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Bovinocultura de corte e Leite
Dra Nadia Fágundes
Aula 13
As práticas nutricionais adotadas na bovinocultura de corte brasileira 
são bastante variáveis em função das condições:
▪ SOLO
▪ CLIMA 
MANEJO ALIMENTAR DO GADO DE CORTE
95% do rebanho está em condições de 
pastagens, sendo o confinamento 
utilizado para a terminação de uma 
parcela menor do rebanho. 
Os requerimentos nutricionais dos animais 
quanto aos nutrientes como proteína, energia, 
minerais e vitaminas. VARIAM CONFORME A 
CATEGORIA ANIMAL E TAMBÉM QUANTO AO 
DESEMPENHO PRODUTIVO ALMEJADO.
✓ O MANEJO NUTRICIONAL adotado no sistema deve estar 
alinhado com os OBJETIVOS ALMEJADOS PARA CADA CATEGORIA. 
ESSAS EXIGÊNCIAS VARIAM EM FUNÇÃO: 
▪ peso vivo, 
▪ categoria, 
▪ estado fisiológico, 
▪ uso de promotores de crescimento e 
▪ fatores ambientais.
Fase onde o tipo de ganho é predominantemente o 
DESENVOLVIMENTO DOS TECIDOS MUSCULARES. 
BEZERROS
Dieta com maiores níveis de 
PROTEÍNA
ADULTOS
Fase onde o tipo de ganho é predominantemente 
para o DEPÓSITO DE GORDURA (MARMOREIO E 
SUBCUTÂNEA). 
Dieta mais ENERGÉTICA
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
Dentre os principais fatores que influenciam a produtividade animal a está:
▪ QUALIDADE DA FORRAGEM 
As plantas forrageiras são responsáveis por fornecerem 
ENERGIA, PROTEÍNA, MINERAIS E VITAMINAS aos animais em 
pastejo com um baixo custo alimentar.
ESTACIONALIDADE:
▪ CHUVA: boa qualidade e produtividade 
▪ SECA: perdas quantitativas e qualitativas
DESEMPENHO PRODUTIVO COMPROMETIDO
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
Estratégia alimentar que ajudam a sanar o problema da 
ESTACIONALIDADE:
SUPLEMENTAÇÃO ESTRATÉGICA
A perda de peso pode ser revertida para 
ganhos moderados ou, pelo menos, que 
haja a manutenção de peso dos animais
Os fatores que influenciam na decisão de suplementar:
▪ o preço de venda dos animais, 
▪ o preço dos grãos e 
▪ a disponibilidade de forragem.
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
A maioria das pastagens brasileiras são pobres em:
 
▪ Sódio (Na)
▪ Fósforo (P)
▪ Zinco (Zn)
▪ Cobre (Cu) 
 
SUPLEMENTAÇÃO MINERAL
Abaixo do necessário para 
cumprimento dos requerimentos 
nutricionais de um bovino
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
PRINCIPAIS FORMAS DE SUPLEMENTAÇÃO NO PERÍODO SECO
▪ Sal mineral com ureia, 
▪ Sal proteinado 
▪ Ração de semiconfinamento. 
Recomenda-se que a lotação da 
pastagem seja próxima de 1 unidade 
animal (UA)/ha. Lotações maiores 
somente são recomendáveis quando 
há alta disponibilidade de forragem 
nas pastagens.
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
SAL MINERAL COM UREIA
É uma alternativa de suplementação de MENOR investimento na seca. 
OBJETIVO → MANUTENÇÃO DE PESO DOS ANIMAIS NO PERÍODO. 
✓ É necessário que haja boa disponibilidade de forragem, ainda 
que de baixa qualidade. 
A utilização inadequada de ureia causa 
intoxicação, podendo levar o animal à MORTE. 
▪ Não fornecer ureia para animais em jejum e/ou muito magros.
▪ É preciso realizar adaptação dos bovinos ao consumo de ureia. 
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
ADAPTAÇÃO da UREIA
✓ Para melhor aproveitamento, a ureia deve ser associada a uma fonte 
de enxofre, de maneira que seja atendida a relação de 10 a 15 partes 
de nitrogênio para 1 parte de enxofre. 
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
✓ A meta de oferecimento de ureia para 
animais completamente adaptados é 
de 1% do total de matéria seca 
ingerida pelo bovino ou 3% do total 
de concentrado oferecido.
