Logo Passei Direto

A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
20 pág.
Oxigênio 2012

Pré-visualização | Página 1 de 2

Sistema de Oxigênio 
 
 
 
 
Professor: Erasmo Borja Sobrinho 
Disciplina: Sistemas de Aeronaves II 
Curso: Ciências Aeronáuticas 
 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 2 
 
 
 
Índice 
 
 
� Oxigênio e o Corpo Humano 
� Oxigênio na Aviação 
� Máscaras 
� Sistema de Oxigênio 
� Controles 
� Armazenagem 
� Geração a Bordo 
� Diagrama de um Learjet 55 
� Manutenção e Cuidados 
� Dispositivos de Abastecimento 
 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 3 
 
Oxigênio na atmosfera 
A atmosfera é composta de 4/5 de nitrogênio e 1/5 de oxigênio com 
aproximadamente 1% de outros gases. 
A 18.000 pés com apenas a metade da pressão atmosférica do nível do mar, o 
oxigênio presente é também só a metade. 
A reação do corpo é definitivamente abaixo do normal e resultará em inconsciência. 
De fato a reação da média das pessoas é afetada a 10.000 ft e pode ser afetada 
acima de 5.000 ft. 
 
Para suportar os inconvenientes da escassez de oxigênio em altitudes elevadas o 
ser humano utiliza duas alternativas: 
1- Usam mascaras de oxigênio e vestem roupas de proteção; 
2- Voam em cabines pressurizadas, onde a pressão é mantida a níveis compatíveis 
com a vida humana. 
 
 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 4 
 
 
 
Na aviação militar 
existem aviões que 
exigem o constante 
fornecimento de oxigênio 
em determinadas 
missões. 
 
 
Na aviação civil o 
oxigênio é usado apenas 
em situações de 
emergência na falha dos 
sistemas de 
pressurização. 
 
 
A tripulação comanda os controles do sistema de oxigênio através de válvulas que 
podem ter separação entre cabine de passageiros e cockpit. 
O sistema costuma ser automático, disponibilizando oxigênio assim que haja uma 
despressurização súbita. 
Uma chave aneróide percebe a queda de pressão e dispara o dispositivo de queda 
de mascaras para os passageiros quando a pressão da cabine cai para acima de 
14.000 ft. 
A 8.000 ft a válvula “resseta” parando o fluxo de oxigênio novamente. 
 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 5 
 
Tripulantes : 
As mascaras da tripulação podem ter válvulas com opções, que permitam a 
passagem de oxigênio apenas quando ele é aspirado pelo tripulante. Desta forma 
elas podem ficar a postos para uma emergência sem que o gás escape 
continuamente 
 
Passageiros: 
Já a mascara para passageiros costuma ser de fluxo contínuo, podendo ser fechado 
pelos tripulantes. 
 
Controle de Oxigênio 
Veja ao lado e abaixo os controle dos sistema de um Learjet 55. No primeiro vemos 
as tubulações a mostra e no segundo, como ele é visto na cabine montada. 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 6 
 
 
Ao centro o indicador de pressão da garrafa de oxigênio. 
 
Pressão de Oxigênio 
Vários tipos de indicadores são usados nas cabines para informar aos tripulantes 
sobre as condições de pressão da garrafa de O2. 
Alguns recebem informações da garrafa através de um trasnducer instalado na 
própria garrafa que transmite sinais elétricos até o instrumento no painel. 
Outros são manômetros de leitura direta que recebem oxigênio através de um tubo 
capilar para a leitura direta. 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 7 
 
 
Ajuste de Pressão 
Algumas aeronave tem dispositivos que permitem o ajuste do fluxo de oxigênio. 
 
 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 8 
 
LOx – Liquid Oxygen 
 
O Oxigênio é transportado em forma de liquido. E para mantê-lo 
neste estado é necessário que ele esteja sob pressão. Nas 
aeronaves que utilizam garrafas para manter o O2 a bordo deve 
haver quantidade suficiente para atender aos passageiros e 
tripulantes durante o tempo de descida de seu teto operacional 
até uma altitude respirável com margem de segurança. 
Muitas vezes a quantidade necessária é muito grande e este 
método não é utilizado. 
 
