Estudo Dirigido Ed 05 - Avaliação On-line Unopar 6º semestre
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de trabalho: em tempo parcial, temporários ou por conta própria. (SORJ, 2000, p.

31[1]).

Trecho 2:

O crescimento da precariedade laboral, caracterizada pelo desemprego e trabalho precário

atinge principalmente milhões de jovens-adultos com alta escolaridade que percebem que seus

certificados e diplomas são pouco mais que bilhetes de loterias, vivendo, deste modo, o que

Guy Standing em seu livro The Precariat, salientou como sendo \u201cfrustração de status\u201d. Na

verdade, existe hoje, mais do que nunca, o perigo de uma bolha educacional global, como

milhões de estudantes tentando sobreviver com o fardo de enormes dívidas. Enfim, o

precariado vive em situação de insegurança social e econômica, sem identidades

ocupacionais, entrando e saindo de empregos, constantemente preocupado com os seus

rendimentos, habitação e muito mais. (ALVES, 2012[2]).

Assinale a alternativa INCORRETA:

[1] SORJ, Bila. Sociologia e trabalho: mutações, encontros e desencontros. In: Rev. bras. Ci.

Soc. [online]. 2000, v.15, n.43, pp. 25-34.

[2] ALVES, Giovanni. O enigma do precariado e a nova temporalidade histórica do

capital \u2013 Parte 3. 2012. Disponível em: http://blogdaboitempo.com.br/2012/07/13/o-

enigma-do-precariado-e-a-nova-temporalidade-historica-do-capital-parte-3/). Acesso em 27

mai. 2015.

Alternativas:

\uf0b7 a) Atualmente o mundo do trabalho tem absorvido toda massa de trabalhadores

qualificados, garantindo estabilidade e direitos sociais aos cidadãos.Alternativa assinalada

\uf0b7 b) As transformações no mundo do trabalho provocaram alterações nas relações

contratuais de trabalho, podendo ser flexível, porém em alguns casos com precariedade,

insegurança social e econômica.

\uf0b7 c) Há atualmente uma parcela da população altamente escolarizada, culta e pobre, muito

preocupada com suas dívidas.

\uf0b7 d) Os empregos estáveis e permanentes com as garantias sociais estão cada vez mais

restritos, surgindo assim novas formas de trabalho em alguns casos mais flexíveis ou

precárias.

\uf0b7 e) A qualificação profissional não será a garantia de um emprego permanente e estável,

pois formas flexíveis de tempo e espaço têm aumentando significativamente.

17) Engolir um sapo pode ser bom nos negócios

Ninguém gosta de levar desaforo para casa. Mas suportar uma situação incômoda pode ser útil

para superá-la de vez.

Sidney Santos

Figura 10 \u2013 Engolindo sapos

Fonte: Disponível em: https://www.flickr.com/photos/. Acesso em 17 mai. 2015.

Se um cliente ou fornecedor falha comigo, deixo passar. Sei como usar isso a meu favor

São Paulo - Menino, engole o choro agora mesmo! Era o que minha mãe dizia quando eu era

pequeno e começava a chorar. Cresci e me tornei empreendedor. Certo dia me reencontrei

com o Sidney criança ao me dar conta de que jamais choro quando algo dá errado nos

negócios. Às vezes, quando a vida está muito difícil, admito que tenho vontade de chorar.

Então ecoam na minha cabeça as palavras de minha mãe para eu engolir as lágrimas. Até aí,

tudo bem, eu aprendi essa lição \u2014 mas houve outra muito mais difícil de assimilar: a arte de

engolir sapos. Talvez por eu ter tido uma infância pobre e sofrida, cresci achando que jamais

se deve levar desaforo para casa. Hoje, aos 40 anos, percebo que aquele Sidney que iniciou

sua empresa sem dinheiro, mas com coragem e ousadia de sobra, também deveria ter

adicionado à rotina a arte de engolir sapos. Um sapo aqui e outro ali não fazem mal a ninguém,

mas minha juventude não me deixava perceber isso. O duro é ver que ainda hoje muitos

empreendedores deixam-se levar pela arrogância e não engolem sapo algum sob a justificativa

de que isso é coisa de gente fraca. Penso exatamente o contrário. Forte é quem consegue

engolir sapos (SANTOS, 2012[1]).