✓ Recomenda-se que a ureia seja 
gradualmente administrada na 
dieta, no decorrer de três semanas 
aumentando se 1/3 da dose global em 
cada uma delas até atingir a dose 
final, principalmente para animais 
que anteriormente recebiam dietas 
com baixo teor de proteína.
OS PRINCIPAIS CUIDADOS NO FORNECIMENTO DA UREIA, ALÉM DA 
ADAPTAÇÃO DOS ANIMAIS, SÃO:
▪ Não utilizar em pastos com baixa disponibilidade de forragem, mas 
priorizar os de alta disponibilidade e baixo valor nutritivo, como as 
pastagens vedadas;
▪ Misturar bem a ureia no sal mineral e fornecer continuamente;
▪ Fornecer a mistura, de preferência, em cochos cobertos;
❖ Os cochos devem estar assentados em desnível e serem furados, 
para drenar eventual água de chuva. 
❖ Evitar o acúmulo de água e o risco de intoxicação pela ingestão 
excessiva da ureia solubilizada.
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
SAL PROTEINADO
▪ É um suplemento mineral enriquecido com FONTES DE PROTEÍNA 
VERDADEIRA (farelo de soja, por exemplo) e ureia. 
▪ O proteinado tem maior custo que o sal com ureia, mas por ser 
fornecido em menor quantidade, torna-se mais vantajoso do ponto de 
vista econômico.
▪ É uma alternativa de suplementação que costuma ter a melhor relação 
custo-benefício. 
MANEJO ALIMENTAR DE ANIMAIS CRIADOS A PASTO
MANEJO ALIMENTAR EM SEMICONFINAMENTO
É uma alternativa para 
INTENSIFICAR a terminação 
de bovinos de corte a pasto. 
SEMICONFINAMENTO DE BOVINOS DE CORTE
✓ Por ser realizado na época seca é necessário que seja feito o diferimento 
(VEDAÇÃO) da pastagem.
MANEJO CORRETO DA PASTAGEM, para que se disponibilize forragem 
em quantidade suficiente e qualidade adequada. 
SEMICONFINAMENTO
▪ CONCENTRADO (fornecido no cocho)
▪ PASTAGEM (volumoso)
A TERMINAÇÃO DE BOVINOS EM PASTEJO DEVE SER ESTRUTURADA 
EM TRÊS ETAPAS:
PRIMEIRA: acumular massa de forragem para a utilização no período de 
baixo crescimento das plantas. 
SEGUNDA: correção dos nutrientes limitantes nessa forragem 
acumulada para sua eficiente utilização pelos microrganismos ruminais.
TERCEIRA: calculo final da dieta com base nas exigências para 
terminação dos animais.
https://www1.ufmt.br/ufmt/unidade/userfiles/publicacoes/58572fc1a74293b61c166195cfebd90b.pdf
SEMICONFINAMENTO DE BOVINOS DE CORTE
FORRAGENS 
DE PASTOS 
DIFERIDOS
lignificação da fração fibrosa insolúvel 
(baixos níveis de consumo e de digestibilidade) 
Adequar os níveis deficientes de nitrogênio da dieta basal, fornecendo 
compostos nitrogenados em quantidades que permitam elevar o valor 
de PB da dieta a fim de maximizar a atividade dos microorganismos 
ruminais e o consumo voluntário.
QUALIDADE
nível de compostos nitrogenados ou PB 
(para crescimento microbiano) 
SUPLEMENTAÇÃO
SEMICONFINAMENTO DE BOVINOS DE CORTE
✓ Na fase de terminação a energia da dieta assume importante papel 
uma vez que, nessa fase, o animal passa a depositar de forma mais 
acentuada tecido adiposo. 
As formulações de suplementos para as condições de pastejo podem ser 
estruturadas dependendo do desempenho a ser alcançado: 
▪ manutenção do peso vivo (exigências do animal) 
▪ ganhos moderados a altos 
O nível de suplementação e o tipo de suplemento a ser 
usado vão depender da qualidade e quantidade de forragem 
disponível e dos objetivos a serem alcançados. 
SEMICONFINAMENTO DE BOVINOS DE CORTE
SEMICONFINAMENTO DE BOVINOS DE CORTE
MACHOS INTEIROS precisam ser 
abatidos em pesos maiores que os 
castrados e/ou serem alimentados 
com dietas com maior teor de energia 
para alcançarem bom acabamento de 
carcaça 
O semiconfinamento deve ser dedicado à terminação de 
MACHOS CASTRADOS E FÊMEAS, principalmente quando 
se exige acabamentos de carcaça medianos a uniforme. 
