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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução total ou parcial, por 
quaisquer meios, sejam impressos, eletrônicos, fotográficos ou sonoros, 
entre outros, sem prévia autorização por escrito da editora.
Lição da Escola Sabatina dos Jovens
Autor: Dwain Esmond
Editoração: Editorar Copy e 
Michelson Borges
Revisora: Rosemara Santos
Tradutor: Matheus Cardoso
Editor de Arte: Thiago Lobo
Projeto Gráfico e Capa: Bruna Ribeiro, 
Milena Ribeiro e Samuel K. Santana 
Programação Visual: Samuel K. Santana 
Ilustrações: Kaleb de Carvalho
Exemplar avulso: R$ 13,10 
Assinatura anual: R$ 40,60
A Lição da Escola Sabatina constitui 
marca registrada perante o Instituto 
Nacional da Propriedade Industrial.
Copyright © da edição internacional: 
General Conference of Seventh-day 
Adventists, Silver Spring, EUA. 
Direitos internacionais reservados.
Direitos de tradução e publicação 
em língua portuguesa reservados à
Casa Publicadora Brasileira
Rodovia SP 127 — km 106
Caixa Postal 34 
18270-970 — Tatuí, SP
Tel.: (15) 3205-8800 
WhatsApp.: (15) 98100-5073
www.cpb.com.br
Presidente: Uilson L. Garcia
Diretor Financeiro: Diego Lottermann
Gerente Editorial: Wellington Barbosa 
Gerente de Produção: Reisner Martins
Gerente Comercial: Filipe Corrêa de Lima
Serviço de Atendimento ao Cliente:
LIGUE GRÁTIS: 0800 9790606
Segunda a quinta, das 8h às 20h
Sexta, das 7h30 às 15h45 / 
Domingo, das 8h30 às 14h
E-mail: sac@cpb.com.br
A Lição da Escola Sabatina dos Jovens 
ComTexto Bíblico é preparada pelo 
departamento da Escola Sabatina e 
Ministério Pessoal da Associação Geral 
dos Adventistas do Sétimo Dia.
20% das ofertas de cada sábado são 
dedicados aos projetos missionários ao 
redor do mundo, incluindo os projetos 
especiais da Escola Sabatina.
A Casa Publicadora Brasileira é a editora 
oficialmente autorizada a traduzir, 
publicar e distribuir, com exclusividade, 
em língua portuguesa, a Lição da 
Escola Sabatina, para todas as faixas 
etárias, sendo proibida a sua edição, 
alteração, modificação, adaptação, 
tradução, reprodução ou publicação, 
de forma total ou parcial, por qualquer 
pessoa ou entidade, sem a prévia e 
expressa autorização por escrito de 
seus legítimos proprietários e titulares.
P u b l i c a ç ã o t r i m e s t ra l — n o 1 3 0 — I S S N : 1 4 1 4 -3 6 23 
A B R • M A I • J U N 2 0 2 5
TEXTOTEXTOcom
E S T A L I Ç ã O p E R T E N C E A
De volta ao altar
5868/49407/10MW23 
AdoraCÃo
P4
4
Í N D I C E
1 . RELAÇÃO ROMPIDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
2 . O INÍCIO DO ALTAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
3 . ALTARES PARA RECORDAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
4 . UM LUGAR PARA MIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
5 . MANHÃ E TARDE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
6 . O ALTAR É RESTAURADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51
7 . VERDADEIROS ADORADORES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
8 . A VIDA DE JESUS NO ALTAR – 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69
9 . A VIDA DE JESUS NO ALTAR – 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78
1 0 . O ALTAR E A PALAVRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87
1 1 . O ALTAR E O CORAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96
1 2 . O ALTAR E AS TRÊS MENSAGENS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105
1 3 . CHAMADO AO ALTAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114
POR DENTRO DA LIÇÃO
Por que deveríamos reconstruir nosso altar? Na verdade, qualquer ser humano pode 
e deve fazer isso a fim de desenvolver a espiritualidade e viver experiências novas, que 
transcendam o aqui e agora. Mas, especialmente, ao jovem adventista, a construção ou 
restauração do altar deveria ser a maior e mais urgente prioridade.
Não precisamos mais dos apelos da igreja para sabermos que vivemos dias estra-
nhos. O próprio mundo secular tem dado conta da tarefa de mostrar que está tudo de 
cabeça para baixo, clamando, ainda que veladamente, por algo melhor.
Vivemos um período muito peculiar. Ao mesmo tempo em que presenciamos enor-
me degradação individual e coletiva, também notamos uma ardente curiosidade pelo 
mundo espiritual.
Estaríamos com a faca e o queijo na mão? O cenário atual é desafio ou oportunida-
de? Somos capazes de lidar com as dicotomias da nossa época?
Só teremos algumas dessas respostas ao comungarmos e deixarmos o Espírito falar. 
Mas, para isso é preciso muita coragem. Coragem para viver à altura do nosso chama-
do, à altura daquilo que já conhecemos.
Como anunciaremos o verdadeiro sinal de adoração se não sabemos adorar? O mun-
do precisa das três mensagens angélicas, precisa das advertências, mas também da 
consciência de que há um Criador.
Mas, antes de o mundo se curvar à verdade, eu e você precisamos aceitar que esse 
é um convite para nós também. Deus está nos convidando a conhecer a verdadeira 
adoração. Já imaginou quanto temos a descobrir e desvendar a partir do momento em 
que nos voltarmos para o altar?
Um abraço da equipe ComTexto.
tt
5
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
udo começou durante meu primeiro ano do ensino médio, quando eu tinha 
15 anos. Na época, meu comportamento não era dos melhores, e meus pais 
decidiram que eu precisava mudar de ambiente. Então, me enviaram para a 
Pine Forge Academy, um internato adventista localizado em uma área rural 
do estado da Pensilvânia (EUA).
Meu pai me deu uma Bíblia e um livro incrível para levar comigo: Mente, 
Caráter e Personalidade, de Ellen White. Enquanto lia essa obra, encontrei 
um texto que transformaria minha vida para sempre: Somos transformados 
pela contemplação – “essa é uma lei, tanto da natureza intelectual quanto da 
espiritual. A mente vai se adaptando aos assuntos com os quais se ocupa. 
Vai assimilando aquilo que está acostumada a amar e reverenciar” (Mente, 
Caráter e Personalidade [CPB, 2024], v. 1, p. 240).
Nesse mesmo livro aprendi como o estudo da Bíblia fortalece a mente e 
transforma o caráter. E, quando li sobre a importância de reservar um tempo 
diário com Deus, decidi construir meu próprio altar de adoração.
Os resultados dessa decisão foram imediatos e duradouros. Eu atribuo todas 
as bênçãos recebidas ao tempo de comunhão que passei no altar com Deus. 
Não há nada mais importante que um jovem possa fazer do que construir seu 
próprio altar.
Em 2018, a Igreja Adventista do Sétimo Dia divulgou o relatório Global Church 
Member Survey [Pesquisa Global de Membros da Igreja] que revelou que ape-
nas 37% dos lares adventistas realizam cultos familiares diários e apenas 52% 
dos adventistas solteiros mantêm uma vida devocional. Quando li esse relatório, 
percebi que estamos enfrentando um problema. Os adventistas do sétimo dia 
sãoque 
seriam aceitáveis (v. 3-7). Depois disso, 
declarou: “E farão para Mim um san-
tuário, para que Eu possa habitar no 
meio deles” (v. 8). 
O primeiro e mais surpreendente 
elemento dessa instrução de Deus é 
Sua decisão de viver entre pessoas 
que eram espiritualmente infiéis. 
A “grande multidão de estrangeiros” 
(Êx 12:38, NVI) que saiu do Egito com 
os israelitas não conhecia Deus nem 
sabia como viver em relacionamen-
to com Ele. O que Deus anunciou em 
Êxodo 25:8 e 9 era um tipo diferente 
de presença. Ele iria armar Sua tenda 
no meio das tendas israelitas para que 
a presença visível do Deus invisível es-
tivesse com eles (Êx 40:34).
Quando Deus escolheu viver entre 
os israelitas, Sua presença garantiu 
que teriam Sua proteção e provisão. 
O fato de que o santuário estava no 
centro do acampamento israelita 
transmitia uma mensagem inconfun-
dível: adorar a Deus é o centro da vi- 
da. A casa de Deus seria um lugar 
para reconciliar relacionamentos com 
Ele, receber perdão de pecados e ex-
perimentar uma vida plena.
Ao inaugurar esse projeto de cons-
trução sagrada, Deus fez outra coisa 
incrível: Ele convidou seres humanos 
pecadores e imperfeitos para ajudá-Lo 
a construir Seu santuário. Deus queria 
que os israelitas soubessem que sem-
pre seriam bem-vindos em Sua casa, 
não importa o que tivessem feito. Que 
Deus maravilhoso!
S E G U N D a , 2 1 d e a b r i l
 PENSE
• Como você acha que era 
viver tendo Deus constantemente 
no meio do acampamento? 
Desenvolva essa ideia.
QUERO MORAR COM VOCÊS
P4
36
IIoo santuário terrestre que Deus enco-
mendou continha vários itens bas-
tante valiosos, e cada um deles tinha 
um significado especial. O tabernáculo 
terrestre deveria ser uma cópia do 
santuário celestial (Hb 8:2), apontan-
do para Jesus Cristo e Seu ministé- 
rio de salvar seres humanos perdidos. 
Cada objeto do santuário ilustra um 
aspecto diferente de adoração e devo-
ção a Deus.
O pátio externo do santuário conti-
nha o altar de holocaustos, onde eram 
realizados os sacrifícios pelo pecado 
(Êx 27:1-8).
Logo depois havia a bacia de bron-
ze, que era usada pelos sacerdotes 
para lavar as mãos e os pés antes de 
entrar no tabernáculo (Êx 30:17-21). 
Nós também devemos ser batizados 
pela água e pelo Espírito se desejamos 
entrar no reino do céu (Jo 3:5).
Ao entrar no Lugar Santo, a primei-
ra “sala” do santuário, o que se via era 
a mesa dos pães da proposição (Êx 
25:23-30), que representavam a Pala-
vra de Deus, pela qual devemos viver 
todos os dias (Mt 4:4). O Lugar San-
to também continha o candelabro de 
ouro com seus sete castiçais (Êx 25:31-
40), que simbolizava a luz da verdade 
compartilhada pelo povo de Deus pelo 
poder do Espírito Santo (Zc 4:2-6). 
Mais próximo do Lugar Santíssimo, o 
espaço mais sagrado do tabernáculo, 
estava o altar de incenso (Êx 30:1-10), 
representando a intercessão de Cristo 
que se mistura com as orações do po- 
vo de Deus (Ef 5:1; Ap 8:3). A fumaça 
do incenso queimado seria levada para 
o Lugar Santíssimo – a própria presen-
ça de Deus.
Por último, o Lugar Santíssimo abri-
gava a arca da aliança, que continha 
a santa lei de Deus – as tábuas de 
pedra nas quais Ele escreveu os Dez 
Mandamentos (Êx 34:1). O propiciató-
rio, sobre o qual a presença de Deus 
se revelava, era uma espécie de trono 
e cobria essas tábuas. Aqueles que 
desenvolvem um relacionamento de 
amor com Deus observam Seus man-
damentos (as tábuas da lei) e recebem 
Sua misericórdia quando vão até Ele 
em arrependimento (o propiciatório).
Observe que cada objeto do san-
tuário representa um aspecto da ado- 
ração a Deus: aceitar o sacrifício de 
Jesus, ser purificado, alimentar-se da 
Palavra de Deus, compartilhar a luz 
da verdade, orar e observar os man-
damentos. Quando Deus pediu a cons-
trução do santuário terrestre, Ele deu 
um modelo de como os pecadores 
podem se reconciliar e construir um 
relacionamento íntimo com Ele.
t e r ç a , 2 2 d e a b r i lcomENTEENTE
Qual objeto do santuário simboliza algo que você deseja fortalecer 
em sua vida? Quais são algumas maneiras de começar?
ADORAÇÃO EM TIPOS E SÍMBOLOS
37
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
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magine agora Jesus comunicando 
você e sua família de que passará um 
tempo na sua casa. Imaginou? O que 
você faria para recebê-Lo? Que tipo 
de rotina e hábitos deveria manter ou 
abandonar a fim de que Seu hóspede 
fosse bem recebido?
Normalmente, criamos um cenário 
caprichado quando esperamos visitas 
que vão passar algumas horas apenas, 
ou quem sabe dias, semanas.
Procuramos ser uma versão melhor 
de nós mesmos a fim de deixar uma 
boa impressão. Até arrumamos tempo 
para interagir com o hóspede.
Por mais que esse texto pareça fic-
tício, isso é real. Ainda que não tenha-
mos o sentido necessário para ver o 
invisível, sabemos que dividimos espa-
ço com outros seres e realidades.
Acima de tudo, sabemos que Deus 
sempre quis habitar conosco. Mais do 
que isso, Ele pode habitar em nós.
Que tipo de casa temos sido?
Como os versículos a seguir ajudam 
você a entender por que o santuário é 
tão importante?
• As bênçãos do santuário: Êx 15:17; 
25:22; Sl 20:2; 63:1, 2
• Jesus revelado no santuário: Is 53:6, 
7, 10-12; Jo 1:29; 6:35; 8:12
• O santuário celestial: Sl 102:19; Hb 8:1, 
2; 9:23-25
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comPAREPARE Q U A R TA , 2 3 d e a b r i l
MOMENTO HIPERTEXTO
II
HABITAR
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
P4
38
“FF
comPARTILHEPARTILHE Q U I N TA , 2 4 d e a b r i l
EE xiste um santuário que adoro visitar. 
Não consigo ir lá com a frequência que 
gostaria, mas, quando vou, o tempo pa-
rece parar. Parece que tudo no mundo 
está perfeito. Posso comer meus ali-
mentos favoritos, e todos lá me amam. 
Eles sempre ficam felizes em me ver, 
e tristes em me ver partir. Esse lugar 
especial é a casa dos meus pais.
A palavra “santuário” pode ter vá-
rios significados; um deles é lugar de 
refúgio. Por exemplo, um santuário 
ecológico protege o habitat natural 
das ameaças da civilização humana e 
preserva sua beleza nativa. 
O santuário de Deus também é um 
lugar de refúgio, mas é muito mais do 
que isso; é um lugar dedicado à adora-
ção. Deus queria que Israel construís-
se um santuário de segurança, adora-
ção e comunhão íntima com Ele.
Adorar a Deus tem incríveis efei-
tos benéficos. Pesquisas científicas 
mostram que a oração pode melho-
rar significativamente os sintomas 
de depressão e ansiedade.1 Pessoas 
que frequentam regularmente reu-
niões religiosas têm menores taxas 
de mortalidade e níveis menores de 
depressão.2 Estudos mostram que a 
adoração diminui o que os especia-
listas chamam de “resposta de luta 
ou fuga”, reduzindo assim a frequên- 
cia cardíaca, pressão arterial, níveis 
de glicose, depressão, ansiedade e 
dor crônica. Você não quer adorar 
agora mesmo?
Deus nos projetou para a adoração. 
Mesmo depois da devastação causada 
pelo pecado, Ele tem um lugar de refú-
gio para nós. Deus construiu um san-
tuário, e nós também devemos fazer 
isso. Estabeleça diariamente um tempo 
para se encontrar com Ele. O lugar não 
precisa ser sempre o mesmo, mas uma 
coisa é certa: quando você entrar na 
presença do Senhor, Ele o encontrará 
lá, e esse lugar se tornará seu san-
tuário – um lugar de proteção, cura 
e bênção.
“
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
 PENSE
• Como você entende que será 
o cidadão do Céu? Como jáser 
parte disso hoje?
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
Escaneie o QR code para 
um conteúdo exclusivo 
do estudo da lição 
desta semana!
CURA NA ADORAÇÃO
1 Peter A. Boelens et al., “A Randomized Trial of 
the Effect of Prayer on Depression and Anxiety”, 
The International Journal of Psychiatry in Medicine, 
v. 39, n. 4 (2009), p. 377-392, doi.org/10.2190/
pm.39.4.c.
2 Ying Chen, Eric S. Kim e Tyler J. VanderWeele, 
“Religious-Service Attendance and Subsequent 
Health and Well-Being throughout Adulthood: Evi-
dence from Three Prospective Cohorts”, Interna-
tional Journal of Epidemiology, v. 49, n. 6 (2020), 
p. 2030-2040, doi.org/10.1093/ije/dyaa120.
39
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comSENSOSENSO
(1) (2)
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
“FF
S E X TA , 2 5 d e a b r i l
oi-me também mostrado um santuário sobre a terra 
contendo dois compartimentos. Parecia-se com o do 
Céu, e foi-me dito que era uma figura do celestial. 
Os objetos do primeiro compartimento do santuário 
terrestre eram semelhantes aos do primeiro com-
partimento do celestial. O véu ergueu-se e eu olhei 
para o santo dos santos, e vi que a mobília era a 
mesma do lugar santíssimo do santuário celestial. 
O sacerdote ministrava em ambos os compartimen-
tos do terrestre. Ia diariamente ao primeiro compar-
timento, mas entrava no lugar santíssimo apenas 
uma vez ao ano, para purificá-lo dos pecados que 
tinham sido levados ali.
“Vi que Jesus ministrava em ambos os comparti-
mentos do santuário celestial. Os sacerdotes entra-
vam no terrestre com sangue de um animal como 
oferta para o pecado. Cristo entrou no santuário 
celestial oferecendo Seu sangue. Os sacerdotes ter-
restres eram removidos pela morte, portanto não 
podiam continuar por muito tempo; mas Jesus foi 
Sacerdote para sempre. Mediante os sacrifícios e 
ofertas trazidas ao santuário terrestre, os filhos de 
Israel deveriam apossar-se dos méritos de um Sal-
vador que havia de vir. E na sabedoria de Deus os 
pormenores dessa obra nos foram dados para que 
pudéssemos, volvendo um olhar para eles, com-
preender a obra de Jesus no santuário celestial.
“Ao morrer Jesus no Calvário, clamou: ‘Está con-
sumado!’ (Jo 19:30), e o véu do templo partiu-se de 
alto a baixo. Isso deveria mostrar que o serviço no 
santuário terrestre estava para sempre concluído, 
e que Deus não mais Se encontraria com os sacer-
dotes em seu templo terrestre, para aceitar seus 
sacrifícios. O sangue de Jesus foi então derramado, 
o qual deveria ser oferecido por Ele mesmo no san-
tuário nos Céus. Assim como o sacerdote entrava 
no lugar santíssimo uma vez ao ano para purificar 
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Qual objeto do 
santuário mais 
fala ao seu coração? 
Por quê?
• Como Deus nos 
transforma quando 
O adoramos? 
• Onde fica seu 
santuário para 
se encontrar com 
Deus? O que há 
de especial nesse 
lugar? Se você 
ainda não tem um 
santuário, como 
pode criar um?
• Como você 
compartilharia o 
que entende sobre 
o santuário com 
alguém que não 
sabe nada sobre ele?
“
NO SANTUÁRIO CELESTIAL
P4
40
o santuário terrestre, Jesus entrou no 
lugar santíssimo do celestial, no fim 
dos 2.300 dias de Daniel 8, em 1844, 
para fazer uma expiação final por to-
dos os que pudessem ser beneficiados 
por Sua mediação, e assim purificar o 
santuário” (Ellen G. White, Primeiros 
Escritos [CPB, 2022], p. 232, 233).
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M
K
T
 C
P
B
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A
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ob
e 
St
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Baixe o 
Aplicativo CPB
cpb.com.br • 0800-9790606
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41
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
UNIDADECOM
Atenção, PG! Aproveite 
este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
 Uma vida de adoração 
“Portanto, irmãos, rogo pelas 
misericórdias de Deus que se 
ofereçam em sacrifício vivo, santo 
e agradável a Deus; este é o culto 
racional de vocês.” Romanos 12:1
A adoração não deve se limitar a momen-
tos ou espaços específicos, mas permear a 
vida como um todo. Essa é uma lição pre-
ciosa que aprendemos ao observar o siste-
ma de adoração do santuário terrestre.
A maneira pela qual Deus orientava 
Seus filhos no Santuário reflete a impor-
tância das coisas celestiais na vida cotidia-
na do cristão. O Santuário não era apenas 
um local físico, mas um espaço sagrado 
que simbolizava o caráter divino e a rela-
ção íntima entre Deus e Seu povo.
Por meio dele, Deus proporcionava 
oportunidades de adoração e aproxima-
ção, mostrando Sua infinita bondade e 
desejo de estar próximo de Seus filhos. 
Esse espaço se tornava um lembrete 
constante de Sua presença e do Seu 
amor, permitindo que as pessoas se reco-
nectassem com Deus e compreendessem 
melhor Sua natureza.
O Apóstolo Paulo disse: “Vocês não sa-
bem que são santuário de Deus e que o 
Espírito de Deus habita em vocês? [...] 
O santuário de Deus, que são vocês, é sa-
grado” (1Co 3:16, 17).
Hoje nós somos o santuário que Deus 
deseja habitar. Nossa oferta é uma vida 
de serviço, abnegação e amor em retri-
buição Àquele que tudo nos deu. Neces-
sitamos buscá-Lo diariamente. Somente 
DIÁLOGO ABERTO
 1. Como você tem priorizado a verda-
deira adoração a Deus?
2. Você reconhece que sua vida deve 
ser um santuário vivo?
3. Suas decisões refletem essa defini-
ção?
assim seremos alimentados espiritual-
mente. Essa busca constante nos forta-
lece e aproxima de Deus. Quanto mais 
perto Dele estamos, mais plenamente 
refletimos Seu caráter e amor ao mundo 
ao nosso redor.
A adoração a Deus, portanto, envol-
ve refletir sobre como dedicamos nosso 
tempo e vida a Ele. É importante avaliar 
se estamos buscando um relacionamento 
genuíno com Deus; se estamos compro-
metidos com o serviço ao próximo; se nos-
sas práticas diárias e testemunho pessoal 
refletem nossa fé. 
Quando manifestamos gratidão e amor 
em tudo que fazemos no dia a dia, teste-
munhamos aos outros do amor e da gra-
ça de Deus. 
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Baixe o 
Aplicativo CPB
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CPB livraria • (15) 98100-5073
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Ruziel Souza — Líder do Ministério Jo-
vem da Associação Amazonas Roraima
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A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição:
10MW23 Ágatha Lemos/Kaleb de Carvalho
e tarde
manhã nn
PESQUISEem comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: 1Cr 23
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: 1CR 23
Lição 5 26 de abril A
2 de maio
43
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
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comTEXTOTEXTO
manhã
d o m i n g o , 2 7 d e a b r i l
nn ão sei dizer quando começou, mas 
não me lembro de uma época em 
que não tenha acontecido. Não im-
porta se estivéssemos na escola ou 
no intervalo, nos sentindo bem ou não, 
dormindo ou bem acordados, às 5 ho-
ras da manhã, todos na casa em que 
cresci tinham que acordar para o cul-
to matinal.
O primeiro chamado geralmente 
acontecia por volta das 4h45. Minha 
mãe entrava no quarto e dizia: “Olá, 
olá! Bom dia! Está quase na hora do 
culto! Hora de levantar e ir para a 
sala, pessoal!” Eu amo muito minha 
mãe, mas sua persistência às 4h45 da 
manhã era mais do que eu conseguia 
suportar em alguns dias. Se não esti-
véssemos na sala às 5 da manhã, ela 
voltava, dessa vez nos sacudindo até 
que estivéssemos totalmente acorda-
dos, e ela não saía até que estivésse-
mos caminhando para a sala com ela.
Uma vez lá, meus pais cantavam 
um hino para começar o culto – e, sim, 
todo mundo deveria cantar. O hino ge-
ralmente era seguido pela leitura de 
um devocional curto, e então meu pai 
encerrava com uma oração.
Por que se dar ao trabalho de acor-
dar cinco crianças sonolentas para o 
culto às 5 da manhã? Meus pais acre-
ditavam que não estaríamos espiritu-
almente fortalecidos durante o dia se 
não começássemos nossa manhã com 
Deus. Eles queriam que seguíssemos 
o plano estabelecido nas Escrituras 
de começar e terminar cada dia com 
Deus. Nesta semana, estudaremos so-
bre a adoração diária – pela manhã e 
à tarde – que Deus instituiu na vida de 
Seu povo, tanto naquela época quan-
to hoje.
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Caminho a Cristo, capítulo 5: 
“Consagração”.
Acesse:
O RITMO DA VIDA
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44
mm
s e g u n d a , 2 8 d e a b r i l
primeiro livro de Crônicas registra os 
preparativos de Davi e Salomão para 
construir um templo após estabele-
cer a sede da nação em Jerusalém 
(1Cr 23:25, 26). O sonho de Davi era 
construir uma residência permanen-
te para Deus, onde Ele pudesse ha-
bitar com os israelitas para sempre 
(2Sm 7:1-7). Embora Deus amasse 
o coração de Davi, Ele escolheu dar 
essa honra ao seu filho Salomão.
O que é especialmente inspirador é 
a resposta de Davi quando Deus deu 
a tarefa a outra pessoa. Ele não ficou 
aborrecido nem reclamou. Na ver-
dade, começou a fazer preparativos 
extensos para que Salomão pudesse 
cumprir mais facilmente a diretriz es-
pecial de Deus (1Cr 22:1-5). Quantos 
de nós encaramos a frustração dessa 
forma? Davi estava se aproximando 
do fim de sua vida. Mesmo quando 
entregou o trono a Salomão, o templo 
ainda estava na mente e no coração 
do velho rei. Junto com seu filho, Davi 
designou 38 mil levitas: 24 mil para 
trabalhar no templo, 6 mil para servir 
como oficiais e juízes, 4 mil para ser-
vir como porteiros e outros 4 mil para 
atuar como músicos (1Cr 23:4, 5).
Além dos números, Davi deu ins-
truções sobre os serviços do templo. 
No centro de tudo estavam os cultos 
diários da manhã e da noite no tem-
plo (1Cr 23:30). Isso reafirmou o que 
Deus havia instruído por meio de Moi-
sés: “Ofereça um cordeiro de manhã 
e o outro, ao crepúsculo da tarde” (Êx 
29:39). No templo de Jerusalém, a ca-
pital de Israel, essa adoração matinal 
e vespertina a Deus serviria de exem-
plo para toda a nação.
A vida de cada israelita deveria gi-
rar em torno dessas duas experiências 
espirituais diárias. Deus pretendia que 
Seu povo começasse e terminasse 
seus dias com Ele. O povo de Israel 
nunca deveria achar que Deus daria 
Sua presença, provisão e proteção de 
maneira automática. Eles precisavam 
do poder de Deus para protegê-los dos 
perigos externos e das tentações in-
ternas, como o desejo de seguir os va-
lores e o comportamento das nações 
vizinhas. Os sacrifícios da manhã e da 
noite eram a maneira de Deus estabe-
lecer um padrão devocional para que 
cada indivíduo e cada família de Israel 
seguissem. Isso os ajudaria a desen-
volver e manter um relacionamento 
íntimo com Ele. Essas conexões ma-
tinais e vespertinas com o Senhor fo-
ram projetadas para proteger e guiar 
a vida do povo de Israel.
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comPREENDAPREENDA
oo
 PENSE
• Quais desafios o impedem de ter 
uma comunhão diária com Deus? 
Como minimizar esta situação?
PREPARANDO-SE PARA ADORAR
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
t e r ç a , 2 9 d e a b r i l
ais de 400 anos se passaram desde 
que Deus instruiu Moisés a construir 
um santuário para Ele e até que Davi 
designou os levitas enquanto Salomão 
se preparava para construir o templo 
em Jerusalém. Muita coisa aconteceu à 
nação durante esses séculos. O livro de 
Juízes revela quão longe Israel se des-
viou do Senhor durante esse tempo, 
descrevendo muitas vezes que os isra-
elitas caíram em apostasia profunda.
Essa apostasia os enfraqueceu es-
piritualmente e levou Deus a deixá-los 
à mercê de seus inimigos. Depois de 
vários anos de dor e sofrimento sob 
a opressão inimiga, eles se arrepen-
diam e imploravam a Deus por liberta-
ção. Deus então enviava um juiz para 
libertá-los e reconstruir seu relacio-
namento com Ele. E o ciclo se repetia.
Os sacrifícios da manhã e da noite 
eram coletivamente chamados de mi-
nistério “diário” ou “regular” do san-
tuário e deveriam impedir os israelitas 
de cair em apostasia. Deus pretendia 
que o sacrifício de um cordeiro pela 
manhã e outro à noite sensibilizasse 
os israelitas para a gravidade do pe-
cado. Diariamente, eles tinham pen-
samentos e práticas pecaminosas. 
Diariamente, pecavam contra Deus 
de uma forma ou de outra. Deus que-
ria transmitir a Seu povo a ideia da 
responsabilidade, percebendo que o 
pecado tem sérias consequências. 
O Senhor queria que vissem que o 
pecado tem um preço muito alto: ele 
exige o derramamento de sangue 
(Hb 9:22) – e sangue de um inocente 
(1Pe 1:19).
O ministério diário do santuário 
também tinha outro propósito. Em 
cada sacrifício matinal, os israelitas 
simbolicamente se entregavam a 
Deus por todo aquele dia. E em cada 
sacrifício vespertino, eles basicamen-
te diziam: “Senhor, eu Te agradeço por 
este dia. Se hoje eu fiz algo contrário 
à Tua vontade, por favor, perdoa-me. 
Quero dedicar minha vida a Ti mais 
uma vez.” O povo de Deus recebia 
Suas bênçãos à medida que cada sa-
crifício renovava seu relacionamento 
com Ele. E como podemos continuar 
essa prática de dedicação e recon-
sagração hoje? Ellen White responde 
que “os lares cristãos devem ser luzes 
no mundo. De manhã e de noite de-
vem deles ascender a Deus orações 
como um incenso suave. E, como o 
orvalho matutino, Suas misericórdias 
e bênçãos descerão sobre os suplican-
tes” (Testemunhos Para a Igreja, [CPB, 
2021], v. 7, p. 40). Deus concede bên-
çãos especiais àqueles que O adoram 
de todo o coração.
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comENTEENTE
Como você avalia a Sua adoração diária em comparação com 
o passado? É preciso fazer alguma mudança?
SACRIFÍCIO DIÁRIO
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46
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comPAREPARE Q U A R TA , 3 0 d e a b r i l
que parece mais difícil: matar umanimalzinho inocente diariamente ou 
orar? A resposta deveria ser óbvia, 
mas honestamente falando, talvez se 
fôssemos obrigados a realizar o sacri-
fício como o antigo Israel, talvez dedi-
cássemos realmente um tempo para a 
espiritualidade.
Às vezes, olhando para o passado, 
questionamos se realmente era neces-
sário tudo isso para que o povo fosse 
impactado pela gravidade do pecado. 
Pensamos se era necessário tamanho 
apelo para que houvesse um pouco de 
reflexão e tempo para a autoanálise.
Sinceramente, tenho minhas dúvi-
das do que pode ser mais difícil. Hoje 
somos livres, e felizmente o sacrifício 
de Jesus resolve todo o problema do 
pecado, inspirando a adoração con- 
tínua. Como lidamos com isso em 
nossa rotina?
Como os versículos a seguir nos 
ajudam a entender o significado dos 
sacrifícios da manhã e da tarde?
