APOSTILA_I_-_ESTATÍSTICA (1)
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APOSTILA_I_-_ESTATÍSTICA (1)


DisciplinaProbabilidade e Estatística13.962 materiais130.191 seguidores
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Norte 342.938 375.658 403.494
Nordeste 1.287.813 1.379.101 1.486.649
Sudeste 6.234.501 6.729.467 7.231.634
Sul 1.497.315 1.608.989 1.746.232
Centro-oeste 713.357 778.925 884.822
Tabela 4 - Efetivo do rebanho bovino nas regiões do Brasil
Fonte: Ministério das Comunicações
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Causas
Anos
1996 1997 1998
Doenças Infecciosas 17,9 16,8 16,4
Pneumonia 12,0 10,8 11,4
Causas perinatais 45,3 48,0 47,1
Tabela 5 \u2013 Mortalidade proporcional (%) em menores de 1 ano, segundo
as três principais causas, no Brasil, de 1996-98.
Fonte: Informe Epidemiológico SUS
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Distribuição de Frequências \u2013 são séries onde não
variam nenhum dos 3 fatores (tempo, local e
espécie). Os dados são agrupados em classes com
limites pré-estabelecidos.
Classes Frequência
155 |\uf8e7 160 39
160 |\uf8e7 165 30
165 |\uf8e7 170 10
170 |\uf8e7 175 1
Total 80
Tabela 6 \u2013 Estatura de 80 alunos da Escola X,
1995
Fonte: dados fictícios
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TABELAS
Forma não discursiva de apresentar informações
Dado numérico se destaca como informação central
Finalidade: apresentar os dados numéricos de modo
ordenado, simples e de fácil interpretação, fornecendo
o máximo de informação num mínimo de espaço.
Construção: deve obedecer uma série de normas
técnicas (do IBGE - "Normas de Apresentação Tabular\u201c
- orienta a apresentação racional e uniforme de dados
estatísticos na forma tabular.
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Elementos da tabela
elementos essenciais
Tabela Estatística 
elementos complementares
ELEMENTOS ESSENCIAIS:
* Título: é a indicação que precede a tabela contendo a designação
do fato observado, do local e da época em que foi registrado.
* Corpo: é conjunto de linhas e colunas onde estão inseridos os
dados numéricos.
* Cabeçalho: é a parte superior da tabela que indica o conteúdo
das colunas.
* Coluna indicadora: é a parte da tabela que indica o conteúdo das
linhas. 27
Tabela: modelo IBGE
Corpo
Cabeçalho
Título
Rodapé
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ELEMENTOS COMPLEMENTARES:
* Fonte: entidade que fornece os dados ou elabora a
tabela.
* Notas: informações de natureza geral, destinadas a
esclarecer o conteúdo das tabelas.
* Chamadas: informações específicas destinadas a
esclarecer ou conceituar dados numa parte da tabela.
Deverão estar indicadas no corpo da tabela, em números
arábicos entre parênteses.
Os elementos complementares devem situar-se no rodapé da 
tabela, na mesma ordem em que foram descritos.
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NÚMERO DA TABELA
Uma tabela deve ter número para identificá-la,
sempre que o documento apresentar uma ou
mais tabelas, permitindo assim, a sua localização.
A identificação da tabela deve ser feita em números
arábicos, de modo crescente, precedidos da
palavra Tabela, podendo ou não ser subordinada
a capítulos ou seções de um documento.
Exemplos: Tabela 5, Tabela 10.4
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APRESENTAÇÃO DE DADOS NUMÉRICOS
Toda tabela deve ter dado numérico para informar a quantificação
de um fato específico observado, o qual deve ser apresentado
em números arábicos.
A parte inteira dos dados numéricos deve ser separada por pontos
ou espaços de três em três algarismos, da direita para a
esquerda.
A separação da parte inteira da decimal deve ser feita por vírgula.
Obs.: No sistema inglês, a separação da parte inteira é feita por
vírgula, e a separação da parte inteira da decimal é feita por
ponto, ou seja, é o inverso do sistema brasileiro.
Algarismos romanos devem ser evitados, inclusive em datas
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SINAIS CONVENCIONAIS
Sempre que um dado numérico não puder ser apresentado, o 
mesmo deve ser substituído por um sinal convencional, como: 
a) - (traço): indica dado numérico igual a zero;
b) ... (três pontos): indica dado numérico não disponível
c) 0; 0,0 ou 0,00: indica dado numérico igual a zero resultante de
arredondamento
d) ?: quando há dúvida sobre a veracidade da informação
Os sinais convencionais deverão ser apresentados em 
nota geral com seus respectivos significados.
