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As curvas fornecidas são: Curva superior: 𝑌 𝑠𝑢𝑝𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟 = 4 − 𝑥² Curva inferior: 𝑌 𝑖𝑛𝑓𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟 = 4 − 𝑥² No intervalo de 𝑥∈[0, 2], 𝑎 𝑐𝑢𝑟𝑣𝑎 𝑦 = 4 − 𝑥² 𝑒𝑠𝑡á 𝑎𝑐𝑖𝑚𝑎 𝑑𝑒 𝑦 = 𝑥² Assim, a área entre as curvas é dada por: 𝐴 = 𝑎 𝑏 ∫ [𝑓𝑢𝑛 𝑜 𝑠𝑢𝑝𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟 − 𝑓𝑢𝑛 𝑜 𝑖𝑛𝑓𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟]𝑑𝑥 Neste caso: Função superior: 𝑦 = 4 − 𝑥² Função inferior: 𝑦 = 𝑥² Portanto, a área é: 𝐴 = 0 2 ∫ [(4 − 𝑥²) − (𝑥²)]𝑑𝑥 Simplificando o integrando: (4 − 𝑥²) − (𝑥²) = 4 − 2𝑥² Logo, a integral se torna: 𝐴 = 0 2 ∫ (4 − 2𝑥²) 𝑑𝑥 Dividimos a integral em duas partes: 𝐴 = 0 2 ∫ 4𝑑𝑥 − 0 2 ∫ 2𝑥² 𝑑𝑥 Cálculo da primeira integral ( ) 0 2 ∫ 4𝑑𝑥 0 2 ∫ 4𝑑𝑥 = (4𝑥) 2 0 = 4(2) − 4(0) = 8 Cálculo da segunda integral ( ) 0 2 ∫ 2𝑥² 𝑑𝑥 Primeiro, integramos : 𝑥² ∫ 𝑥²𝑑𝑥 = 𝑥³ 3 Multiplicando por 2: 0 2 ∫ 2𝑥²𝑑𝑥 = 2 ⋅ 𝑥³ 3⎡⎣ ⎤⎦ ² 0 = 2 ⋅ (2)³ 3 − (0)³ 3 ( ) = 2 ⋅ 8 3 = 16 3 Agora, subtraímos os valores calculados: 𝐴 = 8 − 16 3 Colocando em um denominador comum: 𝐴 = 24 3 − 16 3 = 8 3 A área entre as curvas no intervalo dado é: 𝐴 = 8 3 Garantir que o resultado da área seja positivo é essencial porque áreas representam grandezas geométricas não negativas. O uso de integrais definidas nesse contexto permite calcular áreas mesmo quando as funções cruzam o eixo ou estão posicionadas em diferentes orientações. Este conceito é amplamente aplicado em física, engenharia e outras áreas científicas para determinar superfícies delimitadas por funções.