• Sacrifícios diários: Êx 29:38-43; 
Nm 28:3-8
• Qualidade dos sacrifícios: Êx 12:5; 
Lv 1:3; 1Pe 1:19
• Jesus é o verdadeiro sacrifício: 
Hb 7:26, 27; 10:6-10
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OO
MOMENTO HIPERTEXTO
PRIORIDADES
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
lguns anos atrás, sentei-me para 
conversar com o pastor que supervi-
sionava meu trabalho. Ele havia dedi-
cado mais de 40 anos de sua vida ao 
ministério, e enquanto ele falava, eu 
o ouvia atentamente. Eu o admirava 
por muitas razões, mas especialmen-
te por sua capacidade de estabelecer 
hábitos de vida. Por exemplo, ele é um 
colecionador de jornais. Onde quer 
que ele viaje no mundo, recebe jornais 
importantes. Ele também coleciona 
objetos especiais de instituições ad-
ventistas ao redor do mundo – garra-
fas de água, mochilas, bonés e assim 
por diante. Mas, se existe um hábito 
dele que me surpreende é o de man-
ter um diário. Ele começou a escrever 
diariamente na década de 1960, e esse 
hábito continuou por quase 60 anos. 
Você consegue imaginar 60 anos de 
diários pessoais?
Os diários de meu amigo contêm 
provações e vitórias, coisas simples e 
espetaculares, orações respondidas e 
orações que nunca tiveram respostas. 
Ele registrou a atuação diária de Deus 
em sua vida por mais de meio século. 
É um registro extraordinário do amor 
de Deus – e do poder de bons hábitos. 
Hábitos são poderosos!
Se há um hábito que Satanás fará de 
tudo para impedir que você desenvol-
va, é passar tempo com Deus a cada 
manhã e a cada noite. Ele irá distraí-lo, 
incentivá-lo a dormir depois que seu 
alarme tocar para seu devocional. Irá 
levá-lo a fazer uma meditação auto-
mática a fim de que não perca a hora 
dos seus demais compromissos. En-
viará pessoas cujas necessidades são 
tão urgentes que você terá que parar 
sua adoração para atendê-las.
Você já experimentou alguma des-
sas coisas quando tentou levar a sério 
sua caminhada diária com Deus? Se 
sim, não desanime. O que você preci-
sa é de planejamento. Dedique algum 
tempo no início de cada semana pla-
nejando seu tempo devocional diário 
com Deus. Você pode, por exemplo, 
estudar a Lição da Escola Sabatina 
dos Jovens ComTexto Bíblico pela ma-
nhã e estudar sobre a preparação para 
os eventos finais à noite. Ou pode con-
centrar seus momentos devocionais 
da manhã na oração e os momentos 
da noite no estudo da Bíblia.
AA
comPARTILHEPARTILHE q u i n ta , 1 o d e m a i o
FORÇA DO HÁBITO
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
 PENSE
• Existe algum hábito que você 
estabeleceu e que mudou sua vida? 
Qual?
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
Escaneie o QR code para 
um conteúdo exclusivo 
do estudo da lição 
desta semana!
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48
comSENSOSENSO
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
(1) (2)
““
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St
o
ckNesta semana tivemos o dia do trabalho missionário.
Que tal se inspirar e se envolver
na missão você também?
Dia do Trabalhomiss ionário
QQ
S E X TA , 2 d e m a i o
uando os sacerdotes entravam no lugar santo pela 
manhã e à noite, o sacrifício diário estava pronto 
para ser oferecido sobre o altar, no pátio. Essa era 
uma ocasião de grande interesse para os adorado-
res que se reuniam junto ao tabernáculo. Antes de 
entrar na presença de Deus pelo ministério do sacer-
dote, deviam se dedicar a um profundo exame de co-
ração e confissão de pecados. Uniam-se em oração 
silenciosa, com o rosto voltado para o lugar santo. 
“Assim, suas petições ascendiam com a nuvem 
de incenso, enquanto a fé se apoderava dos méritos 
do Salvador prometido, prefigurado pelo sacrifício 
expiatório. As horas designadas para o sacrifício da 
manhã e da tarde eram consideradas sagradas e, por 
toda a nação judaica, vieram a ser observadas como 
um tempo reservado para a adoração. E quando, 
em tempos posteriores, os judeus foram espalhados 
como cativos em países distantes, ainda naquela 
hora designada voltavam o rosto para Jerusalém e 
proferiam suas petições ao Deus de Israel. 
“Nesse costume os cristãos têm um exemplo para 
a oração da manhã e da noite. Embora Deus conde-
ne um mero ciclo de cerimônias, sem o espírito de 
adoração, Ele vê com grande prazer aqueles que O 
amam, prostrando-se de manhã e à noite para bus-
car o perdão dos pecados cometidos e apresentar 
seus pedidos de bênçãos de que necessitam.
“Os pães da proposição eram conservados sempre 
perante o Senhor como uma oferta perpétua. Assim, 
isso tornava-se uma parte do sacrifício diário. Era 
chamado ‘pão da proposição’ ou ‘pão da Presença’, 
porque estava sempre diante da face do Senhor (Êx 
25:30). Era um reconhecimento de que o ser humano 
depende de Deus para ter o pão físico e espiritual, e de 
que este é recebido apenas pela mediação de Cristo. 
“Deus alimentara Israel no deserto com pão do 
Céu, e eles ainda dependiam de Sua generosidade 
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Como você avalia 
seus hábitos diários 
de adoração? 
• O que você acha 
mais gratificante 
sobre sua 
experiência diária 
de adoração? 
E mais desafiador?
• Você notou 
que cresceu 
espiritualmente 
como resultado 
de seu tempo 
devocional diário 
com Deus?
• Que tipo de 
“sacrifício” você 
faz ao se aproximar 
de Deus diariamente 
em adoração?
• Quando foi a última 
vez que você 
compartilhou com 
outra pessoa algo 
que aprendeu ou 
viveu em seu tempo 
diário com Deus?
MOMENTOS SAGRADOS
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St
o
ckNesta semana tivemos o dia do trabalho missionário.
Que tal se inspirar e se envolver
na missão você também?
Dia do Trabalhomiss ionário
tanto para o pão temporal quanto para 
as bênçãos espirituais. Tanto o maná 
quanto o pão da proposição aponta-
vam para Cristo, o pão vivo, que está 
sempre na presença de Deus por nós. 
Ele mesmo disse: ‘Eu sou o pão vivo 
que desceu do Céu’ (Jo 6: 51). O incen-
so era posto sobre os pães. Quando, a 
cada sábado, esses pães eram retira-
dos para ser substituídos por outros 
novos, o incenso era queimado sobre o 
altar como um memorial perante Deus.
“A parte mais importante do minis-
tério diário era a oferta efetuada em 
favor do indivíduo. O pecador arre-
pendido trazia a sua oferta à porta do 
tabernáculo e, colocando a mão sobre 
a cabeça da vítima, confessava seus 
pecados, transferindo-os assim, de ma-
neira simbólica, para a vítima inocente 
que seria sacrificada. Depois o animal 
era morto pelas mãos de seu dono, en-
tão o sacerdote levava o sangue até olugar santo e o aspergia diante do véu, 
atrás do qual estava a arca contendo 
a lei que o pecador havia transgredi-
do. Com essa cerimônia, por meio do 
sangue, o pecado era transferido sim-
bolicamente para o santuário” (Ellen 
G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 
2022], p. 299, 300).
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UNIDADECOM
Atenção, PG! Aproveite 
este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
 O MAIOR SACRIFÍCIO
“Porque nos convinha um sumo 
sacerdote como este, santo, inculpável, 
sem mácula, separado dos pecadores 
e exaltado acima dos céus, que não 
tem necessidade, como os outros 
sumos sacerdotes, de oferecer 
sacrifícios todos os dias, primeiro, 
por seus próprios pecados, depois, 
pelos do povo; porque fez isto uma 
vez por todas, quando a Si mesmo 
ofereceu.” Hebreus 7:26, 27
Lembrar do dia 13 de março de 2019 é 
um momento de muita dor e reflexão. Foi 
nesse dia trágico que aconteceu o mas-
sacre na Escola Estadual Raul Brasil, em 
Suzano, São Paulo, que deixou oito mortos 
e onze feridos. Dentre essas histórias co-
moventes, uma se destaca pela coragem 
e altruísmo: a de Samuel Melquíades, um 
jovem de apenas 16 anos. Como um ver-
dadeiro desbravador, Samuel mostrou sua 
lealdade ao encarar o perigo para proteger 
uma amiga. Em um gesto heroico, ele se 
colocou entre ela e o atirador, sacrificando 
sua própria vida e salvando a garota.
A história de Samuel rapidamente se es-
palhou pelo Brasil, tocando o coração de 
todos. Sua coragem foi divulgada na mídia, 
e sua memória foi celebrada por meio das 
palavras de amigos e familiares que ressal-
taram o carinho e a dedicação que Samuel 
tinha por todos. Ele é lembrado não apenas 
pelo sacrifício final, mas também pelo amor 
e a proteção que demonstrou naquele dia.
No entanto, o maior de todos os sacrifí-
cios foi feito pelo nosso Sumo Sacerdote 
Jesus. Ele Se entregou por nós, pagando 
pelos nossos pecados de uma vez por to-
das. Jesus fez isso por toda a humanidade, 
oferecendo a salvação e a eternidade a to-
dos que crerem Nele.
Enquanto nosso herói em Suzano conse-
guiu proteger a vida de sua amiga naquele 
instante, o sacrifício de Jesus na cruz é o 
que realmente garante nossa vida eterna.
Ao estudarmos sobre a adoração e o sa-
crifício no templo do deserto, percebemos 
a gigante didática de Deus antes da cruz. 
O sacrifício de Jesus revela que Ele é nos-
so Senhor, Salvador e intercessor no lugar 
santíssimo do santuário celestial, atuando 
como o verdadeiro e maior Sumo Sacer-
dote. O ministério do tabernáculo terres-
tre servia como uma representação das 
realidades celestiais.
Se adoramos nosso Deus e seguimos 
Seus caminhos, permitindo que Ele seja 
nosso Senhor, e confessamos nossos peca-
dos, Ele nos perdoa, pois pagou uma vez por 
todas nossas falhas ao Se oferecer por nós.
DIÁLOGO ABERTO
 1. O que você pode fazer para aceitar o 
sacrifício de Jesus por você?
2. Quanto do seu coração e das suas 
atitudes mostram que você real-
mente aceita o sacrifício de Cristo?
Anderson Carneiro — Líder do Ministério 
Jovem da União Noroeste Brasileira
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
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10MW23 Ágatha Lemos/Kaleb de Carvalho
restaurado
o altar é
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição: PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: 1Rs 18
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: 1RS 18
Lição 6 3 a 9 de maio
P4
52
qqocê já conheceu alguém cuja comu-
nhão com Deus parecia incrivelmente 
forte? Você sentia a presença de Deus 
quando essa pessoa estava por perto, 
e quando ela ia embora, parecia que o 
poder espiritual ao redor havia dimi-
nuído? Tive o privilégio de conhecer 
várias pessoas assim, mas poucas fo-
ram como Sandy Robinson.
O pastor Robinson era um colportor 
evangelista que liderava grupos de jo-
vens na venda de livros cristãos. Quan-
do o conheci, ele era o representante 
de marketing da Message Magazine, 
uma publicação adventista destinada 
a afro-americanos. Eu era um jovem 
estagiário, e o pastor Robinson tinha 
um interesse especial por mim. Suas 
histórias me encantavam. Ele frequen-
temente se encontrava nas situações 
mais improváveis, e Deus milagrosa-
mente o salvou muitas vezes.
O pastor Robinson teve sete filhos, 
todos muito bem-sucedidos e fiéis a 
Deus na vida pessoal. Lembro-me de 
perguntar: “Pastor Robinson, como vo-
cês formaram uma família tão impres-
sionante?”
Ele olhou para mim, fez uma pausa 
e então começou a explicar calma-
mente: “Filho, não somos nós. É Deus! 
Deus fez tudo. Temos um altar em 
nossa casa.” Fui pego de surpresa e 
pedi que ele explicasse. “Temos um lu-
gar em nossa casa em que minha es-
posa e eu nos reunimos todos os dias 
para orar por nossa família.” O pastor 
Robinson atribuiu todas as bênçãos 
de que seus filhos desfrutaram, todas 
as suas conquistas acadêmicas, casa-
mento, todo o seu sucesso no ministé-
rio – tudo! – ao tempo que passaram 
com Deus no altar da família.
Enquanto ele continuava falando, 
lembro-me de pensar comigo mes-
mo: “Algo está seriamente errado em 
minha vida devocional!” Meu altar 
estava em ruínas. Naquele momento, 
descobri o que Elias já sabia enquan-
to subia o Monte Carmelo: a mudança 
começa com a reconstrução do altar.
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D O M I N G O , 4 d e m a i o
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Leia, de Ellen G. White, Profetas e ReisProfetas e Reis, capítulo 11: , capítulo 11: 
“O Carmelo”. “O Carmelo”. 
comTEXTOTEXTO
Acesse:
ALGO ESTÁ ERRADO
53
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comPREENDAPREENDA
qq uando Deus chamou Elias para anun- 
ciar que uma seca atingiria a nação, 
Ele escolheu um “homem de fé e ora-
ção cujo destemido ministério estava 
destinado a deter a rápida dissemi-
nação da apostasia em Israel” (Ellen 
G. White, Profetas e Reis [CPB, 2021], 
p. 68). Após três anos e meio sem 
chuva, as colheitas eram fracas, os 
excedentes haviam se esgotado e o 
povo morria de fome (Tg 5:17). A at-
mosfera estava carregada no dia fa-
tídico em que Elias convocou a nação 
ao topo do Monte Carmelo, cujas en-
costas antes verdejantes agora esta-
vam ressecadas.
Ainda pior do que a seca física que 
assolava a nação era a seca espiritual, 
que havia deixado o povo de Deus es-
piritualmente desidratado, embora pa-
recesse não saber disso. O perverso rei 
Acabe e a rainha Jezabel governavam 
Israel naquela época. O casamento 
com uma mulher pagã trouxe grandes 
males a Acabe (1Rs 16:29-33). O que 
começou como pequenas concessões 
religiosas se tornou uma apostasia 
completa em 1 Reis 18. Acabe chegou 
ao ponto de construir para Jezabel um 
templo em honra ao deus Baal na ca-
pital, com 450 profetas e um poste da 
deusa Aserá com outros 400 profetas 
liderando a adoração. Israel estava em 
profunda escuridão espiritual.
Quando Elias disse a Acabe para 
encontrá-lo no Monte Carmelo (1Rs 
18:19), ele exerceu uma autoridade 
espiritual incomum – autoridade que 
recebia do tempo em que passava no 
altar com Deus. A cena no Monte Car-
melo deve ter sido macabra. O sangue 
escorria pelos corpos dos sacerdotes 
pagãos, que se cortavamenquanto 
gritavam a Baal e Aserá para enviar 
fogo do céu. Nenhum fogo veio. Quan-
do chegou a hora de Elias preparar 
seu novilho, ele fez algo bastante sig-
nificativo: selecionou 12 pedras, uma 
para cada tribo de Israel, reconstruiu 
o altar no Monte Carmelo, que estava 
em ruínas, e o encharcou com água 
(1Rs 18:30-35).
Então, na “hora do sacrifício da tar-
de”, Elias ofereceu seu novilho a Deus 
em oração (1Rs 18:36).
Por meio de Elias, Deus não estava 
simplesmente mostrando que Ele era 
o Deus verdadeiro, mas trazendo Israel 
de volta ao altar de adoração diária! 
O silêncio que havia caído sobre o 
Monte Carmelo foi quebrado quando 
desceu fogo de Deus na hora do sacri-
fício da tarde, confirmando mais uma 
vez a importância crucial da adoração 
diária. Essa foi uma mensagem incon-
fundível para a nação de Israel.
__________________________________
S E G U N D a , 5 d e m a i o
 PENSE
• O que o texto-chave desta semana 
(1Rs 18) diz a você sobre como Deus 
nos prepara para a adoração?
ENCONTRO NO MONTE
P4
54
ii srael não chegou à apostasia da noite 
para o dia. O altar em ruínas do Monte 
Carmelo era apenas uma amostra da 
condição do relacionamento de Israel 
com Deus – um relacionamento em 
ruínas, que vinha se deteriorando há 
séculos. Rachaduras apareceram no 
altar de Israel quando o povo come-
çou a modificar a maneira pela qual 
Deus havia instruído a adorar.
Com o tempo, essas alterações os 
levaram a abandonar a Deus comple-
tamente. Em Êxodo 32:5, Arão incen-
tivou a adoração ao Deus verdadeiro – 
mas acrescentou um bezerro de ouro. 
Moisés estava no Monte Sinai, Deus 
estava em silêncio e o povo estava 
agitado. Então Arão foi criativo. Tenha 
cuidado com o que você acrescenta 
à sua vida de adoração quando Deus 
parece distante!
Jeroboão, rei de Israel, não proibiu 
a adoração no templo de Jerusalém, 
porém, também acrescentou dois be-
zerros para o povo adorar – um em Dã 
e o outro em Berseba (1Rs 12:25-33). 
Esses bezerros de ouro foram uma 
das muitas coisas que levaram o povo 
à profunda apostasia (2Rs 17:16). Ado-
ração conveniente às pessoas não é 
necessariamente adoração e devoção 
verdadeiras a Deus.
O confronto no Monte Carmelo ex-
pôs publicamente o terrível declínio 
moral de Israel. Ellen White descre-
ve de maneira bastante expressiva 
o impacto do fogo que caiu do céu: 
“O povo sobre o monte prostrou-se 
em reverência perante o Deus invi-
sível. Não se atreviam a olhar para o 
céu, que enviava fogo. Temiam que 
eles próprios fossem consumidos; e, 
convictos de seu dever em reconhe-
cer o Deus de Elias como o Deus de 
seus pais, a quem deviam obediência, 
gritaram unânimes: ‘O Senhor é Deus! 
O Senhor é Deus!’ (v. 39). Com impres-
sionante clareza, o grito ressoou so-
bre o monte e ecoou pela planície.
“Por fim, Israel despertou, abriu 
os olhos e reconheceu seus erros. 
O povo viu então o quanto havia de-
sonrado a Deus. O caráter do culto 
a Baal, em contraste com a sensata 
adoração requerida pelo verdadeiro 
Deus, estava plenamente revelado. 
O povo reconheceu a justiça e mise-
ricórdia do Senhor em haver retido 
o orvalho e a chuva até que eles ti-
vessem sido levados a confessar Seu 
nome. Agora estavam prontos a admi-
tir que o Deus de Elias está acima de 
qualquer ídolo” (Profetas e Reis [CPB, 
2021], p. 89).
t e r ç a , 6 d e m a i ocomENTEENTE
Que altares de sua vida estão em ruínas e precisam ser consertados?
COMO CHEGAMOS A ESTE PONTO?
vv
55
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
ocê já parou para pensar que nada 
acontece de repente? Muitas vezes 
nos perguntamos como pode Israel, 
com testemunhos milenares do cui-
dado de Deus, chegar ao ponto de ser 
conduzido por um rei capaz de edifi-
car monumentos para a adoração de 
deuses estranhos.
Você pode ter certeza de que isso 
só se deu porque passos gradativos 
levaram o povo escolhido à escuridão 
espiritual.
Estamos falando de um exemplo 
macro e drástico. Mas agora é a sua 
vez de pensar a respeito, de analisar 
os parâmetros e os limites que têm 
seguido a fim de se manter dentro da 
vontade divina.
Não se esqueça de que nada começa 
grande. São as pequenas concessões 
que tomam proporções inimagináveis.
A boa notícia? Ainda dá tempo de 
reconstruir o altar!
Como os versículos a seguir ilus-
tram os benefícios espirituais que 
você pode experimentar ao recons-
truir seu próprio altar de adoração?
• A bênção de voltar para Deus: 
Lv 26:40-42; Dt 4:29-31; Jr 7:25, 
26; Zc 1:3; Ml 3:7; Tg 4:8
• Todos estão incluídos: Êx 24:4; 
Js 4:3, 4; Ed 6:17
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comPAREPARE Q U A R TA , 7 d e m a i o
MOMENTO HIPERTEXTO
RESTAURAÇÃO
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
vv
P4
56
comPARTILHEPARTILHE Q U I N TA , 8 d e m a i o
nfrentamos atualmente um dos desa-
fios mais significativos para a adoração 
pessoal e coletiva. Estudos mostram 
que a maioria das pessoas gasta em 
média duas horas e 27 minutos nas re-
des sociais todos os dias.1 Crianças en-
tre oito e 12 anos nos Estados Unidos 
passam entre quatro e seis horas por 
dia usando telas, e os números mun-
diais são semelhantes. Adolescentes 
passam em média nove horas por dia 
na frente de uma tela.2
Evidências científicas revelam que o 
uso descontrolado de tecnologia pode:
• prejudicar a capacidade de con-
centração e foco;
• fazer com que nos sintamos mais 
solitários;
• aumentar os níveis de estresse;
• aumentar a depressão e a ansie-
dade;
• levar a uma imagem corporal ne-
gativa;
• incentivar padrões de sono pouco 
saudáveis;
• desenvolver vícios;
• promover cyberbullying;
• aumentar o medo de estar de fora 
de novidades e experiências (sín-
drome de FoMO);
• promover expectativas irrealistas;
• causar déficits de memória.
Conforme aumenta o tempo de tela, 
perdemos a riqueza da comunicação fa- 
ce a face. “Fomos criados por Deus com 
o desejo inato de contato e comunica- 
ção não mediados com Ele” (Tim Challies, 
The Next Story: Faith, Friends, Family 
and the Digital World [Zondervan, 2015], 
p. 93). O que acontece quando nossa 
mente passa por transformações tão 
profundas que temos que nos esforçar 
para adorar a Deus?
Ellen White escreveu: Somos trans-
formados pela contemplação – “essa é 
uma lei, tanto da natureza intelectual 
quanto da espiritual. A mente vai se 
adaptando aos assuntos com os quais 
se ocupa. Vai assimilando aquilo que 
está acostumada a amar e reverenciar” 
(Mente, Caráter e Personalidade [CPB, 
2024], v. 1, p. 240). Ela também faz esta 
declaração surpreendente: “É a mente 
que adora a Deus e nos põe em contato 
com os seres celestiais” (ibid., p. 57).
ee “dd“
GRANDE DESAFIO
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
Escaneie o QR code para 
um conteúdo exclusivo 
do estudo da lição 
desta semana!
1 Katharina Buchholz, “Which Countries Spend the 
Most Time on Social Media?”, World Economic 
Forum, 29 de abril de 2022, disponível em www.
weforum.org/agenda/2022/04/social-media- 
internet-connectivity/#:~:text=Global%20internet 
%20users%20spend%20an.
2 “Screen Time and Children”, American Academy of 
Child and Adolescent Psychiatry, maio de 2024, dis-
ponível em www.aacap.org/AACAP/Families_and_ 
Youth/Facts_for_Families/FFF-Guide/Children- 
And-Watching-TV-054.aspx#:~:text=On%20
average%2C%20children%20ages%208.
57
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comSENSOSENSO
(1) (2)
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo(2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
S E X TA , 9 d e m a i o
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Como você pode 
consertar seus 
próprios altares que 
estão em ruínas?
• Elias estava errado 
ao zombar dos 
falsos sacerdotes 
de Baal e Aserá? 
Por quê?
• Por que você acha 
que Elias encharcou 
o sacrifício três 
vezes?
• Quais são alguns 
dos deuses que as 
pessoas adoram 
hoje em dia em vez 
do Deus verdadeiro?
iante do rei Acabe e dos falsos profetas, e rodeado 
das tribos reunidas de Israel, estava Elias, o único 
que apareceu para defender a honra de Jeová. [...]
“Sem se envergonhar nem temer, o profeta estava 
perante a multidão totalmente consciente de sua in-
cumbência de executar a ordem divina. Seu rosto es-
tava iluminado com impressionante solenidade. Em 
ansiosa expectativa, o povo aguardava que ele fa-
lasse. Olhando primeiramente para o altar destruído 
de Jeová, e depois para a multidão, Elias exclamou de 
maneira clara, em voz como de trombeta: ‘Até quan-
do coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR 
é Deus, segui-O; se Baal, segui-o’ (1Rs 18:21).
“O povo não respondeu uma única palavra. Nin-
guém naquela vasta multidão ousou manifestar le-
aldade a Jeová. Como densa nuvem, o engano e a 
cegueira se tinham espalhado por Israel. Essa apos-
tasia fatal havia se apoderado dos israelitas, não de 
uma só vez, mas pouco a pouco, à medida que, de 
tempos em tempos, tinham deixado de ouvir as pala-
vras de advertência e reprovação que o Senhor lhes 
enviava. Cada vez que o povo deixava de fazer o que 
era certo, que se recusava a se arrepender, aumen-
tava sua culpa e se afastava mais e mais do Céu. 
E, naquele momento, mesmo em meio à crise, o povo 
ainda se recuava a se colocar do lado de Deus.
“O Senhor abomina a indiferença e a deslealdade 
para com Sua obra em tempos de crise. Todo o Uni-
verso está observando com indescritível interesse as 
cenas finais da grande controvérsia entre o bem e o 
mal. O povo de Deus está se aproximando do limiar 
do mundo eterno; o que pode haver de mais impor-
tante para eles do que ser leais ao Deus do Céu? Em 
todos os séculos, Deus contou com heróis morais, 
e hoje não é diferente – eles são como José, Elias e 
Daniel, que não se envergonham de se identificar 
como Seu povo.
“dd“
CHAMADO À DECISÃO
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58
Fe
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7 
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7 
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“Deus tem bênçãos especiais para 
as pessoas de ação, aquelas que não 
se desviam do dever, mas que per-
guntam com divina energia: ‘Quem 
é do SENHOR?’ (Êx 32:26); pessoas 
que não se limitam a perguntar, mas 
que exigem que os que escolhem fa-
zer parte do povo de Deus avancem 
e demonstrem sem sombra de dúvi-
da sua obediência ao Rei dos reis e 
Senhor dos senhores. Essas pessoas 
submetem sua vontade e planos à lei 
de Deus. Elas O amam mais do que 
a própria vida. Seu trabalho é captar a 
luz da Palavra e deixá-la brilhar para 
o mundo em raios claros e firmes. 
Fidelidade a Deus é seu lema” (Ellen 
G. White, Profetas e Reis [CPB, 2021], 
p. 85, 86).
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UNIDADECOM
Atenção, PG! Aproveite 
este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
Fe
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7 
P
la
y Anderson Carneiro — Líder do Ministério 
Jovem da União Noroeste Brasileira
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 Em cima do muro 
“Elias se aproximou de todo o povo 
e disse: – Até quando vocês ficarão 
pulando de um lado para outro? 
Se o Senhor é Deus, sigam-no; 
se é Baal, sigam-no. Porém o povo 
não disse uma só palavra.” 1 Reis 18:21
A história de Rosa Parks é um exemplo 
poderoso de alguém que escolheu não fi-
car em cima do muro. Em 1955, em Mont- 
gomery, Alabama, durante uma época de 
forte segregação racial, Rosa Parks mudou 
o curso da história ao recusar-se a ceder 
seu lugar no ônibus para um passageiro 
branco. Ela sabia que seu ato de desobe-
diência civil poderia ter consequências sé-
rias. No entanto, sua coragem e convicção 
desencadearam um movimento de boicote 
aos ônibus que durou mais de um ano e se 
tornou um marco na luta pelos direitos civis 
nos Estados Unidos.
Na Bíblia, encontramos a história do pro-
feta Elias, que se destacou em um tempo 
em que Israel estava dividido entre seguir 
a Deus ou Baal. Ele desafiou o povo a não 
ficar em cima do muro e a decidir de uma 
vez por todas a quem seguir. No Monte Car-
melo, ele teve a coragem de confrontar o 
rei Acabe e os profetas de Baal, algo que 
só foi possível porque Elias era uma autori-
dade espiritual, solidificada por seu tempo 
dedicado à oração e no altar de Deus.
Para restaurar a fé do povo, Elias recons-
truiu um altar no Monte Carmelo usando 
doze pedras, simbolizando as doze tribos 
de Israel. Isso foi um lembrete de que to-
dos eram chamados ao arrependimento 
DIÁLOGO ABERTO
 1. Em que áreas da sua vida você sente 
que está em cima do muro? O que o 
impede de tomar uma decisão mais 
clara?
2. De que maneira nossas decisões 
de hoje podem influenciar positiva-
mente as pessoas ao nosso redor e a 
sociedade como um todo?
e a um recomeço espiritual. Assim como 
Elias, somos convidados a dedicar tempo 
à nossa espiritualidade, reforçando nossa 
autoridade para fazer a diferença.
Hoje, é comum ficar em cima do muro, 
especialmente em momentos críticos. No 
entanto, a coragem para escolher um lado 
pode definir não apenas nosso destino, 
mas também influenciar muitos outros. O 
exemplo de Elias nos encoraja a identificar 
o que valorizamos e a lutar por isso. Res-
taurar nossos altares significa reavaliar e 
fortalecer nossa conexão com aquilo que 
realmente acreditamos.
P4
60
10MW23 Ágatha Lemos/Kaleb de Carvalho
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição:
Eu chorei, você chorou, nós choramos
adoradores
verdadeiros
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: JO 4
10 a 16 de maio
PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Jo 4
NN
Lição 7
61
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comTEXTOTEXTO
verdadeiros
comTEXTOTEXTO
NN
D O M I N G O , 1 1 d e m a i o
uma sexta-feira à tarde, minha espo-
sa, Kemba, recebeu um convite de 
sua supervisora interina para uma 
reunião on-line. A reunião durou me-
nos de cinco minutos. A nova super-
visora disse a Kemba que seu cargo 
estava sendo dissolvido e que toda a 
equipe seria dispersada para outros 
departamentos. A carreira de nove 
anos de Kemba em uma empresa em 
que demonstrou notáveis qualidades 
de liderança e recebeu vários prê-
mios terminou em menos de cinco 
minutos.
Como costuma acontecer, havia 
mais do que aparentava. A supervi-
sora interina tinha um certo recalque 
quanto ao sucesso de Kemba. Ela 
frequentemente falava mal das re-
alizações da equipe de Kemba e até 
mesmo reivindicava o trabalho da 
equipe como seu. Quando o chefe do 
departamento de Kemba se ausentou 
e essa mulher se tornou a superviso-ra interina, minha esposa sabia que 
problemas estavam por vir. Embora 
ela tenha previsto, ser demitida foi 
devastador. Apesar de seu excelente 
trabalho, ela não mais era desejada 
naquele lugar.
Enquanto lidávamos com a dor de 
Kemba, entregamos a situação com-
pletamente a Deus. Confiamos que se 
Ele permitiu que essa porta se fechas-
se, poderia abrir uma melhor. Algumas 
semanas depois, uma amiga incenti-
vou Kemba a se candidatar ao cargo 
de diretora financeira da empresa em 
que trabalhava. Ela se candidatou e, 
após várias entrevistas, foi escolhida 
entre um grupo de excelentes candi-
datos. Viram nela uma combinação 
única de experiência, habilidades e 
personalidade que achavam que seria 
perfeita para aquela posição. Era tão 
bom ser desejada em vez de mera-
mente tolerada!
Na história bíblica em que nos con-
centraremos durante esta semana, 
Jesus faz uma declaração surpreen-
dente. Ele diz que Deus está procu-
rando um grupo especial de pessoas. 
Muitos afirmam adorá-Lo, mas Ele 
está procurando verdadeiros adora-
dores, aqueles que O adorarão em 
espírito e em verdade (Jo 4:23, 24). 
É muito bom ser desejado por Deus, 
não é mesmo?
__________________________________
mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, 
capítulo 19: “Junto ao poço de Jacó”.
