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ADMINISTRAÇÃO DIRETA E ADMINISTRAÇÃO INDIRETA

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que devem reger a atuação gestora – daquele ou daqueles que se postam na condição de responsáveis pela execução das atividades administrativas públicas.
				É importante destacar que as pessoas que desenvolvem essas atividades são depositárias dos interesses coletivos e, portanto sob sua guarda estão os serviços públicos no atendimento do interesse da comunidade e, portanto ao exercê-los há de ser reparar acima de tudo os limites da lei e os princípios inerentes ao exercício destas funções administrativas.
CONCEITO
				Por este motivo faz-se mister destacar a conceito apresentado pelo professor Diógenes Gasparini, (2005, 54), de forma clara e de profunda objetividade quando indica que a atividade administrativa é “a gestão, nos termos da lei e da moralidade administrativa, de bens, interesses e serviços públicos visando o bem comum”. 
NATUREZA E FIM
				Citado por Gasparini, Hely Lopes Meyrelles acentua que quanto à natureza e o fim da atividade administrativa este se reveste como um “múnus público” para quem a exerce. É o encargo da guarda, conservação e aprimoramento dos bens, interesses e serviços da coletividade que se desenvolve segundo a lei e a moralidade administrativa.
				Quanto ao fim, este será sempre o interesse público ou bem da coletividade.
PRINCIPIOS
				Os princípios básicos que norteiam a atividade administrativa – legalidade, moralidade, finalidade, publicidade e eficiência, além de todos os outros princípios aplicados na atuação da Administração Pública – os constitucionais, os de lei ou aqueles doutrinários (implícitos). Neste aspecto ressalte-se o principio da “indisponibilidade dos serviços e dos interesses públicos”.
M. sc Germano Ramalho
Professor.