03 - Equipamentos utilizados na pavimentação asfáltica
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03 - Equipamentos utilizados na pavimentação asfáltica

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Equipamentos utilizados na
pavimentação asfáltica

Usinas para

Misturas Asfálticas

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Usinas de CBUQ (CA)
 • Execução de camadas

– Dosagem

– Mistura

– Transporte

– Espalhamento

– Compactação

• Misturas Betuminosas a Quente
– Demandam aquecimento:

• CAP – Obtenção da viscosidade de mistura

• Agregado – Secagem (propiciando a adesividade ativa)

Usinas de CBUQ (CA)

• O objetivo básico das usinas de asfalto é proporcionar de forma adequada

a mistura de frações de agregados, aquecer essa mistura e o ligante

asfáltico, e misturar todos esses materiais, produzindo misturas asfálticas

dentro de características previamente especificadas.

• Existem dois tipos básicos de usina de asfalto que são: a usina de

produção por batelada ou gravimétrica, que produz quantidades unitárias

de misturas asfálticas, e a usina de produção contínua ou drum-mixer,

cuja produção é contínua, como a própria designação classifica

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• Partes integrantes de uma Usina de CBUQ
– Silos Frios e Alimentadores Frios

• Receber os diversos agregados
• Alimentação por unidades carregadeiras (pá-carregadeira)
• Regulam o fluxo de agregado

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• Partes integrantes de uma Usina de CBUQ

– Silos Frios e Alimentadores Frios
• Regulam o fluxo de agregado

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• Partes integrantes de
uma Usina de CBUQ

– Correias
Transportadoras
• Conduzem os agregados

desde os silos frios até o
elevador de frios

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• Partes integrantes de
uma Usina de CBUQ

– Elevador de Frio
• Levam os agregados

(dosados) até o secador

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• Partes integrantes de uma Usina de CBUQ
– Secador

• Cilindro metálico inclinado com canaletas
• Remove a umidade dos agregados
• Aquece os mesmos
• Maçarico realiza o processo
• Produção da usina é função da velocidade de secagem
• Velocidade de Secagem, função:

– Temperatura requerida
– Porosidade dos agregados
– Condições atmosféricas
– Teor de argila

• Elevar a Produção
– Diminuir a inclinação do secador (<tempo)
– Aumentar a Chama (>custo)

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• Partes integrantes de uma Usina de CBUQ

– Secador

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Secador-Misturador

Secador de Fluxo Paralelo

Secador de Contra-Fluxo

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• Partes integrantes de uma
Usina de CBUQ

– Sistema Coletor de Pó

• Reduz emissão de
partículas para a atmosfera

• Recupera parte dos finos
que são re-introduzidos no
sistema junto ao elevador
de quente

• Pode ser por ciclone ou
filtro de mangas

Fonte: Ciber

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• Partes integrantes de
uma Usina de CBUQ
– Sistema Coletor de Pó

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• Partes integrantes de
uma Usina de CBUQ

– Elevador Quente
• Revestido para reduzir

perda de calor

• Conduz material seco e
na temperatura
pretendida

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• Partes integrantes de
uma Usina de CBUQ

– Dispositivo de

Peneiramento
(Opcional)
• Separar os agregados

aquecidos em 2 ou 3
frações granulométricas

• Evita segregação

• Possibilita ajuste
granulométrico

No interior

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• Partes integrantes de
uma Usina de CBUQ

– Silos Quentes
• Recebem os agregados

aquecidos

• Possuem sensores de
temperatura

• Comportas abrem e
fecham para alimentar o
restante do processo

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• Partes integrantes
de uma Usina de
CBUQ

– Misturador

• Agregados
aquecidos e
devidamente
dosados são
introduzidos no
misturador

• Tipos de
Misturadores
– Eixos Paralelos

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• Partes integrantes de uma Usina de CBUQ

– Misturador

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• Partes integrantes de uma Usina de CBUQ

– Misturador

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• Partes integrantes de uma Usina de CBUQ

– Misturador
• Tipos de Misturadores

– Eixo Simples

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• Partes integrantes de uma
Usina de CBUQ
– Misturador

• Tipos de Misturadores

– Misturador de Tambor,

a mistura ocorre
dentro do tambor
secador

Fonte: Ciber

Partes integrantes de uma Usina de CBUQ

• Tanque para armazenamento de ligante (CAP)

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Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente

– Gravimétricas

• Fluxo Intermitente de insumos (Bateladas)

• Usinas Descontínuas

– Drum-Mixer (Tambor-Misturador)

• Fluxo contínuo de insumos

• Pode ter fluxo Paralelo ou Contra-Fluxo

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente

– Gravimétrica

• Revolucionaram o processo produtivo de CBUQ

• Alto grau de confiabilidade

• Pré-dosagem de agregados frios por volume

• Dosagem final por pesagem individual (frações) dos agregados
quentes

• Asfalto dosado por peso ou por dosador volumétrico intermitente

• Ciclo de mistura ou Batelada ( ≈ 45s)

• Permite a automação de todo o processo produtivo

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente

– Gravimétrica

Usina Gravimétrica - Princípios de operação

• Os silos de alimentação armazenam e medem as quantidades

de agregados (minério virgem), que passam por um processo

de aquecimento e secagem, utilizando a energia provida por

um queimador.

• O material é inserido no tambor-secador pelo lado oposto ao

do queimador, deslocando-se em sentido contrário à chama,

no processo de contra-fluxo.

Usina Gravimétrica - Princípios de operação

• Depois de extraída a umidade, um elevador de canecas transporta os

materiais quentes e secos até a parte superior da torre de dosagem,

que possui um conjunto de peneiras vibratórias para classificação

granulométrica, onde o material é classificado conforme o tamanho

das pedras e armazenado em silos quentes.

• Conforme a mistura desejada, é feita a dosagem do material seco na

balança destes silos, que têm por função garantir a fração de cada

material na mistura através da pesagem individual.

Usina Gravimétrica - Princípios de operação

• Os componentes pétreos, o ligante (CAP) – medido pela balança própria – e

possíveis aditivos chegam juntos no misturador.

• O sistema controla o tempo de mistura; terminado o processo, o concreto

betuminoso usinado a quente é direcionado para silos de armazenamento

ou descarregado diretamente no caminhão para a pista.

• A usina gravimétrica também é chamada de usina por batelada, pois cada

carga de materiais dentro do misturador equivale a uma batelada.

• A produção deste tipo de usina é dada pela capacidade de bateladas por

hora.

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente

– Gravimétrica

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente
– Gravimétrica

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente
– Gravimétrica

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente
– Gravimétrica

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente
– Gravimétrica

Fonte: Ciber

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente
– Gravimétrica

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente

– Drum-Mixer

• Fluxo contínuo

• Mistura de agregados+asfalto no próprio tambor secador

• Deve possuir pelo menos:
– Um silo para cada agregado

– Alimentadores com velocidades variáveis

– Balança de agregados

• Silos devem garantir a regularidade de fluxo de agregados (sistema
de vibradores para os agregados miúdos)

• Alimentadores devem possuir alarmes de falta de fluxo

• Balança dinâmica

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• Tipos de Usinas de Misturas Betuminosas a Quente

– Drum-Mixer

• Secador-Misturador