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CONCEITO e PARTIDO ARQUITETÔNICO

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da arquitetura. Arquitextos, São Paulo, 
n. 08.090, Vitruvius, nov. 2007 <www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/08.090/194>. 
5 
NEVES, Laert Pedreira. Adoção do partido na arquitetura. Salvador, Edufba, 1998, p. 15. 
6 
Idem, ibidem, p. 9. 
7 
OLIVEIRA, Rogério Castro de. Construção, composição, proposição: o projeto como campo de investigação 
epistemológica. In: CANEZ, Ana Paula; SILVA, Cairo Albuquerque (org). Op. cit., p. 35. 
8 
Idem, ibidem, p. 16. 
9 
ACAYABA, Marlene Milan. Brutalismo caboclo e as residências paulistas.Projeto, São Paulo, n. 73, 1985. 
10 
FUTAGAWA, Yukio. Modernism Architecture of Brazil. GA Houses, Tóquio, n. 106, p. 8. No original em inglês: 
“Throughout the periods before and after the World War II, Brazilian architecture went through some unique 
development conducted by the creative works of those pioneering architects such as Lucio Costa, Alfonso Reidy, 
Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Lina Bo Bardi. The principle of the modernism was fostered and adapted to the 
unique, local conditions and contexts of Brazil, as if the idea of the modernism sympathized with Brazil´s tropical 
climate and the culture of the people who reside there. Later on, a unique and original form of the architecture only 
found in Brazil has brought to light, which goes beyond the original modernism movement. 
The military regime founded in 1964 brought a 20 years of cultural stagnancy to Brazil, but at the same time that also 
caused their architecture field to be isoladed from the postmodernism movement that had involved all over the world 
at that time. Consequently Brazil has become one of the rarest countries that remain with the legitimate successors of 
the modernism movement, and this background strongly affected to produce today´s young architects following the 
modernism priciple among new generations” 
11 
JENCKS, Charles. The Language of Post-modern Architecture. Nova York, Rizzoli, 1977, p. 45. No original em inglês: 
“Venturi would prefer more decorated sheds, because he contends, they communicate effectively, and modern 
architects have for too long only designed ‘ducks’. The duck is, in semiotic terms, an iconic sign, because the signifier 
(form) has certain aspects in common with the signified (content). The decorated shed depends on learned meanings 
– writing or decoration – which are symbolic signs.” 
12 
SPADONI, Francisco. Rossi: figura, memória e razão. In: Informe arqlab(boletim informativo do Laboratório de 
Arquitetura do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Belas Artes), São Paulo, n. 1, fev. 1998, p. 3. 
13 
SUMNER, Anne Marie. Prefácio. In: Gridings, Scalings, Tracings and Foldings in the work of Peter Eisenman. 
Catálogo de exposição. São Paulo, Masp, 1993. 
14 
Abordagens acerca do mesmo fenômeno, ver: 
TSCHUMI, Bernard. Arquitetura e limites I (1980). In: NESBIT, Kate (org.).Uma nova agenda para a arquitetura. São 
Paulo, Cosac Naify, 2006, p. 172-177. 
TSCHUMI, Bernard. Arquitetura e limites II (1981). In: NESBIT, Kate (org.). Op. cit., p. 177-182. 
TSCHUMI, Bernard. Arquitetura e limites III (1981). In: NESBIT, Kate (org.). Op. cit., p. 183-188. 
TSCHUMI, Bernard. Arquitetura e limites III (1981). In: NESBIT, Kate (org.). Op. cit., p. 183-188. 
TSCHUMI, Bernard. Introdução: notas para uma teoria da disjunção arquitetônica (1988). In: NESBIT, Kate (org.). Op. 
cit., p. 188-191. 
EISENMAN, Peter. Diagram Diaries. Londres, Thames & Hudson, 1999. 
ABASCAL, Eunice Helena S.; ABASCAL BILBAO, Carlos . Arquitetura e ciência. Reflexões para a constituição do 
campo de saber arquitetônico. Arquitextos, São Paulo, n. 11.127, Vitruvius, dez. 2010 
<www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/11.127/3688>. 
15 
AGREST, Diana; GANDELSONAS, Mario. Semiótica e arquitetura: consumo ideológico ou trabalho teórico. In 
NESBIT, Kate (org.). Op. cit., p. 137-138. 
16 
BROADBENT, Geoffrey. Um guia pessoal descomplicado da teoria dos signos na arquitetura. In NESBIT, Kate (org.). 
Op. cit., p. 153. 
 
 
sobre o autor 
Mario Biselli é arquiteto formado pela FAU Mackenzie, mestre em Arquitetura e Urbanismos pela mesmo instituição. 
É sócio do escritório Biselli & Katchborian arquitetura e professor do Departamento de Projeto da FAU Mackenzie

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