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AMEBIASE 
Classificação 
• Filo- Sarcomastigophora 
• Subfilo- Sarcodina 
• Gênero- Entamoeba 
 
AMEBÍASE-ENTAMOEBA HISTOLYCA 
A E. histolytica é o agente etiológico da amebíase 
Monoxênico 
MORFOLOGIA 
Trofozoíto 
➢ O trofozoíto mede cerca de 20 até 40 µm, 
podendo chegar a 60um em lesões tissulares, 
geralmente tem um só núcleo, o citoplasma 
diferenciado em ectoplasma (claro e hialino) e 
endoplasma (finamente granuloso, com vacúolos, 
núcleo e resto de substâncias alimentares; quando 
proveniente de casos de disenteria, é comum 
encontrar eritrócitos no citoplasma 
 
➢ Examinando a fresco, apresenta-se pleomórfico, 
ativo, alongado, com emissão contínua e rápida de 
pseudópodes, grossos e hialinos 
 
➢ A presença de hemácias no citoplasma do 
trofozoíto é uma característica diagnóstica 
importante para a E. histolytica, indicando a 
natureza patogênica da ameba 
 
➢ Onde encontrar 
✓ Intestino 
 ✓Úlceras 
✓Fezes diarreicas 
 
 
 
 
 
 
 
Cisto 
➢ Os cistos são esféricos ou ovais, medem cerca de 8 
a 20 µm e presentam de 1 a 4 núcleos. Os corpos 
cromatóides podem estar presentes no citoplasma 
em forma de bastonetes com as extremidades 
arredondadas. 
 
 
 
 
 
 
 
➢ Onde encontrar 
✓Fezes normais 
➢ Pré-cisto é uma forma intermediária entre o 
trofozoíto e o cisto. 
➢ Metacisto- É uma forma multinucleada que 
emerge do cisto no intestino delgado, onde sofre 
divisões, dando origem aos trofozoítos. 
 
BIOLOGIA DA ENTAMOEBA HISTOLYCA 
➢ Os trofozoítos da E. histolytica normalmente vivem 
na luz do intestino grosso podendo, 
ocasionalmente, penetrar na mucosa e produzir 
ulcerações intestinais ou em outras regiões do 
organismo, como fígado, pulmão, rim e mais 
raramente, no cérebro e pele. 
➢ São anaeróbios, mas podem crescer em 
atmosferas contendo até 5% de oxigênio. 
➢ A locomoção por pseudópodes, 
➢ Alimentam-se por fagocitose (partículas sólidas: 
hemácias, bactérias ou restos celulares) e por 
pinocitose (ingestão de partículas líquidas). 
➢ Reproduzem-se por divisão binária dos trofozoítos 
 
CICLO BIOLÓGICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CICLO EVOLUTIVO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRANSMISSÃO 
• Fecal-oral: É a via principal, onde cistos do parasita 
presentes nas fezes de pessoas infectadas 
contaminam água, alimentos ou superfícies. 
• Contato oral-anal: A transmissão sexual por 
contato oral-anal também é um fator de 
disseminação. 
• Contaminação indireta: Mãos, objetos e alimentos 
podem ser contaminados e atuar como vetores, 
além de moscas e baratas. 
• Fatores de risco: Locais com saneamento precário 
são propensos à disseminação da doença. 
 