Acesse:
SENTINDO-SE DESEJADO
P4
62
hh
s e g u n d a , 1 2 d e m a i o
oão 4 é um dos capítulos mais pode-
rosos da Bíblia. Testemunhamos os 
extremos aos quais Jesus vai para 
levar o evangelho aos perdidos. Era 
um tabu cultural para um homem ju-
deu, e especialmente um rabino (um 
mestre religioso), falar com uma mu-
lher samaritana. Judeus e samarita-
nos adoravam em templos separados, 
liam versões diferentes da Torá e não 
tinham contato social entre si. Os sa-
maritanos descendiam de israelitas 
que haviam se casado com estran-
geiros pagãos após o cativeiro assírio 
(722 a.C.).
Quando Jesus pediu água à mulher 
samaritana no poço de Jacó, Ele que-
brou várias regras culturais. Por isso 
a mulher perguntou: “Como, sendo o 
senhor um judeu, pede água a mim, 
que sou mulher samaritana?” (Jo 4:9). 
Jesus respondeu dizendo a ela: “Você 
não tem ideia de quem está lhe pedin-
do água. Se tivesse, pediria a Ele água 
viva, que sacia a sede espiritual mais 
profunda” (veja Jo 4:10). Quando a 
mulher pediu para beber da água que 
Jesus ofereceu, Ele a surpreendeu ao 
revelar que sabia de seus cinco mari-
dos anteriores e de seu namorado atu-
al, apesar de nunca tê-la visto antes 
(v. 16-18). A profunda percepção que 
Jesus tinha da vida pessoal daque-
la mulher evidenciou Seu ministério 
profético, ao mesmo tempo em que 
sinalizava a necessidade de arrepen-
dimento.
A mulher rapidamente mudou de 
assunto, destacando uma das dis-
cussões populares da época: onde as 
pessoas deveriam adorar a Deus. Na 
época de Esdras, quando os sama-
ritanos foram proibidos de ajudar a 
reconstruir o templo de Jerusalém, os 
samaritanos construíram um templo 
rival para si mesmos no Monte Geri-
zim. Isso aumentou a hostilidade que 
persistiria ao longo de séculos.
Quando ela mencionou a contro-
vérsia (Jo 4: 20), Jesus respondeu di-
zendo: “Mas vem a hora – e já chegou 
– em que os verdadeiros adoradores 
adorarão o Pai em espírito e em verda-
de” (v. 23). Deus está procurando esse 
tipo de adoradores. Ele é Espírito, en-
tão aqueles que O adoram devem ter 
o Espírito Santo e a mesma dedicação 
à verdade revelada pelo Espírito Santo 
(veja Jo 4:23, 24). A mulher então 
apontou para o dia em que o Messias 
revelaria todas as coisas. Jesus res-
pondeu: “Eu sou o Messias, Eu que 
estou falando com você” (v. 26). Jesus 
revelou que o importante não é onde 
adoramos, mas quem adoramos.
__________________________________ 
__________________________________
jj
comPREENDAPREENDA
 PENSE
• Em que aspectos a mulher 
samaritana tinha um entendimento 
equivocado sobre adoração?
O CENTRO DA ADORAÇÃO
63
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
t e r ç a , 1 3 d e m a i o
á muito o que amar na história da mu-
lher samaritana. João 4:1-26 relata a 
conversa mais longa registrada nas 
Escrituras que Jesus teve com alguém 
– mais longa do que qualquer conver-
sa com Seus discípulos ou com Seus 
familiares. Essa mulher também foi a 
primeira pessoa excluída e marginali-
zada no livro de João a quem Jesus 
revelou que era o Messias, e ela foi a 
primeira pessoa mencionada em qual-
quer um dos evangelhos a se tornar 
imediatamente uma evangelista, indo 
convidar toda a cidade a vir ao encon-
tro de Jesus (v. 28-30).
Embora as muitas “primeiras vezes” 
maravilhosas nessa história sejam dig-
nas de estudo, pode não haver nada 
mais crucial para entendermos do que 
Jesus disse sobre a adoração. O local 
de adoração e o papel do altar na ado-
ração eram fundamentais para o povo 
de Israel.
Avançando vários séculos, Jesus 
começou a mudar esse paradigma. Ele 
disse à mulher samaritana que havia 
chegado o momento de uma nova 
maneira de pensar sobre a adoração. 
A hora havia chegado na qual os ver-
dadeiros adoradores não adorariam 
apenas em determinado lugar, mas, 
muito mais importante, em espírito e 
em verdade. Ellen White observou que 
“não é por procurar um monte santo 
ou um templo sagrado que as pesso-
as são colocadas em comunhão com 
o Céu. Religião não é limitar-se a ritos 
e cerimônias exteriores. A religião que 
vem de Deus é a única que leva a Ele. 
Para O servirmos devidamente, é ne-
cessário nascermos do Espírito divi-
no” (O Desejado de Todas as Nações 
[CPB, 2021], p. 141).
Conforme Se aproximava de Sua 
morte, Jesus prometeu aos discípulos: 
“Porém, quando vier o Espírito da ver-
dade, Ele os guiará em toda a verdade. 
Ele não falará por Si mesmo, mas dirá 
tudo o que ouvir e anunciará a vocês 
as coisas que estão para acontecer” 
(Jo 16:13). Para Jesus, a verdadeira 
adoração é impossível sem o Espírito 
Santo, porque 1) o Espírito fornece a 
motivação correta para adorar e 2) 
sem Sua obra no coração, a verdade 
não pode ser recebida ou entendida. 
Deus está buscando adoradores cuja 
vida inteira seja um ato de adoração, 
que sejam guiados pelo Espírito Santo 
à verdade e que vivam a verdade no 
poder do Espírito. Essa era a experi-
ência de adoração para a qual Jesus 
convidou a mulher samaritana, e Ele 
estende o mesmo convite a nós.
hh
comENTEENTE
Por que a verdade e o Espírito são tão importantes para a adoração 
verdadeira? Por que Jesus destacou esses dois aspectos e não 
alguma outra coisa?
VERDADEIRA ADORAÇÃO
P4
64
EE
comPAREPARE Q U A R TA , 1 4 d e m a i o
que é adoração para você? Pense um 
pouco antes de responder. Pense para 
não precisar responder o que você 
sempre ouviu dos outros sobre este 
tema. Pense na sua vida religiosa e 
espiritual.
O que você já descobriu e desfru-
tou da sua espiritualidade? Você con-
segue manter constância espiritual, 
além de uma constância religiosa? 
Você entende a diferença e, ao mesmo 
tempo, a conexão de ambas as coisas?
A história da mulher samaritana é 
tão esclarecedora quanto desafiado-
ra à nossa profissão de fé. Jesus nos 
convida a ter coragem de subir de nível 
quando se trata de adoração, porque 
Ele busca aqueles que O adoram em 
espírito e verdade.
Como os versículos a seguir nos aju-
dam a entender melhor como adorar a 
Deus em espírito e em verdade?
• O Espírito Santo é indispensável: 
Jo 3:5-8; 14:15-17, 26; Rm 8:26
• A verdadeira adoração é muito 
importante para Deus: Is 1:13-15; 
Am 5:21-27; Mc 7:6-9; Rm 1:25
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MOMENTO HIPERTEXTO
CORAGEM
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
65
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
8/1/2025 11:21
ntre 2017 e 2018, pesquisadores da 
Igreja Adventista do Sétimo Dia en-
trevistaram um total de 63.756 mem-
bros da igreja em todo o mundo, dos 
quais 17.970 tinham de 21 a 35 anos. 
De acordo com os dados coletados 
nessa pesquisa, a comunhão diária 
com Deus é um desafio significativo 
dos jovens adventistas. Apenas 59% 
desse público-alvo pesquisado oravam 
pelo menos uma vez por dia fora das 
refeições, e ainda menos (41%) liam a 
Bíblia diariamente. 
A pesquisa também revelou que 
28% dos jovens estudam a Lição da 
Escola Sabatina todos os dias, e 29% a 
estudam mais de uma vez por semana. 
Apenas 14% leem os escritos de Ellen 
G. White diariamente, e outros 18% 
os leem mais de uma vez por semana 
(Discipling, Nurturing, and Reclaiming 
[General Conference of Seventh-day 
Adventists, 2020], p. 161, 162).
Claro que esse tipo de pesquisa não 
pode representar as intenções e moti-
vações do coração. Embora hábitos es-
senciais como estudo da Bíblia, oração, 
generosidade financeira e testemunho 
pessoal sejam indicadores do compro-
metimento com Deus, elas não são um 
termômetro perfeito do relacionamen-
to com Deus.
No entanto, o que os resultados da 
pesquisa indicam claramente é que a 
maior parte dos jovens adventistas 
tem dificuldade em priorizar o tempo 
diário com Deus. A maioria dos altares 
de adoração matutina e vespertina 
está em mau estado. Se a Palavra de 
Deus nos alimenta espiritualmente da 
mesma forma que o pão nos alimenta 
fisicamente (Mt 4:4), então a maioria 
de nós está tentando sobreviver en-
quanto pula muitas refeições. Jesus 
é o pão da vida que desceu do Céu 
(Jo 6:41). Se desacelerarmos e des-
frutarmos da Palavra de Deus diaria-
mente, isso nos dará poderosa vida 
espiritual.
Não podemos medir a adoração sim-
plesmente pela quantidade de tempo 
dedicado ao estudo da Bíblia ou à ora-
ção. É possível passar bastante tempo 
estudando as Escrituras sem nunca ter 
o coração transformado, e é por isso 
que devemos humilhar o coração e 
buscar a direção do Espírito Santo.
EE
comPARTILHEPARTILHE q u i n ta , 1 5 d e m a i o
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
Escaneie o QR code para 
um conteúdo exclusivo 
do estudo da lição 
desta semana!
NÚMEROS
 PENSE
• Você se lembra de algum dia em que 
estudou a Bíblia, mas isso não fez 
muita diferença porque lhe faltava 
o Espírito Santo?
P4
66
comSENSOSENSO
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
(1) (2)
““
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 C
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A
d
ob
e 
St
o
ck
Maratona Algo Mais
Criar grupos de estudo da Bíblia ou 
estudar individualmente com um amigo
de forma virtual ou pessoalmente.
Utilizar o estudo Algo+
nessa jornada.
QQ
S E X TA , 1 6 d e m a i o
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Quais são as 
características 
essenciais 
da adoração 
verdadeira?
• Se o local da 
adoração não 
é importante, por 
que precisamos 
ir à igreja? (Leia 
Mt 18:20; 
Hb 10:23-25.)
• Você consegue 
distinguir um 
adorador verdadeiro 
de um falso? 
Se sim, como?
• De que Jesus 
estava falando 
quando disse aos 
discípulos que tinha 
uma comida que 
eles não conheciam? 
(Leia Jo 4:32.)
uando o templo de Jerusalém fora reconstruído, nos 
dias de Esdras, os samaritanos desejaram se unir 
aos judeus nessa tarefa. Esse privilégio lhes foi recu-
sado, e uma amarga discussão surgiu entre os dois 
povos. Os samaritanos construíram um templo rival 
no monte Gerizim. Ali adoravam segundo o ritual de 
Moisés, embora não renunciassem inteiramente à 
idolatria. Contudo, sobrevieram-lhes desastres, seu 
templo foi destruído pelos inimigos e pareciam estar 
sob maldição. Ainda assim, apegavam-se às suas tra-
dições e formas de culto. Não queriam reconhecer 
o templo de Jerusalém como a Casa de Deus nem 
admitir que a religião dos judeus era superior à sua.
“Respondendo à mulher, Jesus disse: ‘Podes crer- 
Me que a hora vem, quando nem neste monte, nem 
em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que 
não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, 
porque a salvação vem dos judeus’ (v. 21, 22). Jesus 
mostrara ser isento do preconceito judaico contra os 
samaritanos. Agora, procurava derrubar o mesmo 
preconceito dessa samaritana contra os judeus.
“Ao mesmo tempo que Se referia à corrupção da fé 
dos samaritanos pela idolatria, declarou que as gran-
des verdades da redenção haviam sido confiadas 
aos judeus, e que o Messias apareceria dentre eles. 
Nas Sagradas Escrituras, tinham clara apresentação 
do caráter de Deus e dos princípios de Seu governo. 
Jesus Se identificou com os judeus como o povo a 
quem Deus dera conhecimento a Seu respeito.
“Cristo queria erguer os pensamentos de Sua ou-
vinte acima de questões de ritos, cerimônias e con-
trovérsias. Ele afirmou: ‘Vem a hora e já chegou, em 
que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em 
espírito e em verdade; porque são estes que o Pai 
procura para Seus adoradores. Deus é Espírito; e im-
porta que os Seus adoradores O adorem em espírito 
e em verdade’ (v. 23, 24).
VERDADEIROS ADORADORES
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
M
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 C
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B
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ob
e 
St
o
ck
Maratona Algo Mais
Criar grupos de estudo da Bíblia ou 
estudar individualmente com um amigo
de forma virtual ou pessoalmente.
Utilizar o estudo Algo+
nessa jornada.
“Aqui é declarada a mesma verdade 
que Jesus havia apresentado a Nicode-
mos, quando disse: ‘Se alguém não nas-
cer de novo [nascer de cima], não pode 
ver o reino de Deus’ (Jo 3:3). Não é por 
procurar um monte santo ou um tem-
plo sagrado que as pessoas são coloca-
das em comunhão com o Céu. Religião 
não é limitar-se a ritos e cerimônias 
exteriores. A religião que vem de Deus 
é a única que leva a Ele.
“Para O servirmos devidamente, 
é necessário nascermos do Espírito 
divino. Isso purificará o coração e re-
novará a mente, dando-nos nova capa-
cidade para conhecer e amar a Deus. 
Também nos comunicará obediência 
voluntária a todas as Suas ordens. 
Esse é o verdadeiro culto. É o fruto 
da atuação do Espírito Santo. É pelo 
Espírito que toda prece sincera é 
produzida, e essa prece é aceitável 
a Deus. Onde quer que o coração se 
abra em busca de Deus, a obra do 
Espírito é manifestada, e Deus Se re-
velará à pessoa. O Senhor busca es-
ses adoradores. Espera recebê-los e 
torná-los Seus filhos e filhas” (Ellen G. 
White, O Desejado de Todas as Nações 
[CPB, 2021], p. 140, 141).
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68
UNIDADECOM
Atenção, PG! Aproveite 
este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
jesus no altar - 1
Thiago Paixão — Líder do Ministério 
Jovem da Associação Norte de Rondônia 
e Acre
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a verdadeira adoração não se limita a es-
ses elementos.Assim como na história da 
mulher samaritana, essas práticas podem 
simbolizar o poço de Jacó (Jo 4:12), um 
símbolo das ações humanas que têm seu 
valor, mas que não se comparam à “fonte a 
jorrar para a vida eterna” (Jo 4:14), a ação 
divina na vida humana, que transforma 
nosso relacionamento com Deus e com o 
próximo.
 A motivação da adoração 
Respondeu-lhe Jesus: “Ame o Senhor, 
seu Deus, de todo o seu coração, 
de toda a sua alma e de todo o seu 
entendimento.” Este é o grande e 
primeiro mandamento. E o segundo, 
semelhante a este, é: “Ame o seu 
próximo como você ama a si mesmo.” 
Mateus 22:37-39
Agora, imagine-se diante da “grande 
paixão da sua vida”. Você se preparou, 
escolheu sua melhor roupa, o local ideal, 
a música perfeita, e, finalmente, chegou o 
momento de declarar todo o seu amor. Após 
abrir seu coração, chega a resposta. No en-
tanto, essa resposta talvez não seja exata-
mente a que você esperava. Como você se 
sentiria se, após tudo o que disse, ouvisse as 
seguintes palavras: “Eu também amo você, 
mas não quero me casar”, ou a famosa “Eu 
gosto de você, mas como amigo”? Você 
questionaria o amor dessa pessoa?
O amor a Deus, conforme apresentado 
no texto bíblico, traz um princípio claro so-
bre como deve ser nossa adoração. Ela en-
volve o coração, a mente e o espírito, mas 
também a maneira como nos relaciona- 
mos com o próximo. Refletindo sobre como 
você tem lidado com seus sentimentos e 
emoções, seus propósitos e pensamentos, 
pode-se perceber se você tem amado e 
adorado a Deus acima de todas as coisas. 
E isso se torna ainda mais evidente na for-
ma como tratamos o nosso próximo.
Rituais, liturgias e programações não 
excluem a possibilidade de adorarmos a 
Deus em espírito e em verdade. No entanto, 
DIÁLOGO ABERTO
 1. É possível amar a Deus sem adorá- 
Lo, ou adorar a Deus sem amá-Lo?
2. Por que o amor a Deus nos leva 
à adoração?
3. O que significa amar a Deus “de todo 
o seu coração, de toda a sua alma 
e de todo o seu entendimento”?
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
10MW23 Ágatha Lemos/Kaleb de Carvalho
jesus no altar - 1
a vida de
Quais são as suas prioridades?
17 a 23 de maio
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: MC 1
Lição 8
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição: PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Mc 1
P4
70
comTEXTOTEXTO
sso meu segundo ano de faculdade, eu 
estava ansioso pela liga estudantil de 
basquete, na qual os times seriam es-
colhidos entre os rapazes do campus, 
e nós jogaríamos um contra o outro 
em um torneio divertido. Eu tinha 
aprimorado minhas habilidades jogan-
do nas quadras difíceis da cidade em 
que cresci, mas na faculdade era um 
jogo diferente. Com jogadores de todo 
o país, eu estava determinado a com-
petir bem na quadra naquele ano.
Meu amigo Dee e eu concordamos 
em treinar juntos. Havia um problema 
com nosso plano, no entanto: a qua-
dra de basquete só ficava disponível 
bem cedo – bem cedo – pela manhã. 
Decidimos ir para a quadra às 5 horas 
e treinar por uma hora todas as ma-
nhãs. Quando meu despertador tocou 
no primeiro dia, pulei da cama, vesti 
meu equipamento e fui para a quadra. 
Arremessamos três pontos, pratica-
mos nossas bandejas e fizemos arre-
messos de média distância.
Por duas semanas mantivemos uma 
rotina de treino consistente, mas en-
tão algo aconteceu: descobri o botão 
de soneca no meu despertador. Cinco 
da manhã chegou tão cedo. Um dia de 
folga não faria mal, não é? Certa ma-
nhã, Dee ligou para ver se eu estava 
indo. Um pouco atordoado, respondi: 
“Desculpe, mano, hoje não.” Com isso, 
voltei a dormir. Poucos dias depois, 
Dee também encontrou o botão de 
soneca e, antes que percebêssemos, 
nosso sonho de melhorar morreu no 
altar do sono.
Existem razões convincentes para 
acordar cedo, contanto que durma-
mos o suficiente. Acordar cedo aju-
da a nos concentrar melhor, permite 
mais tempo para planejar o dia, for-
nece tempo para exercícios e oferece 
uma oportunidade de solidão. Nesta 
semana, aprenderemos com Jesus, 
o madrugador.
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n
D O M I N G O , 1 8 d e m a i o
n
mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Caminho a Cristo, capítulo 11: 
“O privilégio de falar com Deus”.
Acesse:
ACORDAR TARDE OU CEDO?
71
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comPREENDAPREENDA
ss e tivéssemos que escolher apenas um 
capítulo para descrever quem é Jesus, 
Marcos 1 poderia ser a escolha perfei-
ta. O Evangelho de Marcos é um livro 
de ritmo acelerado, que destaca o po-
der de Jesus sobre o pecado e as afli-
ções humanas, e o primeiro capítulo 
transmite quatro verdades essenciais 
sobre Cristo.
Em primeiro lugar, João Batista apre-
sentou Jesus como o tão esperado 
Messias. O livro começa citando Isaías 
40:3, que prediz aquele que prepararia 
o caminho para Cristo. Os versículos 4 
a 8 mostram que João Batista cumpriu 
perfeitamente essa profecia ao chegar 
pregando um batismo de arrependi-
mento do pecado. O fato de que Jesus 
era o Messias foi revelado claramen-
te em Seu batismo, quando o Espírito 
Santo desceu sobre Ele e o Pai declarou 
do Céu: “Você é o Meu Filho amado; em 
Você Me agrado” (Mc 1:11).
A segunda verdade que aprende-
mos em Marcos 1 é que Jesus tem 
poder sobre Satanás e tudo o que 
prejudica os seres humanos. Ele ven-
ceu as tentações do inimigo no deser-
to (Mc 1:12, 13), curou a sogra doente 
de Pedro (e muitas outras pessoas) 
(v. 29-34) e expulsou demônios da-
queles que estavam aflitos (v. 21-28, 
40-45). A demonstração de poder de 
Jesus chamava a atenção de todos. 
Sua fama se espalhou, e as pessoas 
notaram que até mesmo os espíritos 
malignos O obedeciam (v. 27).
A terceira realidade que vemos 
nesse capítulo é o ministério de en-
sino e pregação de Jesus e Seu de-
sejo de compartilhar esse ministério 
com outros. Jesus chegou à Galileia 
pregando o evangelho do reino de 
Deus, convidando Seus ouvintes a se 
arrependerem e crerem nessas boas- 
novas (v. 14, 15).
A quarta lição é que Jesus tinha 
uma fonte secreta de poder: “Tendo- 
Se levantado de madrugada, quando 
ainda estava escuro, Jesus saiu e foi 
para um lugar deserto, e ali orava” 
(v. 35). Em meio a uma vida atarefa-
da que, sem dúvida, muitas vezes O 
deixava exausto, Jesus Se levantava 
de madrugada para falar com o Pai e, 
assim, receber poder e direção. O se- 
gredo do sucesso de Jesus em Seu mi-
nistério era reservar um tempo diário 
para a comunhão íntima com o Pai.
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S E G U N D a , 1 9 d e m a i o
 PENSE
• O que o texto-chave desta semana 
(Mc 1) lhe diz sobre as demandas e 
os fardos de uma vida dedicada a 
servir aos outros?
• Como você acha que era para os 
discípulos testemunhar Jesus 
desenvolver Seu ministério?
VIDA DE MINISTÉRIO
P4
72
qq uando consideramos as razões pelas 
quais Jesus veio à Terra, será que é de 
admirar que Ele Se levantasse de ma-
drugada para passar um tempo com o 
Pai? Naquela que é Sua declaração de 
missão pessoal, Jesus disse, citando 
Isaías 61: “O Espírito do Senhor está 
sobre Mim, porque Ele Me ungiu para 
evangelizar os pobres; enviou-Me pa- 
ra proclamar libertação aos cativos e 
restauração da vista aos cegos, parachamados a proclamar o último convite do Céu para um mundo que está 
perecendo, as três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12 – uma mensagem 
centrada na adoração. Mas como pessoas que não se envolvem na adoração 
diária podem transmitir uma mensagem que diz respeito à adoração? Como 
podemos proclamar ao mundo aquilo que não vivemos?
ACESSE JÁ!
VISTA GERAL
tt
novidade
Agora estamos nos 
Reels também!
TEXTOTEXTOcom
Já conhece 
o site da lição? 
https://comtextobiblico.com.br/
P4
6
rompida
relação
10MW23 Ágatha Lemos/Kaleb de Carvalho
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição:
PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Gn 3:1-15
qq
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: GN 3:1-15
Lição 1 29 de março 
A 4 de abril
7
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
relação
comTEXTOTEXTO
qq
D O M I N G O , 3 0 d e m a r ç o
uando eu estava no penúltimo ano do 
ensino médio, e comecei a frequentar 
um internato adventista, me apaixo-
nei. Eu tinha todos os sintomas dessa 
condição. Eu mal conseguia respirar 
quando a via no corredor ou na fila do 
almoço. Minha boca parecia seca sem-
pre que ela olhava na minha direção. 
Então, você pode imaginar a minha 
ansiedade quando, certo dia, eu me vi 
sentado bem na frente dela no refei-
tório. Comecei a conversa bem nervo-
so, mas, com o tempo, foi se tornando 
mais tranquila. Naquele momento, eu 
estava convencido de que estávamos 
a caminho do altar do casamento!
Nas semanas seguintes, fizemos ami-
zade e nos tornamos mais próximos. 
Nosso relacionamento estava progre-
dindo como um sonho até que, certo 
dia, caminhei pela lateral do prédio da 
nossa escola apenas para encontrá-la – 
a garota que eu achava que Deus tinha 
feito para mim – e a vi nos braços de ou-
tro. Naquele momento, a realidade me 
mordeu com a ferocidade de um tigre. 
Eu havia me apaixonado e tinha uma 
ferida dolorosa para provar isso.
Essa dor adolescente é apenas uma 
gota no oceano de dor que Deus deve 
ter sentido quando Adão e Eva se 
“apaixonaram” e O traíram. De olhos 
vidrados e confiante demais, Eva se 
viu hipnotizada por uma cobra falante. 
Cego e insensato, Adão comeu o fru-
to no qual havia jurado nunca tocar. 
A desobediência dos primeiros se-
res humanos criou uma brecha, uma 
ruptura no que até então havia sido o 
relacionamento perfeito entre Deus e 
Sua criação suprema. Como veremos 
nesta semana, o objetivo de Satanás 
ainda é fazer as pessoas se apaixona-
rem por ele e destruir o relacionamen-
to que têm com Deus.
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, História da Redenção, capítulo 4: 
“Tentação e Queda”.
Acesse:
APAIXONADOS
P4
8
aa
s e g u n d a , 3 1 d e m a r ç o
ênesis 3 interrompe o caso de amor 
de Deus com o primeiro casal da Ter-
ra. A queda da humanidade começou 
com uma pergunta aparentemente 
simples: “É verdade que Deus disse: 
‘Não comam do fruto de nenhuma ár-
vore do jardim?’” (Gn 3:1). Observe a 
astúcia de Satanás. A primeira coisa 
que ele fez foi se camuflar como uma 
bela serpente falante. Essa era a pri-
meira pista de que Eva deveria correr 
para longe! Com certeza havia muitas 
serpentes lindas no Éden, mas nenhu-
ma delas falava. A segunda ação de 
Satanás foi fazer uma pergunta com 
um erro sutil que demandaria uma ex-
plicação. Quando Eva se demorou em 
ouvir Satanás, ela já estava se prepa-
rando para a derrota.
Depois que Eva respondeu corre-
tamente à pergunta de Satanás, ele 
plantou uma semente de dúvida em 
sua mente ao declarar: “É certo que 
vocês não morrerão” (Gn 3:4). Então 
prosseguiu com uma explicação que 
apelou ao orgulho: “É que Deus sabe 
que, no dia em que comerem dele, os 
seus olhos se abrirão, e vocês serão 
como Deus, conhecedores do bem 
e do mal” (v. 5, NVI). Satanás, en-
tão, apelou para a imaginação dela. 
É como se estivesse sussurrando: 
“Eva, Deus está escondendo de você 
algumas coisas importantes.” Naque-
le momento, a mulher olhou ansio-
samente para o fruto, desejou-o e o 
comeu (v. 6).
Satanás enganou Eva fazendo-a 
acreditar que ela havia encontrado 
algo melhor, mas Adão comeu o fruto 
totalmente consciente de que estava 
fazendo algo errado (veja 1Tm 2:14). 
Ele comeu o fruto sabendo que a de-
sobediência de Eva levaria à morte. 
Ele comeu o fruto porque o pensa-
mento de que viveria para sempre 
sem ela era insuportável. Se Eva teria 
que morrer, Adão morreria com ela. 
Ambos agiram motivados pela falta de 
confiança em Deus.
A estratégia de Satanás para que-
brar a lealdade de Adão e Eva a Deus 
era aparentemente simples, mas incri-
velmente eficaz. Ele usou um disfarce 
atraente, sem revelar sua verdadeira 
natureza. Em seguida envolveu Eva 
em uma discussão cujas consequên-
cias ela não entendia completamen-
te. Ele mentiu para ela, distorcendo o 
caráter de Deus. Apelou para a imagi-
nação e a cobiça, levando-a a desejar. 
O apelo do tentador a Adão foi igual-
mente simples: ele acreditava que não 
poderia suportar a vida sem Eva, e en-
tão comeu o fruto. Em tudo isso, nem 
Adão nem Eva consultaram o Senhor.
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gg
comPREENDAPREENDA
É VERDADE QUE DEUS DISSE?
 PENSE
• Por que Deus não impediu que 
Satanás enganasse Eva?
9
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
t e r ç a , 1 o d e a b r i l
queda da humanidade no Éden deu 
início a uma história de sofrimento. 
O pecado afetou o relacionamento 
de Adão e Eva com Deus, e continua 
a romper o relacionamento de muitas 
pessoas com Ele até hoje. Adão e Eva 
adoravam a Deus livre e constante-
mente antes do pecado. Depois disso, 
o planeta Terra se tornou o novo cam-
po de batalha para uma guerra maior 
que havia começado no Céu.
Antes da criação deste mundo, Sata-
nás liderou uma rebelião que resultou 
em uma batalha colossal contra Miguel 
(um dos títulos de Cristo) e Seus an-
jos (Ap 12:7). Satanás foi tão ardiloso 
que chegou a enganar um terço dos 
anjos (v. 4). Essa guerra não foi ape-
nas uma batalha de ideias; foi física e 
concreta. Adão e Eva, a partir de en-
tão, deveriam enfrentar um adversário 
sorrateiro “que engana o mundo todo” 
(v. 9, NVI).
Deus não poderia ter permitido uma 
ameaça tão catastrófica sem antes 
avisar Suas criaturas sobre o que os 
espreitava no Universo.
Como seres que tinham livre-arbítrio, 
o santo casal podia explorar o mundo 
criado, ir e vir à vontade e tomar deci-
sões sem nenhuma restrição de Deus, 
exceto uma: não comer da árvore do 
conhecimento do bem e do mal.
Um relacionamento de amor no 
qual as pessoas não podem tomar 
a decisão de rejeitá-lo não envolve 
amor de forma nenhuma. Assim, Adão 
e Eva eram livres para tomar decisões, 
mas estavam seguros apenas enquan-
to permanecessem perto Daquele que 
mais os amava.
Eles eram protegidos pelas manhãs 
e noites passadas com Deus, por lon-
gas caminhadas e conversas com Ele, 
por anjos que os serviam e guiavam. 
Ainda hoje, os relacionamentos sau-
dáveis protegem os seres humanos de 
inúmeras formas: diminuem os níveis 
de estresse e depressão, aumentam 
a autoestima e promovem a empatia. 
Se bons relacionamentos com outros 
seres humanos podem fazer isso por 
nós, imagine os efeitos dapôr em liberdade os oprimidos, e pro-
clamar o ano aceitável do Senhor” 
(Lc 4:18, 19). Jesus compreendia Sua 
missão na Terra e, embora fosse o 
Filho de Deus, Ele sabia que Sua na-
tureza humana não poderia supor- 
tar o peso de Seu chamado a menos 
que fosse constantemente sustenta-
do pela comunhão com o Pai.
Marcos 1:35 diz que Jesus encon-
trou um lugar tranquilo e solitário 
para orar enquanto os discípulos dor-
miam. Naquele momento, Jesus era 
hóspede na casa de Simão Pedro. Na 
cultura da época, era inadequado o 
hóspede deixar a casa do anfitrião, 
ainda de madrugada, sem avisar.
Jesus quebrou esse costume cul-
tural para encontrar um altar de ado-
ração em que pudesse Se encontrar 
com o Pai. Quando Simão e os outros 
perceberam que Ele havia saído, co-
meçaram a procurá-Lo freneticamen-
te. Quando O encontraram, disseram: 
“Todos estão à Sua procura” (Mc 1:37). 
E Jesus respondeu: “Vamos a outros 
lugares, aos povoados vizinhos, a fim 
de que Eu pregue também ali” (v. 38).
No dia anterior, Jesus havia atendi-
do às necessidades físicas e espirituais 
de toda a cidade. Uma multidão O espe-
rava naquela manhã, desejando ouvi- 
Lo pregar e vê-Lo curar novamente. 
