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UNIPAR Engenharia Civil Prof. Audrew J. Demozzi Estradas e Transportes M5B1 - 25 Todos os direitos reservados – Página 1 de 6 Curvas Verticais Figura 1 - Exemplo de perfil longitudinal. (PIMENTA, p. 97, (2004)) 1. Perfil Longitudinal O perfil longitudinal, ou simplesmente perfil, é o corte do terreno e da estrada projetada por uma superfície vertical que contém o eixo da planta. Deve ser escolhido de tal forma que permita aos veículos que percorrerem a estrada uma razoável uniformidade de operação. Tal escolha está intimamente ligada ao custo da estrada, especialmente ao custo de terraplenagem. Condições geológicas e geotécnicas das áreas atravessadas pela estrada terão grande influência na escolha do per- fil, pois, tanto na execução dos cortes como dos aterros, condições desfavoráveis do solo natural podem exigir a execução de serviços especiais de alto custo, como escavações em rocha, obras especiais de drenagem, estabilização de taludes e outros. Assim, muitas vezes, a diminuição da altura de um corte ou de um aterro pode reduzir sensivelmente o custo de um determinado trecho da estrada. Nem sempre essas reduções são possíveis, devido às características técnicas mínimas exigidas, à existência de pontos obrigados como concordância com outras estradas, aos gabaritos de obras civis, às cotas mínimas de aterro necessárias à locação do leito da estrada acima dos níveis de enchente etc. O greide da estrada é composto por uma sequência de rampas, concordadas entre si por curvas verticais. O proje- tista deve, sempre que possível, usar rampas suaves e curvas verticais de raios grandes, de forma a permitir que os veícu- los possam percorrer a estrada com velocidade uniforme. Em termos mais práticos, o perfil de uma estrada é um gráfico cartesiano no qual representamos, em abscissas, o estaqueamento do eixo e, em ordenadas, as cotas do terreno e do projeto. Um exemplo de projeto de perfil longitudinal é mostrado na Figura 1. 1.1. Rampas 1.1.1. Comportamento dos Veículos nas Rampas Veículos de passageiros conseguem vencer rampas de 4% a 5% com perda de velocidade muito pequena. Em ram- pas de até 3%, o comportamento desses veículos é praticamente o mesmo que nos trechos em nível. Já os caminhões têm perda de velocidade, em rampas, bem maior do que a dos veículos de passageiros. Nas rampas ascendentes, a velocidade desenvolvida por um caminhão depende de vários fatores: inclinação e com- primento da rampa, peso e potência do caminhão, velocidade de entrada na rampa, habilidade e vontade do motorista. O tempo de percurso dos caminhões em uma determinada rampa cresce à medida que cresce a relação massa/potência. 