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UNINGÁ – CENTRO UNIVERSITÁRIO Curso de Farmácia EAD Sophia de Cássia Camargo RA - 120579-22 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA DE PATOLOGIA GERAL Santo Antônio da Platina – PR/2024 1. INTRODUÇÃO Depois de entender o funcionamento básico, visualização e focalização no microscópio, podemos discutir sobre a Patologia, que é a ciência que estuda os processos das doenças, desde suas causas até as consequências clínicas. O curso de uma doença abrange sua etiologia, patogênese, alterações morfológicas, disfunções e manifestações clínicas. A etiologia refere-se à causa de uma doença, ou seja, ao fator inicial que desencadeia o processo patológico. Patogênese descreve a sequência de eventos celulares que ocorrem desde o estímulo inicial até a manifestação da doença. As alterações morfológicas são mudanças microestruturais a nível celular e macroestruturais nos tecidos e órgãos causadas pela patogênese. Finalmente, as disfunções e manifestações clínicas surgem simultaneamente, indicando perda da função do órgão e sinais visíveis de problemas no corpo. Na fibrose cística, a causa é um defeito genético que leva as células a sintetizarem proteínas defeituosas, um mecanismo que faz parte da patogênese. Como resultado, ocorrem várias alterações morfológicas que levam à formação de cistos e fibrose nos pulmões, dificultando a expansão pulmonar durante a respiração, o que resulta em dispneia clínica. Nossos organismos buscam constantemente manter o equilíbrio por meio de mecanismos homeostáticos para preservar a função e a saúde. Quando nossas células são expostas a estresses ou estímulos nocivos, elas respondem de maneira adaptativa para minimizar ou evitar danos. Se o dano celular é reversível, as células passam por um período de estresse adaptativo, ajustando-se à nova condição. No entanto, quando o estímulo é muito forte, as células podem não conseguir se adaptar, resultando em danos irreversíveis ou até mesmo na morte celular. Existem seis principais respostas celulares adaptativas: hiperplasia, hipertrofia, atrofia, hipoplasia, distrofia e metaplasia. A histopatologia, que envolve a análise de amostras de tecidos, é essencial para o diagnóstico de diversas doenças. A coleta de amostras de tecido ósseo ou medular é realizada em ambientes controlados, como clínicas ou centros cirúrgicos, sob anestesia local para garantir que o procedimento seja indolor e com risco mínimo de complicações. As amostras são enviadas imediatamente para análise, garantindo um diagnóstico rápido e preciso, o que é crucial para intervenções médicas em situações urgentes. A inflamação é uma resposta do corpo quando ele é invadido por microrganismos ou sofre algum tipo de lesão, como queimaduras ou contusões. Durante a inflamação, a área afetada pode ficar inchada, vermelha e mais quente devido à resposta do sistema imunológico, que busca proteger o órgão de danos e infecções, eliminando o tecido danificado. A dor é um sintoma comum, e em casos graves, pode haver formação de pus. A inflamação pode ocorrer em diferentes partes do corpo e ser classificada como aguda ou crônica, dependendo da duração dos sintomas. A morte celular é um processo natural que ocorre tanto para remover células desnecessárias ou danificadas quanto em resposta a danos severos ou irreversíveis. Ela pode ser fisiológica, como durante a remodelação de órgãos, ou patológica, causada por fatores externos ou internos. Existem diferentes tipos de morte celular: a acidental, onde a integridade da célula é comprometida de forma abrupta, e a regulada, onde a célula passa por uma série de reações bioquímicas e moleculares que resultam em sua destruição gradual. 2. OBJETIVOS Estudar o conceito e fisiologia das condições mais comuns na comunidade. Desenvolver habilidades para contextualizar a teoria das doencas com a pratica clinica. 3. MATERIAL E MÉTODOS 1. Preparação e Observação ao Microscópio: - Microscópio: Equipamento essencial para visualizar as amostras de tecido em diferentes ampliações. Ajuste a iluminação e as lentes objetivas para obter imagens claras das lâminas. - Análise das Lâminas: Examine as lâminas preparadas para identificar estruturas teciduais e alterações patológicas. As lâminas geralmente apresentam seções de tecido fixadas e coradas, o que permite observar características celulares e teciduais detalhadas. 