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS 
A infecção por Entamoeba histolytica é muitas vezes 
assintomática, mas quando há sintomas, podem variar: 
Intestinais: 
➢ Diarreia: As fezes podem ficar moles e, em casos 
mais graves, apresentar muco e sangue, 
configurando um quadro de disenteria amebiana. 
➢ Dor abdominal e cólicas. 
➢ Febre e náuseas. 
➢ Perda de peso. 
Extraintestinais (Complicações Graves): 
➢ Abscesso hepático amebiano: A complicação mais 
comum fora do intestino, podendo causar dor na 
parte superior direita do abdômen, febre e 
hepatomegalia (aumento do fígado). 
➢ Outras manifestações raras: A ameba pode atingir 
outros órgãos, como o pulmão ou o cérebro, 
embora seja mais raro 
DIAGNÓSTICO 
O diagnóstico da amebíase é confirmado através de: 
➢ Exame de fezes: Detecção de cistos ou 
trofozoítos (formas do parasita) nas fezes 
➢ sorológicos: Detecção de anticorpos 
contra o parasita no sangue. 
➢ Exames de imagem: Ultrassom ou 
endoscopia podem ser necessários em 
casos de suspeita de complicações. 
TRATAMENTO 
➢ Derivados da quinoleína 
➢ emetinas 
➢ antibióticas com eritromicina 
➢ Metronidazol 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRICHOMONAS 
• Reino: Protista 
• Filo: Sarcomastigopora 
• Classe: Zoomastigopora 
• Ordem: Trichomonadida 
• Família: Trichomonadidae 
• Gênero: Trichomonas 
• Espécie: T. vaginalis 
AS QUATRO ESPÉCIES ENCONTRADAS NO HOMEM 
SÃO TRICHOMONAS VAGINALIS, TRICHOMONAS 
TENAX, TRICHOMONAS HOMINIS E TRICHOMITUS 
FECALIS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRICHOMONAS VAGINALIS 
CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS: 
• Forma e tamanho: É um trofozoíto em forma de 
pera ou oval, medindo entre 7 a 23 μm de 
comprimento. 
• Flagelos: Possui quatro flagelos livres na parte 
anterior do corpo e um quinto flagelo que forma a 
borda de uma membrana ondulada. 
• Membrana ondulada: Uma membrana ondulada 
se estende ao longo do corpo do organismo, sendo 
mais curta do que o comprimento do parasita. 
• Axóstilo: Um axóstilo, que é uma estrutura 
semelhante a uma haste delgada, estende-se por 
todo o comprimento do corpo do protozoário e se 
projeta posteriormente. 
• Hidrogenossomos: Apresenta hidrogenossomos, 
que são grânulos densos e são característicos do T. 
vaginalis. 
• Núcleo: Contém um núcleo elipsóide localizado na 
porção anterior do parasita. 
 
 
 
 
 
 
 
 
CICLO BIOLOGICO 
 
O ciclo biológico do Trichomonas vaginalis é simples e 
ocorre apenas na forma de trofozoíto, um organismo com 
flagelos que se alimenta. A transmissão ocorre por via 
sexual, e o parasita se multiplica por fissão binária 
longitudinal, sendo encontrado no trato genital inferior 
feminino e na uretra/próstata masculina. Não há forma de 
cisto, e a sobrevivência do parasita fora do hospedeiro é 
limitada. 
 
TRANSMISSÃO E PATOLOGIA 
Transmissão 
➢ Contato Sexual:É a principal forma de transmissão, 
ocorrendo por meio de relações sexuais vaginais, 
anais ou orais com uma pessoa infetada. 
➢ Contato Íntimo:O contato íntimo com secreções 
de uma pessoa contagiada também pode 
transmitir o parasita. 
➢ De Mãe para Bebê:A transmissão pode ocorrer da 
mãe para o bebê durante o parto. 
Patologia 
SINTOMAS EM MULHERES: 
➢ Corrimento vaginal abundante, amarelo-
esverdeado, espumoso e com odor desagradável, 
semelhante a peixe. 
➢ Prurido (comichão) na vulva e no períneo 
➢ Dor durante o ato sexual (dispareunia) e dor ao 
urinar (disúria). 
➢ Lesões puntiformes na parede vaginal e no colo do 
útero, com aparência de "morango". 
✓ A espécie T vaginalis, patogênica, causa vaginite e 
uretrite. 
✓ O T tenax, não-patogênico, vive na cavidade bucal 
humana e também de chipanzés e macacos. 
✓ O T. hominis, não-patogênico, habita o trato 
intestinal humano. 
✓ O T. fecalis foi encontrado em um único paciente. 
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SINTOMAS EM HOMENS: 
➢ Muitas vezes assintomáticos 
➢ Uretrite com secreção leve, espumosa ou 
purulenta 
➢ Disúria e polaciúria (urinar com frequência), 
especialmente pela manhã. 
 
FATORES DE RISCO 
➢ A infeção facilita a transmissão de outras ISTs, 
como gonorreia e clamídia. Em grávidas, pode 
levar ao rompimento prematuro da bolsa 
amniótica. 
➢ Ter múltiplos parceiros sexuais. 
➢ Não usar métodos de barreira, como a camisinha, 
durante o sexo. 
➢ Ter um histórico de outras ISTs. 
 