O semiconfinamento 
é MENOS adequado
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
O CONFINAMENTO pode ser visto como uma FERRAMENTA DE MANEJO 
na propriedade, cujos principais benefícios são:
▪ aliviar pastos na época seca;
▪ tirar animais mais pesados das pastagens, liberando-as para categorias 
com menor exigência nutricional; 
▪ aumentar a produtividade e a qualidade da carne;
▪ reduzir o tempo de terminação;
▪ programar abates ao longo do ano todo;
▪ intensificar o giro de capital.
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
A intensificação sempre traz consigo maiores demandas 
gerenciais, devido ao maiorrisco de insucesso. 
ESTRATÉGIA NUTRICIONALIMPORTANTE
▪ 2/3 dos custos de produção são alimentares;
▪ Uma dieta mal formulada pode acarretar em grandes prejuízos;
▪ Uma dieta bem formulada, porém sem manejo adequado também 
pode resultar em grandes perdas.
ESTRATÉGIA NUTRICIONAL
AS DIETAS VARIAM EM FUNÇÃO:
✓Quais alimentos e preços disponíveis;
✓Quais os animais a serem terminados (sexo, raça, idade e castração);
✓Qual o peso de entrada no confinamento;
✓Qual o peso de abate pretendido.
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
Após balancear a dieta, a pesagem dos ingredientes e mistura 
adequada são fundamentais para garantir a homogeneidade do 
alimento e o consumo de todos os nutrientes necessários. 
DIETA 
EXIGÊNCIAS 
NUTRICIONAIS DE 
CADA FASE
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
FORMAÇÃO DE LOTES:
▪ Fazer lotes homogêneos
▪ Raça, Sexo; PV; Cond. Corporal; etc.
▪ Mesmo lote do início ao fim: não 
existe novo estabelecimento de 
liderança.
DIRECIONAMENTO DO 
MANEJO NUTRICIONAL
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
ADITIVOS:
▪ Monensina
▪ Salinomicina
▪ Virginiamicina
▪ Lasalocida
▪ Leveduras e probióticos
▪ Tamponantes (bicarbonato de sódio, carbonato de cálcio e óxido 
de magnésio)
AUMENTAM A EFICIÊNCIA FERMENTATIVA DO 
RÚMEN, MELHORANDO A CONVERSÃO 
ALIMENTAR E O AUMENTO DE GANHO DE PESO
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
Quanto mais vezes 
o alimento for 
disponibilizado no 
cocho 
HORÁRIO E A QUANTIDADE DE 
FORNECIMENTO DOS ALIMENTOS 
✓O fornecimento de alimentos várias vezes ao dia demanda mais 
trabalho e mão-de-obra. 
✓ RECOMENDAÇÃO: dieta seja fornecida em pelo menos 2 A 3 
PORÇÕES DIÁRIAS, respeitando sempre os mesmos horários, para 
manter a rotina necessária e evitar o estresse dos animais.
estímulo para 
o consumo 
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
ESCORE DE COCHO
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
✓ Avaliação visual da quantidade de alimentos no cocho após um 
período de 24h.
✓ É uma avaliação subjetiva, mas muito importante para 
direcionamento do manejo alimentar de bovinos de corte em 
confinamento
Escore 0Escore 1Escore 2
Escore 3Escore 4Escore 5
✓ Recomenda-se que a leitura de cocho seja realizada sempre no 
mesmo horário e pela mesma pessoa.
✓ O controle e monitoramento do escore de cocho é fundamental para 
estabelecer as quantidades adequadas que devem ser fornecidas. 
MANEJO ALIMENTAR CONFINAMENTOS
É CONSTITUÍDA POR CINCO NOTAS: 
1 – fezes muito líquidas ou diarréia, indicando excesso de proteína ou 
amido; 
2 – semi-líquidas ou soltas, não formam uma pilha, muitas vezes causada 
pela falta de fibra efetiva na dieta; 
3 – semi-sólidas ou ideal, quando as fezes se empilham em montes com 
até 5,0 centímetros de altura, apresentando vários anéis concêntricos 
com uma pequena depressão na parte central da pilha; 
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/186/o/Rela%CC%81torio_de_Esta%CC%81gio_Italo.pdf
ESCALA DE ESCORE FECAL 
4 – pastosa é quando as fezes são mais espessas e formam pilhas de 
mais de 5,0 centímetros de altura; 
5 – duras são fezes que se apresentam como espessas bolas fecais
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/186/o/Rela%CC%81torio_de_Esta%CC%81gio_Italo.pdf
ESCALA DE ESCORE FECAL 
A qualidade das fezes está diretamente relacionada com o consumo de 
matéria seca dos animais e o desejável é que 80% dos escores sejam 3 (fezes 
semi-sólidas) e 20% dos escore sejam 2 (semi-líquidas), indicando que os 
animais apresentam consumo desejado e ausência de problemas nutricionais.
