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1 ÍNDICE Pág. 1. INTRODUÇÃO 3 1.1Objetivo 3 1.2 Conceito 3 2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 3 2.1 Limitações 3 2.2 Capacidade 4 2.3 Funções principais do Drive 4 2.4 Alimentação 4 2.5 Corrente de Partida e corrente nominal 4 2.6 Esquema geral da parte de potência 5 2.7 Fluxo de sinais entre drive, controle operacional e sensores 5 2.8 Descrição simplificada do funcionamento do drive VF 6 2.8.1 Função principal do drive 6 3. SOFTWARE DE CONTROLE DE MOVIMENTO 8 3.1 Determinação do perfil de velocidade a ser realizado 8 3.2 Controle de velocidade por malha aberta 9 3.3 Nivelamento e sistema de referência de posição 10 4. GLOSSÁRIO DE TERMOS E SIGLAS 11 5. PROCEDIMENTO P/ CORRIDA DE CALIBR. OU TROCA DO DRIVE 12 6. TESTE AUTOMÁTICO DE PORTAS 14 7. TESTE EM OPERAÇÃO NORMAL 14 8. PARÂMETROS DE INSTALAÇÃO 15 8.1 Parâmetros de contrato 15 8.2 Parâmetros de velocidade 15 8.3 Parâmetros de partida e parada 16 8.4 Parâmetros de controle 16 9. PARÂMETROS DOS SENSORES DE NIVELAMENTO 16 10. TEMPOS DE DESACELERAÇÃO 17 11. DESCRIÇÃO DO FUNCIONAMENTO DA URM LIGADA A DCB 18 12. EXPLICAÇÕES DOS SÍMBOLOS 28 12.1 Modos de comando do movimento 28 12.2 Estados lógicos do movimento 28 12.3 Abreviações dos sinais de entrada 29 12.4 Abreviação dos sinais de saída 29 12.5 Abreviações DAC 29 2 13. MENSAGENS DE ERRO 30 13.1 Informações sobre o controle do movimento pela DCB 30 13.2 Informações sobre o inversor 31 13.3 Informações sobre o fluxo de sinais 32 13.4 Informações sobre o fluxo de sinais dos estados lógicos 32 13.5 Informações sobre o controlador do motor 34 14. PARALISAÇÃO 35 BIBLIOGRAFIA 36 3 1- INTRODUÇÃO 1.1 Objetivo O objetivo deste manual de campo é fornecer de maneira simplificada informações técnicas a respeito do funcionamento do elevador modelo CVF e instruções detalhadas para a rotina de manutenção. 1.2 Conceito O CVF utiliza como controle de movimento o drive OVF10 desenvolvido pela OTIS Berlim. O princípio de funcionamento deste drive consiste na variação de tensão e freqüência segundo uma curva característica (V x f) linear. Ele foi criado para atender ao mercado de elevadores para edifícios de apartamentos que utilizam máquinas com engrenagem e atingem velocidades de até 1,2 m/s. Os grandes benefícios proporcionados pelo CVF ao cliente são : - precisão de parada; - conforto de viagem; - baixo consumo de energia; - Opera em malha aberta, isto é, sem realimentação de speed-encoder; - Utiliza um sistema de referência de posição, que facilita a instalação em campo; - Sistema de alta confiabilidade. 2- CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 2.1 Limitações Velocidade Nominal Ajustável ..........0,5 a 1,2 m/s Capacidade máxima..........................1000 kg. m/s ( carga X velocidade) Acel / Decel Máx .................................0,5 m/s2 Máx Jerk ........................................... 2,5 m/s³ Flight time ........................................ 3 metros em 8,5 seg. a 1m/s de vel. nominal Partidas por hora............... ................120 p/h. Picos de 150 p/h em 30 minutos. Precisão de parada ........................... ± 5mm Número máximo de paradas..............16 4 2.2 Capacidade Configurações para modelos : Potência do Drive Passageiros Velocidade 5,0 kW 4, 5 , 6 , 7 , 8 , 9 1,0 m/s 9,0 kW 10 1,0 m/s 8,9,10 1,2 m/s 2.3 Funções principais do drive OVF10 no controle CVF Gerar o perfil de velocidade de acordo com a corrida a ser realizada; Pré-ajustar o torque de partida; Controlar a velocidade durante velocidade nominal; Autodeterminar pontos de desaceleração; Parar eletricamente o carro até que o mesmo esteja nivelado; Permitir que o freio atue somente após a velocidade chegar a zero. 2.4 Alimentação Tensão da rede : 220V +/- 10 % e 380V a 415V +/-10% Freqüência : 50 ou 60Hz Os circuitos de potência são desconectados da rede enquanto o carro estiver parado. É imprescindível a existência de um condutor terra (Protection Earth PE) na entrada do controle. O drive não permanece em funcionamento durante quedas de tensão na linha devido à reduzida capacidade do banco de capacitores. Quedas de tensão provocam paradas de emergência e uma corrida de correção em seguida. 2.5 Corrente de Partida e corrente nominal Potência / Tensão entrada Corrente nominal Corrente de partida Cabos de alimentação do motor Fusíveis da caixa de força 5,0 kW / 380 V 15 A 24 A 4,0 mm² 25 A 9,0kW / 380 V 24 A 38 A 6,0 mm² 40 A 3,0 kW / 220 V 20 A 30 A 4,0 mm² 32 A 5,0 kW / 220 V 30 A 48 A 6,0 mm² 45 A 9,0 kW / 220 V 48 A 76 A 6,0 mm² 80 A 5 2.6 Esquema geral da parte de potência A parte de potência do OVF10 consiste nos seguintes componentes: • APD -Filter: consiste no filtro que atenua os sinais cujas freqüências (harmônicas) podem interferir em outros equipamentos tais como receptores de TV e rádio AM. • Ponte Retificadora • Banco de capacitores • Resistor Shunt para permitir a medida da corrente contínua após os capacitores. • Conjunto Inversor formado por 6 IGBTs • IGBT de acionamento do resistor de freio. 