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO 
➢ Diagnóstico Laboratorial por exame direto a fresco 
ou corado. 
➢ Tratamento: metronidazol um fármaco efetivo 
contra as infecções pelo tricomonas do trato 
genitourinário. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GIARDÍASE – GIARDIA LAMBLIA 
Classificação: 
→ Filo: Sarcomastigophora 
→ Sub-filo: Mastigophora ( Flagelos) 
→ Genero: Giardia 
 
✓GIARDIA DUODENALIS QUE INFECTA VÁRIOS 
MAMÍFEROS, INCLUSIVE HUMANOS. 
 ✓GIARDIA MURIS QUE INFECTA ROEDORES, AVES E 
RÉPTEIS 
✓GIARDIA AGILIS QUE INFECTA ANFÍBIOS. 
 
MORFOLOGIA 
Trofozoíto 
➢ Formato: Em forma de Pêra, com a parte anterior 
mais larga e a posterior afilada. 
➢ Tamanho: Geralmente entre 10-20 µm 
(micrómetros) de comprimento e 5-10 µm de 
largura. 
➢ Núcleos: Dois núcleos, localizados simetricamente 
na parte anterior do organismo. 
➢ Disco Ventral: Uma estrutura adesiva na face 
ventral, que ajuda a fixar o trofozoíto à mucosa 
intestinal. 
➢ Corpos Parabasais :Duas formações em forma de 
vírgula na região intermédia do trofozoíto. 
➢ Flagelos: Quatro pares de flagelos (anterior, 
posterior, ventral e caudal) que permitem a 
locomoção. 
➢ Ausência de Mitocôndrias: Os trofozoítos 
de Giardia não possuem mitocôndrias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Localização e função: 
➢ O trofozoíto é a forma ativa e móvel do parasita 
que se encontra no intestino delgado do 
hospedeiro. 
➢ Multiplica-se por fissão binária. 
➢ A sua função é fixar-se ao epitélio intestinal para 
se alimentar e replicar, sendo está a forma que 
causa infecção e diarreia. 
 
Cisto 
➢ Forma e tamanho:O cisto é ovalado ou elipsóide, 
com a parede cística delicada. O seu tamanho varia 
entre 8 a 20 µm de comprimento por 7 a 10 µm de 
largura, de acordo com a Universidade Federal de 
Santa Catarina (UFSC). 
➢ Conteúdo:Dentro do cisto encontram-se 4 núcleos 
(visíveis em lâminas coradas ou coradas com 
Lugol). Um número variável de fibrilas (axonemas 
de flagelos) E, os corpos escuros com forma de 
meia-lua e situados no pólo oposto aos núcleos 
➢ Resistência:Os cistos são resistentes a fatores 
ambientais e podem sobreviver por semanas ou 
meses em ambientes úmidos, como a água de 
lagos e riachos. 
➢ Transmissão:O cisto é a forma de resistência e 
disseminação do parasita. Ele é eliminado nas 
fezes e pode causar infecção quando ingerido 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CICLO BIOLÓGICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRANSMISSÃO 
1. Ingestão de cistos: A pessoa se infecta ao ingerir 
água ou alimentos contaminados com os cistos do 
parasita. 
2. Contato pessoa a pessoa: O parasita pode ser 
transmitido diretamente entre pessoas, através de 
mãos contaminadas que tocam a boca, contato 
intimo anal 
3. Transmissão por animais: Animais de estimação 
(cães e gatos) também podem ser portadores do 
parasita e transmitir a infecção para os seres 
humanos. 
SNTOMATOLOGIA E PATOLOGIA 
Sintomatologia variável devido a fatores associados ao 
parasito (cepa, número de cistos ingeridos) e ao hospedeiro 
(resposta imune, estado nutricional, pH do suco gástrico, 
associação com a microbiota intestinal) 
2.Sintomáticos 
➢ Diarreia aguda e autolimitante, tipo aquosa, 
explosiva, de odor fétido, acompanhada de gases 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
com distensão e dores abdominais. 
➢ Diarreia crônica acompanhada de esteatorréia, 
perda de peso e problemas de má-absorção. 
➢ As principais complicações da giardíase crônica 
estão associadas à má absorção de gordura e de 
nutrientes, como vitaminas lipossolúveis (A, D, E, 
K), vitamina B12 e ácido fólico e ferro. 
 
