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Colheita, Isolamento Primário 
Semeadura, tempo de observação 
dos isolamentos primários de 
fungos 
Prof. Dr. Bruno Jaegger Laranjeira 
Coleta e Transporte 
 Etapa + importante; 
 Coleta incorreta: 
 Inutilização de todos os procedimentos posteriores; 
 Pode redundar em resultados falsos. 
 Perguntar ao paciente qto ao uso de 
antifúngicos 
 Uso tópico = suspensão durante 15 dias; 
 Uso sistêmico = 1 mês. 
 Suspensão do medicamento deve ser acordada 
com o médico do paciente. 
 
Ficha Padrão 
 Dados epidemiológicos do paciente: Identificação, 
origem, residência, tempo de evolução da doença; 
 Localização e aspecto clínico da lesão, possível 
contato com animais; 
 Uso de drogas antifúngicas nos últimos 30 dias; 
 Suspeita clínica. 
 
 Processamento da amostra: 
 em até 2 horas ou em 24 horas mantidas sobre 
refrigeração. 
 
Pele 
 Raspado das bordas da ferida com lâmina de bisturi, ou 
com uma lâmina de microscopia recém quebrada ao 
meio; 
 Método de Porto 
 
Pêlos 
 Coletar em áreas de alopécia (rarefação de pêlos) 
 Coleta por arrancamento com pinça. Não cortar, pois 
foco infeccioso se encontra no bulbo piloso. 
 
 
Raspado de Pele 
Alopécia 
Unhas 
 Material: tesouras, limas, alicates e diversas curetas 
dermatológicas; 
 Retirar material da região de progressão e 
confluência do tecido são com o doente; 
 Raspagem profunda das áreas quebradiças, 
distróficas e descoloradas; 
 Paroníquia=coletar pus com swab. 
Mucosas, orifícios naturais e secreções 
diversas 
 Swab estéril: 2 amostras (exame direto e cultura); 
 Casos particulares: 
 Boca (lesão vegetante): biópsia ou raspagem com cureta 
dermatológica 
 Ânus: 
 Lesão escamosa: escamas da periferia; 
 Lesão ulcerada: curetagem ou biópsia; 
 Vagina: 2 swabs de fundo de saco e 2 da endocérvix. 
 
 
Conjuntiva e córnea 
 Raspagem ou debridação pelo oftalmologista; 
 Semear rapidamente=evita a dessecação 
 
Tecidos ou órgãos 
 Biópsia do centro e periferia das lesões; 
 Histopatológico: formol 
 Micológico: solução salina. 
 Micoses subcutâneas e profundas 
 
Pus e líquidos patológicos 
 Exudato aspirado com seringa e agulha estéreis. 
 
Sangue e medula óssea 
 Coleta de sangue venoso feito por punção com seringa 
e agulha estéreis. 
 
Líquido cefalorraquidiano (LCR) 
 Punção lombar; 
 Se o processamento não for imediato, deixar a 
temperatura ambiente. 
 
Fezes 
 Colher uma pequena qtde em frasco estéril; 
 Processar em 2 horas; 
 
 
Urina 
 20 a 30 ml jato médio em frasco estéril; 
 Sonda vesical implantada no momento da coleta; 
 Punção suprapúbica; 
 Analisar após, no máximo, em 2 horas. 
 
Material Respiratório 
 Se não tiver escarro, poderá ser estimulado com 
neublização com salina; 
 Colocar escarro em frasco estéril e enviar ao laboratório 
em até 2 horas; 
 Lavados brônquicos e aspirados traqueais constituem 
melhores espécimes clínicos. 
 
 
 
Microscopia 
 Exame direto: 
 Material clínico montado entre lâmina e lamínula, 
imerso em solução clarificante; 
 Hidróxido de sódio ou potássio a 40% ou tinta da 
china. 
 Fragmentos de biópsia: prata-metenamina ( Grocott-
Gomori), PAS, ou HE. 
 Auxiliar primário no diagnóstico clínico. 
 
 
Cryptococcus neoformans em contraste com tinta da China 
Aspergilose invasiva. corte longitudinal de uma arteríola pulmonar 
cuja luz encontra-se invadida por hifas,muitas delas septadas e 
ramificando-se em ângulo agudo. Coloração PAS. 
 
 
 Montagem de lâmina para exame direto: 
 Sobre uma lâmina colocar 2 gotas de solução 
clarificante (KOH ou NaOH 40%); 
 Colocar sobre as gotas as escamas de pele e cobrir 
com a lamínula; 
 Aguardar 5 a 10 min. e observar na objetiva de 40X; 
 Pêlo e cabelos: dar preferência àqueles quebrados, 
anormais e aos bulbos pilosos; 
 Unhas: quanto mais fino for o fragmento, melhor será 
a visualização dos fragmentos fúngicos. 
Isolamento primário 
 Utilização, em geral de 3 meios: 
 
 Ágar Sabouraud simples; 
 Ágar Sabouraud com cloranfenicol; 
 Ágar Sabouraud com cloranfenicol e cicloeximida. 
Exceções 
 Suspeita de pitiríase versicolor: 
 Ágar Sabouraud + azeite de oliva; 
 Meio Dixon. 
 
