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Sistema Nervoso: Rede de comando do corpo O sistema nervoso, também chamado de sistema neural, é responsável por controlar as ações voluntárias (correr, falar, andar, etc.) e involuntárias (respiração, digestão, batimentos cardíacos, etc.) que o corpo realiza. De modo geral, ele representa a rede de comunicações do organismo. O cérebro é o centro de comando da rede. Todas as sensações e mensagens precisam ser levadas até ele para que possa enviar estímulos específicos para cada órgão do corpo humano. Por exemplo, ao lesionar uma parte do corpo, uma informação é enviada ao cérebro, que responde com a sensação de dor, que nada mais é um mecanismo de defesa do organismo. Contudo, se a pessoa não sentir dor, não tomará nenhuma medida preventiva. O sistema nervoso possui três funções básicas: Sensitivas: sentem as alterações (estímulos) dentro do corpo (meio interno) e no ambiente (meio externo). Por exemplo, um ferimento na pele ou o aumento da temperatura externa faz com que os neurônios sensitivos atuem. Integradoras: analisam as informações sensitivas, armazenam uma parte dela e tomam decisões sobre o comportamento apropriado. Motoras: responde aos estímulos, iniciando a ação em forma de contrações musculares ou secreções glandulares. SISTEMA NERVOSO CENTRAL E PERIFÉRICO O sistema nervoso central (SNC) é composto pelo encéfalo e pela medula espinhal e é responsável pelo processamento e integração das informações recebidas dos órgãos sensoriais. Ele atua como o centro de comando, onde todas as informações sensoriais são enviadas, processadas e a partir do qual são enviadas respostas motoras. Já o sistema nervoso periférico (SNP) é formado por uma rede de nervos que se conecta por todo o corpo, transportando informações entre os órgãos que captam estímulos (receptores) e o SNC. A interação entre o SNC e o SNP é crucial para a comunicação eficaz entre o cérebro e o corpo, permitindo respostas coordenadas a estímulos internos e externos. SNC - Processamento e integração de informações. SNP - Transporte de informações entre os órgãos receptores de estímulos, o SNC e os órgãos efetuadores (músculos, glândulas, etc). NEUROCIÊNCIA DA PERCEPÇÃO E DA CODIFICAÇÃO Imaginemos uma carta com o seguinte conteúdo: Querida: Depois que você pegou o avião, cheguei em casa, olhei a sua cadeira vazia e senti substâncias químicas viajando pelo meu corpo como se fossem fumaça e, antes que percebesse, me veio uma sensação de vazio. Entendi que precisava pensar em coisas suas para produzir serotonina nesta minha cabeça ávida. Lembranças me vieram à mente. Eu tocava sua face com a ponta dos meus dedos e os nervos localizados sob a pele me enviavam informações agradáveis ao cérebro. Vendo a foto de você, linda, e as partículas de luz, os tais dos fótons entravam nos meus olhos pelas pupilas e se focavam na retina, era belo. No jantar antes do voo, minha língua sentia um sabor amargo e gostoso daquela couve-de-bruxelas. De repente, me dei conta de que você havia deixado uma mensagem de áudio no celular e, quando a escutei, as ondas sonoras da sua voz vibraram numa frequência única amplificada, familiar e reconfortante. Você disse “eu te amo”. Agora posso dormir bem, pois eu também te amo. A carta, por nós produzida, mostra que, onde quer que estejamos e qualquer que seja o nosso tempo, somos levados a acionar o cérebro para interpretar ondas em forma de luzes, sons, pressões, temperaturas ou moléculas químicas. Esses recursos nos ajudam a compreender o meio ambiente, incluindo-se nele os próprios seres humanos que nos chegam através dos sentidos. Criamos significados produzindo atribuições aos objetos no mundo, às relações que temos com outras pessoas e à nossa própria imagem. Em síntese, classificamos e outorgamos valor ao que percebemos pelos nossos sentidos, por meio de operações mentais que dão sentido ao mundo fenomenal (Marsen, 2008). Tendemos a pensar o que vemos, ouvimos, cheiramos ou tocamos como realidade representativa do Universo. Mas, se considerarmos apenas o sentido da visão, como explica Deen et al. (2015), mesmo usando potentes telescópios, distinguiríamos somente algumas centenas de estrelas das 300 mil que estimamos constituírem a Via Láctea, 1 em 2 trilhões de galáxias (Universo, 2014). Há, pois, uma outra realidade para além dos sentidos. Como dizem Mosquera, Serrano e Montoro (2017, tradução nossa), “a árvore não é verde, o céu não é azul, a rosa não cheira e o açúcar não é doce”. Ou, ainda, como reporta Eagleman (2017): as cores, texturas, sons e aromas ao nosso redor são ilusões provocadas pelo cérebro. Perceber a realidade como ela é seria chocar-se com o silêncio sem cor, cheiro ou sabor. Não nos movemos na velocidade da luz, não ouvimos vibrações subatômicas e nem vemos o espectro da radiação vermelha; mas, mesmo com sentidos limitados, temos uma determinada comunicação com o meio ambiente. CONCEITOS BÁSICOS SOBRE PERCEPÇÃO E CODIFICAÇÃO A percepção está distribuída em sensores localizados em diversas partes do nosso corpo, sendo que o maior e mais significativo deles é o que está no neocórtex. Sentimos um cheiro e dizemos: “o pai está fazendo churrasco”; comemos determinada fruta e dizemos: “nossa, como é azeda!”