EPIDEMIOLOGIA 
➢ A giardíase é cosmopolita, afeta principalmente 
crianças de oito meses a 12 anos. 
➢ Regiões tropicais e subtropicais, e de baixo nível 
econômico. 
➢ A infecção é frequentemente adquirida pela 
ingestão de cisto na água não tratada ou 
insuficientemente tratada (só cloração). 
➢ É um dos agentes etiológicos da "diarréia dos 
viajantes" que viajam para zonas endêmicas. 
➢ O Cisto sobrevive durante muito tempo embaixo 
das unhas. 
➢ A giardíase é uma infecção frequentemente 
encontrada em ambientes coletivos 
PROFILAXIA 
➢ Medidas de higiene pessoal (lavar as mãos), 
➢ Destino correto das fezes (fossas, rede de esgoto) 
➢ Proteção dos alimentos e tratamento da água. 
Pesquisas recentes mostram evidências de que os 
filtros de areia e de terra de diatomáceas são 
capazes de remover os cistos de Giardia. Os cistos 
resistem à cloração da água, porem são destruídos 
em água fervente. 
➢ Tratamentos dos animais domésticos e dos 
humanos doentes e assintomáticos 
 
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO 
Diagnostico 
➢ Crianças de oito meses a 12 anos com diarreia com 
esteatorréia, irritabilidade, insônia, náuseas e 
vômitos, perda de apetite e dor abdominal é 
indicativa clínica de giardíase. 
➢ Para confirmar a suspeita clínica, deve-se fazer o 
exame de fezes identificação de cistos ou 
trofozoítos nas fezes. 
• Fezes formadas : cistos 
 • Fezes Diarréicas: Trofozoítos 
 Um aspecto importante com relação ao diagnóstico da 
giardíase é o fato de que indivíduos parasitados não 
eliminam cistos continuadamente. (PERIODO NEGATIVO) 
Para contornar essas limitações sugere-se o exame de três 
amostras fecais em dias alternados com intervalo de sete 
dias entre cada uma, conduta que aumenta a positividade 
da pesquisa de Giárdia nas fezes 
 
Tratamento 
➢ Secnidazol, via oral em dose única 
➢ Metronidazol, via oral 2 vezes ao dia por 5 diasTRYPASOMA CRUZI – DOENÇA DE CHAGAS 
➢ O Trypanosoma cruzi é um protozoário, agente 
etiológico da doença de Chagas. 
➢ Descoberto por Carlos Chagas (1909) 
 
Classificação 
 • Filo: Sarcomastigophora 
• Sub-filo: Mastigophora (Flagelos) 
• Classe: Kinetoplastida 
• Familia. Trypanosomatidae 
• Genero: Trypanosoma 
• Espécie: T. cruzi 
MORFOLOGIA 
Tripomastigota: 
➢ Formato: Alongado e delgado, com corpo em 
forma de "C" ou "S" 
➢ Características: Possui uma grande membrana 
ondulante para motilidade e um flagelo que se 
estende pela sua superfície. 
➢ Localização: Encontrada no sangue do hospedeiro 
vertebrado. 
➢ Organelas: Núcleo em posição semi-central e um 
cinetoplasto na região posterior do corpo. 
 
Epimastigota: 
➢ Formato: Alongado e fusiforme 
➢ Características: Apresenta uma pequena 
membrana ondulante e um flagelo anterior 
➢ Localização: Encontrada no intestino do inseto 
vetor, o triatomíneo 
➢ Organelas: O cinetoplasto está localizado na 
porção anterior ao núcleo. 
 
