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TEORIA GERAL DA POSSE

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medida liminar que será concedida ou não, desde 
que a ação seja intentada dentro do prazo de ano e dia da turbação ou do 
esbulho. 
 
A ação de força velha será sempre do rito ordinário, já a de força nova será o 
do rito especial, do artigo 926 do Código Instrumental. 
 
As ações consideradas tecnicamente como possessórias são a manutenção, a 
reintegração de posse e o interdito proibitório, exatamente porque visam 
diretamente à defesa da situação possessória. 
 
 
O foro competente para a propositura da ação possessória, seja qual for o 
procedimento adotado, é o foro da situação da coisa. Cuida-se de competência 
absoluta, por ser critério material. 
 
 
 
A ação de manutenção de posse – Dá-se ação de manutenção de posse 
quando o possuidor, sem haver sido privado de sua posse, sofre turbação em 
seu exercício. Através do interdito, pretende obter ordem judicial que ponha 
termo aos atos perturbadores. 
 
 
Esbulho é o ato pelo qual o possuidor se vê privado da posse por meio violenta 
ou clandestinamente, e ainda por abuso de confiança ( precariedade). 
 
O Interdito Proibitório é o remédio possessório que tendo justo receio (provado) 
de ser molestado ou esbulhado em sua posse, pretende ser assegurado contra 
a violência iminente. 
 
A ação de imissão de posse pode ser conceituada, inicialmente, como o meio 
processual cabível para conferir posse a quem ainda não a tem. 
 
 
 
Os Embargos de Terceiro senhor e possuidor descrito no Código de Processo 
Civil, em seu artigo 1.046 é o processo acessório que visa defender os bens 
daqueles que, mesmo não sendo parte da demanda principal, sofrem turbação 
ou esbulho em sua posse, por efeito de penhora, depósito, arresto, sequestro, 
venda judicial e outros atos. 
 
 
 
 
 
 
40.2 MEMORIAL BIBLIOGRÁFICO DA DISCIPLINA 
Trata-se de referencial bibliográfico da disciplina apresentada somado ao um 
conjunto de obras que auxiliarão o discente como futura fonte de sua pesquisa 
para a composição de seu Trabalho de Conclusão de Curso. 
Bons Estudos! 
 
 
ACQUAVIVA, Marcus Cláudio, Nova Lei dos Juizados Especiais Cíveis e 
Criminais, São Paulo, Editora Jurídica. 1995 
ALVES, Vilson Rodrigues. Uso Nocivo da Propriedade. São Paulo: RT, 1992. 
AMARAL, Francisco. Direito Civil - Introdução. Rio de Janeiro: Renovar. 
ASCENSÃO, José de Oliveira. Direito Civil - Coimbra: Coimbra Editora. 
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BEVILÁQUA, Clóvis, Direito Civil, Rio de Janeiro, 1975. 
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CAMBLER, Everaldo Augusto. Responsabilidade Civil na Incorporação 
Imobiliária. 
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RUGGIERO, Roberto de. Instituições de Direito Civil. 
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VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil: direitos reais. São Paulo: Editora Atlas, 
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	6. POSSE- CONCEITUAÇÃO