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PESSOAS NATURAIS exercícios

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IV). 
 
40. Errado. De acordo com o art. 4º, III do Código Civil, eles são relativamente 
incapazes. É muito comum essa troca em questões. Tenha atenção. 
 
41. Correto. Antes dos dezesseis anos a pessoa é absolutamente incapaz (art. 3º, I do 
CC). 
 
42. Correto. Com 16 anos de idade, a pessoa é relativamente incapaz (art. 4º, I do CC) 
e deve ser assistida por outra pessoa para poder exercer alguns atos da vida civil. 
 
43. Errado. De acordo com o art. 4º, I do CC, eles são considerados relativamente 
incapazes. 
 
44. Errado. Segundo o art. 4º, III do CC, eles são considerados relativamente 
incapazes. Observe que a incapacidade absoluta ocorre quando não há discernimento 
ou desenvolvimento mental. 
 
45. Correto. O art. 3º, inciso II do CC prevê exatamente isso. Perceba que se não há 
discernimento, existe a incapacidade absoluta. Se há apenas uma redução do 
discernimento, existe a incapacidade relativa. 
 
46. Correto. O absolutamente incapaz deve ser representado, pois seus atos são 
considerados nulos (art. 166, I do CC). O relativamente incapaz deve ser assistido, 
para que seus atos não sejam anuláveis. 
 
47. Errado. De acordo com o art. 4º, II do Código Civil, os ébrios habituais, os viciados 
em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido, são 
relativamente incapazes de praticar atos negociais. Vejam que o alcoólatra (ébrio 
habitual) e o toxicômano (viciado em tóxico) se enquadram nessa definição. 
 
48. Errado. Tanto os menores de dezesseis anos quanto os que, mesmo por causa 
transitória, não puderem exprimir sua vontade, são absolutamente incapazes (art. 3º, I 
e III do CC). 
 
49. Errado. São relativamente incapazes os viciados em tóxicos (art. 4º, II do CC). O 
uso eventual de entorpecente não gera, por si só, incapacidade. 
 
 Prof. Flávio Louzada 
50. Errado. O art. 3º, III do Código Civil considera absolutamente incapaz os que, 
mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade. Assim, no caso da 
questão, o usuário é absolutamente incapaz, e o ato praticado por ele é considerado 
nulo (art. 166, I do CC), e não anulável. 
 
51. Errado. A questão está falando do pródigo, ou seja, aquele que dissipa seu 
patrimônio (lembre-se da parábola do filho pródigo). Segundo o Código Civil (art. 4º, 
IV), o pródigo é relativamente incapaz, e não absolutamente incapaz como disse a 
questão. 
 
52. Errado. De acordo com o art. 3º, inciso I do Código Civil, os menores de 16 anos é 
que são absolutamente incapazes. Os maiores de 16 e menores de 18 anos são 
relativamente incapazes (art. 4º, inciso I do CC) 
 
53. Correto. É o que dispõe o art. 3º, III do Código Civil, ou seja, a impossibilidade de 
se manifestar, mesmo que temporária, é causa de incapacidade absoluta enquanto 
durar essa impossibilidade. 
 
54. Errado. Essa era a faixa etária da incapacidade relativa do Código Civil anterior. 
Hoje, de acordo com o art. 4º, I do atual Código Civil, são relativamente incapazes os 
maiores de 16 anos e menores de 18 anos. 
 
55. Errado. Os pródigos são relativamente incapazes (art. 4º, inciso IV do Código 
Civil). 
 
56. Errado. Segundo o art. 4º, inciso III do CC, os excepcionais, sem desenvolvimento 
mental completo são relativamente incapazes. 
 
57. Correto. Está previsto expressamente no art. 3º, inciso III do Código Civil. Perceba 
que se não há discernimento, existe a incapacidade absoluta, mesmo que por causa 
transitória. Se há apenas uma redução do discernimento, existe a incapacidade 
relativa. 
 
58. Errado. De acordo com o art. 105 do Código Civil, a incapacidade relativa de uma 
das partes não pode ser invocada pela outra em benefício próprio. 
 
