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Maria Eduarda Moronari 
EXAME FÍSICO GERAL 
SEMIOLOGIA MÉDICA 
1. Estado geral 
 Bom estado geral: BEG; 
 Regular estado geral: REG; 
 Mau estado geral: MEG. 
 
2. Nível de consciência 
 Está acordado e alerta? 
 Sabe a data, o dia da semana? 
 Qual sua idade, data de nascimento, nome? 
 Local ou instituição que se encontra? 
 Vígil: abertura ocular espontânea, estado alerta e responsivo; 
 Obnubilação: nível de consciência é pouco comprometido, estado de 
alerta diminuído; 
 Sonolência: facilmente despertado, responde mais ou menos 
apropriadamente, mas logo volta a dormir; 
 Confusão mental: perda de atenção, pensamento não é claro, respostas 
lentas e não há uma percepção tempo-espaço normal – delírio; 
 Torpor ou estupor: alteração de consciência mais pronunciada, mas 
ainda é capaz de ser despertado por estímulos mais fortes e tem 
movimentos espontâneos; 
 Coma: não é despertado por estímulos fortes e não tem movimentos 
espontâneos- graus: I-IV. 
 
3. Fala e linguagem 
 Normal; 
 Disfonia (alteração do timbre na voz – voz rouca, fanha); 
 Dislalia (troca letra – guagueira, cebolinha); 
 Disartria (perda de capacidade de articular palavras normalmente, decorre de alterações nos músculos da fonação, 
incoordenação cerebral, voz pesada do AVC, arrastada, hipertonia no parkinsonismo); 
 Disfasia (relacionado a construção da fala, incapacidade de dispor palavras); 
 Disgrafia (escrita); 
 Dislexia (dificuldade leitura/aprendizagem). 
 
4. Fácies 
 Fácies normal ou atípica; 
 Fácies hipocrática: olhos fundos, parados e inexpressivos, “batimentos das asas do nariz”, palidez cutânea e uma 
discreta cianose labial; 
 Fácies renal: edema que predomina ao redor dos olhos, palidez cutânea - doenças renais, particularmente na 
síndrome nefrótica e na glomerulonefrite aguda; 
 Fácies leonina: lesões da hanseníase, pele espessa, supercílios caem, o nariz se espessa e se alarga, os lábios 
tornam-se mais grossos e proeminentes, bochechas e o mento se deformam pelo aparecimento de nódulos, a barba 
escasseia ou desaparece; 
 Fácies adenoidiana: nariz pequeno e afilado e a boca sempre entreaberta - hipertrofia das adenoides; 
 Fácies parkinsoniana: O olhar fixo, os supercílios elevados e a fronte enrugada conferem ao paciente uma 
expressão de espanto; 
 Fácies basedowiana: Os olhos são salientes (exoftalmia) e brilhantes, destacando-se sobremaneira no rosto magro, 
indica vivacidade, às vezes, tem um aspecto de espanto e ansiedade – hipertireoidismo; 
Maria Eduarda Moronari 
 Fácies mixedematosa: rosto arredondado, nariz e lábios 
grossos, pele seca, espessada e com acentuação de seus 
sulcos, pálpebras tornam-se infiltradas e enrugadas, 
supercílios são escassos e os cabelos secos e sem brilho, 
expressão indicativa de desânimo e apatia - 
hipotireoidismo ou mixedema; 
 Fácies acromegálica: saliência das arcadas 
supraorbitárias, proeminência das maçãs do rosto e 
maior desenvolvimento do maxilar inferior, além do 
aumento do tamanho do nariz, lábios e orelhas; 
 Fácies cushingoide ou de lua cheia: arredondamento 
do rosto, com atenuação dos traços faciais, aparecimento 
de acne - síndrome de Cushing por hiperfunção do 
córtex suprarrenal; 
 Fácies mongoloide: prega cutânea (epicanto) que torna 
os olhos oblíquos, bem distantes um do outro, 
lembrando o tipo de olhos dos chineses, uma expressão 
fisionômica de pouca inteligência ou mesmo de 
completa idiotia - síndrome de Down; 
 Fácies de depressão: cabisbaixo, os olhos com pouco 
brilho e fixos em um ponto distante, denota indiferença, 
tristeza e sofrimento emocional - transtornos 
depressivos. 
 
