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Alessandra Fidelis. Gemas de Eupatorium no Morro Santana, Porto Alegre, RS. 
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Capítulo 7
 
Diversidade e conservação da 
fauna dos Campos do Sul do Brasil
Glayson Ariel Bencke1 
Introdução
Até recentemente, os campos de zonas temperadas eram reconhecidos apenas por sua função 
tradicional de sustentar a produção pecuária. Uma valorização mais ampla e holística desses ecossistemas 
teve lugar somente a partir da segunda metade da década passada, quando os campos temperados 
ganharam espaço nas agendas globais de conservação. Data dessa época, por exemplo, a criação 
de um grupo de trabalho específico sobre campos temperados no âmbito da World Commission on 
Protected Areas, vinculada à IUCN (The World Conservation Union), que mais tarde deu origem à 
World Temperate Grasslands Conservation Initiative (Henwood 1998, TGCI 2008). 
No Brasil, a preocupação com o futuro da diversidade biológica e cultural dos campos temperados 
é ainda mais recente e está fortemente associada à tendência de expansão desenfreada de monocultivos 
agrícolas e silviculturais sobre o bioma Pampa e nos Campos de Cima da Serra, tendo ganhado vulto e 
atingido status