 Quando houver presença de leveduras no E.D.: 
 Semear em placas contendo o meio CHROMagar (meio 
cromogênico); 
 
 Fezes: 
 Sabouraud + clor + gentamicina, Sabou. +cicloex + genta 
 CHROMagar 
Semeadura 
 Pele, pêlo, cabelos e unhas: 
 Semeio com garfo na profundidade do meio, em 3 pontos 
equidistantes do tubo contendo ágar; 
 
 Mucosas, orifícios naturais e secreções diversas: 
 Semear com swab a superfície do meio e no CHROMagar 
semear um ponto e continuar com alça de platina; 
 
 Biópsias de tecidos: 
 Semear os fragmentos de tecido com garfo. 
 Sangue periférico, medula óssea, LCR, escarro, pus 
e líquidos patológicos: 
 
 Semear com alça de platina ou colocar uma alíquota de 
0,1 ml nos tubos, com seringa ou pipeta Pasteur. 
 
 Urina: 
 Semelhante aos outros líquidos e no CHROMagar 
semear com alça calibrada. 
 
Tempo de observação 
 Escamas de pele, pêlo, cabelos e unhas: 
 
 No máximo de 15 dias para dermatófito, com observação 
diária após 3º dia de semeadura; 
 Suspeita de levedura: 5 dias, observação diária após 2º dia 
de observação. 
 
 Demais amostras: 
 
 Máximo de 30 dias para fungos filamentosos e dimórficos, 
com observação diária; 
 Suspeita de leveduras: 24-72h, com observação diária. 
 
 
Temperatura de incubação 
 Temperatura ambiente; 
 Malassezia sp. 32ºC 
Aspectos Gerais de Fungos Filamentosos 
 Caracterização das colônias: 
 
 Tamanho da colônia; 
 Características das bordas; 
 Textura; 
 relevo.; 
 Pigmentação. 
 
Achados micromorfológicos 
 Importante na identificação final; 
 
 Pesquisa de estruturas de reprodução e ornamentação; 
 
 Montagem em lâmina e lamínula de uma alíquota da 
cultura, com 1 gota de lactofenol azul de algodão; 
 
 Hifas estéreis: Usar meios de enriquecimento (ágar 
lactrimel). 
 
 Microcultivo em lâmina (ágar-batata: 4-5mm) 
 
 
Leveduras 
 Crescem bem em 48h; 
 Temperatura entre 25-37 ºC; 
 Em meios micológicos e bacteriológicos comuns, 
incluindo ASA e ágar BHI; 
 Colônias glabas, cor branca ou bege, textura cremosa e 
superfície lisa; 
 E.D.: estruturas arredondadas ou ovais em brotamento 
(blastoconídios), associados ou não a presença de hifas 
ou pseudo-hifas. 
 
Métodos específicos de identificação 
 Pesquisa de: 
 Presença de cápsula, ascos, blastoconídios, 
clamidoconídios, artroconídios, hifas,pseudo-
hifas; 
 Formação de tubo germinativo 
Prova do tubo germinativo 
 Distinção entre Candida albicans e C. dubliniensis; 
 
 Projeção alongada, que emerge da levedura, qdo entra 
em contato com soro humano; 
 
 Inocula-se a levedura em 0,5-1 ml de soro 
(humano,cavalo, coelho); 
 
 Incuba-se a suspensão a 37ºC, 2-3 horas 
Tubo germinativo de Candida albicans 
Prova do microcultivo 
 Meios: 
 Ágar-arroz-twen80 (melhor para clamidoconídios); 
 Ága-fubá-twen80 (melhor para blastoconídios); 
 Rotina: ágar sabouraud dextrose. 
 
Microcultivo de C. albicans 
 
Candida tropicalis 
Geotrichum 
 Técnica: 
 Tocar as colônias de leveduras recentes (24-48h), 
com alça de platina estéril; 
 
 Fazer de 3-4 estrias paralelas sobre o ágar (em placa 
de petri), sem perfurar o meio; 
 
 Cobrir as estrias com uma lamínula, na porção 
central, e pressiona levemente com a pinça; 
 
 Incubar a placa a 25-30ºC, 48-96 horas. 
Microcultivo leveduras 
 
Outros sistemas de identificação 
 Manuais; 
 Automatizados; 
Características gerais 
 
 Alteração somente da camada mais 
superficial do estrato córneo; 
 
 Não causam resposta inflamatória; 
 
 Induzem apenas alterações estéticas. 
Tiposde micoses superficiais estritas 
 Pitiríase versicolor (Malassezia sp.); 
 
 Piedra negra (Piedraia hortae); 
 
 Piedra branca (Trichosporon sp.); 
 
 Tinea nigra (Phaeoannellomyces werneckii). 
Pitiríase versicolor 
 Fungos do gênero Malassezia spp.; 
 
 Assintomática, benigna, recidivante; 
 
 Não contagiosa. 
 
