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operacionais 
• consumo de recursos 
• rendimento das atividades e máquinas 
10. Teoria da Burocracia 
Leitura: 
Idalberto Chiavenato 
Capítulo 11 “Modelo Burocrático de Organização”. 
25/08/2013 
Profa. Anna Cristina 
araujoannacristina@yahoo.com.br 
10.1 Modelo Burocrático 
 Desenvolveu-se através de Max Weber (1864-1920), 
sociólogo alemão, mas foi implantada na Administração 
a partir de 1940. 
 O Modelo Burocrático de organização baseia-se na 
racionalidade das atividades. 
 Para Weber, há três tipos de organização, cada uma 
com um tipo de autoridade: 
 Tradicional, 
 Carismática, 
 Racional ou Burocrática. 
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10.2 Características da Burocracia 
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A Burocracia é baseada em: 
1. Caráter legal das normas 
2. Caráter formal da 
comunicação 
3. Divisão do trabalho 
4. Impessoalidade no 
relacionamento 
5. Hierarquização da 
autoridade 
6. Rotinas e procedimentos 
7. Competência técnica e 
mérito 
8. Especialização e 
profissionalização 
9. Previsibilidade 
Consequências 
Previstas: 
Previsibilidade do 
comportamento 
humano 
 
Padronização do 
desempenho dos 
funcionários 
Objetivo: 
 
Máxima eficiência 
da Organização 
10.3 Disfunções da Burocracia 
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1. Internalização (apego) das normas 
 
2. Excesso de formalismo e papelório 
 
3. Resistência às mudanças 
 
4. Despersonalização do relacionamento 
 
5. Categorização do relacionamento 
 
6. Superconformidade às rotinas 
 
7. Exibição de sinais de autoridade 
 
8. Dificuldades no atendimento aos clientes 
Imprevisibilidade do Funcionamento 
10.4 Modelo Burocrático de Weber 
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Sistema Social Racional 
 Burocracia 
Exigência de Controle 
Conseqüências Previstas 
 
 
 Previsibilidade do 
 Comportamento 
Conseqüências Imprevistas 
 
 
 Disfunções da 
 Burocracia 
Maior Eficiência Ineficiência 
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10.5 Graus de Burocratização 
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 Escassez de 
burocratização: 
 Excesso de 
Burocratização: 
 Falta de especialização, 
 bagunça, confusão 
 
 
 Falta de autoridade 
 
 
 
 Liberdade excessiva 
 
 
Ausência de documentos, 
 informalidade 
 
 
 Ênfase nas pessoas 
 
 
 Apadrinhamento 
 Superespecialização, 
hiper-responsabilidade 
 
 
Excesso de autoridade. 
Autocracia e imposição 
 
 
 Ordem e disciplina 
 
 
 Excesso de papelório. 
 Formalismo 
 
 
 Ênfase nos cargos 
 
 
 Excesso de exigências 
 Divisão do trabalho 
 
 
 
 Hierarquia 
 
 
Regras e Regulamentos 
 
 
 Formalização das 
 Comunicações 
 
 
 Impessoalidade 
 
 
 Seleção e Promoção 
 do Pessoal 
 Desordem Eficiência Rigidez 
10.6 Apreciação Crítica 
1. Excesso de formalismo da burocracia. 
 
2. Mecanicismo e as limitações da “teoria da máquina”. 
 
3. Conservantismo da burocracia. 
 
4. Abordagem de sistema fechado. 
 
5. Abordagem descritiva e explicativa. 
 
6. Críticas multivariadas à burocracia. 
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11. Teoria Sistêmica 
Leitura: 
Idalberto Chiavenato 
Capítulos 15 à 17 
Páginas: 409 à 496 
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11.1 Teoria de Sistemas 
 Sistema é um conjunto de elementos dinamicamente 
relacionados. 
 Na Teoria de Sistemas, visualiza-se as organizações 
como um sistema que: 
 possui elementos internos relacionados e 
 mantém relação com elementos externos. 
 Isto é, trata-se a organização como um sistema que 
interage com o ambiente que está inserida. 
 Chama-se esta interação de Sistema Aberto. 
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11.2 Organizações como Sistema Aberto 
 As organizações possuem uma interação com o meio 
que atua: fornecedores, concorrentes, governo, 
clientes, etc. 
 Elas influenciam no ambiente e sofrem influências 
deste. 
 Pela Teoria de Sistemas, as organizações possuem 
algumas características específicas: 
1. Comportamento probabilístico e não determinístico 
2. Partes de mundo maior e feita de partes menores 
3. Fronteiras, limites 
4. Homeostase (Equilíbrio) 
5. Morfogênese ( Capacidade de se moficar) 
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11.2.1 Organizações como Sistema Aberto 
1. Comportamento probabilístico e não determinístico 
 As variáveis externas que influenciam as organizações, 
são desconhecidas e incontroláveis. 
 
2. Partes de mundo maior e feita de partes menores 
 Sistemas dentro de sistemas 
 
3. Fronteiras, limites 
 Limites entre os sistemas 
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11.2.1 Organizações como Sistema Aberto 
4. Homeostase 
 Estado de equilíbrio 
 Homeostasia 
 Adaptabilidade - frente às mudanças externas 
 
5. Morfogênese 
 O sistema organizacional tem a capacidade de se 
modificar frente às mudanças e exigências do mercado. 
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11.3 Apreciação crítica à Abordagem 
Sistêmica 
 As empresas ficam cada vez mais dependentes da TI. 
 Homem funcional: indivíduos que desempenham papéis. 
 Movimento pela Qualidade. 
 
 
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12. Teoria da Contingencial 
Leitura: 
Idalberto Chiavenato 
Capítulo 18 
Páginas: 497 à 558 
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12.1 Abordagem Contingencial 
 Os autores desta Abordagem buscam verificar como as 
organizações operam sobre condições variáveis. 
 
 Apresenta como principal característica o fato de 
considerar as empresas como um sistema aberto, ie, as 
organizações têm uma interação entre si e o ambiente. 
 
 Propõe que as organizações não conseguem alcançar 
eficácia a partir de um único modelo organizacional. 
 Motivo este causado por dois fatores: ambiente externo 
e tecnologia. 
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12.1 Abordagem Contingencial 
 Variações no ambiente externo das empresas e a 
descoberta de novas tecnologias influenciam 
diretamente a estrutura organizacional. 
 
 A contingência é uma relação tipo “se ... então .....” 
 
 Para seus estudiosos, as características das organizações 
dependem das circunstâncias ambientais e de sua 
tecnologia. 
 
 Deste modo, torna-se importante o estudo do ambiente 
e da tecnologia. 
 
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12.1 Origens da Teoria da Contingência 
 A Teoria da Contingência surgiu de diversas pesquisas 
realizadas em organizações para verificar quais os 
modelos estruturais são mais eficazes em certos tipos de 
empresas. 
 
 Os resultados verificaram a dependência entre a 
estrutura organizacional e o ambiente externo. 
 
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12.2 Ambiente 
25/08/2013 
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Fornecedores Empresa Clientes 
Ambiente