DIREITO -TRIBUTARIO 1700 EXERCICIOS  COM GABARITO
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DIREITO -TRIBUTARIO 1700 EXERCICIOS COM GABARITO


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3) iniciativa da autoridade quando comprovada omissão de informação
obrigatória, na declaração do contribuinte.
4) iniciativa da autoridade quando comprovada falta funcional da
autoridade que efetuou o lançamento.
5) retificação da declaração, pelo contribuinte, depois de notificado,
para reduzir tributo.
\u2022 Vide doutrina.
26 \u2013 O ato mediante o qual o contribuinte antecipa o pagamento do imposto,
sem prévio exame da autoridade administrativa, e fica aguardando
a ratificação do seu proceder, de modo expresso ou tácito, chama-se:
1) pagamento por consignação.
2) lançamento por homologação.
3) lançamento por declaração ou misto.
4) antecipação de pagamento, sob condição suspensiva.
5) n.d.a.
\u2022 Vide doutrina.
27 \u2013 Embora constituído, o crédito fiscal tem a sua exigibilidade suspensa
em razão de:
1) consignação em pagamento, decisão judicial definitiva, anistia e
remissão.
2) remissão, consignação em pagamento, anistia e liminar em mandado
de segurança.
3) moratória, liminar em ação cautelar, consignação em pagamento
e compensação.
4) liminar em mandado de segurança, consignação em pagamento e
penhora devidamente aparelhada.
5) moratória, depósito do montante integral do crédito, reclamações e
recursos previstos em lei e liminar em mandado de segurança.
\u2022 Vide doutrina.
28 \u2013 Suponha que a lei tributária do Estado X não preveja prazo para
pagamento do imposto Z. O contribuinte pagou-lhe a segunda prestação
60 dias depois de notificado para fazê-lo. A notificação da
primeira parcela foi ignorada, o contribuinte não a pagou. A lei respectiva
também não prevê a multa pela falta ou atraso de pagamento,
nem se refere a juros de mora. À luz das normas dispositivas do Código
Tributário Nacional, pode-se dizer que:
1) o contribuinte não pode ser cobrado da primeira parcela, tendo em
vista que o Fisco aceitou a segunda, sem ressalvas; pela mesma
razão, nada deve de juros moratórios.
2) quanto à segunda prestação, o contribuinte deve juros de mora de
1% sobre o seu valor; deve a primeira, pelo seu valor integral,
mais juros de 1% ao mês.
3) o contribuinte pode ser cobrado pelo valor da primeira parcela;
nada pode ser cobrado no que se refere à segunda, porque, aceita
sem ressalvas, extinguiu-se o crédito tributário.
4) embora a primeira parcela também seja devida, os juros de mora
não o são, por falta de previsão de sanção pecuniária pelo atraso
ou pela falta de pagamento.
5) os juros de mora não podem ser cobrados, em face do princípio da
legalidade (não houve previsão legal para sua cobrança).
\u2022 Vide doutrina.
29 \u2013 A fiscalização federal apura de contribuinte do IPI relativo a fato
gerador ocorrido no mês de fevereiro de 1989, comprovando, ainda, a
ocorrência do dolo, fraude e simulação. Lavrado o auto de infração
em março de 1994, o contribuinte impugna o lançamento sob o fundamento
de que já se esgotava o prazo para cobrança desse IPI. O
contribuinte:
1) não tem razão, porque não se esgotou o prazo decadencial.
2) tem razão, porque já ocorreu a prescrição.
3) tem razão, diante do transcurso do prazo decadencial.
4) não tem razão, porque não se verificou o lapso prescricional.
5) tem razão, porque já ocorreu tanto a decadência como a prescrição.
\u2022 Vide doutrina e jurisprudência.
30 \u2013 O protesto judicial:
1) suspende a decadência.
2) interrompe a decadência.
QUESTÕES OBJETIVAS DE DIREITO TRIBUTÁRIO 317
3) interrompe a prescrição.
4) suspende a prescrição.
5) reinicia a contagem da decadência.
\u2022 Vide doutrina.
31 \u2013 Sabe-se que a denominação dada pelo legislador a um determinado
instituto não lhe muda a natureza. Levando isso em consideração,
examine a natureza jurídica da \u201canistia\u201d concedida por certo Município,
que aprovou em 1993 uma lei do seguinte teor:
\u201cArt. 1º Ficam anistiados:
I \u2013a partir do exercício de 1994, os débitos do imposto predial e
territorial urbano referentes a imóveis de valor inferior a 100 unidades
fiscais do Município (UFM);
II \u2013 a partir de 1990, os débitos tributários de qualquer natureza, de
valor inferior a 60 UFM, vencidos até 1992;
III \u2013 os atos definidos na legislação do imposto sobre serviços como
sujeitos a multa e a interdição de estabelecimento, praticados até a
data desta lei.
Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação\u201d.
1) o inciso I trata de isenção, o II, de remissão, e o III, de anistia.
2) os três incisos tratam de anistia, consoante consta do caput do art. 1º.
3) o inciso III cuida de extinção de crédito tributário e os demais, de
exclusão.
4) o inciso I trata de suspensão e os demais, de extinção.
5) as três hipóteses são de remissão.
\u2022 Vide doutrina.
32 \u2013 O contribuinte que pagou indevidamente o tributo tem direito à restituição,
salvo na seguinte hipótese:
1) reforma ou rescisão de decisão condenatória.
2) erro material na conferência de qualquer documento relativo ao
pagamento.
3) tributo que, por sua própria natureza, tenha sido transferido a terceiro,
sem que este autorize expressamente a restituição.
4) erro do próprio contribuinte na identificação do sujeito passivo ou
da alíquota aplicável.
5) pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido,
em face da legislação aplicável.
\u2022 Vide doutrina.
33 \u2013 As infrações cometidas posteriormente à data de início de vigência de
lei que concede anistia:
1) não estão abrangidos pela lei.
2) estão abrangidas pela lei, se a anistia for geral.
3) estão abrangidas pela lei, mesmo sendo restrita a anistia.
4) estão abrangidas pela lei, até o final do exercício em que publicada
a lei.
5) estão abrangidas pela lei, se a anistia for para certa região.
\u2022 Vide doutrina e jurisprudência.
34 \u2013 O começo da alienação de bens pelo sujeito passivo em débito para
com a Fazenda Pública presume-se fraudulento, se o crédito tributário
estiver:
1) em fase de constituição.
2) constituído e regularmente inscrito como dívida ativa em fase de
execução.
3) constituído, mas não inscrito na dívida ativa.
4) constituído, em fase de impugnação.
5) constituído, em fase de recurso.
\u2022 Vide doutrina.
35 \u2013 Quanto à dívida ativa tributária, é consoante com o Código Tributário
Nacional asseverar que:
1) não tem essa natureza a dívida proveniente de laudêmio devido pela
transmissão de direitos do foreiro de terreno d e marinha.
2) mesmo se regularmente inscrita, sendo contestado pela contribuinte
seu valor, tem de ser, em princípio, provada pelo Fisco.
3) por gozar da presunção de liquidez e certeza, já não tem o contribuinte
possibilidade de provar sua inexatidão.
4) é obrigatório indicar-se, no termo de sua inscrição, entre outros
itens, a disposição específica da lei em que o débito se funde.
5) a omissão dos requisitos da certidão respectiva conduz à sua nulidade
insanável.
\u2022 Vide doutrina.
QUESTÕES OBJETIVAS DE DIREITO TRIBUTÁRIO 319
36 \u2013 A inscrição do débito em dívida ativa gera a seguinte conseqüência:
1) dá origem à instauração do contencioso tributário administrativo.
2) instrumentaliza a Fazenda Pública com título hábil para aparelhar
a execução fiscal.
3) constitui o devedor em mora e, como tal, a partir daí incidem juros
e correção monetária sobre o débito.
4) inicia-se a contagem do prazo prescricional para sua cobrança a
partir da data em que procedida.
5) obsta a discussão judicial do crédito tributário, uma vez que
somente é procedida após o trânsito em julgado da decisão que
apreciou o mérito da pretensão fiscal.
\u2022 Vide doutrina e jurisprudência.
37 \u2013 A nulidade de inscrição da dívida ativa, decorrente da omissão de
dados que dela deveriam obrigatoriamente constar:
1) é insanável.
2) pode ser sanada, até a decisão de segundo grau.
3) pode ser sanada, até a decisão final.
Robson
Robson fez um comentário
Bom
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lorena
lorena fez um comentário
Não conseguir baixar as questões , alguém poderia ajudar me.
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Leo
Leo fez um comentário
como faço para baixar esse material, pois só aparece pra mim como visualização?
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fernanda
fernanda fez um comentário
muito bom!!! obrigada!
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Marcos
Marcos fez um comentário
Muito bom!
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