5. Biotipo ou tipo morfológico 
 Longilíneo- comparado a Dom Quixote; 
 Mediolíneo/normolíneo- tipo intermediário; 
 Brevilíneo- comparado a Sancho Pança. 
 
6. Postura/atitude na posição de pé 
 Boa postura; 
 Postura sofrível; 
 Má postura; 
 
 
7. Atitude e decúbito preferido no leito 
Atitudes voluntárias 
 Ortopneica: posição para aliviar a falta de ar - insuficiência cardíaca, asma 
brônquica ou ascite volumosa; 
 Genupeitoral ( “prece maometana”): essa posição facilita o enchimento do coração - 
derrame pericárdico; 
 Posição de cócoras: esta posição proporciona algum alívio da hipoxia generalizada, 
que acompanha essas cardiopatias, em decorrência da diminuição do retorno venoso 
para o coração - crianças com cardiopatia congênita cianótica; 
 Postura parkinsoniana: semiflexão da cabeça, tronco e membros inferiores e, ao caminhar, 
parece estar correndo atrás do seu próprio eixo de gravidade. 
Atitudes involuntárias 
 Atitude passiva: o paciente fica na posição em que é colocado no leito. É observada nos 
pacientes inconscientes ou comatosos; 
Maria Eduarda Moronari 
 Ortótono: é a atitude em que todo o tronco e os membros estão rígidos, sem se curvarem para diante, para trás ou 
para um dos lados; 
 Opistótono: é a atitude decorrente de contratura da musculatura lombar, o corpo passa a se apoiar na cabeça e nos 
calcanhares, emborcando-se como um arco - tétano e meningite; 
 Emprostótono: tétano, na meningite e na raiva, sendo o contrário do opistótono, ou seja, o corpo do paciente 
forma uma concavidade voltada para diante; 
 Pleurostótono: é raro; observado no tétano, na meningite e na raiva. O corpo se curva lateralmente; 
 Posição em gatilho: é mais comum em crianças e caracteriza-se pela hiperextensão da cabeça, flexão das pernas 
sobre as coxas e encurvamento do tronco com concavidade para diante - irritação meníngea; 
 Torcicolo e mão pêndula da paralisia radial: são atitudes involuntárias, mas restritas a determinados segmentos 
do corpo. 
Decúbitos 
 Decúbito dorsal: com pernas fletidas sobre as coxas e estas sobre a bacia, é 
observado nos processos inflamatórios pelviperitoneais; 
 Decúbito ventral: é comum nos portadores de cólica intestinal. O paciente 
deita-se de bruços e, às vezes, coloca um travesseiro debaixo do ventre; 
 Decúbito lateral (direito e esquerdo): é uma posição que costuma ser adotada 
quando há uma dor de origem pleurítica. Por meio dela, o paciente reduz a 
movimentação dos folhetos pleurais do lado sobre o qual repousa. Ele se deita 
sobre o lado da dor; 
 Decúbitos com variados graus de flexão da coluna são observados nas 
lombalgias (posição antálgica). 
 
8. Medidas antropométricas 
 Peso 
 Altura 
 Para uma medida precisa, é importante que 5 pontos anatômicos estejam próximos à parede ou ao estadiômetro: 
calcanhares, panturrilhas, glúteos, escápulas e ombros. 
 Os joelhos devem estar esticados, os pés juntos e os braços estendidos ao longo do corpo. A cabeça deve estar 
erguida, formando um ângulo de 90° com o solo, e os olhos mirando um plano horizontal à frente. 
 
 Índice de massa corporal (IMC) 
 
 O IMC não distingue massa gordurosa de massa magra. 
 Um IMC entre 17 e 19 não é necessariamente indicativo de 
desnutrição, pois outros aspectos devem ser considerados na 
anamnese e no exame físico, principalmente o histórico de 
evolução do peso. 
 