1.1.2. Controle de Rampas para Projetos UNIPAR Engenharia Civil - 5ª série Prof. Audrew J. Demozzi ajdemozzi@prof.unipar.br Estradas e Transportes M5B1–25 Direitos autorais reservados – Página 2 de 6 1.1.2.1. Inclinações Máximas e Mínimas das Rampas A Tabela 1 mostra os valores de inclinações máximas para rampas recomendados pelas normas para projeto de estradas de rodagem do DNER: Classe do projeto Relevo Plano Ondulado Montanhoso 0 3 4,0 5 I 3 4,5 6 II 3 5,0 6 III 3 5,0 a 6,0 6 a 7 IV 3 5,0 a 7,0 6 a 7 Tabela 1 - Inclinação máxima das rampas (%). (PIMENTA, p. 99 (2004)) Quando a topografia do terreno for desfavorável, poderão ser adotados valores maiores que os indicados para as rampas máximas, de forma a dar maior liberdade ao projetista, evitando, assim, pesados movimentos de terra, cortes e aterros excessivamente altos, ou mesmo viadutos e túneis que encarecerão a construção da estrada. 1.1.2.2. Comprimento Crítico da Rampas Trechos de estrada com sucessão de rampas muito curtas devem ser evitados, pois criam a necessidade de um grande número de curvas verticais e, consequentemente, problemas de visibilidade para ultrapassagem, que reduzem a capacidade de tráfego e afetam a segurança da estrada. O comprimento máximo de uma rampa não é um elemento que possa ser prefixado de uma maneira geral, pois em regiões montanhosas a topografia pode exigir rampas de grande ex- tensão. Por outro lado, a utilização de rampas com grande extensão provoca a redução de velocidade dos veículos pesa- dos, dificultando o livre movimento dos veículos mais rápidos e reduzindo, também, a capacidade de tráfego e a segurança da estrada. O termo comprimento crítico de uma rampa é usado para definir o máximo comprimento de uma determinada rampa ascendente na qual o veículo-padrão pode operar sem perda excessiva de velocidade. O valor do comprimento crítico deve ser determinado em função dos seguintes fatores: • Relação massa/potência do caminhão tipo escolhido como representativo do tráfego da estrada; • Perda de velocidade do caminhão tipo na rampa; • Velocidade de entrada na rampa, fator que depende das condições do trecho que precede a rampa considerada; • Menor velocidade com a qual o caminhão tipo pode chegar ao final da rampa sem grande prejuízo ao tráfego. O gráfico da Figura 2, obtido para um caminhão nacional de 154 kg/kW e velocidade de entrada na rampa de 80 km/h, permite a determinação do comprimento crítico em função da inclinação da rampa e do valor estabelecido para a perda de velocidade. A Figura 3 mostra o mesmo gráfico publicado pela AASHTO para um caminhão americano de 180 kg/kW e veloci- dade de entrada na rampa de 90 km/h. Figura 3 - Comprimento crítico das rampas - caminhão nacional de 154 kg/kW. (PIMENTA (2004, p. 101)) Figura 2 - Comprimento crítico das rampas - caminhão ameri- cano de 180 kg/kW. (PIMENTA (2004, p. 101)) mailto:ajdemozzi@prof.unipar.br