Tomografia Computadorizada - Apostila - 52p

@imaginologia UEG
#anatomia#posicionamento#Corpo Humano#tomografia#estruturas anatômicas

Pré-visualização

incluem as seguintes: 

 

 Suspeita de neoplasias, massas, lesões ou tumores encefálicos . 

Metástases  

 Encefálicas; 

 Hemorragia intracraniana; 

 Aneurisma; 

 Abscesso; 

 Atrofia cerebral; 

 Alterações pós-traumáticas (tais como hematomas epidurais e sub-

durais); 

 Alterações adquiridas ou congênitas. 

 

 

Tomografia Computadorizada de Tórax 

 

O propósito primário da tomografia computadorizada torácica é servir 

como um adjunto diagnóstico à radiografia convencional de tórax. Entretanto, 

devido à relação custo/benefício, a radiografia convencional de tórax ainda é a 

ferramenta primária de rastreamento em pacientes com suspeita de doença 

torácica. A TC serve como uma modalidade de obtenção de imagens valiosa 

na avaliação e manejo de condições previamente diagnosticadas. 

 

Indicações 

 

As indicações patológicas comuns para a TC torácica são as seguintes:  

 

 Lesões hilares e mediastinais; 

 Aneurismas; 

 Abscesso ou cisto (bolsa cheia de líquido); 

 Doença cardíaca e pericárdica; 

 Processos patológicos do tórax (ou seja, asbestose); 

 Dissecação da aorta; 

 

Tomografia Computadorizada Abdominal e Pélvica 

 



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Professor.: Ricardo Pereira                                   e-mail.: rad_rick@hotmail.com 

Com o advento da tomografia computadorizada, a habilidade para 

diagnosticar morfologia abdominal e pélvica foi significativamente acentuada.  

Devido à sua velocidade e precisão, a TC se tornou uma ferramenta de 

controle e tratamento eficaz para doença abdominal e pélvica e tem sido 

especialmente útil em casos de malignidade. O uso de exames diagnósticos 

padrões, tais como colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), 

foi muito reduzido devido à abrangência e à relação custo/benefício da TC. 

 

Indicações 

 

Abdome 

 

 Suspeita de lesões primárias ou metastáticas do fígado, pâncreas,rim ou 

baço;  

 Processos patológicos das adrenais; 

 Processos patológicos dos linfonodos, tendo a TC substituído a 

linfangiografia na detecção de malignidades dos linfonodos; 

 Pancreatite; 

 Abscessos; 

 Hematomas hepáticos ou esplênicos; 

 

Pelve 

 

 Carcinomas de próstata, colo uterino, bexiga e ovário; 

 Massas de tecidos moles e doenças dos músculos pélvicos; 

 Suspeita de abscessos; 

 Avaliação da articulação do quadril, especialmente em pacientes 

traumatizados; 

 Exclusão ou detecção de doença oculta (uma doença oculta ou 

encoberta, difícil de ser diagnosticada). 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Resumao: 

Incidências 

 

 Estudo das estruturas em cortes axiais e, em alguns casos, coronais. 

 Documentação do estudo feita em filmes especiais (+ sensíveis que os 

utilizados na Radiologia Convencional). 

 Cortes axiais >> feitos de rotina, em todos os exames. 

 Cortes coronais >> obtidos nos estudos de algumas regiões (sela turca). 

 Cortes sagitais >> dificilmente conseguidos (disposição do tubo de raios 

X). 

 Planos de cortes >> selecionados pelo operador. 

 Espessura do corte >>varia de acordo com o volume do órgão ou lesão 

a ser analisada (est. Peq.: 1 a 5 mm; est. Vol.: 10 a 12 mm). 

 Os valores numéricos dos coeficientes de absorção dos tecidos são 

calculados sempre em relação ao coeficiente linear da água, para o qual 

é atribuído o valor numérico de zero. 

 Osso: faixa mais alta positiva da escala. 

 Ar (pulmão e tubo digestivo): faixa mais baixa negativa. 

 Unidades Hounsfield (UH). 

 A definição da imagem depende do contraste entre as diferentes 

densidades das estruturas. 

 Maior sensibilidade do computador = maior gama de tons intermediários, 

permitindo maiores informações que na Radiologia Convencional. 

 Densidade 

 Imagem Hipodensa: valores de atenuação baixos, entre o ar e a 

água, menores ou iguais à 100 UH (Imagens do preto ao cinza 

escuro) – Ar, gordura, líquor. 

 Imagem Hiperdensa: valores de atenuação altos, maiores ou iguais 

a 100 UH (Imagens brancas) – Calcificações, meio de contraste. 

 Imagem Mista: imagem com as duas densidades (parcialmente 

hipodensa e hiperdensa). 

 Contornos: regulares ou irregulares 

 Limites: precisos ou imprecisos 

 Relação com estruturas vizinhas: a TC permite a visualização de todos 

os órgãos situados no plano de corte, relação espacial e seus limites. 

  Uso do meio de contraste: endovenoso à base de iodo (visualização dos 

vasos, bem como demonstrar processos dinâmicos de funcionamento 

dos órgãos estudados). 

 Lesão hipercaptante; 

 Lesão hipocaptante; 

 Lesão não captante; 



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Professor.: Ricardo Pereira                                   e-mail.: rad_rick@hotmail.com 

 Lesão espontaneamente densa; 

 Lesão isodensa; 

 

 Artefatos metálicos: imagens que não pertencem à lesão, e que tem 

origem a partir de corpos estranhos (metal das próteses dentárias). 

 Artefatos de movimento: imagens tremidas (sem nitidez), em decorrência 

de movimentos voluntários ou não do paciente. 

 

 

 

 
 

 

Os protocolos de exame devem descrever: 

• espessura de corte/espaçamento; angulação do gantry; extensão do estudo; 

uso de contraste; janela 

 

As imagens registram: 

 

• registro do exame / dados do paciente; 

• série do corte; número do corte; 

• posição do corte em relação a mesa; 

• angulação do gantry; 

• espessura do corte; 

• FOV (área que está sendo examinada); 

• X e Y; 

• filtro.
thammy barbosa fez um comentário
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