2.7 Fluxo de Sinais entre drive, controle operacional e sensores Alimentação do circuito de potência : chave principal SW Linha de segurança : Limitador de velocidade; botões de emergência ; chaves limite ; contatos de porta; Entradas 24Vdc Sensores de Zona de porta 1LV e 2LV Controle Operacional Placa LCB-II sinais de direção U/D sinal de limite LS sinal T ( ins / normal) Saídas 24Vdc Sinal de DZ Sinal de Impulso IP OP - operação OK Sinal de freio BY Freio Entrada 110Vac Alimentação 110V Figura 1 DRIVE OVF 10 1LS 2LS 6 2.8 Descrição simplificada do funcionamento do drive VF 2.8.1 Função principal do drive: Receber a tensão alternada da rede trifásica 50 ou 60Hz e fornecer ao motor tensão e freqüência variáveis de acordo com a velocidade desejada. 2.8.2 Etapas para obtenção da forma de onda da saída do drive: 1a. ETAPA : Utilizando a ponte de diodos retificar a tensão de entrada, isto é, transformá-la em tensão contínua: 2a.ETAPA : Com o Banco de capacitores retirar a pequena oscilação resultante após a retificação tornando definitivamente contínua a onda retificada pela ponte. motor drive tensão trifásica de entrada 60 ou 50 Hz Tensão de saída para motor trifásico. Simulação da onda senoidal através da modulação por largura de pulso (PWM) . capacitores tensão (V) ... ... ... retificadores tempo tempo Figura 2 Figura 3 Figura 4 7 3a. ETAPA Através dos transistores IGBT e do software de controle que é chamado “modular” a tensão contínua é chaveada de tal modo a formar um trem de pulsos de largura variável, cujo efeito para o motor será praticamente o mesmo que uma tensão senoidal pura, como a da rede. O transistor IGBT possui a característica de receber em sua base, pulsos de baixa tensão e alta freqüência, para comandar a passagem da corrente que entra pelo coletor e deve sair pelo emissor. Quanto mais alta a freqüência de chaveamento maior a resolução do sinal de saída, isto é, para o motor o sinal se parece mais com uma onda senoidal. Outra vantagem da alta freqüência (12Khz) é que o ruído quase não é percebido pelo ouvido humano. Juntando as três etapas, temos o esquema básico da parte de potência do drive (ver também o glossário de termos na pág. 11) Pulsos com largura variável (PWM) de baixa potência utilizados para chaveamento dos IGBTs + coletor emissor Base ou gate Corrente continua alta proveniente do banco de capacitores Sinal PWM de alta potência fornecido ao motor SW1 contator principal rede L1 L2 L3 ponte retificadora Resistor e IGBT de freio capacitores resistor shunt p/ med. de corrente Módulo de transistores IGBT MOTOR Figura 6 Fig. 5 8 3 SOFTWARE DE CONTROLE DE MOVIMENTO 3.1 Determinação do perfil de velocidade a ser realizado O perfil de velocidade é representado por um gráfico que indica a variação da velocidade em relação ao tempo. O modelo CVF possui dois perfis de velocidade,um para corridas curtas entre andares adjacentes e outro para corridas entre mais de um andar. A velocidade máxima constante depende da distância a ser percorrida até o andar desejado. • 100% da velocidade é atingido quando a corrida é entre mais de um andar . • 70 a 80% da velocidade é atingido para corridas curtas . Não há sinais de realimentação de posição durante a geração do perfil, pois não há encoder. Os pontos de desaceleração são baseados no tempo. Os pontos de parada nivelada também são calculados de acordo com o tempo decorrido entre o acionamento dos sensores 1LV e 2LV. O sinal de IP é calculado por software . Não é necessário a utilização de aletas de IPU e IPD no passadiço. Cada sinal de IP é gerado após um intervalo fixo de tempo após a passagem por uma zona de porta (DZ). Para que o carro pare na próxima parada é necessário que o sinal T ocorra no intervalo de tempo entre a saída da zona de porta e a queda do próxima pulso IP. corrida longa corrida curta 100% 70% decide qual perfil seguir U/D T IP DZ quando corrida curta sobe/desce corrida normal impulso para desaceleração zona de porta Figura 7 9 3.2 Controle de Velocidade por malha aberta A principal função é controlar a rotação de um motor de indução trifásico a fim de que ele mantenha a velocidade programada. Como no modelo OVF10, não existe speed- encoder, então é necessário utilizar outros parâmetros para efetuar o controle de velocidade: - Velocidade solicitada pelo software (velocidade de contrato); - Aceleração solicitada pelo software; - Escorregamento estimado do motor baseado na carga do carro que por sua vez é calculada a partir da corrente de saída do banco de capacitores. Quanto maior a carga no carro maior o escorregamento e maior a corrente Idc. O escorregamento consiste na diferença entre a velocidade do campo girante no estator e a velocidade no eixo do motor. O escorregamento pode afetar o tempo de desaceleração do carro e por conseqüência o tempo em velocidade de nivelamento. Portanto, torna-se necessário uma compensação de carga para garantir que o tempo em velocidade de nivelamento (creep-speed) independa da carga. O módulo calcula a tensão e freqüência no estator necessária para que o motor siga o perfil de velocidade preestabelecido. Os valores calculados de tensão e freqüência são enviados a um chip PWM. Este chip é responsável pela geração dos pulsos de controle dos IGBTs como vemos na figura 5. 