UNIPAR Engenharia Civil - 5ª série Prof. Audrew J. Demozzi ajdemozzi@prof.unipar.br Estradas e Transportes M5B1–25 Direitos autorais reservados – Página 3 de 6 O uso do gráfico implica a aceitação do caminhão tipo e da velocidade de entrada utilizados, escolhe-se a maior perda de velocidade aceitável (geralmente 25 km/h), entra-se no gráfico com o valor da inclinação da rampa e tira-se o compri- mento crítico em função da curva de redução de velocidade escolhida. Quando a rampa analisada é precedida por uma rampa descendente que permite o embalo dos veículos pesados, estes, geralmente, aumentam a velocidade na entrada da rampa de forma a vencê-la com menor perda. Quando projeta- mos rampas com comprimento maior que o crítico e desejamos que o tráfego tenha um escoamento normal, precisamos criar, a partir do ponto onde a rampa atinge o comprimento crítico, uma faixa adicional para o tráfego dos veículos lentos. 1.2. Curvas Verticais de Concordância Figura 4 - Curva vertical parabólica. (PIMENTA (2004, p. 103)) 1.2.1. Elementos da curva vertical 𝑃𝐼𝑉 Ponto de intersecção das tangentes (𝑚) 𝑃𝐶𝑉 Ponto de curva vertical = início da curva vertical (𝑚) 𝑃𝑇𝑉 Ponto de tangente vertical = fim da curva vertical (𝑚) 𝐿𝑣 Comprimento da curva vertical (projeção horizontal) (𝑚) 𝑖1 Inclinação da primeira rampa (+) ascendente; (-) descendente (° ′ ′′) 𝑖2 Inclinação da segunda rampa (+) ascendente; (-) descendente (° ′ ′′) 𝛿𝑖 Variação total de inclinação, pela diferença algébrica de rampas(𝑖1 − 𝑖2) (° ′ ′′) 𝑟𝑚𝑟 Razão de mudança da rampa. (° ′ ′′/𝑚) 𝑅𝑣 Raio de curvatura no vértice da parábola (𝑚) Quadro 1 - Grandezas utilizadas no estudo da superlargura. (Do autor, (2016)) Importante: toda medida em perfil é feita na projeção horizontal e não ao longo das rampas ou curvas. 1.2.2. Formulário 𝐸(𝑃𝐶𝑉) = 𝐸(𝑃𝐼𝑉) − 𝐿𝑣 2 𝐸(𝑃𝑇𝑉) = 𝐸(𝑃𝐼𝑉) + 𝐿𝑣 2 𝑦𝑃𝐶𝑉 = 𝑦𝑃𝐼𝑉 − 𝑖1 ∙ 𝐿𝑣 2 𝑦𝑃𝑇𝑉 = 𝑦𝑃𝐼𝑉 + 𝑖1 ∙ 𝐿𝑣 2 𝑟𝑚𝑟 = 𝛿𝑖 𝐿𝑣 𝑅𝑣 = 𝐿𝑣 𝛿𝑖 = 1 𝑟𝑚𝑟 Quadro 2 – Formulário utilizado em cálculos de curvas verticais. (Do autor, (2016)) 1.2.3. Equação da curva Sendo a curva uma parábola de eixo vertical, a equação geral é𝑦 = 𝑎 ∙ 𝑥2 + 𝑏 ∙ 𝑥 + 𝑐. Figura 5 - Termos da equação da parábola.(PIMENTA, p.105 (2004)) mailto:ajdemozzi@prof.unipar.br UNIPAR Engenharia Civil - 5ª série Prof. Audrew J. Demozzi ajdemozzi@prof.unipar.br Estradas e Transportes M5B1–25 Direitos autorais reservados – Página 4 de 6 Uma posição muito favorável para o cálculo da curva é a colocação da origem no PCV, portanto, sobre a curva; o termo independente (c) fica igual a zero. Para determinar os coeficientes a e b impomos a condição de que a parábola concorde com as rampas, isto é, que as tangentes à curva nos pontos PCV e PTV tenham a mesma inclinação das rampas i1 e i2, rescpectivamente. Considerando que a derivada da parábola tem equação 