 Forma de levedura da Malassezia sp.= microbiota 
cutânea; 
 
 Prevalentes em áreas seborréicas (tórax e membros 
superiores); 
 
Pitiríase versicolor 
Aspectos clínicos 
 Lesões maculares e descamativas 
de tamanho, forma e coloração 
variável; 
 
 Branca ou vermelhas e marrons 
 
 Bordas bem definidas; 
 
 Braços, tronco, face, braços e 
região escapular. 
 
Pitiríase versicolor 
Coleta 
 Raspagem das regiões descamativas 
 Método de porto 
Pitiríase versicolor 
 Fatores predisponentes: 
 
 Alta temperatura e alta umidade relativa do ar; 
 
 Pele gordurosa 
 
 Elevada sudorese 
 
 Uso de terapias imunossupressora 
Pitiríase versicolor 
Diagnóstico laboratorial 
 
 Exame direto: leveduras com 
brotamento agrupadas em cachos, 
associadas ou não a hifas curtas e 
tortuosas, a partir do material 
clínico coletado; 
 
 KOH a 10-40%; 
 
 Método de Porto. 
 
 
 
 
Pitiríase versicolor 
Diagnóstico laboratorial 
 
 Meio de Dixon ou Sabouraud com azeite de oliva; 
 Cultura de 3-6 dias; 
 
 
Colônias do tipo glabrosa, relevo rugoso, coloração variável de amarelo-
creme e reverso da mesma cor da colônia. 
Pitiríase capitis (caspa) 
 Forma leve de dermatite seborréica; 
 Aparece no couro cabeludo; 
 Incidência aumentada na adolescência 
 Agente etiológico: Pityrosporum ovale (Malassezia 
furfur); 
 Tratamento: xampu de cetoconazol. 
 
 Outras patologias: 
 Onicomicose; 
 Foliculite pitirospórica; 
 Infecções sistêmicas 
Pitiríase Versicolor 
Foliculite 
Dermatite seborréica 
Onicomicose 
Piedra branca 
 Fungos do gênero Trichosporon sp. 
 
 Tricopatia pura, assintomática, Benigna; 
 
 Baixo contágio; 
 
 Relacionada à condições sócio-econômicas 
desfavoráveis. 
 
 Acomete os cabelos e pêlos das regiões 
axilares, pubianas, perianal, barba e bigode. 
Piedra branca 
Aspectos clínicos 
 Aparecimento de pequenas nodosidades de coloração 
branca-amarelada ou amarela-acastanhada, aspecto 
fusiforme e consistência mucilaginosa. 
 
Piedra branca 
Diagnóstico laboratorial 
 
 Observação do pêlo com lupa para 
descartar outras doenças; 
 Retirar o pêlo e enviar pro 
laboratório; 
 Exame direto com KOH 10-40% 
em lâmina-lamínula; 
 Microscopia dos nódulos 
observam-se hifas hialinas, 
artroconídeos e blastoconídeos. 
 
 
Piedra branca 
Diagnóstico laboratorial 
 
 Cultura (Sabouraud sem 
ATB, com ATB e ATB e 
cicloeximida) por 2-5 dias; 
 
 Macroscopia da colônia: 
colônias de textura 
glabrosa, relevo variando 
entre rugoso e 
cerebriforme, coloração 
creme a castanha e reverso 
com a mesma coloração da 
colônia. 
 
Piedra negra 
 Piedraia hortae; 
 Nódulos endurecidos e de coloração escura nos 
cabelos e pêlos do corpo; 
 Benigna, crônica, recidivante; 
 Baixo contágio; 
 Feo-hifomicose superficial; 
 Relativamente frequente no Brasil 
 
 
Piedra negra 
Aspectos clínicos 
 Nódulos de consistência 
pétrea e coloração que 
varia do castanho ao 
negro fortemente aderidos 
ao pêlo. 
Piedra negra 
Diagnóstico laboratorial 
 
 Exame direto com KOH 10-40% em 
lâmina-lamínula; 
 A longo do pêlo são vistas 
estruturas de coloração 
acastanhada; 
 Artroconídeos de coloração 
castanhado e ascos 
 
 
Dermatofitoses 
 Dermatófitos: definição 
- Filamentosos 
- hialinos, septados 
- Artroconidiados 
- Queratinofílicos 
- Pêlos e extrato córneo de homens e animais 
- DERMATOFITOSES 
Resposta 
inflamatória 
- Sensíveis à griseofulvina 
Dermatófitos 
 Gêneros 
 
• Thichophyton sp. 
• Microsporum sp. 
• Epidermophyton sp. 
Dermatófitos 
Dermatófitos 
 
 Microspórica 
-  placas grandes 
- Fluorescente à Lâmpada de 
Wood 
-Microsporum 
-+ comum M. canis 
- Parasitismo ectotrix 
microspórico 
 
Dermatófitos 
 
-  placas pequenas 
- Muito descamativa 
- Não fluorescentes 
-Trichophyton 
-+ comum T. tonsurans (NE) 
-Ectotrix megaspórico 
ou endotrix (+comum) 
 