. Assim também se dá ao ouvirmos a buzina do carro, o miado do gato ou o rugido do trovão; ao sentirmos o frio, o calor, a dor. O que se passa na cabeça e no corpo é logo codificado por neurônios, as células que veiculam informações no sistema nervoso (Branquinho-Silva, 2016). Segundo a ilustração, o termo "reptiliano" no contexto do sistema nervoso refere-se a uma parte do cérebro que, em algumas teorias, é associada às funções mais primárias e instintivas do comportamento humano. De acordo com essa teoria, o cérebro humano pode ser dividido em três partes principais: Cérebro Reptiliano: Refere-se às estruturas mais antigas do cérebro, como o tronco encefálico e o sistema basal, que controlam funções básicas de sobrevivência, como a respiração, a frequência cardíaca e os comportamentos instintivos, como a luta ou fuga. Sistema Límbico: Associado às emoções e à formação de memórias. É a parte do cérebro que lida com as respostas emocionais e sociais. Cérebro Neocortex: A parte mais desenvolvida do cérebro, responsável por funções cognitivas superiores, como raciocínio, planejamento e linguagem. É importante notar que embora as estruturas mencionadas desempenhem papéis importantes, a interação entre diferentes áreas do cérebro é muito mais complexa do que essa divisão sugere. Além disso, o termo "reptiliano" pode ser mal interpretado, pois não implica que os humanos tenham um "cérebro de réptil", mas sim que certas partes do nosso cérebro estão evolutivamente ligadas a estruturas que encontramos em répteis e outras espécies mais primitivas. A percepção, em Gazzaniga e Heatherton (2005, p. 147), diz respeito ao “[...] processamento, a organização e a interpretação dos sinais sensoriais que resultam em uma representação interna do estímulo”. Os autores explicam que a percepção se junta à sensação ao ligar os mundos físico e psicológico (Gazzaniga; Heatherton, 2005). Tudo decorre de como percebemos as coisas: pela visão, olfato, paladar, audição e tato, “conhecemos” o mundo a nossa volta. Os sentidos convertem o mundo real em informações elétricas processadas pelo cérebro. O modo como interpretamos essas informações nos leva a ter experiências de vida. A codificação envolve a formação de um código de memória. Para Weiten (2010), codificar requer atenção. Podemos não ser capazes de lembrar como se parece uma moeda de 50 centavos, por não prestarmos atenção a ela. A codificação é um processo de inserção da informação na memória: Você já se sentiu embaraçado por não lembrar o nome de alguém? Talvezvocê tenha percebido, 30 segundos depois de falar com a pessoa, que “esqueceu” o nome dela. Com certa frequência, esse tipo familiar de esquecimento resulta de uma fala em se formar um traço de memória para o nome. Quando somos apresentados a uma pessoa, estamos normalmente preocupados em observá-la e com o que vamos dizer. Com a atenção dividida desta forma, nomes entram por um ouvido e saem pelo outro. Você não se recorda porque eles nunca foram codificados para o armazenamento na memória. (Weiten, 2010, p. 206) Considerando que o cérebro só compreende os impulsos elétricos das descargas neurais, Gazzaniga e Heatherton (2005, p. 147) explicam que os nossos órgãos sensoriais traduzem as propriedades físicas de um estímulo por impulsos neurais na chamada codificação sensorial. Seu entendimento é de que o ambiente físico, conforme já falamos, é codificado no cérebro por impulsos neurais. As luzes verde, amarela ou vermelha de um semáforo, por exemplo, são codificadas na retina do olho; ao tocarmos um objeto quente, nossos neurônios nos sinalizam dor. Neurônios receptores passam estímulos para neurônios conectores e os receptores sensoriais produzem impulsos neurais ao receberem estimulação física ou química (Gazzaniga; Heatherton, 2005, p. 147). Logo que ela ocorre, informações são passadas ao cérebro na forma de impulsos neurais, produzindo-se uma sensação, ou seja, uma resposta dos órgãos dos sentidos aos estímulos externos que recebem. Um subsídio para entender o processo perceptivo apareceu com Johannes Muller, em 1835, com a lei das energias nervosas, segundo a qual