 
 
 
Amastigota: 
➢ Formato: Arredondada ou oval. 
➢ Características: Possui um flagelo curto e não é 
visível à microscopia ótica. 
➢ Localização: Encontrada dentro das células de 
hospedeiros infectados 
➢ Organelas: O cinetoplasto é visível e geralmente 
arredondado 
 
 
 
 
 
 
 
 
CICLO BIOLÓGICO 
 Ciclo biológico heteroxênico 
Hospedeiro vertebrado - Ciclo intracelular 
 Hospedeiro invertebrado – Triatomíneo (Barbeiro) – Ciclo 
extra celular 
Reprodução: assexuada por divisão binária 
 
NO HOSPEDEIRO VERTEBRADO (SER HUMANO): 
1. Picada do barbeiro e inoculação: O barbeiro 
infectado, ao se alimentar, defeca fezes que 
contêm os tripomastigotas metacíclicos (a forma 
infectante). 
2. Entrada do parasita: Esses parasitas entram no 
corpo através da ferida da picada ou pelas 
mucosas, como a conjuntiva. 
3. Transformação e multiplicação: Dentro das células 
do hospedeiro, os tripomastigotas se transformam 
em amastigotas, que se multiplicam por fissão 
binária. 
4. Ciclo na corrente sanguínea: Os amastigotas se 
diferenciam novamente em tripomastigotas, que 
se rompem da célula, entram na corrente 
sanguínea e migram para outros tecidos, 
infectando novas células. 
NO HOSPEDEIRO INVERTEBRADO (BARBEIRO): 
1. Picada infectante: O barbeiro se infecta ao se 
alimentar de sangue de um hospedeiro com 
parasitas circulantes. 
2. Transformação no intestino: Os tripomastigotas 
ingeridos se transformam em epimastigotas no 
intestino médio do inseto e se multiplicam. 
3. Diferenciação para infectante: No intestino 
posterior, os epimastigotas se diferenciam 
em tripomastigotas metacíclicos. 
4. Transmissão: Os tripomastigotas metacíclicos são 
eliminados nas fezes do inseto, prontos para 
infectar outro hospedeiro vertebrado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRANSMISSÃO PELO VETOR 
A infecção ocorre pela penetração de tripomastígotas 
metacíclicos (eliminados nas fezes ou na urina de 
triatomíneos, durante o hematofagismo) em solução de 
continuidade da pele ou mucosa íntegra. 
Outras formas: transfusão sanguínea, congênita, 
transmissão oral transplante, acidente de trabalho, 
transmissão sexual 
PATOLOGIA 
 
FASE AGUDA 
Sintomática 
➢ Sinal de Romaña (edema bipalpebral unilateral) 
➢ Chagoma de inoculação 
➢ Febre, edema localizado e generalizado 
➢ Hepatomegalia, esplenomegalia 
 
FASE CRÔNICA 
Assintomática 
➢ Forma indeterminada 
➢ Longo período assintomático (10 a 30 anos) 
➢ Positividade de exames sorológicos e/ou 
parasitológicos 
➢ Ausência de sintomas e/ou sinais da doença 
➢ Eletrocardiograma convencional normal 
➢ Coração, esôfago e cólon radiologicamente 
normais 
Sintomática 
➢ Forma cardíaca aumentada 
➢ Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) 
➢ Fenômenos tromboembólicos 
➢ Forma digestiva 
➢ Forma cardiodigestiva ou mista aumentada 
 
DIAGNÓSTICO 
Clínico 
➢ Origem do paciente 
➢ Sinais de porta de entrada 
 
 Laboratorial (parasitológicos) 
➢ Exame de sangue a fresco 
➢ Exame de sangue em gota espessa • 
➢ Esfregaço sanguíneo corado pelo Giemsa 
➢ Métodos de Concentração: Creme 
leucocitário Método de Strout, 
Laboratorial (sorológicos) 
➢ Reação de imunofluorescênciaindireta- Detecção 
de anticorpos da classe IgM (15º dia) 
➢ Enzime – linked immunosorbent assay (ELISA) 
Detecta classes específicas de anticorpos, 
utilizando-se conjugado anti- IgM 
 
PROFILAXIA 
➢ Melhoria das habitações rurais 
➢ Combate ao barbeiro 
➢ Controle do doador de sangue 
➢ Controle da transmissão congênita 
 
TRATAMENTO 
➢ Nifurtimox: 8 a 12 mg/kg por dia, até 90 dias. 
➢ Benzonidazol:5 a 8 mg/kg por dia, durante 60 dias 
Fase Aguda: A administração precoce desses medicamentos 
pode levar à cura completa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LESHIMANIA – LESHIMANIOSE 
➢ Filo: Sarcomastigophora 
➢ Classe: Zoomastigophorea 
➢ Ordem: Kinetoplastida 
➢ Família: Trypanosomatidae 
➢ Gênero: Leishmania 
 