 
 Tricofítica 
Dermatófitos 
 
 Parasitismo microspórico ectotrix Parasitismo megaspórico ectotrix 
 Parasitismo endotrix 
Dermatófitos 
 
 Tinea Supurativa 
-Crianças e adultos 
Criança e mulher – c. cabeludo 
Homem – barba e bigode 
-Inflamação + sec purulenta 
- perda do cabelo/pêlos 
- lesão única: Kerion de Celse 
- T. mentagrophytes (ectotrix micróide) 
Dermatófitos 
 Herpes Circinada (Tinea corporis) 
Thichophyton sp. / Microsporum sp. / Epidermophyton sp. 
-Lesão superficial, circular, descamativa 
 
-Única ou múltipla 
 
Dermatofitoses 
Lesões de Grandes Pregas (Tinea cruris) 
- Região inguinal (manchas avermelhadas, úmidas, prurido); 
- Axilas, inframamárias, interglúteas; 
• Eczema marginado de hebra; 
• Contagioso (contato íntimo, sala de ginástica...); 
•homem: 18-30 anos; 
•Calor, humidade, maceração 
•T. rubrum, E. floccosum 
Dermatofitoses 
Lesões de Grandes Pregas (Tinea cruris) 
Dermatofitoses 
Lesões interdigitoplantares/palmares (Tinea 
pedis e tinea manum) 
-Países industrializados 
 
-Vesículas, placas escamosas 
 
-Pé de atleta (maceração→ fissuras) – odor fétido 
 
- T. tonsurans, T, rubrum e T. mentagrophytes 
Dermatofitoses 
Lesões interdigitoplantares/palmares (Tinea pedis e tinea 
manum) 
Dermatofitoses 
 Onicomicoses Dermatofíticas (Tinea Ungueum) 
-Subungueal Distal – 90% 
 
-Subungueal Proximal (Aidéticos) 
 
-Branca superficial ou leuconicomicose superficial: 
trauma 
 
-Onicodistrofia total: evolução das anteriores 
T. rubrum 
Dermatofitoses 
Onicomicose Subungueal Distal/Lateral 
 
Onicomicose Subungueal Proximal 
 
Onicomicose Distrófica Total 
Onicomicose Superficial Branca 
Principais dermatófitos 
 Dermatófitos 
- colônias: 
 formas macroscópicas 
 formas microscópicas 
≠ entre espécies 
- Profissionais especializados 
 
- ± 20 espécies – micologia médica 
 
- Brasil: M. canis, M. gypseum, T. rubrum, T. tonsurans, T. 
mentagrophytes, T. verrucosum, E. floccosum 
Principais dermatófitos 
 Microsporum canis 
- Zoofílico 
- Tineas, 
epidermofitíases e 
onicomicoses 
- Crescimento: 6-10 dias 
- colônias: 
 
brancas, algodonosas, 
relevo umbilicado 
pigmento amarelo – limão no reverso 
Com o tempo - castanho 
Principais dermatófitos 
 Microsporum canis 
- Microscopia: 
 
- Macrocroconídios 
Fusiformes 
- Parede rugosa 
- Numerosas septações 
-Hifas estéreis – ágar arroz 
(6-10dias) 
 
Principais dermatófitos 
 Microsporum gypseum 
- geofílico 
 
- epidermofitíases e tineas 
- Crescimento: 3-5 dias 
- colônias: 
 - planas 
 - bordos irregulares 
 - arenosa 
 - pigmento castanho – Verso 
- reverso: alaranjado a marrom 
Principais dermatófitos 
 Microsporum gypseum 
- microscopia: 
 
- Extremidade 
arredondada 
 
- Septos finos 
 
- Parede fina 
 
Principais dermatófitos 
 Trichophyton rubrum 
- Antropofílico 
 
- Crescimento: 12-16 dias 
- Colônias: 
 - algodonosas 
 
 - reverso avermelhado 
 
 - pigmento difusível no meio 
Principais dermatófitos 
- Microscopia: 
 
- Microconídios delicados, 
regulares e piriformes 
 
- Dispostos em acládio 
 
 
 Trichophyton rubrum 
Principais dermatófitos 
 Trichophyton tonsurans 
- Antropofílico 
- Couro cabeludo (+ comum) 
- Crescimento: 12-16 dias 
- Colônias: 
 
- Apiculadas ou crateriformes 
- Brancas – beges 
- Algodonosas a veludosa 
- Reverso: castanho –avermelhado 
- Pigmento difusível no meio 
Principaisdermatófitos 
- microscopia: 
 
- microconídios 
grosseiros 
 
- Com diferentes 
aspectos 
 
- dispostos em acládio 
 
 
 Trichophyton tonsurans 
Principais dermatófitos 
 Trichophyton mentagrophytes 
- epidermofitíases, tineas e onicomicoses 
- Crescimento: 6-11dias 
- colônias: 
 - algodonosa ou furfurácea 
 - branca – castanha 
 - reverso: castanho – 
 avermelhado 
Principais dermatófitos 
- microscopia: 
 
