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FUNDAMENTOS E TECNOLOGIAS DO CUIDAR EM ENFERMAGEM I e II Página 1 de 5 
 
 
 
 
 PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM 
 
 
POP FACENF 
N. 26 
 
 
 
ASPIRAÇÃO DE VIAS AÉREAS 
 
Elaborado em: 
01/04/2014 
 
 
Revisado em: 
09/08/2022 
Definição: 
ü O objetivo das técnicas de limpeza das vias respiratórias (aspiração de secreções) é facilitar a eliminação das 
secreções e, deste modo, reduzir a obstrução das vias aéreas, melhorando com isso a ventilação e a troca 
gasosa. 
Objetivos: 
Ajudar o paciente a mobilizar e eliminar secreções, por exemplo, pacientes com doenças respiratórias, 
neuromusculares, ou do SNC; 
Coleta de material para análise laboratorial. 
 
Aspiração oral	
Materiais 
• Toalha limpa, compressa ou papel toalha; 
• Cuba estéril ou copo descartável limpo; 
• Água estéril (água destilada) para colocar no frasco de aspiração (250ml); 
• Lubrificante hidrossolúvel (estéril) ou Solução Fisiológica para lubrificar a sonda de aspiração; 
• Fonte de aspiração com pressão negativa apropriada: 120 a 150 mmHg para adultos; 40 a 60 mmHg para 
lactentes e 60 a 100 mmHg para crianças; 
• EPI (máscara, avental, óculos, gorro e luvas) 
• Luva de procedimento 
• Extensão de silicone (intermediário); 
• Oxímetro de pulso; 
• Cateter de aspiração estéril n0. 12; 
• Solução Fisiológica 0,9% (10ml); 
• Gaze estéril para limpeza do cateter caso seja necessário retirada de excesso de secreção que possa estar 
em contato com o tubo; 
• Álcool 70% com algodão para limpeza do frasco da Solução Fisiológica; 
• Agulha 40 x 12 mm ou lâmina de bisturi para abertura do frasco de soro e água destilada; 
• Bandeja; 
• Saco de lixo para o material a ser descartado. 
Atenção: antes de iniciar a aspiração realize a ausculta dos sons respiratórios; verifique e avalie as frequências 
cardíaca e respiratória, a cor da pele e o esforço respiratório. Quando o cliente está monitorado, avalie a frequência 
cardíaca ou a PA. 
Técnica: 
1. Higienizar as mãos antes de iniciar o procedimento, conforme técnica estabelecida na instituição; 
2. Realizar assepsia da bandeja e separar o material; 
3. Colocar avental, máscara facial e óculos para evitar o risco de acidente com secreção traqueal; 
4. Explicar o procedimento ao paciente; 
5. Posicionar o paciente em posição Fowler quando possível; 
6. Colocar a toalha, compressão ou papel toalha sobre o tórax do paciente; 
7. Conecte o extensor de silicone ao vácuo ou ao aspirador portátil; 
8. Abra a gaze e o cateter de aspiração sobre a bandeja; 
9. Realize a desinfecção do frasco de Solução Fisiológica 0,9% e despeje na cuba; 
10. Calce as luvas de procedimento: 
11. Teste o vácuo emergindo a sonda na solução fisiológica 0,9%; 
12. Lubrifique a ponta do cateter com lubrificante hidrossolúvel (estéril) ou solução fisiológica. 
13. Aspire à cavidade oral, utilizando cânula de guedel se necessário; 
14. Mova o pela boca ao longo da linha da gengiva para a faringe; 
15. Em seguida, aplique a aspiração e mova o cateter pela boca até que as secreções sejam eliminadas. 
 
 
 
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16. Incentive o paciente a tossir e repita a aspiração, se necessário. 
17. Lave o circuito aplicando aspiração até que o cateter fique limpo de secreções; Desligue o vácuo; 
18. Coloque o cateter protegido em um local limpo e seco para realizar novas aspirações orais 
posteriormente; 
19. Deixe o paciente em posição confortável; 
20. Encaminhe o material permanente para o expurgo – para desinfecção. O restante, descarte no lixo; 
21. Retire as luvas e lave as mãos após o procedimento; 
22. Checar o procedimento e realizar as anotações de enfermagem (registrar quantidade, cor, odor e 
consistência das secreções, assim como a reação do paciente ao procedimento). 
 
