Relatório Prática I - Reconhecimento de vidrarias e medidas de volume
8 pág.

Relatório Prática I - Reconhecimento de vidrarias e medidas de volume


DisciplinaQuímica Tecnológica643 materiais4.493 seguidores
Pré-visualização1 página
INTRODUÇÃO
Em qualquer procedimento de experiência científica vidrarias são de suma importância no manejo das substâncias e na medição de quantidades. Esta é a grande razão pela qual se cria a necessidade de se conhecer a variedade dessas vidrarias, suas características e fins próprios, mas principalmente suas aplicações. O conhecimento nessa área facilita a obtenção das finalidades propostas em um experimento. 
OBJETIVOS
Conhecer as distinções dos tipos de instrumentos do laboratório.
Encontrar experimentalmente as diferenças das medidas entre eles.
Reconhecer as funções específicas de cada instrumento.
Aprender a manuseá-los.
MATERIAIS E MÉTODOS
Balão Volumétrico de 50 ml
Béquer de 250 ml
Bureta de 50 ml
Pipeta graduada de 10 ml
Pipeta volumétrica de 20 ml
Proveta de 50 ml
Água destilada
A aula foi iniciada esclarecendo quais são as regras básicas de segurança utilizadas em um laboratório químico e com a apresentação das principais vidrarias e aparelhos, como a balança e a capela, os quais auxiliam no manuseio de soluções e medidas. Os primeiros conceitos introduzidos foram: exato e preciso, a diferenciação desses dois conceitos é essencial para poder compreender a precisão das medidas dos instrumentos usados. Foi apresentado o menisco, seu posicionamento altera as medidas o que prejudica na exatidão. 
Dispostos os instrumentos, iniciaram-se os procedimentos introduzindo 50 ml de água destilada dentro da bureta. Logo em seguida, acionando a válvula da mesma, despejou-se 50 ml de água destilada dentro de um béquer, onde se pôde comprovar a imprecisão deste na medição. Novamente a bureta foi preenchida com 50 ml de água destilada, acionou-se a válvula e encheu-se a proveta de 50 ml. Dispondo da pipeta volumétrica de 20 ml, pipetou-se a água contida dentro da proveta e verificaram-se os dados de diferenças de medidas: dentro da proveta restaram-se 30 ml de água destilada. Desta água restante dentro da proveta, foi introduzida a pipeta de 10 ml e retirada essa quantidade. Assim, restando dentro da proveta apenas 20 ml, que são descartadas. A água contida dentro de ambas as pipetas foram despejadas dentro do béquer.
Novamente encheu-se a bureta com 50 ml de água destilada, acionou-se a válvula por onde verteu água para dentro do balão volumétrico com capacidade de 50 ml. Nota-se a diferença das medidas. Essa água é transposta para a proveta, onde se puderam notar novamente as diferenças de medidas. Essa água contida na proveta é vertida no béquer, totalizando 130 ml (atribuindo desvio de ± 1,5 ml).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
 O manuseio da água destilada nos diferentes tipos de vidrarias do laboratório esclareceu e provou as diferenças das medidas entre os instrumentos. Não só com a parte experimental obteve-se esses resultados, mas também através de cálculos, onde se extraem os dados de menor divisão da escala dos instrumentos, e com os quais aplicando a operação de divisão por 2, encontra-se o desvio avaliado do instrumento de medida com devida aproximação de algarismos significativos. Este será atribuído como erro de todas as medidas feitas com o instrumento. 
CONCLUSÃO
Analisando os dados obtidos através dos experimentos define-se que os instrumentos que possuem graduação são os mais adequados quando se pretende executar um experimento com exatidão de medidas. Isso porque os instrumentos volumétricos só apresentam a medida de sua capacidade, acarretando assim defini-los em precisos, porém não exatos. 
O béquer, apesar de apresentar graduação, através dos experimentos pôde-se provar que ele não é preciso e nem exato, pois comparando as medidas encontradas, este apresentou diferenças significativas de medição. Conclui-se, portanto, que o béquer também não é adequado para medições em experimentos de medidas exatas. 
 A bureta e a pipeta graduada são os instrumentos mais exatos, devido às suas escalas rigorosas com menor divisão comparadas às outras vidrarias. 
ANEXOS:
Química Tecnológica \u2013 Prática I
Resolução dos Exercícios
4.1) A \u201cCapela\u201d é um equipamento de proteção coletiva essencial em todos os laboratórios que tenham algum tipo de trabalho com manipulações de produtos químicos, tóxicos, vapores agressivos, partículas ou líquidos em quantidades e concentrações perigosas, prejudiciais para a saúde. Ela é utilizada em experiências que envolvam o uso ou liberação de gases tóxicos ou corrosivos.
4.2) A grande maioria dos reagentes utilizados em laboratórios químicos são tóxicos e exigem cuidados ao serem descartados, consequentemente se descartados de maneira imprópria contaminam o meio ambiente.
4.3) A  estufa é um equipamento empregado na secagem de materiais, por aquecimento, em geral até 200°C. Já a mufla, também conhecida como forno, é utilizada na calcinação de substâncias, por aquecimento em altas temperaturas (até 1000°C ou 1500°C).
4.4) Quando ocorrem queimaduras causadas por ácidos deve-se lavar imediatamente a região com bastante água durante pelo menos 5 minutos. Em seguida, tratar com solução de bicarbonato de sódio 5% e lavar novamente com água. Secar o local e aplicar Merthiolate. 
Quando ocorrem cortes há dois procedimentos. No caso de cortes pequenos deve-se deixar sangrar por alguns segundos, verificar se há fragmentos de vidro, desinfetar o local e colocar atadura. No caso de cortes maiores deve-se inicialmente desinfetar e procurar estancar o sangue, fazendo pressão sobre o corte, no máximo cinco minutos. Se necessário, procurar um médico.
4.5) 	Balões volumétricos: volumétrico
Buretas: graduada
Pipetas graduadas: graduada
Pipetas volumétricas: volumétrica
Provetas: graduada
Béquer: é encontrado graduado e não-graduado
	
4.6) 
(a)Tubo de ensaio				(b)Béquer
(c)Funil					(d)Pisseta
(e)Erlenmeyer					(f)Kitassato
4.7) Seu aferimento não é exato, assim compromete o resultado final de uma solução de preparação rigorosa.
4.8) A pipeta e a bureta são instrumentos mais indicados se tratando de medidas exatas, já que ambas possuem um a escala graduada mais rigorosa, e com desvio de 0,05ml. Já a proveta apresenta escala graduada com menor divisão de 1,0 ml, isso acarreta um desvio de 0,5ml o que significa menos exatidão nas medidas.
4.9) 
Para menos:
250ml - 0,03 = 250 ml
Para mais:
250ml + 0.03 = 250 ml
4.10) 
Desvio = 1ml/2 = ±0,5 ml
Para menos:
20ml - 0,5ml= 20 ml
Para mais:
20ml + 0,5ml = 21 ml
4.11)
Desvio = 0,1/2= 0,05 ml
Para menos:
12,5 ml \u2013 0,05 ml = 12,0 ml
Para mais:
12,5 ml +0,05 ml = 13,0 ml
4.12) 
(a) Béquer.
(b) Bureta, pipeta graduada e proveta.
(c) Bureta e pipeta graduada.
(d) Béquer, bureta, pipeta graduada e proveta.
4.13) (c)
4.14)
(a) 61 ml
(b) 402 g
Marta
Marta fez um comentário
qual foi a fonte q vc usou ?
0 aprovações
Clarice
Clarice fez um comentário
muito bom me ajudou muito em meu relatorio
3 aprovações
Carregar mais