- microconídios 
arredondados 
 
- Hifas em espiral 
 
- dispostos em acládio 
 
 
 Trichophyton mentagrophytes 
Principais dermatófitos 
 Epidermophyton floccossum 
- Antropofílico 
- Lesões de grandes pregas 
 
 
 
- Crescimento: 7-10 dias 
- Colônias: 
 - algodonosa 
 - evolui para pulverulenta 
 - amarela ou castanha 
Principais dermatófitos 
- microscopia: 
 
- Só macroconídios 
 
- Paredes finas 
 
- dispostos em cachos 
 
 
 Epidermophyton floccossum 
Diagnóstico 
Exame direto 
 
+ 
 
Cultura 
 
+ 
 
Provas adicionais 
 
Diagnóstico 
 Exame direto 
- Hidróxido de potássio ou sódio 
 
- 10 x e 40 x 
 Escama de pele e unha Pêlo 
Diagnóstico 
 Exame direto 
Diagnóstico 
 Cultura 
- Macromorfologia + Micromorfologia 
- Lâminas com lactofenol azul-
algodão ou azul de metileno 
- 10X e 40X 
- Estruturas de frutificação e 
ornamentação 
Diagnóstico 
 Provas Adicionais 
Microcultivo 
Diagnóstico 
 Meios de Cultura de Enriquecimento 
- Ágar Lactrimel 
- Ágar arroz 
- Ágar batata 
Micoses Subcutâneas 
Micoses Subcutâneas 
 Introdução 
- Grupo diversificado de fungos 
- Acomete homens e animais 
- Traumatismo 
- Localizadas e tecidos adjacentes (via hematogênica ou 
linfática) 
- Encontrados no solo e vegetais em decomposição 
Micoses Subcutâneas 
 Introdução 
 - Infecção: 
Resistência do hospedeiro 
+ 
Quantidade de inóculo 
+ 
Virulência do fungo 
 Epidemiologia 
- Climas tropicais e 
subtropicais 
- Fatores favoráveis: 
calor e umidade 
- América Central, 
México, América do Sul 
 
Micoses Subcutâneas 
 Cromomicose 
 Esporotricose 
Doença de Jorge Lobo 
 Cromomicose 
- crônica 
- fungo dimórfico 
- pele e tecido subcutâneo 
- solo e vegetais decomposição 
- lesões: pés e pernas 
- homens : + acometidos 
- Fonsecaea pedrosoi, Fonsecaea compacta, Phialophora 
verrucosa, Cladosporium carionii, Rhinocladiella aquaspersa 
Micoses Subcutâneas 
 Cromomicose - Clínica 
- variadas apresentações clínicas: nodulares ou placas 
Micoses Subcutâneas 
planas, verrucosas, escamosas 
 Cromomicose 
Diagnóstico: 
- histopatológico mais indicado que raspado 
- exame direto: KOH 
Micoses Subcutâneas 
Leveduras 
Globosas 
Parede espessa 
Castanha 
divisões internas 
 Cromomicose 
Diagnóstico: 
- histopatológico mais indicado que raspado 
Micoses Subcutâneas 
Leveduras 
Globosas 
Parede espessa 
Castanha 
Septações internas 
 Cromomicose 
- colônias filamentosas – verde oliva, marron e preto 
- crescem lentamente – 4 a 6 semanas 
 
 
 
 
 
Micoses Subcutâneas 
 Cromomicose 
Diagnóstico: 
- cultura: macromorfologia + micromorfologia 
- amostra clínica: raspado, secreções e biópsias 
- macromorfologia ≈ entre espécies 
- micromorfologia essencial 
Micoses Subcutâneas 
 Cromomicose - tipos de conídios 
Micoses Subcutâneas 
Cladosporium Phialophora 
- Fiálide em forma de jarro - Cadeias de conídios 
 Cromomicose - tipos de conídios 
 
Micoses Subcutâneas 
Rhinocladiella 
-Estrutura alongada de onde brotam conídios ovais – 
extremidade e lateral 
 Cromomicose - tipos de conídios 
 
Micoses Subcutâneas 
Subaguda ou crônica 
Fungo dimórfico – Sporothrix schenckii 
Homem e animais 
Pequenos tumores subcutâneos – ulceração 
Clima tropical e temperado 
Endêmica no Brasil 
Homens mais afetados 
Solos e vegetais 
 