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ARREDONDAMENTO
Quando o primeiro algarismo a
ser abandonado for menor que
5, fica inalterado o último
algarismo a permanecer.
Quando o primeiro algarismo a
ser abandonado for maior ou
igual a 5, aumenta-se de uma
unidade o último algarismo a
permanecer.
< 5
\u2265 5
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UNIDADE DE MEDIDA 
TABELA unidade de medida, inscrita no cabeçalho ou nas colunas indicadoras,
sempre que houver necessidade de se indicar, complementarmente
ao título, a expressão quantitativa ou metrológica dos dados numéricos.
INDICAÇÃO com símbolos ou palavras, entre parênteses.
Exemplos: (m) ou (metros), (t) ou (toneladas), (R$) ou {reais).
Dados numéricos divididos por uma CONSTANTE indicar por
algarismos arábicos, símbolos ou palavras, entre parênteses, precedendo a unidade de 
medida, quando for o caso. 
Exemplos:
(1.000 t): indica dados numéricos em toneladas que devem ser multiplicados por mil;
(1.000 R$): indica dados numéricos em reais que devem ser multiplicados por mil;
(%) ou (percentual): indica dados numéricos proporcionais a cem;
(t/ 1.000): indica dados numéricos em toneladas divididos por 1.000.
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CLASSE DE FREQUÊNCIA 
A classe de frequência é cada um dos intervalos não
superpostos em que se divide uma distribuição de
frequências.
Toda classe deve ser apresentada, por extenso ou com
notação.
Toda classe que inclui o limite inferior do intervalo (Li) e
exclui o limite superior (Ls), deve ser apresentada de uma
destas duas formas:
Li |\uf8e7 Ls ou [Li; Ls)
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Apresentação de tempo
Série histórica consecutiva deve ser apresentada por seus pontos inicial e
final, ligados por hífen (-).
Exemplos:
1892-912: quando varia o século;
1960-65: quando variam os anos dentro do século;
out 1991 - mar 1992: quando variam os meses dentro de anos.
Série histórica não consecutiva deve ser apresentada por seus pontos inicial
e final, ligados por barra (/).
Exemplos:
1981 / 85: indica dados não apresentados para pelo menos um ano do intervalo;
out 1991/ mar 1992: indica dados não apresentados para pelo menos um mês do
intervalo.
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Apresentação da tabela
\ufffdO corpo da tabela deve ser delimitado, no mínimo, por 
três traços horizontais.
\ufffd Recomenda-se não delimitar as tabelas a direita e à esquerda
por traços verticais.
\ufffdQuando, por excessiva altura, a tabela tiver que ocupar mais
de uma página, não deve ser delimitada inferiormente,
repetindo-se o cabeçalho na página seguinte. Deve-se usar no
alto do cabeçalho a palavra continuação ou conclusão,
conforme o caso.
\ufffdA disposição da tabela deve estar na posição normal de
leitura. Caso isso não seja possível, a apresentação será feita
de forma que a rotação da página seja no sentido horário.
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Unidade da Federação Total de estabelecimentos Pessoal ocupado
Valor da produção1
(1.000 Cr$)
Valor da transformação 
industrial (1.000 Cr$)
Rondônia 1 x x X
Acre 2 x x X
Amapá
- - - -
Rio Grande do Sul 706 30.103 156.680 74.316
Mato Grosso do Sul 29 485 1.643 623
Paraná 449 11.118 43.797 22.014
Santa Catarina 305 10.816 84.294 41.894
São Paulo 4.699 272.983 2.531.363 939.0322
Rio de Janeiro 847 40.768 635.731 177.358
Tabela 7 \u2013 Total de estabelecimentos, pessoal ocupado, valor da produção e valor da transformação
industrial das indústrias metalúrgicas, em algumas Unidade da Federação, em 1982
Fonte: Pesquisa Industrial, 1982-84. Dados gerais, Brasil, Rio de Janeiro: IBGE, v.9., 410 p.
Nota: Sinal convencional utilizado:
x dado numérico omitido
- dado numérico igual a zero
(1) Em 31.12.1982
(2) Inclui o valor dos serviços prestados a terceiros e a estabelecimentos da mesma empresa.
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GRÁFICOS
GRÁFICOS constituem-se numa das mais eficientes 
formas ilustradas de apresentação de dados estatísticos.
GRÁFICO - FIGURA construída a partir de uma tabela; 
TABELA fornece uma idéia