrutura de metal sob uma cavidade que fazemos sob o dente pilar que é chamado de nicho. Então, esse apoio ele entra dentro da cavidade que chamamos de nicho. RETENTORES DIRETOS DA PPR: Compostos pelo apoio, braços de retenção, braços de oposição, corpo do grampo. Elementos responsáveis pelas condições de SUPORTE, RETENÇÃO E ESTABILIDADE da prótese em relação aos dentes pilares. ▪ Apoio (suporte); ▪ Grampo de retenção (retenção); ▪ Grampo de oposição (estabilidade); ▪ Corpo. CORPO: Componente do grampo cuja função é unir os grampos e apoios. BARRA OU CONECTOR MAIOR: Função de unir ou conectar os componentes da prótese entre si, a fim de constituir um corpo único. SISTEMAS DE SELAS E DENTES ARTIFICIAIS ▪ SELAS: Função de fixar os dentes artificiais e transferir as forças oclusais ao rebordo residual – sempre vão estar sob a área edêntula; ▪ DENTES ARTIFICIAIS: Geralmente de resina acrílica, favorece a estética, mastigação, devolve os dentes ausentes. SISTEMA DE CONEXÃO ▪ Função unir os retentores as selas e aos conectores maiores ou apoios de estabilização (retenção indireta) a barra; ▪ As cargas que incidem sobre os dentes artificiais chegam aos dentes suporte através dos conectores menores; ▪ São conexões rígidas. ELEMENTOS CONSTITUINTES Elementos Constituintes Descrição Retentores diretos Retenção direta da PPR; Retentores Extracoronários-Grampos; Grampos circunferenciais e Por ação de Ponta; Retentores indiretos Estabilidade da PPR; Conector menor Unir o conector maior aos retentores ; Selas Localizadas nos espaços edêntulos; Dentes artificiais Substituem os dentes perdidos; (resina, porcelana, com oclusal metálica) Conector maior Unir todos elementos constituintes da PPR PPR NÃO CONVENCIONAL ▪ PPR Flexível; ▪ PPR Provisória; ▪ Attachment (retentores intracoronários); ▪ Encaixes Fresados; ▪ PPR associada a Implantes; ▪ PPR Overlay; ETAPAS DE TRATAMENTO (Plano de tratamento integrado) FASE CURATIVA ▪ Periodontia; ▪ Cirurgia; ▪ Endodontia; ▪ Dentística; ▪ Ortodontia; ▪ Radiologia. FASE PROTÉTICA: ▪ Iniciada com obtenção do modelo de estudo; ▪ Análise Funcional da Oclusão; ▪ Delineamento; ▪ Preparos de Boca; ▪ Prótese Parcial Fixa. FASE CURATIVA: Intervenções Descrição Periodontia Prevenção, remoção de tártaro, fase cirúrgica (recuperação de espaço biológico) Cirurgia Exodontia, eliminar tuberosidade extruída, freios e bridas, tecido hiperplásico, remoção de raiz residual e tórus palatino/ mandibular Endodontia Necessidade de tratamento endodôntico Dentística Lesões de cárie, LCNC, desgaste dental Ortodontia Modificação de posicionamento dentário Radiologia Avaliar condição óssea, nível osseo, presença de lesões Prótese parcial fixa Dentes pilares com destruição coronária ETAPAS CLÍNICAS ▪ Exame Clínico e Radiográfico; ▪ Moldagem anatômica/ Inicial; ▪ Planejamento da estrutura metálica; ▪ Preparo de Boca; ▪ Moldagem Funcional; ▪ Prova de estrutura metálica; ▪ Relação Maxilomandibular, Montagem em ASA e Seleção de Dentes Artificiais; ▪ Prova dos Dentes Artificiais; ▪ Instalação da PPR e Orientações de Higiene Oral; ▪ Proservação. ETAPAS LABORATORIAIS: ▪ Confecção de Moldeira; ▪ Fundição; ▪ Montagem dos Dentes; ▪ Prensagem e Acrilização. EXAME CLÍNICO E RADIOGRÁFICO ▪ Anamnese; ▪ Exame Extra-oral; ▪ Exame Intra-oral; ▪ Exame Radiográfico.ANAMNESE ▪ Queixa Principal; ▪ História Médica e Odontológica do paciente; ▪ Causa da perda dentária; ▪ “Já utilizou prótese?”; ▪ Hábitos Parafuncionais; ▪ “Questionário de Dor Orofacial”; ▪ Expectativas do Paciente. ÍNDICE ANAMNÉSICO DE FONSECA: Disfunção Temporomandibular: EXTRA-ORAL ▪ ASPECTOS FACIAIS (suporte de lábios, lesões, terços faciais); • Exemplo: sulco nasolabial acentuado, mento proeminente, suporte labial reduzido. ▪ DIMENSÃO VERTICAL: • Perda de suporte labial + Sulco Nasolabial acentuado + Mento proeminente + Queilite angular = PERDA DE DV. ❖ DV é o espaço intermaxilar de um indivíduo, que é observado nas mais variadas posições que a mandíbula possa ocupar em relação à maxila, medido no PLANO VERTICAL. ❖ DV é a medida do terço inferior da face; ❖ Métodos de Willys, Estético Fonético. EFL = DVR – DVO INTRA-ORAL ▪ Exame dos tecidos moles e duros. Exemplo: Hiperplasia Fibrosa Inflamatória (Epúlide Fissurada); Tórus Mandibular; Candidíase Eritematosa (Estomatite Protética). MELHOR CONDIÇÃO CLÍNICA: 1. Resiliência da Fibromucosa (Resiliência Média/Compressível); 2. Classificação de Rebordo Residual no sentido ântero-posterior (Rebordo Horizontal); 3. Classificação de Rebordo Residual no vestíbulo-lingual (Rebordo Normal/Alto) DENTES REMANESCENTES: ▪ Condição Periodontal; ▪ Teste de Vitalidade; ▪ Lesões de Cárie ou LCNC. AVALIAÇÃO DOS DENTES PILARES: • CONDIÇÃO DE SUPORTE ÓSSEO E PERIODONTAL: Proporção coroa/raiz 1:2 deve ser buscada e uma relação de 1:1 deve ser avaliada (avaliar radiograficamente); • Mobilidade: não contraindicada o uso da PPR. o Grau 0 - mobilidade fisiológica; o Grau I - mobilidade no sentido horizontal até 1 mm; o Grau II - mobilidade no sentido horizontal > 1 mm; o Grau III - mobilidade no sentido vertical e horizontal. • INTEGRIDADE DAS SUPERFÍCIES CORONÁRIAS: Necessidade de Prótese Fixa e Desgastes Excessivos. • NÚMERO E DISTRIBUIÇÃO DE DENTES: o Existência de um ou dois dentes contíguos: ✓ Prognóstico desfavorável. o Presença de dois ou mais dentes pilares na arcada, situados de forma em linha reta: ✓ Unilateral (no mesmo hemiarco); ✓ Bilateral (no hemiarco oposto); ✓ Prognóstico pouco favorável. o Presença de três ou mais dentes pilares formando figuras poligonais. ✓ Prognóstico favorável. • Alteração de Oclusão e Plano Oclusal. EXAME RADIOGRÁFICO Radiografia Periapical de TODOS OS DENTES PILARES! MODELOS DE ESTUDO ▪ Relação entre os arcos; ▪ Moldeira Individual; ▪ Desenho da Estrutura Metálica; ▪ Delineamento e Planejamento da PPR. DIAGNÓSTICO ▪ Avaliar o estado geral de saúde do paciente; ▪ Compreender os anseios do paciente; ▪ A possibilidade da reabilitação protética. PLANO DE TRATAMENTO