Mas Jesus fez algo inesperado: Ele Se 
recusou a ficar e atender às multidões 
que O buscavam. Por que Jesus apa-
rentemente desperdiçou uma oportu-
nidade como essa? Ele tinha acabado 
de receber instruções para aquele dia. 
Em Seus momentos matutinos com o 
Pai, os planos mudaram. Ele deveria ir 
para outras cidades a fim de pregar o 
evangelho, não importando quão per-
feita a oportunidade parecesse.
Esse é um dos pontos mais impor-
tantes em todo o capítulo. Naquele 
momento, Jesus expressou os efeitos 
do tempo dedicado a Deus no início 
da manhã, em solitude e reclusão. 
É nesse momento que começamos o 
dia com Deus e entregamos os planos 
do dia a Ele.
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t e r ç a , 2 0 d e m a i ocomENTEENTE
Por que Jesus deu tanta prioridade ao tempo a sós com Seu Pai?
vv
ANTES DO AMANHECER
73
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
8/1/2025 11:27
ocê tem algum obstáculo para acordar 
cedo a fim de se encontrar com Deus? 
Qual?
Jesus desenvolveu Seu ministé-
rio com autoridade inquestionável 
(Mc 1:22). Você acha que as pessoas 
observam algo diferente em você 
quando passa um tempo sozinho com 
Deus?
O que as ações de Jesus nos en-
sinam sobre Seu comprometimento 
com Sua missão?
Qual é a importância da Bíblia em 
nossa vida de oração e naquilo que 
buscamos de Deus? Como a Bíblia im-
pactou a vida de oração de Jesus?
Compare as respostas que você deu 
às perguntas anteriores com a respos-
ta que dará à seguinte pergunta:
Como os versículos a seguir nos 
ajudam a compreender os hábitos de-
vocionais de Jesus e como podemos 
imitá-los?
• Os hábitos de Jesus: Mt 14:13, 23; 
Lc 4:42; 5:16
• Adoração matinal: Jó 1:5; Sl 5:3; 
59:16; 119:147; Is 50:4; Hc 2:1
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comPAREPARE Q U A R TA , 2 1 d e m a i o
MOMENTO HIPERTEXTO
COMUNHÃO
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
vv
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74
vv
comPARTILHEPARTILHE Q U I N TA , 2 2 d e m a i o
aa vida de Jesus oferece os melhores 
insights sobre como podemos viver 
com significado e propósito. Como 
seguidores de Cristo, também rece- 
bemos de Deus um chamado que exi-
ge tudo de nós. Leia em sua Bíblia 
2 Coríntios 5:18 e 19. Para cumprir 
esse ministério sagrado que Deus nos 
confiou, devemos nos oferecer a Ele 
inteira e continuamente.
Os propósitos e planos do Senhor 
para nossa vida nos desafiarão até 
o âmago de nosso ser. Muitos de nós 
querem ter uma carreira de sucesso. 
Alguns de nós começamos famílias 
e sentimos o desafio de levar nos-
sos filhos a Deus. Outros ainda estão 
procurando o parceiro que Deus tem 
em mente para eles. Quando pensa-
mos nos eventos mais importantes 
da nossa vida, que exigem decisões 
importantes e terão profundas conse-
quências, será que podemos nos dar ao 
luxo de não levantar cedo para buscar a 
Deus antes que nosso dia comece?
Quando escolhemos levantar cedo 
para buscar a Deus, estamos dizendo 
a nós mesmos que o tempo com Ele 
é mais importante do que dormir até 
mais tarde. Quando acordamos cedo 
para nos encontrarmos com o Senhor, 
estamos reconhecendo que não temos 
todas as respostas, e queremos come-
çar o dia conversando com Aquele que 
tem. Quando levantamos cedo para 
nos encontrarmos com Deus no altar 
de adoração, estamos reconhecendo 
que nossa vida pertence a Ele.
Ellen White apresenta essa mesma 
ideia: “Consagre-se a Deus pela ma-
nhã; faça disso sua primeira atividade. 
E ore: ‘Toma-me, ó Senhor, para ser 
Teu inteiramente. Deponho todos os 
meus planos a Teus pés. Usa-me hoje 
para o Teu serviço. [...] Assim, dia após 
dia, você poderá entregar sua vida nas 
mãos de Deus, e ela será cada vez mais 
moldada segundo a vida de Cristo” 
(Caminho a Cristo [CPB, 2024], p. 45).
Por que não decidir agora encontrar- 
se com Deus amanhã cedo?
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NA ESCOLA DE CRISTO
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
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desta semana!
 PENSE
• O que motivou as ações de 
Jesus em Marcos 1?
75
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comSENSOSENSO
(1) (2)
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
vv
S E X TA , 2 3 d e m a i o
ocê está ocupado demais para passar tempo com 
Deus? Considere o que Ellen White escreveu sobre a 
“vida de altar” de Jesus:
“Na opinião dos rabinos, o mais alto grau de reli-
gião consistia em contínua e agitada atividade. De-
pendiam de uma prática externa para mostrar sua 
devoção superior. Assim separavam-se de Deus, 
apoiando-se na autossuficiência. O mesmo perigo 
existe ainda hoje. À medida que aumenta a atividade 
e as pessoas são bem-sucedidas em realizar alguma 
obra para Deus, há o risco de confiar em planos e 
métodos humanos. Surge a tendência de orar menos 
e a ter menos fé.
“Como os discípulos, nos arriscamos a perder de 
vista nossa dependência de Deus e fazer de nossa 
atividade um salvador. Necessitamos olhar continu-
amente para Jesus, compreendendo que é Seu po-
der que realiza a obra. Enquanto devamos trabalhar 
ativamente pela salvação dos perdidos, precisamos 
também dedicar tempo à meditação, à oração e ao 
estudo da Palavra de Deus. Somente o trabalho reali-
zado com muita oração e santificado pelos méritos de 
Cristo mostrará, no final das contas, ter sido eficaz.
“Nenhuma outra vida já foi tão cheia de trabalho 
e responsabilidade como a de Jesus; mas quantas 
vezes Ele estava em oração! Quão constante era Sua 
comunhão com o Pai! Repetidamente, na história 
de Sua vida terrestre, se encontram registros como 
estes: ‘Tendo-Se levantado alta madrugada, saiu, foi 
para um lugar deserto e ali orava’ (Mc 1:35). ‘Grandes 
multidões afluíam para O ouvirem e serem curadas 
de suas enfermidades. Ele, porém, Se retirava para 
lugares solitários e orava’ (Lc 5:15, 16). ‘Naqueles 
dias, retirou-Se para o monte, a fim de orar, e passou 
a noite orando a Deus’ (Lc 6:12).
“Em uma vidatoda dedicada ao bem dos outros, 
o Salvador achou necessário afastar-Se dos lugares 
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Após o estudo desta 
semana, como você 
planeja fortalecer 
seu tempo matinal 
com Deus?
• Quais são seus 
maiores obstáculos 
para a adoração 
matinal? Como 
você pode melhorar?
• Quais oportunidades 
Jesus sacrificou 
para ter um tempo 
de silêncio com o 
Pai?
• Em quais áreas de 
sua vida você mais 
precisa do auxílio e 
da direção de Deus?
• Como você toma 
uma decisão quando 
tem duas boas 
opções diante de si?
OCUPADOS DEMAIS PARA DEUS?
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movimentados e da multidão que O 
acompanhava, dia a dia. Precisava 
retirar-Se de uma vida de incessante 
atividade e contato com as necessida-
des humanas, para buscar sossego e 
ininterrupta comunhão com o Pai.
“Como um de nós, participante de 
nossas necessidades e fraquezas, de-
pendia completamente de Deus e, no 
lugar reservado de oração, buscava 
força divina, a fim de sair fortalecido 
para Seus deveres e provações. Em 
um mundo de pecado, Jesus suportou 
lutas e angústias. Em comunhão com 
Deus, podia aliviar as dores que O es-
magavam. Ali encontrava conforto e 
alegria” (O Desejado de Todas as Na-
ções [CPB, 2021], p. 285).
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
8/1/2025 11:37
UNIDADECOM
Atenção, PG! Aproveite 
este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
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Thiago Paixão — Líder do Ministério 
Jovem da Associação Norte de Rondônia 
e Acre
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 Apertar o botão soneca 
ou não? Eis a questão! 
“Tendo-se levantado de madrugada, 
quando ainda estava escuro, Jesus 
saiu e foi para um lugar deserto, 
e ali orava.” Marcos 1:35
O livro Milagre da Manhã já tem mais 
de um milhão de exemplares vendidos no 
Brasil. O best-seller internacional apresen-
ta os benefícios que se pode obter ao acor-
dar cedo e escolher bem quais serão suas 
primeiras atividades do dia.
Disciplina, clareza e desenvolvimento 
pessoal são alguns dos possíveis benefí-
cios para aqueles que leem o livro e de-
sejam alcançar sucesso acadêmico, finan-
ceiro e profissional. Existe algo melhor do 
que isso? A resposta é sim!
Embora todos os cristãos possam e de-
vam se desenvolver como pessoas, Cristo, 
nosso exemplo, mostrou que todas essas 
coisas não são excludentes aos princípios 
do Reino dos Céus, que tem valor superior 
a qualquer virtude terrena. A Bíblia nos 
motiva ao trabalho, o próprio Jesus teve 
Sua profissão, porém, Sua missão, Seus 
princípios e sua Sua comunhão com o Pai 
jamais foram colocados em segundo plano.
Tendo como base a “aposta de Pascal”, 
se você decidir acordar mais cedo para 
orar e estudar a Bíblia, ainda que o céu 
não existisse, você ganharia mais conhe-
cimento, disciplina, clareza, desenvolvi-
mento pessoal, além de vários benefícios 
físicos para a sua saúde.
Todavia, se acredito que Deus é real, 
mas não acordo mais cedo para passar 
DIÁLOGO ABERTO
 1. Como a tecnologia pode ser uma 
aliada ou obstáculo para a devoção 
pessoal?
2. Em geral, o seu smartphone tem aju-
dado ou prejudicado seu relaciona-
mento com o Criador?
tempo com Ele por displicência, é prová-
vel que essa seja uma perda de valor irre- 
parável.
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78
10MW23 Michelson Borges/Kaleb de Carvalho
jesus no altar - 2
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição:
a vida de
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: LC 6
aa
PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Lc 6
24 a 30 de maioLição 9
79
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comTEXTOTEXTO
a vida de aa
D O M I N G O , 2 5 d e m a i o
lguns anos atrás, passei por um mo-
mento espiritual bem difícil. Deus pa-
recia muito distante. Minha vida de 
oração era quase inexistente. Eu tinha 
pouca motivação para estudar a Bíblia 
e, quando o fazia, parecia forçado e 
sem sentido.
No meio do meu deserto espiritual, 
parecia ouvir uma voz sussurrando: 
“Venha a Mim. Não tente consertar 
nada. Apenas traga tudo para Mim.” 
Eu sabia que Deus estava me chaman-
do, mas, para ser honesto, na verda-
de eu não queria ir até Ele. Eu sentia 
que Deus pediria que eu abandonasse 
várias coisas de que eu gostava. Algu-
mas dessas coisas eram responsáveis 
por enfraquecer meu relacionamento 
com Ele, mas eu não queria entregá- 
las. Depois de várias semanas fugindo 
de Deus, tarde da noite em uma sexta- 
feira, entrei no meu quarto, ajoelhei- 
me em uma almofada no chão e abri 
meu coração a Ele.
Contei tudo a Ele. Cada pecado, 
cada medo, dúvida e dor – tudo que 
estava em minha mente e coração. Foi 
um momento totalmente aberto e vul-
nerável com Deus. Quando terminei, 
decidi deixar que Ele falasse comigo. 
Até aquele momento, a oração tinha 
sido uma conversa unilateral: eu fala-
va, e Deus ouvia. Mas, desta vez, Ele 
falaria comigo. Sua voz não era audí-
vel, mas era inconfundível para meu 
coração e minha mente.
A primeira coisa que Deus disse foi: 
“Eu amo você. Sei que está sofrendo. 
Sei que está correndo de Mim. Eu sin-
to sua dor. Eu amo você do jeito que 
é. Você está seguro Comigo. Eu quero 
ajudá-lo. Jamais o deixarei. Apenas 
confie em Mim.” Deus continuou fa-
lando, acalmando meus medos e me 
guiando sobre aquilo que estava me 
causando sofrimento.
Lágrimas começaram a cair quan-
do aceitei Seu amor incondicional por 
mim. Quando olhei para o relógio, para 
minha surpresa, era 1h da manhã! Eu 
tinha passado horas com Deus em 
oração, e pareceram poucos minu-
tos. De repente,entendi como Jesus 
conseguia passar noites inteiras em 
oração.
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Orientação da Criança, capítulo 78: 
“O Poder da Oração”.
Acesse:
O TEMPO PAROU
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80
s e g u n d a , 2 6 d e m a i o
todos da multidão procuravam tocar 
em Jesus, porque Dele saía poder; e 
curava todos” (Lc 6:19). Reserve um 
tempo para pensar sobre o significa-
do desse único versículo. Uma grande 
multidão vinda de lugares como Ju-
deia, Jerusalém, Tiro e Sidom estava 
seguindo Jesus. Havia muitos doentes 
e “atormentados por espíritos imun-
dos” (v. 18). Jesus curou todos eles, 
mesmo aqueles que O tocaram rapi-
damente. Jesus irradiava o poder de 
Deus! Se alguém cresse, poderia ser 
curado simplesmente tocando Nele.
Lucas 6 descreve que os discípulos 
de Jesus estavam com fome e come-
çaram a colher espigas no sábado. 
Fazer isso era um grave erro, de acordo 
com as leis sobre a observância do sá-
bado estabelecidas pelos fariseus (em-
bora não segundo os ensinos do Anti-
go Testamento). Quando confrontado, 
Jesus declarou ser o Senhor do sábado.
O foco de Lucas 6 não parece estar 
nas obras miraculosas de Deus e, sim, 
no contraste que Jesus estabeleceu 
entre o reino de Deus e Sua justiça e 
a falsa religião que os fariseus ensina-
vam. Por exemplo, Jesus ensinou que 
os pobres em espírito, aqueles que têm 
fome por justiça e os perseguidos se-
riam abençoados. Isso era totalmente 
o contrário do que era ensinado por 
muitos judeus e fariseus, que acredita-
vam que prosperidade e sucesso eram 
sinais da aprovação de Deus e que seu 
status como povo escolhido lhes dava 
direito automático às bênçãos divinas. 
Cristo ensinou as pessoas a amar seus 
inimigos, mesmo quando os fariseus 
estavam conspirando para matá-Lo. 
Lucas 6 destaca como a mensagem 
de Jesus era profundamente diferente 
daquela ensinada pelos mestres reli-
giosos da época.
Jesus proclamou Seus ensinos em 
meio a períodos de oração secreta. 
Lucas 6:12 diz que Ele “Se retirou 
para o monte, a fim de orar, e passou 
a noite orando a Deus”. Ele estava 
sobrecarregado com as pesadas res-
ponsabilidades do trabalho que teria 
no dia seguinte. Então, naquela ma-
nhã, Ele desceu o monte para escolher 
12 discípulos e ensinar o verdadeiro 
evangelho. Quando nos lembramos do 
que Jesus fazia diariamente, será que 
é de admirar que Ele ocasionalmente 
Se retirasse para passar uma noite em 
oração em Seu altar de adoração?
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comPREENDAPREENDA
aa
 PENSE
• Quais emoções Jesus deve ter 
sentido ao Se relacionar com 
pessoas que Ele havia criado e 
conhecia, e que estavam passando 
por sofrimento ou doenças?
• Por que os fariseus não responderam 
nada a Jesus em Lucas 6 quando Ele 
expôs sua hipocrisia?
HIPOCRISIA EM FOCO““ee
81
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
t e r ç a , 2 7 d e m a i o
quantidade de necessidades, amea-
ças e distrações que Jesus enfrentou 
durante Seu ministério terrestre está 
além do que qualquer outra pessoa 
jamais experimentará. Seus fardos se 
tornaram mais pesados porque Seu 
próprio povo O rejeitou (Jo 1:11). Ele 
foi traído (Mt 26:24), preso (Mt 26:50), 
abandonado por Seus discípulos (Mt 
26:56), falsamente acusado (Mt 26:60; 
27:12), cuspido e espancado (Mt 26:67), 
chicoteado e pendurado em uma cruz 
(Mt 27:26).
Durante os três anos e meio de Seu 
ministério público, Jesus enfrentou 
ameaças praticamente diárias dos 
fariseus. Jesus frequentemente Se re-
tirava para orar ao enfrentar momen-
tos de tensão durante Seu ministério. 
Em Lucas 5:12-15, Jesus curou um le-
proso. Para evitar provocar oposição, 
Cristo pediu que o homem não contas-
se a ninguém sobre o milagre, mas ele 
contou a todos que quisessem ouvir, 
e os líderes religiosos ficaram com in-
veja de Sua crescente popularidade.
“Jesus, porém, Se retirava para lu-
gares solitários e orava” (Lc 5:16). 
Essa observação não é por acaso. 
Jesus sabia que Sua missão era Se 
submeter à cruz e morrer pelos peca-
dos do mundo, mas Ele também sa-
bia que essa missão seria dificultada 
se Ele ganhasse destaque muito ra-
pidamente. Às vezes, preso entre as 
necessidades das pessoas e Seu cha-
mado para a cruz, Jesus fugia para 
Seu altar no deserto, Seu local de ado-
ração, onde recebia conforto, orienta-
ção e poder para seguir em frente. No 
entanto, essa não foi a única circuns-
tância que levava Jesus a momentos 
noturnos com o Pai.
Depois que Ele curou no sábado um 
homem que tinha a mão ressequida, 
os fariseus ficaram furiosos e “discu-
tiam entre si quanto ao que fariam 
contra Jesus” (Lc 6:11). Você consegue 
imaginar como Jesus estava Se sen-
tindo no fim daquele dia?
Foi nesse contexto que Jesus sentiu 
a necessidade de passar uma longa 
noite com Deus. Depois dessa noite de 
adoração e oração, o Pai disse a Jesus 
para escolher discípulos que pudes-
sem trabalhar com Ele (Lc 6:12-16). 
É verdade que Jesus escolheu os dis-
cípulos para prepará-los para anunciar 
o evangelho após Sua morte, mas Ele 
também os escolheu porque precisa-
va de um grupo de amigos íntimos. 
Ele precisava de apoio emocional e, 
durante aquela noite de oração, Deus 
Lhe disse como encontrá-lo.
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comENTEENTE
Que tipo de necessidades levavam Jesus a orar?
aa
ORAÇÕES NOTURNAS DE ALTO RISCO
P4
82
comPAREPARE Q U A R TA , 2 8 d e m a i o
uais foram algumas das situações es-
pecíficas que levaram Jesus a orar? 
(Leia Lc 5:15, 16; 6:11-13.) Por que a 
oração secreta é essencial para a vida 
cristã?
O que os discípulos aprenderam ao 
observar a vida de oração de Jesus? 
Por que Jesus disse a Seus seguidores 
para não orarem como os fariseus? 
(Leia Mt 6:5-15.)
O que significa depender comple-
tamente de Deus em sua vida? Como 
seria isso?
Se mais adventistas do sétimo dia 
priorizassem um tempo de oração de 
qualidade e sem pressa, que impacto 
teríamos no mundo?
Compare suas respostas com os 
textos a seguir. Como os seguintes 
versículos se relacionam com a vida 
de oração de Jesus? Como eles forne-
cem a você orientações para sua vida 
de oração?
• Outras pessoas que buscaram a 
Deus de noite: Gn 32:24-26; 1Sm 15:11; 
Sl 119:148; Is 26:9
• Venha com toda a confiança: Mt 6:6; 
Hb 4:16; Tg 4:8; 1Jo 4:16
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MOMENTO HIPERTEXTO
ORAÇÃO
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
qq
83
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
uando eu era criança, no começo do 
ano ou no lançamento de um novo 
projeto da igreja, nosso pastor con-
vocava uma vigília de oração que 
durava a noite inteira. Nós, crianças, 
sempre nos sentíamos aliviados por 
ser poupados dessa experiência, pois 
éramos muito pequenos para ficar 
fora a noite toda. Normalmente, fi-
cávamos até umas 22 horas, e então 
alguém nos levava para casa e nos 
colocava na cama.
Os cultos de sábado costumavam 
ficar lotados e mesmo as reuniões 
de oração da quarta-feira eram bem 
frequentadas, mas poucas pessoas fi-
cavam a noite inteira na vigília. Minha 
mãe e meu pai eram algumas dessas 
pessoas. Por anos, me perguntei como 
alguém poderia orar a noite toda. 
Será que não chegava uma hora em 
que eles não tinham mais o que dizer? 
E como enfrentavam o sono? Descobri 
mais tarde que alguns sermões e hi-
nos costumamajudar bastante a ficar 
acordado. Mas e eu? Será que conse-
guiria fazer isso?
A resposta veio naquela sexta-feira 
à noite, quando derramei meu cora-
ção diante de Deus e recebi Seu amor. 
Também descobri uma dica útil para 
longos períodos de oração com Deus. 
Se você tem receio de passar longos 
períodos em seu altar de adoração, 
comece devagar. Não se preocupe em 
passar uma noite inteira em oração. 
Comece com uma hora, por exemplo. 
Lembre-se: o objetivo não é o tempo, 
e sim desenvolver a comunhão com 
Deus. Não importa quanto tempo você 
planeja estar com Deus, tente fazer o 
seguinte:
Comece seu tempo com Deus convi-
dando o Espírito Santo para se juntar 
a você. Ele virá e o levará para o altar. 
Em seguida, abra a Bíblia e escolha um 
texto. Podem ser apenas alguns versí-
culos ou mais. Depende de você. O ob-
jetivo é se concentrar profundamente 
na Palavra de Deus. Pergunte: Qual é 
a ideia central desta passagem? Quem 
está falando? Qual é o público-alvo? 
Existe algo que devo colocar em práti-
ca em minha vida? Existe algum hábi-
to que preciso mudar?
Quando terminar, ore sobre o que 
leu. Seja honesto com Deus. Diga a Ele 
tudo o que está em sua mente e peça 
que Ele fale com você.
comPARTILHEPARTILHE q u i n ta , 2 9 d e m a i o
qq
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
 PENSE
• O que você acha que Jesus estava 
dizendo ao Pai durante aquela noite 
de oração em Lucas 6:12-16?
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
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84
comSENSOSENSO
 resumo!
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estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
(1) (2)
““
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Um filme
inspirador!
aa
S E X TA , 3 0 d e m a i o
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Depois do estudo 
desta semana, 
como você acha 
que sua vida seria 
diferente se você 
levasse a oração 
mais a sério?
• Em que momento 
sua vida de oração 
foi mais poderosa? 
Se não é agora, 
como você pode 
reavivá-la?
Majestade do Céu, empenhada em Seu ministério 
terrestre, orava muito ao Seu Pai. Muitas vezes, fi-
cava de joelhos a noite toda em oração. Pesava-Lhe 
ao espírito ver a ação dos poderes das trevas no 
mundo. Então deixava a movimentada cidade e a ba-
rulhenta multidão para buscar um lugar sossegado 
onde pudesse fazer Suas intercessões.
“O Monte das Oliveiras era o recanto favorito do 
Filho de Deus para Suas devoções. Muitas vezes, de-
pois que a multidão O deixava para o retiro da noite, 
Ele não descansava, embora estivesse exausto com 
os esforços do dia. No evangelho de João, lemos: 
‘E cada um foi para sua casa. Jesus, entretanto, foi 
para o Monte das Oliveiras’ (Jo 7:53–8:1).
“Enquanto a cidade estava envolta em silêncio, e os 
discípulos haviam retornado aos seus lares a fim de 
obter refrigério no sono, Jesus não dormia. Suas divi-
nas súplicas subiam do Monte das Oliveiras ao Seu Pai, 
para que Seus discípulos pudessem ser guardados das 
más influências que diariamente os assediavam no 
mundo e que Sua própria alma fosse fortalecida e am-
parada para os deveres e provas do dia seguinte. Toda 
a noite, enquanto Seus seguidores estavam dormindo, 
seu divino Mestre estava orando. A geada e o orvalho 
da noite caíam sobre Sua cabeça curvada em oração. 
Seu exemplo foi deixado para Seus seguidores.
“A Majestade do Céu, ocupada em Sua missão, 
estava frequentemente em fervorosa oração. Nem 
sempre Se dirigia ao Monte das Oliveiras, pois Seus 
discípulos conheciam Seu retiro favorito e frequen-
temente O seguiam. Ele escolhia o silêncio da noite, 
quando não haveria interrupção. Jesus curava os 
enfermos e ressuscitava os mortos. Ele próprio era 
uma fonte de bênção e força. Ordenava às tempes-
tades e elas obedeciam.
“Não se contaminava com a corrupção, era um es-
tranho ao pecado e orava, muitas vezes com forte 
GUERREIRO NOTURNO
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Um filme
inspirador!
clamor e lágrimas. Ele orava por Seus 
discípulos e por Si mesmo, assim Se 
identificando com as nossas necessida-
des, com as nossas fraquezas e falhas, 
tão comuns à humanidade. Ele era um 
poderoso intercessor, não possuindo as 
paixões de nossa natureza humana de-
caída, mas rodeado das mesmas enfer-
midades, tentado em todos os pontos 
como nós o somos. Jesus suportou so-
frimentos que requeriam ajuda e apoio 
da parte de Seu Pai.
“Cristo é nosso exemplo. São os mi-
nistros de Cristo tentados e esbofete-
ados por Satanás? Ele era Aquele que 
não conhecia pecado. Ele Se voltava 
para Seu Pai nessas horas de angús-
tia. Ele veio à Terra para que pudesse 
prover-nos um meio pelo qual achás-
semos graça e força para auxílio em 
tempo de necessidade, mediante o 
seguir Seu exemplo em oração fervo-
rosa e constante. Se os ministros de 
Cristo imitassem Seu exemplo, seriam 
possuídos por Seu espírito e os anjos 
os ajudariam” (Ellen G. White, Teste-
munhos Para a Igreja, v. 2 [CPB, 2021], 
p. 413, 414).
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86
UNIDADECOM
Atenção, PG! Aproveite 
este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
 O poder da Palavra 
“Tendo-Se levantado de madrugada, 
quando ainda estava escuro, Jesus 
saiu e foi para um lugar deserto, 
e ali orava.” Marcos 1:35
Jesus, mesmo sendo o Filho de Deus, de-
dicava tempo à oração e buscava a presen-
ça do Pai. Ele Se afastava da multidão para 
Se conectar com Deus, mostrando que, 
se Ele valorizava essa comunhão, quanto 
mais nós precisamos! Desenvolver esse 
relacionamento não é apenas um ritual, 
mas uma necessidade para manter nosso 
coração alinhado à vontade de Deus.
1. Jesus buscava a Deus em todos os mo-
mentos. Em Marcos 1:35, lemos que de 
madrugada, ainda bem escuro, Jesus 
levantou-Se e foi a um lugar deserto, 
onde ficou orando. Isso demonstra que 
Ele priorizava passar tempo com Deus, 
mesmo em meio a uma agenda cheia.
2. Comunhão com Deus fortalece nossa 
identidade. A comunhão com o Pai 
fortalece nossa identidade. No ba-
tismo, Deus declarou: “Este é o Meu 
Filho amado” (Mt 3:17). Muitas vezes 
buscamos valor nas opiniões dos ou-
tros, mas é na presença de Deus que 
encontramos quem realmente somos. 
Quando nos dedicamos a Ele, somos 
lembrados de que somos amados.
3. A comunhão nos prepara para enfren-
tar desafios. Jesus estava fortalecido 
espiritualmente antes de enfrentar 
tentações (Mt 4:1-11). Assim, a comu-
nhão nos capacita a resistir às dis-
trações e a tomar decisões alinhadas 
Bruno da Cista Barbosa — Líder do Mi-
nistério Jovem da Associação Norte de 
Rondônia e Acre
DIÁLOGO ABERTO
 1. Por que você acha que Jesus, sendo 
o Filho de Deus, ainda buscava mo-
mentos de comunhão com o Pai?
2. Em quais momentos você sente 
mais dificuldade de reservar tempo 
para Deus?
3. Como a comunhão com Deus pode 
impactar nossas decisões e nos aju-
dar a enfrentar desafios?
com a vontade de Deus. Esse relacio-
namento contínuo nos dá coragem e 
discernimento.
4. A comunhão nos ensina a viver na 
dependência de Deus. Em João 5:19, 
Jesus afirma que não pode fazer 
nada por conta própria. A comunhão 
nos ensina a confiar em Deus em to-
das as áreas da vida. Ao passarmos 
tempo com Ele, aprendemos a ouvir 
Sua voz e descansar na certeza de 
que Ele nos guia.
A comunhão com Deus é um privilégio 
que transformanossa vida. Ao nos aproxi-
marmos do Pai, somos capacitados a viver 
conforme Seu propósito. Escolhamos mo-
mentos diários para estar com Deus, fortale-
cendo nossa fé e identidade, e enfrentando 
os desafios da vida com coragem. 
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
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10MW23 Michelson Borges/Kaleb de Carvalho
e a palavra
o altar
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição:
PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais 
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Cl 3
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: CL 3
Lição 10 31 a 6 de junho
P4
88
comTEXTOTEXTO
ppurante a pandemia da Covid-19, tentei 
fazer algo novo. Decidi gravar uma 
reflexão espiritual a cada dia e pos-
tar nas redes sociais. O mundo esta-
va cheio de tanto medo e sofrimento 
que eu queria oferecer às pessoas a 
esperança da Palavra de Deus. Todas 
as manhãs, eu acordava cedo, esco-
lhia um texto bíblico e preparava uma 
reflexão de três minutos sobre ele. 
Eu a chamei de Red Door Reads [Leitu-
ras da Porta Vermelha], já que a porta 
da frente da minha casa é vermelha.
Não demorou muito para que es-
pectadores de muitas partes do mun-
do começassem a me seguir. Muitas 
pessoas me escreveram para agra-
decer as mensagens. Essas pessoas 
mencionaram que algumas mensa-
gens vieram diretamente de Deus 
quando mais precisavam delas. Os 
testemunhos que recebi realmente 
tocaram meu coração enquanto Deus 
usava meu pequeno ministério para 
abençoar as pessoas e levar muitos 
corações a Ele.
Eu sabia que toda a glória por aque-
las bênçãos realmente pertence a 
Deus. Louvei ao Senhor por permitir 
que eu fosse um canal de bênçãos. 
Alguns anos se passaram desde que 
parei de gravar e postar Red Door 
Reads, mas ainda recebo notificações 
de pessoas que descobriram minhas 
mensagens recentemente ou começa-
ram a assisti-las novamente.
Red Door Reads foi o fruto do tem-
po que passei com Deus e Sua Palavra. 
Simplesmente compartilhei com ou-
tras pessoas o que Deus estava com-
partilhando comigo a cada dia no altar 
com Ele. Nesta semana, estudaremos 
sobre o papel crucial que a Palavra de 
Deus desempenha em nossa experiên-
cia no altar com Ele.
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D O M I N G O , 1 o d e j u n h o
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Eventos Finais, capítulo 5: 
“A vida devocional do remanescente”.
LEITURAS DA PORTA VERMELHA
Acesse:
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comPREENDAPREENDA
pp aulo escreveu sua carta aos cristãos 
da cidade de Colossos por volta de 
61 ou 62 d.C., durante sua primeira 
prisão em Roma. Ele ainda não tinha 
visitado a igreja de Colossos, mas, 
quando recebeu a notícia de que esta-
va se espalhando uma perigosa here-
sia que negava a divindade de Cristo, o 
apóstolo decidiu colocar a “caneta no 
papel”. O tema central de Colossenses 
é a superioridade de Cristo sobre toda 
a criação, inclusive sobre todos os po-
deres, quer sejam humanos ou sobre-
naturais (Cl 1:15-20; 2:9, 10; 3:1).