 Circunferência da cintura (CC) 
 Ponto médio entre a borda inferior da última costela e a borda superior da crista ilíaca. 
 Reflete o conteúdo de gordura visceral. Essa gordura apresenta associação o risco de 
obesidade mais comumente associada à síndrome metabólica e às doenças 
cardiovasculares. 
 
 Circunferência da panturrilha (CP) 
 Permite avaliar a depleção da massa muscular -> diagnóstico de sarcopenia. 
 Considera-se a medida mais larga da panturrilha da perna esquerda. 
Maria Eduarda Moronari 
 A medida deve ser feita com o indivíduo sentado, com os pés aproximadamente a 20 cm do corpo, joelho em ângulo de 
90°. 
 
 Perímetro cefálico (até 2 anos) 
 
9. Estado de nutrição 
 Normal; 
 Obeso; 
 Relato de perda ponderal; 
 Desnutrido. 
 Pode ser classificado de acordo com o déficit de peso, em relação ao padrão normal para a idade e o sexo: 
 Desnutrição de 1º grau: déficit de peso >10%; 
 Desnutrição de 2º grau:déficit de peso >25%; 
 Desnutrição de 3º grau: déficit de peso >40%. 
 
10. Estado de hidratação 
 Deve ser avaliado com os seguintes parâmetros de alteração: 
 Abrupta do peso; 
 Da pele quanto à umidade, à elasticidade e ao turgor; 
 Das mucosas quanto à umidade; 
 Alterações oculares; 
 Estado geral; 
 Fontanelas (no caso de crianças). 
 Hidratado: a pele possui boa elasticidade e com leve grau de umidade, as mucosas são úmidas, não há alterações 
oculares nem perda abrupta de peso. Além disso, no caso de crianças, as fontanelas são planas e normotensas e o 
peso mantém curva ascendente; a criança se apresenta alegre e comunicativa. 
 
 Desidratado: caracteriza-se por sede, diminuição abrupta do peso, pele seca (com elasticidade e turgor diminuídos), 
mucosas secas (sem brilho/lágrima), olhos afundados (enoftalmia) e hipotônicos, estado geral comprometido, 
excitação psíquica ou abatimento, bem como oligúria e fontanelas deprimidas, no caso de crianças. 
 
PREGA CUTÂNEA 
Avaliar boca (lábios, língua e gengiva), 
conjuntiva (lágrimas), pele 
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11. Pele, mucosa, fâneros 
 Coloração: 
 Corado/normocorado; 
 Descorado/hipocorado – anemia; 
 Hipercorado. 
 
 
 
 Icterícia: 
 Anictérico; 
 Ictérico. 
 
 Cianose: 
 Acianótico; 
 Cianótico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Textura, espessura, temperatura, elasticidade, mobilidade, sensibilidade e lesões elementares, edema cutâneo. 
 
12. Veias superficiais 
 Alterações: 
 Circulação colateral; 
o TIPO CAVA SUPERIOR: vai se distribuir na metade 
superior da face anterior do tórax; às vezes, também na 
parte posterior, nos braços e no pescoço. 
 A direção do fluxo sanguíneo pode ficar restrita 
ao sistema venoso do tórax ou incluir as veias da 
parede abdominal, indicando que o sangue 
procura alcançar a veia cava inferior através 
das veias xifoidianas e torácicas laterais 
superficiais. 
 Mucosa conjuntival; 
 Lábios; 
 Dedos (polpa digital e leito ungueal). 
 Esclera (globo ocular); 
 Assoalho da boca; 
 Palma das mãos. 
 Lábio; 
 Orelha; 
 Nariz; 
 Dedos. 
Maria Eduarda Moronari 
o TIPO PORTA: localiza-se na face anterior do tronco, principalmente nas 
regiões periumbilical, epigástrica e face anterior do tórax. 
 A direção do fluxo sanguíneo será de baixo para cima, do abdome 
para o tórax, à procura da veia cava superior através das veias 
xifoidianas e torácicas laterais. 
 Quando a circulação colateral se torna mais intensa, podem-se ver 
vasos nos flancos e fossas ilíacas. Neste caso, a direção da corrente 
sanguínea é de cima para baixo, do abdome para os membros 
inferiores, à procura da veia cava inferior. 
 
o TIPO CAVA INFERIOR: localiza-se na parte inferior do abdome, região 
umbilical, flancos e face anterior do tórax. 
 O sangue fluirá no sentido abdome-tórax à procura da veia cava 
superior. 
 A causa mais frequente desse tipo de circulação colateral é 
compressão extrínseca por neoplasias intra-abdominais. 
 Varizes. 
 
