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- ex: medicamentos que atuam no sistema nervos central, anticonvulsivantes (fenitoína), anti-hipertensivos (Nifedipina) que são bloqueadores dos canais de Ca, imunossupressores (clicosporina A).
Modificadas por má nutrição 
- ex: deficiência de vitamina C
Não induzidos por placa bacteriana:
De origem bacteriana especifica 
- uma única bactéria especifica (ex: sífilis)
De origem virótica
- ex: Herpética (herpes) 
De origem fungica
- ex: cândida albicans (candidiase)
De origem genética
- ex: fibromatose gengival (gengiva aumentada de tamanho)
De condições sistêmicas
- alterações muco-cutaneas, reações alérgicas.
Lesões traumáticas
- ex: queimaduras (químicas ou térmicas).
Reações de corpo estranho
Outras não especificas
Diagnostico de gengivite: vermelhidão, edema, SANGRAMENTO A SONDAGEM, mudança de contorno e consistência, presença de placa, sem perda de crista óssea (exame radiográfico), e ausência de bolsa. 
Tratamento da gengivite: eliminação dos fatores etiológicos (placa, calculo, fatores retentivos, outros) com RAR. 
Doença Periodontal:
Periodontite Crônica
- Localizada: menos de 30% dos sítios do paciente.
- Generalizada: mais de 30% dos sítios do paciente.
Periodontite Agressiva 
- Localizada: quando os incisivos, 1º molares, e ate no maximo 2 outros dentes apresentam periodontite.
- Generalizada: quando incisivos, 1º molares, e 3 ou mais outros dentes apresentam periodontite.
	Leve = 1 a 2 mm
Moderada = 3 a 4mm
Severa = >/ = 5mm
Serve para os dois tipos de periodontites, e é dado pelo nível de inserção e a bolsa periodontal. 
Obs: Para o individuo ter periodontite, ele tem que ter o nível de inserção maior que 0 e bolsa verdadeira. 
Gengivite associada a placa em periodonto reduzido. 
Periodontite Crônica:
Presença de irritantes locais compatíveis com a severidade da doença.
Destruição periodontal compatível com o biofilme.
Comum em adultos, podendo acometer jovens.
Taxas de progressão lenta a moderada. 
“dança conforme a musica”.
Tratamento: RAR, Avaliação da saúde sistêmica (idade do paciente, coloração, habilidade de controle de placa), terapêutica, e se necessária uso de medicamentos.
Periodontite Agressiva: 
Tem formas localizadas e generalizadas.
Na maioria dos casos, o paciente tem um aspecto de saúde periodontal.
Irritantes locais incompatíveis com a severidade de destruição periodontal.
Tende a ter uma tendência familiar.
Progressão rápida. 
Destruição grande e rápida mesmo com pouca quantidade de bactéria.
Comum em pacientes jovens, e sexo feminino melanodermas.
Verificar sempre antecedentes familiares.
Acontece inicialmente em incisivos e 1º molares.
“falso” sorriso, aparentemente saudável, pois a gengiva não consegue acompanhar a perda óssea devido a perda rápida.
Não mostra sinais de edemas, recessão, nem sangramento, ate com aspecto de casca de laranja.
Tratamento: RAR, avaliação medica, tratamento básico + terapia antimicrobiana, TPS, aconselhamento familiar.
A resposta do hospedeiro é muito ruim, pois a presença de qualquer indicio de bactéria pode continuar a doença. 
Periodontite como manifestação de doenças sistêmicas: 
Doenças hematológicas: neutropenia, leucemia, outras.
Alterações genéticas: síndromes.
Outras não especificas.
Diabetes mellitus não faz parte da lista de doenças sistemicas que caracteriza uma periodontite a elas relacionadas, apenas modifica o curso da doença periodontal.
Periodontite crônica modificada por diabetes e não manifestada por elas. 
Periodontite como manifestação de doenças sistêmicas – tratamento: 
Exame periodontal completo
Identificação de condições sugestivas de desordens sistêmicas
- xerostomia
-lesões muco-cutaneas
- hemorragia gengival excessiva
Solicitação de testes laboratoriais
Instituição de tratamento multidisciplinar. 