Aqueles que aceitam a Cristo par-
ticipam dos benefícios de Sua morte, 
ressurreição e nova vida. Eles são com-
pletos Nele (Cl 2:9-14; 3:1-4). Jesus é o 
cumprimento das profecias do Antigo 
Testamento, e nós que cremos com-
partilhamos das bênçãos da aliança 
prometidas a Israel (Gn 26:4; Cl 1:12, 21, 
22, 27). Portanto, segundo o apóstolo, 
uma vez que Jesus nos redimiu, nós 
deixamos de lado o velho ego pecami-
noso, que morreu com Cristo na cruz 
(Cl 2:11-15), e nos revestimos de Cristo 
e das obras de justiça. Colossenses 3 é 
o poderoso apelo de Paulo para andar 
em uma nova vida.
Paulo incentivou todos os cristãos a 
fixar a mente “nas coisas lá do alto, e 
não nas que são aqui da terra” (Cl 3:2). 
O pensamento focado neste mundo 
não é para cristãos que vão para o 
Céu. Devemos mudar o foco, porque 
nossa vida “está oculta juntamente 
com Cristo, em Deus” (v. 3).
Paulo incentivou os cristãos de Co-
lossos a permitir que a Palavra de Deus 
habitasse “ricamente” neles (Cl 3:16). 
Para experimentarmos a plenitude de 
nossa nova vida em Cristo, a Palavra 
de Deus deve preencher nossa vida.
Paulo encerrou seu apelo encorajan-
do aqueles que creem na Palavra a en-
sinar e aconselhar, cantando “salmos, 
hinos e cânticos espirituais a Deus com 
gratidão no coração” (Cl 3:16, NVI).
Colossenses 3 descreve a vida cristã 
como um ato de adoração. Tendo sido 
reconciliados com Deus por meio de 
Cristo, nós voluntariamente nos en-
tregamos no altar da transformação 
para nos tornarmos mais semelhantes 
a Cristo, pelo poder do Espírito Santo. 
A Palavra de Deus deve ser o funda-
mento de nossa vida e nos levar ao 
coração de Deus.
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S E G U N D a , 2 d e j u n h o
 PENSE
• O que significa permitir que a 
Palavra de Deus habite ricamente 
em você?
• Qual é a parte mais impactante 
do apelo de Paulo em Colossenses 
3:1-17?
CARTA DE ADVERTÊNCIA
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90
ccaa doro cozinhar. Faço muitas das refei-
ções em minha casa, e nada me traz 
mais alegria do que preparar uma refei-
ção para minha família e sentar juntos 
para apreciá-la. Aprendi que algumas 
receitas exigem tempo para que o pra-
to ganhe o sabor perfeito. Veja o tofu, 
por exemplo. Quando não está mari-
nado, ele não tem gosto, mas cubra-o 
com o molho e os temperos certos, e 
aquilo que era intragável se torna ex-
tremamente delicioso. Acredito que 
aconteça o mesmo quando passamos 
tempo meditando nas Escrituras.
Paulo aconselha os colossenses a 
deixar a Palavra de Deus habitar ne-
les ricamente ou abundantemente. 
Isso me lembra de algo que Ellen Whi-
te escreveu há muito tempo: “Quando 
empenhados no trabalho, guardem a 
mente, conservem-na firme em Deus, 
falem menos e meditem mais” (Tes-
temunhos Para a Igreja [CPB, 2021], 
v. 4, p. 515).
Ellen White viveu muito antes que 
a meditação, a atenção plena (min-
dfulness) e outras práticas religiosas 
orientais se tornassem populares. 
O que ela quis dizer com meditar na 
Palavra de Deus? Será que isso tem 
alguma ligação com o que Paulo es-
creveu sobre a Palavra de Deus habi-
tar em nós?
No Antigo Testamento, duas pala-
vras hebraicas podem ser traduzidas 
como “meditar”. Uma se refere ao 
som do sussurro e a outra significa es-
tar completamente absorto e focado 
em algo. A ideia bíblica de meditação 
é de alguém ponderando, ruminando, 
fixando-se no significado de um texto 
ou passagem bíblica. Isso é bem dife-
rente das meditações orientais, que 
nos incentivam a esvaziar a mente e 
parar de pensar. O objetivo da medi-
tação bíblica é focar a mente em Deus 
e pensar.
A prática essencial, que adquirimos 
no altar da adoração, de focar na Pa-
lavra de Deus e passar tempo medi-
tando sobre ela nos ajuda a conhecer 
mais a Deus, amá-Lo mais profunda-
mente, andar mais perto Dele e viver 
melhor para Ele.
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t e r ç a , 3 d e j u n h ocomENTEENTE
Você acha que medita atentamente na Palavra de Deus em vez de 
apenas lê-la com pressa? Como você pode melhorar esse hábito?
DEIXE MARINAR
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
omo as Escrituras devem orientar as 
orações que fazemos?
Como podemos vencer os comporta-
mentos pecaminosos que Paulo men-
cionou em Colossenses 3:5-9? Como 
isso está relacionado à nossa expe- 
riência de adoração no altar com Deus?
Quais são os melhores métodos de 
estudo da Bíblia que você já descobriu?
A oração e o estudo da Bíblia são há-
bitos espirituais separados? Por quê?
Qual é a diferença entre a medita-
ção bíblica e a meditação das religiões 
orientais?
Compare suas respostas com os 
textos a seguir. Como estes versículos 
destacam a importância de meditar na 
Palavra? Quais orientações eles nos 
dão sobre como incorporar essa práti-
ca em nossa adoração diária?
• Meditando na Palavra de Deus: 
Dt 6:6-9; 11:18-21; Jó 23:12
• O poder da Palavra: Jo 5:39, 40; 
Rm 10:17; 2 Tm 3:15; Hb 4:12, 13
• O uso da música: Sl 119:54; Ef 
5:18-21
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comPAREPARE Q U A R TA , 4 d e j u n h o
MOMENTO HIPERTEXTO
cc
MEDITAÇÃO
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
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92
comPARTILHEPARTILHE Q U I N TA , 5 d e j u n h o
Cc erta vez, li a seguinte declaração de 
Ellen White: “É impossível a qualquer 
mente humana esgotar mesmo uma 
única verdade ou promessa da Bíblia. 
Um capta a glória sob um ponto de 
vista, outro, sob outro ponto; contudo, 
podemos perceber apenas lampejos. 
O brilho completo está além de nossa 
visão” (Educação [CPB, 2021], p. 121). 
Decidi testar essa declaração tentan-
do “esgotar” o significado do versí-
culo mais curto do Novo Testamento: 
“Jesus chorou” (Jo 11:35). Eu queria 
que esse texto habitasse ricamente 
em mim (Cl 3:16).
Depois de ler João 11, que conta a 
história da ressurreição de Lázaro, 
meditei nesse único versículo, ano-
tando tudo o que me veio à mente. 
Pensei na compaixão de Jesus. Aque-
les eram Seus amigos, pessoas que 
Ele amava muito. Fiquei profunda-
mente tocado pelo fato de que Ele, o 
Deus do Universo, a própria personifi-
cação da vida, choraria pela morte de 
alguém que Ele poderia ressuscitar 
em um instante.
Pensei no fato de que Jesus conhe-
cia Lázaro antes de ele nascer. Ele ha-
via projetado Lázaro e o havia criado 
por vontade própria. Havia planejado 
a vida de Lázaro e contado seus dias. 
Ele conhecia a dor de Maria e Marta 
mais do que qualquer outro ser huma-
no jamais poderia. Então outro pen-
samento me veio à mente: Se Jesus 
chorou por Lázaro, por quem mais Ele 
poderia ter chorado que não esteja re-
gistrado nas Escrituras? E será que eu 
já O fiz chorar? Eu havia meditado em 
João 11:35 por apenas alguns minutos, 
e descobri tantas verdades profundas 
que rapidamente percebi como aquela 
declaração de Ellen White é real.
Escolha um horário e lugar no qual 
você não será perturbado. Peça a 
orientação do Espírito Santo. Tenha 
um pedaço de papel e uma caneta. 
Selecione uma passagem bíblica. Leia- 
a em seu contexto completo (não ape-
nas um versículo isolado) e, então, 
comece a pensar atentamente sobre 
ela. Analise o que as palavras e frases 
significam. Pergunte a Deus o que Ele 
quer dizer a você sobre aquela pas-
sagem. Essa prática simples de ado-
ração vai revolucionar seu estudo da 
Palavra de Deus e a maneira pela qual 
você a coloca em prática em sua vida.
à“‘à“‘
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
Escaneie o QR code para 
um conteúdo exclusivo 
do estudo da lição 
desta semana!
 PENSE
• Qual foi a experiência mais 
inesquecível que você já teve 
com o estudo da Bíblia?
O VERSÍCULO MAIS CURTO
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
8/1/2025 11:48
comSENSOSENSO
(1) (2)
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
S E X TA , 6 d e j u n h o
lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo 
esta palavra, é porque não há luz neles’ (Is 8:20, 
ACF). As Escrituras Sagradas são apresentadas ao 
povo de Deus como a proteção contra a influência 
de falsos ensinadores e o poder ilusório dos espíri-
tos das trevas. Satanás usa todos os meios possíveis 
para impedir os seres humanos de obter conheci-
mento da Bíblia, pois os claros ensinos dela desmas-
caram seus enganos. 
“Em cada reavivamento da obra de Deus, o prín-
cipe do mal atua com mais empenho. Atualmente, 
ele está concentrando todos os seus esforços em se 
preparar para a luta final contra Cristo e Seus segui-
dores. Em breve, o último grande engano aparecerá 
diante de nós. Veremos o anticristo realizando seus 
atos miraculosos. A contrafação se parecerá tanto 
com o verdadeiro que será impossível distingui-las 
sem o auxílio das Santas Escrituras. O testemunho 
da Bíblia deve servir de critério para testar toda de-
claração e todo ato sobrenatural.
“Os que se esforçam para obedecer a todos os 
mandamentos de Deus enfrentarão oposição e zom-
baria. Somente com a ajuda divina serão capazes de 
permanecer firmes. Para suportar a prova que os 
espera, os fiéis devem compreender a vontade de 
Deus como está revelada em Sua palavra, pois só 
poderão honrá-Lo se tiverem uma concepção corre-
ta de Seu caráter, governo e propósitos, e agindo de 
acordo com estes. 
“Somente aqueles que têm fortalecido a mente 
com as verdades da Bíblia poderão resistir no último 
grande conflito. Todos terão de passar pela prova 
decisiva: Obedecerei a Deus ou aos homens? O mo-
mento crítico se aproxima. Será que nossos pés estão 
firmados na rocha da imutável Palavra do Senhor? 
Estamos preparados para permanecer firmes em de-
fesa dos mandamentos de Deus e da fé em Jesus? [...]
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Após o estudo 
desta semana, 
como você pode 
tornar a Palavra de 
Deus mais central 
em sua vida?
• Como você pode 
ajudar outras 
pessoas em sua 
família, igreja ou 
grupo de amigos 
a vivenciar um 
estudo bíblico 
transformador?
• Como a Bíblia 
nos ajuda a fixar 
a mente nas 
coisas celestiais? 
(Leia Cl 3:2.)
à“‘ A SEGURANÇA DA PALAVRA DE DEUS
à“‘
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94
“Olhando para os últimos dias, o 
apóstolo Paulo declarou: ‘Haverá tem-
po em que não suportarão a sã doutri-
na’ (2Tm 4:3). Esse tempo já chegou. 
As multidões rejeitam a verdade bíbli-
ca por ela ser contrária aos desejos 
do coração pecaminoso e mundano, e 
Satanás lhes proporciona os enganos 
que lhes dão prazer.
“No entanto, Deus terá na Terra um 
povo que se fundamentará na Bíblia, e 
apenas na Bíblia, como norma de to-
das as doutrinas e base de todas as re-
formas. Nem a opinião de sábios, nem 
as deduções da ciência, nem os credos 
ou decisões dos concílios eclesiásticos, 
tão numerosos e discordantes como 
são as igrejas que representam, nem 
a voz da maioria, nada disso deve ser 
considerado como evidência a favor 
ou contra qualquer ponto de fé reli- 
giosa. Antes de aceitar qualquer dou-
trina ou preceito, devemos conferir se 
há um categórico ‘assim diz o Senhor’” 
(Ellen G. White, O Grande Conflito 
[CPB, 2021], p. 494, 495).
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M
K
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 C
P
B
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A
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ckAmar
Amamos,porque
primeiro.Ele nos
está em nosso sangue.
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95
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
UNIDADECOM
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este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
Bruno da Cista Barbosa — Líder do Mi-
nistério Jovem da Associação Norte de 
Rondônia e Acre
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 LAMPADA PARA OS PÉS 
“Lâmpada para os meus pés é a Tua 
palavra e luz para o meu caminho.” 
Salmo 119:105
Você já se perguntou como nos conec-
tamos verdadeiramente com Deus todos 
os dias? Assim como uma amizade se for-
talece pelo diálogo e pela presença, nossa 
comunhão com Deus também cresce por 
meio da meditação e da vivência de Sua 
Palavra. A Bíblia não é apenas um livro de 
histórias, mas a voz viva de Deus, que nos 
guia, renova e alimenta. Ela é essencial 
para conhecermos ao Senhor e entender-
mos Sua vontade, especialmente em um 
mundo repleto de distrações.
A Palavra revela quem é Deus. Sem a 
Palavra de Deus, não poderíamos conhecer 
Sua essência e Seu propósito. Nas Escritu-
ras, Ele Se revela como amoroso e justo. 
Ao lermos os Evangelhos, vemos o caráter 
de Jesus, que é a imagem perfeita de Deus. 
Cada versículo lido é uma oportunidade de 
nos aproximarmos Dele, que deseja um re-
lacionamento íntimo conosco. Em Jeremias 
29:13, Deus promete que nos encontrará 
quando O buscarmos de todo coração.
A Bíblia nos fortalece e nos guia. A vida 
cristã é cheia de desafios e dúvidas. Nes-
ses momentos, a Palavra é uma âncora 
que nos sustenta. Salmo 119:105 nos lem-
bra de que a Palavra é lâmpada que ilu-
mina nosso caminho. Jesus, ao enfrentar 
tentações, usou as Escrituras como força.
A Palavra nos transforma interiormente. 
A comunhão com Deus é uma transforma-
ção contínua que ocorre em nosso interior. 
DIÁLOGO ABERTO
 1. De que forma a Palavra de Deus 
pode nos fortalecer em momentos 
de dificuldade e tentação?
2. Você já experimentou situações em 
que um versículo específico o aju-
dou a enfrentar uma dificuldade?
Romanos 12:2 nos exorta a não nos confor- 
marmos com este mundo, mas a sermos 
renovados em nossa mente. Ao passar-
mos tempo com a Bíblia, nossos pensa- 
mentos se alinham com a vontade de 
Deus, permitindo-nos ver a verdadeira 
identidade que Ele nos deu.
A Palavra de Deus estudada com oração 
é essencial para uma comunhão genuí-
na. Ela nos revela quem é Deus, nos guia, 
fortalece nossa fé e transforma nosso in-
terior. Ao ler a Bíblia diariamente, permi-
timos que o Senhor fale conosco e molda-
mos nossa vida segundo a Sua vontade.
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ckAmar
amamos porque
primeiroEle nos
Está em nosso sangue
amou
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10MW23 Michelson Borges/Kaleb de Carvalho
e o coração
o altar
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição: PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Jr 17
7 a 13 de junho
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: JR 17
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Lição 11
97
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comTEXTOTEXTO
o altar aa
D O M I N G O , 8 d e j u n h o
lguns anos atrás, ouvi uma história 
engraçada sobre Darren, um homem 
que estava enfrentando problemas e 
foi consultar sua psicóloga. Sentado 
no sofá em frente à profissional, ele 
explicou o problema: “Não estou dor-
mindo muito bem. Acabei de fazer um 
check-up e o médico disse que não há 
nada de errado comigo, mas eu deito 
e não consigo dormir. Estou um caco 
no dia seguinte porque estou exausto. 
Preciso dormir um pouco.”
A psicóloga ouviu atentamente, 
obviamente preocupada. Depois de 
um momento, ela perguntou: “Se não 
é um problema de saúde, existe algo 
preocupando você que pode estar 
mantendo você acordado?”
Ele respondeu: “Poderíamos ex-
pressar as coisas dessa forma, mas 
para ser mais honesto, é minha cons-
ciência. Fiz algumas coisas das quais 
estou envergonhado, e minha cons- 
ciência está me incomodando.” Darren 
observou a psicóloga um pouco nervo-
so, tentando avaliar a reação dela.
“Isso é compreensível”, ela respon-
deu, deixando Darren à vontade. “Às 
vezes, fazemos coisas que vão contra 
nossos princípios ou valores, e nossa 
consciência pode nos roubar o sono 
até consertarmos as coisas.” Ela sor-
riu, tentando aliviar o clima. “Você 
gostaria que eu o ajudasse a aliviar o 
peso da sua consciência?” Darren não 
entendeu a piada.
“Na verdade, eu estava pensando 
se você poderia me ajudar a me livrar 
dela de vez”, Darren respondeu sem 
um pingo de humor. Ele achava que o 
problema era sua consciência.
Como seres humanos, às vezes, nos 
enganamos a nós mesmos, acreditan-
do que nosso coração não é tão mau 
quanto realmente é. Achamos que se 
pudéssemos simplesmente aquietar 
nossa consciência, tudo ficaria bem. 
Nesta semana, vamos explorar a liga-
ção entre os altares onde adoramos e 
a condição de nosso coração.
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, O Cuidado de Deus, 
“Dou meu coração”.
Acesse:
EXISTE ALGUMA SOLUÇÃO PARA ISSO?
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98
s e g u n d a , 9 d e j u n h o
ministério profético de Jeremias para 
Judá, o reino do sul, durou de 627 a.C. 
até pouco depois da queda de Jerusa-
lém em 587 a.C. Esse foi um período 
de terrível apostasia e declínio espiri-
tual. Quando Jeremias era apenas um 
adolescente, Deus o designou para ser 
Seu porta-voz e levar uma mensagem 
a respeito de destruição iminente. 
Israel, o reino do norte, já tinha sido 
levado em cativeiro pelos assírios, 
mas Judá não havia aprendido nada 
com aquela catástrofe. Por causa dos 
pecados de Judá, os babilônios logo 
os conquistariam e os levariam para 
o exílio. A mensagem devastadora de 
Jeremias era extremamente impopu-
lar, e ele foi duramente perseguido por 
pregá-la com fidelidade.
Jeremias argumentou que a causa 
da crise iminente era que o coração 
do povo estava distante de Deus. Sua 
mensagem de advertência destacava 
a corrupção do coração. Segundo ele, 
os pecados do povo estavam escritos 
“com um ponteiro de ferro e com pon-
ta de diamante” (Jr 17:1), mostrando 
como estavam profundamente enrai-
zados no coração das pessoas.
Por meio de Jeremias, Deus apre-
sentou um contraste gritante entre 
pessoas cujo coração era fiel a Ele e 
aquelas cujo coração confiava na capa-
cidade humana (Jr 17:5-8). O problema 
é agravado pelo fato de que o coração 
humano faz um péssimo trabalho de 
autodiagnóstico. Ele é extremamente 
propenso ao autoengano (v. 9). So-
mente Deus pode sondar o coração e 
avaliar nossa verdadeira condição es-
piritual (v. 10).
O diagnóstico de Deus sobre o co-
ração do povo levou Jeremias a excla-
mar: “Cura-me, Senhor, e serei curado; 
salva-me, e serei salvo, porque Tu és 
o meu louvor” (v. 14). É evidente que 
Jeremias sentia sua própria peca-
minosidade. Ele queria que a nação 
se voltasse para Deus, mas, naquele 
momento, ele examinou o próprio co-
ração e reconheceu a própria necessi-
dade de restaurar seu relacionamentocom Deus.
O capítulo termina com o desejo de 
Deus de ver Judá mais uma vez guar-
dar o sábado (v. 19-27). Deus levava 
isso muito a sério: continuar a tra-
balhar no dia de descanso do Senhor 
causaria a destruição de Jerusalém 
(v. 27). O sábado era um sinal da fide-
lidade e consagração de Israel a Deus. 
A atitude deles em relação ao sábado 
revelava que seus altares de adora- 
ção estavam destruídos e que o co- 
ração deles estava deteriorado.
oo
comPREENDAPREENDA
 PENSE
• O que Jeremias 17 promete àqueles 
que obedecem a Deus e santificam 
o sábado?
• Quais riscos Jeremias enfrentou ao 
anunciar uma mensagem indesejada 
sobre arrependimento?
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ADVERTÊNCIA SÉRIA
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
t e r ç a , 1 0 d e j u n h o
bastante revelador que, mesmo naque-
le momento da história de Israel, Deus 
ainda estivesse buscando mudança no 
coração de Seu povo. Quando a Bíblia 
fala sobre coração, não está se referin-
do ao órgão em nosso peito. Em vez 
disso, é a sede de nossa consciência, de 
onde vêm os pensamentos e desejos. O 
rei Salomão descreveu o coração como 
o centro de nossos pensamentos e emo-
ções, ao escrever: “Acima de todas as 
coisas, guarde seu coração, pois ele di-
rige o rumo de sua vida” (Pv 4:23, NVT). 
Jesus também falou metaforicamente 
do coração como a fonte de nossos pen-
samentos pecaminosos (Mc 7:21).
Jeremias 17 revela que séculos de 
adoração falsa e idolatria corrompe-
ram a mente do povo de Deus. O rei 
Josias, contemporâneo de Jeremias 
por um tempo, “tinha purificado dos 
altares idólatras o país, mas o coração 
da multidão não tinha sido transfor-
mado” (Ellen G. White, Profetas e Reis 
[CPB, 2021], p. 241). Mesmo depois que 
Josias realizou uma destruição gene-
ralizada dos altares pagãos de Judá, 
a marca da idolatria permaneceu no 
coração do povo. Os profetas daquela 
época deixaram claro que é possível 
remover ídolos físicos e, ainda assim, 
levantar “ídolos dentro de seu cora-
ção” (Ez 14:3).
Por meio do profeta Jeremias, Deus 
convidou Seu povo para passar por 
uma reforma do coração, que só pode-
ria ser feita retornando à adoração do 
Deus verdadeiro. A vida devocional da 
nação havia sido substituída por falsos 
altares que eles haviam criado e fal-
sos deuses copiados de nações pagãs. 
A ênfase no sábado em Jeremias 17 
é um chamado direto para renovar a 
adoração verdadeira e reconstruir o 
altar da comunhão pessoal, para que 
o coração fosse transformado e o rela-
cionamento com Deus renovado.
Por que a ligação entre o altar de 
adoração e o coração (ou mente) é 
tão importante? Ellen White explicou: 
“Cada órgão do corpo foi feito para 
ser servo da mente. A mente é a ca-
pital do corpo. A mente controla todo 
o ser. Todas as nossas ações, boas ou 
más, têm sua origem na mente. É a 
mente que adora a Deus e nos põe em 
contato com os seres celestiais” (Men-
te, Caráter e Personalidade, v. 1, p. 72). 
Ela comentou ainda: “Não há palavras 
para descrever as profundas bênçãos 
do louvor genuíno” (Testemunhos 
Para a Igreja [CPB, 2021], v. 9, p. 112). 
A adoração autêntica transforma a 
mente e renova o coração.
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comENTEENTE
O que é um ídolo do coração? (Leia Ez 14:3-7)
CORAÇÃO TRANSFORMADO
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comPAREPARE Q U A R TA , 1 1 d e j u n h o
e que maneira a obediência a Deus é 
um ato de adoração? Explique com 
base em Mateus 15:7-9 e outros textos 
bíblicos.
Quando entregamos a Deus nosso 
coração, quais mudanças serão visí-
veis em nossa vida?
Quais coisas podem afastar nosso 
coração de Deus e de Sua Palavra?
De que maneiras o tempo devocio-
nal com Deus purifica seu coração?
Qual é o papel do Espírito Santo em 
transformar nosso coração? (Leia Ez 
36:25-27)
Como você pode resistir ao dese-
jo de passar tempo nas redes sociais 
em vez de dedicar tempo à Palavra de 
Deus?
Compare suas respostas aos textos 
que lerá a seguir. Como os versículos 
se relacionam com o cuidado com o 
coração?
• De todo o coração: Jr 3:10; Mc 12:30
• Um coração que não está em har-
monia com Deus: Is 29:13; Ez 33:31; 
Mt 13:15; 15:7-9; Mc 7:21, 22; At 8:21
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MOMENTO HIPERTEXTO
CORAÇÃO
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
eedd
101
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
studo publicado em 2024 revelou que 
entre a população mundial de pouco 
mais de 8 bilhões, 67,1% (5,44 bilhões 
de pessoas) usam a internet e 62% 
(5,07 bilhões de pessoas) usam algu-
ma rede social (whatsthebigdata.com/ 
internet-statistics/). Em média, os usuá- 
rios de redes sociais passam quase 
três horas por dia em plataformas di-
gitais, totalizando 720 bilhões de mi-
nutos coletivos de uso a cada dia. Em 
um ano, isso é “mais de 260 trilhões 
de minutos, ou 500 milhões de anos 
de tempo humano coletivo” (Simon 
Kemp, “The Time We Spend on Social 
Media”, DataReportal, 2024). Isso se-
quer inclui o tempo que passamos em 
outros dispositivos digitais, como TVs 
e computadores. Será que podemos 
consumir por tanto tempo conteúdo 
secular sem que nosso coração seja 
impactado ou mudado?
Em Mateus 6:21, Jesus declarou: 
“Porque, onde estiver o seu tesouro, aí 
estará também o seu coração.” Em ou-
tras palavras, o que ocupa nosso tem-
po, atenção e interesse é o que mais 
valorizamos. As coisas deste mundo 
competem constantemente pelo pri-
meiro lugar em nosso coração, e é por 
isso que Jesus nos advertiu a colocar 
todas essas coisas em segundo plano 
e buscar “em primeiro lugar o reino de 
Deus” (Mt 6:33).
A luta por nosso coração é uma com-
petição por quem irá capturar e pren-
der nossa atenção. “Uma das leis que 
regem nosso intelecto faz com que 
ele se adapte pouco a pouco aos as-
suntos nos quais é ensinado a se con-
centrar. Se a mente se ocupar apenas 
com coisas vulgares, acabará ficando 
atrofiada e fraca” (Ellen G. White, Pa-
triarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 528).
Aquilo em que escolhemos nos con-
centrar é o que escolhemos nos tornar. 
Essa é uma realidade preocupante em 
uma era de completa imersão digital, 
quando facilmente passamos tanto 
tempo rolando o feed e clicando de um 
vídeo ou postagem para o outro quase 
sem pensar.
O que você faz para proteger seu 
coração (ou mente) quando está a to- 
do tempo exposto a distrações digi-
tais? (Leia Pv 4:23.)
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comPARTILHEPARTILHE q u i n ta , 1 2 d e j u n h o
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
 PENSE
• Quais são as distrações que você 
enfrenta em seu tempo devocional 
e como você consegue ter um tempo 
de qualidade com Deus?
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
Escaneie o QR code para 
um conteúdo exclusivo 
do estudo da lição 
desta semana!
PROBLEMAS CARDÍACOS
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102
comSENSOSENSO
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
(1) (2)
““
S E X TA , 1 3 d e j u n h o
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Quais são os “ídolos 
do coração” mais 
comuns hoje em dia?
• Como a condição 
espiritual de nosso 
coração reflete como 
está nosso altar de 
adoração?
• Por que Deus 
escolheu Jeremias, 
um jovem (Jr 1:7), 
para fazer um 
chamado tão sério 
ao arrependimento?
• O que significa 
adorar a Deusapenas 
com os lábios e não 
com o coração? 
(Leia Mt 15:7-9.)
reforma concretizada por Josias tinha purificado 
dos altares idólatras o país, mas o coração da mul-
tidão não tinha sido transformado. As sementes da 
verdade que haviam germinado com a promessa de 
abundante colheita tinham sido sufocadas pelos es-
pinhos. Outra apostasia semelhante a essa seria fa-
tal; por isso, o Senhor procurou despertar a nação 
para que reconhecesse o perigo. Unicamente sen-
do leais a Jeová poderiam esperar o favor divino e 
a prosperidade.
“Jeremias chamou repetidamente a atenção do 
povo para os conselhos dados em Deuteronômio. 
Mais do que qualquer outro profeta, ele deu ênfase 
aos ensinos da lei mosaica e mostrou como essas 
instruções poderiam trazer a mais elevada bênção 
espiritual para a nação e para cada coração indivi- 
dualmente. Ele insistia: ‘Perguntai pelas veredas 
antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e acha-
reis descanso para a vossa alma’ (Jr 6:16).
“Certa ocasião, por ordem do Senhor, o profeta se 
pôs numa das principais entradas da cidade e ape-
lou para a importância da santificação do sábado. 
Os habitantes de Jerusalém estavam em perigo de 
perder de vista a santidade do sábado e foram sole-
nemente advertidos para não seguir suas atividades 
seculares nesse dia. Uma bênção fora prometida sob 
a condição de obediência. ‘Se, deveras, Me ouvirdes, 
diz o Senhor, não introduzindo cargas pelas portas 
desta cidade no dia de sábado, e santificardes o dia 
de sábado, não fazendo nele obra alguma, então, pe-
las portas desta cidade entrarão reis e príncipes, que 
se assentarão no trono de Davi, andando em carros 
e montados em cavalos, eles e seus príncipes, os ho-
mens de Judá e os habitantes de Jerusalém; e esta 
cidade será para sempre habitada’ (Jr 17:24, 25).
“Essa promessa de prosperidade como recompen-
sa pela fidelidade foi acompanhada por uma profecia 
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CORAÇÕES LONGE DE DEUS
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
de terríveis juízos que cairiam sobre 
a cidade caso seus habitantes fossem 
desleais a Deus e à Sua lei. Se as ad-
vertências para obedecer ao Senhor, 
Deus de seus pais, e para santificar 
Seu dia de sábado não fossem aten-
didas, a cidade e seus palácios seriam 
totalmente destruídos pelo fogo.
“Assim o profeta se manteve firme 
em defesa dos bons princípios de uma 
vida correta, tão claramente esboça-
dos no livro da lei. Mas as condições 
prevalecentes na terra de Judá eram 
tais que somente pelas mais incisivas 
medidas poderia ser efetuada uma 
mudança para melhor; por isso, ele 
trabalhou com o máximo fervor pelos 
impenitentes. ‘Lavrai para vós outros 
campo novo’, ele pedia, ‘e não semeies 
entre espinhos.’ ‘Lava o teu coração da 
malícia, ó Jerusalém, para que sejas 
salva!’” (Jr 4:3, 14; Ellen G. White, Pro-
fetas e Reis [CPB, 2021], p. 241, 242).
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Jovem e o Feliz7Play:
 PERDÃO E RENOVAÇÃO 
“Ela respondeu: – Ninguém, Senhor! 
Então Jesus disse: – Também eu não 
a condeno; vá e não peque mais.” 
João 8:11
A Bíblia nos ensina sobre o poder do 
perdão e da renovação por meio da his-
tória da mulher adúltera. Em João 8:3-11, 
lemos sobre uma mulher que foi trazida a 
Jesus, acusada de adultério. Os escribas e 
fariseus, tentando testar Jesus, pergunta-
ram se ela deveria ser apedrejada confor-
me a Lei de Moisés. Jesus, com sabedoria 
divina, respondeu: “Quem de vocês estiver 
sem pecado seja o primeiro a atirar uma 
pedra nela.” Um a um, os acusadores fo-
ram embora, deixando a mulher sozinha 
com Jesus. Ele então lhe disse: “Mulher, 
onde estão eles? Ninguém condenou 
você?” Ela respondeu: “Ninguém, Senhor!” 