ESPÉCIES COMUNS 
• Leishmania (Leishmania) amazonensis: causa a 
leishmaniose tegumentar e está distribuída pela 
Amazônia, mas também em outras regiões do 
Brasil. 
• Leishmania (Viannia) braziliensis: a espécie mais 
importante da leishmaniose tegumentar na 
América Latina, com ampla distribuição no Brasil. 
• Leishmania infantum (sinônimo Leishmania 
chagasi): a principal causadora da leishmaniose 
visceral (ou calazar) nas Américas. 
• Leishmania donovani: é o agente etiológico da 
leishmaniose visceral no Velho Mundo (Ásia e 
África). 
MORFOLÓGIA 
Amastigota: 
➢ Localização: Dento das células do hospedeiro 
vertebrado (mamíferos, incluindo humanos). 
➢ Morfologia: Forma redonda ou ovalada, sem 
flagelo. 
➢ Função: Multiplicam-se por divisão binária dentro 
das células fagocíticas. 
 
Promastigota: 
➢ Localização: No intestino do flebotomíneo (inseto 
vetor), como o mosquito-palha. 
➢ Morfologia: Forma alongada e filiforme, com um 
flagelo livre na extremidade anterior. 
➢ Função: Diferenciam-se das amastigotas no 
intestino do inseto, multiplicam-se e migram para 
a probóscida para serem inoculadas em um novo 
hospedeiro mamífero. 
 
 
 
 
 
 
 
 
CICLO BIOLÓGICO 
Ciclo biológico heteroxênico 
Hospedeiro vertebrado 
 Hospedeiro invertebrado – flebotomíneo (mosquito palha 
fêmea 
Reprodução: assexuada por divisão binária 
HOSPEDEIRO VERTEBRADO (HUMANO OU ANIMAL): 
1. Picada infecciosa: A fêmea do flebotomíneo (o 
mosquito-palha) pica um hospedeiro vertebrado 
infectado e injeta o parasita na forma 
promastigota. 
2. Fagocitose: Os promastigotas são fagocitados 
(ingestados) por macrófagos e outras células 
imunitárias. 
3. Transformação em amastigota: Dentro do 
macrófago, o promastigota transforma-se na 
forma amastigota. 
4. Multiplicação: Os amastigotas multiplicam-se por 
divisão simples, multiplicando-se em grande 
número dentro da célula. 
5. Rompimento da célula: Após a multiplicação, a 
célula hospedeira pode romper-se, liberando 
amastigotas que infectam novos macrófagos. 
 HOSPEDEIRO INVERTEBRADO (FLEBOTOMÍNEO): 
1. Ingestão de amastigotas: A fêmea do 
flebotomíneo, ao se alimentar do sangue de um 
hospedeiro infectado, ingere macrófagos 
contendo amastigotas. 
2. Transformação em promastigotas: No intestino 
médio do inseto, os amastigotas transformam-se 
novamente em promastigotas. 
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https://www.google.com/search?client=opera-gx&q=Leishmania+infantum&sourceid=opera&ie=UTF-8&oe=UTF-8&mstk=AUtExfBmM5tL9MxksA8wWF6B48m7GPFAWkW-o-1KlHcOU96mP25I_8pOkpBhOZQuwka04hFF8HppqnJMVRT20Q5BIHhHOdxpV9ai1xC_WTHW7zlH7Rr8mDcdO4l2T5x6xUKdeIilr9blkbHucHOzmja6CIdVSeQVVrVRO42GD149BNaHmyg&csui=3&ved=2ahUKEwjpgaD2hsqPAxVpq5UCHblqEBsQgK4QegQIBxAF
https://www.google.com/search?client=opera-gx&q=Leishmania+chagasi&sourceid=opera&ie=UTF-8&oe=UTF-8&mstk=AUtExfBmM5tL9MxksA8wWF6B48m7GPFAWkW-o-1KlHcOU96mP25I_8pOkpBhOZQuwka04hFF8HppqnJMVRT20Q5BIHhHOdxpV9ai1xC_WTHW7zlH7Rr8mDcdO4l2T5x6xUKdeIilr9blkbHucHOzmja6CIdVSeQVVrVRO42GD149BNaHmyg&csui=3&ved=2ahUKEwjpgaD2hsqPAxVpq5UCHblqEBsQgK4QegQIBxAG
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3. Desenvolvimento e migração: Os promastigotas 
multiplicam-se, desenvolvem-se e migram para as 
partes bucais do inseto (a probóscide). 
4. Transmissão para outro hospedeiro: Ao picar 
outro vertebrado, a fêmea do inseto injeta os 
promastigotas, reiniciando o ciclo no novo 
hospedeiro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRANSMISSÃO 
A Leishmaniose é transmitida pela picada de um 
flebotomíneo (mosquito-palha) infectado com o 
parasita Leishmania, que, ao picar um mamífero 
(hospedeiro), injeta as formas do parasita. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PATOLOGIA 
 