𝑦 = 2 ∙ 𝑎 ∙ 𝑥 + 𝑏, temos: No PCV, 𝑑𝑦 𝑑𝑥 = 𝑖1 = 2 ∙ 𝑎 ∙ (0) + 𝑏 ⇒ 𝑏 = 𝑖1. No PTV, 𝑑𝑦 𝑑𝑥 = 𝑖2 = 2 ∙ 𝑎 ∙ (𝐿𝑣) + 𝑏 ⇒ 𝑎 = 𝑖2−𝑖1 2∙𝐿𝑣 = 𝛿𝑖 2∙𝐿𝑣 , então: 𝑦 = 𝑎 ∙ 𝑥2 + 𝑏 ∙ 𝑥 + 𝑐 ⇒ 𝑦 = 𝛿𝑖 2∙𝐿𝑣 ∙ 𝑥2 + 𝑖1 ∙ 𝑥 A equação fornece a ordenada y em qualquer ponto P da curva, sendo x = distância do PCV ao P e y = diferença de cota entre o P e o PCV. Assim, para obter a cota do ponto, basta somar y à cota do PCV, que é obtida no cálculo da rampa anterior. 1.2.4. Pontos de máximo e de mínimo Seja V o ponto de ordenada máxima ou mínima da curva, para os casos de rampas com sinais diferentes, e x0 sua abscissa. Derivando a equação da curva, temos: 𝑑𝑦 𝑑𝑥 = 𝛿𝑖 𝐿𝑣 ∙ 𝑥 + 𝑖1. Igualando a zero, porque no ponto extremo a inclinação é nula, temos: 𝛿𝑖∙𝑥0 𝐿𝑣 + 𝑖1 = 0 ⇒ 𝑥0 = 𝑖1∙𝐿𝑣 𝛿𝑖 e a ordenada do ponto V será 𝑦0 = 𝑖1 2∙𝐿𝑣 2∙𝛿𝑖 . 1.2.5. Coordenadas, em relação ao PCV, de alguns pontos singulares. Figura 6 - Pontos singulares da curva. (PIMENTA, p. 106 (2004)) 1.2.6. Formulário Ponto 𝒙 𝒚 PCV 0 0 PTV 𝐿𝑣 (𝑖1 + 𝑖2) ∙ 𝐿𝑣 2 PIV 𝐿𝑣 2 𝑖1 ∙ 𝐿𝑣 2 M 𝐿𝑣 2 𝛿𝑖 ∙ 𝐿𝑣 8 + 𝑖1 ∙ 𝐿𝑣 2 V −𝑖1 ∙ 𝐿𝑣 𝛿𝑖 −𝑖1 2 𝐿𝑣 2 ∙ 𝛿𝑖 Tabela 2 - Coordenadas dos pontos singulares da curva. PIMENTA (2004, p. 106) 1.2.7. Cálculo das cotas dos pontos da curva em relação à primeira tangente Em relação ao sistema de coordenadas da figura 7 as ordenadas dos pontos da primeira rampa serão 𝑦 = 𝑖1 ∙ 𝑥. A equação da curva fornece: 𝑦 = 𝛿𝑖 2∙𝐿𝑣 ∙ 𝑥2 + 𝑖1 ∙ 𝑥, consequentemente, o valor da flecha f para qualquer ponto da curva será: 𝑓 = 𝑖1 ∙ 𝑥 − ( 𝛿𝑖 2∙𝐿𝑣 ∙ 𝑥2 + 𝑖1 ∙ 𝑥) ou 𝑓 = − 𝛿𝑖 2∙𝐿𝑣 ∙ 𝑥2, a partir da rampa. Em particular, no PIV (𝑥 = 𝐿𝑣 2 ), temos: 𝐹 = − 𝛿𝑖∙𝐿𝑣 8 , ou seja, 𝑓 = 4∙𝑥2 𝐿𝑣 2 ∙ 𝐹 1.2.8. Comprimento mínimo das curvas verticais O comprimento de uma curva vertical Lv é escolhido em função de uma análise cuidadosa dos diversos fatores condicionantes do projeto, com o objetivo de obter um greide econômico com características técnicas satisfatórias. A parábola simples, utilizada para curvas verticais, é muito próxima de uma circunferência. Por isso, é usual referir-se ao valor do raio Rv da curva vertical, que deve ser entendido como o raio da circunferência equivalente à parábola, isto é, uma circunferência de raio Rv igual ao raio instantâneo no vértice da parábola. A equação que relaciona o raio ao comprimento da curva é: 𝐿𝑣 = 𝛿𝑖 ∙ 𝑅𝑣. mailto:ajdemozzi@prof.unipar.br UNIPAR Engenharia Civil - 5ª série Prof. Audrew J. Demozzi ajdemozzi@prof.unipar.br Estradas e Transportes M5B1–25 Direitos autorais reservados – Página 5 de 6 1.2.9. Curvas verticais convexas O comprimento mínimo de uma curva vertical convexa é determinado em função das condições necessárias de visibilidade da curva, isto é, é escolhido de forma a proporcionar ao motorista o espaço necessário para uma frenagem segura quando este avista um obstáculo em sua faixa