APOSTILA CLÍNICA COMPLETA - PRÓTESE TOTAL REMOVÍVEL
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APOSTILA CLÍNICA COMPLETA - PRÓTESE TOTAL REMOVÍVEL


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UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES 
DO JEQUITINHONHA E
 
 
 
FACULDADE
 
 
 
 
MANUAL
PRÓTESE
Prof.Dr. Marcelo 
 
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES 
DO JEQUITINHONHA E MUCURI
FACULDADE DE ODONTOLOGIA 
MANUAL CLÍNICO 
PRÓTESE TOTAL REMOVÍVEL
Docente responsável: 
Prof.Dr. Marcelo Bighetti Toniollo 
 
DIAMANTINA 
2016 
 
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES 
MUCURI 
 
REMOVÍVEL 
 
UNIDADE 
 
UNIDADE 1 
TÍTULO 
 
Introdução ao estudo da Prótese Total 
PÁGINA 
 
1 
UNIDADE 2 Exame do paciente 9 
UNIDADE 3 Moldagem inicial 42 
UNIDADE 4 Anatomia paraprotética 68 
UNIDADE 5 Ajuste clínico das moldeiras individuais 95 
UNIDADE 6 Moldagem funcional superior 107 
UNIDADE 7 Moldagem funcional inferior 124 
UNIDADE 8 Fatores de retenção protética 140 
UNIDADE 9 Relações maxilomandibulares \u2013 Dimensão vertical 157 
UNIDADE 10 Relações maxilomandibulares \u2013 Relação cêntrica 181 
UNIDADE 11 Seleção dos dentes artificiais 191 
UNIDADE 12 Variação na montagem dos dentes artificiais 207 
UNIDADE 13 Prova dos dentes em cera 216 
UNIDADE 14 Instalação das próteses totais e instruções aos pacientes 222 
UNIDADE 15 Reajustes em prótese total 244 
UNIDADE 16 Reembasamento das próteses totais 254 
UNIDADE 17 Overdenture e Prótese Total imediata 258 
 
 
 
 
 
 
Docente responsável: 
Prof.Dr. Marcelo Bighetti Toniollo 
 
 
 
 
 
 
Apostila embasada no Manual de Prótese Total \u2013 Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto - Universidade de São 
Paulo (FORP-USP). Docentes: Profaª Drª Helena de Freitas Oliveira Paranhos; Por f. Dr. Valdir Antônio Muglia; Profª Drª 
Cláudia Helena Lovato da Silva; Prof. Dr. Raphael Freitas de Souza 
Introdução ao Estudo da ftrótese Total 1 
 
 
UNIDADE 1 
 
1 - TEMA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PRÓTESE TOTAL 
 
2 - OBJETIVO GERAL: Ao final da aula, o aluno deverá ser capaz de conhecer o plano 
da Disciplina, bem como conceituar PRÓTESE TOTAL e conhecer a sequencia de 
confecção de uma prótese total convencional. 
 
3 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 
3.1 - Situar a disciplina de Prótese Total dentro do programa do Curso de Graduação 
em Odontologia da UFVJM. 
3.2 - - Conhecer o Plano da Disciplina e o seu Cronograma. 
3.3 - Conceituar Prótese Dentária. 
3.4 - Conhecer a classificação dos aparelhos protéticos quanto ao aspecto de fixação e 
transmissão dos esforços mastigatórios. 
3.5 - Conceituar Prótese Total 
3.6 - Conhecer a sequencia de confecção de uma Prótese Total Convencional, segundo a 
técnica indicada pela Disciplina. 
 
4 - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 
4.1 - Apresentação da Disciplina 
4.2 - Posição da Disciplina dentro do curso de graduação em Odontologia da UFVJM. 
4.3 - Discussão do funcionamento e sistema de avaliação adotado pela Disciplina 
5.4- Introdução ao Estudo da Prótese Total - Considerações Iniciais 
4.4 1 - Prótese Dentária 
Definição 
4.4.2 - Classificação dos aparelhos protéticos 
a) Aspecto Fixação: 
Próteses Fixas 
Próteses Removíveis: Prótese Total e Prótese Parcial 
b) Aspecto Transmissão dos Esforços Mastigatórios: 
Dento-Suportadas (Próteses Fixa) 
Dento-Muco-Suportadas (Prótese Parcial Removível) 
Mucoso-Suportada (Prótese Total) 
4.4.3 - Prótese Total 
Definição 
Aspecto Fixação 
Aspecto Transmissão dos Esforços Mastigatórios 
Apresentação de um caso clínico 
 
5 - REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: 
- SAIZAR, P. Protesis a Placa. 6ªed. Buenos Aires, Progrental, 1958. Cap. I 
Introdução ao Estudo da ftrótese Total 2 
 