O depoimento acima afirma que para os sucesso dos negócios e carreira profissional, é

importante:

[1] SANTOS, Sidney. Engolir um sapo pode ser bom nos negócios. 2012. Disponível em:

<http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0052/noticias/engolir-um-sapo-pode-ser-

bom>. Acesso em: 17 mai. 2015.

Alternativas:

\uf0b7 a) Ter controle de suas emoções e administrar todos os conflitos e frustrações. Alternativa

assinalada

\uf0b7 b) Reagir agressivamente, sempre que provocado.

\uf0b7 c) Mostrar a sua força e poder através de posições firmes e radicais.

\uf0b7 d) Não \u201cengolir sapos\u201d porque isto é coisa de gente fraca.

\uf0b7 e) O marketing pessoal, através de uma postura firme e inflexível.

18) Avalie os dados da pesquisa sobre o estado emocional em uma mesa de negociação:

Atitude diante da negociação

Redação VOCÊ S/A (redacao.vocesa@abril.com.br) 03/04/2012

Credito: Thkstock

SANTOS, Sidney. Engolir um sapo pode ser bom nos negócios. 2012. Disponível em:

<http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0052/noticias/engolir-um-sapo-pode-ser-

bom>. Acesso em: 17 mai. 2015.

Figura 11 \u2013 Desenvolva sua carreira

Fonte: Disponível em: <http://vocesa.abril.com.br/blog/carreira-em-geracoes/2011/09/21/o-que-

o-mercado-espera-dos-jovens-profissionais/>. Acesso em: 17 mai. 2015.

O LinkedIn divulgou hoje estudo sobre o comportamento de profissionais frente a negociações

de carreira, como pedir um aumento ou fechar um negócio, em cinco categorias: medo,

ansiedade, confiança, empolgação e indiferença. A maior rede profissional do mundo tem mais

de 150 milhões de usuários, sendo sete milhões no Brasil. Os profissionais brasileiros

apresentaram a maior porcentagem de participantes que admitiram sentir medo para negociar

(21%). Em toda a pesquisa, 35% das pessoas reportou sentir ansiedade ou medo em relação à

negociação. Trinta e quatro por cento são confiantes, enquanto 10% diz que negociações são

empolgantes e 10% é indiferente com relação à atividade.

Apesar de registrar o maior índice no quesito medo entre os oito países nos quais o LinkedIn

conduziu a pesquisa, o Brasil foi o terceiro mais confiante (38%). O país também ficou em

sétimo lugar como o mais ansioso, com 20% dos profissionais ansiosos com relação ao ato de

negociar. Doze por cento sente-se empolgado com a atividade, colocando o Brasil em terceiro

lugar em comparação aos demais países pesquisados.

O LinkedIn conversou com mais de dois mil profissionais no mundo todo para a pesquisa.

Quarenta e oito por cento dos profissionais que visita o LinkedIn diariamente admitiu sentir

confiança na hora de negociar, enquanto apenas um terço dos profissionais que visita a rede

menos de cinco vezes por mês sente a mesma confiança.

A pesquisa da rede profissional Linkedln demonstra que:

Alternativas:

\uf0b7 a) Os profissionais brasileiros apresentaram a maior porcentagem de participantes que

admitiram sentir medo para negociar. Alternativa assinalada

\uf0b7 b) A grande maioria dos profissionais que visita o LinkedIn diariamente admitiu sentir

confiança na hora de negociar.

\uf0b7 c) Apenas uma minoria dos profissionais não possui segurança na hora de negociar.

\uf0b7 d) Os profissionais brasileiros são os que vão para uma mesa de negociação com a

menor confiança.

\uf0b7 e) A grande maioria dos profissionais pesquisados é indiferente a um processo de

negociação.

19) Avalie e analise, abaixo, os resultados da pesquisa que tinha como principal

propósito investigar \u201co que o mercado espera dos jovens profissionais\u201d:

A partir de um levantamento que fizemos em 2010, pudemos mapear as competências mais

requisitadas pelo mercado em todos os programas de trainee que realizamos nesse ano. O

resultado foi revelador! Entre todas as competências a mais citada