Portifolio ind. 1° e  2º semestre final
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Portifolio ind. 1° e 2º semestre final


DisciplinaContabilidade / Ciências Contábeis103.240 materiais700.704 seguidores
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A história do comércio e do crescimento no Brasil tem, assim, certos contornos históricos, um padrão e uma complexidade próprios de nossa estrutura que contempla a evolução econômica. 
A globalização não é um conceito sério. Nós, os americanos, o inventamos para podermos dissimular nossa política de entrada econômica nos outros países, mas na verdade é estrategicamente vendida ao resto do mundo como uma política de livre mercado integracionalizadora que permitirá essencialmente o crescimento econômico das nações. (Galbraith, 1986).
As Diferenças (Culturais, Econômicas, Sociais e Política), entre \u201csociedade dos produtores\u201d versus \u201csociedade de consumidores,\u201d (Buman). 
 As pessoas em busca de uma satisfação pessoal se enveredam por uma busca incessante de bens de consumo, pode-se até dizer que essas buscas são desenfreadas, sem nenhum tipo de planejamento, pois o interesse dela é imediatista, isso é satisfação momentânea, nada que seja planejado para um futuro próximo, uma sociedade consumista, até mesmo na política, onde não se planeja a criação de políticas públicas essenciais, aquelas que são prioridades, mais criam projetos que levam uma quantidade grande de recursos públicos, sem nenhum retorno para a sociedade, projetos executados com retorno imediato ao bel prazer do político.
 Diferentemente do que se via no passado, quando a sociedade, pensava nas conquistas duradouras para satisfação social. 
 Uma sociedade consumista, onde o desejo pela satisfação pessoal se propaga cada vez mais, pela ideologia de mercado, fazendo com que as pessoas adotem um conjunto de ações voltadas ao consumo sem regras, sem limites, imperando o individualismo, levando-as a total perda da noção do que é viver em coletividade, ou mesmo do que seja o bem público, exigindo os seus direitos de consumidor e não exercendo os deveres de cidadão, onde fazem tudo, sem pensar nas conseqüências do amanhã.
 De acordo com (SILVA, 2012); 
O autor relata como a sociedade de produtores foi basicamente direcionada para segurança e apostava nos desejos humanos em um ambiente confiável, ordenado, regular e transparente e como prova disso resistente ao tempo e ao apego às coisas seguras. Os desejos eram orientados para aquisição de posse e bens com grande visibilidade na sociedade, pois nessa época o tamanho dos bens era ligado como poder e status. (SILVA).
 A sociedade em sua maioria de baixa renda, pela nova visão econômica tornou-se uma sociedade endividada, devido às linhas de crédito ser mais abrangentes e menos exigentes, e tudo com o aval do Governo e seus programas assistenciais.
 Segundo (Cunha, 2012); 
Na sociedade de consumidores, ninguém pode se tornar sujeito sem primeiro virar mercadoria, e ninguém pode manter segura sua subjetividade sem reanimar, ressuscitar e recarregar de maneira perpétua as capacidades esperadas e exigidas de uma mercadoria vendável. A \u201csubjetividade\u201d do \u201csujeito\u201d, e a maior parte daquilo que essa subjetividade possibilita ao sujeito atingir, concentra-se num esforço sem fim para ela própria se tornar, e permanecer, uma mercadoria vendável. A característica mais proeminente da sociedade de consumidores \u2013 ainda que cuidadosamente disfarçada e encoberta \u2013 é a transformação dos consumidores em mercadorias (...).
 Diagnosticar as diferenças entre essas duas classes de consumidores, não é difícil, pois se destaca que, a Sociedade de produtores, estava preocupada com a segurança e o consumo de bens duráveis e não imediatista, já a sociedade consumista, pelo contrario, busca sempre a satisfação imediata, o hoje, \u201cporque esperar pelo amanha se posso consumir hoje\u201d, (Autor desconhecido). Uma sociedade contemplada pelo medo está rodeada de medo, o medo das incertezas do cenário econômico, entre outros.
