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Nome: Jessica Monteiro Da Costa Matricula: 01552413 Curso: Farmácia O Brasil e referência mundial em transplantes, com aproximadamente 96% dos procedimentos financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no ano de 2018, em todo o país. Há dois tipos de transplante sendo os intervivos que são os considerados o menos comum podendo ser realizado apenas para alguns órgãos exemplo; rim, fígado e pulmão sendo esse o menos provável. Já o transplante de doador falecido e o mais comum porem esse só pode ser realizado quando for constatada a morte encefálica, e os demais órgãos continuarem em funcionamento, podendo ser realizado somente com o consentimento da família. O transplante de órgãos sólidos é uma opção de tratamento para melhorar a qualidade de vida de pessoas de todas as idades, que tenham alguma doença crônica, que seja de caráter crônico irreversível e em estágio final. Desde que o primeiro transplante foi realizado com sucesso em 1954, os transplantes de órgãos sólidos têm sofrido avanços constantes no tratamento de doenças como rim, pâncreas, fígado, coração, pulmão e intestino. Entretanto o número de transplantes realizados mundialmente continua crescendo. No Brasil, desde 1964 quando foi efetuado o primeiro transplante de rim, já ocorreram mais de 75.600 transplantes de órgãos sólidos. O sistema conta com uma lista única de espera e exclusiva para cada órgão, garantido assim que haja equidade de acesso a essa forma de tratamento. O transplante exige uma série de cuidados após sua realização pois mesmo nos casos onde há alta compatibilidade pode ocorrer rejeição do órgão transplantado. Sendo necessário medidas que evitem o ataque do sistema imunológico do receptor ao órgão recebido. Sendo os órgãos sólidos com alto índice de rejeição agudas ou crônicas, ocasionando assim as principais perdas desses órgãos transplantados. Podendo ser feita uma resposta imune mediada por células T, sendo essa a mais importante no caso, ou por anticorpos produzidos por Linfócitos B. Também sendo necessário o uso de imunossupressores para o resto da vida. Para que um transplante seja realizado e necessário que haja uma compatibilidade, assim sendo podemos dizer que ela ocorrer quando os tecidos são compatíveis entre o doador e o receptor, sendo mais fácil ocorrer em alguns casos, são eles entre irmãos gêmeos idênticos, que possuem mesmo genes. E entre pessoas que possuem genes compatíveis. Referencias: Soares, Letícia Santana da Silva, et al. "Transplantes de órgãos sólidos no Brasil: estudo descritivo sobre desigualdades na distribuição e acesso no território brasileiro, 2001-2017." Epidemiologia e Serviços de Saúde 29 (2020): e2018512. Marinho, Alexandre. "Transplantes de órgãos no Brasil." Revista de Direito Sanitário 11.3 (2011): 120-122. Marinho, Alexandre. A situação dos transplantes de órgãos no Brasil. No. 1389. Texto para Discussão, 2009. Carias, Claudia Mezleveckas, et al. "Medicamentos de dispensação excepcional: histórico e gastos do Ministério da Saúde do Brasil." Revista de Saúde Pública 45 (2011): 233-240.