13. Musculatura 
 Para a investigação semiológica da musculatura, empregam-se a inspeção e a 
palpação. 
 Todos os grupos musculares devem ser examinados. 
 Para a inspeção não se exige técnica especial: basta olhar atentamente a 
superfície corporal com o paciente em repouso, observando o relevo das massas 
musculares. 
 A palpação é feita com as polpas digitais colocadas em forma de pinça, com o polegar em oponência aos demais dedos 
da mão. 
 Tônus normal: 
 Hipertonicidade, espasticidade, musculatura espástica ou rigidez: nota-se um estado de contração ou 
semicontração do músculo, mesmo em repouso, evidenciado pelo relevo muscular e aumento da consistência à 
palpação. 
 Hipotonicidade ou flacidez: significa que o tônus está diminuído ou ausente, com perda do contorno da massa 
muscular e diminuição da consistência. 
 
14. Exame dos linfonodos 
Devem ser avaliados os vasos linfáticos e os linfonodos, boa parte 
acessíveis à palpação, mesmo quando estão normais e, mais facilmente, 
quando estão aumentados de volume (linfadenomegalia). 
 Suboccipital; 
 Póstero-auricular; 
 Ântero-auricular; 
 Submandibular; 
 Submentual; 
 Cervical posterior; 
 Cervical anterior; 
 Supraclavicular; 
 Infraclavicular; 
 Axilar. 
 
15. Temperatura corporal 
 Afebril; 
 Febril. 
Maria Eduarda Moronari 
o O local tradicional para aferição é o oco axilar. 
o Para utilização correta é necessária a higiene da axila e do termômetro, evitando-se umidade no local. 
o O termômetro deve ser conservado em álcool absoluto ou álcool iodado. 
 
16. Movimentos involuntários (distúrbios do movimento) 
São classificados em hipocinéticos, caracterizados por pobreza e lentidão de movimentos, e hipercinéticos, em que 
há excesso de movimentos, não associados a fraqueza muscular e/ou espasticidade. 
 
 Tremor: são oscilações rítmicas e regulares de um segmento do corpo, geradas por contrações alternadas de 
músculos agonistas e antagonistas. É o movimento involuntário mais prevalente. 
o Compreende três tipos: de repouso, de ação (postural e cinético) e misto. 
 
 Convulsões: são movimentos musculares súbitos e incoordenados, involuntários e paroxísticos, que ocorrem de 
maneira generalizada ou apenas em segmentos do corpo. 
o Surgem em muitas condições clínicas, mas todas têm um denominador comum: descargas bioelétricas 
originadas em alguma área cerebral com imediata estimulação motora. 
 
 Tetania: é uma forma de movimentos involuntários que se caracteriza por crises exclusivamente tônicas quase 
sempre localizadas nas mãos e pés, daí a denominação “espasmos carpopodais”. 
o Pode ocorrer independentemente de qualquer manobra; porém, às vezes, é necessário usar um artifício para 
desencadeá-la, o que pode ser feito pela compressão do braço com o manguito do esfigmomanômetro. 
 
17. Marcha 
Tipos de marcha anormal: 
 Marcha de pequenos passos: a característica principal é a diminuição do comprimento da passada, com 
deslocamento anterior do corpo e diminuição da potência no final do apoio. Traduz perda da plasticidade das 
estruturas cerebrais que comandam a deambulação. 
■ Causas: Senilidade, doença de Alzheimer. 
 