de tráfego. Condições de conforto e boa aparência são normalmente alcançadas quando a curva atende às condições mínimas de visibilidade. Assim, para todas as curvas convexas da estrada devemos ter: S ≥ dp Em que: 𝑆 Distância de visibilidade do motorista (m) 𝑑𝑝 Distância mínima de parada (m) 1.2.9.1. Distância mínima de parada 𝑑𝑝 = 0,7 ∙ 𝑣 + 𝑣2 255 ∙ (𝑓 + 𝑖) Em que: 𝑣 é a velocidade de projeto; 𝑓 é o coeficiente de atrito dinâmico estimado entre pneu e pavimento; 𝑖 é a inclinação da pista. 𝑣(𝑘𝑚/ℎ) 30 40 50 60 70 80 90 100 120 𝑓 0,40 0,37 0,35 0,33 0,31 0,30 0,29 0,28 0,25 Tabela 3 - Coeficiente de atrito longitudinal pneu/pavimento, considerando a velocidade de projeto. DNIT, 1999. Exemplo: Calcular os valores do raio da curva vertical (𝑅𝑉), da flecha (𝐹), e a Nota Serviço Simplificada, em estrada do tipo 2, com velocidade de 100 km/h, 𝐿𝑉 = 200 𝑚; 𝐸𝑃𝐼𝑉 = 𝐸(84) + 0,0 𝑚; 𝑦𝑃𝐼𝑉 = 670 𝑚; 𝑖1 = 1,5%; 𝑖2 = −3,5%; Para a, b em 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑥2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 utilize até 6 casas decimais e em c 2 casas decimais, se houverem. Variação total de inclinação 𝛿𝑖 = 𝑖1 − 𝑖2 Distância de parada 𝑑𝑝 = 0,7 ∙ 𝑣 + 𝑣2 255 ∙ (𝑓 + 𝑖) Verificação do 𝐿𝑉𝑚𝑖𝑛 𝐿𝑉𝑚𝑖𝑛 = 𝑑𝑝 2 412 ∙ 𝛿𝑖% Raio de curvatura no vértice da parábola 𝐿𝑉 = |𝛿𝑖| ∙ 𝑅𝑉 Metade da projeção horizontal do comprimento, em estacas 𝐿𝑉 2 Flecha máxima 𝐹 = 𝛿𝑖 ∙ 𝐿𝑉 8 Número de estacas do ponto de curva vertical 𝐸(𝑃𝐶𝑉) = 𝐸(𝑃𝐼𝑉) − 𝐿𝑉 2 Ordenada do ponto de curva vertical 𝑦𝑃𝐶𝑉 = 𝑦𝑃𝐼 − 𝑖1 ∙ 𝐿𝑉 2 Número de estacas do ponto de tangência vertical 𝐸(𝑃𝑇𝑉) = 𝐸(𝑃𝐼𝑉) + 𝐿𝑉 2 Ordenada do ponto de tangência vertical 𝑦𝑃𝑇𝑉 = 𝑦𝑃𝐼 + 𝑖2 ∙ 𝐿𝑉 2 Distância horizontal do PCV ao vértice 𝐿0 = 𝑖1 ∙ 𝐿𝑉 𝛿𝑖 Distância vertical do PCV ao vértice 𝑦0 = 𝑖1 2 ∙ 𝐿𝑉 2 ∙ 𝛿𝑖 Número de estacas do vértice 𝐸(𝑉) = 𝐸(𝑃𝐶𝑉) + 𝐿0 Cota do vértice 𝑦𝑉 = 𝑦𝑃𝐶𝑉 + 𝑦0 Cálculo da função da curva através do V, PCV e PTV 𝑓(𝑥) = 𝑎𝑥2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 mailto:ajdemozzi@prof.unipar.br UNIPAR Engenharia Civil - 5ª série Prof. Audrew J. Demozzi ajdemozzi@prof.unipar.br Estradas e Transportes M5B1–25 Direitos autorais reservados – Página 6 de 6 Calcular os valores do raio da curva vertical (𝑅𝑉), da flecha (𝐹), e a Nota Serviço Simplificada, em estrada do tipo 1, com velocidade de 100 km/h: • 𝐿𝑉 = 300 𝑚; • 𝐸𝑃𝐼𝑉 = 𝐸(115 + 5,0 𝑚); • 𝑦𝑃𝐼𝑉 = 500 𝑚; • 𝑖1 = 𝐴%; • 𝑖2 = −𝐵%; Referências ANTAS, P. M.; et al. Estradas: projeto geométrico e de terraplanagem. 2010, Rio de Janeiro: Interciência, 264 p. DNIT – DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. Diretrizes Básicas para Elaboração de Estu- dos e Projetos Rodoviários. 1999, Brasília: Ministério dos Transportes, 228 p. PIMENTA, C. R. T. Projeto Geométrico de Rodovias. 2004, São Paulo. RIMA, 198 p. mailto:ajdemozzi@prof.unipar.br