A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
14 pág.
Tudo Sobre as IMPRESSORAS

Pré-visualização | Página 3 de 5

a impressão será perdida, independentemente das condições climáticas que a impressão será submetida, seja tempo de sol ou tempo de chuva. Além disso, as qualidades das imagens que serão impressas via plotter são muito superiores as imagens que são impressas nas impressoras comuns.
A qualidade da imagem se dá pelo fato do plotter utilizar um outro sistema de impressão, diferente das impressoras que utilizam jato de tinta ou laser. Mas é importante que os usuários saibam que este sistema de impressão do plotter funciona apenas com imagens, que são convertidas digitalmente para algum formato que seja compatível com o plotter. O plotter não é recomendado para impressão de textos, sendo que a leitura poderá ficar altamente prejudicada, sendo que alguns plotters ainda nem aceita arquivos que sejam de formatos de arquivos de texto.
IMPRESSORAS DYE-SUBLIMATION:
O funcionamento das impressoras dye-sublimation é similar ao das impressoras de cera térmica, com a diferença que ao invés de cera elas utilizam o filme Dye plástico difusivo. A cabeça de impressão esquenta o filme e vaporiza a imagem no papel. Quem é da área de design ou necessita de precisão e detalhes na impressão já deve ter ouvido falar nesta impressora. Além disso, muitos centros médicos utilizam este tipo de tecnologia para a impressão de imagens de ecografia e outros exames.
FUNCIONAMENTO: Este sistema funciona de forma bem diferente das conhecidas impressoras de jato de tinta. Ao invés de um cartucho de tinta que coloca minúsculas gotas de tinta sobre o papel, a impressora dye-sub utiliza um sistema de evaporação para fazer com que a tinta penetre no papel. Esta diferença faz com que ao invés de pontos (visíveis quando olhados de perto) você tenha manchas de tinta com gradações mais suaves. Além disto as impressoras Dye-Sub possuem uma amplitude de cores maior, e devido ao fato da tinta dye-sub poder ser graduada de forma transparente, a sobreposição de cores pode ser utilizada para gerar uma graduação ainda mais suave (diferente das impressoras de jato de tinta, que geram novas cores através do processo de dithering, onde gotas de cores diferentes são colocadas uma ao lado da outra, e não sobrepostas).
Dentro do cartucho utilizado na impressora Dye-Sub está o papel para impressão, e uma tira de papel celofane contendo 4 áreas de pigmento para cada folha de papel. Estas 4 áreas podem ser CMYK (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto), ou então CMYO (Ciano, Magenta, Amarelo, Cobertura de Proteção). Quando você manda imprimir alguma coisa, a impressora puxa uma folha de papel, e sequencialmente puxa cada uma das áreas de pigmento e, com uma cabeça de impressora que muda de temperatura rapidamente, imprime cada cor no papel. A desvantagem deste processo é que muito pigmento é desperdiçado (cerca de 90% em cada foto típica), e as áreas utilizadas não podem ser re-utilizadas. Assim, em um cartucho para impressão de 120 fotos, você terá pigmento para 120 fotos, independentemente da quantidade de pigmento utilizada em cada foto.
IMPRESSORAS 3D:
A impressão 3D, também conhecida como “técnica de fabricação aditiva” ou Fused Deposition Modeling (FDM) (modelagem por fusão e depósito) funciona basicamente através da adição de camadas sobrepostas. Atualmente existem vários modelos de impressoras 3D, sendo que cada qual trabalha de um modo distinto. O modelo mais comum das impressoras 3D funciona de modo bastante simples
FUNCIONAMENTO: Basicamente, as impressoras 3D funcionam da seguinte maneira: uma pessoa projeta um modelo tridimensional utilizando um aplicativo de computador e insere-o no software da impressora definindo as configurações de dimensões que deseja em sua impressão, selecionando o material a ser utilizado e demais opções, feito isto, o software da impressora compila estes dados e inicia a impressão.