10 3.3 Nivelamento e sistema de referência de posição A precisão de nivelamento é tipicamente +/- 5mm. A velocidade de nivelamento é medida quando o elevador se aproxima da zona de porta. Ela é calculada através da diferença de tempo entre o acionamento dos sensores ópticos 1LV e 2LV fixados na cabina. Quando a aleta corta o feixe de luz do primeiro sensor, o microprocessador interno da placa de controle ativa um temporizador até que o feixe do segundo sensor também seja cortado. O tempo resultante é armazenado na memória como ∆ T. Logo a velocidade será calculada pela seguinte fórmula: velocidade = (distância entre os sensores valor inserido na instalação) Com o valor da velocidade torna-se mais precisa a parada do carro. Agora o software pode calcular o tempo necessário para levar o motor até a velocidade zero. Os sensores 1LV e 2LV também são utilizados para verificar se o elevador está no sentido correto de movimento (na subida o 1LV deve ser o primeiro a ser acionado). Aleta 35 ∆T Distância entre feixes luminosos = 35 mm 11 4 GLOSSÁRIO DE TERMOS E SIGLAS LCB II – Limited Car Board II – Placa responsável pelo controle operacional do sistema. Recebe chamadas, ativa displays, aciona portas, supervisiona a linha de segurança e possui uma interface com o drive tal como visto na página 5 figura 1. Ela envia os sinais de subida ou descida U/D; Envia o sinal de T para indicar a velocidade normal ou de inspeção; Recebe os pulsos IP para contagem dos andares; Recebe o sinal de DZ indicando que as portas podem ser abertas; Recebe o sinal de OP que indica operação correta do drive. IGBT – Insulated Gate Bipolar Transistor – transistores utilizados para chaveamento de altas correntes com pulsos de baixa tensão na sua entrada. PWM – Pulse Width Modulation – trata-se da modulação por largura de pulso utilizada para disparar os IGBTs DBR - Dynamic Brake Resistor – Resistor de frenagem dinâmica. Este resistor é utilizado para dissipar a energia devolvida pelo motor quando este opera, sendo arrastado pelo contrapeso (regime regenerativo) e assim mantém a tensão sobre os capacitores (barramento DC) dentro dos limites especificados. Estes resistores já vem incorporados no drive OVF10 e possuem as seguintes características: Potência do inversor 5 KW 9 KW Tensão da linha 380v 220v 380v 220v Potência do resistor 500w 500w 1000w 1000w Valor do resistor 70Ω 20Ω 35Ω 10Ω Limites de tensão no barramento DC Tensão de linha sub-tensão sobretensão limite superior limite inferior 380v 349v 764v 730v 711v 220v 192v 420v 401v 391v IGBT do freio dispara sempre que a tensão DC atinge o limite superior. O excesso de tensão flui pelo resistor até que a tensão abaixe para 711v. Resistor Shunt – Este resistor é colocado na saída do banco de capacitores justamente para gerar uma tensão proporcional à corrente idc. Este valor é muito importante para estimar o escorregamento do motor e portanto entra no algoritmo de controle de velocidade. 12 5 PROCEDIMENTO PARA EFETUAR A CORRIDA DE CALIBRAÇÃO OU TROCA DO DRIVE: 1 - Medir as distâncias entre todos os andares, de soleira a soleira; 2 - Inserir os valores das distâncias através da URM no menu de parâmetros de contrato. Seqüência de teclas . Exemplo: FDIST 00-01 cm 347 FDIST 01-02 cm 320 FDIST 02-03 cm 290 FDIST 03-04 cm 290 FDIST 04-05 cm 290 3- Passar o carro para normal, permitindo que ele faça uma corrida de correção e estacionar no pavimento terminal inferior com 1LS e DZ acionados. Colocar as chaves CHCS e DDO da placa LCB_II na posição ON para que o carro não abra porta nem atenda chamadas de andar. 