diferentes tipos de nervos partem dos órgãos sensoriais, como a orelha ou os olhos, para o encéfalo e cada um desses nervos, com sua energia nervosa específica, transmite informação referente a um tipo particular de estímulo. Cada nervo é especializado para um tipo específico de estímulo, o que implica que a codificação sensorial depende do tipo de nervo ativado. Essa teoria é relevante para entender distúrbios sensoriais, pois sugere que danos a nervos específicos podem resultar em percepções alteradas ou distorcidas, afetando a maneira como os estímulos são sentidos e interpretados. O nervo ótico transmite sinal de luz se o olho é estimulado, até mesmo se o estímulo for uma pressão sobre o globo ocular (um exemplo seria pressionar o olho, provocando a sensação de recebimento de um flash de luz). REPRESENTAÇÕES MENTAIS Gazzaniga e Heatherton (2005) fazem analogia entre representações mentais e imagens, reportando que, em nossa imaginação, parecemos ver imagens visuais, e afirma que há estudos considerando as representações como de natureza proposicional. Os autores apontam que somos enganados pelo olho da mente. Com foco nas ideias dos autores, a relação entre representações mentais e a forma como processamos e imaginamos informações, apresentam alguns pontos explicativos: Representações Mentais e Imagens: Os autores comparam as representações mentais a imagens visuais que vemos em nossa imaginação. No entanto, eles argumentam que essas "imagens" não são representações visuais diretas, mas sim conhecimento proposicional. Isso significa que, ao imaginar algo como um limão, não estamos visualizando uma imagem real, mas sim acessando informações que sabemos sobre a fruta (como sua cor e textura). O Papel da Mente: Gazzaniga e Heatherton sugerem que a mente atua como um mediador entre a realidade externa e nossas experiências internas. Nossas percepções não são diretas; em vez disso, são construídas através de representações simbólicas que interpretam sinais e signos do mundo ao nosso redor. Isso é exemplificado por Damasceno (2012), que indica que nossas ações são precedidas por um processo mental que envolve representações e planos. Memória Semântica: Os autores também conectam as representações mentais à memória semântica, que é nossa capacidade de recordar conhecimento factual. Eles enfatizam que as representações se manifestam através da atividade de redes neurais no cérebro. Ativação Neural: Segundo eles, diferentes frutas podem ser representadas por diferentes padrões de ativação neuronal. Por exemplo, a representação de um limão pode ser associada a uma ativação rápida de neurônios, enquanto um pêssego teria uma ativação mais lenta. Isso sugere que as representações mentais são formadas por padrões específicos de atividade neural, onde cada padrão corresponde a uma representação diferente. Assim, as representações mentais não são meras imagens, mas sim padrões de ativação neural que nos permitem processar e reter conhecimento sobre o mundo. Essa compreensão é fundamental para entender como a mente humana opera em relação ao conhecimento e à percepção. Damásio e Damásio (2004) discorrem sobre a suposição de não existir uma representação pictórica permanente de objetos e pessoas. O cérebro conservaria uma impressão da atividade neuronal no córtex sensorial e motor, durante a nossa interação com um objeto. Essa impressão corresponde a um circuito de neurônios e sinapses que recriam os sinais de cada objeto ou evento memorizado. Ao ser ativada, ela suscita outras impressões associadas e o cérebro registra a realidade exterior e o modo pelo qual o corpo explora o meio e reage a ele. Há um encadeamento de micropercepções e microações quase simultâneas em várias regiões especializadas, subdivididas em vários centros. Gazzaniga e Heatherton (2005) e Damásio e Damásio (2004) suscitam a reflexão de que nossos receptores sensoriais não apenas capturam dados brutos, mas nos fazem associá-los a sensações que nos garantem viver. Apenas ver um animal predador não nos transmite insegurança se não vincularmos essa percepção visual ao sentimento de ameaça. Neste seguimento, entre as regiões especializadas no processo de percepção é importante saber como se integram os impulsos sensoriais auditivos, visuais gustatórios e sensoriais gerados. ALGUNS DISTÚRBIOS MAIS COMUNS NA PERCEPÇÃO Quando codificamos nossa energia físico-química interna e externa, nós a representamos como impulsos nervosos transmitidos pelos neurônios; temos, assim, a sensação. Ao interpretarmos essa sensação associando informações sensórias com memória e cognição, temos a percepção (Martins, 2011). Dalgalarrondo (2008) refere-se aos distúrbios de percepção