A primeira — e uma das mais tradicionais — consiste na sobreposição de diversas lâminas de polímeros, as quais são coladas por meio do conteúdo de um cartucho especial de cola e cortadas em locais específicos, camada por camada, conferindo a forma final. A cor do material também pode ser escolhida (dentre cerca de cinco opções, incluindo algumas translúcidas), mas deve ser aplicada em toda a peça. Ao término do processo, o usuário precisa apenas destacar as partes remanescentes do bloco principal. 
O segundo método consiste na aplicação de jatos do material em pó por meio de um cartucho de impressão, que são unidos de forma seletiva por outro cartucho com conteúdo adesivo. Esta é a tecnologia de impressão tridimensional mais rápida existente atualmente, além de ser também a única que permite a aplicação de finalização colorida nos objetos (simulando a pintura).
Uma variação da aplicação de cartuchos utiliza foto polímeros em estado líquido, que são injetados e tratados em camadas por meio de uma lâmpada UV (ultravioleta). Aqui entra a combinação entre as cores preta e branca para a criação de tons de cinza, muito populares entre eletroeletrônicos.
Outra mais recente trabalha com materiais sólidos (chamados de ABS), que são aquecidos em uma câmara e derretidos até o ponto de injeção, sendo aplicado então um método similar ao descrito acima. Por tratar com um calor realmente elevado, o objeto construído é imediatamente depositado em uma câmara com água para ser resfriado e finalizado.
Por fim — e voltada especialmente à produção de objetos realmente pequenos — temos a micro fabricação tridimensional em gel, que utiliza lasers focados em diferentes pontos e distâncias para tratar o material até um ponto em que ele se torne sólido. Todo o restante que não foi focado é simplesmente lavado ao fim do procedimento, se desprendendo da peça. Componentes com tamanhos inferiores a 100 nanômetros são facilmente produzidos. Outro exemplo, novamente, são as peças interligadas com partes móveis.
Fica claro que cada uma delas possui suas próprias vantagens e problemas, cabendo a quem compra o equipamento definir as prioridades e necessidades, dentre questões como: custo dos materiais de impressão, maleabilidade, velocidade de impressão, capacidades (para um usuário ou vários compartilhados), qualidade e resolução (para impressão detalhada) e necessidade de cores.
ATUALIDADES E⁄OU CURIOSIDADES
Aperfeiçoada para cada segmento de mercado, a impressora tem acompanhado as novas tendências tecnológicas e valorizado a sua importância junto dos utilizadores, multifuncional, portátil, a laser, a jacto de tinta ou em 3D, as impressoras vieram para ficar e enquanto o papel existir a impressora terá o seu lugar reservado.
Hoje, com o avanço tecnológico em desenvolvimento, os cientistas já conseguiram produzir uma impressora feita com Raspberry Pi que é econômica e não usa tinta: a Pipsta é uma impressora térmica compacta, silenciosa e simples de usar que pode ser criada a partir de um Raspberry Pi. O modelo, que não faz o uso de tinta, promete ser mais um sucesso entre os desenvolvedores e amadores que gostam de projetos de construção utilizando o microcomputador.
Outro ponto importante, é a cultura do “faça você mesmo”, onde qualquer um pode fabricar um produto real veio para ficar. Por outro lado, muitas empresas já começam a se preocupar com a “pirataria 3D”, na qual pessoas copiam produtos e os imprimem de forma caseira. Seria algo semelhante ao impacto que as gravadoras tiveram com a concorrência dos arquivos de música digital.
Sobre o futuro, os especialistas são ainda mais ousados e otimistas, muitos garantem que em breve será possível aperfeiçoar a tecnologia de modelagem e impressão 3D para que possam desenvolver coisas que hoje seria impossível. Como o mundo da impressão é cheio de curiosidades e fatos que muitas pessoas não conhecem, listamos algumas informações bastante interessantes que você provavelmente ainda não sabe:
Impressora 3D 'Star Trek' teletransporta objetos de um aparelho a outro: Basicamente, o sistema funciona por meio de camadas. Cada máquina Scotty é equipada com um sistema de análise fotográfica,