 Marcha ceifante ou hemiplégica: caracteriza-se pela incapacidade de aumentar a velocidade de locomoção ou 
de adaptar-se às irregularidades do solo, além da dificuldade de elevar o pé durante a caminhada. Ao andar o 
CLASSIFICAÇÃO DA FEBRE 
LEVE / FEBRÍCULA 37,5ºC 
MODERADA 37,5ºC - 38,5ºC 
ALTA > 38,5ºC 
Maria Eduarda Moronari 
paciente levanta o membro afetado, inicialmente para fora, depois para frente, executando um movimento ao redor 
da coxa, como se ceifasse algo no chão. A oscilação dos braços está comprometida. 
■ Causa: Acidente vascular encefálico (AVE). 
 Marcha atáxica: há 3 tipos: ataxia sensorial, labiríntica (vestibular) e cerebelar. Estão afetados o controle 
postural e a coordenação dos movimentos. Ao andar observa-se falta de equilíbrio, o paciente caminha 
cambaleando, como se fosse cair. Anda batendo o pé, alargando a base e mantendo os olhos fixos no chão. 
■ Causas: Esclerose múltipla, ataxia de Friedreich, polineuropatia periférica (diabética e alcoólica), lesões 
cerebelares. 
 Marcha propulsiva: ao caminhar o paciente adota uma postura rígida com a cabeça e o pescoço encurvados 
para a frente, enquanto os braços permanecem estendidos e imobilizados, rentes ao corpo, e os quadris e os joelhos 
ficam semiencurvados. Ao andar, o centro de gravidade do corpo desloca-se para frente, prejudicando o equilíbrio, 
o que obriga o paciente a dar passos curtos, cada vez mais rápidos, com aceleração involuntária da deambulação. 
Deve ser diferenciada da marcha de pequenos passos. 
■ Causas: Doença de Parkinson, esclerose múltipla. 
 Marcha tabética ou talonante: a marcha é realizada com a base alargada e o olhar fixo no chão, em função da 
perda da noção de proximidade do solo em relação aos pés. Os pés são arremessados para diante e batem com 
forçano chão. Os calcanhares tocam o solo pesadamente. Decorrem de lesão do cordão posterior da medula ou da 
inervação periférica. 
■ Causas: Neurossífilis (tabes dorsalis), polineuropatia periférica. 
 Marcha espástica ou em tesoura: uma das pernas fica esticada com flexão plantar do pé enquanto um dos braços 
permanece imóvel e próximo ao corpo (hemiparesia espástica). Quando bilateral, os dois membros inferiores, 
enrijecidos e espásticos, permanecem semifletidos. Ao caminhar os pés se arrastam e as pernas se cruzam, em 
um movimento que lembra o funcionamento de uma tesoura. 
■ Causas: Esclerose múltipla, encefalopatia crônica da infância. 
 Marcha anserina: quando o paciente dá o passo o quadril oposto cai, em virtude de fraqueza dos músculos da 
cintura pélvica. 
■ Causa: Distrofia muscular. 
 Marcha claudicante: para aliviar o peso sobre um dos membros inferiores, o paciente modifica a marcha, ficando 
uma perna com movimentação normal, enquanto a outra toca com menos força no chão. 
■ Causas: Afecções articulares, musculares ou ósseas que se acompanham de dor. 
 
18. Sinais vitais 
 Pressão arterial (esfigmomanômetro) 
 Normotenso; 
 Hipertenso; 
 Hipotenso. 
 
 Pulsos (palpação arterial) 
 Radial; carotídeo; braquial. 
 Presente? Simétrico? 
 Amplitude preservada? 
Maria Eduarda Moronari 
 Frequência cardíaca (ausculta do ictus cordis) 
 Normal; 
 Taquicardia; 
 Bradicardia. 
 
 Frequência respiratória 
 Eupneia; 
 Bradipneia; 
 Taquipneia; 
 Apneia. 
 
 Saturação de oxigênio (Sp02) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Perfusão tissular periférica das mãos/enchimento capilar 
Consiste em comprimir a polpa do dedo contra a unha até esta ficar branca e libertar a pressão. A coloração deve 
voltar normalmente em 2 segundos. 
 Normal; 
 Reduzida. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Dor

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