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Anatomia aula I

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BIOILOGIA VEGETAL I:
BOTÂNICA: Anatomia e Morfologia vegetal
 SISTEMÁTICA VEGETAL
PERFIL PROFISSIONAL:
Nome: Manoel Euclides do Nascimento
Profissão: Biólogo (UFPA)
Pós-graduação: Educação em Ciências Biológicas (UFPA/UFRJ)
Mestrado: Biologia Ambiental (UFPA)
Doutorado: Agronomia / Fitotecnia (Plantas Medicinais) – (UFLA - Lavras – MG)
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ANATOMIA – aula I – Organização Interna do Corpo Vegetal
A planta é um organismo definido com características peculiares. Apresenta uma organização interna dos tecidos, onde nas plantas superiores inicia-se com a germinação das sementes, no embrião (esporófito jovem) Fig. 01. 
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Figura 1.2 - Seções longitudinais da semente de mamona. A e B - Visão geral em dois planos distintos. C - Detalhe do embrião maduro (esporófito jovem). EN = endosperma; CO = cotilédone; MC = meristema apical caulinar; PD = protoderme; PC = procâmbio; MF = meristema fundamental; MR = meristema apical radicular; CF = coifa.Barra = 200 µm.
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MERISTEMAS PRIMÁRIOS
PROMERISTEMA: Tecidos meristemáticos primários:
PROTODERME
MERISTEMA FUNDAMENTAL
PROCÂMBIO
EPIDERME
TECIDO FUNDAMENTAL (CÓRTEX/MEDULA)
PERICICLO
FLOEMA 1º
XILEMA 1º
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Figura 1.3 - Detalhes da morfologia e anatomia das diferentes fases de desenvolvimento de Ricinus communis em estrutura primária:
 A - Seção transversal da folha na região da nervura mediana. 
B - Diferentes fases do desenvolvimento morfológico da planta. 
C - Seção transversal da raiz em estrutura primária. 
D - Seção transversal do caule em estrutura primária. EP = epiderme; MS = mesofilo; CT = córtex; X = xilema; F = floema;FV = feixe vascular; ME = medula. Barra = 600 mm, 250 mm e 250 mm, respectivamente.
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Figura 1.6 - Esquema da passagem da estrutura alterna da raiz (A) para a estrutura superposta (feixe colateral) do caule (C), segundo a teoria da curvatura dos elementos traqueais do xilema. B representa a zona de transição. As seções A, B e C foram feitas nos níveis indicados na plântula da esquerda. a - protoxilema; b - metaxilema.
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MERISTEMAS SECUNDÁRIOS OU LATERAIS
MERISTEMAS SECUNDÁRIOS OU LATERAIS:
FELOGÊNIO
CÂMBIO
SÚBER (FELEMA)
FELOFERME
FLOEMA 2º
XILEMA 2º
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Figura 8.1 - Seção transversal do caule de louro-pardo ( Cordia trichotoma - Boraginaceae), mostrando o câmbio entre o xilema e o floema secundários. (Foto: E. Amano e V. Angyalossy).
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Figuras 8.2 e 8.3 - Seções transversais de raiz. 8.2 - Figueira ( Ficus elastica , Moraceae), mostrando os pólos de protoxilema exarcos. 8.3. Clusia criuva - Clusiaceae, evidenciando-se os raios largos do xilema originados a partir do câmbio de origem pericíclica, situado em frente aos pólos de protoxilema. (Fotos: 8.2 - N. L. Menezes; 8.3 - K. Esemann de Quadros e V. Angyalossy).
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 8.8 - Detalhe do câmbio. M = medula; X1 = xilema primário; X2 = xilema secundário; C = câmbio; F = floema. (Fotos: N. Tamaio e V. Angyalossy).
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Figura 9.12 - Sabugueiro ( Sambucus sp.). Seção transversal caulinar com lenticela. 
A - Início de desenvolvimento, observando-se felogênio da lenticela (seta). Barra = 132 µm. 
B - Detalhe do início de desenvolvimento da lenticela, destacando-se felogênio da lenticela. Barra = 66 µm. 
C - Lenticela apresentando tecido de enchimento (estrela) e feloderme da lenticela (cabeça de seta). Barra = 132 µm. (Foto: S. C. Mazzoni-Viveiros).
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LENTICELAS