A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
21 pág.
MATERIAIS MAGNÉTICOS E DISPOSITIVOS ELÉTRICOS

Pré-visualização | Página 4 de 5

sobre outro elemento térmico compensador, o que neutraliza o efeito de elevação da 
temperatura do ambiente em que o disjuntor está inserido. Em partida de cargas. 
 
DISPARADOR MAGNÉTICO 
 
 É uma bobina, geralmente em Cu, que quando atravessada por uma determinada 
corrente de valor superior ao estabelecido atrai o induzido e se processa a operação de 
desengate do mecanismo que mantém a continuidade do circuito. Fazendo com que os contatos 
do disjuntor se separem. Pode ser compensado ou não compensado. 
 
VANTAGEM DO DISJUNTOR EM RELAÇÃO AO FUSÍVEL 
 
1. Disjuntores multipolares, quando submetidos a uma corrente de defeito ou de 
sobrecarga, em qualquer uma das fases isoladamente, abrem simultaneamente todas as 
fases, evitando uma operação monopolar. 
2. Características de tempo versus corrente pode ser ajustada, enquanto as dos fusíveis 
podem ser alteradas quando submetidos a correntes próximas do seu valor de fusão. 
 
DESVANTAGENS 
Capacidade de interrupção geralmente inferior à dos fusíveis, principalmente em 
correntes nominais abaixo de 1500 A. Assim, quando instalados em pontos de circuito cuja 
corrente de curto-circuito supera sua capacidade de interrupção, os disjuntos devem ser pré-
ligados a fusíveis limitadores de corrente para protege-los. 
 
 
DISJUNTOR DE POTÊNCIA 
 
É um equipamento destinado à manobra e proteção de circuitos primários capaz de 
interromper grandes potências de curto-circuito durante a ocorrência de um defeito. São sempre 
associados aos relés, sem os quais não passariam de simples chaves com alto poder de 
interrupção. 
 
TIPOS 
 
a) DISJUNTOR DE GRANDE VOLUME DE ÓLEO: Baixo poder de interrupção, são 
mais antigos; 
b) DISJUNTOR DE BAIXO VOLUME DO ÓLEO: substituem os de grande volume 
óleo nas SE atuais; 
c) DISJUNTORES A VACUO: ganhando o mercado dos anteriores para média tensão; 
d) DISJUNTORES DE SF6: Extinguem o arco rapidamente, pois o SF6 é muito inerte, 
porém é mais caro que os anteriores. 
 
PRINCIPIO DE INTERRUPÇÃO DE ARCO 
 
 Em geral está associado à absorção de energia que se forma durante a abertura de seus 
contatos. Uma parte do óleo em torno do arco se transforma em gases que pode ser H, acetileno 
e metano, provocando uma elevada pressão na câmara hermeticamente fechada, proporcional 
ao valor da corrente a ser interrompida. Essa pressão gera um grande fluxo de óleo dirigido 
sobre o arco, extinguindo-o e devolvendo a rigidez dielétrica ao meio isolante. 
 
RELÉS 
 
 DISJUNTOR DE BAIXA TENSÃO 
 DISJUNTOR DE POTÊNCIA 
 DISJUNTOR DE BAIXA POTÊNCIA 
 RELÉS 
 RELÉ PRIMÁRIO DE AÇÃO DIRETA 
 RELÉ SECUNDÁRIO DE AÇÃO INDIRETA 
 
RELÉS PRIMÁRIOS 
 
Conhecidos como relés de ação direta. São empregados em pequenas e médias 
instalações industriais. Geralmente dispensam o uso de transformadores e não necessitam de 
fonte auxiliar para promover disparo do disjuntor 
Os relés primários de ação direta são normalmente utilizados em subestações de até 
3000 KVA. A corrente de carga age diretamente sobre a bobina de acionamento, cujo 
deslocamento do êmbolo imerso num campo magnético formado por esta corrente, faz 
movimentar o mecanismo de acionamento do disjuntor. Quando as correntes de carga 
envolvidas são muito grandes, a bobina de acionamento do relé pode ser alimentada através do 
secundário de um transformador DC. 
 