E Jesus lhe disse: “Também Eu não a con-
deno; vá e não peque mais.”
Esse relato mostra que Jesus oferece 
perdão e uma nova chance de vida. Ele 
não apenas perdoou a mulher, mas tam-
bém a chamou a uma transformação, a 
abandonar seu passado e viver uma vida 
nova. Em 2 Coríntios 5:17 lemos: “E, assim, 
se alguém está em Cristo, é nova criatura; 
as coisas antigas já passaram; eis que se 
fizeram novas.” Jesus nos chama a uma 
vida de renovação e mudança contínua, 
abandonando nossos erros e abraçando 
uma nova vida em Cristo.
A história da mulher adúltera é uma 
poderosa lembrança de que Deus é mise-
ricordioso e está disposto a nos perdoar, 
não importa quão grande seja o nosso 
erro. Porém, Ele também nos desafia a 
usar o perdão como ponto de partida para 
uma vida nova, comprometida em buscar 
a santidade.
Ewerton Cruz — Líder do Ministério Jo-
vem da ASuR
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DIÁLOGO ABERTO
 1. Pense na história da mulher adúlte-
ra e no perdão que ela recebeu de 
Jesus.
2. Quão certo você está de que foi per-
doado por Jesus? O que o faz ter 
essa certeza?
3. Como esse perdão impacta sua vida 
diária e suas escolhas?
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
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10MW23 Michelson Borges/Kaleb de Carvalho
três mensagens
o altar e as
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição: PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Ap 14
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: AP 14
14 a 20 de junhoLição 12
P4
106
comTEXTOTEXTO
inha esposa Kemba e eu estávamos 
casados havia sete ou oito anos quan-
do planejei fazer uma grande surpre-
sa. Na época, ainda dirigíamos o carro 
que havíamos comprado na faculdade, 
logo depois de nosso casamento, e era 
hora de adquirir um novo. Comecei a 
procurar concessionárias locais e en-
contrei um carro que sabia que minha 
esposa adoraria.
Depois de conseguir um emprésti-
mo no banco, comprei o carro e – uau! 
– fiquei extasiado ao tirá-lo da conces-
sionária naquela sexta-feira. Eu tinha 
que encontrar um lugar para escondê- 
lo até a grande revelação. Um amigo 
me emprestou sua garagem para dei-
xar o carro, e decidimos que no sába-
do à noite eu levaria Kemba e faria a 
surpresa.
Naquele sábado à noite, consegui 
levá-la paraa casa do meu amigo. 
Quando ele e a esposa fizeram pipoca, 
decidi esconder a chave do carro no 
fundo do copo de Kemba. Finalmen-
te, ela encontrou a chave. “Ei, o que 
é isso?”, ela disse. “Dwain, você me 
comprou um carro?”
Um grande sorriso se espalhou pelo 
meu rosto, e eu não consegui mais 
esconder o entusiasmo. Levei-a até a 
garagem onde o carro a esperava com 
um grande laço vermelho no capô. 
Todo o meu esforço, a preparação e o 
planejamento valeram a pena quando 
vi o sorriso no rosto de minha esposa 
naquela noite.
Nesta semana estudaremos a res-
peito de três mensagens cruciais que 
devemos compartilhar com o mundo. 
Mas será impossível fazer isso se não 
nos prepararmos adequadamente. 
Deus está procurando pessoas que 
estejam prontas para revelar essas 
mensagens a um mundo que precisa 
desesperadamente delas.
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, 
capítulo 12: “Os três anjos e o outro anjo”.
Acesse:
SURPRESA!
107
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comPREENDAPREENDA
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S E G U N D a , 1 6 d e j u n h o
MENSAGEM PARA COMPARTILHAR
pocalipse 14 gira em torno de três men-
sagens que Deus enviou ao mundo 
para preparar as pessoas de todos os 
lugares para o breve retorno de Cristo. 
Deus levantou a Igreja Adventista do 
Sétimo Dia exatamente para proclamar 
essa última advertência ao mundo.
O primeiro anjo de Apocalipse 14 tem 
um “evangelho eterno para pregar aos 
que habitam na terra” (Ap 14:6). Essa 
mensagem convida todas as pessoas a 
temer a Deus, dar-Lhe glória e adorar 
“aquele que fez o céu, a terra, o mar 
e as fontes das águas” (v. 7). Não se 
trata de um novo evangelho, mas do 
“evangelho eterno” – atual, atemporal, 
essencial, necessário e permanente. 
Os profetas do Antigo Testamento es-
peravam pelo cumprimento do evan-
gelho, e a igreja apostólica alcançou o 
mundo com essa mensagem.
O segundo anjo anuncia: “Caiu a 
grande Babilônia” (Ap 14:8). Essa men-
sagem chama os verdadeiros adorado-
res de Deus a rejeitar todas as crenças 
e formas humanas de adoração, que 
não estão em harmonia com as Escri-
turas. Deus nos chama para fora da fal-
sa adoração de Babilônia e, com isso, 
não recebermos as pragas que Ele 
enviará por causa dos pecados desse 
falso sistema religioso (Ap 18:4).
As duas primeiras mensagens são 
poderosas, mas a mensagem do ter-
ceiro anjo aumenta em intensidade. 
Por quê? Porque a mensagem do ter-
ceiro anjo envolve o evangelho eterno 
e o chamado à verdadeira adoração 
(proclamados pelo primeiro anjo), 
bem como o chamado para se afastar 
da adoração falsa e de tudo o que é 
contrário à vontade de Deus (procla-
mado pelo segundo anjo).
No entanto, essa mensagem tam-
bém inclui uma advertência assusta-
dora que não está presente nas duas 
primeiras mensagens (leia Ap 14:9, 10). 
Além de identificar os adoradores de 
Satanás como aqueles que adoram 
a besta e recebem sua marca, essa 
mensagem também revela quem são 
os verdadeiros adoradores de Deus, 
que foram selados e que pertencem a 
Ele: eles têm “perseverança”, além de 
guardar “os mandamentos de Deus e 
a fé em Jesus” (v. 12).
Devemos apresentar um evangelho 
que envolve adoração e advertência, 
mas nada será capaz de conquistar os 
corações como apresentar o Senhor 
Jesus Cristo, o Salvador que perdoa os 
pecados da humanidade, a única espe-
rança para um mundo que perece.
__________________________________
 PENSE
• Por que o assunto da adoração é 
tão importante no fim dos tempos?
• À primeira vista, os três anjos de 
Apocalipse 14 apresentam uma 
mensagem assustadora. Como 
podemos anunciá-la mostrando 
nosso amor a Deus e às pessoas?
P4
108
oo tema da adoração atravessa as três 
mensagens angélicas. A primeira men-
sagem destaca os elementos essen-
ciais da verdadeira adoração, enquan-
to a segunda e a terceira apresentam 
advertências enfáticas contra a falsa 
adoração. O primeiro anjo ordena que 
todos “adorem Aquele que fez o céu, 
a terra, o mar e as fontes das águas” 
(Ap 14:7) pelo fato de que Ele já come-
çou a julgar os habitantes do mundo.
O sinal de nossa adoração e fide-
lidade a Deus é nosso amor por Ele, 
que se expressa em guardar Seus 
mandamentos (Jo 14:15), o que inclui 
a santificação do sábado. Em Êxodo 
31:13, Deus exorta os israelitas recém- 
libertados a guardar o sábado, “pois 
é sinal entre Mim e vocês de geração 
em geração, para que vocês saibam 
que Eu sou o Senhor, que os santifi-
ca”. O sábado é um memorial da cria-
ção e da redenção – portanto, quando 
o guardamos, honramos a Deus como 
nosso Criador e Redentor.
Por que esse foco na adoração ao 
Criador é tão essencial para os adven-
tistas do sétimo dia? Pense no início 
do movimento adventista, logo depois 
do Grande Desapontamento de 1844. 
Os pioneiros adventistas começaram a 
estudar as profecias de Daniel e Apoca-
lipse para descobrir o que não haviam 
entendido a respeito da segunda vinda 
de Cristo, que eles acreditavam que 
ocorreria em outubro de 1844. 
Nesse mesmo ano, sem o conheci-
mento dos primeiros adventistas, es-
tavam acontecendo várias coisas que 
transformariam o mundo profunda-
mente. Foi em 1844 que Charles Darwin 
terminou de escrever o primeiro rascu-
nho da obra A Origem das Espécies, 
popularizando a teoria evolucionista 
das origens que alimentaria o ateísmo. 
Em 1844, Karl Marx escreveu seus Ma-
nuscritos Econômico-Filosóficos (tam-
bém conhecidos como Manuscritos de 
1844), formando a base dos regimes 
comunistas mais crueis do século 20.
Será coincidência que quando esses 
poderosos movimentos antibíblicos 
começaram, Deus estava trazendo à 
existência um povo que tem a missão 
de proclamar as boas-novas da salva-
ção, adorar o Deus criador e chamar 
homens e mulheres do pecado para a 
segurança em Cristo? Quando Deus 
chamou a Igreja Adventista do Sétimo 
Dia à existência, Ele queria uma igreja 
que não apenas pregasse, mas vivesse 
o que prega. A preparação para pro-
clamar as solenes mensagens de Apo-
calipse 14 começa em nosso altar de 
adoração, em nossos momentos pes-
soais com Deus.
t e r ç a , 1 7 d e j u n h ocomENTEENTE
Qual é o peso das três mensagens angélicas na sua vida pessoal 
e social? 
vv
MENSAGEM CENTRADA NA ADORAÇÃO
109
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
ocê acha que às vezes temos uma 
falsa sensação de segurança por co-
nhecermos as três mensagens angé-
licas? Conhecê-las é o suficiente para 
ser salvos?
Você acredita que os adventistas do 
sétimo dia têm uma mensagem espe-
cial para compartilhar com o mundo? 
Por quê?
Como você pode ajudar seus amigos 
a se prepararem para a breve volta de 
Jesus?
Como sua experiência diária de 
adoração o prepara para se colocar ao 
lado de Cristo quando o povo de Deus 
for perseguido?
Como manter um período regular 
de adoração pode influenciar positi-
vamente seu lar, sua família, igreja e 
sociedade?
Compare suas respostas com os 
textos bíblicos a seguir. O que os ver-
sículos revelam sobre a experiência 
daqueles que proclamam as três men-
sagens angélicas?
• A mensagem tem um preço: Mt 
10:22; 1Pe 4:12; Ap 12:11; 13:15-17
• O triunfo da mensagem: Mt 24:14; 
Rm 8:37; Ap 14:12; 18:1
__________________________________
__________________________________
__________________________________
__________________________________comunhão 
diária com Deus em um mundo perfei-
to! Infelizmente, Adão e Eva acabaram 
trocando a conexão com Deus por 
uma falsa promessa de algo melhor, 
algo que o Criador supostamente es-
tava retendo deles. Nunca podemos 
esquecer que a qualidade de nosso re-
lacionamento com Deus é nossa única 
proteção contra Satanás.
__________________________________
__________________________________
__________________________________
aa
comENTEENTE
De que maneiras seu relacionamento com Deus o protege das tentações?
ADVERTIDOS E PROTEGIDOS
P4
10
pp
comPAREPARE Q U A R TA , 2 d e a b r i l
bem provável que você já tenha se 
perguntado o porquê de apenas uma 
mordida no fruto desencadear toda a 
degradação da humanidade.
Teria Deus agido de modo muito ra-
dical? Afinal, foi apenas um fruto de 
apenas uma árvore. Não é possível 
que Deus seria tão implacável assim.
Acontece, querido jovem, que justa-
mente por isso, por se tratar de uma 
restrição apenas, o pecado se tornou 
indesculpável. Imagine se Deus tivesse 
invertido a ordem, dizendo que Adão 
e Eva não poderiam cuidar, explorar e 
conhecer as maravilhas do Jardim. 
Imagine se Deus lhes ordenasse a pas-
sar longe de tudo e ficar apenas sob 
uma árvore. Imagine que Adão e Eva 
só pudessem comer de um tipo de fru-
to por toda a sua existência.
Mas não foi isso o que aconteceu! 
Tudo era permitido ao casal. Havia 
abundância de cores, sabores e ex-
periências. Contudo, somente uma 
restrição foi feita. Adão e Eva foram 
advertidos pelos anjos. E encontravam 
proteção na companhia um do outro e 
na presença constante de Deus.
Não foi apenas pela mordida no fru-
to. Há muito mais coisas envolvidas na 
tragédia humana. Pense nisso e com-
pare suas conclusões com os textos 
a seguir:
• A obra de Satanás: Jó 1:6, 7; Lc 22:1-
6; Jo 8:44; Ap 20:1-3
• Como resistir ao inimigo: Zc 3:1, 2; 
Mt 16:23; Ef 6:10-16; Tg 4:7
__________________________________
__________________________________
éé
MOMENTO HIPERTEXTO
REDESEMÂNTICA
possibilidades acertar
referencial
errar opções
Rede semântica é como um mapa 
mental composto por palavras e conceitos 
relacionados entre si e formados a partir 
de um elemento-chave. Veja o exemplo 
e faça o seu.
Em classe, observe como as redes são tão 
diferentes quanto o número de pessoas 
presentes. E esse é o lance: cada rede 
representa aquilo que faz sentido para 
cada pessoa.
Exemplo de rede semântica:
ESCOLHA
MOMENTO HIPERTEXTO
11
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
rovavelmente, é impossível expressar 
em palavras o estado de degradação 
em que Adão e Eva se encontravam 
depois de pecarem. A condição espi-
ritual e física deles mudou imediata-
mente. Sua perda de pureza os levou 
a tentar se cobrir, mas seu esforço e 
engenhosidade humana não produ-
ziram nada melhor do que folhas de 
figueira como roupas (Gn 3:7).
Até hoje, costurar folhas de figuei-
ra continua sendo uma das maiores 
paixões da humanidade. Muitos ainda 
usam folhas de figueira para se cobrir. 
Para alguns, é a folha de figueira da 
fuga – eles racionalizam seus pecados, 
criam justificativas e nunca os enfren-
tam. Para outros, é a folha de figueira 
da força de vontade. Dizem: “Garan-
to que nunca mais vou fazer isso.” 
Alguns tentam “lavar” seus pecados 
aplicando o “detergente” das boas 
obras. A verdade é que nenhuma des-
sas opções pode cobrir nossa nudez 
espiritual. Elas são tão inadequadas 
quanto as roupas de folha de figuei-
ra que Adão e Eva criaram. Todas são 
tentativas de esconder de Deus o que 
o pecado fez conosco.
É por isso que a imagem de um 
Deus que vai em busca de Seus ama-
dos é tão revolucionária (Gn 3:8, 9). 
O pecado havia rompido a conexão 
deles com o Criador, mas lá estava 
Deus convidando Adão e Eva a ir até 
Ele. O Senhor ofereceu um raio de 
esperança ao casal caído enquanto 
repreendia a serpente: “Porei inimiza-
de entre você e a mulher, entre a sua 
descendência e o descendente dela. 
Este lhe ferirá a cabeça, e você Lhe fe-
rirá o calcanhar” (v. 15). Deus enviaria 
um Libertador cujo sacrifício faria o 
que nenhuma folha de figueira jamais 
poderia: salvar do pecado seres huma-
nos caídos.
O desejo de Deus de restaurar a 
humanidade O levou de volta ao Éden 
depois que Adão e Eva pecaram. O 
Criador veio para reconstruir o altar 
deles e a conexão que tinham. Seria 
um lugar para recordar a bondade di-
vina, um lugar de sacrifício e oração. 
Só podemos restaurar nosso relacio-
namento rompido com Deus quando 
reconstruímos nossos altares de ado-
ração que estão em ruínas.
__________________________________
pp
comPARTILHEPARTILHE q u i n ta , 3 d e a b r i l
 PENSE
• O que podemos aprender sobre o 
caráter de Deus a partir de como 
Ele reagiu ao pecado de Adão e Eva?
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
acertar
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
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do estudo da lição 
desta semana!
RAIO DE ESPERANÇA
P4
12
comSENSOSENSO
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
(1) (2)
Fe
li
z 
7 
P
la
y
adv.st/aindahoje
Assista esse 
suspense!
U m s u s p e n s e i n t e n s o q u e d e s a f i a e s c o l h a s
e t ra n s f o r m a v i d a s . E n t re a r re p e n d i m e n t o, p e rd ã o
e a l u t a p e l a re d e n ç ã o, d e s c u b ra u m a h i s t ó r i a
e m o c i o n a n t e s o b re f é e e s p e ra n ç a .
S E X TA , 4 d e a b r i l
epois de ser expulso do Céu, Satanás decidiu fazer 
tudo o que estava ao seu alcance para destruir a be-
leza e a pureza das criaturas mais sublimes de Deus, 
Adão e Eva (Ap 12:9). Ele ainda trabalha com toda a 
intensidade, ainda mais agora que sabe “que pouco 
tempo lhe resta” (Ap 12:12). Embora os ataques te-
nham se multiplicado e aumentado em frequência, 
todos eles são variações do mesmo tema. Eles são 
assustadoramente familiares. Ellen White descreveu 
com muita precisão a essência das falsas alegações 
de Satanás:
“O diabo afirmou que, ao comer do fruto dessa ár-
vore, Adão e Eva atingiriam uma esfera mais elevada 
de existência e entrariam para um campo mais vasto 
de conhecimento. Ele próprio havia comido do fruto 
proibido e, como resultado, adquirira o dom da fala. 
E insinuou que, por egoísmo, o Senhor desejava privá- 
los daquele fruto, com receio de que chegassem a 
um nível de igualdade com Ele. Foi por causa de suas 
maravilhosas propriedades, que transmitiam sabe-
doria e poder, que Ele lhes havia proibido de prová-lo 
ou mesmo de tocar nele. O tentador insinuou que a 
advertência divina não devia ser efetivamente cum-
prida, era apenas para intimidá-los. Como seria pos-
sível eles morrerem? Não haviam comido da árvore 
da vida? Segundo ele, Deus procurava impedi-los de 
atingir um desenvolvimento mais nobre e de encon-
trar maior felicidade.
“Essa tem sido a obra de Satanás desde os dias de 
Adão até hoje, e dessa forma ele tem prosseguido 
com grande êxito. Ele tenta os homens a desconfia-
rem do amor de Deus e duvidarem de Sua sabedoria. 
Está constantemente procurando despertar um espí-
rito de irreverente curiosidade, um desejo inquieto e 
questionador de se intrometer nos segredos da sabe-
doria e poder divinos. Em seus esforços de pesquisar 
o que Deus preferiu reter, multidões se descuidam 
d DISCUTA 
EM CLASSE
• Como você pode 
ajudar alguém cujo 
relacionamento com 
Deus está fragilizado 
ou mesmo rompido?
• Se Adão e Eva 
pecaram em um 
mundo perfeito, 
como podemos nós, 
que vivemos em um 
mundo caído, resistir 
às tentações de 
Satanás?
• Adão e Eva culparam 
um ao outro por suas 
próprias decisões. 
O que isso lhe diz 
sobre si mesmo?__________________________________ 
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comPAREPARE Q U A R TA , 1 8 d e j u n h o
MOMENTO HIPERTEXTO
MENSAGENS
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
vv
P4
110
comPARTILHEPARTILHE
m sentido especial, os adventistas do 
sétimo dia foram postos no mundo 
como vigias e portadores de luz. A 
eles foi confiada a última mensagem 
de advertência a um mundo a perecer. 
Sobre eles incidiu a maravilhosa luz da 
Palavra de Deus. Foram incumbidos de 
uma obra da mais solene importância: 
a proclamação da primeira, segunda 
e terceira mensagens angélicas. Não 
existe nenhuma outra obra de tão 
grande importância. Eles não devem 
permitir que nenhuma outra coisa lhes 
absorva a atenção” (Ellen G. White, 
Testemunhos Para a Igreja [CPB, 2021], 
v. 9, p. 20).
Em vez de nos preocuparmos com 
o fato de que parece ser impossível 
pregar o evangelho em todo o mundo, 
uma atitude melhor é focar na capaci-
dade de Jesus de impactar o planeta 
com apenas algumas pessoas que pas-
sam tempo diariamente com Ele. Pen-
se nisto: com 12 discípulos – um dos 
quais era traidor – Jesus deu início a 
um movimento que, dois mil anos de-
pois, levou você e a mim a conhecê-Lo. 
Doze seres humanos com tendências 
pecaminosas, defeitos e problemas. 
Com apenas 12 pessoas, Jesus impac-
tou o mundo inteiro!
Como Jesus foi tão bem-sucedido? 
Ellen White compartilha o segredo 
dizendo que Cristo “lhes deu a vanta-
gem da convivência com Ele. Nunca 
os grandes homens do mundo tiveram 
um Mestre assim. Quando os discípulos 
saíram do treinamento ministrado pelo 
Salvador, já não eram mais ignorantes 
e sem instrução. Tinham se tornado 
como Ele no espírito e no caráter, e as 
pessoas reconheciam que eles haviam 
estado com Jesus” (Ellen G. White, 
O Desejado de Todas as Nações [CPB, 
2021], p. 188, 189).
Jesus expôs os discípulos a Si mes-
mo – Sua vida no altar, Sua vida de- 
vocional, Sua vida de adoração e 
consagração ao Pai. Quando Ele su- 
biu ao Céu, os discípulos não eram 
perfeitos, mas tinham uma conexão 
com Deus que lhes deu a sabedoria 
e o poder necessários para cumprir 
aquela missão. 
Devemos voltar para o altar. Preci-
samos reconstruir nossos altares de 
adoração quebrados a fim de sermos 
capacitados para o serviço a Deus.
Q U I N TA , 1 9 d e j u n h o
VANTAGEM
oo““
 TESTEMUNHE! 
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bíblico” do Feliz7Play? 
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do estudo da lição 
desta semana!
 PENSE
• Quais são as boas notícias que 
o primeiro anjo anuncia?
• Qual é a missão da Igreja 
Adventista do Sétimo Dia?
ee““
111
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comSENSOSENSO
(1) (2)
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
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para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
Senhor chamou Seu povo de Israel e o separou do 
mundo a fim de poder confiar-lhe um sagrado lega-
do. Ele o fez depositário de Sua lei, e era Seu desígnio 
conservar por meio dele entre os homens o conhe-
cimento de Deus. Por ele a luz do Céu devia brilhar 
até os lugares mais escuros da Terra, e fazer-se ouvir 
uma voz chamando todos os povos a se voltarem da 
idolatria para servir ao Deus vivo e verdadeiro. 
“Se os hebreus tivessem sido fieis a esse legado, 
teriam sido uma força no mundo. Deus teria sido 
sua defesa e os haveria exaltado acima de todas as 
outras nações. Sua luz e verdade teriam sido reve-
ladas por meio deles, e eles se haveriam destacado 
sob Seu sábio e santo governo como um exemplo da 
superioridade desse governo sobre toda forma de 
idolatria.
“Eles, porém, não mantiveram seu concerto com 
Deus. Seguiram as práticas idólatras das outras na-
ções e, em vez de tornarem o nome de seu Criador 
um louvor na Terra, sua conduta levou-o ao des-
prezo dos pagãos. No entanto, o desígnio de Deus 
tem de cumprir-se. O conhecimento de Sua vontade 
precisa ser difundido na Terra. Deus trouxe a mão 
do opressor sobre Seu povo e espalhou-o como ca-
tivos entre as nações. Na aflição, muitos deles se 
arrependeram de suas transgressões e buscaram 
ao Senhor. 
“Dispersos pelos países dos gentios, disseminaram 
largamente o conhecimento do verdadeiro Deus. Os 
princípios da lei divina entraram em conflito com 
os costumes e práticas das nações. Os idólatras bus-
caram esmagar a fé verdadeira. Em Sua providência, 
o Senhor pôs Seus servos, Daniel, Neemias e Esdras 
face a face com reis e governadores, para que esses 
idólatras tivessem oportunidade de receber a luz. 
Assim a obra que Deus havia dado ao Seu povo na 
prosperidade, dentro de suas fronteiras, mas que 
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Por que é tão 
importante 
reconstruir nosso 
altar de adoração?
• Como seu altar 
de adoração 
transformou a 
maneira pela qual 
você testemunha 
de Cristo?
• Por que o mundo 
precisa de um 
reavivamento da 
verdadeira adoração 
nos últimos dias? 
(Leia Ap 14:6, 7.)
• Qual é a 
importância de 
nossos momentos 
devocionais diários 
no contexto da 
mensagem do 
primeiro anjo?
S E X TA , 2 0 d e j u n h o
oo““
DEUS AINDA TEM UM POVO
P4
112
tinha sido negligenciada devido à infi-
delidade, teve de ser por eles realiza-
do em cativeiro, sob grande provação 
e dificuldades.
“Deus está chamando Sua igreja 
hoje, como chamou o antigo Israel, a 
fim de erguer-se como luz na Terra. 
Pela poderosa espada da verdade, as 
mensagens do primeiro, segundo e 
terceiro anjos, separou-os das igre-
jas e do mundo para trazê-los a uma 
santa proximidade Dele. Ele os fez 
depositários de Sua lei e confiou-lhes 
as grandes verdades da profecia para 
este tempo. [...]
“Cristo declara aos Seus seguidores: 
‘Vós sois a luz do mundo’” (Mt 5:14; 
Ellen G. White, Testemunhos Para a 
Igreja [CPB, 2021], v. 5, p. 389, 390).
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adv.st/aindahoje
Assista essa 
aventura!
Ele só queria férias divertidas, mas encontrou muito
mais! Entre desafios emocionantes, novas amizades
e aventuras inesquecíveis, Zack vai descobrir
o verdadeiro significado de crescer.Fe
li
z 
7 
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
UNIDADECOM
Atenção, PG! Aproveite 
este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
 A FÉ QUE MOVE MONTANHAS 
“Jesus respondeu: – Por causa da 
pequenez da fé que vocês têm. Pois 
em verdade lhes digo que, se tiverem 
fé como um grão de mostarda, dirão 
a este monte: ‘Mude-se daqui para 
lá’, e ele se mudará. Nada lhes será 
impossível.” Mateus 17:20
A fé é um dos pilares mais importantes 
na vida do cristão. Acreditar que, ao fazer 
a vontade de Deus, nada pode nos impe-
dir de ser bem-sucedidos é uma verdade 
que encontramos em diversas passagens 
bíblicas. Quando confiamos plenamente 
em Deuse seguimos Seus mandamentos, 
Ele nos guia e nos fortalece para superar 
qualquer obstáculo.
A Bíblia nos ensina em Romanos 8:31: 
“Se Deus é por nós, quem será contra 
nós?” Essa passagem nos lembra de que, 
com Deus ao nosso lado, não há adversida-
de que possa nos derrotar. Além disso, em 
Filipenses 4:13, lemos: “Tudo posso Naque-
le que me fortalece.” Essa é uma poderosa 
afirmação de que, com a força de Deus, 
somos capazes de suportar qualquer coisa.
A fé é fundamental para o cristão, po-
rém, para alguns, ela é como uma moeda 
de troca com Deus; é como um poder que 
direciona a mão do Senhor a fazer o que se 
pede. Na vida de Abraão, o Pai da Fé, po- 
demos aprender que a fé é mais do que 
pedir e receber – é ter paciência e saber 
esperar o tempo de Deus; é obedecer mes-
mo sem entender.
Outro exemplo inspirador é encontrado 
em Josué 1:9: “Não foi isso que Eu ordenei? 
DIÁLOGO ABERTO
 1. Quais são as coisas que fazemos 
como cristãos, sobre as quais Deus 
já nos garantiu a vitória?
2. O que o impede de alcançar coisas 
que Deus já prometeu a Seus filhos?
Ewerton Cruz — Líder do Ministério Jo-
vem da Associação Sul de Rondônia
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adv.st/aindahoje
Assista essa 
aventura!
Ele só queria férias divertidas, mas encontrou muito
mais! Entre desafios emocionantes, novas amizades
e aventuras inesquecíveis, Zack vai descobrir
o verdadeiro significado de crescer.Fe
li
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y
Seja forte e corajoso! Não tenha medo, 
nem fique assustado, porque o Senhor, seu 
Deus, estará com você por onde quer que 
você andar.” Essa passagem nos anima a 
ser corajosos e confiantes, sabendo que 
Deus está sempre conosco.
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114
10MW23 Michelson Borges/Kaleb de Carvalho
ao altar
chamado
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição:
22 a 28 de junho
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: IS 6
vv
Lição 13
PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Is 6
115
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comTEXTOTEXTO
chamado vv
D O M I N G O , 2 3 d e j u n h o
ocê já teve experiências em que a 
provisão de Deus era inconfundível? 
Eu vi Deus trabalhar poderosamente 
quando minha esposa e eu queríamos 
comprar uma casa. O corretor nos 
mostrou vários lugares, mas nenhum 
deles era o que nós queríamos. Encon-
tramos na internet o anúncio de uma 
casa que nos empolgou, mas nossa 
corretora se recusou a nos levar pa- 
ra vê-la. Ela explicou que era uma ca- 
sa de propriedade do banco que estava 
no mercado havia anos porque o banco 
não aceitava nenhuma oferta.
Continuamos a importuná-la até 
que ela finalmente cedeu e nos levou 
para ver a casa. O tempo não foi gen-
til com a propriedade. As árvores e o 
gramado haviam crescido muito, e ani-
mais tinham entrado – a casa estava 
uma ruína. Apesar disso, achamos que 
era a casa certa para nós.
Dissemos à nossa corretora que 
éramos pessoas de fé. Se Deus qui-
sesse que tivéssemos aquela casa, ela 
seria nossa, e nenhum banco poderia 
impedir. Depois de convencer nos-
sa corretora, fizemos uma oferta ao 
banco. Para a surpresa de todos, ele 
aceitou em menos de uma semana. 
Na reunião de encerramento com a 
corretora imobiliária, o representante 
da empresa de títulos e algumas ou-
tras pessoas, fiz uma oração de agra-
decimento pelo milagre que Deus ha-
via realizado. Então entreguei a cada 
um deles alguns livros da igreja para 
mostrar minha apreciação pelo que 
Deus havia feito.
Depois que terminei, um executivo 
exclamou: “Eu nunca havia participa-
do de uma reunião como esta antes.” 
Quando vemos a atuação de Deus, 
como podemos deixar de falar sobre 
Ele? Ao encerrarmos o estudo deste 
trimestre, ouviremos o chamado de 
Deus para nos levantarmos de nosso 
altar de adoração e aceitar Sua mis-
são em favor daqueles que não O co-
nhecem.
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Profetas e Reis, capítulo 25: 
“O Chamado de Isaías”.
Acesse:
PROVISÃO DIVINA
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116
s e g u n d a , 2 4 d e j u n h o
profeta Isaías atuou como mensageiro 
de Deus para Judá, o reino do sul. Os 
estudiosos acreditam que seu minis-
tério profético durou quase 60 anos. 
Isaías é um dos profetas mais impor-
tantes do Antigo Testamento por cau-
sa da abrangência histórica e profética 
de seu livro e da beleza de sua escrita. 
O primeiro versículo do livro apresenta 
seu ministério informando que ocor-
reu durante o governo de quatro reis 
de Judá: Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias.
O ministério do profeta começou 
pouco depois que o rei Uzias morreu 
(Is 6:1), o que ocorreu por volta de 740 
a.C. e marcou um ponto de virada na 
história da nação. Naquela mesma 
época, os assírios estavam desenvol-
vendo um temível poder militar que 
depois levaria Israel, o reino do norte, 
para o cativeiro, em 722 a.C. (2Rs 17:6).