4- Acionar a rotina de calibração através da seqüência : Calibr Display da URM : Esteja certo de que carro está vazio e os parâmetros inseridos estejam de acordo com o contrato. Se tudo estiver OK Aperte GO ON : Durante a calibração mande o carro efetuar subir e descer entre os andares terminais utilizando a chave TL - BL localizada na placa LCB _II - ao lado direito do plugue da URM. Ativando TL o display indicará que está efetuando uma corrida para cima. Load Comp Calib see conditions If OK - GO ON car empty ? para valid ? During calibration send car up and down between top and bottom wait 1. UP 13 Ao atingir o limite superior 2LS, o display indica uma porcentagem de erro da última corrida e que deve ser iniciada uma corrida para baixo: Ao chegar no 1LS o display também indica um erro pela última corrida e pede para iniciar uma nova corrida para cima. Este ciclo se repete por pelo menos 3 vezes e até que os erros em ambos os sentidos sejam menores que 2 %. Neste casos o display indicará : Para dar início à segunda parte da calibração, quando serão ajustados os tempos de desaceleração entre andares adjacentes, basta pressionar GO ON : O carro deverá efetuar pelo menos 3 subidas e três descidas parando de andar em andar até que ele esteja completamente ajustado. Aperte a tecla module para retornar ao menu principal. Existe também a opção de se reiniciar toda a rotina de calibração apertando a tecla Clear, o que não é necessário se todos os parâmetros e condições iniciais foram mantidas. Neste ponto o carro está pronto para entrar em operação normal. tune 1.UP 4% start 1.Down -3% tune 3.UP 0% tune 3.Down -1% Calibration OK Press GO ON to start TDEC ftf calibration or Module to exit During calibrationsend car up and down between top and bottom Calibration OK Exit with Module or restart with clear 14 6 TESTE AUTOMÁTICO DE PORTAS OBS.: Este teste somente deve ser realizado se a mensagem START DCS aparecer piscando no display da URM. Esta mensagem será ativada caso seja alterado o parâmetro TOP no submenu SYSTEM da LCB_II ou sejam ativados os parâmetros default da LCB_II. O sistema não permite corridas em normal até que a rotina seja completada. Este algoritmo chama-se Door Check Sequence . 1- Conectar a U.R.M. à placa LCB-II 2- Levar o carro ao pavimento terminal inferior através de uma chamada pela U.R.M. ou acionando a chave TL -BL na LCB-II para a posição BL. 3- Digitar as teclas Aparecerão duas opções no display: 4- Escolher a opção START DCS . 5- O controle automaticamente abre e fecha a porta acionando verificando se o sinal DW e DFC estão sendo ativados, ou seja, se os contatos de porta daquele andar estiverem atuando corretamente então o carro vai para o próximo andar e efetua o mesmo teste. Se ocorrer algum problema a U.R.M. mostra uma mensagem de erro no display e o teste é interrompido. Verifique, portanto, no andar em que o carro está parado, se a fiação da porta está correta e reinicie o procedimento. 6- Ao terminar o teste na última parada, basta pressionar a tecla ENTER duas vezes e o controle fica definitivamente em operação NORMAL. 7 TESTE EM OPERAÇÃO NORMAL Simulação de chamadas de Hall e Carro. Conectar U.R.M. na placa LCB-II : seqüência de teclas No display aparecerá o seguinte: Aperte a tecla GO ON para alternar entre chamadas de carro C>, hall subida U> ou descida D> . Digite o número do andar para o qual deseja mandar o carro e tecle ENTER. Quando o carro entrar em movimento , no display aparecerá a sigla NOR FR que indica que o carro está em corrida Normal . A-00 IDL ST ] [ ] [ C> U00D00 A 1C 15 8 PARÂMETROS DE INSTALAÇÃO(EXEMPLOS) 8.1 Parâmetros de Contrato Nome do Parâmetro Unidade Valor exemplo Descrição NOM FREQ 0,1 Hz 600 freqüência nominal do motor CON SPE 0,01 m/s 100 velocidade de contrato* DDP s 35 tempo máximo sem sinal de DZ RELAY CONTROLLER 0 tipo de controle MOTOR TYPE 0 tipo de motor LV DISTANCE mm 35 distância entre sens. 1LV e 2LV LV MAGNET mm 180 comprimento da aleta DZ TOP FLOOR 13 (máx.15) andar superior terminal FDIST 00-01 cm 347 distância de soleira a soleira FDIST 01-02 cm 320 “ FDIST 02-03 cm 290 “ FDIST 03-04 cm 290 “ FDIST 04-05 cm 290 “ FDIST 05-06 cm 290 “ FDIST 06-07 cm 290 “ FDIST 07-08 cm 290 “ FDIST 08-09 cm 290 “ FDIST 09-10 cm 290 “ FDIST 10-11 cm 290 “ FDIST 11-12 cm 290 “ FDIST 12-13 cm -------- “ FDIST 14-15 cm -------- “ * É calculada de acordo com a instalação: CON SPE = susp: 1:1 = 1 e 2:1 = 2 8.2 Parâmetros de Velocidade Parâmetro Unidade Valor utilizado Descrição INS SPE 0,01 m/s 30 Vel. Inspeção NOM SPE 0,01 m/s 100 Vel. Nominal CRE SPE 0,01 m/s 10 Vel. Nivelamento ACC 0,01 m/s² 50 Aceleração DEC 0,01 m/s³ 50 Desaceleração π x φpolia x f susp x redução x pares de pólos 16 8.3 Parâmetros de Ajuste de partida e parada Parâmetro Unidade Valor Descrição LFT BK DLY 10 ms 0 Atraso do freio PREMAG PER 10 ms 25 Pre magnetização PRET FREQ 0,1 Hz 2 Freqüência pre magnet. RMP DWN T2 10 ms 50 Rampa de parada final DRP BRK DLY 10 ms 45 Tempo de fechamento do freio EL HLT PER 10 ms 50 Período de halt DEMAG PER 10 ms 5 Período de desmagnetização 8.4 Parâmetros de controle e ajuste U/F ou Ajustados automaticamente após corrida de calibração. Nome do parâmetro Porcentagem Valor I con U %In 0 I con D %In 34 Fc U .01%fn -58 Fc D .01%fn 176 Ustart 0,1% Un 80 Uacc 0,1% Un 1200 Uend 0,1% Un 80 Uload 0,1% Un 100 Udec 0,1% Un 12 9 PARÂMETROS DOS SENSORES DE NIVELAMENTO (seqüência da URM - ) Estes parâmetros servem para permitir um ajuste fino na precisão de parada, independente para cada andar, após a corrida de calibração do sistema. 