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Avaliação I - Individual

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Questões resolvidas

A enfermeira Juliana trabalha em uma UTI de um hospital de grande porte e foi chamada para atender um paciente de 60 anos com histórico de insuficiência respiratória aguda. Ao realizar a avaliação inicial, Juliana percebeu sinais de instabilidade hemodinâmica e dificuldades respiratórias acentuadas. Durante sua análise, ela identificou algumas variáveis que poderiam influenciar a evolução do quadro do paciente, como a comorbidade de hipertensão arterial e o uso de medicamentos sedativos.
Com base nas informações coletadas, ela precisou tomar decisões rápidas e assertivas para garantir a segurança do paciente e o controle de suas condições. Após observar o quadro, ela formulou um plano de ação para estabilizar o paciente, levando em consideração todos os aspectos críticos envolvidos.
I. Juliana usou o pensamento analítico para observar a relação entre o quadro clínico do paciente e suas comorbidades, priorizando intervenções específicas para o tratamento da insuficiência respiratória.
II. Ela avaliou rapidamente as condições do paciente, considerando não apenas os sinais vitais, mas também a história médica e a interação de medicamentos, o que é essencial para garantir uma assistência segura e eficaz.
III. O pensamento analítico de Juliana a levou a revisar todos os exames laboratoriais e de imagem disponíveis, focando em como esses resultados se correlacionam com a evolução clínica do paciente.
IV. Juliana, ao identificar a necessidade de uma intervenção imediata, foi capaz de formular um plano de ação que considerava tanto os aspectos técnicos quanto a segurança do paciente, demonstrando habilidades de pensamento analítico em situações de alto risco.
A I, II e III, apenas.
B I, apenas.
C II e IV, apenas.
D I, II, III e IV.
E III e IV, apenas.

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Questões resolvidas

A enfermeira Juliana trabalha em uma UTI de um hospital de grande porte e foi chamada para atender um paciente de 60 anos com histórico de insuficiência respiratória aguda. Ao realizar a avaliação inicial, Juliana percebeu sinais de instabilidade hemodinâmica e dificuldades respiratórias acentuadas. Durante sua análise, ela identificou algumas variáveis que poderiam influenciar a evolução do quadro do paciente, como a comorbidade de hipertensão arterial e o uso de medicamentos sedativos.
Com base nas informações coletadas, ela precisou tomar decisões rápidas e assertivas para garantir a segurança do paciente e o controle de suas condições. Após observar o quadro, ela formulou um plano de ação para estabilizar o paciente, levando em consideração todos os aspectos críticos envolvidos.
I. Juliana usou o pensamento analítico para observar a relação entre o quadro clínico do paciente e suas comorbidades, priorizando intervenções específicas para o tratamento da insuficiência respiratória.
II. Ela avaliou rapidamente as condições do paciente, considerando não apenas os sinais vitais, mas também a história médica e a interação de medicamentos, o que é essencial para garantir uma assistência segura e eficaz.
III. O pensamento analítico de Juliana a levou a revisar todos os exames laboratoriais e de imagem disponíveis, focando em como esses resultados se correlacionam com a evolução clínica do paciente.
IV. Juliana, ao identificar a necessidade de uma intervenção imediata, foi capaz de formular um plano de ação que considerava tanto os aspectos técnicos quanto a segurança do paciente, demonstrando habilidades de pensamento analítico em situações de alto risco.
A I, II e III, apenas.
B I, apenas.
C II e IV, apenas.
D I, II, III e IV.
E III e IV, apenas.

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Prova Impressa
GABARITO | Avaliação I - Individual (Cod.:1521944)
Peso da Avaliação 2,00
Prova 102329959
Qtd. de Questões 10
Acertos/Erros 10/0
Nota 10,00
Durante a reforma estrutural de um hospital público, a direção decidiu ampliar a Unidade de Terapia 
Intensiva (UTI) para atender à crescente demanda de pacientes críticos. Para garantir que o projeto 
esteja em conformidade com a legislação vigente, foi convocada uma equipe multiprofissional para 
tomar decisões baseadas na RDC nº 50/2002 da Anvisa. A equipe está avaliando quais critérios são 
prioritários no momento de decidir sobre os espaços físicos e áreas de apoio da nova UTI.