NUTRIÇÃO 
NUTRIÇÃO X REPRODUÇÃO 
É responsável pela expressão e 
funcionamento de rotas metabólicas 
que permitirão ao animal expressar 
todo seu potencial produtivo e/ou 
reprodutivo.
A nutrição exerce efeitos em todas as etapas relacionadas ao 
PROCESSO REPRODUTIVO. 
▪ manifestação de cio
▪ desenvolvimento folicular
▪ qualidade dos gametas
▪ taxa de ovulação
▪ ambiente uterino
▪ desenvolvimento do embrião
▪ manutenção da gestação, etc.
Ordem de partição de nutrientes energéticos, sendo na ordem crescente:
metabolismo basal,
atividades mecânicas,
crescimento,
conjunto de reservas corporais básicas de energia,
manutenção da prenhez,
lactação,
reservas extras de energia,
CICLICIDADE ESTRAL,
OVULAÇÃO E O INÍCIO DA PRENHEZ
reservas de excesso.
Short e Adams (1988) 
Uma das formas mais básicas de se avaliar o “status” nutricional do 
animal seria pela mensuração do: 
 ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL (ECC) 
▪ O BALANÇO ENERGÉTICO POSITIVO é importante para maximizar a 
performance reprodutiva. 
▪ AUMENTO DEMASIADO NO ECC tornam os animais mais suscetíveis 
ao calor e à problemas como cistos ovarianos e outros distúrbios, 
além de dificuldades ao parto (bezerro grande), bem como altos 
custos de mantença. 
▪ As fêmeas de BAIXA CONDIÇÃO CORPORAL apresentam dificuldade 
de emprenhar.
EM SITUAÇÕES DE DESNUTRIÇÃO 
▪ Os folículos ovarianos crescem até o estágio de emergência, porém 
é raro que continuem se desenvolvendo.
▪ Após este estágio os folículos são dependentes de gonadotrofinas, 
e como em condições de nutrição inadequada a secreção destes 
hormônios está alterada, não se completa o desenvolvimento 
folicular.
A NUTRIÇÃO INADEQUADA PODE AFETAR A GESTAÇÃO DE DUAS 
FORMAS: 
▪ pode causar morte fetal (inicio da gestação)
▪ reduzir o desenvolvimento do concepto (menor probabilidade de 
sobrevivência do recém-nascido).
Restrição alimentar no início da 
gestação pode limitar o desenvolvimento 
placentário e reduzir a capacidade 
posterior de desenvolvimento fetal. Ao 
final da gestação, a nutrição inadequada 
reduz o crescimento fetal. 
BOA CONDIÇÃO CORPORAL AO PARTO:
▪ retorno ao cio mais cedo
▪ melhores índices de concepção 
SUPLEMENTAÇÃO (sal ureado, proteico, proteico-energético, 
energético, sal mineral aditivado) visando atender suas exigências 
nutricionais. 
▪ Se a fêmea não melhorar ECC com a suplementação, é importante 
reduzir a lotação da fazenda, a fim de fornecer uma forragem de 
melhor qualidade e com volume maior por animal do rebanho.
▪ Em um último caso, deve-se fazer uma suplementação de volumoso, 
feno ou silagem. 
A ENERGIA é o nutriente que mais afeta a reprodução.
✓ Os ácidos graxos podem modificar algumas vias específicas e 
influenciar o metabolismo de alguns hormônios que modulam os 
processos metabólicos nos ovários. 
A SUPLEMENTAÇÃO DE GORDURA pode ser considerada como uma 
estratégia para o AUMENTO DO DESEMPENHO REPRODUTIVO. 
✓ Fontes concentradas de energia, como gorduras animal ou vegetal. 
▪ O uso de dietas com MAIORES TEORES DE GORDURA, 
principalmente no período pós-parto de fêmeas bovinas de corte, 
resultaram em redução do no período anovulatório pós-parto por 
melhor capacidade funcional dos ovários, assim como por melhor 
produção de hormônios esteroidais e atividade luteínica. 
A fonte de ômegas 3 e 6 para melhorar a eficiência reprodutiva
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