Doenças periodontais Necrosantes:
Gengivite Ulcerativa Necrosante
Periodontite Ulcerativa Necrosante
Abscessos do Periodonto: gengival, periodontal, pericoronário.
desequilíbrio na resposta imune devido o stress e tabagismo, HIV. Ocorre uma baixa na resposta imune do individuo.
Abscesso gengival: sem presença de bolsa, dor...
Abscesso periodontal: com presença de bolsa, perda óssea radiograficamente, dor...
Periodontite associado com lesão endodontica:
Lesão Endo-perio: começa no dente e vai para o periodonto.
Lesão Perio-endo: começa no periodonto e vai para o dente.
Lesão Combinado: acontece nas duas ao mesmo tempo. 
Desenvolvimento ou deformidades e condições adquiridas:
Fatores localizados
Deformidades mucogengivais-dento
Deformidades mucogengivas – áreas edentulas.
Traumas oclusais
O fumo foi considerado um modificador significante das múltiplas formações de periodontite. 
Diagnostico periodontal:
Diagnostico clinico
Exames complementares
Parâmetros clínicos
Periodontite Crônica x Aguda:
Índice de Placa – escovação do paciente.
Índice de sangramento – existe gengivite ou não?
PS – presença ou não de periodontite.
NI – grau de severidade da doença.
Mobilidade – não interfere no diagnostico.
Lesão de furca – não interfere no diagnostico e sim no prognostico da doença.
Recessão – indica perda de inserção
Retração X Recessão: 
Retração: margem gengival descolada sem migrar apicalmente.
Recessão: migração apicalmente da margem gengival. 
Diagnostico por imagem das alterações periodontais:
Observar os tecidos de suporte: como osso alveolar, cemento, ligamento periodontal (diferenciado porque ele não é mineralizado, apenas aparece o espaço periodontal), lamina dura (osso compacto, cortical), espaço do ligamento periodontal (área radiolucida logo abaixo da lamina dura), cemento radicular (não aparece no estado normal), crista óssea alveolar.
Com relação a laminada dura, observar: continua, espessura constante, radiopacidade, modificações em dentes multirradiculares. 
Com relação ao espaço do ligamento periodontal, observar: continuidade, radiolucidez, espessura uniforme, limites anatômicos. 
Com relação ao osso: 1,5 à 2mm apicalmente a JCE. A forma da crista óssea reflete a forma da papila interdental, nos anteriores é triangular e nos posteriores é trapezoidal. Para papilas anteriores espera-se uma crista afilada. Região de col puntiforme. Ares papilares estreitas. Crista óssea com forma compatível ao tecido mole a ser sustentado. 
Aceita-se como referencial de normalidade para a localização anatômica da crista: Paralelismo entre as linhas traçadas de JCE e JCE de dentes adjacentes sobre a crista óssea alveolar. Que a distancia entre essas linhas seja de até 2mm (em radiografia bite-wing).
Defeito ósseo horizontal: identificaremos um defeito horizontal quando o paralelismo entre as linhas for mantido e existir uma distancia entre as linhas for > 2mm (são características de periodontite crônica).
Defeito ósseo vertical: identificamos um defeito vertical quando o paralelismo estiver ausente independente da distancia entre as linhas (são características de doença periodontal agressiva, ligado a desordens oclusais em níveis primário e secundário, pode revelar um aspecto clinico saudável no periodonto de proteção).
A triangulação: discreto alargamento do espaço do ligamento periodontal na crista. Prováveis precursores dos defeitos verticais.
O esfumaçamento da crista sem comprometimento aparente da altura normal. Provável precursor do defeito horizontal.
Radiografias:
Colocação em duas dimensões de estruturas com 3 dimensões (não mostra profundidade).
Não mostra relação entre os tecidos moles e duros.
Mostra menos destruição que o real.
Modificações geométricas na técnica podem mascarar lesões.
Dificuldade de interpretar sítios tratados e não tratados.
Defeitos – classificação: a classificação com relação ao numero de paredes serve só para os defeitos verticais.
- O defeito ósseo de três paredes (sobrou 3 paredes).
- o defeito ósseo de duas paredes (sobrou 2 paredes).
- o defeito ósseo de uma parede. 
Admite-se um discreto alargamento do espaço do ligamento periodontal na região de furca