 
BORDENAVE, J. D.; PEREIRA,A. M. Estratégias do Ensino e Aprendizagem. 12ªed. 
Petrópolis, Vozes, 1991. p. 23-56. 
TAMAKI, T. Dentaduras Completas. 3ªed. São Paulo, Sarvier, 1979. Cap.III: 
Considerações Gerais sobre Dentaduras Completas. 
PHILLIPS, R. W. Skinner Materiais Dentários. 9ªed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 
1993. Caps. 5 e 8: Gessos e Hidrocolóides Irreversíveis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Introdução ao Estudo da ftrótese Total 3 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
HISTÓRIA DA PRÓTESE 
 
A história da prótese está intimamente ligada à história da Odontologia e 
remonta à antigüidade do homem. Tudo começou com a medicina de Hipócrates. Antes 
dele, quem quer que pretenda historiar a arte dentária encontrará poucos vestígios dos 
fatos do passado. Desde a idade da pedra, o homem padece da cárie e dos abcessos 
dentais, como foi demonstrado por Boucher de Perthes, que com estudos arqueológicos, 
descobriu em Abbeville, na França em 1947, um maxilar humano, cujo o terceiro molar 
apresentava-se com uma cárie extensa e por Lerman em 1974, onde demonstrou, através 
de pesquisa arqueológicas, a presença de cárie e abcessos em crânios fossilizados. 
Historiando a arte dentária, podemos mergulhar na história do homem do Egito 
antigo, onde por meio de documentos que datam de antes da era cristã, são encontradas 
algumas passagens referentes às dores de dentes, abcessos e gengivite. Há, além de 
tudo, nas múmias do Egito, provas bem fiéis da existência da arte dentária em tão 
remota antigüidade, pois algumas apresentam dentes aurificados, conservando outras, 
em suas maxilas denegridas, as peças protéticas usadas em vida. 
Como a medicina, a Odontologia tem na prótese sua expressão reparadora, 
quando substitui no corpo humano, um segmento anatômico perdido. 
Compreende-se que nos primeiros grupamentos humanos diferenciados, quando 
iniciam-se as manifestações artísticas e culturais da humanidade, a procura do belo e da 
harmonia motivaram o homem no sentido de manter, ou pelo menos aparentar sua 
integridade física. E onde mais senão na própria face, em seu sorriso. Numa das mais 
antigas culturas, entre os Etruscos e Fenícios, por volta de 700 a.C., já eram utilizadas 
próteses parciais de dentes anteriores, fixados com fios de ouro aos dentes vizinhos. 
Estas próteses eram formadas por dentes humanos e por dentes esculpidos em marfim, 
amarrados com o fio, sendo encontradas em Sidon e no Egito, sendo datada entre os 
séculos XIV e XV a.C. 
No domínio da prótese, achados importantes demonstram que esse ramo é muito 
antigo, sendo demostrado pelo Dr. Gaillardot (1982), que na Fenícia, encontrou uma 
maxila com uma verdadeira prótese fixa superior, substituindo dois incisivos e datada 
do período de 600 a 400 a.C. Guerini, conhecido odontologista italiano, encontrou uma 
Introdução ao Estudo da ftrótese Total 4 
 
 
coleção de peças arqueológicas, com preciosos achados da Etruria, comprovando a 
idade da arte dentária. 
Essa prática estende-se por toda a antigüidade, estando presente na jovem 
república romana (450 a.C.) onde, de acordo com Hoffmann-Axthelm (1977), as 
próteses desempenhavam papel significativo. Na literatura médica romana não há 
referências a essas próteses, porque eram executadas por artífices, tendo por finalidade 
primordialmente a estética. Há um interessante relato de Marcial (aproximadamente 40 
a 103 d.C.), um satírico romano, que ao referir-se a uma dama chamada Galla, relatou: 
\u201cque podia remover seus cabelos e seus dentes, à noite, como fazia com suas roupas\u201d. 
Em outros versos sobre Eglea, Marcial fala sobre o material das próteses da época: 
\u201cEglea acredita que tem lindos dentes, mas na realidade ela comprou somente osso e 
marfim\u201d. 
Também Horácio (65 a 68 a.C.) menciona as próteses dentais e, segundo 
Hoffmann-Axthelm (1988), cabe a pergunta sobre quem, na antiga Roma, 
confeccionava-se essas próteses. 
Na Roma dos Césares, havia poucos dentistas que não desfrutavam de posição 
social, pois eram \u201cmédicos
Gracy
Gracy fez um comentário
envia por email??
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Andreza
Andreza fez um comentário
me envie por email pfv?
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KARINE
KARINE fez um comentário
Você envia o arquivo por email?
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Marjorie
Marjorie fez um comentário
Tem como baixar?
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