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Petróleo resumo

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PIRÓLISE
Decomposição de grandes moléculas de hidrocarbonetos em moléculas menores pela ação do calor ou de catalisador. São comuns os catalizadores zeolitos.
C7H15.C15H30 C7H15. ( C7H16 + C6H12 CH2 + C14H28 CH2
 gasoleo pesado gasolina g.antidetonente óleo de reciclo
 
POLIMERIZAÇÃO
Reunião de moléculas análogas – reunião de olefinas leves.
 
 C C C C 
 ( ( * ( ( 
C ( C = C + C ( C = C ( C ( C ( C ( C = C + ( C ( C ( C = C ( C 
 ( (
 C C
* calor ou pressão ou catalisador
ALQUILAÇÃO
União de uma olefina com um hidrocarboneto aromático ou parafinico.
 
ETENO + ISOBUTANO ( 2.2 DIMETILBUTANO 
HIDRIGENAÇÃO
Ação de adição de hidrogênio a uma olefina.
 
 H2 
DI-ISOBUTENO ( ISO-OCTANO
HIDROCRAQUEAMENTO 
Quebra de moléculas pela ação do hidrogênio.
C7H15.C15H30 C7H15. + H2 ( C7H16 + C7H16 + C15H32 
 gasoleo pesado cadeia cadeia oleo 
 normal ramificada de reciclo
ISOMERIZAÇÃO
Alteração da disposição dos átomos numa molécula sem modificação do numero de átomos.
 300oC
C ( C ( C ( C ( C ( C ( C 
 Al2O3 (
 C
Craqueamento catalítico – resumo: 
Produção de gasolina de melhor qualidade sem necessidade de alta pressão.
Emprega-se um catalisador para acelerar as reações.
O processo mais usado é o de leito fluido – o catalisador empregado nesse processo é um pó muito fino cujo comportamento se assemelha ao de um fluido quando em presença de um jato de gás.
A carga vem a ser obtida pela destilação a vácuo, é aquecida e a seguir vaporizada. 
O aquecimento é efetuado por um reator com temperatura ( 550oC.
Da parte mais elevada do reator os vapores passam a coluna de fracionamento. 
No fundo da coluna, para serem reciclados ficam as frações mais pesadas que ainda encerram parte do catalisador.
Os vapores craqueados sobem no interior da coluna de fracionamento e pelas saídas laterais são retirados os gasoleos leves e pesados.
Pela parte superior da coluna obtemos os vapores de gasolina craqueada e mais os hidrocarbonetos gasosos (etano, eteno, propano, propeno, butano, buteno) que constituem suprimentos para a petroquímica.
Condensadores e refrigeradores a água são usados para condensação dos vapores de gasolina.
Quanto aos hidrocarbonetos gasosos, por não se condensarem a essas temperaturas e nessas pressões, são retirados e usados não só para petroquímica bem como para conversão em componentes de alto índice de octanas.
Devido ao processo de craqueamento podemos obter produtos em maior proporção do que aquele fornecido pela natureza.
O reator de catalise fluida onde ocorre o craqueamento é um aparelho que as vezes alcança 80 metros de altura com complicado emaranhado de tubos. No seu interior o petróleo vaporizado e o catalisador pulverizado circulam em temperaturas elevadas, percorrendo quilômetros de tubulação.
O funcionamento é controlado por operadores que, nas casas de controle, orientam o funcionamento por meio de mostradores, válvulas, medidores, bombas, etc.
Reformação catalítica – Resumo:
Tem duas principais finalidades:
Conversão de nafta de baixo IO (índice de octanagem) em outras de maior IO. Nafta é todo derivado do petróleo que destila entre 65 – 220oC.
Produção de hidrocarbonetos aromáticos. 
As naftas podem ser obtidas na unidade de destilação primaria (pressão atmosférica).
Os processos de reformação catalítica permitem maiores rendimentos de gasolinas, podendo ser operados de modo a produzirem hidrocarbonetos aromáticos.
A produção de não saturados é impraticável neste tipo de unidade porque as reações se passam em atmosfera de hidrogênio e qualquer olefina porventura formada hidrogenisa-se passando a parafina. 
Processo de reformação catalítica para produzir gasolina de alto IO (REDUQUE):
Na seção de pré-tratamento, é vaporizada e a seguir recebe uma corrente de gás rica em hidrogênio (proveniente de outro ponto da unidade), passa por um forno, onde é aquecida, entrando no reator de pré-aquecimento, destinado a remoção de elementos nocivos ao catalisador de reformação propriamente dito, e que é feito a base de platina, sendo pois de custo bastante elevado.
Na seção de pré-tratamento, o produto recebe nova carga de gás rico em hidrogênio e entre na seção de reformação.
Aquecido no 1O forno, vai ao 1o reator, sofrendo queda de temperatura porque ai as reações por serem endotérmicas, absorvem calor.
De novo aquecido no 2o forno, para compensar aquela queda de temperatura, entra no 2o reator, assim por diante ate o ultimo reator.
Algumas unidades possuem três reatores como a REDUQUE, outras quatro com a refinaria Presidente Bernardes.
Do ultimo reator vai o produto a um tambor de vaporização por expansão brusca de alta pressão, onde se separa o gás rico em hidrogênio, mencionado anteriormente, indo a parte liquida para a torre de destilação (torre estabilizadora) operando-se a separação do reformado (no caso gasolina de alto IO), que sai pelo fundo, dos gases butano e mais leves que escapam pelo topo para se juntarem a parte ao gás liquefeito de petróleo, parte ao sistema de combustível da refinaria. 
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COOPETRÓLEO
Paulo Prill