Garrafa de Oxigênio 
A garrafa de Oxigênio pode ser de fibra ou de 
aço. As de aço são mais pesadas e requerem 
manutenção periódica, que verifica quanto a 
corrosão interna e é submetida a teste 
hidrostático. 
 Vários tamanhos são disponíveis dependendo 
da quantidade de passageiros e do teto 
operacional da aeronave 
 
Teste Hidrostático 
To understand how hydrostatic testing is used to check a cylinder and/or hose 
assembly for leaks or flaws, let's take a look at the procedure. 
First, the extinguisher valve is removed and the threads and interior of the cylinder 
are checked for corrosion, pitting, and any other abnormalities. 1910.157(f)(3) If the 
cylinder passes the visual inspection, it is placed into a steel chamber, which is then 
filled with water at normal pressure. A glass burette attached to the side of the steel 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 9 
 
chamber will read zero, indicating normal or 
zero pressure of the chamber water. Water 
is then applied at high pressure to the 
interior of the extinguisher's cylinder. As the 
pressure increases, the cylinder will expand 
and push water from the steel chamber 
through a small hole and into the glass 
burette. After the pressure is released, the 
cylinder will contract and the water will move 
from the burette back to the steel chamber. 
Depending on the results, the tester will 
either pass or fail the cylinder. 
The cylinder is normally considered unsafe 
and will fail if: 
The water level in the burette continues to rise while the specified pressure is applied. This 
could be due to a leak from the inside cylinder to the water in the steel chamber, or to a 
continual expansion of the walls of the cylinder, both of which would be a reasonable cause 
to fail the cylinder. 
The cylinder stretched and with the pressure released does not return to its original size (or 
close to it), it would mean the metal of the cylinder is not resilient enough to be considered 
safe for use. The burette can not have more then 10 percent of the displaced water 
remaining after the pressure is released. For example, if the expansion displaced 100 
milliliters (mL) of water, after it contracts it must have a reading of 10 mL or less to pass the 
test. 
A pressão nominal da garrafa de O2 é de 1.800 psi medidos através de um transducer 
localizado numa válvula instalada na própria garrafa que leva esta informação ao painel de 
instrumento como impulsos elétricos. O Mostrador indicará as faixas por cores e as vezes 
números em psi. 
• 2.000 Faixa Vermelha 
• 1.550 a 1.850 Faixa Verde 
• 0 a 300 Faixa Amarela 
A pressão de utilização na linha de distribuição dentro da cabine é de apenas 60 a 80 psi 
regulada através de uma válvula reguladora de pressão também na cabeça da garrafa. 
Armazenagem de Oxigênio 
Cada aeronave tem a garrafa localizada em uma posição diferente. Este tem armazena 
o recipiente num compartimento no nariz. O “burst disc” mostra quando a válvula de 
alivio de pressão foi usada. 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 10 
 
 
 
A válvula reguladora de pressão tem a função de liberar oxigênio a baixa pressão para as 
linhas de distribuição. 
Pressão Interna: 
1.550 a 1.850 psi 
Pressão de Saída: 
60 a 80 psi 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 11 
 
 
 
As garrafas de oxigênio são posicionadas em local de fácil acesso para manutenção já que 
requerem eventuais abastecimentos. 
Este disco verde se rompe quando a válvula de excesso de pressão é acionada indicando 
que houve descarga por segurança. 
Este item é verificado a cada pre-vôo. 
Posicionamento da garrafa em alguns modelos de King – 
Na parte superior do cone de cauda. 
 
 
Assunto 
 
Sistemas de Aeronaves II Página 12 
 
Geração de Oxigênio a Bordo 
Alguns aviões utilizam geradores de oxigênio que produzem o gás a bordo para o consumo 
em situações de emergência. 
Este sistema é mais econômico tanto em termos de peso morto a bordo quanto em termos 
de manutenção. 
Duas formas são usadas: 
1. Geração Química 
2. OBOGS – Peneira Molecular 
Geração Química 
Outra fonte do
Página12