como alterações da sensopercepção, entre elas as alucinações, ilusões visuais e outros fenômenos desse tipo. Ele também explica os dois tipos possíveis de alterações de sensopercepção: 1. Alterações quantitativas: ocorrem em imagens perceptivas de intensidade para mais ou para menos. Na hiperestesia, as percepções têm grande intensidade ou duração, como nos sons. A hipoestesia aparece em pacientes depressivos, que percebem o mundo como mais escuro, com cores que não têm brilho, alimentos que não têm sabor e odores que perderam sua intensidade. As anestesias táteis referem-se à perda de sensação tátil em determinada área da pele. As analgesias são as perdas de sensações dolorosas de áreas da pele e partes do corpo. 2. Alterações qualitativas: compreendem ilusões, alucinações, alucinoses e pseudoalucinações. A principal diferença entre esses termos está na percepção da realidade por parte do indivíduo: as alucinações são percebidas como reais, as alucinoses podem ser reconhecidas como não reais, mas ainda assim são vividas, e as pseudoalucinações são percebidas como não reais, com a pessoa mantendo o insight sobre sua natureza ilusória. Ilusão é a percepção deformada, alterada de um objeto real e presente. As ilusões mais comuns são as visuais, em que a pessoa vê figuras humanas, animais e monstros, entre outras coisas, onde eles não constam. Citemos um caso clínico dealteração da sensopercepção: Tunc e Basbug (2017) relatam que uma mulher de 18 anos afirmava ver seu gato do tamanho de um tigre e itens domésticos maiores e em cores diferentes. Duas a três vezes ao dia, via as letras aumentarem na leitura, sua mãe parecia mais alta que o normal e o pai, próximo fisicamente, era percebido como se estivesse distante. A mulher buscou ajuda após um mês com esses sintomas. Não foram constatados: infecções recentes, traumatismos cranianos ou mudanças na vida diária, uso de cigarro, álcool ou drogas ilícitas, apenas uma história materna de enxaqueca. Não se diagnosticou nenhuma patologia mental, visual, física ou neurológica. Um ansiolítico foi iniciado e descontinuado após dez dias devido à boa resposta ao tratamento. Também foi prescrito um medicamento para uso, durante seis meses, para depressão e para síndrome de Alice no País das Maravilhas, também conhecida com síndrome de Todd. Essa doença provoca alucinações com distorções no tamanho e na distância dos objetos, ocorrendo pelo uso de drogas psicoativas e principalmente por enxaqueca. Além disso, foi feito trabalho psicoterápico com uso de psicoeducação, estratégias de enfrentamento e orientação a respeito de que as distorções óticas desapareceriam, após um período de tempo. NA PRÁTICA Na prática, enquanto você lê este texto, seu cérebro monitora sons, cheiros, temperaturas e luzes em seu entorno, determinando quais de seus músculos ficam tensos e relaxados e onde se localizam. Seu processamento sensorial está em todo o corpo, no toque que você deu, na pressão do seu corpo, no ajustamento muscular para manter os seus olhos alinhados às palavras a sua frente. É por ele que você leu cada página até este instante e integrou palavras em significados, em contextos. Mesmo que sua percepção varie da de outras pessoas, você está aprendendo, sentindo e pensando por meio de seu sistema sensorial, que responde por todas as suas experiências processadas no mundo. FINALIZANDO Podemos sintetizar o presente estudo dizendo que a percepção está intimamente relacionada à sensação, sendo esta uma porta de entrada para o mundo físico obtido de nossos receptores sensoriais. Percebemos selecionando, organizando e interpretando as sensações. Percebemos diferentemente uns dos outros porque o cérebro de cada um interpreta os estímulos de maneira diferente, com base no aprendizado, na memória, nas emoções e nas expectativas de cada indivíduo. De modo simples e objetivo, podemos dizer que os sentidos são a base fisiológica da percepção. REFERÊNCIAS BARRETO, E.; ELKIS, H. Esquizofrenia. In: RANGÉ, B. et al. Psicoterapias cognitivo-comportamentais: um diálogo com a psiquiatria. Porto Alegre: Artmed, 2011. BRANQUINHO-SILVA, A. Neurociência e aprendizagem: conhecer o cérebro para aprender mais e melhor. [S.l.]: Kindle, 2016. DAMASCENO, B. P. A mente humana na perspectiva da neuropsicologia. In: MIOTTO, E. C.; LUCIA, M. C. S. de; SCAFF, M. (Org.). Neuropsicologia e as interfaces com as neurociências. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012. DAMÁSIO, A.; DAMÁSIO, H. O cérebro e a linguagem. Viver Mente & Cérebro, v. 13, n. 143, dez. 2004. Disponível em: <https://www.psiquiatriageral.com.br/cerebro/cerebro_e_a_linguagem.htm>. 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