Esporotricose 
Esporotricose 
 Clínica: 
-Traumatismos e inoculação do fungo 
- via respiratória 
- mãos e braços: mais afetados 
- 3 formas: 
Cutâneo-localizada 
Cutâneo-linfática 
Extrategumentar ou visceral 
Esporotricose 
 Cutâneo-localizada: 
-Reinfecção cutânea em paciente previamente 
sensibilizado 
- lesões polimórfica 
Esporotricose 
 Cutâneo-linfática: 
-1° contato 
-Lesão inicial – ulceração 
- disseminação 
linfática - ascendente 
Esporotricose 
 Cutâneo-linfática: 
-disseminação 
Esporotricose 
 Extrategumentar ou visceral: 
- traumatismo ou inalação 
- disseminação: 
via linfática e hematogênica 
- pulmão, coração... 
Esporotricose 
 Diagnóstico: 
1°) Coleta 
-Limpeza com álcool 70% 
- raspagem, punção, biópsia 
2°) exame direto 
- KOH: Geralmente negativo 
- Giemsa e Gram: leveduras 
Esporotricose 
 Diagnóstico: 
2°) exame direto 
- Histopatológico: 
Corpos asteróides 
Estruturas fúngicas revestidas por 
imunoglobulinas 
Esporotricose 
 Diagnóstico: 
3°) Cultura: 
-crescimento: 4-12 dias 
-Forma filamentosa: branco 
ao cinza 
Esporotricose 
 Diagnóstico: 
- Micromorfologia - colônia 
conídios formando margaridas 
Doença de Jorge Lobo 
- crônica 
- lesões queloidais (+ comum), nodulares, ulceradas e 
verrucosas 
- crostas e descamativas – pouco comum 
- Recife – 1931 
- Loboa loboi 
- não cresce in vitro 
- América do Sul e Central -  n° de casos no Pará e 
Amazonas 
Doença de Jorge Lobo 
Doença de Jorge Lobo 
- sexo masculino: 20 – 45 anos 
- trabalhadores rurais, pescadores, seringueiros... 
- acredita-se que a infecção ocorra por inoculação 
transcutânea do agente 
- período de incubação in vivo desconhecido 
- transmissão: pessoa pessoa 
 animal pessoa 
 
Doença de Jorge Lobo 
- acomete regiões mais frias da pele - início com nódulo 
pequeno 
- lesões se multiplicam – placas multilobuladas 
- lesões extensas – por continuidade ou autoinoculação (coçar) 
- os nódulos podem fistulizar e drenar secreção com estruturas 
fúngicas 
- lesões assintomáticas ou com prurido e dor ao traumatismo 
acidental 
 Clínica 
Doença de Jorge Lobo 
 Diagnóstico 
Exame direto + histopatológico 
1°) Coleta 
- escarificação das lesões, secreções e biópsia 
2°) Cultura: não realizada 
Doença de Jorge Lobo 
 Diagnóstico 
3°) Exame direto - KOH 
- células globosas 
- leveduriformes 
- tamanho uniforme 
- isoladas ou em cadeias (achado clássico) 
Doença de Jorge Lobo 
 Diagnóstico 
3°) Exame direto - histopatológico 
- células globosas 
- arredondadas 
- isoladas ou em 
cadeias 
MICOSES PROFUNDAS 
Micoses Profundas 
 Paracoccidioidomicose (Paracoccidiodes 
brasiliensis); 
 
 Histoplasmose (Histoplasma capsulatum) 
 
 Coccidiomicose (Coccidioides immitis) 
 
 Blastomicose (Blastomyces dermatitidis) 
PARACOCCIDIOIDOMICOSE 
PARACOCCIDIOIDOMICOSE 
 Micose sistêmica de maior prevalência na América 
Latina 
 
 10 milhões de pessoas infectadas, 2% doença 
 
 Endêmica no Brasil, Venezuela, Colômbia e Argentina 
 
 Brasil tem o maior número de casos da doença 
 
 No Brasil: São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Mato 
Grosso 
Co-infecção com tuberculose 
em cerca de 10% dos casos. 
Micélio filamentoso — conídeos-natureza 
Leveduras — esporulação múltipla 
 FUNGO DIMÓRFICO 
25ºC 
Forma 
filamentosa 
37ºC 
Forma de 
levedura 
Agente etiológico: Paracoccidiodes brasiliensis 
Habitat, Ecologia e fatores de risco 
 Solos e vegetais 
 Florestas úmidas (tropicais e subtropicais) –temperatura 
17 a 24ºC – Índice pluviométrico – 800-2000 mm por 
ano 
 Fatores de risco: 
 Atividades relacionadas ao manejo do solo 
 Atividades agrícolas 
 Terraplenagem 
 Preparo do solo 
 tabagismo (14 x maior) 
 alcoolismo (3,6 x maior) 
 Áreas endêmicas 
Formas Clínicas 
 Contágio: Inalação de conídeos – trato respiratório 
 
 Parasita X Hospedeiro:Diferentes formas clínicas 
 
 PCM – Infecção: ausência de sintomas e reação positiva 
à paracoccidioidina 
 
 PCM – Doença: aparecimento de sintomas. Pode ser 
aguda ou crônica 
PCM – Doença 
Aspectos clínicos da forma crônica 
da paracoccidioidomicose. 
 
A - Lesões cutâneas em face 
resultantes de disseminação 
hematogênica. Lesões papulosas e 
úlcero-crostosas. 
 
B - Acometimento peri-oral e 
mentoniano. 
 
C - Linfonodos cervicais e 
submandibulares fistulizados. 
 
D - Lesão vegetante com bordos 
irregulares em região peri-anal. 
Manifestações Clínicas 
Radiologia convencional mostrando 
imagem em “asa de borboleta 
Pulmão com múltiplas cavitações 
Tomografia de pulmão apresentando 
múltiplas cavitações. 
Manifestações 
Clínicas 
Predomínio do sexo masculino? 
 