Aspiração nasal 
Materiais 
• Bandeja; 
• Campo ou compressa estéril; 
• Papel toalha; 
• Cuba estéril; 
• Água estéril (água destilada) para colocar no frasco de aspiração (250ml); 
• Lubrificante hidrossolúvel (estéril) ou Solução Fisiológica para lubrificar a sonda de aspiração; 
• Fonte de aspiração com pressão negativa apropriada: 120 a 150 mmHg para adultos; 40 a 60 mmHg para 
lactentes e 60 a 100 mmHg para crianças; 
• EPI (máscara, avental, óculos, gorro e luvas); 
• Luva de procedimento; 
• Extensão de silicone (intermediário); 
• Oxímetro de pulso; 
• Cateter de aspiração estéril n0. 12; 
• Solução Fisiológica 0,9% (10ml); 
• Gaze estéril para limpeza do cateter caso seja necessário retirada de excesso de secreção que possa estar 
em contato com o tubo; 
• Álcool 70% com algodão para limpeza do frasco da Solução Fisiológica; 
• Agulha 40 x 12 mm ou lâmina de bisturi para abertura do frasco de soro e água destilada; 
• Saco de lixo para o material a ser descartado. 
Atenção: antes de iniciar a aspiração realize a ausculta dos sons respiratórios; verifique e avalie as frequências 
cardíaca e respiratória, a cor da pele e o esforço respiratório. Quando o cliente está monitorado, avalie a frequência 
cardíaca ou a PA. 
1. Higienizar as mãos antes de iniciar o procedimento, conforme técnica estabelecida na instituição; 
2. Realizar assepsia da bandeja e separar o material; 
3. Colocar avental, máscara facial e óculos para evitar o risco de acidente com secreção traqueal; 
4. Explicar o procedimento ao paciente; 
5. Posicionar o paciente em posição Fowler quando possível; 
6. Colocar o papel toalha sobre o tórax do paciente; 
7. Conecte o extensor de silicone ao vácuo ou ao aspirador portátil; 
8. Abra o campo estéril, a gaze e o cateter de aspiração (sem contaminar, o cateter entra em contato 
com o paciente não deve estar contaminado); 
9. Realize a desinfecção do frasco de Solução Fisiológica 0,9% e despeje na cuba; 
10. Calce a luva de procedimento. 
11. Segure o cateter com a mão e auxílio de uma gaze para que os dedos não entrem em contato com o 
látex intermediário ao conectá-los; 
12. Teste o vácuo emergindo a sonda na solução fisiológica 0,9%; 
13. Lubrifique a ponta do cateter com lubrificante hidrossolúvel (estéril) ou solução fisiológica; 
14. Lubrifique a sonda com soro fisiológico 0,9% estéril, introduza em uma das narinas por vez, à medida 
que o paciente respira profundamente; 
15. Insira o cateter aplicando clampeamento na extensão de silicone (sem aplicar sucção) seguindo o 
curso natural da narina; 
16. Incline ligeiramente o cateter para baixo e avance para trás da faringe. Não force pela narina. 
17. Em adultos, insira o cateter a cerca de 20 cm, em crianças mais velhas, de 16 a 20 cm, em lactentes 
e crianças pequenas, 4 a 14 cm na traquéia até que a resistência seja atendida ou o paciente tussa, 
em seguida, recue de 1 a 2 cm; 
18. Aplique a aspiração intermitente por não mais de 10 segundos; 
19. Retire o cateter lentamente enquanto vai girando-o para frente e para trás ou em movimentos 
circulares entre o polegar e o indicador; 
20. Lave o circuito com a solução fisiológica aplicando aspiração até que o cateter fique limpo de 
 
 
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secreções; 
21. Avalie a necessidade de repetir o procedimento de aspiração. Não faça mais do que duas passagens 
com o cateter. Permita pelo menos um minuto entre as passagens para ventilar e oxigenação. Peça 
o paciente para respirar profundamente e tossir; 
11. Desligue o vácuo e desconecte o cateter do extensor de silicone e despreze a sonda enrolando-a na 
mão e puxando a luva sobre ela; 
12. Proteja a conexão do aspirador; 
22. Deixe o paciente em posição confortável; 
23. Encaminhe o material permanente para o expurgo – para desinfecção. O restante, descarte no lixo; 
24. Avalie a necessidade de esvaziar o frasco coletor de secreção; 
25. Trocar o sistema de aspiração a cada 24 horas; 
26. Retire as luvas e lave as mãos após o procedimento; 
27. Checar o procedimento e realizar as anotações de enfermagem (registrar quantidade, cor, odor e 
consistência das secreções, assim como a reaçãodo paciente ao procedimento). 
Observação: 
• Contar de 1001 a 1010 mentalmente, após desconectar o respirador para não exceder o tempo ideal de 
aspiração; 
• O diâmetro da sonda não deve ultrapassar um terço do diâmetro da cânula; 
• Forneça oxigênio a 100% antes e após aspiração, dependendo do estado clínico do paciente; 
• Hipoxemia, taquicardia, arritmias e queda da saturação de oxigênio são eventos adversos da aspiração; 
• Na aspiração da orofaringe, atente para estímulo vagal que pode gerar bradicardia importante; 
• Certifique-se de inserir o cateter durante a inalação do paciente. Isso fecha a epiglote, tornado mais fácil a 
passagem do cateter pela laringe para a traquéia. Não inserir durante a deglutição, ou o cateter provavelmente 
entrará no esôfago. Se o paciente engasgar ou ficar nauseado, o cateter entrou no esôfago e deve ser 
removido. 
• Quando há dificuldade de passagem do cateter, peça o paciente para tossir ou dizer “ahh” ou tente avançar 
durante a inspiração. Estas medidas ajudam na abertura da glote para permitir a passagem do cateter para a 
traquéia. 
• Em alguns pacientes, virar a cabeça do paciente para a direita ajuda na aspiração do brônquio principal 
esquerdo; virar a cabeça para a esquerda ajuda na aspiração do brônquio principal direito. 
• As vias respiratórias superiores devem ser aspiradas antes das inferiores, pois, ao aspirar o tubo, o reflexo da 
deglutição é estimulado e boa parte da secreção que estava acumulada na parte superior do balonete acaba 
escorrendo para dentro dos brônquios. Esta é considerada uma medida não farmacológica de controle de 
infecções. 
 