1. Medir o desnível para cada andar (d). 2. Subtrair do valor encontrado na URM - d, caso o elevador pare depois do nível do pavimento. 3. Somar ao valor encontrado na URM + d, caso ele pare antes do nível do pavimento. Nome do Parâmetro unid Valor LV DLY 00 D mm 42 LV DLY 01 U mm 63 LV DLY 01D mm 42 ... LV DLY 11 U mm 63 LV DLY 11 D mm 42 LV DLY 12 U mm 63 17 10 TEMPOS DE DESACELERAÇÃO (TDEC) (seqüência da URM - ) Os seguintes parâmetros são automaticamente ajustados durante a corrida de calibração. Eles podem ser alterados independentemente para qualquer parada caso o tempo em nivelamento esteja muito longo ou muito curto. Eles são inseridos como fatores que internamente ao software são convertidos em tempo (s). EX. : TDEC ftf 01 U - tempo de desaceleração soleira a soleira ( 0 →1) TDEC mul 05 D - tempo de desaceleração entre mais de um andar com parada no andar 5 na descida . 18 11 DESCRIÇÃO DO FUNCIONAMENTO DA U.R.M. LIGADA À DCB Estrutura do menu Para habilitar os submenus escondidos tecle (DISP STATE) SELF TEST OK – MECS MODE DCB – Menu Monitor = Test = 2 M DCB Menu Setup = 3 Calib = 4 State = 1 Input = 2 Output = 3 Contrac = 1 Prof = 2 Van = 3 StaSto = 4 Eng = 5 Default = 6 Store = 7 Load = 8 Maint = 1 ErrLog = 2 Self = 3 Part = 4 Safety = 7 Dataview = 8 Status = 1 Set = 2 Actual = 1 Saved = 2 Control = 1 U/f = 2 Fan = 5 Datalog = 6 19 Estado do sistema Para verificar qual o estado atual do sistema pressione: MONITOR = 1 State = 1 0000000 = Modos de comando do movimento (ver item 19.1) 1111111 = Estado lógico do movimento (ver item 19.2) 2222222222 = Registro de ocorrências atualizado Obs.: Pressionando os erros são limpos. Entradas e Saídas Podemos saber se as entradas como UIB, DIB, U, D, T, G ou saídas como DR, UP, BY estão ativadas ou não. Se estiverem desativadas aparecerão com letra minúscula. Monitor = 1 Input = 2 Output = 3 0000000 = Modo de comando do movimento (ver item 19.1) 1111111 = Estado lógico do movimento (ver item 19.2) 222,333,444 = Estado dos valores de entrada e saída (ver item 19.3 e 19.4) Note: Letras maiúsculas indicam que a entrada esta ativa. Para observar mais entradas ou saídas basta pressionar a tecla . State = 1 Input = 2 Output = 3 0000000 1111111 222222222222222222 State = 1 Input = 2 Output = 3 0000000 1111111 222 333 444 555 20 Registro de Tempos Conta os tempos de corridas e operações Test = 2 Maint = 1 Status= 1 hh: numero de horas mm: numero de minutos ss: numero de segundos ddd: numero de dias vv: numero de anos Troca de EEPROM Test = 2 Maint = 1 Set = 2 Status = 1 Set = 2 Tempo de operação hh:mm:ss dddvv Numero de corridas 000000 Soma temp. das corrid. hh:mm: ss dddvv Mostra o tempo absoluto de operação 000000 = numero absoluto de corridas Mostra a soma do tempo de todas as corridas ATENÇÃO Os parâmetros dentro desta área são necessários para manutenção e normalmente Nunca devem ser mudados. A variação destes parâmetros é somente necessária em caso de troca da EEPROM 21 Registro de eventos Test = 2 ErrLog = 2 Nota: Um asterisco piscando antes do R indica que o evento esta atualmente ativo. Atual numero de corridas desde o ultimo reset () ou lista de eventos apagados Maint = 1 ErrLog = 2 Self = 3 Part = 4 Actual = 1 Saved =2 Numero de corridas 0000000000000 or Atual hora / dia 11:11:11 0 222222222222222 33 R = 0000 1 = Contem os atuais eventos 2 = Mostra os eventos desde a ultima limpeza da lista de eventos ou desligamento do inversor. A atual e a lista de eventos salvos pode ser apagada digitandoquando lendo a lista de eventos salvos. Significado dos dígitos: 222222222222 = Nome do evento (ver item 20) 33 = Numero dos eventos R = Corrida 0000000 = Numero de corridas quando o evento ocorreu Tempo desde o ultimo reset () ou a lista apagada() A tecla Permite ver mais detalhes 22 Informação Detalhadas Sobre um Evento A tecla ( ) permite ver mais detalhes sobre as informações de um evento. Test = 2 ErrLog = 2 Actual = 1 ou Saved = 2 ... Auto Teste Test = 2 Self = 3 Significado dos dígitos: 0000 = Auto test da EEPROM = Auto test da EPROM ? = executando um auto – test + = Auto test OK -- = Auto test falhou Pressionando-se o test será executado Mostra a ultima ocorrência de um evento. Informações detalhadas para o erro DRV: SHUT DOWN Mostra a penúltima ocorrência 222222222222222 33333R = 000000 nn cccccc ttt mmmmm S =xxx 22222222 33333R = 00000 nn ccccc ttt mmmm S = xxx Informações detalhadas Maint = 1 ErrLog = 2 Self = 3 Part = 4 0000 111111 2222 222 = nome do evento 333 = numero de eventos R = corrida 00 = numero da corrida quando o evento ocorreu nn = código do erro ccc = classe do erro mmm = estado lógico de movimento ttt = tempo dentro de 10 ms no estado lógico de movimento quando ocorreu o problema s = x valor da corrente (eventos 25 e 78) 23 Versão do Software Test = 2 Part = 4 Significado dos dígitos: DD/MM/AA = Data da geração 444444444 = Parte numero da EPROM Teste do ventilador Test = 2 Fan = 5 O ventilador deveria ligar por aproximadamente 1 minuto. Verifique se o ventilador esta funcionando. Comparação de parâmetros Mostra os valores máximos da última corrida Test = 2 DataLog = 6 Significado dos dígitos: 0000 = Nome do primeiro parâmetro 11111 = Valores do primeiro primeiro parâmetro 2222 = Nome do segundo parâmetro 33333 = Valores do segundo parâmetro Nota: Tecle ou para ver direto os valores. Maint = 1 ErrLog =2 Self = 3 Part = 4 EPROM DD/MM/AA Vers. 4444444444444 Fan = 5 DataLog = 6 Data View = 7 Fan is running Check it ! (clear) Fan = 5 DataLog = 6 Data View = 7 0000 1111111111 2222 3333333333 24 Mostrando dois sistemas Test = 2 Data View = 7 É possível ver dois diferentes sistemas variando durante a corrida. Para mudar de canal 1 (primeira linha do display) para canal 2 (Segunda linha) use as teclas UP e DOWN. Significado dos dígitos: 00000 = Com selecione variável do canal 1 11111 = Atual valor selecionado do canal 1 22222 = Com selecione variável do canal 2 33333 = Atual valor selecionado do canal 2 Nota: Tecle ou para rolar direto os valores. Ajustes Setup = 3 Contrac = 1 Ajuste dos parâmetros do contrato Prof = 2 Ajuste de todos os parâmetros do perfil de velocidade Van = 3 Ajuste dos sinais de passadiço (nivelamento) StaSto = 4 Ajuste da partida e das condições de parada Significado dos dígitos: 0000000 = Nome do parâmetro selecionado 1111 = Valor antigo 2222 = Novo valor Nota: Tecle ou para rolar direto os valores. Estes parâmetros podem ser encontrados no software part. Num. GAA26800AH VIIIa. Dados de Engenharia Setup = 3 Eng = 5 Fan = 5 DataLog = 6 Data View = 7 N1 * 0000000 111111 N2 * 2222222 333333 Contrac = 1 Prof = 2 Van = 3 StaSto = 4 0000000000000000 OLD : 111 NEW : 2222 AJUSTE DE DADOS DE ENGENHARIA Estes parâmetros podem ser encontrados no software part. Num. GAA26800AH VIIIa. 25 DEFAULT Para ativar os parâmetros default . Os valores padrão serão fixados para a partida. Setup = 3 Default = 6 Nota: Com estes valores o drive esta pronto para rodar em inspeção. Para uma corrida normal o drive deve ser ajustado novamente. Salvando um Bom Ajuste O parâmetro ajustado é armazenado dentro da EEPROM Isto é possível para salvar um bom ajuste, para tentar a troca de alguns parâmetros, e então carregar os parâmetros salvos novamente sem recarregar os parâmetros modificados. Setup = 3 Store = 7 Carregando Parâmetros O parâmetro ajustado é carregado da EEPROM Para realizar a carga dos parâmetros, pressione . Eng = 5 Default =6 Store = 7 Load = 8 PARAMETROS LOST? YES : PRESS ENTER! ATENÇÃO TODOS OS VALORES AJUSTADOS SERÃO PERDIDOS Eng = 5 Default =6 Store = 7 Load = 8 Store settings? YES : PRESS ENTER! Eng = 5 Default =6 Store = 7 Load = 8 Store settings? YES : PRESS ENTER! ATENÇÃO TODOS OS VALORES AJUSTADOS SERÃO SOBRESCRITOS 26 Calibração Calibração do Drive Wait N. UP Calib = 4 Load – Comp – Cali: See conditions > OK? Then goon > Start 1 . RUN now ng CALIBRATION send Wait N. UP Enter c/ a chamada p/ o TOP tune N. UP XX % Start N. DOWN Durante a calibração mandou o carro vazio para cima + descendo entre TOP + BOTTOM Wait N. DOWN Start N. UP Tune N. DOWN XX% Se (o valor é 2) Se não Se não então Calibration OK ! It with goon/goback, ex Break com ENTER ! It with goon /goback ex Enter c/ a chamada p/ o BOTTOM ENTER Saia com MODULE ou sintonize p/ 0% com clear Texto fluxo 27 Wait n. UP Wait floor n = 0 Start n DOWN tune max ftf = 0 CALIBRATION OK ! Exit with MODULE or Saia com MODULE ou reinicie com clear if 2 3 then Wait n. DOWN Start n. UP tune max ftf = 0 Entre com a chamada p/ o BOTTOM Entre com a chamada p/ o TOP Wait floor n = 0 tune max ftf = 0 28 12 EXPLICAÇÕES DOS SIMBOLOS 12.1 Modos de comando do movimento SHT DWN A corrida é interrompida devido a uma falha no sistema. Neste caso, o relatório de falhas (ErrLog=2, Actual=1) sempre mostrará a causa. WT F SF wait for safety , o drive esta OK e espera por um sinal de movimento U ou D com T (normal) ou com T (inspeção). WT_RUN Wait For Run, um tempo mínimo de espera é considerado antes de algum novo estado ser admitido. Isto é necessário devido ao atraso das chaves U, D, ou T. No barramento interno de tensão deve ser monitorado o nível de subtensão. Quando a tensão esta OK, a chave CH- é ativada para que entre a carga de resistores para as 3 fases. Depois disto o estado pode ser mudado. Um mínimo tempo de espera é considerado antes que a chave CH- possa ser ativada. Isto é necessário para evitar danos de corrente induzida no caso de um defeito no sensor de