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Unidade de estudo 4 Excludentes de responsabilidade do estado

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Questões resolvidas

Quanto à comprovação da culpa exclusiva da vítima, pode-se afirmar que: A. assim como a culpa concorrente, rompe o nexo de causalidade. B. afasta o dever de indenizar por parte do Estado. C. pode ser reconhecida nos casos de detentos mortos nos presídios, em conflito com facções rivais, pois independe da ação estatal. D. restará sempre presumida, em razão da responsabilidade objetiva do Estado, não necessitando de produção de provas. E. mesmo que o agente público tenha concorrido com o resultado danoso, rompe o liame de causalidade e afasta o dever de indenizar.

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Quanto à comprovação da culpa exclusiva da vítima, pode-se afirmar que: A. assim como a culpa concorrente, rompe o nexo de causalidade. B. afasta o dever de indenizar por parte do Estado. C. pode ser reconhecida nos casos de detentos mortos nos presídios, em conflito com facções rivais, pois independe da ação estatal. D. restará sempre presumida, em razão da responsabilidade objetiva do Estado, não necessitando de produção de provas. E. mesmo que o agente público tenha concorrido com o resultado danoso, rompe o liame de causalidade e afasta o dever de indenizar.

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Quanto à responsabilidade civil do Estado, é correto afirmar que: 
Selecione a resposta: 
• A - a responsabilidade civil objetiva do Estado, em regra, não admite hipóteses que 
possam afastar o dever de indenizar do ente público. 
• B - sempre que a vítima propõe ação de reparação civil contra o Estado, deve 
comprovar a conduta culposa ou dolosa do agente público. 
• C - a teoria do risco administrativo permite ao Estado invocar em sua defesa 
excludentes do nexo de causalidade. 
• D - somente haverá responsabilidade objetiva do Estado nos casos de práticas de 
atos ilícitos pelos agentes. 
• E - a ocorrência de caso fortuito ou de força maior apenas permitem mitigar 
o quantum indenizatório a ser pago à vítima. 
 
Retiram a antijuridicidade da conduta do agente e excluem o dever de reparar o dano pelo 
Poder Público, respectivamente: 
Selecione a resposta: 
• A - o caso fortuito e a legítima defesa. 
• B - a legítima defesa e o exercício regular de direito. 
• C - a culpa exclusiva da vítima e o estado de necessidade. 
• D - a legítima defesa e a culpa exclusiva da vítima. 
• E - a força maior e o estado de necessidade. 
 
Quanto à comprovação da culpa exclusiva da vítima, pode-se afirmar que: 
Selecione a resposta: 
• A - assim como a culpa concorrente, rompe o nexo de causalidade. 
• B - afasta o dever de indenizar por parte do Estado. 
• C - pode ser reconhecida nos casos de detentos mortos nos presídios, em conflito 
com facções rivais, pois independe da ação estatal. 
• D - restará sempre presumida, em razão da responsabilidade objetiva do Estado, não 
necessitando de produção de provas. 
• E - mesmo que o agente público tenha concorrido com o resultado danoso, rompe 
o liame de causalidade e afasta o dever de indenizar. 
 
Na responsabilidade civil do Estado, considera-se desnecessária a diferenciação entre caso 
fortuito e de força maior, pois doutrina e jurisprudência passaram a dar relevo ao evento 
danoso e sua relação com a atividade estatal. 
Quando o evento fortuito mantiver relação com a atividade desempenhada pelo Poder 
Público, estar-se-á diante de: 
Selecione a resposta: 
• A - um caso fortuito interno que não rompe o liame causal. 
• B - um caso fortuito interno que se equipara aos casos de força maior. 
• C - um caso de força maior que rompe o nexo de causalidade. 
• D - um caso fortuito externo que rompe o nexo de causalidade. 
• E - um caso de força maior que afasta a responsabilização civil do Estado. 
 
Contemporaneamente, a jurisprudência dos Tribunais Superiores, quando analisa o tema 
das excludentes de responsabilidade civil do Estado, tem compreendido e fundamentado 
que: 
Selecione a resposta: 
• A - deve-se alargar a interpretação das excludentes, em favor da economia e 
eficiência estatais. 
• B - que o fato de terceiro sempre excluirá a responsabilização civil do Estado. 
• C - que, no caso concreto, o que releva é avaliar se ocorreu fato da natureza ou ato 
humano, pois apenas efeitos fortuitos afastam a responsabilidade civil. 
• D - um roubo aos passageiros do transporte público coletivo gerará, como 
condição sine qua non, o dever de indenizar os prejuízos sofridos, pois é 
considerado fato de terceiro inerente à atividade de transporte. 
• E - o mal súbito sofrido pelo motorista do ônibus (prestação de serviço público), até 
aquele momento considerado apto para dirigir, não afastará o direito de 
indenização dos passageiros lesados, vez que configura caso fortuito interno.

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