2. Desenhos e Registro: - Desenhos: Realize esboços das áreas de interesse observadas nas lâminas. Os desenhos ajudam a documentar detalhes específicos das alterações patológicas e facilitam a interpretação e discussão posterior. - Registro: Anote observações detalhadas sobre as características dos tecidos, incluindo a presença de alterações patológicas, como hiperemia passiva e congestionamento. 3. Discussão dos Achados: - Hiperemia Passiva (Congestão): Identifique e discuta a presença de hiperemia passiva, que é o acúmulo de sangue em um órgão ou tecido devido à obstrução do fluxo venoso. Na lâmina, isso pode se manifestar como um aumento na coloração e um alargamento dos vasos sanguíneos. A congestão pode levar a edema e outras complicações se não for tratada adequadamente. - Bronquíolos Terminais: Observe os bronquíolos terminais nas lâminas de tecido pulmonar. Esses são os menores ramos dos bronquíolos que terminam em alvéolos. Avalie qualquer alteração estrutural, como inflamação ou obstrução, que possa afetar a função respiratória. A análise de lâminas prontas com o auxílio de um microscópio, o registro detalhado das observações por meio de desenhos e anotações, e a discussão dos achados, como hiperemia passiva e alterações nos bronquíolos terminais, são essenciais para uma compreensão completa das alterações patológicas e suas implicações clínicas. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO A neoplasia benigna, também conhecida como tumor benigno, é caracterizada por células que são semelhantes às do tecido original, ou seja, bem diferenciadas. Esse tipo de tumor cresce lentamente, é bem vascularizado e comprime os tecidos adjacentes sem invadi-los. Alterações nas células ocorrem apenas em caso de lesão ou ruptura do tecido. Por outro lado, a neoplasia maligna, ou câncer, cresce rapidamente e suas células são menos diferenciadas, perdendo muitas das funções do tecido original. Essas células apresentam uma redução nas estruturas de adesão e moléculas de adesão, aumentando sua mobilidade e invadindo tecidos próximos. A hipertrofia é o aumento do volume muscular causado por estímulos tensionais, resultando em um aumento da área do músculo. O principal mecanismo de hipertrofia é a multiplicação das fibras proteicas, que ocorre como uma adaptação à sobrecarga tensional nos músculos em atividade. A hiperplasia refere-se ao aumento no número de células musculares em comparação com o número original. A sobrecarga de treinamento no músculo estimula a formação de novas células, que são fibras musculares adicionais. Enquanto a hipertrofia é definida como o aumento do volume das fibras musculares, a hiperplasia refere-se ao aumento no número dessas fibras. 5. CONCLUSÃO Compreendemos que a patologia envolve as alterações bioquímicas, estruturais e funcionais das células, servindo como uma ponte entre as ciências básicas e a medicina clínica, sendo a base científica de toda a medicina. Os estudos patológicos são classificados em patologia geral e patologia sistêmica. A patologia geral foca na resposta das células e tecidos a eventos adversos, geralmente sem se limitar a um tecido específico. Já a patologia sistêmica se concentra em identificar doenças específicas de cada órgão. 6. REGISTRO FOTOGRÁFICO BIBLIOGRAFIA CONTEÚDO EM SALA DE AULA Página 1 de 1 image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image1.jpeg image2.jpeg image11.jpeg Página 1 de 1 UNINGÁ – CENTRO UNIVERSITÁRIO Curso de Farmácia EAD S o p h i a d e C á s s i a C a m a rg o RA - 120579 - 22 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA DE P A T O L O G I A G E R A L Santo Antônio da Platina – PR / 2 0 2 4 1. INTRODUÇÃO Página 1 de 1 UNINGÁ – CENTRO UNIVERSITÁRIO Curso de Farmácia EAD Sophia de Cássia Camargo RA - 120579-22 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA DE PATOLOGIA GERAL Santo Antônio da Platina – PR/2024 1. INTRODUÇÃO