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Alunos: Bênelly Jordana
Edson Augusto Tavares Santiago Borges
Juliane Cruz
Ronaldo Soares
Classificação de Solo
INTRODUÇÃO
• A classificação de solos no Brasil tem sido matéria de
interesse essencialmente motivado pela necessidade
decorrente de levantamentos pedagógicos, os quais, por
natureza, constituem gênero de trabalho indutor de
classificação de solos.
• Inicialmente com a descrição do seu perfil representativo,
ou seja, descrição de características identificadas no campo
(características morfológicas) e coleta de material para
análises de laboratório, que estão relacionadas à sua
gênese e pela descrição da paisagem que ele ocupa no
ecossistema.
Em virtude da importância dos solos para as
mais diversas áreas, este estudo teve como
objetivo classificar o perfil de um solo, visando
conhecer as suas propriedades físicas, químicas
e morfológicas, e assim definir as suas
potencialidades e usos.
Localização
Fonte: http://www.ebah.com.br/
O estudo foi realizado na área de propriedade da Escola de Agronomia,
localizada na Universidade Federal de Goiás na Regional de Goiânia, na
antiga área de realização da feira agro centro oeste (latitude
16°36’14.18”S, longitude 49°16’57.40”O a 711 metros de altitude) cujo
o bioma da região é caracterizado com cerrado.
Clima
• A região possuiu um clima tropical com estação seca Aw,
segundo a classificação climática de Köppen-Geiger.
• Está localizada em uma alta altitude, o ar é relativamente
seco na maior parte do ano, chegando a níveis críticos
entre os meses de julho e setembro e ao extremo em
agosto.
• O índice pluviométrico anual é em média 1570
milímetros (mm).
Metodologia
• A abertura do perfil foi realizada em dezembro de 2015
sob supervisão e tutela do monitor e do professor da
disciplina utilizando-se 5 ferramentas de escavação (1
pá, 1 enxada, 1 cavadeira, 1 pá reta, 1 enxadão).
• A área correspondente a superfície da cova era de
aproximadamente 0,75 m² (1m x 0,75m) e o volume de
rejeitos retirados para acessar a área para estudo foi de
cerca de 0,56 m³ (1m x 0,75m x 0,75m).
• Sendo que a prospecção, coleta e identificação das
amostras foram realizadas em janeiro de 2016.
• O material coletado foi identificado com a numeração de 170
a 174 de acordo com a distribuição topográfica.
• Em seguida as amostras foram encaminhadas ao laboratório
de análises da Escola de Agronomia – EA, que se localiza no
prédio de Agricultura e Solos da mesma instituição.
• Neste local o material foi colocado para secar a sombra em
temperatura ambiente, por um período de 10 dias.
• Após a secagem o material foi destorroado, peneirado e
levado para análise química e física.
Classificação Informações
Material de origem Desenvolvem-se em sedimentos recentes nas
proximidades dos cursos d`água e em materiais colúvio-
aluviais.
Período
Altitude 711 metros
Relevo local Plano
Drenagem Mal a muito Mal drenado
Vegetação local Campo de várzea, presença de buritizais.
Uso atual Área degradada em recuperação; ressurgimento de
vegetação de várzea
Erosão Ausente
Quadro 1. Classificação de solo com informações da área da propriedade da Escola de
Agronomia, Universidade Federal de Goiás.
Horizonte Composição Granulométrica (%) MO pH P(Mehl) 
Símbolo cm Argila Silte Areia % CaCl2 mg/dm² 
A 0-11 41,0 21,0 38,0 5,3 4,4 6,8 
AC 12-25 52,0 21,0 27,0 0,1 4,3 8,3 
C1 26-40 51,0 20,0 29,0 0,3 4,3 8,7 
C2 41-50 54,0 22,0 24,0 0,9 4,2 2,1 
C3 51-70 73,0 21,0 6,0 0,1 4,2 12,0 
 
Símbolo cm 
K 
mg/dm³ 
CA 
cmoc/dm³ 
Mg 
cmoc/dm³ 
H + Al 
cmoc/dm³ 
Al 
cmoc/dm³ 
CTC 
cmoc/dm³ 
M 
% 
V 
% 
A 0-11 78,0 2,9 1,4 3,9 9,0 8,4 66,7 53,6 
AC 12-25 200,0 2,5 1,7 6,6 1,8 11,3 27,6 41,7 
C1 26-40 160,0 1,9 1,1 5,3 1,8 8,7 34,6 39,1 
C2 41-50 83,0 1,2 0,9 4,3 2,1 6,6 47,6 35,0 
C3 51-70 80,0 2,3 2,3 4,6 2,1 9,6 30,4 50,0 
 
Símbzol
o 
cm Ca/Mg Mg/K Ca/K 
Ca/CTC 
% 
Mg/CTC 
% 
K/CTC 
% 
A 0-11 2,1 7,0 14,5 34,5 16,7 2,4 
AC 12-25 1,5 3,3 4,9 22,1 15,0 4,5 
C1 26-40 1,7 2,7 4,6 21,8 12,6 4,7 
C2 41-50 1,3 4,2 5,7 18,1 13,5 3,2 
C3 51-70 1,0 11,2 11,2 23,9 23,9 2,1 
 
Horizonte Profundidade
Cm
Descrição Morfológica
A 0-11 Coloração escura (10 YR), presença de raízes,
franco argiloso, ligeiramente plástico, não
pegajoso.
AC 12-25 Cinzento-escuro (10YR), argiloso, ligeiramente
duro, não pegajoso, ligeiramente plástico,
transição abrupta.
C1 26-40 Cinzento, argiloso, muito duro, ligeiramente
pegajoso, plástico, presençade seixos rolantes.
C2
C3
41-50
51-70+
Cinzento, argiloso, muito duro, muito pegajoso,
plástico.
(água) Cinzento-amarelado, muito argiloso,
muito duro, muito pegajoso, muito plástico,
encharcado.
Quadro 2. Descrição morfológica de solo de área da Escola de Agronomia, Universidade Federal de
Goiás.
Classificação
Gleissolo Solo apresenta coloração escura, em maior parte cinza,
devido ao processo de gleização, em virtude da redução e
solubilização do ferro, permitindo a expressão de cores
neutras dos minerais de argila; não apresenta estrutura
exclusivamente areia; mal a muita mal drenado, encontra-
se permanentemente saturado por água.
Háplico Não apresentou horizonte sulfúrico ou materiais
sulfídricos dentro de 100 cm, ausência de caráter sálico
dentro de 100 cm e não possui horizonte H hístico com
menos de 40 cm de espessura ou horizonte A húmico.
Tb Distrófico Apresentou argila de atividade baixa e saturação por base
baixa (V. Acesso em: 27 fev. 2016,
20:49:55.
• MENDONÇA, José Francisco. Solo: Substrato da vida. 2. Ed. Brasília, DF, 2010. 110 p.
• SANTOS, Humberto, Gonçalves. et al. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. 3°
Edição. Brasília, DF, 2013. 177-180 p.
• SANTOS, Raphael, David. et al. Manual de descrição e coleta de solo no campo. 7 °
Edição. Viçosa, 2015.
• LIMA, Valmiqui, Costa; LIMA, Marcelo, Ricardo; MELO, Vander, Freitas; A Importância
de Estudar o Solo-Projeto Solo na Escola. UFPR. Disponível em: . Acesso em: 27
de fev. 2016.

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