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Prova Impressa
GABARITO | Avaliação Final (Discursiva) - Individual
(Cod.:1023198)
Peso da Avaliação 2,00
Prova 94469084
Qtd. de Questões 2
Nota 10,00
A efetividade da farmacoterapia é a expressão dos efeitos benéficos do tratamento sobre o paciente. A 
eficácia consiste na capacidade do medicamento em produzir um efeito farmacológico no paciente 
sob condições ideais de uso, isto é, comprovada por ensaios clínicos. A farmacoterapia é considerada 
efetiva quando conduz ao alcance das metas terapêuticas previamente estabelecidas.
Liste cinco condições clínicas e para cada uma delas cite as metas/objetivos terapêuticos esperadas 
para a farmacoterapia, com base nos sinais e sintomas do paciente ou nos exames laboratoriais 
alterados associados a uma enfermidade.
Resposta esperada
Condição clínica: pneumonia bacteriana, amigdalite estreptocócica. Objetivo terapêutico: Cura
de uma doença.
Condição clínica: depressão, resfriado comum. Objetivo terapêutico: Redução e eliminação de
sinais e/ou sintomas.
Condição clínica: hipertensão, diabetes. Objetivo terapêutico: Redução ou interrupção da
progressão da doença.
Condição clínica: osteoporose, infarto agudo do miocárdio. Objetivo terapêutico: Prevenção da
doença.
Condição clínica: anemia ferropriva, hipocalemia. Objetivo terapêutico: Normalização de
exames laboratoriais.
Condição clínica: exames oftalmológicos, contrastes radiológicos. Objetivo terapêutico: Auxiliar
no processo diagnóstico.
PEREIRA, J. G; DOBLINSKI, P. M. F; SUTTER, T. C. Assistência e Atenção Farmacêutica.
Florianópolis, SC: Arqué, 2024. [FARMACOTERAPIA]
Minha resposta
Em seguida, será listada cinco condições clínicas, no qual também será dada metas terapêuticas
fundamentadas na farmacoterapia, com apresentação de melhoria dos sinais e sintomas, e
normalização dos parâmetros laboratoriais. 1- Diabetes Mellitus: Finalidade terapêutica: Manter
os níveis Glicêmicos dentro dos padrões de normalidade, que seria : ( HbA1c - inferior a 7% ou
conforme orientação, individualizada ). Com finalidade de evitar complicações microvasculares
como : retinopatia, neuropatia e as macrovasculares que são lesões em grandes vasos, artérias e
veias cerebrovasculares, artérias periféricas. Além de promover o equilíbrio metabólico e a saúde
e bem estar geral do paciente. 2 - Hipertensão Arterial: Finalidade terapêutica: Estabilizar,
buscando atingir valores inferiores ou próximos a 130 x 80mmHg. Respeitando a individualidade
clínica de cada paciente. Objetivo: Prevenção de infarto, problemas cardiovasculares, acidente
vascular cerebral, diminuir sobrecarga dos sistemas orgânicos e melhorar a qualidade de vida do
paciente. 3 -Dislipidemia Finalidade terapêutica : Reduzir os níveis de LDL ( colesterol ruim ) ,
diminuir os triglicerídeos, uma alternativa possível é elevar o HDL (colesterol bom). Finalidade :
Prevenção de infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, diminuir o risco de
aterosclerose e eventos cardiovasculares. 4- Insuficiência Cardíaca: Finalidade terapêutica :
Otimizar os parâmetros hemodinâmicos, reduzir sintomas, como dispneia, edema e fadiga, desta
forma melhora a função cardíaca. Objetivo: Retardar a progressão da doença, por meio do
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equilíbrio hídrico, diminuindo a sobrecarga, aumentando a qualidade de vida, reduzindo
internações hospitalares. 5 - Doença Pulmonar obstrutiva crônica ( DPOC ) Finalidade
Terapêutica : Reduzir sintomas respiratórios tais como: tosse crônica, dispneia, muco excessivo,
taquipneia. Objetivo: Melhorar a qualidade de vida do paciente, trazendo conforto, aumentar a
tolerância a esforços, prevenir o agravamento progressivo do pulmão. Conforme destacado por
Doblinski (2023) , estes alvos terapêuticos demonstram que a eficácia da farmacoterapia, é
obtida quando os tratamentos direcionam a melhoria dos sintomas e a correção dos parâmetros
laboratoriais associados a doença, alcançando reparação preliminarmente definida.