voltage do barramento DC. No caso da tensão no barramento DC não estar OK dentro de um período fora, o drive entra no modo Shutdown. RUN UP Corrida normal para cima RUN DOWN normal para baixo INS UP inspeção para cima INS DWN inspeção para baixo ES parada de emergência 12.2 Estados lógicos do movimento IDLE esperando por um comando (inversor desabilitado) START acionamento de BY e premagnetização ACC acelerando para atingir velocidade normal CONST velocidade normal , esperando o comando interno de desaceleração T DEC desacelerando até a velocidade de nivelamento CREEP ritmo lento esperando pelo sinal LV de nivelamento HALT desaceleração até zero, corte da alimentação e DZ se torna ativo 29 12.3 Abreviações dos sinais de entrada sinal DESCRIÇÂO DO SINAL pino DCB T velocidade alta P 7.5 D velocidade normal para baixo P 7.4 U velocidade normal para cima P 7.3 LS (G) Chave limite: 1LS ou 2LS P 7.6 1LV Sensor de zona de porta subida P 7.7 2LV Sensor de zona de porta descida P 7.8 24V Alimentação 24V P 7.1 TMP temperatura P 2.3 V400 Tipo 480v ou 220v - 12.4 Abreviação dos sinais de saída SAÍDA DESCRIÇÃO PINO DA MCB OP inversor pronto P 7.9 BY freio P 7.12 DZ Zona de porta e sinal de final de corrida P 7.10 IP Pulso de desaceleração P 7.11 CH Relê de carga do inversor P 6.1 u. P 6.2 FAN Relê do ventilador P 2.1 12.5 Abreviações DAC (Digital / Analogic Converter) Variáveis importantes para o controle da velocidade podem ser mostradaspela U.R.M. saída Descrição Min Máx Unit PROFILE Perfil de velocidade interno 0 1000 .1% Vn STA FREQ Freqüência do estator do motor 0 1000 .1% fn ACC aceleração -1000 1000 .1% Vn SLIP # Escorregamento – diferença entre a freqüência do inversor e a velocidade medida -150 150 .1% fn ACC CTR Freqüência de precontrole para compensar o torque de inércia -200 200 .1% fn SPE ERR # Diferença entre a velocidade medida e a desejada -200 200 .1%Vn LOA_FR Freqüência da carga de compensação 0 1000 .1% fn RED_FR Redução da freqüência durante a sobrecarga 0 1000 .1% fn CURRENT Corrente no barramento DC -150 150 %In VOLTAGE Voltage no estator 0 32767 .003%Un U_SLIP Compensação de voltage dependendo da carga 0 32767 003%Un U_DEC Compensação de tensão durante a desaceleração 0 32767 003%Un # somente para engenharia 30 13 MENSAGENS DE ERRO GERAL Todas as mensagens de eventos são classificadas em diferentes grupos ou classes de erros. Alguns eventos são mostrados como informação somente (i), enquanto outros como avisos (W) ou erros (e) estes eventos são mostrados sem conseqüência para a operação. ERROS FATAIS (f) interrompem a corrida e causam a paralisação do equipamento. Depois de X paralisações (fax) em serie o sistema será bloqueado. Os eventos são armazenados na DCB I com o numero da corrida da ultima ocorrência. Desligando o controle todos os eventos dentro do “atual” URM - menu ( ) serão apagados. Quando você estiver dentro do menu de eventos e outro evento ocorrer um asterisco piscará indicando que o atual menu esta ativo. No caso do desligamento do controle, todos os eventos serão copiados na área SAVED ( ). Se o inversor for desligado, a atual lista de eventos é apagada mas salva dentro de outra tabela que permanece mesmo após o desligamento. A lista de eventos salvos e atuais pode ser apagada pressionando dentro da área de eventos salvos. Se você gostaria de ver mais algumas informações sobre os eventos, pressione = . Os eventos são divididos dentro dos seguintes grupos: SYS = Informações sobre o controle do movimento pela DCB. INV = Falhas relacionadas com o inversor MC/MLS = Eventos relacionados com Estados Lógicos ou de Comando do movimento PS = Falhas na fonte de alimentação DRV = Problemas com o controlador do motor. 13.1 SYS --------> Informações sobre o controle do movimento pela DCB SYS: WARMSTART ( f ) Reset do software sem reset da alimentação SYS: Shut Down ( f ) Mostra o numero de paralisação e o erro que causou a paralisação SYS: DDP ( f 1) Drive não encontrou as aletas SYS: E2P failure ( f 1) Nenhuma EEPROM plugada na DCB ou problemas com a escrita ou leitura - trocar E2P SYS: E2P written ( i ) Mudado parâmetros na EEPROM após o acionamento do sistema. SYS: E2P default ( i ) Todos os parâmetros estão com seus valores default. O elevador deve ser ajustado novamente. 