A patologia causada pela Leishmania sp é a leishmaniose, 
uma doença que pode se manifestar 
como cutânea, mucocutânea ou visceral, dependendo da 
espécie do parasita e do hospedeiro. 
TIPOS DE LEISHMANIOSE E SEUS SINTOMAS 
Leishmaniose Cutânea e Mucocutânea: 
Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) 
Sintomas: Ulceras na pele (lesões com bordas elevadas), 
com o risco de atingir as mucosas, levando a deformidades 
no nariz e boca, dependendo da espécie 
de Leishmania envolvida. 
Transmissão: Pela picada de mosquitos flebotomíneos 
infectados. 
Leishmaniose Visceral: CALAZAR 
Sintomas: Febre irregular, perda de peso, fraqueza, 
anemia, aumento do fígado e do baço. 
Gravidade: Se não tratada, pode ser fatal. 
Forma Aguda: o início pode se abrupto ou insidioso, a febre 
é o primeiro sintoma, hepatoesplenomegalia, perda de 
peso, hemorragia e anemia. 
Forma Refratária: é uma forma evolutiva do Calazar clássico 
que não responde ou responde parcialmente ao 
tratamento com antimoniais. É clinicamente mais grave, 
devido ao prolongamento da doença sem resposta 
terapêutica 
O Parasita (Leishmania spp.) 
É um protozoário flagelado que se multiplica no interior das 
células do sistema imunológico do mamífero, como 
macrófagos, na forma de amastigotas. 
Diversas espécies de Leishmania podem causar a doença no 
homem. 
DIAGNÓSTICO 
1. Diagnóstico Clínico 
Avaliação dos Sintomas: Um profissional de saúde avalia os 
sintomas do paciente, como úlceras na pele para 
leishmaniose cutânea ou febre persistente, aumento do 
baço ou fígado para leishmaniose visceral. 
Histórico Epidemiológico: A exposição recente a áreas com 
casos da doença também é um fator importante. 
 Métodos Parasitológicos 
Exame Direto e Microscopia: O parasita pode ser 
visualizado diretamente após coloração de amostras 
(esfregaços ou impressões teciduais) de tecidos infectados, 
como pele, linfonodo ou medula óssea. 
Cultura: O parasita pode ser cultivado em meios de cultura 
específicos para se multiplicar e ser posteriormente 
identificado em microscopia. 
Xenodiagnóstico: Em alguns casos, o parasita pode ser 
inoculado em hamsters, que servem como hospedeiros, 
para confirmação. 
 Métodos Imunológicos 
Sorológicos: Exames de sangue que detectam anticorpos 
produzidos pelo organismo contra a Leishmania, como o 
ELISA e a RIFI. 
Montenegro:Um teste cutâneo que injeta um antígeno de 
Leishmania na pele para verificar uma reação imunológica. 
 Métodos Moleculares 
PCR (Reação em Cadeia da Polimerase):Detecta o DNA do 
parasita em amostras biológicas, sendo um método sensível 
para confirmação diagnóstica. 
PROFILAXIA 
A profilaxia da leishmaniose envolve a proteção 
individual (uso de repelentes, telas, mosquiteiros), 
o manejo ambiental (limpeza de quintais para eliminar 
criadouros do inseto vetor) e a proteção de animais de 
estimação, especialmente cães, através de coleiras 
repelentes e manutenção da limpeza de seus abrigos. 
TRATAMENTO 
Leishmaniose Visceral - Antimoniato de N-Metil Glucamina 
Leishmaniose Tegumentar (Cutânea e Mucosa) - 
Antimoniato de N-Metil Glucamina; Miltefosina; 
Anfotericina B 
 
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