Retorno da correção
Parabéns, acadêmico, sua resposta atingiu os objetivos da questão e você contemplou o esperado,
demonstrando a competência da análise e síntese do assunto abordado, apresentando excelentes
argumentos próprios, com base nos materiais disponibilizados.
A Assistência Farmacêutica é um conjunto organizado de atividades centradas no medicamento, 
orientadas sistematicamente para beneficiar o paciente. Requer estrutura física, recursos humanos e 
tecnologias adequadas ao contexto social em que se insere. A complexidade dessas atividades 
aumenta conforme são aprimoradas e garantem qualidade nos serviços prestados. A administração 
desses recursos envolve planejamento, organização, direção e controle para alcançar metas e 
objetivos, utilizando eficientemente os recursos humanos, materiais e tecnológicos disponíveis. O 
planejamento é crucial para transformar diretrizes em ações concretas, assegurando racionalidade e 
qualidade na assistência farmacêutica. Este planejamento deve ser baseado no conhecimento 
detalhado da realidade local, incluindo o perfil epidemiológico, sociodemográfico, padrões de 
prescrição e uso de medicamentos, logística de abastecimento, sistemas de informação organizados e 
pessoal capacitado.
Fonte: adaptado de: MARIN, N. et al. Assistência farmacêutica para gerentes municipais. Rio de 
Janeiro: Opas/OMS, 2003.
Considerando um hospital geral, que possui pronto socorro, unidades de terapia intensiva adulto, 
pediátrica e centro cirúrgico, elabore um planejamento da assistência farmacêutica buscando 
promover e ampliar um Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH). O método mais aplicado 
no planejamento da assistência farmacêutica é o PDCA, do inglês: Plan (planejar), Do (fazer, 
executar), Check (checar, controlar, verificar), Act (atuar, agir, corrigir). Descreva cada uma das metas 
do PDCA e aponte um exemplo de cada uma delas no planejamento da ampliação do SCIH.
Resposta esperada
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A letra P que significa planejar é onde se considera a avaliação dos procedimentos atualmente
utilizados e a forma como podem ser melhorados. Aqui se estabelece qual a missão da
organização, seus objetivos, metas, procedimentos e metodologias necessárias para que os
resultados previamente definidos sejam alcançados. Aplicando ao SCIH, este tem a
responsabilidade pelo controle das infecções hospitalares e do uso de antimicrobianos. Para isso,
são elaborados protocolos específicos para serem implantados e exigidos dentro da instituição. A
letra D é o momento em que as ações planejadas são executadas, ou seja, quando o plano entra
em ação. Aqui o controle de antimicrobianos é executado pelo serviço de farmácia diariamente,
conferindo as indicações, posologia e quantidade de dias de tratamento. Na letra C de verificar,
compreende a etapa, em que estão presentes os processos de monitoramento e avaliação, busca-
se observar, com base nos resultados acumulados até então, se o plano está sendo executado
conforme planejado. Nele a assistência farmacêutica se insere no SCIH para a monitorar se o
trabalho envolvido no controle de antimicrobianos e infecções hospitalares estão sendo eficaz, ou
seja, se as taxas de infecção estão diminuindo, se os antimicrobianos estão sendo utilizados de
forma correta e se o consumo destes está correlacionado às infecções encontradas. Já na letra A é
o momento que se busca corrigir o que foi identificado como problema ou falha na etapa anterior,
de monitoramento e avaliação, e que compromete o alcance dos resultados. O objetivo dessa
etapa é aprimorar a execução do plano, na busca por maior qualidade, eficiência e eficácia. A
avaliação dos processos de melhoria e ampliação devem ser avaliados continuamente para
apontar e corrigir as falhas. Quando se controla o uso de antimicrobianos em um hospital a
finalidade principal é minimizar a resistência bacteriana e o surgimento de microrganismosmultirresistentes que podem ser prejudicial no processo de cura do paciente. Se em determinados
momentos isso começa a acontecer, atitudes como isolamentos de pacientes e áreas de
internamento deve ser efetivadas.
