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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
	
RELATÓRIO 02
	
	
	DATA:
______/______/______
RELATÓRIO DE PRÁTICA Citopatologia
	
Monique Cristiane Rodrigues Santos
Matricula:0549535 Biomedicina
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Citologia Clínica 
DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME:
	MATRÍCULA:
	CURSO:
	POLO:
	PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A):
	ORIENTAÇÕES GERAIS: 
· O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e
· concisa;
· O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema;
· Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado);
· Tamanho: 12;
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm;
· Espaçamento entre linhas: simples;
· Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
		TEMA DE AULA: COLETA GINECOLÓGICA E ELEMENTOS CELULARES
RELATÓRIO:
1. COLETA DO MATERIAL CÉRVICO-VAGINAL
O procedimento correto para a coleta do material cérvico-vaginal é o seguinte:
1. Preparação do ambiente e da paciente: A coleta deve ser realizada em ambiente adequado, com iluminação suficiente e higienização das mãos. A paciente deve ser colocada em posição ginecológica (deitada com as pernas flexionadas e abertas). A área genital deve ser limpa com compressas estéreis para evitar contaminação.
2. Escolha dos instrumentos: Os instrumentos geralmente utilizados são:
· Espéculo vaginal: Para abrir as paredes vaginais e permitir acesso ao colo do útero.
· Escova cérvico-vaginal ou espátula de Ayre: Para coletar o material da região do colo uterino.
· Pinça ou alicate (em alguns casos, para segurar o espéculo).
· Lâmina de vidro ou frasco de coleta: Para fixação da amostra.
· 
3. Coleta: O profissional insere o espéculo na vagina para visualizar o colo do útero. Em seguida, utiliza uma escova cérvico-vaginal ou uma espátula de Ayre para coletar o material da região do exocérvix (parte externa do colo uterino) e endocérvix (canal cervical). A coleta deve ser feita de forma suave, sem causar dor ou desconforto excessivo à paciente.
4. Fixação: Após a coleta, o material é imediatamente colocado sobre uma lâmina de vidro para fixação, evitando que as células se deteriorem. A lâmina é geralmente fixada com spray fixador ou imersa em uma solução fixadora.
B. Quais são os critérios de qualidade para a amostra de material cérvico-vaginal coletada e como isso pode influenciar o diagnóstico final?
Os critérios de qualidade para a amostra de material cérvico-vaginal incluem:
1. Quantidade e tipo de material: A amostra deve conter células suficientes, representando tanto o exocérvix quanto o endocérvix. A presença de células escamosas e glandulares é essencial para um diagnóstico completo.
2. Ausência de contaminantes: A amostra deve estar livre de sangue menstrual, secreção vaginal excessiva ou outros contaminantes que possam interferir na análise.
3. Adequada fixação do material: A fixação correta do material é essencial para preservar a morfologia celular. Amostras mal fixadas podem comprometer a visualização das células e dificultar a detecção de anomalias.
4. Posicionamento da lâmina: A lâmina deve ser bem distribuída e com as células de forma adequada, sem aglomerados ou falhas.
Se os critérios de qualidade não forem atendidos, a amostra pode não ser representativa, levando a diagnósticos imprecisos ou até à necessidade de nova coleta.
C. Descreva as características visuais observadas em cada uma das regiões anatômicas do colo uterino durante o exame.
Durante o exame do colo uterino, as regiões anatômicas observadas podem apresentar as seguintes características:
1. Exocérvix (parte externa do colo uterino):
· Apresenta uma coloração rosada ou avermelhada, com uma superfície lisa.
· A epiderme do exocérvix é constituída por células epiteliais escamosas.
· A borda externa pode ser visível e geralmente apresenta uma pequena área mais arredondada e pálida, conhecida como ectópio, onde as células glandulares do endocérvix podem se estender para a superfície.
2. Endocérvix (canal cervical):
· Apresenta uma coloração mais avermelhada e brilhante.
· A mucosa é composta por células epiteliais glandulares e a secreção cervical pode ser observada na borda do orifício cervical.
· Durante o exame, pode-se observar o orifício cervical (cervical os), que pode ser redondo ou em forma de fenda, dependendo do estado da paciente.
3. Cervico-vaginal:
· A transição entre o colo do útero e a vagina pode apresentar uma linha visível onde as células epiteliais escamosas do exocérvix se encontram com as células cilíndricas do endocérvix.
D. Descreva as técnicas de fixação e coloração do material cérvico-vaginal para análise microscópica.
Após a coleta do material cívico-vaginal, é essencial que a amostra seja fixada corretamente para preservar as células e garantir a qualidade da análise microscópica.
1. Fixação:
· Fixação com spray fixador: A lâmina de vidro com o material coletado é pulverizada com um spray fixador imediatamente após a coleta, para evitar o ressecamento e a deterioração das células.
· Fixação por imersão: Em alguns casos, a amostra pode ser colocada diretamente em uma solução fixadora (como formalina ou solução de etanol), que preserva as células de maneira eficaz.
2. Coloração: A coloração das lâminas é fundamental para a visualização celular. As técnicas mais comuns incluem:
· Coloração de Papanicolau (Pap): É o método mais utilizado para análise do material cérvico-vaginal. Utiliza uma série de corantes (hematoxilina, eosina e outros) para destacar as diferentes partes da célula, permitindo a observação de características morfológicas como núcleo, citoplasma e eventuais anomalias.
· Coloração de Gram: Menos comum, mas pode ser utilizada em casos de suspeita de infecção bacteriana, destacando as bactérias presentes na amostra.
A boa fixação e coloração são cruciais para uma interpretação precisa dos resultados e a detecção de alterações celulares, como displasias ou neoplasias.
Essas técnicas e cuidados são essenciais para garantir que o material cérvico-vaginal coletado seja adequado para um diagnóstico preciso.
2. ELEMENTOS CELULARES
A. Principais características morfológicas das células que compõem o epitélio escamoso e o epitélio glandular do colo uterino
· Epitélio escamoso do colo uterino:
· As células do epitélio escamoso são planas e têm um formato mais largo que alto, com bordas que se estendem para se encaixar umas nas outras.
· Apresentam um núcleo grande e arredondado, que é geralmente centralizado nas células mais jovens e pode se tornar mais condensado e achatado à medida que as células amadurecem e se aproximam da superfície.
· As células na camada superficial do epitélio escamoso estão frequentemente queratinizadas, ou seja, têm uma camada de queratina que ajuda a proteger o colo uterino.
· Epitélio glandular do colo uterino:
· As células do epitélio glandular possuem uma forma cilíndrica e estão organizadas em glândulas tubulares, que secretam muco.
· O núcleo dessas células é geralmente ovalado ou alongado, com uma localização mais basal (mais próxima à base da célula).
· As células glandulares possuem uma superfície apical (voltada para a cavidade do canal cervical) que contém estruturas ciliares ou microvilosidades para auxiliar na secreção de muco e outras substâncias.
B. Fotos das células do epitélio escamoso e glandular do colo uterino
Eu posso gerar ou procurar imagens, mas para isso, você precisa ter uma conta e estar logado. Caso deseje ver imagens dessas células, posso gerar para você ou explicar como procurá-las. Se preferir que eu ajude com mais detalhes sobre a interpretação dessas imagens, posso fornecer também!
C. Estágios maturativos das células escamosas do colo uterino e como cada estágio pode ser identificado microscopicamente
As células escamosas do colo uterino passam por vários estágios de maturação, que podem ser identificados microscopicamente:
1. Células basais:
· Localizadas na camada mais profunda do epitélio, são pequenas, cuboidais ou cilíndricas etêm um núcleo grande e arredondado.
· A coloração do núcleo é intensa, indicando alta atividade metabólica.
2. Células intermediárias:
· Essas células são maiores que as basais, com núcleos ligeiramente mais pequenos e o citoplasma mais claro.
· Elas contêm grânulos de queratina e se tornam mais achatadas à medida que se aproximam da camada superficial.
3. Células superficiais:
· Estas são as células mais achatadas e largas, com núcleos condensados e citoplasma queratinizado.
· Elas formam a camada mais externa e estão envolvidas na proteção do epitélio, ajudando a resistir ao atrito.
D. Elementos não-epiteliais encontrados no colo uterino e sua relevância clínica
Além das células epiteliais, o colo uterino contém elementos não-epiteliais, que podem ser de relevância clínica:
· Glândulas endocervicais: Elas produzem muco que facilita a passagem de espermatozoides durante a ovulação. A avaliação da produção de muco pode ser importante para o diagnóstico de algumas condições, como infecções e distúrbios hormonais.
· Células inflamatórias: Em situações patológicas, como infecções ou inflamações, pode haver uma presença aumentada de leucócitos no colo uterino. Isso pode ser observado em exames citológicos e é importante para diagnosticar condições como cervicite.
· Vasos sanguíneos: Existem vasos sanguíneos próximos às glândulas que são importantes para a nutrição do tecido epitelial e podem ser indicativos de alterações vasculares em doenças como câncer cervical.
· Fibras colágenas e elastina: Essas fibras são responsáveis pela estrutura e elasticidade do colo uterino. Alterações em suas quantidades ou organização podem ser vistas em condições patológicas como o câncer cervical.
Esses elementos não-epiteliais podem ser indicativos de processos inflamatórios, infecções, ou doenças malignas, como o câncer cervical, sendo sua análise importante em exames clínicos como o Papanicolau.
	
	RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
	
RELATÓRIO 01
	
	
	DATA:
______/______/______
A. 
RELATÓRIO DE PRÁTICA 02
Nome e matrícula
	
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Citologia Clínica 
DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME:
	MATRÍCULA:
	CURSO:
	POLO:
	PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A):
	ORIENTAÇÕES GERAIS: 
· O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e
· concisa;
· O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema;
· Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado);
· Tamanho: 12;
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm;
· Espaçamento entre linhas: simples;
· Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
		TEMA DE AULA: CITOLOGIA INFLAMATÓRIA E ALTERAÇÕES PRÉ NEOPLASICAS E NEOPLASICAS 
RELATÓRIO:
1. CITOLOGIA INFLAMATÓRIA
A. Descreva quais são os principais micro-organismos que podem causar infecções no colo uterino, como eles são identificados microscopicamente.
B. Adicione fotos dos micro-organismos identificados, destacando suas características distintivas.
C. Qual é a importância clínica de identificar corretamente os micro-organismos que podem causar infestações e infecções no colo uterino?
D. Descreva os micro-organismos observados durante os exames e como eles afetam o tecido cervical.
2. ALTERAÇÕES PRÉ NEOPLASICAS E NEOPLASICAS
A. Descreva as características morfológicas das alterações pré-malignas observadas no colo uterino.
B. Descreva as características morfológicas celulares das neoplasias malignas observadas no epitélio escamoso e glandular do colo uterino. 
C. Descreva os efeitos celulares causados pelo HPV no tecido cervical.
D. Adicione fotos das alterações pré-malignas observadas no colo uterino, destacando suas características morfológicas
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