É correto o que se afirma em:
A Basear as decisões apenas na experiência de profissionais da engenharia e arquitetura, sem
necessidade da participação da equipe de saúde.
B Priorizar o número de leitos por metro para aumentar a capacidade da UTI, mesmo que isso
reduza a área de circulação dos profissionais.
C Reduzir o número de áreas de apoio para garantir que o setor ocupe um espaço menor dentro do
hospital, priorizando a economia de recursos.
D Definir a estrutura da UTI com base sempre em modelos antigos da própria instituição, sem
necessidade de atualização pelas normas atuais.
E
Garantir que o projeto contemple áreas de apoio funcionais, circulação segura, ergonomia e
conformidade com os requisitos técnicos da RDC nº 50/2002, com participação ativa de uma
equipe multiprofissional.
Marcos, 58 anos, foi admitido no CTI após sofrer um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico 
extenso em território da artéria cerebral média esquerda. Encontra-se em ventilação mecânica, com 
escala de coma de Glasgow 7, uso de sonda nasoenteral e monitorização da pressão intracraniana. No 
momento, apresenta assimetria pupilar, rigidez de nuca e pressão arterial média de 110 mmHg. A 
enfermagem realiza cuidados contínuos e participa da vigilância neurológica intensiva.
Sobre o exposto, analise as afirmativas a seguir:
I. A monitorização rigorosa do nível de consciência, através da escala de Glasgow, permite identificar 
precocemente sinais de deterioração neurológica.
II. A assimetria pupilar pode indicar herniação cerebral e deve ser comunicada imediatamente à 
equipe médica.
III. A elevação da cabeceira do leito entre 30 e 45 graus contribui para a diminuição da pressão 
intracraniana, favorecendo o retorno venoso cerebral.
IV. A enfermagem deve manter a normotermia do paciente, pois a hipertermia pode agravar a lesão 
cerebral secundária.
É correto o que se afirma em:
A III e IV, apenas.
B I, apenas.
 VOLTAR
A+ Alterar modo de visualização
1
2
C II e IV, apenas.
D I, II, III e IV.
E I, II e III, apenas.
Luciana, de 29 anos, está acompanhando sua mãe, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) 
após uma cirurgia cardíaca de emergência. Desde a internação, Luciana relata sensação de impotência 
diante dos equipamentos e da falta de informações sobre o estado de saúde da mãe. Ela afirma que o 
ambiente é tenso, com ruídos constantes e profissionais que parecem sempre apressados. Apesar de 
confiar na equipe, sente-se emocionalmente esgotada, com medo do desfecho clínico e sem espaço 
para expressar suas dúvidas ou emoções.
Com base no exposto, analise as afirmativas a seguir:
I. A sensação de impotência vivenciada por Luciana é comum entre familiares de pacientes críticos e 
está associada à limitação de participação no cuidado.
II. A ausência de informações claras e acessíveis por parte da equipe de saúde contribui 
significativamente para o aumento da ansiedade e insegurança dos familiares.
III. O ambiente da UTI, caracterizado por barulhos, equipamentos e movimentação intensa, pode 
gerar tensão emocional e estresse em quem acompanha o paciente.
IV. Mesmo quando há confiança na equipe, a falta de acolhimento e de escuta ativa pode resultar em 
sofrimento emocional e sensação de abandono por parte do familiar.
É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
B II e IV, apenas.
C I, II, III e IV.
D I, II e III, apenas.
E III e IV, apenas.
Cláudia, 42 anos, foi admitida no CTI após traumatismo crânio-encefálico (TCE) grave, com escala 
de coma de Glasgow 6. Encontra-se intubada, sedada, com pressão intracraniana monitorada e sinais 
de hipertensão intracraniana. A equipe de enfermagem acompanha os parâmetros clínicos e realiza 
cuidados intensivos para evitar complicações secundárias.
Sobre o exposto, analise as afirmativas a seguir:
I. Manter a cabeceira elevada ajuda a reduzir a pressão intracraniana e deve ser adotado na posição de 
cuidado contínuo.