PEREIRA, J. G; DOBLINSKI, P. M. F; SUTTER, T. C. Assistência e Atenção Farmacêutica.
Florianópolis, SC: Arqué, 2024. [PLANEJAMENTO E GESTÃO DA ASSISTÊNCIA
FARMACÊUTICA]
Minha resposta
Na ampliação do SCIH a PDCA é uma ferramenta de gestão que intenciona desenvolvimento
permanente de processos com subsequentes estágios. Plan ( Planejar ) Tem como objetivo definir
o problema, metas e ações. Etapa estabelece metas, objetivos estratégicos, considerando
levantamento atual , como por exemplo, recursos hospitalares, recursos humanos, materiais,
tecnológicos. Ex: causar um regulamento de uso racional antimicrobianos, detectar os portadores
de infecção, investigando o perfil epidemiológico dos pacientes, esquematizando os fluxos de
atendimento em cada setor especializado. Do ( Fazer, Executar ) Empreender o plano, essa fase
as ações planejadas são implementadas, com envolvimento da equipe, que são treinados e
estratégias são definidas. Ex: Condicionar a equipe médica e de enfermagem sobre o protocolo.
Envolve a mobilização das equipes em treinamento e aplicação das estratégicas definidas.
Incluindo treinamento dos profissionais da assistência farmacêutica e dos setores críticos, como
UTI, centro cirúrgico, para identificação precoce de infecção hospitalares. Pode-se dar início ao
protocolo de lavagem de mãos em setores críticos como centro cirúrgico, pronto socorro e UTI.
Check ( Verificar / controlar ) Inspecionar os resultados e comparar com as metas. Esta etapa
compreende na avaliação dos resultados das ações executadas. A coleta de dados permite medir a
aplicabilidade das intercessões. Ex: realizar acompanhamento periódicos, fiscalizar o
cumprimento dos protocolos de prevenção, medindo a taxa de infecção antes e depois da
implementação de novos protocolos ou procedimentos. ACt ( Agir / corrigir ) Com foco na
observação dos resultados, acontece a regulação a trabalhos bem sucedidos e correção das falhas
identificadas. Há promoção e ajuste contínuo do processo. Ex: Quando há indícios, nas auditorias
que procedimentos padronizados não estão sendo cumpridos adequadamente, oportuniza
reuniões de Feedback, para melhor aceitação pelas equipes. b) Planejamento estratégico
situacional (PES) PES na melhoria do SCIH. O PES reconhece a complexidade do setor de
saúde, a variabilidade dos contextos, utilizando informações sobre ambiente externo e interno
com objetivo de elaborar estratégias, se dividindo em quatro momentos, sendo cada um com sua
especificidade. 1- Momento Explicativo : È executado nessa fase, uma inspeção aprofundada do
caso, detectando problemas, possibilidades, desafios. Ex: Apresentar um levantamento minucioso
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dos índices de infecção hospitalar, considerando o perfil dos pacientes, condições hospitalares,
medicamentos utilizados, pois estes fatores influenciam na incidência de infecções. 2-
Compreende definição de metas, normas e diretrizes que encaminharão futuras ações, impondo
padrões de segurança e qualidade para serviços. Ex: Determinar diretrizes para utilização de
protocolos de prevenção de infecção, estabelecendo metas de redução dos índices em setores
como, UTI, pronto socorro, centro cirúrgico,, uniformizando a conduta dos profissionais da
assistência de controle dos medicamentos e farmacêutica. 3- Momento Estratégico : Há
formulação das estratégias e planos de ação para atingir os objetivos estabelecidos, dispondo dos
recursos disponíveis de acordo com as necessidades identificadas. Ex: Apresentar um plano bem
programado que contemple agregue a assistência farmacêutica e o SCIH, propiciando ações
como realização de tecnologias para monitoramento de infecções, implantação de uma equipe
multidisciplinar responsável pela gestão de eventos infecciosos. 4- Momento Tático : Enfatiza na
operacionalização das estratégias, modificando as diretrizes e os planos de ação em ações
concretas, definindo prazos, responsabilidades, indicadores de desempenho. Ex: Organização de
treinamento prático para equipes, aprazar acompanhamento dos resultados, definir indicadores do
desempenho, adesão a protocolos e redução dos eventos de infecção para monitorização
contínua.
Retorno da correção
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