O chamado de Isaías começou quan-
do ele estava no templo de Jerusalém, 
sem dúvida adorando a Deus. Sua ex-
periência o deixou quase sem palavras. 
De repente, Deus estava em Sua sala 
do trono celestial, “assentado sobre 
um alto e sublime trono, e as abas de 
Suas vestes enchiam o templo” (Is 6:1). 
Serafins surgiram em cena, proclaman-
do louvores como se tentassem supe-
rar um ao outro: “Santo, santo, santo 
é o Senhor dos Exércitos; toda a terra 
está cheia da Sua glória” (v. 3).
Os alicerces começaram a tremer, 
e a fumaça encheu o templo. A cena 
era tão avassaladora que Isaías gritou: 
“Ai de mim! Estou perdido! Porque sou 
homem de lábios impuros” (v. 5). Em 
um ato de graça e misericórdia, Deus 
enviou um dos serafins para tocar os 
lábios do profeta, tirar sua iniquidade 
e perdoar seu pecado (v. 7). Que Deus 
incrível nós servimos! A resposta de 
Isaías à graça de Deus foi um coração 
pronto para fazer tudo o que o Senhor 
quisesse. Quando o Senhor pediu que 
alguém fosse enviado em Sua missão, 
Isaías respondeu: “Eis-me aqui, envia- 
me a mim” (v. 8).
Isaías aprendeu mais sobre a mis-
são nos versículos 9 e 10. Deus en-
viaria mensagens ao povo, mas eles 
continuariam a fazer o que sempre 
fizeram – não ouvir. Eles veriam as 
ações poderosas de Deus, mas não as 
seguiriam. Em resumo, Isaías foi cha-
mado para entregar uma mensagem 
de advertência que não seria ouvida.
No entanto, a mensagem do profe-
ta não era apenas composta de más 
notícias. No versículo 13, Deus prome- 
teu que, embora a destruição os es-
perasse, uma parcela da nação seria 
preservada. Um remanescente per-
maneceria. Essa era uma notícia emo-
cionante, pois desse remanescente de 
Judá, viria Jesus, o Messias.
OO
comPREENDAPREENDA
aa
 PENSE
• Como você responde à 
misericórdia de Deus?
PONTO DE VIRADA
117
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
t e r ç a , 2 5 d e j u n h o
lguns anos atrás, visitei um país no 
qual meu pai havia realizado reuniões 
evangelísticas.Depois que terminei 
de pregar uma de minhas mensa-
gens, um grupo de pessoas me en-
controu na frente do auditório e se 
apresentou: “Você não vai se lembrar 
de nós”, disse uma mulher, “mas seu 
pai nos batizou há mais de 40 anos.” 
Meu coração ficou profundamente co-
movido quando eles compartilharam 
seu amor por meu pai. Quarenta anos 
antes, eles tinham participado de um 
culto de adoração em que Deus os ha-
via chamado. Toda a vida deles havia 
sido profundamente transformada 
por causa da resposta ao chamado de 
Deus quatro décadas antes.
Isaías 6 é uma história poderosa do 
chamado de Deus ao Seu servo en-
quanto ele estava adorando no tem-
plo. Nosso altar pessoal não substitui 
a adoração coletiva na igreja. Não de-
vemos negligenciar a adoração com 
nossos irmãos e irmãs, especialmente 
quando vemos o tempo do retorno 
de Jesus se aproximando (Hb 10:25). 
Deus apareceu a Isaías no local públi-
co de adoração.
Quando Isaías viu o Senhor, ele ime-
diatamente reconheceu sua indigni-
dade e teve medo (Is 6:5). Ellen White 
comentou que a “humilhação de Isaías 
era genuína. Quando o contraste entre 
a humanidade e o caráter divino ficou 
muito nítido, ele se sentiu inteiramen-
te ineficiente e indigno” (Obreiros 
Evangélicos [CPB, 2024], p. 17).
A resposta de Isaías à visão divina 
revelou o coração de alguém que tinha 
um relacionamento íntimo com Deus. 
Seu coração era sensível. Ele enten-
dia como era pequeno diante de Deus. 
Sabia que era indigno de um Deus tão 
santo e estava preparado para fazer 
o que Ele pedisse. Outro ponto crítico 
a ser compreendido é que Isaías não 
foi movido simplesmente pelo que viu 
com os olhos. Ele viu fogo, fumaça 
e anjos louvando a Deus continua-
mente. O manto majestoso do Senhor 
encheu o templo. Tudo isso o deixou 
espantado, mas foi a santidade de 
Deus que realmente o impressionou.
Talvez a parte mais bonita dessa 
cena maravilhosa seja quando os se-
rafins pegaram uma brasa ardente do 
altar e tocaram os lábios do profeta pe-
cador. Naquele momento, Deus capaci-
tou Isaías para o chamado. A iniquida-
de do profeta foi tirada, e seus pecados 
foram perdoados (Is 6:7). Deus não 
perguntou quem cumpriria a missão 
até que Ele tivesse purificado Isaías.
aa
comENTEENTE
Como o encontro de Isaías com Deus o fez se sentir sobre 
si mesmo?
CHAMADO PARA IR
P4
118
comPAREPARE Q U A R TA , 2 6 d e j u n h o
e Deus sabe de tudo, por que Ele per-
guntou a Isaías: “A quem enviarei?” 
(Is 6:8).
Como a adoração verdadeira nos dá 
um senso de propósito e missão?
Descreva um momento de sua vida 
em que você teve que apresentar uma 
mensagem que as pessoas não dese-
javam ouvir. Como foi a experiência?
Você já experimentou a santidade 
de Deus e sentiu a necessidade de re-
verência?
Como a experiência de Isaías na sala 
do trono de Deus muda o que você en-
tende sobre adoração pessoal?
Quais diretrizes e objetivos para a 
adoração coletiva você encontra em 
Isaías 6?
Compare suas respostas com os 
textos listados a seguir. Como estes 
versículos preparam você para res-
ponder ao chamado de Deus?
• Respondendo ao chamado de 
Deus: 1Sm 3:4; Mt 4:18-22; At 20:24
• Deus purifica aqueles que são 
chamados: Is 53:5; Jr 1:9; Is 43:25; 
1Jo 1:7
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MOMENTO HIPERTEXTO
CHAMADO
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
IISS
119
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
saías 6 contém várias lições podero-
sas que podemos aplicar à nossa vida 
e nos ajudar a ter um entendimento 
fascinante de Deus. A primeira coisa 
que devemos notar é a maneira como 
os anjos adoravam a Deus em Sua pre-
sença. Aqui temos um vislumbre do 
que é a verdadeira adoração. Se essa 
adoração não fosse o que Deus dese-
java, Isaías não a teria testemunhado.
A adoração dos anjos era focada 
em Deus. Eles não estavam obcecados 
consigo mesmos. Os anjos se concen-
travam inteiramente em Deus, e aquele 
louvor exaltava Seu caráter. Quando 
adoramos o Criador, muitas vezes so-
mos tentados a nos concentrar em nos-
sas necessidades e desejos. Isso não é 
errado, porque o próprio Deus diz que 
devemos lançar sobre Ele toda a nossa 
ansiedade (1Pe 5:7). No entanto, o foco 
de nosso tempo com Deus deve estar 
em Sua bondade, Seu caráter e atos 
poderosos em nossa vida.
A segunda coisa que observamos é 
que a adoração dos anjos era simples. 
Não havia nenhuma palavra difícil (tal-
vez porque nenhuma palavra consiga 
expressar totalmente a majestade de 
Deus). Não havia nenhum espetáculo 
elaborado – o esplendor de Deus ocu-
pava o centro do palco.
Por último, devemos esperar que 
Deus faça por nós grandes coisas em 
nosso altar de adoração. Durante o es-
tudo deste trimestre, aprendemos que 
os altares são lugares de sacrifício, 
consagração, compromisso e serviço. 
Quando nos encontramos diariamente 
com Deus em nossos altares devocio-
nais, onde quer que estejam, Ele fará 
coisas poderosas em nós e por meio 
de nós.
Isaías foi purificado e perdoado na 
presença de Deus (Is 6:7). O profeta 
encontrou o propósito de sua vida 
e ministério na presença do Senhor. 
O servo de Deus recebeu a mensagem 
que foi chamado para compartilhar 
enquanto estava na presença de Deus. 
Quanto perdemos quando deixamos 
de nos encontrar com Deus no altar!
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II
comPARTILHEPARTILHE q u i n ta , 2 7 d e j u n h o
A BÊNÇÃO DE SUA PRESENÇA
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
 PENSE
• Qual é o foco da adoração 
verdadeira?
• O que Isaías nos ensina sobre nossa 
necessidade de voltar ao altar?
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
Escaneie o QR code para 
um conteúdo exclusivo 
do estudo da lição 
desta semana!
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120
comSENSOSENSO
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
(1) (2)
““
S E X TA , 2 8 d e j u n h o
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Como a mensagem 
de Isaías 6 pode 
nos motivar quando 
achamos que é 
impossível cumprir 
nossa missão?
• Você já teve 
uma sensação 
avassaladora da 
presença de Deus? 
Como foi?
• A santidade de Deus 
deixou Isaías se 
sentindo “perdido” 
(Is 6:5). Como a 
santidade de Deus 
afeta você?
• Por que precisamos 
ser purificados antes 
de estar prontos 
para cumprir a 
missão de Deus?
saías tinha uma mensagem do Deus do Céu para 
dar ao apostatado povo de Israel, e ele lhes deu essa 
mensagem. Ele sabia com que elementos tinha de 
lidar; conhecia-lhes a obstinação e a perversidade 
do coração, e sabia quão difícil seria fazer qualquer 
impressão sobre eles. Quando se encontrava no por-
tico do templo, o Senhor Se revelou a ele. O véu do 
templo foi afastado, a porta foi aberta, e ele teve uma 
visão do santo dos santos, dentro do véu. Ele viu o 
Deus de Israel num trono alto e sublime, e o séquito 
de Sua glória enchia o templo. À medida que Isaías é 
dominado pelo senso de sua própria pecaminosida-
de, ele exclama: “Sou homem de lábios impuros, ha-
bito no meio de um povo de impuros lábios” [Is 6:5]. 
E foi vista a mão que tirou a brasa viva do altar, to-
cou seus lábios e lhe ordenou que fosse purificado. 
Então ele estava pronto a ircom a mensagem, e dis-
se: “Envia-me a mim” [v. 8], pois sabia que o Espírito 
de Deus seria com a mensagem.
“Aos que estão empenhados na obra de Deus, na 
conversão de pessoas, parece impossível alcançar 
o coração obstinado. Foi assim que Isaías se sentiu, 
mas quando viu que havia um Deus acima dos que-
rubins e que estes estavam prontos a trabalhar com 
Deus, ele se sentiu preparado para levar a mensa-
gem” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, 
v. 4, p. 1255, 1256). Temos uma grande obra a realizar 
aqui em nosso mundo.
“O Salvador do mundo escolheu Seus discípulos 
dentre os humildes pescadores, e assim o fundamen-
to da igreja cristã foi estabelecido por essas pessoas 
humildes que se ligaram a Jesus Cristo. Ao entrarem 
na escola de Cristo, tornaram-se aprendizes nessa es-
cola. Eles se beneficiaram das lições que Jesus esta-
va continuamente lhes transmitindo para prepará-los 
para as grandes provações e a importante obra que 
lhes sobreviria após o sepultamento e ressurreição 
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Organizar com os jovens da sua igreja uma 
doação em massa no hemocentro mais 
próximo com toda a igreja e amigos da 
faculdade, colégio ou trabalho durante
o mês de junho ou no
Dia Mundial do
Doador de Sangue
II
DESIGNAÇÃO DIVINA
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
do Redentor. Suas esperanças, embora 
por um tempo aparentemente frustra-
das, ainda existiam; e, após a ressurrei-
ção de Jesus, elas reviveram.
“Agora, esses homens incultos po-
diam ficar diante de príncipes, reis e 
assembleias de pessoas instruídas, 
e apresentar-lhes as razões de sua 
fé que nem mesmo seus adversários 
podiam contradizer ou resistir. Eles 
ficaram surpresos com a ousadia e 
a habilidade de sua fala, e tomaram 
conhecimento deles, dizendo: ‘Esses 
homens estiveram com Jesus e apren-
deram Dele; pois falam como Ele.’
“Eles foram capazes de permane-
cer bravamente em favor da verdade. 
Apresentaram-se diante do concílio 
e declararam: ‘Este é o Príncipe da 
vida, a quem mãos ímpias tomaram 
e crucificaram, e que ressuscitou dos 
mortos, como nos disse que faria an-
tes de Sua crucifixão’” (Ellen G. White, 
Review and Herald, 3 de maio de 1887, 
parcialmente em Comentário Bíblico 
Adventista do Sétimo Dia, v. 4, p. 1255, 
1256).
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Organizar com os jovens da sua igreja uma 
doação em massa no hemocentro mais 
próximo com toda a igreja e amigos da 
faculdade, colégio ou trabalho durante
o mês de junho ou no
Dia Mundial do
Doador de Sangue
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Jovem e o Feliz7Play:
 INDIGNOS, MAS CHAMADOS 
“Com a brasa tocou a minha boca e 
disse: – Eis que esta brasa tocou os 
seus lábios. A sua iniquidade foi 
tirada, e o seu pecado, perdoado.” 
Isaías 6:7
John Newton nasceu em 1725, em Lon-
dres, e desde cedo enfrentou desafios 
significativos. Após a morte da mãe, ele 
seguiu a carreira marítima do pai, abando-
nando a influência cristã. Os anos de ju-
ventude de Newton foram marcados pela 
indisciplina e por dificuldades, que culmi-
naram em seu recrutamento forçado pela 
Marinha Real. Sentindo-se perdido e sem 
rumo, ele mergulhou no comércio de es-
cravos, participando de um dos capítulos 
mais sombrios de sua vida.
A vida de Newton mudou durante uma 
tempestade violenta no mar. Desesperado, 
ele clamou a Deus por misericórdia, o que 
marcou o início de sua conversão espiritu-
al. A partir daí, começou a estudar a Bíblia 
e repensou profundamente seus valores e 
estilo de vida. Deixou o mar e o comércio 
de escravos, tornando-se pastor anglica-
no em 1764. Sua transformação foi tão 
profunda que ele escreveu o icônico hino 
“Amazing Grace”, capturando seu arre-
pendimento e sua gratidão pela mudança 
radical de vida.
De maneira semelhante, Isaías teve um 
vislumbre impressionante da majesta-
de e santidade de Deus. Para nós, isso é 
um lembrete de que Deus é infinitamen- 
te grandioso e digno de nossa reverência 
e adoração. Mesmo quando sentimos que 
não nos encaixamos ou não somos su-
ficientes, somos chamados a nos voltar 
para Ele e reconhecer Sua magnitude.
Após ser purificado, Isaías ouviu a voz 
de Deus perguntando: “Quem enviarei, e 
quem há de ir por nós?” Isaías respondeu 
com coragem: “Eis-me aqui, envia-me a 
mim.” Deus não espera que sejamos per-
feitos antes de nos chamar. Ele nos utiliza 
em nossa imperfeição para realizar Seus 
planos.
Anderson Carneiro — Líder do Ministério 
Jovem da União Noroeste Brasileira
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DIÁLOGO ABERTO
 1. Você se sente indigno? Como a his-
tória de Isaías pode mudar isso?
2. Como podemos responder ao chama-
do de Deus, à semelhança de Isaías 
e John Newton, mesmo quando sen-
timos medo?
3. De que maneiras podemos ser luz 
na vida das pessoas ao nosso redor, 
inspirando-as a buscar renovação 
espiritual?(Leia Gn 3:12, 13.)
• Existe alguma coisa 
em sua vida que o 
faz ter medo de ser 
honesto com Deus? 
O quê?
“d“
NENHUMA MUDANÇA NO JOGO
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
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z 
7 
P
la
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adv.st/aindahoje
Assista esse 
suspense!
U m s u s p e n s e i n t e n s o q u e d e s a f i a e s c o l h a s
e t ra n s f o r m a v i d a s . E n t re a r re p e n d i m e n t o, p e rd ã o
e a l u t a p e l a re d e n ç ã o, d e s c u b ra u m a h i s t ó r i a
e m o c i o n a n t e s o b re f é e e s p e ra n ç a .
das verdades que Ele revelou, e que 
são essenciais para a salvação. Sata-
nás tenta os homens à desobediência, 
levando-os a crer que estão entrando 
em um maravilhoso campo de saber. 
Entretanto, tudo isso é um engano. 
Eufóricos com suas ideias de pro-
gresso, estão desprezando os manda-
mentos de Deus, colocando os pés no 
caminho que leva à degradação e morte.
“Satanás fez parecer ao santo casal 
que, se violassem a lei de Deus, eles 
se beneficiariam. Não ouvimos hoje o 
mesmo argumento? Muitos falam da 
ignorância daqueles que obedecem 
aos mandamentos de Deus, enquan-
to afirmam ter ideias mais amplas e 
desfrutar de maior liberdade. O que 
é isso senão um eco da voz do Éden: 
‘No dia em que dele comerdes’, isto é, 
transgredirem a ordem divina, ‘sereis 
como Deus’”? (Gn 3:5, ARC; Ellen G. 
White, Patriarcas e Profetas [CPB, 
2022], p. 30, 31).
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UNIDADECOM
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Jovem e o Feliz7Play:
 Esconde-esconde 
“Quando ouviram a voz do Senhor 
Deus, que andava no jardim pela 
viração do dia, esconderam-se da 
presença do Senhor Deus, o homem 
e sua mulher, por entre as árvores 
do jardim.” Gênesis 3:8
Esconde-esconde é uma brincadeira in-
fantil bastante conhecida. A proposta do 
jogo é que um dos participantes procu-
re os demais que estão escondidos, por 
exemplo, dentro de uma casa, espalhados 
pelos cômodos, em lugares mais inusita-
dos e criativos com um único objetivo: não 
ser encontrado e, assim, vencer o jogo.
Na vida cristã, tentamos agir da mesma 
forma, entrando na brincadeira com algo 
muito sério. Adão e Eva, ao ouvir a voz 
de Deus, esconderam-se da presença do 
Senhor. Fizeram isso por vergonha de seu 
erro, pois o pecado provoca exatamente 
isso: incita todos os envolvidos a se escon-
derem, podendo custar até a própria vida.
Não é saudável esconder-se de Deus. 
Embora isso possa parecer atraente de-
vido à desonra causada pelas consequên- 
cias do pecado, a presença do Senhor 
sempre será de bênçãos. Você pode estar 
vivendo um jogo altamente perigoso e, 
aparentemente, não conseguir sair dele, 
mas na Bíblia temos a solução: “Eu sou o 
caminho, a verdade e a vida; ninguém vem 
ao Pai senão por Mim” (Jo 14:6).
Ouvir a voz de Deus em meio a um 
turbilhão de dificuldades é um forte indi-
cativo de que Ele deseja ter um encontro 
com você. Para não correr o risco de viver 
sempre escondido do Senhor, procure 
refugiar-se em Sua Palavra todos os dias. 
Abra o coração por meio da oração, como 
faria com um amigo, pois Ele tem interesse 
em saber o que incomoda o seu coração. 
E, por último, por meio da fé, confie na voz 
do Bom Pastor, pois Ele conhece cada ove-
lhinha do Seu aprisco. 
Marcos Pimentel — Líder do Ministério 
Jovem da AAmaR para o estado do Ama-
zonas
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DIÁLOGO ABERTO
 1. Quais as consequências para alguém 
que está vivendo escondido de Deus 
por conta do pecado?
2. Como ajudar alguém que se sente 
perdido e precisa de ajuda para en-
contrar Jesus?
3. Na sua opinião, como enfrentar as 
tentações e sair vitorioso do jogo da 
vida ouvindo a voz de Deus?
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
do altar
o início
10MW23 Ágatha Lemos/Kaleb de Carvalho
PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Gn 3:16-24
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição:
5 a 11 de abril
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: GN 3:16-24
Lição 2
P4
16
comTEXTOTEXTO
ooo meu segundo ano de faculdade, eu 
era monitor de internato, tendo 24 
calouros sob meus cuidados. O grupo 
geralmente era muito bom, mas ha-
via alguns não tão bons, como pude 
descobrir de perto em uma tarde de 
sexta-feira.
Eu tinha ido à lavanderia para lavar 
minhas roupas, como já havia feito 
muitas vezes antes. Separei as rou-
pas brancas das coloridas, apliquei 
sabão, amaciante e alvejante como 
meus pais tinham me ensinado. De-
pois de lavar tudo, coloquei minhas 
peças na secadora e saí da lavande-
ria para fazer algumas coisas antes 
do sábado. Quando voltei para pegar 
as roupas, algo me deixou atordoado: 
todas elas haviam sumido – até a rou-
pa íntima. Sério isso? Quem furtaria 
roupa íntima?
Mais tarde, no culto de sexta-feira à 
noite, vi um calouro vestindo uma das 
minhas camisas. Eu sabia que era mi-
nha porque ninguém mais no campus 
tinha uma igual àquela. Quando o con-
frontei, ele alegou que era dele, que a 
havia trazido de casa. Por um momen-
to decidi deixar para lá, mas depois 
pensei em uma forma de descobrir 
quem era o ladrão. Mais tarde, naquela 
noite, fui conversar com o monitor de 
sua ala e juntos verificamos seu quar-
to. Todas as minhas roupas estavam ali 
dobradas e guardadas nas gavetas da 
cômoda – incluindo a roupa íntima!
Ao refletir sobre essa experiência, 
não posso deixar de me perguntar o 
que nós, seres humanos, somos capa-
zes de fazer para nos cobrir.
Depois de cair em pecado, Adão 
e Eva criaram vestes de folhas de fi-
gueira para cobrir sua nudez (Gn 3:7), 
mas Deus não aprovou a ideia. Então 
fez “roupas de peles” para eles (v. 21), 
cobrindo seus corpos e seus pecados. 
Esse magnífico ato da graça de Deus 
inaugura o altar de sacrifício nas Es-
crituras.
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n
D O M I N G O , 6 d e a b r i l
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, capítulo 4: 
“O plano da redenção”
Acesse:
EXPOSTOS
17
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
oo pecado de Adão e Eva rompeu o rela-
cionamento deles com Deus, roubando 
sua inocência e paz de espírito. Um sen-
timento imediato de vergonha os do-
minou, e eles se esconderam de Deus 
(Gn 3:8). O pecado também adicionou 
a realidade da morte ao que até então 
era perfeito. Deus tinha avisado Adão e 
Eva de que se comessem da árvore do 
conhecimento do bem e do mal, certa-
mente morreriam, mas essa ideia era 
bastante abstrata para eles. Elesnão 
conheciam por experiência própria o 
pecado e suas consequências.
Gênesis 3:16-24 descreve o que Adão 
e Eva sofreriam como resultado da 
desobediência. A vida seria difícil e do-
lorosa. Por último, estavam destinados 
a retornar ao solo quando morressem. 
Os primeiros humanos perderiam seu 
lar, a comunhão face a face com Deus 
e o acesso à árvore da vida (Gn 3:22-
24). Que bola de neve de sofrimento 
causado pelos prazeres momentâneos 
do pecado!
Em meio a esses efeitos devastado-
res, Deus ofereceu a Adão e Eva uma 
gigantesca esperança em Gênesis 3:21. 
Ele fez roupas de pele e os vestiu. As 
vestes de pele que Deus fez exigiam a 
morte de um animal. Levítico 17:11 nos 
ajuda a entender por que essa morte 
era necessária: “Porque a vida da car-
ne está no sangue. Eu o tenho dado a 
vocês sobre o altar, para fazer expia-
ção pela vida de vocês, porque é o san-
gue que fará expiação pela vida.” Sem 
o derramamento de sangue, o pecado 
não pode ser perdoado e removido 
(Hb 9:22). Deus não estava cobrindo 
apenas a nudez de Adão e Eva, mas es-
pecialmente a pecaminosidade deles.
No Éden, Deus introduziu o primeiro 
altar no qual os animais seriam sacrifi-
cados em lugar do pecador, para fazer 
expiação por ele. O conceito de expia-
ção substitutiva mais tarde se tornou 
o fundamento de todo o sistema do 
santuário. O altar do Éden, que deu 
origem às roupas de Adão e Eva, an-
tecipava a morte de Jesus no altar da 
cruz – um sacrifício que deu a cada um 
de nós o manto da justiça de Cristo. 
O próprio Jesus, o Cordeiro de Deus 
(Jo 1:29), pagou o preço pelo pecado 
da humanidade (Mt 20:28) – não sim-
plesmente para que nossos pecados 
fossem perdoados, mas para removê- 
los completamente. É por isso que a 
morte de Cristo é o sacrifício perfeito 
e definitivo, que substitui todos os ou-
tros (Hb 9:23-25).
Os altares são lugares de amor, ado-
ração, sacrifício, compromisso e en-
trega – tudo o que Deus demonstrou 
plenamente no Éden. O que o pecado 
tirou de Adão e Eva, Deus, no altar do 
Éden, prometeu restaurar.
S E G U N D a , 7 d e a b r i lcomPREENDAPREENDA
 PENSE
• Qual é a conexão entre sacrifício 
e amor? Explique.
ROUPAS PARA O PECADO
P4
18
aaaa Bíblia menciona altares mais de 400 
vezes. A primeira referência explícita 
a um altar ocorre em Gênesis 8:20, 
quando “Noé levantou um altar ao 
Senhor e, tomando de animais puros 
e de aves puras, ofereceu holocaustos 
sobre o altar”. Esse ato de adoração foi 
a resposta do patriarca à extraordiná-
ria libertação divina durante o dilúvio.
Em contraste com a maioria dos 
altares do Antigo Testamento, na his-
tória do Éden, o altar é secundário; o 
foco está nas roupas de pele urgen-
temente necessárias (Gn 3:21). Essas 
peles fornecem evidências inegáveis 
de que um animal morreu em favor 
dos seres humanos. O símbolo de um 
“Cordeiro que foi morto” em favor dos 
pecadores pode ser rastreado à “cria-
ção do mundo”, na história do Éden 
(Ap 13:8, NVI). Isso é profundamente 
significativo!
Ellen White escreveu: “Diante de 
Deus, todas as Suas obras são conhe-
cidas e, desde eras eternas, o concerto 
da graça (favor imerecido) existiu na 
mente de Deus. É conhecido como o 
concerto eterno, pois o plano da salva-
ção não foi concebido após a queda do 
ser humano, mas foi ele ‘guardado em 
silêncio desde os tempos eternos, [...] 
agora, tornou-se manifesto e foi dado 
a conhecer por meio das Escrituras 
proféticas, segundo o mandamento 
do Deus eterno, para a obediência da 
fé, entre todas as nações’” (Rm 16:25, 
26; A Verdade Sobre os Anjos [CPB, 
2022], p. 18).
Deus poderia ter destruído Adão, 
Eva, a Terra e todos os seres vivos. 
Em vez disso, antes mesmo que o mun-
do fosse criado, Ele planejou realizar 
uma intervenção em favor da humani-
dade caída (Ef 1:4-6). O altar do Éden 
não foi uma ideia que Deus teve de-
pois que Adão e Eva pecaram. O fato 
de que Deus dedicou tempo, pensa-
mento e ação para reconciliar seres hu-
manos caídos Consigo mesmo é uma 
demonstração inquestionável de Seu 
amor, comprometimento e entrega às 
Suas criaturas. Assim, quando reserva-
mos um tempo para pensar em nossa 
devoção ao Senhor e fazemos planos 
para nos encontrarmos com Ele, mon-
tamos um altar que revela quem Ele é.
No altar do Éden, Deus pagou um 
alto preço para reconciliar os seres 
humanos perdidos com Ele, e esse foi 
apenas o começo da demonstração de 
Seu amor sacrificial por nós. O sacrifí-
cio feito no Éden foi apenas uma pálida 
sombra do verdadeiro e completo sacri-
fício que seria feito por Jesus na cruz.
t e r ç a , 8 d e a b r i lcomENTEENTE
Deus planejou sua salvação muito antes de você nascer. 
Como saber disso muda sua vida?
TEMPO, PENSAMENTO E AÇÃO
19
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
história da tragédia humana apon-
ta características que parecem nos 
acompanhar através dos séculos. O 
senso de autorresponsabilidade do 
par edênico foi zero quando Deus os 
abordou após a queda.
A terceirização da culpa, tão co-
mum em nossos dias, já aconteceu lá 
no início da história pós-pecado. É até 
compreensível que tenhamos receio 
de dizer a verdade e admitir um erro 
para outras pessoas, afinal podemos 
sofrer todo tipo de repulsa, retaliação, 
julgamentos.
Mas, ao reler a história da queda e 
de como Deus os questionou, é possí-
vel notar que não há nenhum abuso 
da parte Dele. Ele fez perguntas, Ele 
chamou à consciência os fatos, mas 
em nenhum momento Deus os ofen-
deu ou feriu.
Ao contrário, Ele estabeleceu o 
altar, colocando imediatamente em 
prática o evangelho eterno – pronto 
desde antes da fundação do mundo.
Deus os cobriu, mas Deus também 
os retirou do jardim a fim de que não 
se tornassem pecadores eternos pelo 
contato com a árvore da vida.
Deus pensou em tudo!
O que os seguintes versículos e his-
tórias nos ensinam sobre o propósito 
e o significado dos altares?
• Ato de adoração: Gn 26:23-25; 
35:3; Jz 6:22-27; 1Rs 8:22, 54
• A ordem para construir: Êx 27:1-8; 
30:1; Dt 27:4-7
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comPAREPARE Q U A R TA , 9 d e a b r i l
MOMENTO HIPERTEXTO
aa
ALTAR
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
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20
oo
comPARTILHEPARTILHE Q U I N TA , 1 0 d e a b r i l
cc erto dia, vi os tênis sujos do meu filho 
de 15 anos na porta da frente da nossa 
casa. Chamei-o e disse: “DJ, seus cal-
çados estão bem sujos.”
Ele assentiu com um olhar que pa-
recia dizer: “Não tenho ideia do que 
fazer sobre isso.”
Essa foi minha deixa para apresen-
tar meu plano: “Vamos limpar essas 
coisas, e elas ficarão novas de novo.” 
Ele se animou, mas questionou como 
faríamos isso.
Peguei um pouco de sabão líquido 
e uma escova, e fomos até a pia. Co-
mecei a esfregar como se minha vida 
dependesse disso. Eu tinha aprendido 
a lavar os tênis com meu pai e meus 
irmãos mais velhos, e estava deter-
minado a passar essa habilidade para 
meu filho.
Depois que terminei, dei a ele o 
outro tênis para lavar e, com esforço 
e dedicação, o par de calçados ante-
riormente sujos ficou incrível. Mesmo 
que na época meu filho não soubesse, 
eu estava fazendo muito mais do que 
apenas lavar sapatos; estava dando a 
ele um exemplo a seguir.
Raramente Deus faz algo pelos 
seres humanos que não sirva como 
exemplo para seguirmos. Acredito que 
esse também foi o caso no altar que 
Ele construiu no Éden. O amor, a en-
trega e o comprometimento de Deus 
com a salvação da humanidade O le-
varam a realizar ações dolorosas para 
fazer expiação pelo pecado de Adão 
e Eva. Para cobrir Adão e Eva, Deus 
teveque matar um animal inocente 
– talvez mais de um. A verdade é que 
raramente fazemos algum sacrifício 
por Deus, e, quando achamos que es-
tamos fazendo isso, às vezes não nos 
custa nada. O rei Davi entendeu esse 
princípio e se recusou a apresentar a 
Deus um sacrifício que não lhe custas-
se nada (1Cr 21:24).