II. A sedação contínua facilita o controle da hipertensão intracraniana ao reduzir estímulos que 
aumentam o consumo de oxigênio cerebral.
III. A hiperventilação controlada pode ser utilizada temporariamente para reduzir a pressão 
intracraniana em situações de emergência.
IV. A enfermagem deve evitar aspiração traqueal frequente, pois aumenta a pressão intracraniana e 
compromete a perfusão cerebral.
É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
3
4
B I, II, III e IV.
C II e IV, apenas.
D I, II e III, apenas.
E III e IV, apenas.
João Pedro, 29 anos, previamente saudável, foi levado ao pronto-socorro após apresentar, de forma 
súbita, dormência em um dos braços, dificuldade para falar e dor de cabeça intensa. Relatos familiares 
indicam que ele vinha fazendo uso recente de anabolizantes e apresentava episódios de enxaqueca 
com aura nos últimos meses. A equipe médica suspeita de Acidente Vascular Cerebral (AVC) 
isquêmico em jovem adulto.
Com base no exposto, analise as afirmativas a seguir:
A A ocorrência de AVC em jovens tem, na maioria dos casos, origem exclusivamente traumática e
não requer investigação etiológica complexa.
B O uso de substâncias como anabolizantes, alterações genéticas de coagulação podem ser fatores
de risco para AVC em jovens.
C O AVC em jovens geralmente causa somente dor lombar e perda constante de equilíbrio, sem
afetar a fala ou a mobilidade.
D Em adultos jovens, a principal causa de AVC é a hipertensão arterial não tratada, como ocorre
nos idosos.
E O AVC em jovens está diretamente associado ao envelhecimento arterial, sendo mais comum por
aterosclerose avançada.
Seu João, 60 anos, hipertenso e tabagista há 30 anos, chega ao pronto-socorro com queixa de dor 
torácica em aperto iniciada há cerca de 40 minutos, irradiando para o braço esquerdo e mandíbula, 
acompanhada de sudorese fria e náuseas. Ele relata que a dor começou enquanto subia escadas e não 
melhorou com o repouso. Ao exame físico, apresenta palidez, sudorese, PA 150x90 mmHg e FC 96 
bpm. A equipe de saúde suspeita de Síndrome Coronariana Aguda e inicia o protocolo de 
atendimento.
Sobre o exposto, assinale a alternativa correta:
A Realizar monitorização cardíaca, controle de sinais vitais, avaliação da dor e preparar o paciente
para eletrocardiograma e coleta de marcadores cardíacos.
B Aguardar o resultado dos exames de sangue para só depois então monitorar sinais vitais e
realizar o eletrocardiograma.
C Oferecer água ao paciente para manter hidratação e verificar temperatura antes de iniciar
qualquer intervenção.
D Encaminhar o paciente para repouso no leito e administrar antipirético, já que a dor pode estar
relacionada a infecção cardíaca.
5
6
E Iniciar oxigenoterapia de rotina, administrar analgésicos e solicitar que o paciente caminhe para
avaliar melhora da dor.
A enfermeira Juliana trabalha em uma UTI de um hospital de grande porte e foi chamada para atender 
um paciente de 60 anos com histórico de insuficiência respiratória aguda. Ao realizar a avaliação 
inicial, Juliana percebeu sinais de instabilidade hemodinâmica e dificuldades respiratórias acentuadas. 
Durante sua análise, ela identificou algumas variáveis que poderiam influenciar a evolução do quadro 
do paciente, como a comorbidade de hipertensão arterial e o uso de medicamentos sedativos.
Com base nas informações coletadas, ela precisou tomar decisões rápidas e assertivas para garantir a 
segurança do paciente e o controlede suas condições. Após observar o quadro, ela formulou um plano 
de ação para estabilizar o paciente, levando em consideração todos os aspectos críticos envolvidos.
Com base no exposto, analise as afirmativas a seguir:
I. Juliana usou o pensamento analítico para observar a relação entre o quadro clínico do paciente e 
suas comorbidades, priorizando intervenções específicas para o tratamento da insuficiência 
respiratória.