RELÉS SECUNDÁRIOS DE AÇÃO INDIRETA 
 
Utilizados em instalações de médio e grande porte necessitam de transformadores 
redutores como finte de alimentação. Requerem em geral uma fonte de corrente contínua ou 
alternada para a energização de uma bobina de abertura. Este sistema requer além dos relés 
propriamente ditos, um relé neutro, 2 ou 3 transformadores de corrente e um conjunto 
retificador carregador e flutuador, além de um banco de baterias e uma área fechada para 
proteção dos elementos. É um sistema oneroso, mas muito utilizado em subestações com 
capacidade acima de 3000 KVA. 
 
 
DIVISÃO DE RELÉS QUANTO A FORMA CONSTRUTIVA 
 
RELÉ FLUODINÂMICO 
São constituídos de uma bobina com grossas espiras ligadas em série com o conjunto a 
ser protegido. No interior da bobina desloca-se o êmbolo metálico em cuja extremidade inferior 
é fixada num sistema de 2 arruelas providas de furos. Estes furos permitem que o relé aja em 2 
curvas diferentes. O relé dispõe de um êmbolo que está contido no interior do corpo metálico 
dentro do qual se desloca certa quantidade de óleo de vaselina, cuja função principal é impedir 
o deslocamento do êmbolo em transitórios de curtíssima duração. É de fácil instalação. 
 
RELÉS ELETROMAGNÉTICOS 
O princípio de funcionamento se baseia na força de atração entre elementos metálicos 
e material magnético. A força eletromagnética desloca um elemento móvel, instalado no 
circuito magnético de modo a reduzir sua relutância. Encontrado em instalações elétricas 
industriais, mas não em subestações de potência, devido a dificuldade de coordenação com elos 
fusíveis e demais relés de distribuição. 
 
RELÉS ELETRODINÂMICOS 
 
Funcionam dentro de um princípio básico de atuação de 2 bobinas, sendo 1 móvel 
interagindo dentro de um campo formado por outra bobina fixa, tal como se constrói 
instrumentos de medida de tensão e corrente conhecidos como de bobina móvel. É caro. 
 
RELÉS DE INDUÇÃO 
Também são relés secundários. 
 
RELÉS TÉRMICOS 
São atravessados pela corrente de fase do sistema diretamente ou por meio de TC’s 
(Transformadores de corrente) e através de elementos térmicos que possuem características 
semelhantes ao equipamento que se quer proteger atuam sobre o circuito de alimentação da 
bobina, desenergizando o sistema antes que a temperatura atinja valores acima do máximo 
permitido 
 
RELÉS DE SOBRECORRENTE ESTÁTICOS 
Dispensam alimentação auxiliar, o que torna sua aplicação conveniente. Recebem uma 
caixa blindada para evitar interferência magnética externa 
 
RELÉS ELETRÔNICOS 
Proteção baseada em técnicas de microprocessadores. Mantém os mesmos princípios 
de proteção, porém oferece além das funções de seus antecessores, maior velocidade, menor 
sensibilidade, interface amigável, acesso remoto. 
 
RELÉS DE SOBRECARGA 
 
Relés de sobrecarga devem ser protegidos de elevadas correntes de curto circuito, 
através de fusíveis 
 
 
SECCIONADORES 
 
Seccionador é um equipamento destinado a interromper de modo visível a continuidade 
de um circuito. Devido ao seu poder de interrupção ser praticamente nulo, as chaves 
seccionadoras devem ser operadas com circuito em ****. 
 
CONTATORES 
 
Dispositivo de manobra mecânica, de operação não manual. Tem uma única posição de 
repouso e é capaz de estabelecer, conduzir ou interromper em condições normais de circuito, 
além de alguns tipos de sobrecargas previstas. Quando é energizada, a força eletromecânica 
puxa as molas, obrigando os contatos móveis a se fecharem sobre os contatos fixos. 
Relé bimetálico para contatores. 
Dispositivos dotados de par de lâminas, com coeficiente de dilatação linear diferentes. 
Aplicações: Acoplamento de contatores, acionamento de motores, proteção auxiliar de motores 
trifásicos. 
 
 
TRANSFORMADORES 
 COMUM: 
 FREQUÊNCIA: 
 TCs e TPs: Transformadores mais simples. Custo menor. O TC reduz uma corrente uma 
corrente elevada para, quase sempre, 5 A. 
 
TC: TRANSFORMADOR DE CORRENTE 
 
 Acoplado a ele, fica ou o equipamento de medição, ou os relés de proteção. 
 Para serviços de medição ou de proteção. Os TCs são equipamentos capazes de reduzir 
a corrente que circula no seu primário para um valor inferior no secundário, compatível com o 
medidor. Os TCs,