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As drogas psicoativas, são substâncias químicas que têm o poder de modificar o funcionamento do SNC (Sistema Nervoso Central), o que acaba alterando algumas funções do corpo. Essas alterações interferem no humor, consciência, comportamento e percepção do indivíduo. A Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006 que tem intuito de prevenir o uso de tais substâncias, esta lei institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas - Sisnad; prescreve medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas; estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas e define crimes. Esta Lei trouxe significativas contribuições e modificações sobre drogas, estabelecendo um tratamento mais brando ao usuário, no intuito de prevenir o uso de tais substâncias, ressaltando a necessidade de intervenção estatal a fim de proporcionar o bem-estar e a reintegração social do usuário. De acordo, com art. 28 da lei 11.343/2006 as penas aplicadas aos condenados por porte de drogas psicoativas são: advertência sobre os efeitos das drogas, prestação de serviços à comunidade e medida educativa de comparecimento à programa ou curso educativo. Realizado a reintegração social e o tratamento do usuário, ao instituir penas alternativas que ressaltem a necessidade de intervenção estatal a fim de proporcionar o bem-estar do cidadão.
As drogas possuem dois mercados, sendo o primeiro, desenvolvido pelo tráfico, sendo um dos maiores impasses contra as autoridades e governos em todo o mundo.
E o segundo, a indústria farmacêutica, que acaba desenvolvendo uma série de remédios que tornam o indivíduo dependente dele, assim como as drogas ilícitas, ou sob uso sem orientação.
Devemos entender que o combate às drogas é de questão pública, ou melhor do campo de saúde, não de segurança exclusivamente, pois o indivíduo que é dependente químico precisa ser tratado como alguém que pode ser reabilitado a sua condição original, não como um inválido e assim, devemos buscar uma sociedade mais igualitária incluindo questões de conscientização e educação.

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