Técnica de Aspiração de TOT e TQT no Sistema Fechado 
 
A aspiração de tubo orotraquel e traqueostomia no sistema fechado é utilizado quando o paciente encontra-se em 
Ventilação Mecânica. 
1. Higienizar as mãos conforme técnica estabelecida na instituição; 
2. Preparar o material; 
3. Colocar máscara, óculos e avental; 
4. Levar o material para junto do paciente; 
5. Comunicar ao paciente o procedimento a ser realizado, solicitando sua colaboração; 
6. Fornecer oxigênio ao paciente antes de iniciar a aspiração, ajustando o respirador em FIO2 a 100% 
(recomendado); 
7. Calçar as luvas de procedimento; 
8. Abrir o vacuômetro numa pressão aproximada de 120 a 150mmHg; 
9. Realizar a aspiração das vias aéreas superiores conforme técnica preconizada; 
10. Desprezar o cateter de aspiração; 
11. Trocar luvas e calçar luvas de procedimento (o uso da luva de procedimento se deve por ser um sistema 
fechado); 
12. Conectar novamente o sistema fechado ao látex do aspirador ou vacuômetro; 
13. Introduzir o cateter na prótese ventilatória até que haja resistência ou o paciente apresente tosse (Puxe 1 cm 
antes de realizar a aspiração, evitando lesão tecidual à carina; alguns cateteres possuem marcas de 
profundidades); 
14. Pressionar a válvula de sucção enquanto retira o cateter realizando a aspiração; 
15. Fluidificar com solução fisiológica 0,9% usando injetor lateral, somente em caso de rolhas ou secreção muito 
espessa; 
16. Tracionar o cateter até a marca em negrito, ou seja, até a extremidade ficar fora da conexão em T; 
17. Lavar o cateter injetando solução salina pela via lateral e pressionando a válvula de sucção; 
18. Avaliar clinicamente o paciente, repetir o procedimento se necessário; 
 
 
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19. Ajustar a FIO2 conforme orientação médica; 
20. Desconectar o cateter de aspiração do látex e descartá-lo; 
21. Retirar luvas e descartá-la; 
22. Desligar o vacuômetro ou aspirador, 
23. Proteger extremidade do látex; 
24. Dar destino adequado ao material usado; 
25. Deixar o paciente confortável no leito; 
26. Lavar as mãos; 
27. Registrar as observações; 
28. Checar procedimento. 
Higiene da cânula de Traqueostomia 
Materiais 
• Gaze IV; 
• Solução Fisiológica; 
• Escovinha estéril; 
• Cuba estéril; 
• Luva estéril; 
• EPI (máscara, avental, óculos, gorro e luvas); 
• Bandeja; 
• Caso plástico para lixo. 
 Técnica: 
1. Higienizar as mãos conforme técnica estabelecida na instituição; 
2. Preparar o material; 
3. Levar o material para junto do paciente; 
4. Comunicar ao paciente o procedimento a ser realizado, solicitando sua colaboração; 
5. Colocar máscara, óculos e avental; 
6. Realizar a desinfecção do frasco de Solução Fisiológica 0,9%, abra a cuba estéril com cuidado para não 
contaminar, despeje parte da Solução Fisiológica na cuba (se necessário utilize uma agulha 40X12); 
7. Abra o pacote de gaze sobre a bandeja; 
8. Calçar as luvas estéreis; 
9. Enquanto toca apenas a parte externa da cânula, destrave e remova a cânula interna com mão não dominante. 
Solte a cânula interna na cuba com solução fisiológica; 
10. Peque a cânula interna e use a escovinha para remover as secreções dentro e fora da cânula; enxágue com 
solução fisiológica, usando a mão não dominante para despejar; 
11. Remova o excesso de solução fisiológica da cânula interna com a gaze estéril seca; 
12. Recoloque a cânula interna, prenda o mecanismo de bloqueio. 
13. Usando gaze estéril embebida em soro fisiológico, limpe as superfícies expostas da cânula externa e do 
curativo do estoma (ver POP troca de curativo de TQT), estendendo de 5 a 10 cm em todas as direções do 
estoma; 
14. Usando gaze seca, seque delicadamente a pele e as superfícies expostas da cânula externa; 
15. Promova a fixação da cânula de traqueostomia conforme descrito abaixo. 
16. Deixe o paciente em posição confortável; 
17. Encaminhe o material permanente para o expurgo – para desinfecção. O restante, descarte no lixo; 
18. Lavar as mãos após o procedimento; 
19. Checar o procedimento e realizar as anotações de enfermagem. 
 