 P.brasiliensis possui receptor para estrógeno; 
 
 
 Inibição da fase miceliana para a forma de 
levedura 
DIAGNÓSTICO 
 Suspeita clinica ? 
 Micológico: presença de elementos fúngicos de P. 
brasiliensis em exame a fresco ou biópsia de 
material biológico) 
• Exame direto: Material: pus, escarro, biopsia e 
secreções 
• Morfologia característica; 
• Isolamento: Meio Sabouraud – 20 a 30 dias a 
Temperatura ambiente; 
• Subcultivo do micélio em BHI ágar. 
Exame direto 
• Paredes refráteis duplas; 
• Brotamentos duplos ou múltiplos (blastoconídeos); 
• Blastoconídeos ligados à célula-mãe por um istmo estreito roda 
de leme (brotamentos múltiplos). 
DIAGNÓSTICO 
 Anátomo-Patológico: 
 Colorações: HE e prata 
 Imunológico: 
 Detecção de Ac ou Ag 
 Molecular: 
 PCR 
Testes sorológicos: (diagnóstico e acompanhamento do tratamento) 
 
 Imunofluorescência indireta (IFI) 
 
 
 ELISA (Gp43, anticorpos) 
 
 
 Imunoblot (IB) (Gp43) 
 
 
 PCR 
Diagnóstico 
Grocott 
Micoses Sistêmicas 
 Histoplasmose: 
 Micose profunda pulmonar 
 Ag. Et.: Histoplasma capsulatum 
Histoplasmose 
• Micose profunda pulmonar; 
 
• Pode ocorrer disseminação via linfática ou 
hematogênica; 
 
• Preferência pelo sistema retículo-endotelial; 
 
• Ag. Et.: Histoplasma capsulatum; 
 
• Fungo termo-dimórfico 
 
Histoplasmose 
 Habitat: Solo com pH ácido e enriquecidos por matéria 
orgânica – Fezes de aves e morcegos; 
 
 Adquirida por inalação de conídeos 
 
 Fungo pode ser isolado da natureza em cavernas com 
morcegos, galinheiros e em áreas com dejetos de aves 
(Solo com pH ácido e enriquecidos por matéria 
orgânica) 
 
 
 
 
Manifestações Clínicas 
• Assintomática: 
• 90-95% dos casos de histoplasmose; 
 
• Não tem sintomas clínicos; 
 
• Alguns casos: focos de calcificação nos pulmões – 
Sintomas semelhante a um processo gripal - Cura 
espontânea; 
 
• Diagnosticado por sorologia, evidências radiológicas e 
teste cutâneo com histoplasmina 
Manifestações Clínicas 
• Histoplasmose pulmonar aguda: 
• Manifestações mais intensas em lactentes, crianças 
de pouca idade e idosos acima de 55 anos; 
 
• Inalação de grande qtde. de propágulos fúngicos 
viáveis; 
 
• Febre alta, cefaléia, mialgia, astenia, acompanhado 
de manisfestações respiratórias como tosse. 
 
• Casos mais graves: insuficiência respiratória 
 
Manifestações Clínicas 
• Histoplasmose disseminada: 
• 1 para cada 50.000 casos de infecção pulmonar; 
 
• Mais freqüente em pacientes com AIDS e outras 
patologia como linfomas e leucemias; 
 
• Mortalidade nos imunossupremidos chega a 90%; 
 
• Sintomas clínicos: Febre, perda de peso, leucopenia, 
hepatoesplenomegalia, linfoadenopatia, anemia e 
lesões cutâneas da pele 
 
Diagnóstico 
 Micológico: 
 E.d: 
 Difícil interpretação 
 Escarro (KOH a 10%) → Impossível; 
 Giemsa → baixo rendimento; 
 H. capsulatum (forma parasitária) → tamanho reduzido 
e semelhante a outros fungos patogênicos; 
 Material de biópsias ou punção de medula óssea: 
Giemsa ou Impregnação com prata → melhor 
rendimento; 
 Necessidade de cultura 
Exame Direto 
Biópsia pulmão - HE Biópsia - prata metenamina 
• Histopatológico: Células redondas ou ovais, Gram-positivas, 
apresentando zona clara ao seu redor, fagocitadas em sua 
maioria, por macrófagos ou células gigantes. 
CARACTERÍSTICAS DA CULTURA: à temperatura 25-30º C 
Aspectos macroscópicos: 
Coloração branca ou bege-clara, reverso branco ou amarelo-acastanhado, textura 
cotonosa, relevo plano com pequena convexidade e crescimento lento entre 15-21 
dias. 
Colônia de H. capsulatum 
Histoplasma capsulatum 
Aspectos microscópicos: 
São observados macroconídios grandes, esféricos, com 
paredes celulares espessas, tuberculados ou mamilonados 
conhecidos como estalagmosporos, hialinos, que 
germinam no ápice de curtos e finos conidióforos. 
 