59. Errado. Representação legal é aquela derivada da lei, como a representação dos 
pais em relação aos filhos menores. 
 
60. Errado. A incapacidade em razão da idade impõe como representante um tutor, e 
não um curador. A curatela é exercida em benefício de maiores incapazes, com 
exceção do curador do nascituro (chamado de curador ao ventre). 
 
61. Errado. O art. 7º do Código Civil estabelece expressamente que pode ser 
declarada a morte presumida sem decretação de ausência, nos casos em que: for 
extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida; e, se alguém, 
desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos 
após o término da guerra. Porém, o parágrafo único do art. 7º prevê que a declaração 
da morte presumida, nesses casos, somente poderá ser requerida depois de 
esgotadas as buscas e averiguações, devendo a sentença fixar a data provável do 
falecimento. Não há arrecadação de bens, e sim a possibilidade de se declarar a 
ausência, com nomeação de curador (art. 23 do CC). 
 
62. Errado. Trata-se de morte presumida, sem decretação de ausência (art. 7º, inciso I 
do CC), em que ela pode ser declarada se for extremamente provável a morte de 
 Prof. Flávio Louzada 
quem estava em perigo de vida. Se não há ausência, não há como se nomear um 
curador para administrar os bens dos ausentes. 
 
63. Errado. Hortelino é plenamente capaz, uma vez que a menoridade cessa aos 
dezoito anos completos (art. 5º do Código Civil). 
 
64. Correto. Nos termos do art. 666 do Código Civil, o maior de dezesseis e menor de 
dezoito anos não emancipado pode ser mandatário, mas o mandante não tem ação 
contra ele senão de conformidade com as regras gerais, aplicáveis às obrigações 
contraídas por menores. 
 
65. Correto. Segundo o art. 666 do CC, o maior de dezesseis e menor de dezoito anos 
não emancipado pode ser mandatário, mas o mandante não tem ação contra ele 
senão de conformidade com as regras gerais, aplicáveis às obrigações contraídas por 
menores. 
 
66. Errado. Pode sim, como na emancipação, em que temos a antecipação da 
capacidade civil. 
 
67. Errado. O tutor não pode emancipar o tutelado (evita-se que o tutor tente se livrar 
do encargo). O que pode acontecer é a emancipação pelo juiz, ouvido o tutor, se o 
menor tiver 16 anos completos. 
 
68. Correto. Essa é a previsão do art. 5º, parágrafo único, inciso I do CC. Na falta de 
um dos pais, o outro pode exercer esse direito nos mesmos termos. 
 
69. Errado. A emancipação é definitiva, irrevogável, ou seja, uma vez emancipado, 
não há mais volta. Assim, nem o divórcio nem a morte do outro cônjuge têm o condão 
de incapacitar o emancipado. Há exceções, como no caso de o casamento ser nulo, 
pois, nesse caso, nunca houve emancipação. 
 
70. Correto. É o que prevê o art. 5º, parágrafo único, inciso I do CC. Vale ressaltar que 
na falta de um dos pais, ou outro pode conceder nesses mesmos termos. 
 
71. Errado. A regra é que a pessoa esteja em pleno gozo da capacidade civil (art. 972 
do CC). A capacidade plena é alcançada aos 18 anos (art. 5º do CC), porém, a 
incapacidade cessa para os menores pela emancipação, nos casos estabelecidos no 
art. 5º, parágrafo único, I, II, III, IV e V do CC, entre os quais, pelo estabelecimento 
civil ou comercial, ou pela existência de relação de emprego, desde que, em função 
deles, o menor com dezesseis anos completos tenha economia própria. 
 
72. Errado. A emancipação é definitiva, não podendo ser revogada. 
 
73. Errado. Emancipação voluntária é aquela realizada pelos pais (art. 5º, parágrafo 
único, I do Código Civil). 
 
74. Errado. Os tutores não podem emancipar seus tutelados por escritura pública; os 
tutores devem ser ouvidos na emancipação por sentença judicial (art. 5º, parágrafo 
único, I do CC). 
 
75. Correto. De acordo com o art. 5º, parágrafo único do Código Civil, cessará, para os 
menores, a incapacidade, pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, 
mediante instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por 
sentença do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos. 
 
 Prof. Flávio Louzada 
76. Errado. Segundo o art. 5º do