31 SYS: E2P InvPara ( f1 ) Algum parâmetro na EEPROM esta fora do faixa (anote todos os parâmetros, insira os parâmetros default, insira novamente os parâmetros anotados). SYS: Inputs Lost ( f4 ) Perda dos sinais de entrada SYS: Pckg Tst Err ( f ) Somente para engenharia SYS: Power Fail ( f ) Baixa Tensão (falta de uma das fases) SYS: Informações sobre o inversor INV : Mod stopped ( f ) O drive esta parado sem detectar erro, isto ocorre freqüentemente quando existe um problema de hardware na DCB - trocar o inversor. INV : >Volt DC ( f2 ) Sobretensão no barramento DC Cheque a conexão dos resistores de freio INV : >Heat Packg ( f ) Temperatura do drive esta muito alta cheque o ventilador INV : >Volt DC ( f4 ) Sobretensão no barramento DC Cheque a conexão dos resistores de freio. INV: Overload ( W ) O software detectou um sinal de sobrecarga do hardware. Isto é só um aviso e a característica de sobrecarga diminuiria o perfil do drive permitindo a conclusão segura da corrida INV: >Curr IGBT (f4) Sobrecorrente nos IGBT's. Verifique os enrolamentos do motor antes de trocar o inversor. Às vezes esse defeito pode ocorrer devido a ruídos. Se o erro ocorrer a cada corrida troque o drive INV: IDC Not 0 ( f ) Uma corrente foi medida no barramento DC com o Drive desenergizado depois do fim da corrida. INV: IDC offset ( W ) A freqüência medida no barramento DC esta fora da faixa. Isto ocorre freqüentemente quando há um problema de hardware na DCB. Trocar o Drive. INV: IDC equal 0 ( f1 ) A corrente permaneceu em zero durante a tentativa de aceleração. Todas as três fases do motor não estão conectadas ou a medição da corrente falhou. Trocar o Drive. 32 13.3 MC --------> Informações sobre o fluxo de sinais MC: Emergency ST ( f ) Se o sinal de operação normal NOR for perdido durante uma corrida a parada de emergência será ativada MC: T with INS ( f4 ) T deve estar inativo para partida de uma corrida de inspeção. MC: both U & D ( f4 ) U e D nunca deveriam estar ativos ao mesmo tempo. MC: T w/o UD ( f4 ) T nunca deve estar ativo sem o sinal de U ou D ativo. Exceções: OP-T seqüência de checagem Durante um desligamento MC: U/D changed ( f4 ) Durante uma corrida normal U e D mudam repentinamente, então podem transitar no estado ativo ao mesmo tempo MC: UD not drop ( f ) Depois do final de uma corrida U ou D permanece ativo. MC: /OP - no T OP – no /T ( f1 ) Depois do final de uma corrida normal a checagem OP-T foi iniciada e falhou porque o sinal T não foi ativado como resposta do controle. Cheque o relê OP, versão do software da LCB II e o ajuste do DRIVE - TYP MC: U_DC notOFF ( f ) Ambos sinais U e D estão inativos mas depois de um período o erro de subtensão ainda esta ativo (barramento DC esta ligado). Verifique se o relê SW ou CHRG do inversor realmente caiu caso contrario pode ser um problema no hardware 13.4 MLS --------> Informações sobre o fluxo de sinais dos estados lógicos MLS:muito rápido e escorregou fora do sensor. Ajuste os parâmetros de parada (TDEC time). MLS: LV Cnt Err (e) Menos que o numero real de andares foi contado, uma ou mais zonas de portas não foram detectadas. MLS: LV Trig Err (e) O elevador foi parado sem validar a medição da velocidade, é possível que tenha ocorrido um estancamento. 1) O sinal de LV não foi detectado claramente 2) O sinal de LV foi detectado durante a velocidade de nivelamento. Neste caso também os erros MLS: - Informações sobre o controlador do motor DRV: OverLd>0.5s (f4) O HW sinal de sobrecarga esta ativo por mais de 0,5 sec. Reduza a aceleração. Altere o valor do parâmetro Ustart e/ou Uload dependendo do tipo do motor ou da redução Uacc. DRV: No Cal Init (w) A rotina de calibração não foi realizada DRV: Failed Cal (w) Um erro ocorreu durante a rotina de calibração DRV: out of Cal (w) O limite de carga foi alcançado, consulte a rotina de start up. Se o erro ocorrer freqüentemente (30% do total de corridas) você deve incrementar o parâmetro escondido Loa tolerance [%] ( ) de 50 à 200. Então você deve realizar a rotina de calibração novamente. DRV: Volt Boost (w) A fase em vel. de nivelamento esta muito longa, a tensão de auxilio fica ativa para prevenir uma paralisação. Ajuste o TDEC times de acordo com a rotina de start up ou repita o processo de calibração. DRV: >Reduction (f4) A redução da demanda de freqüência no caso de sobrecarga (corrente alta no motor) excede o máximo valor permitido. DRV: Jerkin OVL (w) Sobrecarga durante o Jerk de aceleração. Alterar Ustart e/ou Uload até que este aviso desapareça. Estes parâmetros devem ser incrementados ou decrementados dependendo do tipo do motor. DRV: Cal invers (i) A calibração não pode ser realizada porque os valores carregados são inválidos. DRV: Cal TDEC 0,5s DRV: > Reduction 78 83 4 4 Inverter Errors INV: Mod stopped INV: >Volt DC INV: ) 1*** Fixe os parâmetros TOP FLOOR 1**** Verifique os sinais de entradas U ou D, durante o modo inativo ambos devem estar inativos. 1***** Verifique o rele do inversor e a linha de segurança, o rele deve cair depois de uma corrida. 36 BIBLIOGRAFIA FIELD COMPONENT MANUAL Start up routine OVF10 22-Ago-1996 FIELD COMPONENT MANUAL Software OVF10 22-Jul-1996 FIELD COMPONENT MANUAL Guide Lines 18-Jul-1996 FIELD COMPONENT MANUAL Service Tool Manual 14-Ago-1996 Modular Elevator Control System Industrial Package OVF10 28-Set-1995 37 Elaborado por: Mauricio Maciulis Lima Eng° Campo