Fixação do tubo orotraqueal e traqueostomia 
Observação 
• A troca da fixação do tubo-orotraquel ou da traqueostomia deverá ser realizado diariamente, ou quando na 
presença de secreção ou sujidade. Existem fixadores comerciais, que deverão ser utilizados conforme a 
orientação do fabricante. 
• O tubo-orotraqueal deverá ser mantido centralizado na boca para não causar trauma na comissura labial. 
Materiais 
• Luva de procedimento; 
• Fixadores próprios, cadarço ou atadura; 
• Tesoura para remover o fixador anterior. 
Técnica: 
1. Posicione o paciente em decúbito dorsal com a cabeceira elevada a 30º; 
2. Verificar a pressão do Cuff (padronizada em torno de 20 a 30 cmH2O); 
3. Higienize a pele removendo a oleosidade com água e sabonete – principalmente se uso de fixador 
com adesivo; 
 
 
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4. Corte o cadarço no tamanho adequado (tubo traqueal ou cânula de traqueostomia); 
5. Segure a cânula/tubo traqueal para não haver o deslocamento ou saída acidental; 
6. O tubo orotraqueal deve ficar posicionado na altura da arcada dentária. 
 
Tubo orotraqueal 
 
- Dobre o cadarço ao meio, formando uma alça, passe a alça do cadarço em volta do tubo na altura da arcada dentária; 
dê uma volta ao redor do tubo; e em seguida dê três nós sem ocluir sua luz. A seguir uma das tiras passe ao redor da 
cabeça e amarre as duas pontas na região parietal, garantindo boa fixação e em seguida retire a fixação anterior. 
No tubo traqueal - coloque gaze ao redor do cadarço em cima das orelhas, e se necessário na região maxilar, para não 
lesionar a pele do paciente. 
Traqueostomia 
 
- Passe o cadarço na parte posterior do pescoço e deixe centralizado. Passe uma ponta do cadarço na fenda lateral 
da cânula de traqueostomia em ambos os lados, entrando pela parte posterior da fenda e puxando pela anterior. Ajuste 
o cadarço deixando cerca de 1 cm de folga (ou um dedo). Junte as duas pontas e faça um laço firme (lateral ou posterior 
da região cervical). Na sequência, retire e descarte o cadarço anterior. 
Na cânula traqueal coloque gaze embaixo de cada lateral da cânula para proteção da pele contra o plástico da cânula 
e ainda para absorver excesso de secreção.Promova a limpeza da traqueostomia (óstio onde se localiza a prótese de 
plástico) com gaze e solução fisiológica, conforme POP cuidado com ferida. 
1. Deixe o paciente confortável em decúbito à 30º; 
2. Mantenha o quarto organizado; 
3. Recolha o material e encaminhe ao expurgo e despreze os resíduos; 
4. Desprezar os materiais descartáveis; 
5. Retire as luvas e higienize as mãos; 
6. Lave a bandeja e a cuba com água e sabão; 
7. Seque a bandeja com papel toalha e faça desinfecção com álcool à 70%; 
8. Cheque o procedimento na prescrição de enfermagem e realize as anotações de enfermagem 
(registre a posição do tubo orotraqueal na altura da arcada dentária, com a numeração). 
 
Referências 
POTTER, P. A.; PERRY A. G.; ELKIN, M. K. Fundamentos de enfermagem. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. 
BRASIL. RESOLUÇÃO Nº 557, DE 23 DE AGOSTO DE 2017. Normatiza a atuação da equipe de enfermagem 
no procedimento de Aspiração de Vias Aéreas, Brasília, DF. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/resolucao-
cofen-no-05572017_54939.html. Acesso em: 14 ago. 2018. 
CARMAGNANI, et. al. Procedimentos de enfermagem : guia prático / Maria Isabel Sampaio -- 2. ed. -- Rio de 
Janeiro :Guanabara Koogan, 2017. 330 p

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