Microcultivo - estalagmosporos 
Micoses Sistêmicas 
 Coccidioidomicose: 
 Ag. Et.: Coccidioides immitis; 
 Encontrado em abundância numa profundidade em 
torno de 10 a 28cm da superfície; 
 Considerado o fungo patogênico de maior virulência 
 A infecção é endêmica em regiões semi-áridas e 
desérticas 
 
 
 
 
 
 
 
Patogenia 
 Inalação de artroconídios 
Assintomáticos 
 60% 
Sintomas semelhantes à 
influenza-40% 
2-4 semanas 
1-2 semanas-15% 
Reações de hipersensibilidade 
Disseminação-1% 
Hematogênica 
ou direta 
Coccidioidomicose 
 
•CARACTERÍSTICAS MICROSCÓPICAS EM 
EXAME DIRETO: 
•esférulas repletas de pequenos endósporos. 
 
Biópsia PAS 
Coccidioides immitis 
 PAS HE 
Esférulas de C. immitis 
(10% KOH) 
Grocott 
CARACTERÍSTICAS DA CULTURA: à temperatura de 
25-30º C e à 37º C 
Aspectos macroscópicos: 
Colônia branca e algodonosa no início, depois amarelo-
acinzentada e membranosa, de crescimento em 5-10 dias. 
Colônia de Coccidioides immitis 
Microcultivo - artroconídios 
Aspectos microscópicos: 
 
• Hifas hialinas, septadas apresentando células 
com citoplasma corado em azul com aspecto de 
barril, separadas por espaços vazios não corados. 
 
• Os artroconídios são liberadas pelo rompimento 
da parede dos espaços vazios. 
Blastomicose 
 A.E.: Blastomyces dermatitidis 
 Reservatório: solo com detritos orgânicos em 
decomposição, abrigo de animais domésticos (eqüinos, 
cães, coelhos e galinha) e silvestres (castores) 
 
 Região endêmica: 
 Centro-sul, Sudoeste e meio-oeste dos EUA e Canadá 
 África e Índia 
 Não foram relatados casos no Brasil 
 Dimórfico 
Micoses Oportunistas 
 Candidíase: 
 Principal ag. et. Candida albicans; 
 Leveduras da microbiota da vagina e pele 
 
Gram 
Secreção vaginal Urina 
Diagnóstico laboratorial 
 Meios diferenciais: CHROM ágar; 
 
 Obs.: C. parapsiloses, C. krusei, C. tropicalis e 
C. glabata – Não crescem na presença de 
cicloeximida; 
 
 Cultivar a 25-30ºC por 24-72 horas; 
 
 Colônias de textura glabosa com tonalidade 
branco-amarelada 
Identificação Final 
 Microcultivo em ágar-fubá-Tween-80 
Micoses Oportunistas 
 Criptococose: 
 Ag. Et. Criptococcus neoformans; 
 Possui tropismo para o SNC; 
 Fungo leveduriforme capsulado 
 
Diagnóstico 
 Material clínico; líquor, escarro, lavado brônquico e 
biópsia; 
 Exame direto – líquor com tinta nanquim; 
 Histopatológico: PAS, HE, Gomori e Mucicarmim 
 Cultura: Agar Sabouraud – 30 ou 37 ºC 
 C. neoformans não cresce na presença de 
cicloheximida 
Diagnóstico 
Leveduras capsuladas de Cryptococcus 
neoformans com tinta nanquim 
Corte histológico corado por mucarmi, 
evidenciando em vermelho a cápsula de 
Cryptococcus neoformans. 
Cultura 
 ágar Sabouraud dextrose - Temperatura 
ambiente 
Testes adicionais 
 Pesquisa do antígeno capsular circulante no 
líquor ou soro (prova do látex): 
 Rendimento no líquor = +90%; 
 Rendimento no soro = +90% 
 
 PCR 
Aspergilose 
 Fungo filamentoso ambiental; 
 Geralmente encontrado no mofo; 
 Causa doenças grave empessoas com baixa imunidade 
com foco primário no pulmão 
 Pode causar alergias. 
PNEUMOCISTOSE 
Pneumocistose 
 Um dos principais agentes oportunistas encontrados em 
pacientes imunossuprimidos; 
 
 Pacientes imunossuprimidos: aumento do número de 
casos; 
 
 Pacientes com AIDS; maior causa de morte – infecção 
pulmonar – 80% P. carinii 
 
 Atualmente = Pneumocystis jirovecii 
Epidemiologia e Manifestações clínicas 
 Infecção adquirida do ambiente por via respiratória; 
 
 Pode ficar latente por vários anos; 
 
- Manifestações clínicas: 
 
 Febre, dispnéia, taquipnéia, tosse seca; 
 
 Pode ocorrer disseminação 
 Material clínico: 
 
 Lavado broncoalveolar, aspirado transtraqueal, 
escovado brônquico, biópsias e escarro; 
 
 Material deve ser tratado com solução mucolítica; 
 
 Coloração: PAS, Azul de toloidina e Gomori. 
P. jirovecii 
Testes complementares 
 Imuno-histoquímica 
 
 PCR 
 
 P. carinii não cresce em meios de culturas 
tradicionais 
Obrigado!!!!

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