II. Ela avaliou rapidamente as condições do paciente, considerando não apenas os sinais vitais, mas 
também a história médica e a interação de medicamentos, o que é essencial para garantir uma 
assistência segura e eficaz.
III. O pensamento analítico de Juliana a levou a revisar todos os exames laboratoriais e de imagem 
disponíveis, focando em como esses resultados se correlacionam com a evolução clínica do paciente.
IV. Juliana, ao identificar a necessidade de uma intervenção imediata, foi capaz de formular um plano 
de ação que considerava tanto os aspectos técnicos quanto a segurança do paciente, demonstrando 
habilidades de pensamento analítico em situações de alto risco.
É correto o que se afirma em:
A I, II e III, apenas.
B I, apenas.
C II e IV, apenas.
D I, II, III e IV.
E III e IV, apenas.
João Pedro, 31 anos, previamente saudável, foi atendido na emergência após apresentar dormência 
súbita no lado esquerdo do corpo, dificuldade para falar e cefaleia intensa. A tomografia confirmou o 
diagnóstico de AVC isquêmico. A equipe iniciou o protocolo conforme a janela terapêutica e 
investigação das possíveis causas.
Sobre o exposto, analise as afirmativas a seguir:
I. Enxaqueca com aura é um fator de risco para AVC isquêmico em jovens.
II. O atendimento rápido dentro da janela terapêutica reduz sequelas neurológicas.
III. A enfermagem deve monitorar sinais vitais, glicemia e realizar avaliação neurológica.
IV. O AVC em jovens pode estar ligado a trombofilias, drogas ilícitas e cardiopatias congênitas.
É correto o que se afirma em:
A III e IV, apenas.
B I, II e III, apenas.
7
8
C I, apenas.
D I, II, III e IV.
E II e IV, apenas.
Durante o plantão noturno em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a enfermeira responsável 
pelo setor percebe que um dos pacientes, recém-admitido com quadro sugestivo de infarto agudo do 
miocárdio (IAM), começa a apresentar dor torácica intensa, sudorese, palidez e queda da saturação. 
Diante da gravidade, ela assume a liderança da equipe e precisa tomar decisões rápidas e coordenar as 
ações da equipe multidisciplinar.
Sobre o exposto, assinale a alternativa correta:
A Delegar todas as ações somente à equipe técnica enquanto realiza os registros no prontuário
eletrônico, a fim de manter a documentação em dia.
B Notificar a equipe médica, iniciar protocolo de dor torácica, pegar o acesso venoso calibroso,
monitorização cardíaca e preparar ECG.
C Solicitar que os técnicos de enfermagem administrem medicação analgésica por conta própria
para aliviar a dor, enquanto prepara o carro de emergência.
D Encaminhar o paciente para realização de exames laboratoriais imediatamente, mesmo antes da
estabilização, para acelerar o diagnóstico.
E Aguardar o médico plantonista chegar à UTI, mantendo o paciente em repouso absoluto e
fornecendo apenas suporte emocional à família.
Dona Margarida, 72 anos, hipertensa e diabética, foi levada ao pronto-socorro após apresentar, de 
forma súbita, fraqueza no lado direito do corpo, dificuldade para articular palavras e confusão mental. 
A equipe médica suspeitou de Acidente Vascular Encefálico (AVE) isquêmico e iniciou os protocolos 
para confirmação diagnóstica por imagem e implementação da terapia trombolítica, considerando a 
janela terapêutica. O neurologista enfatizou a importância do tempo de resposta para evitar sequelas.
Sobre o exposto, assinale a alternativa correta:
A Aguardar a avaliação médica para tomar qualquer providência, pois a confirmação diagnóstica é
de responsabilidade exclusiva do neurologista.
B Estimular a deambulação precoce para evitar complicações respiratórias e tromboses venosas
profundas.
C Realizar avaliação neurológica contínua, garantir via aérea pérvia, monitorar sinais vitais e
preparar o paciente para exames de imagem.
D Iniciar hidratação venosa rápida com solução hipotônica e realizar massagem nos membros
afetados para estimular a circulação.
E Administrar imediatamente AAS 100 mg por via oral, a fim de prevenir a progressão do quadro
isquêmico.
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