 De acordo com (Silva, 2012); quanto classifica as características e diferenças da Sociedade de Produtores; 
Consumir mercadorias pesadas e duráveis como imóveis e jóias, para remeter ao status de posse, poder, conforto e principalmente respeito pessoal. Possuir uma grande quantidade de bens duráveis remetia à segurança contra as incertezas do destino. Desta maneira, a segurança era a maior posse da sociedade dos produtores e o prazer de desfrutar era postergado, ou seja, nada era imediato. Esse comportamento fazia sentido na sociedade dos produtores, que acreditava na prudência e na segurança, sobretudo na durabilidade em longo prazo. Mas a transição dessa concepção da \u201csociedade dos produtores\u201d para a nova configuração da sociedade apresenta uma mudança extremamente significativa no comportamento e nos desejos do indivíduo. Bauman destaca que este ambiente existencial tornou-se conhecido como \u201csociedade de consumidores\u201d e distingue-se por uma reconstrução das relações humanas a partir do padrão, e a semelhança, das relações entre consumidores e os objetos de consumo. (Silva, 2012). 
 Imagem 1: Pessoa Consumista
Fonte: https://www.google.com.br/search?q=consumismo&consumismo-teimoso-e-o-prazer-de-ter.html%3B640%3B499. 
 Essa imagem demonstra uma pessoa consumista, que ao passar enfrente a uma loja, não se controla e sai carregada de pacotes, que na maioria das vezes não necessitava comprar.
MERCADO CONSUMIDOR ANTES E DEPOIS
 Atualmente, o mercado consumidor está cada vez mais exigente. Pois com o impacto da globalização, foi afetada diretamente a concorrência entre as empresas. Assim essa concorrência vem demandado das companhias a busca contínua em aperfeiçoar a qualidade em todos os processos que executam, na busca de alcançar a aceitação dos seus produtos ou serviços, na permanência no mercado que atuam, como também nas metas que almejam alcançar.
Deste modo, a teoria científica é um modelo de administração criado pelo americano Frederick Winslow Taylor, aproximadamente em 1880, e que se baseava na aplicação de um método cientifico, procurando garantir o melhor custo/benefício dos sistemas produtivos. 
Assim posteriormente surgiu em 1910, na França a Teoria Clássica da Administração (ou Fayol ismo) uma escola de pensamento administrativo idealizado pelo engenheiro francês Henri Fayol, esta dava ênfase na estrutura organizacional, tinha a visão do homem econômico e buscava a máxima eficiência. 
O principal objetivo de ambas era a busca da eficiência nas organizações. Para a teoria cientifica essa ação se daria através da racionalização das atividades dos trabalhadores, pela soma da eficiência de cada um, também pela especialização dos mesmos onde deveriam ser selecionados com base em suas habilidades para a efetivação de determinadas ocupações, ou seja, divisão do trabalho ou então treinados para que executem da melhor forma possível em menos tempo. 
Assim, contrário a tal administração, a Teoria Clássica dizia que a organização deveria ser como um todo, e sua estrutura garantiriam eficiência para todas as partes envolvidas no processo, através de vários níveis de responsabilidade. Para Taylor o desenvolvimento de uma organização se daria no \u201cchão de fábrica\u201d, sugere a adoção de métodos racionais e padronizados, tendo máxima divisão de tarefas como o propósito de centralizar na produção. Já para Fayol esse desenvolvimento seria a estrutura da empresa, no qual, enfatiza a estrutura formal da organização e a doação de princípios e funções administrativas necessárias a realização do trabalho.
Assim, surgi a modernidade, no qual, vem crescendo cada vez mais, e o mundo vem sentindo a necessidade de crescer paralelo a ela, evoluindo cada vez mais, porém essa evolução muda a maneira de interpretar o mundo. Pois se percebe, que o aumento do consumo e a forma de consumir mudam conforme os impactos da globalização. A sociedade sente a necessidade de consumir e não se