Do que você está disposto a abrir 
mão por Deus? Que atitude ou pen-
samento você está disposto a mudar 
para obedecer ao Senhor? Altares 
são lugares de sacrifício. Algo precisa 
morrer se desejamos viver em comu-
nhão íntima com Deus.
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 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
““
 PENSE
• O que Deus sacrificou para salvar 
você? Que tipos de sacrifícios 
devemos fazer em resposta?
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
Escaneie o QR code para 
um conteúdo exclusivo 
do estudo da lição 
desta semana!
OBSERVE-ME FAZER
21
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comSENSOSENSO
(1) (2)
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
oo
S E X TA , 1 1 d e a b r i l
Senhor Jesus Cristo preparou uma vestimenta – o 
manto de Sua própria justiça – que Ele colocará so-
bre toda pessoa arrependida e crente que a receberá 
pela fé. Disse João: ‘Eis o Cordeiro de Deus, que tira 
o pecado do mundo!’ (Jo 1:29). O pecado é a trans-
gressão da lei. Cristo morreu para tornar possível a 
todo ser humano ter seus pecados perdoados. 
“Um abrigo de folhas de figueiras nunca cobrirá 
nossa nudez. O pecado deve ser removido, e o man-
to da justiça de Cristo deve cobrir o transgressor da 
lei de Deus. Então, quando o Senhor olha para o pe-
cador arrependido, Ele vê, não as folhas de figueira 
que o cobrem, mas a própria justiça de Cristo, que 
é a perfeita obediência à lei de Jeová. Temos nossa 
nudez oculta, não sob a cobertura das folhas de fi-
gueira, mas sob o manto da justiça de Cristo. 
“Cristo fez um sacrifício para satisfazer as exi-
gências da justiça. Que preço o Céu teve de pagar 
pelo resgate do transgressor da lei de Jeová! [...] 
Contudo, essa santa lei não podia ter preço inferior. 
Em lugar de se abolir a lei para que esta poupasse 
a humanidade caída em sua condição pecaminosa, 
ela foi mantida em toda sua santa dignidade. Em 
Seu Filho, Deus Se ofereceu para salvar da perdição 
eterna todos os que Nele creem.
“O pecado é deslealdade para com Deus, e mere-
ce punição. As folhas da figueira têm sido utilizadas 
desde os dias de Adão, mas a nudez da alma do pe-
cador não foi coberta. Todos os argumentos levan-
tados por aqueles que estão interessados nesse 
manto de fina espessura se transformarão em nada. 
O pecado é a transgressão da lei. Cristo Se manifes-
tou em nosso mundo para remover a transgressão 
e o pecado, substituindo a cobertura das folhas de 
figueira pelo manto puríssimo de Sua justiça. A lei 
de Deus é vindicada pelo sofrimento e morte do uni-
gênito Filho do Deus infinito. 
 DISCUTA 
EM CLASSE
• Que paralelos você 
vê entre o animal 
morto por Deus no 
Éden e Jesus Cristo, 
o Cordeiro de Deus?
• Por que Deus 
instituiu altares 
e sacrifícios de 
animais como um 
ato de adoração no 
Antigo Testamento?
• Como você pode 
confiar mais no 
sangue de Jesus 
para perdoar e 
remover seus 
pecados?
• Que esperança você 
pode compartilhar 
com os outros com 
base no estudo 
desta semana sobre 
o altar do Éden?
““
UM MANTO PRÓPRIO
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22
PROPAGANA
14,8 X10cm 
PRETO & ciano
“A transgressão da lei de Deus em 
qualquer caso, por menor que seja, re-
presenta pecado. E deixar de executar 
a penalidade estipulada para esse pe-
cado seria um crime na administração 
divina. Deus é um juiz, o Aplicador da 
justiça, que é a morada e o fundamen-
to de Seu trono. Ele não pode ignorar 
Sua lei; não pode passar por alto o mí-
nimo item a fim de condescender com 
o pecado e perdoá-lo. A retidão, a jus-
tiça e a excelência moral da lei devem 
ser mantidas e vindicadas perante o 
Universo celestial e os mundos não 
caídos” (Ellen G. White, Olhando Para 
o Alto [CPB, 1982], 30 de dezembro).
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ob
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St
o
ck
Promover ações criativas para entre-
gar o livro de forma física ou digital 
na sua comunidade e incluir o convi-
te da Semana Santa nessas ações.
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
UNIDADECOM
Atenção, PG! Aproveite 
este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
M
K
T
 C
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B
 | 
A
d
ob
e 
St
o
ck
Criar ações criativas para entregar 
o livro de forma física ou digital na 
sua comunidade e incluir o convite 
da Semana Santa nessas ações.
DIÁLOGO ABERTO
 1. Quais foram as respostas mais incrí-
veis que Deus lhe deu nos momen-
tos mais difíceis da sua vida?
2. Que diferença faz a graça de Cristo 
na vida de alguém que se arrepende 
dos seus pecados?
mesmo que as consequências fossem ine-
vitáveis na vida de Adão e Eva, mas es-
colheu produzir vestimentas de pele para 
que o casal pudesse se cobrir.
Eram mais do que roupas de pele. Essa 
é a prova de que, quando erramos, car-
regamos as marcas sofridas do pecado, 
e Deus nos veste com Sua graça, conce-
dendo-nos o perdão. No reino celestial, 
ninguém é desamparado, a menos que 
alguém não aceite a graça de Cristo e seu 
poder restaurador. Hoje Ele deseja dar a 
melhor resposta para o seu pior proble-
ma; basta você acreditar e aceitar Seu 
amor grandioso. Topa?
Marcos Pimentel — Líder do Ministério 
Jovem da AAmaR para o estado do Ama-
zonas
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 a melhor resposta 
“O Senhor Deus fez roupas de pele 
para o homem e a sua mulher e os 
vestiu.” Gênesis 3:21
– Quem matou Golias, meu filho? – É cla-
ro que a resposta estava óbvia na mente 
dos pais. No entanto, a resposta do filho 
surpreendeu: 
– Quem matou Golias foi a pedra! – Essa 
foi a resposta dada por meu filho quando 
ele era criança e que nos arrancou admira-
ção pela sua percepção infantil da história 
de Davi e Golias, embora ele conhecesse 
por completo a narrativa bíblica.
Adão e Eva já haviam feito sua escolha, 
desobedecendo à orientação divina. Como 
consequência, a nudez e o afastamento do 
Senhor foram reações automáticas, mul-
tiplicando, assim, o sofrimento deles. O 
pecado abre portas para opções devasta-
doras: sonhos perdidos, decepções, lágri-
mas, morte, frieza, culpa, medo, distância 
de Deus... e a lista não para. No pecado, as 
escolhas nunca terão um final feliz e sem-
pre serão acompanhadas por seu preço 
amargo.
Contudo, Deus sempre terá respostas 
surpreendentes e inimagináveis para re-
solver nossos problemas mais difíceis. 
Quando tudo estiver em sua pior fase, 
Deussempre oferecerá uma solução que 
se encaixará perfeitamente nas necessi-
dades mais complexas e certamente pro-
duzirá em nós admiração por Sua ação 
amorosa.
A prova disso é que o Senhor poderia ter 
deixado o sofrimento “fluir” naturalmente, 
P4
24
10MW23 Ágatha Lemos/Kaleb de Carvalho
para recordar
altares
Quando o plot twist vem de Deus
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição: PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Gn 12:1-9
12 a 18 de abril
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: GN 12:1-9
cc
Lição 3
25
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
altares
comTEXTOTEXTO
cc
D O M I N G O , 1 3 d e a b r i l
erto sábado, o pastor associado de 
minha igreja fez um apelo especial. 
Ele pediu que todos tirassem uma 
selfie com alguém, se comprometes-
sem a orar juntos todos os dias da se- 
mana seguinte e depois postassem 
esse compromisso nas redes sociais 
– marcando a página da igreja. Fiz par-
ceria com um adolescente chamado 
Derwyn. Mas havia um problema: mi-
nha mente vivia distraída.
Com uma infinidade de coisas pas-
sando pela minha cabeça a qualquer 
momento, eu não confiava em mim 
mesmo para me lembrar de orar por 
Derwyn todos os dias. Quando voltei 
para meu banco, fiz algo que sabia 
que me ajudaria a não me esquecer 
do compromisso diário com Derwyn: 
peguei meu smartphone e criei um 
lembrete. Todos os dias, às 5 horas da 
manhã, ele me lembraria de orar por 
Derwyn. Vários anos se passaram e 
ainda oro por Derwyn no mesmo ho-
rário, porque meu celular me ajuda a 
não esquecer.
Embora as pessoas nos tempos 
bíblicos não tivessem dispositivos 
eletrônicos para ajudá-las a se lem-
brarem das coisas, elas tinham ou-
tras maneiras de fazer isso. Naquela 
cultura, quando as informações eram 
passadas oralmente, as pessoas eram 
melhores do que nós em lembrar even-
tos importantes, mas também tinham 
recursos que as ajudavam a se lembrar 
daquilo que não queriam esquecer. 
Elas tinham altares de recordação.
Na Bíblia, os altares a Deus repre-
sentam lugares de consagração e co-
memoração. Eram símbolos externos 
da experiência pessoal com Ele, do re-
conhecimento e da adoração do Deus 
vivo e verdadeiro. Eles eram frequen-
temente construídos para comemo-
rar encontros com Deus que tinham 
profundo impacto na vida de alguém. 
Quando o Senhor fazia algo sobrena-
tural ou muito especial, quem tinha 
vivido esses atos poderosos construía 
altares para lembrar e celebrar essas 
experiências. Eram lugares para se re-
cordar das vezes em que viram Deus 
agir e ouviram Sua voz. 
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mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, capítulo 13: 
“A prova da fé”.
Acesse:
MENTE DISTRAÍDA
P4
26
gg
s e g u n d a , 1 4 d e a b r i l
ênesis 12 começa com um pedido sur-
preendente de Deus a Abrão: “Arrume 
sua família e tudo o que você possui, 
e vá para um lugar que Eu lhe mostra-
rei.” Gênesis 11 nos informa que Abrão 
era filho de Terá, um homem que havia 
começado uma jornada para Canaã. 
Mas ele acabou se estabelecendo, com 
sua família, a mais de 600 quilômetros 
de distância de sua cidade de origem, 
em um lugar chamado Harã. Algum 
tempo depois da morte de Terá, Deus 
apareceu a Abrão (mais tarde chama-
do Abraão) para fazer uma aliança 
com ele. O Senhor prometeu fazer de 
seus descendentes uma grande nação. 
Além disso, iria engrandecer o nome 
de Abrão (Gn 12:2) e torná-lo uma bên-
ção para o mundo inteiro.
Abrão, aos 75 anos de idade, vi-
vendo confortavelmente da herança 
deixada por seu pai, imediatamente 
fez as malas, e, com sua esposa Sara, 
toda a sua família, a família de seu so-
brinho Ló e todas as suas posses par-
tiu para a terra de Canaã (Gn 12:4-6). 
A resposta de Abrão foi obediência 
imediata! E, quando chegou a Canaã, 
Deus disse: “Darei esta terra à sua 
descendência” (v. 7).
Abrão ficou tão comovido pela gra- 
ça e pela bênção surpreendente de 
Deus para com ele, um simples anda-
rilho do deserto, que seu próximo ato 
foi construir um altar para lembrar o 
local em que havia se encontrado com 
Deus. Esse altar indicava o local no 
qual Deus lhe havia aparecido (e para 
onde ele retornaria mais tarde, em 
Gênesis 13:4). Quando Abrão partiu 
daquele local e armou sua tenda perto 
de Betel, construiu outro altar.
Pense por um momento sobre esses 
dois altares que ele construiu em um 
período relativamente curto depois 
que Deus havia falado com ele. Esses 
altares simbolizavam o compromisso 
de Abrão de seguir a Deus aonde quer 
que Ele o levasse, mesmo longe da fa-
mília e dos amigos. A Bíblia menciona 
um detalhe interessante ao descrever 
o segundo altar de Abrão: ele não 
apenas foi construído em “nome do 
Senhor”, mas Abrão “invocou o nome 
do Senhor” (Gn 12:8).
Talvez a importância da promessa 
de Deus tenha começado a pesar so-
bre Abrão enquanto ele viajava por 
Canaã. O segundo altar sugere que 
Abrão buscava um relacionamento 
mais profundo com Deus. O patriarca 
queria viver uma vida completamen-
te dedicada a Ele. Queria se lembrar 
de Deus, de Suas promessas e de Sua 
presença em todos os lugares que 
fosse. Se Abrão passasse por ali no-
vamente, queria ter um lembrete de 
tudo o que Deus tinha feito e estava 
fazendo por ele. A vida devocional de 
Abrão estava crescendo a cada dia 
enquanto ele viajava com Deus – um 
altar de adoração por vez.
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gg
comPREENDAPREENDA
PROMESSA PARA NÃO ESQUECER
27
49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 16:36
t e r ç a , 1 5 d e a b r i l
ênesis 12:6 relata que quando Abrão 
chegou perto da Terra Prometida, 
“nesse tempo os cananeus habitavam 
essa terra”. Esse fato por si só deve 
ter enchido Abrão de pavor. Os cana-
neus eram um povo bastante cruel e 
perverso. Mesmo com a promessa que 
Deus havia feito, Abrão havia trocado 
a paz e a segurança de Harã por uma 
terra cheia de problemas e ameaças.
Esse lugar no qual Deus havia pro-
metido conceder bênçãos espirituais 
estava cheio de problemas que Abrão 
seria incapaz de resolver. Mas nessa 
terra de perigo Abrão aprenderia a 
confiar nas promessas de Deus. Ao lon-
go do caminho, no entanto, o Senhor 
sabia que Abrão precisava de uma 
garantia, então Ele disse: “Não tenha 
medo, Abrão, Eu sou o seu escudo” (Gn 
15:1). Essa declaração simples e podero-
sa revela a disposição de Deus de nos 
encontrar exatamente onde estamos.
Os planos de Deus para o futuro 
são certos, mas Ele sabe o quão difícil 
pode ser andar somente pela fé quan-
do encontramos coisas com as quais 
sabemos que não podemos lidar com 
nossas próprias forças. Ele quer nos 
dar o encorajamento e a capacitação 
necessária de que precisamos.
Abrão não entendia completamen-
te tudo o que estaria envolvido nessa 
aliança, mas sabia que precisava de 
um relacionamento mais próximo com 
Deus. Ao olhar para o mundo corrom-
pido ao seu redor, ele decidiu passar 
mais tempo em oração, mais tempo 
em adoração – mais tempo com Deus. 
As pessoas ao seu redor perceberam a 
íntima conexão espiritual que ele cul-
tivava. Por isso, Abrão “foi chamado 
amigo de Deus” (Tg 2:23).
 “A vida de Abraão, o amigo de 
Deus, era de oração. Onde quer que 
armasse sua tenda, junto dela cons-
truía um altar sobre o qual oferecia os 
sacrifícios da manhã e da tarde. Ao re-
mover sua tenda, o altar ficava. E o ca-
naneu errante, ao chegar àquele altar, 
sabia quem havia estado ali; e quando 
armou sua tenda, consertou o altar 
e adorou o Deusvivo” (Testemunhos 
Para a Igreja [CPB, 2021], v. 7, p. 40).
Os altares de Abrão eram uma das 
maneiras de Deus evangelizar o povo 
do qual Abrão tinha medo. Nossa ca-
minhada devocional com Deus deve 
levar outras pessoas a adorá-Lo.
Talvez Abrão fosse tentado a escon-
der seus altares para que pudesse se 
misturar melhor com seus vizinhos 
cananeus, mas, em vez disso, ele tor-
nou esses altares sinais visíveis de que 
era fiel ao Deus do Céu, mesmo que a 
idolatria fosse tão popular em Canaã.
gg
comENTEENTE
Você já foi impactado pela vida devocional de outras pessoas? Como?
PROMESSA AMEAÇADA
P4
28
gg
comPAREPARE Q U A R TA , 1 6 d e a b r i l
ada altar levantado por Abrão era um 
memorial da bondade, do cuidado e da 
providência divinos. Do mesmo modo, 
não podemos deixar cair no esqueci-
mento todas as etapas em que Deus 
nos tem conduzido desde que come-
çou Sua obra em nós. Preste atenção 
no trecho a seguir:
“O procedimento de Deus com Seu 
povo deve ser lembrado frequente-
mente. Como são frequentes as pro-
vas de Sua providência em relação 
ao Israel antigo! Para que este não 
esquecesse a história do passado, 
Deus ordenou a Moisés que pusesse 
esses acontecimentos em um hino, 
para que os pais pudessem ensiná-lo 
aos filhos. Deveriam reunir memó-
rias e conservá-las bem vívidas, para 
que, quando os filhos perguntassem a 
respeito, toda a história lhes fosse re-
petida. Desse modo, o procedimento 
providencial de Deus para com Seu 
povo, Sua bondade, misericórdia e 
Seu cuidado, deveriam ser conserva-
dos na lembrança. Somos exortados 
a lembrar “dos dias anteriores, em 
que, depois de iluminados, sustentas-
tes grande luta e sofrimentos” (Hb 
10:32). “Necessitamos rememorar fre-
quentemente a bondade do Senhor e 
louvá-Lo por Suas maravilhas” (Ellen 
G. White, Testemunhos Para a Igreja 
[CPB, 2021], v. 6, p. 289).
Como os versículos a seguir se rela-
cionam com a promessa da aliança de 
Deus e a resposta de Abrão em Gênesis 
12:1-9?
• Os altares de Abrão: Gn 13:4, 14-18; 
22:9-14
• A promessa da aliança é repetida: 
Gn 15:17-21; 17:1-8
• A fé de Abrão: Rm 4:20; Hb 11:8-11
cc
MOMENTO HIPERTEXTO
MEMORIAL
Lembra da rede semântica? O mapa mental construído a partir de uma palavra ou 
conceito-chave? Então... com base no que vimos até aqui, agora é a sua vez de expressar 
o que faz sentido para você:
REDESEMÂNTICA
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
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ênesis 13:1-18 confirma que a constru-
ção de altares se tornou a marca da 
vida de Abrão. Diante do crescente 
conflito entre seus pastores e os de 
seu sobrinho Ló, Abrão permitiu que 
Ló escolhesse onde iria morar, con-
cordando em ficar com o que restas-
se (Gn 13:9). Quando a questão foi 
resolvida, Abrão construiu em Manre 
um altar celebrando a paz que Deus 
restaurou (v. 18). O altar de Abrão se 
tornou um memorial de como Deus o 
havia ajudado.
Em Gênesis 22, Abraão enfrentou 
a maior crise de sua vida. O Senhor 
pediu que ele sacrificasse Isaque – 
exatamente o filho por meio do qual 
a promessa se realizaria. Surpreen-
dentemente, Abraão respondeu a esse 
teste extremo de fé com extrema obe- 
diência. Ele construiu um altar e co-
locou seu filho nele. Quando o anjo 
do Senhor interrompeu Abraão, Deus 
providenciou um carneiro para ser sa-
crificado no lugar de Isaque (Gn 22:13) 
– prefigurando Jesus, o Cordeiro de 
Deus, que daria Sua vida por seres hu-
manos pecadores (Jo 1:29).
Abraão chamou o lugar de Yahweh 
Iré, “O Senhor Proverá” (Gn 22:14), 
pois Deus havia feito novamente uma 
provisão miraculosa para ele. Abraão 
aprendeu a confiar em Deus como seu 
Ajudador em tempos de terrível cri-
se. O altar no Monte Moriá lembraria 
Abraão para sempre de como, no mo-
mento certo, Deus havia providenciado 
um sacrifício como substituto para 
Isaque.
Muitas vezes, adoramos a Deus sem 
realmente pensar em tudo o que Ele 
fez e está fazendo por nós (Sl 103:2). 
Uma das melhores maneiras de man- 
ter a bondade de Deus sempre em 
mente é dar um nome ao lugar em que 
Deus fez algo especial por você. Aque-
les que possuem talentos musicais ou 
poéticos escrevem canções para come-
morar a bondade de Deus. Minha mãe, 
uma excelente cozinheira, prepara pra-
tos saborosos para pessoas necessita-
das sempre que Deus a abençoa.
Muitas pessoas registram suas ex-
periências com Deus ou testemunham 
delas a fim de manterem na memória 
os atos poderosos que Ele realizou em 
favor delas. 
Quando verbalizamos nossa gra-
tidão, isso aprofunda a memória da 
bondade de Deus em nossa própria 
mente. Os métodos podem variar, mas 
a chave para desenvolver uma amiza-
de vibrante com Deus é sempre recor-
dar aquilo que Ele fez por nós.
gg
comPARTILHEPARTILHE q u i n ta , 1 7 d e a b r i l
 TESTEMUNHE! 
Vá à página de anotações 
(no fim do trimestre) e saiba como!
AUXÍLIO DIVINO
Bora de episódio novo da série “ComTexto 
bíblico” do Feliz7Play? 
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do estudo da lição 
desta semana!
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comSENSOSENSO
 resumo!
Feche sua semana de 
estudos com um resumo 
em vídeo (1) e faça 
também um estudo (2) 
para incentivar ainda 
mais sua imersão na 
vida devocional. 
Acesse:
(1) (2)
‘‘“
S E X TA , 1 8 d e a b r i l
primeira vez que o chamado do Céu veio a Abraão foi 
enquanto ele morava em ‘Ur dos Caldeus’ (Gn 11:31). 
Em obediência a esse chamado, ele se mudou para 
Harã. Até ali a família de seu pai o acompanhou, pois, 
juntamente com sua idolatria, participavam do culto 
ao verdadeiro Deus. E ali Abraão permaneceu até a 
morte de Terá. Após o sepultamento de seu pai, a voz 
divina mandou que ele prosseguisse. Seu irmão Naor, 
com a família, apegaram-se ao seu lar e seus ídolos. 
Além de Sara, mulher de Abraão, apenas Ló, filho de 
Harã – falecido muito tempo antes –, preferiu parti-
lhar da vida peregrina do patriarca. 
“Mesmo assim, foi grande a multidão que partiu da 
Mesopotâmia. Abraão já possuía extensos rebanhos 
e gado – o que representava riqueza no Oriente – e 
estava cercado de numeroso grupo de servos e agre-
gados. Estava saindo da terra de seus pais para nunca 
mais retornar, por isso levou consigo tudo o que ti-
nha, ‘todos os bens que haviam adquirido, e as pesso-
as que lhe acresceram em Harã’. Entre essas pessoas 
estavam muitos por razões superiores ao trabalho 
ou interesse particular. Durante sua permanência em 
Harã, tanto Abraão quanto Sara haviam levado outros 
à adoração e ao culto ao verdadeiro Deus. [...]
“O lugar em que se detiveram a princípio foi Siquém. 
À sombra dos carvalhos de Moré, em um vale extenso, 
coberto de relva, com seus bosques de oliveiras e fon-
tes a jorrar, entre o monte Ebal de um lado e o monte 
Gerizim do outro, Abraão montou seu acampamento. 
O patriarca havia entrado em um ótimo território – 
‘terra de ribeiros de água, de fontes, de mananciais 
profundos, que saem dos vales e das montanhas; terra 
de trigo cevada, de vides, figueiras e romeiras; ter- 
ra oliveiras, de azeite e mel’ (Dt 8:7, 8). No entanto, 
para o adorador de Jeová, uma densa sombra estava 
sobre a colina coberta de árvores e fértil planície. ‘Nes-
se tempo os cananeus habitavam essa terra’ (Gn 12:6).
aa DISCUTA 
EM CLASSE
• Como você pode 
fortalecer sua 
conexão pessoal 
com Deus?
• O que lhe chama 
mais a atenção 
no compromisso 
de Abraão com a 
adoração?
• Que exemplo Abraão 
estava dando para 
sua família por meio 
de sua caminhada 
devocional com 
Deus?
• Quais práticas 
ajudam você a se 
lembrar do amor 
e da bondade de 
Deus?
• Como a adoração 
diária ajuda você 
a crescer em sua 
caminhada com 
Deus?
AMIGO DE DEUS
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PROPAGANA
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PRETO & ciano
“Abraão atingira o alvo de suas es-
peranças de encontrar um país ocupa-
do por uma raça estranha, entre a 
qualestava propagada a idolatria. Os 
altares dos deuses falsos estavam eri-
gidos nos bosques, e sacrifícios huma-
nos eram oferecidos nos lugares altos 
que ficavam próximos. Conquanto ele 
se apegasse à promessa divina, não 
foi sem angustiantes pressentimentos 
que armou sua tenda. 
“Então ‘apareceu o Senhor a Abrão 
e lhe disse: Darei à tua descendência 
esta terra (Gn 12:7). Sua fé se forta-
leceu pela certeza de que a presença 
divina estava com ele, de que não fora 
abandonado nas mãos dos ímpios. ‘Ali 
edificou Abraão um altar ao Senhor, 
que lhe aparecera’ (Gn 12:7). Como 
um peregrino, logo se mudou para 
um local próximo de Betel, e de novo 
construiu um altar e invocou o nome 
do Senhor.
“Abraão, o amigo de Deus, nos dá 
um digno exemplo. Sua vida foi uma 
vida de oração. Onde quer que ele ar-
masse a tenda, junto construía o altar, 
convocando todos os que faziam parte 
de seu acampamento para o sacrifício 
da manhã e da tarde” (Ellen G. White, 
Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], 
p. 97, 98).
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UNIDADECOM
Atenção, PG! Aproveite 
este conteúdo e outros 
acessando o Espaço 
Jovem e o Feliz7Play:
 Deus ou deuses? 
“Mas a hora vem, e agora é, em que 
os verdadeiros adoradores adorarão 
o Pai em espírito e em verdade, 
porque o Pai procura a tais que 
assim O adorem.” João 4:23
Zeus foi a divindade mais importante da 
religiosidade grega, pois era considerado o 
deus supremo e aquele que regia o Univer-
so. Em muitas passagens nos mitos gregos, 
outros deuses que faziam parte do panteão 
dos gregos referiam-se a Zeus como Pai. 
Zeus era considerado deus do trovão, do 
raio e dos céus. Também era considera- 
do o governante do Monte Olimpo, local 
em que os principais deuses residiam. Ele 
era conhecido por controlar o clima e por 
manejar os raios e, além de comandar o 
Universo, ele também comandava os deu-
ses. Zeus casou-se duas vezes e normal-
mente era infiel a suas esposas. Ele destro-
nou o próprio pai e com medo de que isso 
também acontecesse com ele, devorava 
seus filhos assim que nasciam. Ele é con-
siderado o deus mais adorado no mundo.
Olhando para um deus assim, vemos que 
não tem nada que ver com o Deus que co-
nhecemos, que cria, restaura, liberta, cura 
e transforma. Alegria e coragem são parte 
da natureza integrada do culto. Ellen White 
define esta integração como um fator que 
exige que adoremos a Deus com o que so-
mos e temos – corpo, pensamentos, emo-
ções e bens. A adoração deve tornar-se um 
estilo de vida: “Deus desejava que toda a 
vida de Seu povo fosse uma vida de louvor” 
(Parábolas de Jesus [CPB, 2022], p. 173).
Ruziel Souza — Líder do Ministério Jovem 
da Associação Amazonas Roraima
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DIÁLOGO ABERTO
 1. O que é adoração?
2. Que relação existe entre nossa ado-
ração a Deus e a forma como nos 
relacionamos com o próximo?
Adoremos nosso Deus sem medo. Ele 
nos fez com livre-arbítrio e espera de nós 
uma adoração sincera e eficaz. Adoramos 
a Deus dando o que temos de melhor que 
é nosso coração, pois Ele deseja compro-
misso, envolvimento e entrega a Ele. So-
mos totalmente dependentes desse Deus; 
adoremos a Deus por ser o nosso Criador 
e Redentor. O resultado dessa compreen-
são é alegria.
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
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10MW23 Ágatha Lemos/Kaleb de Carvalho
para mim
um lugar
A partir da tirinha, do texto-chave e do título, anote 
suas primeiras impressões sobre o que trata a lição:
PESQUISE 
em comentários 
bíblicos, livros 
denominacionais
e de Ellen G. White 
sobre temas 
contidos neste 
texto: Êx 25
19 a 25 de abril
TEXTO-CHAVE
LEIA O TEXTO BÍBLICO DESTA SEMANA: ÊX 25
Lição 4
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34
comTEXTOTEXTO
DDuando minha esposa e eu nos casa-
mos, compramos alguns jornais e co- 
meçamos a procurar o lugar mais 
barato que pudéssemos encontrar 
para alugar. Planejamos economizar 
ao máximo para comprar uma casa 
o quanto antes. Nosso plano estava 
avançando com sucesso quando en-
contramos um apartamento com um 
quarto totalmente mobiliado por 
um preço bastante acessível. Assina-
mos o contrato de aluguel e nos pre-
paramos para a mudança.
Não demorou muito para enten-
dermos que “totalmente mobiliado” 
não significava necessariamente que 
a mobília fosse boa. Os sofás eram 
velhos e gastos, a cama afundava e 
todos os apartamentos do prédio com-
partilhavam o mesmo sistema de ar- 
condicionado central. Isso pode parecer 
insignificante, mas era incrivelmente 
incômodo. Podíamos sentir o cheiro de 
cigarro e até mesmo de algumas re-
feições. Logo percebemos que aquele 
apartamento não era nosso lar.
Morar naquele pequeno apartamen-
to imperfeito nos ajudou a economizar 
mais. Em apenas seis meses, Deus nos 
ajudou a comprar nossa primeira casa. 
Um novo empreendimento surgiu, 
e tivemos a sorte de conseguir uma 
das pequenas casas iniciais do bair-
ro. Nunca esquecerei o dia em que 
nos mudamos. Não tínhamos muito, 
então a mudança foi fácil. Ao contrá-
rio do apartamento, nossa nova casa 
não tinha móveis, nem cortinas para 
cobrir as janelas, nem comida na ge-
ladeira, mas nosso coração saltava de 
alegria. Tudo o que tínhamos eram 
nossas roupas e um colchão, mas es-
távamos em casa.
Após 400 anos de escravidão no 
Egito, Deus ansiava por tornar livres 
os filhos de Abraão e levá-los para 
casa. No entanto, uma das primeiras 
coisas que Ele fez depois de libertar os 
israelitas foi construir uma habitação. 
Sim, Deus encomendou uma casa para 
Si mesmo.
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D O M I N G O , 2 0 d e a b r i l
q
mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, capítulo 30: 
“O tabernáculo e seus serviços”.
Acesse:
ENCONTRANDO UM LAR
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49407 – ComTexto Bíblico – 2o trim 2025
7/1/2025 11:04
comPREENDAPREENDA
DD epois que os israelitas foram libertados 
da escravidão do Egito, Deus sabia que 
tinha muito a fazer para reconstruir a 
vida espiritual de Seu povo. Para co-
meçar, Ele convocou Moisés ao Monte 
Sinai e lhe entregou os Dez Manda-
mentos, que continham as instruções 
que deveriam guiar a vida deles (Êx 
20). Além disso, deu leis sobre senho-
res e servos, violência e animais (Êx 21). 
O Senhor descreveu como lidar com a 
propriedade (Êx 22), como administrar 
justiça e como guardar os sábados 
e dias de festas religiosas (Êx 23) – e 
apresentou as bênçãos que aguarda-
vam aqueles que fossem fiéis à aliança. 
Êxodo 24 descreve que Moisés cons-
truiu um altar, no qual Israel confirmou 
solenemente a aliança com Deus.
Depois de estabelecer um relacio-
namento de aliança com Israel, Deus 
fez algo inesperado: encomendou um 
projeto de construção no meio da-
quela jornada pelo deserto (Êx 25). 
Ele disse a Moisés que os israelitas 
deveriam trazer ofertas, mas apenas 
aqueles que fizessem isso de todo o 
coração (Êx 25:2). Então deu instru-
ções específicas sobre as ofertas

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